Os inimigos desencarnados, com Geraldo Campetti | Palestras Virtuais FEB
Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: Os inimigos desencarnados. ESE, Capítulo 12, itens 5 e 6. Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br
Consigo trazer as igrejas a um eixo, porque cada um quer fazer a sua maneira. E o próprio Jesus lhe falou: "Está em Emanuel, calma, Paulo, calma. Por que não escreves as cartas?" Começa a se corresponder com eles pelas cartas, as cartas benditas. que hoje muitas vezes nos servem de caminho. Carta aos Tessalonicenses, aos hebreus, aos gentios, aos coríntios e a toda uma comunidade onde ele passava, passou a escrever as cartas. De onde veio essa inspiração? É também um exemplo, um modelo para nós encerrando, um modelo para nós, né? É em oração que nós vamos encontrar as respostas às nossas aflições. E é em oração que Paulo ouviu também uma frase que, graças a Deus, sempre que eu me encontro parecido com que Paulo estava, redunda em meu coração. Se chegaste até aqui, por que te detén? Palavra para minha amiga. >> Obrigada, Silviana. Então nós vamos passar a palavra agora ao Geraldo Campete, que vai nos conduzir no estudo do Evangelho na tarde de hoje. Queridas e queridos, muito boa tarde a todos, a todas. Deus nos abençoe, amigas, amigos, irmãos, irmãs, boa tarde. >> Boa tarde. >> Vocês não tomaram café da manhã, não? Já até, digamos, almoçamos e até lanchamos, né? Alguns conseguimos lanchar. E que bom, gente. Eh, nós temos uma uma temática nesta tarde, depois de ouvir, não é, essa preparação tão bonita, tão expressiva, significativa, eh, que a gente vai conversar sobre um tópico do Evangelho Segundo Espiritismo. E o Evangelho Segundo Espiritismo é uma obra, >> se a gente se acertar com esse microfone aqui, né, Fio? OK. Eh, é uma obra que ela foi escrita por Allan Kardec sobre a orientação da espiritualidade amica. A gente queria dar as boas-vindas aqui pros nossos amigos e irmãos que estão vindo de fora, de outros estados, né? A gente tem várias pessoas aqui eh do Brasil, não só de Brasília, do Distrito Federal, mas também de vários estados representados aqui. Olha, a gente deve ter o quê? Ceará, tô vendo gente do Ceará, né? Pessoal de Santa Catarina, não é isso? Que mais? Eu tô vendo o
, do Distrito Federal, mas também de vários estados representados aqui. Olha, a gente deve ter o quê? Ceará, tô vendo gente do Ceará, né? Pessoal de Santa Catarina, não é isso? Que mais? Eu tô vendo o pessoal do Rio Grande do Sul, ã, confere, né? Eh, tem o pessoal da onde mais, gente? >> Ah, do Amazonas, >> do Espírito Santo, da Bahia, né? Do Rio de Janeiro. É isso. Olha que maravilha. Minas Gerais, não é? Vários estados representados aqui. Mato Grosso, >> Goiás. Olha aí quantos estados eh nós tivemos praticamente aqui foram acho que 25 estados representados, né, Elane? aqui neste segundo encontro nacional do Evangelho Rede Vivo. É uma imersão ontem e hoje também até na hora do almoço. Aí viemos para cá, fizemos abertura na sexta-feira a tardezinha aqui e o encerramento agora à tarde também antes deste momento da palestra domingueira, não é? Aqui na sede da casa de Ismael. E é uma alegria muito grande as pessoas vindo do Brasil inteiro para participar deste evento. E o Evangelho Segundo o Espiritismo é um dos livros mais importantes do Espiritismo, do Pentateuco Espírita. Todos são importantes, mas o Evangelho Segundo Espiritismo, ele é interessante porque ele nasce na sua primeira edição, em 1864, foi anunciado com um título totalmente diferente. Era um título eh que trazia assim como se fosse as vozes dos céus, as vozes dos espíritos, as vozes dos imortais. Não sei se vocês sabiam disso, um título que nunca se configurou na prática, mas ele foi anunciado numa quarta capa do livro dos médiuns, publicado antes da edição de O céu inferno, o do Evangelho segundo Espiritismo. e Kardec colocava assim como se fosse um catálogo, naquela brochura, né, como essa daqui, capinha verde também, o verde claro, e trazia a relação dos títulos com os, né, o que viria então como publicação. E anunciou esse título, só que quando veio 1864 foi publicado o Imitação do Evangelho Segundo Espiritismo. No ano seguinte, um ano depois, é publicada a segunda edição, 1865, já com o título do Evangelho Segundo
esse título, só que quando veio 1864 foi publicado o Imitação do Evangelho Segundo Espiritismo. No ano seguinte, um ano depois, é publicada a segunda edição, 1865, já com o título do Evangelho Segundo Espiritismo, já retirando a palavra imitação por uma orientação da espiritualidade. E a partir da terceira edição, que é de 1866, nós temos a edição definitiva, a edição que foi toda reformulada, eh, reconstituída, eh revisada, ampliada, remodelada por Allan Kardec, aliás, como ele fez com todas as outras obras da codificação. Kardec trabalhou os cinco livros do Pentateuco, sempre trabalhando correções, atualizações, né, trazendo informações novas, agregando valor, às vezes enxugando um texto ou outro. Isso é importante a gente saber, porque o Kardecador, vamos com Deus, viu o pessoal que tem que ir, a nossa querida Socorro do Ceará, o pessoal do Ceará tá saindo, né? Vão com Deus, gente. Muito obrigado, viu? Kardec teve todo esse cuidado, né, de fazer um um estudo assim bastante ponderado. E ele fez fazia as anotações, a revista espírita, né, que a nossa Silvana, ela citou aqui para nós, que tá tendo o estudo aqui, para quem tiver interesse, pode, né? Eh, o estudo que dia que é mesmo? >> Sábados 16. >> Sábado às 10 da manhã, é isso? 16, >> 16 horas à tarde, no sábado, para quem quiser, o estudo da revista Espírita. E a revista espírita era um verdadeiro laboratório em que Kardec trazia as informações do que estava acontecendo na atualidade e explicava a luz do Espiritismo. de vários desses textos que Kardec ia escrevendo na revista espírita, que surgiu em 1858, né, na sua primeira edição e depois foi tendo o andamento, né, até 1869, quando Kardec desencarna e depois prosseguiu a revista, mas ele trazia textos que depois serviram de base para compor as edições do Pentateuco. Então, informações como a Gênese, por exemplo, que foi o livro que mais Kardec escreveu, né, da sua própria lavra, ele então trazia a informação, né, na revista espírita e depois compilou essas informações agregando valor como uma
se, por exemplo, que foi o livro que mais Kardec escreveu, né, da sua própria lavra, ele então trazia a informação, né, na revista espírita e depois compilou essas informações agregando valor como uma edição atualizada, por exemplo, de a Gênesis, do céu e inferno, do próprio evangelho segno Espiritismo, do livro dos Médiuns, por aí vai. Então, o dinamismo, né, do estudo da obra, né, Edna querida, que Kardec fez. E aqui a gente tem um texto que está no capítulo 12, que é muito interessante. O título é: "Amai os vossos inimigos". É o capítulo 12 e a gente vai ver os itens 5 e seis que fala dos inimigos desencarnados. Há uma expressão do Cristo que diz assim: "Né, cissa: reconciliai-vos com os vossos adversários enquanto estais a caminho com ele". Vocês já ouviram isso? Andreia, você tem algum adversário? Obrigado pela sinceridade. Alguém tem aqui adversário? Algum de Muito bem. Olha as mulheres. Nenhum homem levantou a mão até agora. Ah, sim. Pois não. Eu também, né? Adversário. Que que é um adversário? é um oponente, é uma pessoa que pensa diferente de nós, é uma pessoa com a qual a gente não tem afinidade? Seria, Víor, o adversário um inimigo? Quem não levantou a mão aqui é porque não tem adversário, oponente, inimigo ou não quis se manifestar? Muito bem. Não quis se manifestar pelo que tem entendido ou não se pronunciou de qualquer maneira, né? O que é ter um adversário? O que é ter um inimigo? Eu assisti um filme há cerca de 30 anos, porque eu sou jovem há mais tempo, cujo título do filme era Inimigo Meu. Alguém assistiu? Alguém se lembra desse filme? era um indivíduo de outro planeta que apresentava-se num formato corporal como se fosse uma espécie de um lagarto, só que ele andava em pé. Era um bípede, mas de certa maneira tinha uma cauda alongada, como se fosse um lagarto. E ele fazia assim um barulho, né, quando pronunciava, fazava xismar, xismar e aquela coisa assim. E aí ele enfrenta uma série de dificuldades porque ele era diferente dos outros. E o nome do filme é Inimigo meu.
assim um barulho, né, quando pronunciava, fazava xismar, xismar e aquela coisa assim. E aí ele enfrenta uma série de dificuldades porque ele era diferente dos outros. E o nome do filme é Inimigo meu. Por que será que alguém é inimigo nosso? Se coloca como um oponente, um adversário? Será que a gente é também oponente, Rosana? Adversário? inimigo dessa pessoa. Perguntaram para Divaldo se ele tinha algum inimigo. Ele disse: "Eu tenho". Alguns se consideram meus inimigos, mas eu não sou inimigo de ninguém. André Luiz diz que vencedor é o que vence a si próprio. Chico Xavier foi procurado certa feita por uma mulher que tinha medo de tudo. Ela tinha medo da sua própria sombra, tinha medo de sair de casa, mas ela resolveu enfrentar aos seus medos e procurar Chico Xavier. Foi até o Chico e conversando com Chico, despejou o seu rosário de medos. E o Chico com aquela paciência mineira, né, meu amigo, só escutando. E aí a senhora, como tinha uma certa educação, depois que ela falou bastante, é porque mulher fala sob medida, né? Aí ela resolveu perguntar pro Chico se ele não tinha medo, algum medo, medo de nada. Sabe o que o Chico respondeu? Esse cânido apóstolo do bem. Ele disse assim: "Ah, minha irmã, eu não tenho medo não de nada, tem medo de ninguém. Eu só tenho medo de mim mesmo. Quando André Luiz, pela psicografia de Chico diz que o vencedor é o que vence a si mesmo, a gente vai reconhecer que o maior adversário, o maior oponente, o maior inimigo está dentro de nós, porque somos nós mesmos nossos vícios, nas nossas mazelas, nas nossas inferioridades, naquilo que ainda teima em nos segurar numas amarras. de necessidades que a gente já poderia que termos superado. E muitas vezes a gente vê o inimigo no outro fora de nós. E o inimigo é aquilo ou aquele que, de certa maneira, nos incomoda, porque ele vai tocar em pontos que a gente não gostaria que fôssemos cutucados. A gente costuma dizer sim que nós somos muito calmos até que alguém pise no nosso no nosso >> calo. Eu ia falar calcanhar de Aquiles,
i tocar em pontos que a gente não gostaria que fôssemos cutucados. A gente costuma dizer sim que nós somos muito calmos até que alguém pise no nosso no nosso >> calo. Eu ia falar calcanhar de Aquiles, mas gostei dessa do calo, né? Se a gente já tem o calo, alguém pisa, a gente o quê? Se irrita, se enerva. E aí nós ficamos bravos, ficamos irados, raivosos, queremos responder. E isso efetivamente não nos faz bem, porque muitas vezes a gente vai alimentando uma situação que vai criando uma bola de neve, cuja solução vai ficando cada vez mais dificultada. Por que que Jesus recomendou? Reconciliai-vos. com os vossos adversários, enquanto estais a caminho com ele, para que o tempo não passe e não seje ou não seja tarde demais, pra gente perder a oportunidade de durante aquela caminhada que a gente pode entender como uma jornada, uma existência, por exemplo, em que a gente tem oportunidade de se relacionar. E a gente perde a oportunidade, passa, a gente desencarna, o outro desencarna. E como é que a gente fica? Por isso que Allan Kardec traz o texto sobre os inimigos desencarnados. Alguém tem algum adversário, oponente, inimigo que por um acaso desencarnou? Já a senhora tem? André ainda não. Então você tá com tempo, né? Muito bem. A senhora também tá com tempo, porque nunca é tarde demais. Kardec trata dos inimigos desencarnados e é tão interessante que ele vai dizer assim: "Ainda outros motivos tem o espírita para ser indulgente com os seus inimigos." Indulgente para com os seus inimigos. Senhor Allan Kardec, o senhor tá pedindo para que a gente seja indulgente. Indulgente o que é ser complacente, compassivo, tolerante, paciente. Isso é ser indulgente. Aliás, a indulgência compõe o conceito de caridade. A pergunta que Kardec genialmente formula ao espírito de verdade qual é o verdadeiro sentido da palavra caridade como entendia Jesus da questão 886. Benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão das ofensas. Caridade é benevolência, indulgência é
o sentido da palavra caridade como entendia Jesus da questão 886. Benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão das ofensas. Caridade é benevolência, indulgência é perdão. Então, a indulgência que a gente pode traduzir como compaixão, como tolerância, como essa paciência resiliente pra gente poder ter isso para com aquele que é o nosso inimigo, nós sermos indulgentes para com os inimigos. Temos tolerância. A gente já ouviu o ditado assim: tolerância zero. Já ouviram falar? A recomendação da matemática evangélica é para que a tolerância seja 1000, infinita. A tolerância nunca deve acabar. Isso não significa conivência. Quem é tolerante não é conivente, ou pelo menos não deveria sê-lo, porque a tolerância implica numa busca de compreensão paciente, de ter uma escuta ativa e inclusiva. É quando a gente presta atenção no outro, a gente escuta efetivamente o outro, a gente dá um espaço ao outro, porque o outro tem a sua importância na nossa vida. Quando a gente olha o outro como alguém que se parece conosco, nos dá impressão de que a relação fica mais fácil, porque ele é nosso próximo. E se não é idêntico, é semelhante, porque também é filho de um criador. Vou fazer três perguntas para vocês. Fáceis. Deus é nosso, nos criou. Olha como a gente complica as coisas, né? Deus é nosso pai. Aos olhos de Deus, nós somos todos >> iguais. Deus, que é nosso pai, que nos criou iguais, quer que nos amemos sempre mais e mais. Isso é da música da evangelização. Lembra, titié, quando você dava aula na evangelização, ensinava a gente cantar essas músicas. Como é gostoso a gente ver o outro, o irmão, como o nosso semelhante, que merece respeito, que merece carinho, embora ele seja como é, embora ele tenha as características distintas da nossa, embora ele tem as suas peculiaridades, ele tenha também as suas intenções e seus interesses, não é? Sabe ele primeiramente que a maldade não é um estado permanente dos homens? O espírita sabe. A maldade não é um estado permanente dos
ades, ele tenha também as suas intenções e seus interesses, não é? Sabe ele primeiramente que a maldade não é um estado permanente dos homens? O espírita sabe. A maldade não é um estado permanente dos homens. Agora eu consigo ver inclusive os perespíritos de vocês. Não é maldade não é permanente, é temporário. O que é permanente é só a bondade. A bolência, o bem. O mal é transitório, é passageiro. O bem é criado por Quando vocês quiserem responder, fique à vontade, viu? que o nosso tempo passa voando. O bem é criado por, existe desde >> sempre. Vamos com Deus, queridos. Pessoal que tá saindo aí, obrigado, viu, por tudo. Então, o bem foi criado por Deus, existe desde sempre. O mal foi criado por quem? Pelo homem. E só existe quando é por ele alimentado. Isso tem uma força impressionante. Não há porque temer o mal. Nós precisamos abraçar o bem, porque o bem vem de Deus. E se nós somos instrumentos de Deus como filhos, nós devemos ser propagadores do bem, agentes do bem, aonde fomos, onde estivermos. O mal que a gente cria é uma criação humana por um mau uso do livre arbítrio, por um desvio, por uma inconsequência, uma irresponsabilidade, uma falta de siso, de razão, de bom senso e acaba tendo as suas consequências. Mas o mal só vai existir enquanto a gente tá alimentando. Depois que a gente para de alimentar, o mal morre. Ah, Campete, mas o mal tá nascendo aqui a colar, porque tem corações e mentes que estão alimentando. Sim, enquanto isso houver, o mal existirá. Mas a partir do momento que a gente não alimenta, o mal morre. Se a gente não alimenta o bem, sabe o que acontece? Quem morre somos nós, não o bem, porque o bem continua sempre vivo. Por isso que é muito bom a gente ser aliado do bem. Nós vamos nos dar e se a gente for aliado do mal, a gente vai se dar bem só lá na frente, vai levar tempo, né? Vamos passar aí por outras agruras e tal. Então, vejamos. A maldade não é um estado permanente, pelo contrário, é passageiro. Que ela, a maldade decorre de uma imperfeição temporária. Então, nós só
é? Vamos passar aí por outras agruras e tal. Então, vejamos. A maldade não é um estado permanente, pelo contrário, é passageiro. Que ela, a maldade decorre de uma imperfeição temporária. Então, nós só maus imperfeitos. E é exatamente a genialidade de Allan Kardec que vai fazer o Código Penal da Vida Futura sobre a orientação da espiritualidade superior no capítulo 7 da primeira parte do livro Céu e Inferno. Registraram quando ele diz muito bem nesse código penal que a gente poderia trazer da vida futura. né, Dina Silvana para a vida presente, 33 artigos. E no 33º ele diz: "O sofrimento é inerente à imperfeição espiritual". O espírito só sofre porque é imperfeito. Quando a gente vai deixando de ser imperfeito, ou seja, vamos nos aperfeiçoando, a tendência é que nós também deixemos de sofrer. Porque Deus não quer o nosso sofrimento. Deus não quer sequer o nosso sacrifício. A gente pede misericórdia, Deus não pede. E o Deus não é um pai de misericórdia, de bondade, de amor. É isso que ele nos oferta. Mas a gente precisa saber qual o caminho que nós vamos seguir. Então a gente tem essas dificuldades de escolhas equivocadas e de repente nós estamos diante, não é, de uma situação em que estamos como se fosse uma criança, corrigindo, né, os defeitos por necessidade de correção. O homem mal reconhecerá um dia os seus erros e se tornará bom, como uma criança que comete uns erros. Aquele que é mal, ele vai um dia se acordar, vai se despertar consciencialmente e vai deixar de seguir o caminho do mal, que o mal é prejuízo para todo mundo, inclusive para aquele que o pratica. Ele é o primeiro afetado. O mal só traz consequências negativas. O bem traz a luz, traz a paz, traz a harmonia, a fraternidade. É por isso que fazer o mal é fácil, fazer o bem é difícil. Por quê? Porque a gente ainda tem que fazer força para fazer o bem. Para fazer o mal, basta a gente ficar no estado que nós estamos de inanição, não é? de indolência, de inatividade. Sabe também que a morte apenas o livra
te ainda tem que fazer força para fazer o bem. Para fazer o mal, basta a gente ficar no estado que nós estamos de inanição, não é? de indolência, de inatividade. Sabe também que a morte apenas o livra da presença material do seu inimigo. A gente achava no passado que, por exemplo, destruindo o corpo físico do indivíduo, adversário, inimigo, oponente, a gente eliminaria. Mas pelo contrário, eu me lembro uma vez ter assistido um bang fundo moral no bang. O pessoal tá rindo aí porque os amigos músicos, né, são talentosos. E aí houve uma pergunta para aquele que era o mocinho, mas que já tinha nas suas costas dezenas pelo menos de mortes. Aí fiz a pergunta para ele se ele vivia em paz. Ele falou: "Aquele que tirou a vida de alguém, de um ser vivo, jamais viverá em paz. até que com ele se reconcilie. Porque é luz do Espiritismo, a morte não existe. Nós somos espíritos imortais. E mesmo que tendo passado para outra existência ou para o plano espiritual, estando estado erradicidade, o espírito está mais livre a depender da sua situação, mas ao mesmo tempo mais preso, porque ele vai estar vinculado àele que o atrai, aquele que tem sentimentos às vezes até de raiva, de ódio, de vendita, né? aquele desejo de vingança. A gente até diz assim: "Preferível o caminho do amor do que o do ódio." Embora o ódio seja o amor em desalinho, segundo a narrativa poética de Olavo Bilac da psicografia do Cândido Chico Xavier no livro Parnentum, publicado pela FEB editora. Tomaram nota, né? Então veja que coisa interessante. O amor é o que sobressai. O ódio é o amor em desalinho, está meio desarranjado. Quando a gente coloca ali no alinhamento, a gente vai ter o amor no final. Por isso que até falar, quem não vai pelo caminho do amor, vai pelo caminho do amor também, mesmo que um pouco mais dorido, porque a própria dor é uma expressão do amor divino, porque Deus não quer o sofrimento de ninguém. Se nós sofremos enquanto somos imperfeitos e à medida que nos aperfeiçoamos a diminuição do sofrimento, nós temos possibilidade,
expressão do amor divino, porque Deus não quer o sofrimento de ninguém. Se nós sofremos enquanto somos imperfeitos e à medida que nos aperfeiçoamos a diminuição do sofrimento, nós temos possibilidade, pelo livre arbítrio, fazer escolhas. E aí, fazendo escolhas, nós podemos nos dar bem ou nos dar bem só depois, quando acertarmos essas escolhas. Daí vem a lei de causa efeito. A cada um é dado segundo as suas obras. Assim, fecha Allan Kardec, o Código Penal da Vida Futura no seu artigo 33. E aqui a gente tem a situação daquele que está desencarnado, não é? Como é difícil. Sabe também que a morte apenas o livra da presença material do seu inimigo, apenas material, pois que este o pode perseguir com seu ódio, mesmo depois de haver deixado a terra. Quantas situações na literatura a gente não vê. E quantas obsessões não são trazidas, não é, Cissa, nos grupos mediúnicos para se haver um trabalho de desobsessão e geralmente por conta do ódio, da vingança, de sentimentos negativos, né, é diretamente de grupo mediúnico. E às vezes você precisa colocar ali a questão, enquanto alguém não dá uma trégua, a situação conflituosa e de confronto, né, Edina, de verdadeira guerra continua. Por isso que a necessidade da verdadeira caridade, que é a benevolência, é a tolerância, é o perdão. A vingança que tome fale ao seu objetivo, visto que ao contrário, tem por efeito produzir maior irritação capaz de passar de uma existência para outra. Não adianta. Se a gente tem o sentimento da vingança, achando que assim, eu vou me vingar, eu de repente extermino a vida do indivíduo ou eu tô livre, pelo contrário, nós estamos é compromissados, porque aquele inimigo, ele só passa de um estado para outro, ele não morre. A única coisa que mata o ódio é o amor. Que mata o mal é o bem. Que mata a sombra é a luz. Por isso que a gente tem que escolher esse caminho que vai nos levar à saúde integral, a do bem, a do amor, a da plenitude. Continua dizendo, Allan Kardec, cabia ao Espiritismo demonstrar por meio da
Por isso que a gente tem que escolher esse caminho que vai nos levar à saúde integral, a do bem, a do amor, a da plenitude. Continua dizendo, Allan Kardec, cabia ao Espiritismo demonstrar por meio da experiência e da lei que rege as relações entre os mundos visível e o mundo invisível, que a expressão extinguir o ódio com o sangue é radicalmente falsa, que a verdade é que o sangue alimenta o ódio mesmo no além túmulo. Cabe-lhe, portanto, ao Espiritismo, apresentar uma razão de ser positiva e uma utilidade prática ao perdão e ao preceito do Cristo, amai-vos os vossos inimigos. O espiritismo é uma luz tão intensa na nossa vida que enseja nós termos uma visão de futuro e uma visão que transcende ao que é meramente objetivo, material e presente. A gente vai enxergar longe com o espiritismo, com essa luz, porque nós vamos ver muito além a necessidade de construção de relações harmoniosas. E eu queria trazer para vocês que Kardec continua trazendo aqui para nós, né, mediante o bom procedimento, né, a gente vai conseguir tirar pelo menos o pretexto de represálias. É o que acontece, não é? Nos grupos mediúnicos, quando a gente vê um oponente que se manifesta um inimigo, um adversário, ele quer se vingar. À medida que se vai conversando com ele, ele vai compreendendo, tem todo um ambiente de vibração, porque não é assim rápido, não é? Não é um passe de mágica. A gente vai ver que ele quando ele entende, ele aceita, ele muda o padrão vibratório, ele tem a disposição e a disponibilidade de se modificar, de dar uma chance ao outro, de parar perseguição. E ali é interessante aquele nó cego que estava tão fortemente apertado, ele começa a se desatar gradativamente, porque há predisposição de alguém. Por isso que o perdão é fundamental, porque ele liberta. E todos nós estamos vivendo momentos desafiadores. Cada um de nós aqui tem os seus percalços, os seus problemas, as suas provas, né? E a gente vem e volta, né? Esse bebezinho lindo aí, vovô, mamãe, papai, como é que se chama?
do momentos desafiadores. Cada um de nós aqui tem os seus percalços, os seus problemas, as suas provas, né? E a gente vem e volta, né? Esse bebezinho lindo aí, vovô, mamãe, papai, como é que se chama? Pode falar mais alto. >> Zaia. >> Zaia. Aí, Zaia, Zaia, aí você pergunta se é uma criança que vem para auxiliar no mundo de regeneração. Você tem alguma dúvida, Zaia? Olha que coisa mais linda. Seja muito bem-vinda, Zaia. Não é, mamãe, né? Vô, papai. Deus abençoe, né? A irmãzinha tá ali também, não é isso? É a prima. Que bom. Família aqui reunida, né? já frequenta há tempos essa casa, não é? Décadas. Muito bem. Então, veja, a gente vai no processo de nascer e renascer, de ir e voltar, e as oportunidades vão se somando pra gente poder crescer. Como nós temos aí os nossos percalcios, as nossas dificuldades, eu queria não passar uma receita, mas um roteiro para todos nós aqui, que é uma forma da gente minimizar a nossa dificuldade de relação com o outro, que pode ser um inimigo, um adversário, um oponente. que a gente busque o a reconciliação enquanto nós estamos a caminho com ele, para que não deixe esse inimigo até chegar a desencarnação e depois talvez ficar um pouquinho mais difícil, mas se mesmo já tem acontecido, tudo tem solução. Mas vamos lá, então. O primeiro passo pra gente ser assertivo numa relação, num relacionamento, a primeira coisa é a gente enxergar o lado bom do outro. Todo mundo tem um lado bom. Por quê? Porque todos nós somos filhos de E Deus só faz o Logo. Nossa natureza é isso. O uso vai depender do nosso livre arbítrio para um caminho ou pro outro. Mas a nossa natureza divina, a nossa natureza não é neutra. Nossa natureza é divina. é divina, ela é boa. O emprego que a gente vai dar, o direcionamento segundo a nossa vontade, o nosso pensamento, o nosso livre arbítrio, vai depender de nós, ok? Então, enxerguemos o lado bom do outro. Primeiro passo, vão tomando nota aí porque são só cinco, tá? Antes de tomar o passe, né, Edina? Tem que fazer a provinha para ver se vai
ai depender de nós, ok? Então, enxerguemos o lado bom do outro. Primeiro passo, vão tomando nota aí porque são só cinco, tá? Antes de tomar o passe, né, Edina? Tem que fazer a provinha para ver se vai poder ter direito a tomar o passe, né? É claro que é uma brincadeira, né, gente? como tá sendo transmitido. Na Federação Espírita Brasileira para fazer o para tomar o passe tem que fazer uma prova, né? Então, olha lá, primeiro passo para a gente ter um relacionamento feliz, pra gente superar uma crise, uma dificuldade, vejo o lado bom do outro, até mesmo do oponente, do inimigo. Ora, se o maior inimigo de mim sou eu mesmo, eu tenho que buscar enxergar alguma coisa boa dentro de mim. Quando eu me olho no espelho, de repente eu vejo aquela figura, não é assim? Cadê o Teteu aí? O Fefê tá lá, não é? Os filhos da Ilane ali concentradíssimos, ó. Que beleza. E aí a gente se olha no espelho, de repente a gente vê, né? Nossa, mas que ser lindo e humilde que Deus criou. A gente tem que se valorizar, se enxergar com bons olhos, não é? Outro dia eu tava passando assim, aí o pessoal disse: "Você tem quantos anos?" A gente não pergunta isso pra mulher, né, Edna? Mas perguntaram para mim. Falei: "Tá bom, tô com 59, vou fazer 60 anos dia 13 de janeiro". Falam: "Tá bem, tá bem de saúde, graças a Deus, tô bem de saúde, tal, tá bonito, né?" Eu falei: "Bom, aí já são os olhos de quem enxerga, não é assim?" Victor Hugo citando o autor de Os Miseráveis, ele é o próprio Vitor Hugo, né? Ah, porque é Leão Denise citando Víor Hugo no livro Depois da Morte, Víor Hugo citando eh Leão Denis citando Víor Hugo. Olha que interessante. Ele diz assim: "Aquele que enxerga a beleza é porque já tem a beleza nos seus olhos". Então, é bom a gente ver se nós estamos vendo o belo, o bom, o puro, porque isso vai denotar a bondade, a pureza e a beleza que nós já temos dentro de nós. Então, a gente toma como um estímulo para ver se a gente chega lá, não a beleza externa, mas a conquista dos valores, das virtudes, que isso é o
de, a pureza e a beleza que nós já temos dentro de nós. Então, a gente toma como um estímulo para ver se a gente chega lá, não a beleza externa, mas a conquista dos valores, das virtudes, que isso é o fundamental, não é assim? Então, ver o lado bom do outro. O segundo passo paraa gente se dar bem num relacionamento, numa relação, da gente buscar superar as dificuldades, busque o entendimento. Não vá armado para brigar, não vá assim, né, prevenido. Às vezes assim, olha, eu tô muito bem, vou lá conversar com aquela pessoa. Até aceitei dialogar com ela desde que ela não pisa no meu caro. Se ela pisar no meu calcanha de Aquiles, aí eu não respondo por mim mesmo. E aí a gente parte pra ignorância, pro desrespeito, paraa desconsideração. Buscar o entendimento é quando a gente enxerga o lado bom do outro e a gente vai desarmado. Nós vamos a caminho da paz, caminho da luz. Nós vamos buscar o entendimento que é uma conciliação através, não é, de uma busca de uma comunicação efetiva, que a gente escuta o outro, a gente também fala, mas cria ambientes que vão possibilitar pontes de entendimento, não muros de separatividade. O ódio separa o amor uno. Por isso que buscar esse entendimento é a melhor coisa. E aí, muitas vezes, para buscar o entendimento, nós que somos homens, estamos temporariamente revestidos na personalidade masculina, porque o espírito em essência não tem sexo. A gente vai aprender que nós homens falamos 5.000 palavras diariamente. As mulheres falam apenas 17.000. E nós vamos compreender que nós homens estamos amando, amando delas para que tudo dê certinho. E vamos aprender a tomar aquela água, aquela água fluidificada, que um indivíduo que estava com conflitos conjugais, porque a esposa sempre reclamava quando ele chegava em casa. E aí ele foi buscar um guru para resolver esse problema. Aí o guru falou: "Você vai tomar essa água? mágica. É um remédio infalível. Você coloca a água na boca e enquanto a sua mulher não parar de falar, você não engole, fica mantendo aquela água. E aí sim ele
o guru falou: "Você vai tomar essa água? mágica. É um remédio infalível. Você coloca a água na boca e enquanto a sua mulher não parar de falar, você não engole, fica mantendo aquela água. E aí sim ele fez primeiro dia, segundo dia, terceiro dia, primeira semana e ela falando, falando, falando e ele lá segurando. Quando ela acabava de falar, ele engolia. Demorou meia hora na primeira vez, depois foram 20 minutos. 10 minutos. Aí daí foi até um momento, ah, você não vai falar nada não? Aí que foi que ela sentiu falta, que ele não tava falando nada, ela percebeu. Aí ele não tinha motivo para brigar e ela também não tinha. Eu já tinha falado tudo que queria. Então o que acontece? Muitas vezes quando um fala outro fala, a gente gera confusão. Aí o terceiro passo, para além de eu ver o lado bom do outro, de eu buscar o entendimento, é necessário a gente ser transparente, que a gente pensa assim: "Ah, eu para conseguir me relacionar bem, para eu não ter inimigo nenhum, nem em casa, nem na sociedade, nem na casa espírita, nem no trabalho, nem no lugar, eu tenho que ficar fingindo, eu tenho que disfarçar, na verdade, aquilo que eu sou, não, eu tenho que ser quem eu Sou transparente. Fale o que você pensa, coloque o que você expresse, mas sempre com respeito. Isso é fundamental. Isso vale tanto para que estão encarnados ou os que já desencarnaram também. E aqueles que estão daqui para lá e de lá para cá. Quando a gente é transparente, é sincero, as pessoas vão ver que nós estamos falando o que a gente pensa e que nós estamos sendo verdadeiros. O evangelho no lado da dona Maria, não sei se alguém aqui acompanha, tem alguém que acompanha ou não? Muito bem, três pessoas, né? É um lá quatro, a gente faz cinco. A gente faz assim esse evangelho todo dia 8:30, né? Quando dá, mas é sempre assim, essa ideia pelo Instagram. E aí o pessoal gosta da dona Maria. A Edna conhece. A dona Maria é minha mãe, né, Edna? E o pessoal gosta dela porque você pergunta pra mamãe, ela responde, né? Outro dia ela tava brava comigo, eu
am. E aí o pessoal gosta da dona Maria. A Edna conhece. A dona Maria é minha mãe, né, Edna? E o pessoal gosta dela porque você pergunta pra mamãe, ela responde, né? Outro dia ela tava brava comigo, eu ousei não perguntar nada para ela, porque vai que eu pergunto e ela responde mesmo. Aí não ia, né? Olha a sabedoria, estamos aprendendo. E aí é interessante porque ela fala o que ela pensa, o que ela sente. É tão sincera, verdadeira, as pessoas gostam. Então a gente deve ser transparente. Sim. sincero, mas sempre com educação, não é? Um quarto ponto é doar o melhor de nós mesmas. Se a gente vê o lado bom do outro no primeiro passo, aqui no quarto passo, a gente vai doar o melhor de nós. Todos nós temos coisa boa. Vamos investir, vamos fazer o máximo, o melhor, ser perfeito como perfeito é o vosso Pai Celestial. é buscar chegar ao limite das nossas capacidades, competências, forças, sair da zona de conforto que não necessariamente é tranquila, é serena, né? Eu tava aprendendo outro dia isso que a gente acha a zona de conforto, eu tô de boa. Nossa, você tá sofrendo na zona de conforto, meu amigo. É bom sair dessa zona de conforto para melhorar a situação, né? Então a gente vai trabalhar isso doando o melhor de nós. Eu tava hoje brincando com o mano Marco Leite, né, que é nosso diretor da família. a gente no almoço lá no local onde nós ficamos hospedados e aí apresentando o Marco Leite, né, pra família da da Ilane e dizendo assim, né, dona Helena, os meninos, como é interessante. Esse aqui é um amigo irmão, amigas também da Ilan. É um amigo irmão, que ele a alma dele. Aí ele brincou assim, desde que tem um valor, né, um valor bom assim, mas é, a pessoa é tão bondosa que ela faz de maneira espontânea. Então, doar o melhor de si mesmo. E, finalmente, viver com alegria. Como é bom para ter uma relação agradável, não criar inimizade ou tentar trabalhar a inimizade, né, para superar aquela diversidade, aquela contrariedade, a gente superar aquele mau humor, porque não tem nada pior, não é franco, Franco
adável, não criar inimizade ou tentar trabalhar a inimizade, né, para superar aquela diversidade, aquela contrariedade, a gente superar aquele mau humor, porque não tem nada pior, não é franco, Franco tá abrindo a porta lá para nós, que bom. Do que a gente ter a pessoa assim mal humorada do nosso lado. Alguém conhece alguém mal humorado aqui? Por favor, permaneça como está. Alguém se acha mal humorado aqui? Não precisa dizer também não. O mau humor é doença da alma. Fala Leão Deni no livro também depois da morte, na quinta parte, publicado pela FEB editora. É doença da alma o mau humor. Por isso, viver, trabalhar com alegria é muito importante. Não há nada melhor do que quando a gente chega, tem uma pessoa alegre, né, Edna? Que a gente se envolve, né, Silvana? A gente se sente bem, a pessoa abraça, a pessoa marca a presença. O discípulo amado, porque Jesus amava a todos, inclusive João, não era mais amado que os outros, mas é porque João, ele era aquele espírito mais dado, mais oferecido, jovial, ele era alegre. Então, por isso o discípulo amado, que era aquele que mais amava. Essa explicação está nos quatro evangelhos. É interessante, não é? Que a gente vai aprender esse caminho. Então, os inimigos desencarnados são nossos irmãos. antes de ser inimigos são irmãos, assim como a gente tem às vezes na família temporariamente um inimigo. Alguém está brigado com um ente querido aqui, gente, nesse momento? Algum conflito familiar? Obrigado pela sinceridade. E você não está aqui hoje por um acaso. Eu me lembro há tempos aqui neste cenáculo, só para ir fechando, tá, Edna? Eu fui abraçado depois de uma palestra por um irmão e ele me pediu perdão. E eu falei: "Mas por que você tá me pedindo perdão? Ele falou: "Porque há 5 anos, isso já faz mais de 10, há 5 anos você falou alguma coisa que me desagradou profundamente e eu fiquei durante esses 5 anos alimentando esse sentimento contrário a você, porque eu não gostei do que você falou. Você não foi feliz, você foi inacertivo e eu não gostei."
esagradou profundamente e eu fiquei durante esses 5 anos alimentando esse sentimento contrário a você, porque eu não gostei do que você falou. Você não foi feliz, você foi inacertivo e eu não gostei." Mas eu percebi que ao longo desses 5 anos, eu que estava alimentando isso e que cultivei isso que me fez muito mal. Então, hoje eu quero te dar um abraço, te pedindo perdão. Eu o abracei profundamente e eu disse: "Meu irmão, eu não tenho que lhe perdoar porque em momento algum me senti ferido, mas se isso lhe faz bem, eu que lhe peço perdão pela minha inasertividade, por ter provocado isso em você. Mas neste momento você tem a sua carta de alforria, porque você se liberta num gesto tão lindo e que demonstra para mim o verdadeiro amor que um amor que um irmão deve ter para com o outro, esse amor fraterno, esse amor real. Então, a desavença, o ódio não vale a pena. na oportunidade, no tempo certo. Peça perdão e perdoe a sua maneira. Reconciliar-nos com os adversários enquanto estivermos a caminho com eles, para que não se tornem inimigos desencarnados. Se por um acaso já desencarnaram, nós vamos usar do recurso da prece da oração para que eles sejam envolvidos no nosso pedido de perdão e em todo o nosso amor para todo sempre. Muito obrigado, queridos, pela atenção. >> Muito obrigada, Geraldo, por esses momentos. né, de reflexão tão tão importante para nós, né, que vivenciamos aí a mil dificuldades, todos nós temos, as temos, né, e é bom ouvir você. >> Uhum. Meus amigos, então, eh, nós vamos nos encaminhando para o encerramento da nossa reunião. Eh, o passo será oferecido a todos aqueles que desejarem, tá? Podem permanecer nos seus lugares que a equipe irá conduzi-los, tá bem? Então, aqueles nossos irmãos queridos que estão viajando daqui a pouco, né, uma boa viagem para vocês, vão com Deus e muito obrigado pela presença de vocês aqui, tá bom? Então, amigos queridos, vamos mais uma vez buscar Jesus, sua figura amada. E neste momento, Senhor, pedindo que as tuas bênçãos possam continuar
s e muito obrigado pela presença de vocês aqui, tá bom? Então, amigos queridos, vamos mais uma vez buscar Jesus, sua figura amada. E neste momento, Senhor, pedindo que as tuas bênçãos possam continuar conosco, nos envolvendo, nos protegendo, nos amparando. Que essas vibrações de amor, de paz que podemos sentir neste momento, nesta casa, nós possamos levar para os nossos lares, para os nossos familiares e para todos aqueles com quem convivermos, convivemos, seja o amigo ou o inimigo. que nós possamos amar a todos, que nós possamos receber também o carinho, o a compreensão aos nossos defeitos, as nossas mazelas e que possamos conviver uns com os outros, como Jesus nos ensinou. Obrigado, Senhor, por esta oportunidade de aqui estarmos juntos, confraternizando, aprendendo as luzes do teu evangelho, Senhor. Gratidão. Que a tua paz possa permanecer conosco, nos envolvendo, nos abençoando, Senhor, hoje e sempre. Que assim seja. Graças a Deus. Uma boa tarde a todos e muito obrigada pela presença.
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