Os tempos são chegados • Jussara Korngold
Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista recebe um convidado especial para abordar temas do cotidiano à luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se reúnem em momentos de aprendizado e reflexão sobre o Evangelho de Jesus. *Realização:* União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #Espiritismo #DoutrinaEspirita #EvangelhoDeJesus #PalestraEspirita #UEVC #VitoriaDaConquista #EstudoEspirita #LuzDoEvangelho #ReflexaoCrista #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências. Que a sua paz esteja em cada coração. Sejam bem-vindos todos os amigos que aqui estão conosco, que não é VCTV e aqueles que nos acompanham pela TV Mação do Caminho. Sempre uma imensa satisfação saber que estamos na companhia de tantas almas queridas para mais um instante de reflexão em torno da mensagem do mestre à luz da doutrina espírita. E para melhor sintonizarmos com este momento, que possamos elevar os nossos pensamentos numa prece, um divino amor de nossas almas. A nossa gratidão, Senhor, pela tua companhia generosa em todos os tempos, auxiliando-nos para que tenhamos a capacidade de despertar os verdadeiros valores da vida em nossa consciência, a fim de trabalharmos continuamente os talentos já recebidos, potencialmente divinos, momentaneamente emboscados na matéria, que sejamos capazes de ver em nós todo o potencial que tu já nos entregou, que sejamos, Senhor, cooperadores contigo na grande transformação de nós mesmos, sobre o teu amparo e a tua proteção. E nesse instante que estamos almas e corações reunidos no propósito de aprender, que tenhamos desta feita ouvidos para ouvir. Que o teu amor, Senhor, esteja a nos envolver, a nos proteger hoje e sempre. Hoje nós temos a alegria de receber em nossos canais mais uma vez a nossa querida irmã Jusara Cornicoldes, que hoje vai abordar o tema Os tempos são chegados. Minha querida amiga e irmã, seja sempre bem-vinda, sempre uma alegria recebê-la em nossos canais. Não precisamos mais apresentar, já faz parte da nossa casa. Então, rogando votos de muita paz, passamos a palavra para você. >> Obrigada, querido. Obrigada. Olá a todos. Eh, com muita alegria que nós saudamos sempre esses amigos queridos que nos acompanham pela UFC TV e também pela mansão do Caminho. A oportunidade de realizarmos o trabalho, de iniciarmos mais um ano a serviço do Cristo, a serviço do bem. Hoje o nosso tópico é sobre os tempos são chegados. E quando a gente fala, né, os tempos são
A oportunidade de realizarmos o trabalho, de iniciarmos mais um ano a serviço do Cristo, a serviço do bem. Hoje o nosso tópico é sobre os tempos são chegados. E quando a gente fala, né, os tempos são chegados. Eh, talvez fosse melhor nós iniciarmos com um convite a nós respirarmos fundo, a mantermos o nosso coração, a nossa mente em calma, a nos esquecermos por um instante do dos barulhos, das preocupações, das dificuldades. E vamos começar citando uma frase que é o seguinte: quando o sino ele toca numa cidade, ele não está apenas chamando quem vai se dirigir a uma igreja, como nós sabemos que é de hábito, mas ele de uma certa de uma certa forma está avisando toda a cidade que alguma coisa começou, alguma coisa está para começar e as trombetas estão soando. Este momento que nós estamos vivendo é um momento assim que representa um convite. Não é um convite que neste caso do sino é somente para nós ouvirmos, mas para nós percebermos, para nós sentirmos com o nosso coração percebendo que algo está acontecendo no mundo e ao mesmo tempo, ainda que muitas vezes nós queremos ignorar, tem algo acontecendo dentro de nós. Não é uma coincidência, não é uma um acaso. Kardec, então, na Gênese, né, capítulo 18, ele nos fala que os tempos marcados por Deus são chegados. E ele nos diz que esses tempos, que que eles significam na prática? alguma revolução, alguma catástrofe de Deus naquele conceito que nós tínhamos que vai chegar com trovões. E é lógico que com a serenidade da razão de Kardec, ele fala que não, que não são os milagres que vão romper as leis da natureza, mas são essas leis em movimento, né? A a mudança, ela não vem de fora para nos esmagar, ela vem brotando das profundezas da nossa alma. E nós estamos neste momento de transição de consciência. Vamos refletir, né? É lógico que nós vemos um movimento geológico mesmo, o planeta progredindo fisicamente, montanhas que t surgindo, os oceanos que acabam mudando, o clima que já não é mais o mesmo, né? Eh, mas essas mudanças, como nós falamos, elas
mento geológico mesmo, o planeta progredindo fisicamente, montanhas que t surgindo, os oceanos que acabam mudando, o clima que já não é mais o mesmo, né? Eh, mas essas mudanças, como nós falamos, elas não são apenas ou não estão apenas ocorrendo na geologia do planeta, elas estão ocorrendo na nossa alma. E às vezes a gente tem até a impressão de dizer: "Não, mas o mundo está pior, né?" Ele não está pior, ele está apenas mais exposto. É um momento em que foi nos dada a oportunidade de depuração a esses espíritos que foram convidados para viverem, para atuarem nessa época de renovação. Então nós vemos que, né, o planeta Terra, como nós denominamos também, além de escola e hospital, como a nossa casa, à medida que a casa vai melhorando, o morador vai melhorando também. Eu me lembro de uma história uma vez que eu li que acho que chama, é uma dessas histórias que a gente recebe na internet, mas tem algumas que elas tocam tanto o nosso coração, de uma menina que morava numa região de muita pobreza e ela foi presenteada com um lindo vestido azul. E aí quando ela vestiu aquele vestido, a família, né, a mãe, os irmãos que olharam e ficaram felizes, de uma certa forma algo despertou neles e eles diziam: "Puxa, esse vestido tá muito bonito pra casa que nós moramos. Vamos arrumar a nossa casa, vamos limpar a nossa casa, vamos fazer aquilo que nós podemos fazer de melhor. Então, no momento, nós não podemos confundir a a dificuldade, a aparência da nossa casa, planeta Terra, ruídos, com algo que chamaríamos de caos, porque o que nós estamos vendo é um barulho de uma construção. E tem dois duas maneiras de nós passarmos por esse progresso. Esse progresso, ele muitas vezes ele é lento, quase imperceptível e tem aquele processo que é mais brusco, que sacode o mundo. E numa época de transição, quando os tempos são chegados, esse progresso vem de maneira brusca. E é por isso que nós, como seres humanos, assim como espíritos imortais, estamos sentindo mais ansiedade, mais confusão, mais pressa. É como se o mundo ele
gados, esse progresso vem de maneira brusca. E é por isso que nós, como seres humanos, assim como espíritos imortais, estamos sentindo mais ansiedade, mais confusão, mais pressa. É como se o mundo ele estivesse num trabalho de parto, né? E um trabalho de parto, ele exige essa contração, essa dor, essa respiração, mas ele representa vida. Ele representa renascimento. Então, é por isso que Kardec a Gênesis que já não são mais as entranhas do Globo que se agitam, mas são as da humanidade. A batalha não é externa, não é delegada, ela é interna. É um confronto silencioso, um momento onde nós vamos decidir se ficamos com o egoísmo ou se ficamos com a fraternidade, se vamos ficar com orgulho ou se vamos ficar com a humildade, se vamos ficar com a indiferença ou se vamos ficar com a compaixão. Então nós vemos que de uma certa forma o mundo está levando os seres humanos a começarem a dizer não para coisas antigas. Eu não quero mais violência, eu não quero mais desigualdade, eu não consigo mais viver sem sentido. Qual é o sentido da nossa vida? Por que que nós estamos aqui? Então, esse é um não conformismo espiritual. Nosso espírito já dizendo já basta. Sim, nós temamos porque às vezes temos medo de sair da nossa zona de conforto. Mas Kardec fala que a humanidade está passando da adolescência paraa idade viril. Então assim, vamos pensar num exemplo, né? Quando a gente está passando pela transição da idade, da infância crescendo mais, nós temos a troca de dentes. Dói, incomoda, mas é crescimento. E é interessante que quando a gente pensa, né, aquele dente vem empurrando o outro, né, que é o dente da arcada dentária do adulto, que já não mais pode ser aquele que a criança apresenta nos seus primeiros anos de vida. E ele empurra, ele vem, agora é a hora e dói, incomoda. E por um tempo a gente olha no espelho e tá banguela. Acho que agora a gente tá olhando no espelho e falando, mas eu tô passando por dor, perdi o que eu tinha, que era aquele dente do leite, e não estou vendo o
empo a gente olha no espelho e tá banguela. Acho que agora a gente tá olhando no espelho e falando, mas eu tô passando por dor, perdi o que eu tinha, que era aquele dente do leite, e não estou vendo o outro, não estou vendo o crescimento, mas ele vem. Essa não é uma etapa de fim de mundo, é uma etapa de infância moral. e sempre vai ter uma resistência. Quando nós pensamos então nessas mudanças, como aconteceu em todas as épocas, né? vem aquela geração antiga, né, que está apegado ao poder, ao medo, ao material, a um certo modo de vida que eles lutam para se manter. Afinal, é isso que eu conheço, é isso que eu sei que sempre deu certo. Mas aí vem essa nova geração como, né, o dente daquele que sai da infância física, né, aqui no caso da infância moral e empurra a porta, né, pode até ocorrer de forma mais sensível, intuitiva, espiritual, global, mas nós vemos que essa nova geração, ela vem fazendo perguntas que incomodam. Por que que é assim? Não dá mais para nós respondermos. Ah, porque é porque sempre foi. Nos últimos 100 anos foram assim. Agora, uma coisa importante para todos nós que estamos ouvindo, quando nós falamos e Kardec fala, os espíritos falam sobre a nova geração, muitos de nós que já avançamos um pouco na idade podemos pensar: "Ah, mas eu já não sou mais essa geração". nova, né? Podemos até nos acomodar pensando, ah, cabe agora aos jovens de idade realizarem o trabalho. Mas mesmo que a gente já tiver 50, 60, 70, 80, 90, a questão da geração nova idade, é consciência. Então, é quando nós sentimos dentro de nós que nós queremos amar mais, que nós queremos aprender, que nós queremos sentir, então que a gente já tá um pouquinho do lado de lá, que é o futuro. Então essa seria a maturidade de uma nova geração, né? E Kardec fala, né, que cabe a nós, seres humanos, esse progresso a realizar para que haja entre nós caridade, fraternidade, solidariedade. E o importante é que não basta apenas ciência, nós estamos precisando de sentimento. E aqui nós falamos de sentimento, não
sso a realizar para que haja entre nós caridade, fraternidade, solidariedade. E o importante é que não basta apenas ciência, nós estamos precisando de sentimento. E aqui nós falamos de sentimento, não somente em relação ao próximo, como é óbvio, mas sentimento em relação a nós mesmos, a entendermos que fomos chamados para essa vivência, para essa nova geração, para darmos o nosso testemunho, para contribuirmos com essa mudança, né? É essa coragem de mudar. Vamos pensar. Eu eu gosto muito eh de Sócrates, né? E e sempre tem algo que nós podemos nos referir a esse grande filósofo de Atenas que morreu, morou, a a viveu há mais de 2500 anos, né, naquela época na Grécia, que era a cidade mais eh, vamos dizer assim, aonde tudo acontecia, aonde os novos pensamentos, a filosofia E mas ele foi um homem que morava no futuro, que ele foi condenado porque ele não se encaixava, ele perguntava demais, ele era essa geração nova, ele chegava e convidava todos a se conhecerem. Imaginem se hoje essa pergunta alguém, a gente chega para as pessoas e fala: "Você precisa se conhecer, você se conhece". Algumas pessoas vão achar que isso é arrogância da nossa parte e vão responder: "É claro que eu me conheço". Então ele morreu porque a sua mensagem era regeneradora demais para aquele tempo. Ele pertencia ao futuro. Mas essas mentes, né, essas ideias que que quando transformam, que é que vem para transformar, elas primeiro escandalizam, elas têm o seu papel na época em que ocorrem. Porque hoje essa mensagem de Sócrates, ela é base, né, essa filosofia dele, ela é base da psicologia, da ética, do nosso autoconhecimento. E aquela coisa que era um escândalo, né, a qu no 400 antes de Cristo, hoje é um fundamento paraa humanidade. E nós vemos que essas mudanças, a mesma de Sócrates, Sócrates não contestou, foi oferecido a ele tentar fugir da prisão e ele disse: "Mas eu não sou culpado." Como ele passaria pra história se ele tivesse fugido, se ele tivesse renegado aquilo que ele sabia ser o correto? os
, foi oferecido a ele tentar fugir da prisão e ele disse: "Mas eu não sou culpado." Como ele passaria pra história se ele tivesse fugido, se ele tivesse renegado aquilo que ele sabia ser o correto? os cristãos renegado ao Cristo. Joana de Cusa, que não renegou ao Cristo no momento da morte, o filho ao lado e disse que Deus, que Jesus pregavam a lei do amor. E Gand, por exemplo, ele veio, né, quando nós estamos falando desses tempos chegados, das mudanças, do papel que nos cabe, ele olhou pro seu povo que vivia na exploração, na miséria, na violência, e ele falou: "Eu não aceito, mas como foi esse não conformismo dele? Ele foi espiritual, ele não pegou em armas, ele não fez discurso de ódio, ele fez algo radicalmente espiritual que era mudar a si mesmo. Então ele entrou no jejum, ele silenciou, ele orou, ele caminhou, ele acompanhou o sofrimento do povo, mas dizia: "O amor é mais poderoso que o império". E quando é que o mundo, a própria Índia poderiam ser livres? Ele responde quando o ódio já não existir. Então nós vemos que isso, esse exemplo de Sócrates, de Gand, é aquilo que Kardec fala que são ideias que hoje escandalizam, mas que vão ser o cimento dessa sociedade futura. Mas aí nós pensamos naquele que não apenas anunciou, mas ele viveu, que foi Jesus. E aí a gente hoje, mais de 2000 anos após, nós podemos nos perguntar o que que aconteceu, o que é que mudou. Nós passamos por diversas etapas. né? Vieram os impérios, as revoluções, os grandes trabalhos científicos, viagens fora do planeta, satélites. E alguns podem até pensar que Jesus passou, mas Jesus como o governador do nosso planeta e dentro da nossa capacidade do momento que já era difícil nós aprendermos, ele veio apenas deixar a mensagem de amor e disse que mais tarde ele viria. novamente com o consolador prometido. E com essa mensagem do Cristo, que que nós vemos? Nós vemos que a humanidade caminhou muito rápido na questão da tecnologia, mas não na questão do amor. As guerras continuam, a desigualdade continua, a indiferença
nsagem do Cristo, que que nós vemos? Nós vemos que a humanidade caminhou muito rápido na questão da tecnologia, mas não na questão do amor. As guerras continuam, a desigualdade continua, a indiferença continua. E agora nós perguntamos: "Se Jesus viesse hoje, como é que a gente ia tratar Jesus?" ia pedir seus documentos, ia falar: "Não, mas ele é simples demais, ele parece ingênuo, romântico, fraco, né? Talvez se ele voltasse hoje sem um grande anúncio, ele não fosse mais crucificado, mas ele fosse absolutamente ignorado. Mas Jesus, ele então veio para deixar essa mensagem, né? E ele não grita na história, ele vai sussurrando nos seus gestos quando ele não condena aquela que pecou. atirando pedras, mas dizendo para aqueles que nunca tivessem pecado que atirassem as pedras. Quando nós vemos o Cristo presente nas atitudes, nas atitudes daqueles que mesmo na dificuldade que nós pensamos, como é possível essas pessoas viverem numa atitude tão cristã, numa atitude de tanta dignidade, porque ele não é um personagem, ele é um princípio e os princípios não morrem, eles se multiplicam. Então nós vemos Jesus na questão dos gestos através de um Francisco de Assis, quando abraça um leproso e não pergunta se ele era digno, se eu ia pegar a doença. Ele apenas sentiu a necessidade de amar aquele irmão que sofria. Quando vemos Madre Teresa que recolhia os corpos na rua e dizia: "Cada um deles é Jesus disfarçado testando meu amor." Chico Xavier com aquelas mãos simples de alguém que trabalhava, ele psicografou o consolo para milhões e deu esperança àquelas famílias que já não sentiam nem a possibilidade de respirar com a perda dos seus entes queridos. A irmã Dulce, frágil, frágil no seu corpo, uma gigante da alma, que transforma um galinheiro num hospital, Givaldo e Nilson, que constróem a mansão do caminho, promovendo este bem-estar pra comunidade há mais de 70 anos. Então, esses são os ecos do Cristo. Basta nós prestarmos atenção. Sei que falei aqui dos grandes nomes que são conhecidos para todos nós,
, promovendo este bem-estar pra comunidade há mais de 70 anos. Então, esses são os ecos do Cristo. Basta nós prestarmos atenção. Sei que falei aqui dos grandes nomes que são conhecidos para todos nós, mas são tantos esses espíritos que vêm com uma palavra de conforto, de esperança. Na hora que nós temos dificuldades, as dores nos visitam, as prestes que fazem em nosso favor. Então, todos esses acabam sendo lembretes de que Jesus não passou, que ele permanece e ele inaugura sim um modelo de humanidade. Porque sigam os meus exemplos. Eu sou o caminho da verdade e da vida. Já no século XX, nós vemos ainda, como falamos, esse eco de Jesus em Chico Xavier, né? Chico, ele dizia que ele gostaria que nós colocássemos no portal da Nova Era a frase que fosse: "Amaai-vos". uns aos outros como eu vos amei. E no livro Boa Nova, o Espírito Humberto de Campos, através de Chico Xavier, ele ele fala uma coisa que que nós precisamos pensar. Ele faz uma distinção fundamental. Ele diz que existem espíritos esclarecidos. que são aqueles que sabem a teoria. Existem os espíritos evangelizados, que são aqueles que praticam o amor. E a nossa meta é pertencer a esse segundo grupo. Não basta mais apenas sabermos. Para esses novos tempos, para que sejamos parte da geração nova, nós temos que viver. Não importa os desafios, não importa a dificuldade que vamos encontrar em domar os nossos as nossas más inclinações. Mas para ser espírita, nós temos que realizar essa transformação moral, como nos fala Kardec. Então, novamente, não vamos imaginar que a Terra ela vai mudar por catástrofe, que vai matar os corpos, mas é uma mudança de consciência. É por isso que o espírito Joana de Ângeles, através das mãos abençoadas de nosso querido espírito Divaldo Pereira Franco, ela vem de uma maneira muito sensível, mas constante, consciência, com razão, com amorosidade, nos levar a estes questionamentos internos de como vamos mudar, o que é importante para nós hoje da mensagem da palavra espírita se não nos levar a um estado de consciência
com razão, com amorosidade, nos levar a estes questionamentos internos de como vamos mudar, o que é importante para nós hoje da mensagem da palavra espírita se não nos levar a um estado de consciência aonde compreenderemos Temos que há necessidade de renascermos. Há 2 anos eu tive a oportunidade de visitar a casa de UNG do psicólogo, psiquiatra, citado por nossa querida Joana deângeles, trabalhando juntos. ela, na verdade, a sua mentora também nas questões de consciência. E ele tinha no seu escritório um vitral, né, que na verdade tinham três partes que representavam o calvário. Jesus no primeiro deles carregando a cruz, no segundo deles já no madeiro. E no terceiro, quando ele é retirado e já vai representar o seu, a sua ressurreição. E eu achei muito interessante, perguntei pra senhora que nos permitiu entrar nessa sala, se era ele mesmo, Jung, que tinha colocado, né, escolhido aqueles vitrais. E ela disse, "Não só ele escolheu como ele pediu para ser feito por encomenda para ele na sala aonde ele recebia seus pacientes, porque ele dizia, e aí nós vamos ver, né, o que que tudo isso que Kardec está nos falando também, que os espíritos estão nos falando, que para nós nos transformarmos, nós temos que passar pelo O calvário da alma. Nós temos atitudes que nos levam a sofrer, aonde a vida parece tão pesada quanto o madeiro. E até terminamos sendo sufocados e mortos pelas nossas atitudes, mas existe a oportunidade de nós renascermos aprendendo com essa dor. Então é isso que o Espiritismo vem nos convidar, porque essa nova geração, ela não tá nascendo apenas nos berços, não dá pra gente ficar falando: "É criança, índigo, cristal, rubi, safira". Não, ela está nascendo nas nossas atitudes. Então, cada um de nós que sensibiliza, que tem empatia, que tem compaixão, estamos colocando um tijolo nesse difícil do mundo. Cada um de nós que decidimos mudar, perdoar, aprender, renascer, essa regeneração não é um evento, não é que, ah, pronto, chegou dia 31 de dezembro e vamos entrar
ndo um tijolo nesse difícil do mundo. Cada um de nós que decidimos mudar, perdoar, aprender, renascer, essa regeneração não é um evento, não é que, ah, pronto, chegou dia 31 de dezembro e vamos entrar num evento de novo ano. Não, não é um evento, é um processo. E qual que é o nosso papel? O que que tá acontecendo no mundo? Por que que os tempos são chegados? É uma convocação íntima. Nós vamos ver assim, né? Nenhuma gota no oceano, ela decide sozinha o que que o oceano é, mas sem ela, o oceano não é o mesmo. Sem ela tá faltando uma gota. E a gente olha para aquele oceano e não percebe a individualidade, né? Então, antes de vermos a regeneração da Terra, precisamos ver a nossa regeneração. Não vai haver uma sociedade fraterna se nós não tivermos pessoas fraternas, solidárias, que vão escolher paz, né? Agora, uma um outro aspecto que é muito importante nós pensarmos, esse progresso moral, ele não é coletivo, ele é sempre individual. Então não adianta a gente falar, quando os outros mudarem é o mundo, até porque, como nós falamos, ele é tão silencioso, ele não ocorre como se fosse um evento, ele é um processo, um processo dessa sede da alma, né, desse vazio interior que Joana deângeles nos fala num de seus últimos livros também. nesse vazio existencial que nós estamos sentindo e que nós vamos buscando soluções muitas vezes ainda as imediatas, mas aí a gente vê que não funciona. Então ela é individual, não precisamos anunciar, não precisa colocar no Instagram, olha gente, tô mudando. Ela é silenciosa, ela é trabalhada, ela é consciente. E aí que a gente se pergunta, né, quem é que eu preciso me tornar para viver no mundo novo? Porque tem muita gente agora, né, porque sempre tem essas ideias, né, de que ai o mundo, os espíritos vão separados, vão lá pro planeta inferior, eu não quero ir pro planeta inferior. E a gente fica com esse medo que nem era aquele medo, esse medo pueril que se você não agir bem, você vai para o inferno ou até para umbral. Não, não é isso. Porque a felicidade
pro planeta inferior. E a gente fica com esse medo que nem era aquele medo, esse medo pueril que se você não agir bem, você vai para o inferno ou até para umbral. Não, não é isso. Porque a felicidade ela ainda não é deste mundo, porque nós não transformamos a nós mesmos para transformarmos o mundo. Mas eu para viver num mundo transformado, para contribuir essa transformação, eu tenho que pensar na minha atitude. E vejam que assim, né, o passaporte pro futuro não é a gente ter um rótulo de alguma religião, filosofia, não é se dizer: "Eu sou judeu, católico, cristão, espírita, eh, messiânico, muçulmano, não é rótulo, é atitude, é individual. E como é que eu, atitude individual estou contribuindo para um mundo mais fraterno? Ou será que eu tô fazendo ele mais duro? Quando eu chego com comentários também no meio de pessoas que já estão tão endurecidas, tão discrentes da vida, nós chegamos e dizemos: "É isso mesmo, essa terra nunca vai mudar". Como não vai mudar, gente? Olha a nossa história. É que agora tá difícil, porque o pai de bondade, misericórdia, misericórdia permitiu que espíritos como nós, que estamos assim, né, naquele limear de vamos ser fraternos, bons ou vamos ser egoísta e difícil. nos fornece, possibilita mais uma última chance. E aí nós vemos aqueles que já estão um pouco mais conscientes, mas aqueles que ainda não perceberam que é a última chance nesse estágio. Então, com as minhas ações, eu estou realmente trabalhando para viver numa terra regenerada, né? Será que eu sou semente? Sou pedra, sou água, sou ponte, sou muro. Não adianta a gente só estudar Kardec, as religiões, se a gente não leva esses ensinamentos dentro da gente. Não adianta amar Jesus se eu não deixo Jesus nascer em mim, né? Quando Paulo fala, já não sou eu quem vive, mas o Cristo que vive em mim, de maneira nenhuma ele está dizendo ali que ele perdeu a individualidade, que ele é um robô do exército de Jesus, tem um chipe que faz ele agir daquela forma. Não, ele está dizendo que as lições, os
, de maneira nenhuma ele está dizendo ali que ele perdeu a individualidade, que ele é um robô do exército de Jesus, tem um chipe que faz ele agir daquela forma. Não, ele está dizendo que as lições, os valores crísticos que representam a lei de Deus, a lei da natureza, agora ele já compreende, já vive. E não adianta a gente ficar falando: "Ah, estamos na transição, vamos passar para mundo, estamos passando para mundo regenerados e eu não tô regenerando meus pensamentos, meus hábitos, as minhas palavras. Então, nós estamos realmente que parece que a gente tá vivendo num furacão, né? Tudo balança, tudo chacoalha, tudo parece que tá mais difícil". Mas depois o o céu se abre. Vamos pensar, né, para poder ter um exemplo na lagarta, né? Se ela tivesse consciência, quando ela tivesse dentro do casulo, ela ia falar: "Isso é o fim do mundo. Eu tô aqui presa, no escuro, sozinha, vai ser o fim da minha vida." E aí ela renasce como borboleta. esse símbolo da reencarnação, né? Então, todos esses momentos de transição, eles foram precedidos por choques. É difícil nós falarmos isto, né? Mas muitas vezes até são essas dificuldades, essas dores, as guerras mesmos, as crises econômicas, a solidão digital que nós vivemos hoje, as doenças emocionais que vão nos fazer buscar o essencial. Então, de uma certa forma, como nós encontramos em Gênesis, os flagelos, eles acabam acelerando o movimento dos espíritos, que quando tá tudo muito bom, muito calminho, a gente não pensa em mudar, né? Então, o que que a gente faz? Então nós e assim tão perto, né, da das resoluções de ano novo, o que que nós vamos fazer? A gente pode começar a olhar o mundo com mais compaixão. Como a gente é rápido para julgar as pessoas. A gente pode começar a falar: "Eu quero, eu quero dar a minha contribuição e procurar, porque muita gente fala: "Eu quero ajudar, mas não sei aonde isso". E ver o que que eu posso oferecer. Ah, gente, cada um de nós nasceu com tantos talentos, tantos talentos e talentos que estão ocultos porque tira a gente da zona zona
ajudar, mas não sei aonde isso". E ver o que que eu posso oferecer. Ah, gente, cada um de nós nasceu com tantos talentos, tantos talentos e talentos que estão ocultos porque tira a gente da zona zona de conforto. Tá bom assim? Não preciso mais. A terra não tá precisando de herói, de superherói. Ela precisa de gente que é que nem cada um de nós aqui, que tá disposto a abraçar, a escutar, a ensinar, a aprender, a servir, a dar o testemunho na hora que somos chamados ao testemunho. E e pra gente caminhar aqui pro pra nossa reflexão de encerramento, quando eu estava preparando essa nossa reflexão de hoje, eu me deparei com uma história muito interessante que ela se chama o conceito do centésimo macaco. Então diz assim, né, pra gente entender, porque tem essa coisa que a gente falou aqui, né? Ah, mas eu não faço diferença. Não é não é a minha mudança que vai mudar nada. Vamos entender isso, né? É uma experiência que foi realizada nos anos 50 na ilha, numa ilha do Japão, Koshima, aonde os os cientistas eles estavam lá observando uma colônia de macacos. E aí eles começaram a dar batata doce para eles suja de areia. E os macacos comiam aquela batata doce. Eles gostavam da batata doce, mas eles detestavam a areia. Mas era o que tinha, era o que tava sendo fornecido. Eles foram lá e continuaram a comer a batata doce com areia. Até que uma jovem fêmea, hum, gostei que era uma jovem fêmea [risadas] chamada imo, né? porque eles estavam naquele experimento. Ela descobriu que ela podia lavar a batata num riacho que ficava próximo. Então, na hora que ele jogava a batata com areia, ela ia lá pro riacho, lavava a batata e comia uma batata deliciosa. Aí ela ensinou, ela não foi egoísta, ela ensinou pra sua mãe, pros seus companheiros que ficavam lá com ela, né? Vamos lá, vamos lavar a batata. Obviamente não falando assim, né? E lentamente esse novo hábito foi se espalhando e todos os macacos ali daquela ilha que faziam parte desses experimentos aprenderam a lavar as batatas. Então,
batata. Obviamente não falando assim, né? E lentamente esse novo hábito foi se espalhando e todos os macacos ali daquela ilha que faziam parte desses experimentos aprenderam a lavar as batatas. Então, vá, eles falam assim, vamos chamar, né, que vamos dizer que tinham esse número hipotético do centésimo macaco. Então, tinham lá os 100 macacos, o 100 aprendeu, o centésimo aprendeu também a lavar a batata, tirar areia e comer a batata gostosa. Aí o que é incrível nessa experiência é que ele diz: "Quando chegou no centésimo macaco, subitamente esse hábito saltou a barreira da ilha e macacos de outras ilhas que eles estavam também fazendo os perimentos, que nunca tiveram contato com o grupo de macacos dessa ilha. começaram a lavar suas batatas também e a massa crítica foi sendo atingida. Como é que nós entendemos isso? Quando Kardec nos fala que essas ideias novas elas se propagam quando o tempo é chegado, porque elas estão no ar. Quando a gente decide mudar um hábito moral, quando a gente vê-se vícios de que apresentam o nosso lado escuro, as nossas imperfeições, quando nós escolhemos a paciência, ao invés de um momento de fúria, nós acabamos emitindo uma vibração nova pro campo mental da Terra. que já não vibra mais só vibrações de pessimismo, de disputas, de rivalidades, mas que compartilha e pode compartilhar esses hábitos novos, essa transformação moral. Então a gente pode até dizer: "Eu sou apenas uma uma pessoa". Mas quem sabe a gente não é o centésimo macaco, é justamente aquele que quebra as barreiras, emitindo essa vibração nova pro campo mental da Terra, alterando, ajudando a alterar a frequência do pensamento coletivo através das nossas ações silenciosas. Vamos nos lembrar que o futuro não vai ser construído por quem grita mais, mas é por quem ama melhor. Então, neste momento, nesta bênção que recebemos de reencarnarmos no momento dos tempos chegados da transição planetária, porque ainda temos o potencial do bem que pode prevalecer em nós. que não nos deixemos levar
omento, nesta bênção que recebemos de reencarnarmos no momento dos tempos chegados da transição planetária, porque ainda temos o potencial do bem que pode prevalecer em nós. que não nos deixemos levar pelas correntes negativas, os hábitos que acabam danificando as nossas possibilidades e que sejamos nós aqueles que unidos possamos propiciar essa vibração nova no campo mental da terra para que a gente seja um ponto de luz. O grande escritor Víor Hugo, chamando atenção para o que é importante em nossas vidas, disse o seguinte: "Ele que perdeu a filha e sofreu muito pela sua perda, pobre daqueles que só amam corpos, formas e aparências. A morte vai levar tudo deles. Procure então amar almas, você as encontrará de novo. Nós somos almas. Nós somos almas, irmãs, filhas de nosso e filhos de nosso criador. que nos amemos, que fazemos a nossa parte e quem sabe num futuro bem breve ainda estejamos juntos celebrando a nossa perseverança, a vontade inquebrantável de seguir com o Cristo, caminho da verdade e da vida. Que Deus nos abençoe. Nossa gratidão, Josa, por trazer tão linda mensagem já no início do ano para quem sabe renovar as esperanças de que tudo nos é possível, desde que tenhamos a vontade de prosseguir rumo à nossa própria evolução. Me irmã sem palavras para lhe agradecer. Que o Senhor da vida te inspire e te proteja sempre. Nossa gratidão também a todos os amigos que estão aqui conosco, tanto aqui na WebCTV como aquele outros que nos acompanham pela TV Manão do Caminho. Lembrando a todos que a nossa programação no VCTV e temos todas as manhãs o nosso momento de oração, de reflexão aqui em torno de uma pequena mensagem às 7 horas da manhã. Às quartas-feiras nós temos o nosso programa de entrevistas. Somos todos imortais às 21 horas. A sua presença é sempre uma grande alegria. Então, a todos que tenhamos um bom fim de semana envolvidos na busca dos nossos conhecimentos para libertar nossa ignorância. E a todos, paz e luz.
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