O suicídio diante da Lei de Conservação à luz do Espiritismo | Família no Ar
"A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Emmanuel, O Consolador. Que tal debater sobre a Família à Luz do Espiritismo por meio de diversos temas relevantes para este momento de transformação e evolução da Terra? Vem com a gente para o "Família no Ar”, um programa da FEB Lives, o canal de transmissões ao vivo da Federação Espírita Brasileira! No dia 20 de setembro de 2023, abordaremos o tema "O suicídio diante da Lei de conservaçã...
Olá você que tá aqui com a gente ligado agora ao vivo acompanhando mais uma edição do nosso programa família no ar mas também boa noite bom dia boa tarde para você que não pode nos assistir ao vivo nessa transmissão das 8 horas aqui horário do Brasil para todo o nosso país para todos os nossos estados mas que assistirá Em outro momento né através da nossa febtv da febre TV lives as oportunidades de diálogo que a gente tem nesse espaço bem Como você sabe a cada quarta-feira a gente tem um encontro marcado um encontro marcado para discutir sobre família assuntos relevantes da família assuntos que perpassam a família na sociedade e questões de ordem diversas que são de fato preocupações de quem está convivendo no ambiente doméstico na educação dos filhos nas relações conjugais e especificamente um mês de setembro vai trazer para gente uma pê temática muito específica mas antes de mais nada quero me apresentar aqui para você para quem não teve oportunidade de conversar comigo antes Meu nome é Fred pifano Eu trabalho aqui com vocês na área da família particularmente na área da família da Federação Espírita brasileira como coordenadora de coordenadora de junto da nacional um amigo muito querido que daqui a pouco eu vou trazer para vocês no ar nós convidamos a todo mundo que tá assistindo que possa ativar o Sininho dá um like na página porque isso ajuda o auxilia com quem a gente possa chegar mais lives né o algoritmo que coordena é as transmissões do YouTube ele reconhece isso então é bacana promover a mensagem positiva que um diálogo como na noite de hoje a gente vai ter bem você sabe que o mês de setembro principalmente no Brasil ele tem uma um tema especial né ele tem cor específica e ele tem um assunto principal à tona que ele vai abordar a questão de todos aqueles irmãos e irmãs que atentam contra a vida na Perspectiva do suicídio e esse vai ser o ponto a nossa pauta da discussão de hoje nós vamos trabalhar ou navegar nas discussões sobre o suicídio entendendo a sua relação com a lei de
contra a vida na Perspectiva do suicídio e esse vai ser o ponto a nossa pauta da discussão de hoje nós vamos trabalhar ou navegar nas discussões sobre o suicídio entendendo a sua relação com a lei de conservação que está no Livro dos Espíritos E também o papel da família nesse contexto Então a gente vai navegar nesse diálogo e já convidamos a você então que nos assiste a enviar sua pergunta sua dúvida seu comentário porque na noite de hoje a gente vai ter dois convidados dialogando conosco em torno da temática e o primeiro convidado que eu vou chamar para se apresentar aqui acredito que alguns de vocês já o conheço porque ele também é frequentador desse bate-papo é o nosso querido nosso querido médico Dr Wesley Assis médico psiquiatra trabalhador da ame né de Goiás ou do Goiás como dizem Alguns por aí né bem-vindo É gente que só saudação com os nossos amigos um prazer estar aqui boa noite a todos sempre é um prazer contribuir é uma alegria muito grande ou estendendo o leque de amigos e a oportunidade de estar me programas onde temas tão relevantes são discutidos traz assim uma paz muito grande de contribuir colaborar Então estou aqui à disposição um abraço a todos privilégio nosso ela que bom que está aqui com a gente batendo papo compartilhando as coisas que você estuda que você pesquisa a gente é muito grato por isso então se prepara aí que bate papo hoje vai ser bom hein Porque o nosso segundo convidado da noite aí esse aqui é um velho conhecido Não porque ele é velho não é que ele é conhecida há mais tempo né nunca mais querido Marco Leite meu irmão querido do coração Nacional da área da família da Federação Espírita brasileira do concelho interativo Nacional Aqui tem uma honra de trabalhar em parceria Marquinho bem vindo Marquinho porque é de casa né E aqui de papa acontece meio na cozinha da casa da gente né Marcos bem-vindo querido gratidão Fred meu abraço Wesley bom estar aqui novamente trabalhando um tema que não é um tema muito feliz né Mas necessário para o
contece meio na cozinha da casa da gente né Marcos bem-vindo querido gratidão Fred meu abraço Wesley bom estar aqui novamente trabalhando um tema que não é um tema muito feliz né Mas necessário para o nosso dia a dia tanto assim que o grande lema é preciso falar sobre isso né então é o que a gente vai fazer na noite de hoje é isso né a gente sabe da delicadeza do tema mas quanto mais a gente conversa mais Lúcia de trás sobre a temática mas as famílias ficam melhor informadas e talvez Preparadas para lidar com essa questão que faz parte da nossa vida em sociedade e aí Wesley já vou te trazer aqui para conversa com a primeira pergunta que a gente tá aqui ó hoje é só a pergunta e resposta assim é pinga fogo né olha só a primeira colocação vai vir lá do Livro dos Espíritos lá no Livro dos Espíritos a gente vai ter a informação de que todos os seres vivos possuem o chamado instinto de conservação né que para alguns é simplesmente mecânico né o animal ali busca sobrevivência ele luta para sobreviver mas que no processo humano já na seruminal né no ser humano ele é racional Essa é um processo lógico em cima disso E aí vem a questão não é nesse sentido a questão do suicídio a prática do suicídio ela seria uma mudança nesse instinto seria uma uma contravenção desse instinto natural o que que você pode colocar para ele sobre isso bem o que sabemos sobre o instinto de conservação é que ele ele foi desenvolvido no decorrer dos milênios né Antônio damásia neurociência hoje fala que primeiro o ser humano sentiu só muito depois ele pensou parece que essa construção confirmada pela doutrina espírita André Luiz essa confirmação mostrando Armando mas o que a gente observa analisando a mente suicida é que lenta e progressivamente o indivíduo vai desenvolvendo uma rigidez uma rigidez mental essa rigidez faz com que o indivíduo saia da utilização do pensamento que é mediado pela concentração e vai fazendo uma fixação Mental é como se o indivíduo fosse lenta e progressivamente lutando com
essa rigidez faz com que o indivíduo saia da utilização do pensamento que é mediado pela concentração e vai fazendo uma fixação Mental é como se o indivíduo fosse lenta e progressivamente lutando com instinto de conservação esse essa análise a gente faz na prática do atendimento de consultório observando a ambivalência da pessoa eu quero viver eu quero morrer eu não quero sentir a dor que eu estou sentindo eu quero interromper a dor eu não quero morrer eu quero interromper essa dor e a medida que essa condição vai se ampliando no pensamento da pessoa ele vai perder nessa capacidade de alternar o pensamento gerando uma rigidez né e a mente suicida ela nesse estado de rigidez a gente entende porque que tanto o paciente deprimido quanto o paciente é usuário de álcool tem é ampliado em muitos por cento né o risco de suicídio Exatamente porque essas condições elas são como se o indivíduo entrasse num trânsito ele vai fechando repertório né desenvolvendo uma um desamparo uma desesperança um distanciamento criatura criador né um sofrimento sem entender o sentido daqui e quanto mais ele se distancia nisso menos de ser limite ele vai tendo até que ele entra numa ideia de que a morte né é melhor do que o viver isso faz para a gente entender porque que muitos pacientes no consultório Eles não conseguem mudar a forma como eles fazem os raciocínios por isso que escutar um paciente assim é tão importante porque a medida que ele vai falando a gente não permite que ele argumente ele só vai falando da sua ideia ele vai drenando a energia isso por si só já sabia o paciente então ouvir um paciente faz a gente ter uma ideia mas nem sempre essa rigidez ocorre em paciente com sofrimento psíquico nem sempre tá existem outras condições onde essa rigidez se faz presente em estado de Fascinação em Estados obsessivos em Estados onde a pessoa é por um momento de desespero de Sofrimento sem o sentido eles podem entrar nisso sem o planejamento sem nada a gente encontra isso na situações onde tem adolescentes
sessivos em Estados onde a pessoa é por um momento de desespero de Sofrimento sem o sentido eles podem entrar nisso sem o planejamento sem nada a gente encontra isso na situações onde tem adolescentes e tanto do gênero feminino quando masculino quando os rapazes quantas moças podem entrar nisso eles podem ter várias condições de sofrimento mas no momento de desespero em decorrência da imaturidade da impulsividade eles podem ocorrer Sem essas características de rigidez que a gente fala aqui então é importante a gente entender a questão do instinto de conservação como um limite para todos nós mas a gente pode desfocar isso e explica isso muito várias condições em que o paciente não tô falando o suicídio em psicóticos mas é impacientes deprimidos principalmente Raul Caetano é na semana passada no Congresso de independência química e mostrou Exatamente isso 32% dos indivíduos em autópsia psicológica no estudo que vai ser publicado agora no final do ano mostra que 32% dos pacientes deprimidos suicídio quando é esses indivíduos bebem aumenta em 17% o risco suicídio mostrando que desse 17% usuários de droga 98% deles são alcoolistas porque por causa da rigidez envolvida pela intoxicação então é como se ele desconectar-se da avaliação na área pré-frontal avaliação é do instinto da racionalidade E aí ele cede a esses impulsos automáticos Esse é o entendimento Então porque a conservação às vezes é rompido momentaneamente nessas condições jóia jóia bacana bacana a gente vai voltar que vou falar mais um pouquinho ainda de gente de conservação marcou perguntar para você sobre isso que é fundamentar primeiro aqui nesse bate-papo nosso a questão do estilo da conversa da conservação depois aumentar mais a nossas perguntas ampliar as perguntas no campo aí entendimento do suicídio né lembrando todo mundo né nossas amigas nossos amigos que estão entrando agora estão nos acompanhando que podem enviar suas perguntas essas questionamentos porque assim o que a gente não esgotar na noite de hoje a
odo mundo né nossas amigas nossos amigos que estão entrando agora estão nos acompanhando que podem enviar suas perguntas essas questionamentos porque assim o que a gente não esgotar na noite de hoje a gente continua a conversar no próximo programa aqui o tema não esgota nunca conversa de família toda quarta-feira E aí Marquinhos quero te botar na conversa agora voltando um pouco nesse ponto que o Wesley deixou para gente que fala assim poxa mas por que que a gente tem por que que é necessário assistir conservação né vamos dizer assim o que que Deus criou isso incluiu isso na mente humana né na nossa consciência é interessante a gente verificar que esse instinto de conservação é uma lei da natureza e todos os seres vivos a possuem com o Wesley chegou a colocar muito a questão da racionalidade mas a gente observa esse instinto de conservação em seres inclusive não Racionais vamos estar pegando aqui no reino vegetal para vocês terem uma ideia né já no reino vegetal o instinto de conservação já existia aquela experiência que as crianças fazem quando pequenininho põe uma semente e põe uma caixa fechada com furo do lado o que que acontece aquela plantinha ela começa a nascer em direção aquela luz que está do lado e ela nasce Toda torta buscando a vida ou seja nós observamos que essa situação ela não é apenas do ser humano a gente tem isso também no reino animal então em todos os seres vivos Os Vegetais animais e os homenais que somos nós esse instinto conservação ele faz parte da natureza em alguns de uma forma mais mecânica como nós aqui colocamos e em outros de uma forma mais acionarizada que é para nós enquanto os seres humanos agora apesar disso O Wesley deixou muito interessante porque as pessoas que buscam exterminar a sua vida quando ele mesmo chegou a colocar as pessoas não querem se matar né Elas terminam buscando a morte com o objetivo de acabar com o sofrimento que eles estão tendo né Wesley então que eles estão buscando não é o se esse terminar pelo menos de uma maneira
rem se matar né Elas terminam buscando a morte com o objetivo de acabar com o sofrimento que eles estão tendo né Wesley então que eles estão buscando não é o se esse terminar pelo menos de uma maneira racional 99% das pessoas não estão buscando a morte lógico nós vamos ter uma outra situação de exceção que o inimigo está buscando a morte então sofrimento para estar vendo o que é que existe ou que não existe mas aí é uma outra situação de uma psicopatia que não é o meu tratamento Wesley que vai estar bem colocando isso mas na sua grande maioria a pessoa No fundo ela tá querendo a vida só que a vida tá tão insuportável ele não quer ele não tá conseguindo aguentar aquele sofrimento então ele não tá buscando acabar com a sua vida ele tá buscando acabar com o sofrimento porque esse cinto de conservação ele tem dentro de si e que se aquele sofrimento não estivesse o perturbando ele não ia estar se matando né porque na natureza isso Deus nos colocou a vida é necessária ao nosso aperfeiçoamento e Deus nos deu a necessidade de viver isso é de uma maneira muito incentiva e Óbvio Nós seres humanos racionalizando ainda vamos buscar sempre a vida o grande problema é o sofrimento que nós vamos estar trabalhando aqui perfeito e interessante né Essa colocação que vocês dois fazem para gente e entender isso né até para a gente começar a colher o nosso irmãos ou até mesmo se porventura desenvolvemos eu tive pensamento né que o foco não é A Aniquilação da vida é a inclinação da dor né então tem uma dor aí tem que ser trabalhada tem que ser vida que tem que ser tratada né E nessa habilidade para acolher isso é importante e É nesse caminho de acolhimento de habilidade socioemocionais que a gente vai conversar agora pegando os dados aqui uma informação e aí essa pergunta para vocês dois aí vocês podem organizar aí pegando um dado uma informação que vem da organização Panamericana de saúde com foco na prevenção do dissídio né eles vão colocar para gente que é necessário o fortalecimento das
ês podem organizar aí pegando um dado uma informação que vem da organização Panamericana de saúde com foco na prevenção do dissídio né eles vão colocar para gente que é necessário o fortalecimento das habilidades sócio emocionais nos indivíduos nas pessoas né a questão é como é que o espiritismo o conhecimento do Espiritismo fortalece ou pode virar fortalecer esse essa habilidade sócio emocional Wesley ou seja o espiritismo auxilia a gente nisso colabora como é que ele nos instrumentaliza para essas habilidades só se emocionais necessárias ao combate ao pensamento a ideia são suicida Hoje os estudos os estudos de resiliência o aprendizado que nasce do sofrimento é ele traz para gente várias condições a primeira dela é a separação entre religiosidade e espiritualidade a religiosidade seria aquele indivíduo que tem uma prática dos preceitos uma determinada religião cumpre faz participa tudo tem aquela aquela Catarse lá nos cultos nas situações nos trabalhos no meio Espírita etc espiritualidade aquele indivíduo que tem uma prática real daquilo que Ele crê é a prática é a busca de integração Ou seja é se integrar em valores que o transcendem que transcendem transpessoal o que ele está vivendo e para a doutrina espírita são fatores de proteção importante a crença em Deus né o Deus pai que dá uma ordem uma conexão na consciência do ser a crença nas vidas sucessivas né e a lei de justiça a lei de a lei de causa e efeito então esses valores transcendem a gente e leva a gente entendimento da vida espiritual além dos conceitos do Terra Terra isso traz para gente um sentido que é protetor um sentido que nos faz transcendência então o sofrimento Nesse contexto de ideias Racionais emocionais esse entendimento ele vai ampliar a nossa capacidade de enfrentamento ou seja são fatores de proteção que a gente não vê né naquele conceito do Joseph Cléber do livro O Homem sadio a desconexão momentânea criatura criador a gente vê isso no suicídio então é importante que a gente entenda que
proteção que a gente não vê né naquele conceito do Joseph Cléber do livro O Homem sadio a desconexão momentânea criatura criador a gente vê isso no suicídio então é importante que a gente entenda que essas habilidades essa capacidade de levar isso na hora do entendimento é muito importante e Jesus com sua Pedagogia da Esperança traz muito para o Cristão que compreende é essa ideia do enfrentamento Então eu penso que a doutrina espírita ela tem muitos recursos pedagógicos e recursos espirituais que nos faz entender a existência e nos faz entender a vida então transferir da existência e para o plano espiritual Você tá só transferindo de dimensões e a vida está sempre nos acolhendo em qualquer lugar desse portanto destruir a existência simplesmente não não faz nada com a vida ela continua e as leis vão nos acolher como se fosse um suicídio é como se fosse um indivíduo de jogar sua corda para fugir do presídio e ficasse preso por ela no muro ou seja ela é um erro de cálculo então é preciso acolher a dor dessas pessoas e isso fundamental mesmo se a gente for pensar é a família a família tanto é fator de proteção contra de risco no acolhimento da ideação suicida antes de passar a palavra Marcos você pode elaborar aí porque assim a gente aqui agora também quer dar um mandar uns beijos uns abraços aqui para as pessoas que nos ouvem né você já Nossa amiga Márcia lenta aqui a Maria Canedo o pessoal da Rádio Portal da luz né o TV de luz a febetv no lar de José a rádio olho Fraternidade casa Espírita séria de luz ou até uma personagem aqui bacana falando com Soraia eu nem sei eu não sei se ela Soraia eu não sei se a pessoa que fala com a Soraia a Rosa a Marlise pessoal do Rio Grande do Sul a Leonil diz a Célia Pires pessoal assistindo a gente aqui uma pessoa pode mandar beijo abraço e manda pergunta também tá aqui conversando vamos voltar para isso aí já faltou alguma coisa é importante para gente que né informação importante aqui para gente desse entendimento do papel da família
e manda pergunta também tá aqui conversando vamos voltar para isso aí já faltou alguma coisa é importante para gente que né informação importante aqui para gente desse entendimento do papel da família na acolhimento então eu quero pegar essa carona né para falar de família Mas voltando essa questão ou seja aonde o espiritismo nos auxilia Marquinhos onde é que ele nos instrumentaliza para lidar com isso com essa questão do suicídio é interessante Kardec nos traz essa informação muito clara né que a o conhecimento Espírita auxilia e muito indivíduo a não querer se ausentar dessa vida agora bacana quando Wesley nos colocou a questão entre religiosidade e espiritualidade o nosso querido Emanuel na apresentação do livro Nosso Lar lá no finalzinho ele chega a falar uma coisa muito interessante você fala assim ó o mundo precisa de espiritismo Sim mas precisa muito mais e espiritualidade olha só que interessante né precisa muito mais espiritualidade porque Se nós formos ver o grande inimigo da doutrina espírita é um materialismo que nós estamos aqui para tá trabalhando contrário a proposta materialista porque alguém faz as vezes o indivíduo querer fugir desse mundo né e porque espiritualidade Às vezes o indivíduo é religioso mas ainda não tem espiritualidade dentro de si ele pode ser Espírita católico evangélico porque se a religião única exclusivamente se fosse a vacina final nós não temos religiosos que se matam nós temos espíritas ainda que se suicidam não Wesley se fosse simplesmente a questão do conhecimento a gente vê que não é suficiente é importantíssimo importantíssimo mas é importantíssimo para que a partir desse momento que ele conheça ou seja nessa religiosidade ele passe para o item seguinte que é da espiritualidade é da transferência daquele conhecimento de não simplesmente tá aqui na cabeça mas tá vivendo isso no seu dia a dia com valores realmente transcendetais isso é o que vai fazer toda essa diferença porque o indivíduo diz assim ah Eu Sou Espírita eu sou católico eu sou
ui na cabeça mas tá vivendo isso no seu dia a dia com valores realmente transcendetais isso é o que vai fazer toda essa diferença porque o indivíduo diz assim ah Eu Sou Espírita eu sou católico eu sou evangélico eu sou budista e nós vamos ter os religiosos que infelizmente nesse sofrimento todo termina indo pelo caminho do suicídio o que às vezes apesar da gente colocar claramente que o conhecimento ajuda em muito ele em si não é o suficiente para essa situação ele vai estar nos auxiliando mas nos auxiliando para a gente passar para o próximo degrau que é o que o Wesley colocou o transcendental o espiritual ou seja essa espiritualidade era tem que estar sendo vivida compreendida ser valor nosso mesmo do dia a dia e na verdade se me permitem na verdade se você observar esses valores que transcendem a criatura o sofrimento nesse cenário ele tem a função iniciativa a gente pode aprender né a gente pode despertar o sofrimento tem um despertamento aí a parábola do filho pródigo mostrando o despertamento e a reconexão as virtudes a Fortaleza moral então todos esses valores que nós temos no Exercício da espiritualidade ele mexe com o nosso interno com nosso mundo íntimo a nossa reconexão né então dá para a gente ver direitinho que Jesus combatia muito isso porque os fariseus eram os campeões da religiosidade né e Jesus da espiritualidade então mostrando que eles não entendiam aquele ensino como algo a mudar o mundo ínte mas queria uma forma era mais fácil Então na verdade a medida que a pessoa vai entrando em contato com esses valores ele vai ampliando a sua capacidade de entender ou seja dá sentido não foi à toa que Vitor frankl falou exatamente que chegaríamos na pós-modernidade com as doenças do vazio né o século passado foi as doenças do vazio Agora nós estamos com as doenças do exagero que a ansiedade então se busca sempre sair da situações usando portas erradas suicídio drogas consumismo compulsões mais variadas cirurgias né então é esse essa condição de em se integrar aí nesses
ro que a ansiedade então se busca sempre sair da situações usando portas erradas suicídio drogas consumismo compulsões mais variadas cirurgias né então é esse essa condição de em se integrar aí nesses comportamentos leva o indivíduo esvaziamento porque ele vai para os automatismo ao invés de ir para transcendência Então essa é um fator né Não sei se eu tô é complicando muito o raciocínio mas na verdade eu penso que o suicídio ele está inserido nessa neurose de massa que Vitor Franco falou que é esse descuido no sentido de na verdade ver sentido para a existência de encontrar esse sentido e quando a gente não encontra a gente entra no sofrimento sem o sentido que é o desespero então e que faz parte dos quatro dedos do suicídio desespero desaparece Esperança depressão e o quinto de que é dependência química Então isso é muito grave hoje mostrando para nós que a epidemia né a verdadeira epidemia né a crise que está tendo com medicamento de dormir mostra exatamente essa questão do vazio o suicídio provocado por ingesta de ingestão de medicamentos então é importante que a gente Observe isso também né como a busca de não busca do sentido a perda do sentido que leva ao suicídio mesmo é muito bacana eu vi você falar Wesley porque eu acho que você é médico médio né porque a nossa próxima questão tá 100% vinculada com isso aí então vou perguntar para o Marco Mas você volta para comentar depois pra gente porque esse é um ponto importante né que você vai colocando para gente dos Sentimentos vocês dois colocaram muito isso né da ideia são suicida como elas vai se construindo na criatura né das dificuldades que se enfrenta das questões do contexto atual que a gente vive e nós vamos cair em duas figuras fundamentais que vocês colocaram a ansiedade e a depressão né ou seja duas doenças hoje que eu acho que quase ninguém pode falar assim estou isento disso né Elas fazem parte da nossa vida se tornaram algo é presente no cotidiano de cada um de nós as nossas famílias né E aí nessa temática suicida a questões que
inguém pode falar assim estou isento disso né Elas fazem parte da nossa vida se tornaram algo é presente no cotidiano de cada um de nós as nossas famílias né E aí nessa temática suicida a questões que tocam a família diretamente a partir disso que são at ou talvez fosse a exacerbação dessas ideações a partir de substâncias psicoativas né E aí você colocou um pouquinho também o Wesley da questão é do álcool das drogas né que aparecem muito nisso E aí Marco quero perguntar para você isso destacando a questão do álcool relacionado às altas taxas de suicídio né mas ele colocou para a gente aqui ele deu um dado para a gente que eu perdi a informação anotei rapidinho cara 32%, é condensação suicida ou uma depressão tendem A cometer suicídio mas quando tem algo esse número aumenta de uma forma muito maior quanto aumenta 17% né então Ou seja você potencializa o álcool potencializador né E aí Marquinho a questão é e a família né como é que ela vai auxiliar seus integrantes com duas questões que eu acho que aí são mais do que sairia são suicida é a Fuga nos princípios né então Ou seja eu quero cobrir esse vazio que tem dentro de mim ou encher ele com álcool ou enchendo com algum tipo de narcótico algum a substância psicotiva algum tipo de remédio tem controle e aí a gente vai lidar com isso interessante quando você traz esse assunto E aí nós vamos ver uma coisa muito curiosa Às vezes o Brasil ele quer estar à frente no mundo e nós temos dois dois pontos em que nós estamos em primeiro e segundo lugar em relação a muitos outros países o primeiro deles é nós somos o campeão mundial de países com ansiedade né olha só que interessante as pesquisas demonstram que o Brasil é campeão é o país mais ansioso do mundo é estatisticamente eu não sei se tem uma um dado atualizado essa Mas estava quase 6% da população brasileira está numa relação de ansiedade como um princípio da questão mental no seu dia a dia e a depressão A gente só perde dos Estados Unidos os Estados Unidos é o país mais ansioso
6% da população brasileira está numa relação de ansiedade como um princípio da questão mental no seu dia a dia e a depressão A gente só perde dos Estados Unidos os Estados Unidos é o país mais ansioso né você tá aí nos Estados Unidos né Fred você vê muito essa situação então é interessante porque ansiedade o Brasil é o primeiro no mundo e os Estados Unidos é o segundo na depressão o Brasil é o segundo Estados Unidos é o primeiro ou seja eu lembro na década de 90 o nosso querido Divaldo Franco ele fazendo suas palestras ele colocava que a depressão em 2020 seria a doença de maior prevalência inclusive para saída das pessoas do ambiente de trabalho né as licenças de trabalho e assim por diante disso década de 90 do século passado né o de volta Acertou na história mas errou na data Porque em vez de ser 2020 esse dado a gente alcançou em 2010 ou seja em 2010 a depressão já era doença que mais afastava as pessoas do trabalho vocês terem uma ideia e aí é lógico todo mundo quer Deprimido é busca o suicídio Lógico que não né O Wesley bem colocou agora grande parte dos provocam ou buscam o suicídio tem uma depressão como parte do seu processo de adoecimento da sua saúde entendeu então são relações que a gente vai estar vendo e aí quando você pergunta a questão da família onde a gente vai ter que estar buscando e Wesley teve uma frase muito bacana na sua primeira resposta que a família era tanto pode estar sendo protetora quanto a gravadora dessa questão das nossas saúdes né inclusive da saúde mental ela pode estar sendo um aspecto protetor pode e quando é que a gente começa isso infância o processo de educação molar é o fundamental para que a gente possa estar formando esse indivíduo no futuro como a saúde hoje as estatísticas emoção que até os seis anos não sei se tem algo mais atualizado mas até os seis anos nós temos 1% 1% de crianças até 6 anos já com depressão quando a gente sobe isso para os 10 12 anos tá na média de 2 a 3 quando vai para a juventude chega a 56% da Nossa
tualizado mas até os seis anos nós temos 1% 1% de crianças até 6 anos já com depressão quando a gente sobe isso para os 10 12 anos tá na média de 2 a 3 quando vai para a juventude chega a 56% da Nossa Juventude com depressão né Nós vamos ficar não é Explicado e eu tava participando do congresso dependência química em São Paulo agora semana passada e um rapaz fez uma avaliação muito grande integrando carga lostática e suicídio ele mostrou que quando carga lançada seria como se fosse uma mola que você ia apertando durante toda a vida e qual é a capacidade que a função cuidadora prejudicada na família é gera um estresse por conta das figuras de vinculação ou seja pai e mãe aqueles que são responsáveis para estar atentos as necessidades da Criança e na proteção criar um ambiente previsível ele esse ambiente fica imprevisível E essas crianças entram num estado de stress crônico uma crise né como se fossem formas de trauma trauma emocional físico sexual etc e eles criam um estado né que leva um estresse crônico e gerando então dificuldade de adaptação à realidade desde tem a idade e que a função cuidadora autoritária a função cuidadora negligente e a função cuidadora baseada no mim é para preencher o vazio que os pais deixam por várias outras motivos pelas próprias imaturidade eles geram esse estado que propicia desencadear quadros de transtornos de personalidade uso de substância gerando então um agravamento no epidemiologia do suicídio ligado a comportamentos de risco essas crianças desenvolvem padrões de comportamentos de risco baseado na onipotência na imaturidade porque o cérebro ele foi adaptando a esse estado de stress e não desenvolveu uma capacidade de enfrentamento o ambiente era muito imprevisível então há uma relação entre esse a educação familiar e Capítulo 14 e tem oito do Evangelho tá claro isso o indivíduo que nasce Numa família diz lá com cinco dias a capacidade de assistir os filhos é diferente daqueles que tem já anteriores vivências traumáticas uns com os outros
o Evangelho tá claro isso o indivíduo que nasce Numa família diz lá com cinco dias a capacidade de assistir os filhos é diferente daqueles que tem já anteriores vivências traumáticas uns com os outros antipa tia então a gente vê isso claramente no suicídio os jovens têm tentativa anterior tem uso de drogas hinos E aí há um depressão e o risco maior suicídio todo o uso da droga mas as meninas não é abandono lá gravidez indesejada tentativa anterior e depressão Então olha aí qual que é igual nos dois conflitos familiares Então é assim importante a gente ver a família como fator de proteção mesmo eu ia colocar exatamente na verdade é isso a família é um processo de ideação suicida ou de acolhimento a esse processo a família Essa é o fator de proteção né então Ou seja a gente precisa resgatar as nossas famílias e muito grande fator protetor dessas ideias ações mas já que você já começaram a enviesar pelo assunto adolescência tá que é questão disso Olha prática que os pais percebem em casa ou são notificados pelas escolas que é chamada automutilação né que são os cortes nos braços os arranhões algumas até competições né que existiam por conta disso que levavam o jovem a terminar num processo de realização do próprio suicídio né E aí a pergunta o médico você marca e vou para você o Wesley já quer ser essa parceria aí não combinado mas eu tô adorando esse bate-papo assim como é que essa prática ou seja da última motivação dos Adolescentes né como que os pais podem identificar essa ocorrência como eles podem encaminhar essa ocorrência a fim de Minimizar os impactos traumáticos no adolescente que passa por isso e que consequentemente pode levar é uma tentativa do suicídio bacana a primeira coisa que a gente traria é que isso é uma doença da Alma quando a gente fala doença da Alma buscando isso inclusive na questão psicanalítica da psicológica não é do espírito em cima tá relacionada ao Espírito é uma doença das emoções o indivíduo e o Wesley trouxe isso no início né que a primeira pessoa sente
lusive na questão psicanalítica da psicológica não é do espírito em cima tá relacionada ao Espírito é uma doença das emoções o indivíduo e o Wesley trouxe isso no início né que a primeira pessoa sente depois ela vai estar raciocinando Ou racionalizando aquelas coisas eu vejo com os meus adolescentes que eu atendo e que terminam tendo essa situação da automutilação onde eu identifico muito muito que tá ali por trás é uma solidão é uma falta de presença familiar né e é interessante um caso que me chamou muita atenção uma filha única que certa vez passou pela gente literalmente eu tinha tudo tudo entre aspas né os pais com excelentes situações financeiras né para você ter uma ideia estudar uma das melhores escolas e até de motorista para escola né tava com seus 15 para 16 anos e qual era o grande problema dela ela tinha tudo e na verdade não tinha praticamente nada eu quero tinha ela era tão rica Tão rica que só tinha coisas materiais né o emocional espiritual não existia Então esse vazio que o Victor Franco nos trouxe no passado Ele termina sendo uma realidade dos dias atuais o nosso querido Kardec já em obras próximas quando ele fala desse momento de transição ele tem uma mensagem da senhora m né que nos colocaria que esses momentos seriam muito difíceis inclusive uma coisa que nós ainda não falamos vai aparecer daqui a pouco a questão do suicídio infantil a 150 200 anos atrás você não via falar sobre suicídio infantil e hoje já é uma realidade no nosso dia a dia né quase não comentado graças a Deus a legislação proíbe a questão de comunicação de suicídios né a gente tem que tá falando sobre o suicídio mas não quero Espetacular eu lembro o Wesley aqui em Brasília algumas décadas e a décadas mesmo nós tínhamos um shopping que era muito comum muito comum dois três suicídios nesse shopping por semana e era muito interessante que quando alguém se jogava lá do quarto andar no numa área aberta que o shopping tinham hoje é tudo fechado né e os jornais espetaculares comunicavam
esse shopping por semana e era muito interessante que quando alguém se jogava lá do quarto andar no numa área aberta que o shopping tinham hoje é tudo fechado né e os jornais espetaculares comunicavam aquele suicídio dava ideia para pessoas que estavam querendo fazer e nem lá e praticar então quando se comunicavam naquela semana tinha três quatro igualzinho né porque era uma ideia civil eu observou essa situação e hoje em dia é proibido você tá comunicando como se faz suicídio né a notícia espetaculosa vamos estar colocando desse jeito mas voltando a questão da autometração que muitas das vezes pode estar chegando ao Extremo e Wesley Provavelmente tem mais experiência com as questões psiquiátricas dos pacientes que começam com isso e daqui a pouco vão estar partindo para algumas coisas mas difíceis né mas o que a gente tem identificado nessa questão é a falta da presença da família a família às vezes não acompanha o Wesley mesmo chegou a dizer antes a família tem que estar sendo o ponto cuidador da criança o ponto cuidador do jovem e às vezes os pais por uma outra situação e no caso desse dessa adolescente que estava comigo os pais estavam fazendo tudo para sua filha mas o tudo não é não quero estar precisando ela não precisava de presente ela precisava de presença a mãe nunca conversou com filho com a filha por exemplo se ela tinha interesse no namoradinho como é que foi a primeira menstruação então existia uma ausência interna uma dor tamanha que aquela dor da ausência familiar ela buscava fazendo uma auto mutilação infringindo em si próprio mandou física né que a dor física tenta nessa hora suprimir a dor emocional que esse é o grande foco então a questão é qual é essa dor emocional que esse jovens ou às vezes até essas crianças são vendo e que as pessoas não vão atrás às vezes não estão nem participando para identificar que aquela pessoa tá sofrendo tá tendo um sofrimento não é isso Wesley e Hoje sabemos que a automutilação ela ela diminui em 90% entre os 18 e 21 anos
vezes não estão nem participando para identificar que aquela pessoa tá sofrendo tá tendo um sofrimento não é isso Wesley e Hoje sabemos que a automutilação ela ela diminui em 90% entre os 18 e 21 anos aqueles 10% que continuam se mutilando é porque tem psicopatologia tem algum transtorno depressivo e são esses 10% que tentam suicídio hoje então é isso mostra também que há uma Coincidência também com o espírito que meu corpo o espírito que está ali na adolescência é trazendo muitos automatismos do mundo íntimo gerando então uma dificuldade de controle em decorrência da própria imaturidade da região pré-frontal responsável pelo exercício de papéis adultos Auto controle integração resolução de problemas e o exercício de papéis adultos mesmo então eu penso que isso é grave a ansiedade na adolescência faz muitas vezes o adolescente o adulto também Abrir portas erradas para sair do problema né o automutilação uma delas é o consumismo gasto álcool nicotina drogas tecnologia rituais compulsivos roer unhas e etc Então mas essas cães maiores gravidades mas essa relação entre automutilação em indivíduos com humor deprimido ou essa exemplo que você deu é muito importante mostrando a educação estilo parental permissivo que é baseado na ocupação do ausência paterna com presentes e materialidade isso gera muitos casos Por exemplo quando a gente vai fazer o gerenciamento da crises me permite a gente vai fazer o gerenciamento da crise hoje mês à tarde de manhã lá no plantão psiquiátrico a gente fez isso o serviço social conversa a psicologia conversa a gente conversa e aí a gente troca o que que a gente viu com a presença da família paciente não falava nada aquela outra pessoa a tia na presença ela falava então a gente já via o capital de recuperação e apoio que essa pessoa tinha então o gerenciamento da crise suicida ele vai nos mostrar que o paciente suicida Ele deveria ser chamado de suicida de jeito nenhum nem paciência deveria ser chamado de mensageiro porque mensageiro do sistema de onde ele tá
crise suicida ele vai nos mostrar que o paciente suicida Ele deveria ser chamado de suicida de jeito nenhum nem paciência deveria ser chamado de mensageiro porque mensageiro do sistema de onde ele tá vindo porque isso traz assim muita mudança do foco chega um momento gente que a gente termina a avaliação da suicidabilidade do paciente igual foi essa hoje e eu não tinha como dividir minha responsabilidade nem a psicologia só com a psicologia com a equipe Nossa mas não tinha nenhum ponto da família onde eu pudesse compartilhar o cuidado a supervisão daquelas como que eu iria encaminhá-la e sabendo que casos como dela aumenta em 35% o índice a tentativa suicídio depois da alta hospitalar então é muito grave a gente não ter o sistema familiar como apoio para a ideia suicida na adolescência e no adulto impressionante gente pensando assim o tanto que a gente precisa conversar sobre essas questões né Ou seja a gente tá aqui usando uma horinha de um programa para trazer um pouquinho de luz no assunto mas sem dúvida alguma para você que nos acompanha para você que nos assiste dialogar buscar informação sobre esse tema é fundamental para acolher as pessoas elas estão falando de uma construção nova de humanidade a gente tá buscando um mundo de regeneração que perpassa Obrigatoriamente por corações um pouco mais acolhidos nas suas dores Então acho que o Wesley que o Marcos é tão saudável nesse sentido de nós olharmos para as nossas relações e para como nós somos construindo elas porque a medicina vai fazer a parte dela psiquiatria psicologia psicanálise mas sem uma rede de proteção maior fica muito complicado antes da conta é dessas questões Olha só o tempo vai correndo mas pelo menos duas questões eu vou fazer uma daqui a pouco que chegou para gente que está vinculado ao centro fazer depois mas tem uma aqui que é para botar pimenta na conversa não sei se esse tempo pessoal usa assim é dúvida assim se eu pegar a estatística ou se eu pegar a percepção das pessoas né em relação ao
er depois mas tem uma aqui que é para botar pimenta na conversa não sei se esse tempo pessoal usa assim é dúvida assim se eu pegar a estatística ou se eu pegar a percepção das pessoas né em relação ao Sofrimentos vão dizer ou eu não sei se eu não sei os números por isso que eu pergunto para vocês que há um maior número de suicídio entre homens do que em mulheres bem como a forma ou a prática é do tipo de suicídio é diferente entre homens e mulheres Isso é fato isso é hipótese é mentira e se isso é verdade ou seja o maior número de suicídio entre homens do que mulheres é mas dizem que talvez as mulheres Talvez tenham menos êxito né elas tentam mais mas tem menos êxito e os homens é tem mais vezes do Propósito comparação tem graça nenhuma mais são fatos Isso é verdade isso ocorre como é que essa percepção da prática suicídio em homens e mulheres adolescentes de gênero agora né podem escolher e vocês à vontade aí vou deixar vocês à vontade o único lugar no mundo onde mulheres suicidam mais que uma homenagem Tá certo então as tentativas dos homens em decorrência da impulsividade da agressividade elas são mais posso dizer isso de uma forma mais grave os métodos são mais letais as mulheres em decorrência da busca de auxílio de buscar mais os tratamentos que os homens Nós está indo no consultório demora mais tem um tempo maior de evolução Sem tratamento né dos transtornos depressivos bipolar transtorno para os substância transtornos a gente chama de transtornos humor de forma geral eles demoram mais para fazer isso bipolar principalmente e eles então tem uma taxa de suicídio maior que nas mulheres é claro que se a gente for observar o país isso é Umberto correia da Universidade Federal de Minas Gerais em Belo Horizonte agora na semana na jornada de emergência psiquiátrica ele falou que o suicídio no mundo tá caindo e ele é um pesquisador de ponta do Brasil o suicídio no mundo está caindo o suicídio no Brasil está aumentando essa essa informação dele é chocante para nós e ele explica porque e é
no mundo tá caindo e ele é um pesquisador de ponta do Brasil o suicídio no mundo está caindo o suicídio no Brasil está aumentando essa essa informação dele é chocante para nós e ele explica porque e é Neuri botega também que escreveu o livro que ele suicida explicou isso é o serviço público nos outros países ouve um aumento das políticas públicas em direção ao suicídio no Brasil houve uma ausência dos programas né os que tem aí são de iniciativa de ONGs são iniciativas então mostrando que aqui em Goiás por exemplo Silvana é uma das cidades maior suicídio aqui a gente vai observar é essa esse processo a gente vê uma enormidade de questões dependência química criminalidade violência e vários outros aspectos então isso se a gente for avaliar a gente percebe que o suicídio ele precisa também de uma integração para evitar o que hoje já está como um problema de saúde pública um problema gravíssimo espiritual e público é uma epidemia né a gente às vezes encontra uma série de epidemias por aí não considera a epidemia do suicídio a pandemia do aborto né ou seja são algumas situações que estão à margem correndo aí e muitas das vezes não são tratados devidamente Mas é isso mesmo que o Wesley falou assim né o homem termina tendo mais eficácia pelos métodos que escolhe e por isso a quantidade termina sendo mais de homens apesar do percentual de tentativas femininas serem maiores Mas elas estão buscando mais assistência do que eles exatamente E aí que entra uma outra coisa que é quase já esse nossa mensagem que vou estar reformando reforçando no final quando a gente tem problema e essa dor emocional é o que perturba as pessoas buscando esse caminho de finalização da vida e muitas das vezes as pessoas não têm condições de estar resolvendo essa dor emocional sozinha Quando Wesley coloca que as mulheres terminam buscando mais é verdade é verdade e quando elas as pessoas não buscam essa dor só vai aumentando vai aumentando e por isso a importância da família e por isso a importância das pessoas da família
inam buscando mais é verdade é verdade e quando elas as pessoas não buscam essa dor só vai aumentando vai aumentando e por isso a importância da família e por isso a importância das pessoas da família estarem juntas verificando mudanças de comportamento verificando situações diferenciadas verificando questões que até antes não apareciam né É E muita das vezes primordialmente para ser masculino ele age muito mais no impulso do que o feminino na hora tá buscando suicídio e como a letalidade dá um método dele é muito mais eficaz é quando a gente vê a estatística e então é Para nós homens não vamos ter que ter a vergonha o constrangimento uma vez Wesley participando de uma situação com possível suicida né chegou um determinado momento que eu trouxe a questão da religiosidade mesmo E aí eu trouxe para ele é uma coisa que o inquietou falei assim ó não tô querendo mudar sua forma de pensar não mas tô querendo colocar uma dúvida na tua cabeça estabelecia a questão do Suicidas O que acontece no outro lado da vida eu falei assim Para nós espíritas é isso que ocorre a minha esperança é que você não queira confirmar isso porque vai que eu esteja certo coloquei desse jeito para ele né ou seja não determinado momento e foi interessante porque a gente tava numa situação muito racional muito racional mesmo ele era muito racional e ele na racionalidade ele aceitou a dúvida e falou assim até porque depois eu até dei uma memória suicida para ele tá dando uma vida ele aceitou né ou seja são estratégias estratégias isso pode funcionar para Oi para outro de jeito nenhum de jeito nenhum né mas a dúvida sobre o que vai estar acontecendo lá para alguns pode funcionar e para outros como nós colocamos aqui espíritas que são que conhecem essas questões e ainda assim buscam hoje na gerenciamento da crise e Fred uma das coisas que nós temos visto lá no núcleo de cuidado em Saúde Mental é ampliar enormemente o contato do paciente com ideação e comportamento suicida com a equipe técnica e a gente
a crise e Fred uma das coisas que nós temos visto lá no núcleo de cuidado em Saúde Mental é ampliar enormemente o contato do paciente com ideação e comportamento suicida com a equipe técnica e a gente fala o sistema dele a gente amplia o contato da família para a gente tentar despertar na família é o apoio necessário e a compreensão porque hoje para muitas sociedades e no Brasil isso também é lícito sofrer de câncer é lícito sofrer de pneumonia de úlcera Mas não é isso sofrimento psíquico é fracional não pode não é certo tá errado isso é coisa da sua cabeça minimiza o sofrimento do outro e julgando a gente fica indiferente Então nesse caso eu penso que a ideia é fomentar eu lembro muito de Jesus Diante da mulher adúltera o rapaz a Dutra não tava lá também não só tava ela e Jesus olhou para turma cheia de religiosidade olhou e jogou uma pergunta transformação quem tiver Sem Pecado atira a primeira pedra depois ele se voltou para aquele paciente indicado que era mulher e compreendendo que ela estava ali numa situação ele não tirou esperança dela falou eu também não te condeno mas ao sair ele deixou claro que sabia o que tava acontecendo com ela vá mas não tornes a sair do eixo que é etimologia da palavra pecado Então vai não volte a sair do eixo Olha aqui que interessante é a primeira orientação na avaliação do suicida Nunca mais nunca mesmo demonstra que você está discordando deles nenhuma situação acolha porque de crítica toda ele tá cheia a família já faz isso com ele muitos não tô falando todos esses famílias que nossa na avaliação suicida a família você dá põe o paciente da mão dela e ela vai cuidar então é importante que a gente fortaleça o sistema é assim na dependência química é assim na psiquiatria geral o eixo família é extremamente importante para a questão do suicídio gente que formidável ouvir vocês e eu acho que a gente podia conversar horas né só que o relógio onda é um problema e o programa é uma hora só não pode ser mais que isso porque tem um monte de
uicídio gente que formidável ouvir vocês e eu acho que a gente podia conversar horas né só que o relógio onda é um problema e o programa é uma hora só não pode ser mais que isso porque tem um monte de regrinha que faz parte mas nós vamos terminar sem uma pergunta que a gente recebeu que tem tudo a ver com a inscrição desse programa para da família eu mato conhece bem aqui né aquele nosso responsável era Nacional mas esse esforço que a gente tem feito de chegar de instituir a área nas casas espíritas para ser uma área mais de apoio de suporte não é uma área para revolucionar nada é só para um suporte a mais né Marquinhos E aí fica essa pergunta que a nossa querida análise que também trabalha conosco na equipe da nacional mas que tá lá representando o pessoal do sul do país né que é muito muito antenado Nas questões da família e a pergunta vai nesse sentido Ok entendemos o caminho da ideação suicida a lei de conservação as questões que fomentam um pouco mais um pouco menos a questão da Criança e do jovem a questão das drogadições do homem da mulher intensidade nisso e o Centro Espírita né que aí aqui agora a gente acolhe todas as religiões a gente quer falar um pouquinho de Centro Espírita agora como é que o Centro Espírita Vieira da família ou ouvir outras áreas não tem problema isso pode auxiliar né nesse fortalecimento de Laços que colocou também para a gente no papel da família Então como sempre pode auxiliar nesse processo de acolhimento de fortalecimento das relações familiares e aí eu começo com você mas uma pergunta interessante mas boa provocação né quando a gente vem a esse mundo não tenha dúvida a primeira coisa que é estabelecido para nós é a família que a gente vai nascer é a família que a gente vai formar aqui a gente vai formar a gente pode até estar fugindo mas é que a gente vai nascer tá estabelecido e a gente vem naquela lá muito bacana quando isso ocorre nós vemos que a família é a razão primordial da gente estar aqui nesse mundo quando pergunta o que que o Centro
ente vai nascer tá estabelecido e a gente vem naquela lá muito bacana quando isso ocorre nós vemos que a família é a razão primordial da gente estar aqui nesse mundo quando pergunta o que que o Centro Espírita pode fazer eu diria que ia trazer isso a nossa consciência é de estar firmando em cada ser que frequenta a casa Espírita ou a cada pessoa que a gente tem contato de que a família é a grande razão da nossa existência é grande razão tanto isso é fato que quando as pessoas em processo terminal é vem que não tem mais muito tempo na vida eles voltam ao seu passado e às vezes com dias assim para desencarnarem o que pesa na consciência dele são as relações familiares que eles não construirão direito os problemas que aconteceram né Ah será que eu não vou conseguir falar com o meu filho que saiu de casa obrigado e eu nunca mais eu procurei porque tava com raiva ou seja é o que vai pesar porque a nossa consciência vai estar buscando muito aquilo que a gente se comprometeu antes de nascer e não cumpriu ao longo dessa existência então o que que o Centro Espírita pode fazer para estar fortalecendo muito claramente esses laços de família aí valorizar a vida a família é a grande razão da nossa existência nós estamos aqui para fazer um monte de coisa mas a família é a número um isso tanto fica forte e deixa aqui uma mensagem para ser lida de Emanuel eles são 117 no livro pão nosso pão nosso né intitulado em família anote aí Procure em família de São 117 do livro Quem não tiver o pão nosso entra na internet site e busca isso aí Emanuel é muito firme com isso a família é Arraial real razão da nossa essência Às vezes a gente quer auxiliar o mundo esquece a família que a razão primeira da gente estar aqui nessa situação nessa Encarnação nessa vida a casa Espírita ela tem que estar trazendo isso muito forte auxiliamos a família depois a gente vai fazer as outras coisas fortalecemos a nossa família as outras coisas vão ser consequências bacana Marco vamos lá quero te ouvir agora um pouquinho para poder que nós
iamos a família depois a gente vai fazer as outras coisas fortalecemos a nossa família as outras coisas vão ser consequências bacana Marco vamos lá quero te ouvir agora um pouquinho para poder que nós fechamento eu peço que a casa Espírita é eu tenho um modelo que eu chamo psico educativo que é um modelo que eu faço com meus pacientes do SUS e do consultório privado né porque o grupo saúde integral ele é um modelo onde eu integro neurociência filosofia se essa Espírita paradigma médico Espírita integrando isso acho que a casa Espírita tem que gerar temas discussões e convivência tornando as pessoas que sejam realmente acolhidas na casa Espírita eles precisam a casa sem se tornar o suporte de integração indivíduo família casa espírita para que possa então esclarecer possa ampliar a visão de mundo para que tenha um sentido a existência um sentido maior que o transcendente quando a gente tem valores assim eu penso que a casa Espírita está fazendo aquilo que Jesus fazia que tá trazer Esperança dá sentido aquilo que as vivências que a pessoa tá fazendo é como se o indivíduo Voltasse a protagonista da própria vida eu acho que é é isso o papel da casa Espírita e eu vejo que está fazendo isso só que nós precisamos nos integrar muito né trazendo a família para casa Espírita não envolvendo desde a evangelização as casas espíritas tem muitos métodos interessantíssimos e criativos né integrando evangelização com escola de paz tem muita coisa acontecendo aí eu acho que a prática da dessa integração é o motivo então penso que a psicoeducação é tem consequências terapêuticas importantes e aquelas Espírita e principalmente o espiritismo Tem uma função educativa primordial que desperta as consciências acho que é isso o papel Oi gente que bacana viu vocês Que ótimo esse fechamento de entender né a contribuição da casa Espírita nesse processo e como a gente precisa se ver Enquanto irmãos e irmãs e humanidade construindo um futuro novo né então ou seja não tem ninguém perdido não tem
ntender né a contribuição da casa Espírita nesse processo e como a gente precisa se ver Enquanto irmãos e irmãs e humanidade construindo um futuro novo né então ou seja não tem ninguém perdido não tem ninguém ficar para trás e o nosso papel é de entendermos que somos espíritos Imortais e que a experiência terrestre ela só nos vem trazer mais possibilidades para nos tornarmos pessoas melhores mais lúcidas mais conscientes e que as dificuldades que a gente vive fazem parte desse processo de reencontro com nós mesmos e precisamos nos outros e começa em casa o exercício para a sociedade começa pular né vai dizer a nossa querida Joana de Anjo no Meio excesso de família nós vai falar definição de família célula Mater da sociedade como justamente isso Ou seja é ali que Então se a gente fragiliza as relações domésticas as consequências no futuro vão se dar de forma talvez danosa E aí é legal pegar o comentário de vocês dois né Ou seja que não é a mera religião pela crença né pela crença pela forma né pra gente é o entendimento bem de Jesus mesmo de acolheu os diferentes né Quanto mais diferentes mais família mais família nós seremos e essa habilidade de compreender vai nos colocar no lugar um pouco melhor Espírita enquanto todas as religiões é caminhando para o mundo melhor queremos dar as mãos nessa perspectiva de acolher nossas irmãs nossos irmãos com qualquer perspectiva de dor da alma para que nós possamos estar juntos né acolhendo as nossas dores que são muitas Wesley Marquinhos infinitamente Obrigado que esse mês de setembro que a gente possa conversar com essa franqueza aqui né de quem conversa com Liberdade sobre qualquer assunto o família não era um pouco disso a gente conversa sobre qualquer coisa sobre droga sobre sexualidade sobre suicídio com as dificuldades que é do tema mas com a Lucidez de quem sabe que isso tem que ser encarado com a naturalidade de quem conversa a qualquer tema que faz parte da sociedade foi assim que Jesus fez foi assim que Kardec traz o
do tema mas com a Lucidez de quem sabe que isso tem que ser encarado com a naturalidade de quem conversa a qualquer tema que faz parte da sociedade foi assim que Jesus fez foi assim que Kardec traz o cristianismo para nós né na codificação e assim que nos dias atuais nós vamos nos pautando na condução dessas informações né Eu queria deixar um minutinho para cada um de vocês palavras finais e a gente encerrar o nosso programa que mensagem Vocês deixam para pessoa que tá em casa nos ouvindo agora Wesley Olha eu penso que primeiro gratidão por estar aqui podendo discutir temas tão relevantes e também trazer a ideia de que acima de tudo é Deus nos permitiu conviver e aprender né as diferenças não são nem não são defeitos são possibilidades a gente aprende com sofrimento mas aprende também com os equipes aprende com tudo então pensa o que aqui a gente aprende pelo acerto né que é discutir conversar eu acho isso muito mas muito gratificante então agradeça a todos um abraço a todos né prazer conhecer Marco Fred o prazer tá aqui com vocês viu foi nosso irmão Marquinhos suas considerações meu irmão meus amigos eu diria uma palavra uma frase final que às vezes no nosso dia a dia quando a proposta começa a construir a nossa cabeça a ideia da finitude dessa vida para gente estar provocando é procure ajuda eu sei que às vezes isso não é fácil e principalmente se tivermos no processo depressivo como Wesley falou ainda fica mais difícil mas o tema é sozinho não dá as famílias que estão com pessoas nessa questão procurem ajuda procure ajuda dentro da sua religião procure ajuda dentro da Assistência Social procure ajuda do hospital procure ajuda de um psicólogo de um psicanalista de um terapeuta de um psiquiatra sozinho não dá não dá a gente quando tem essa ideia na nossa família às vezes a nossa cabeça precisamos de pessoas para nos dar as mãos tenho isso muito firme e que Jesus nos abençoe hoje e sempre É isso aí gente de mão dadas com como companheiros e companheiras que nós somos a gente vai continuar nesse
de pessoas para nos dar as mãos tenho isso muito firme e que Jesus nos abençoe hoje e sempre É isso aí gente de mão dadas com como companheiros e companheiras que nós somos a gente vai continuar nesse esforço de levar a mensagem de Jesus através da Visão da família a todos aqueles que nos acompanham aqui na família no ar então muita gratidão aos homens estão aparecendo aqui com a gente são pessoas queridas que uns vem mais vezes outros menos vezes mas que bom que estão junto conosco Voltem sempre quarta-feira que vem tem mais família no ar e a gente vai estar sempre voltando a esses temas temas novos temas oportunos temas que fazem parte que são necessários conversar dentro de casa conversar em família e é por isso que assim ó vocês vão ver sempre os apresentadores do programa assim um tá na sala no escritório ou tá no quarto outra na cozinha é assim é assim o programa Família no ar ele é feito em família e muito obrigado a você que nos recebeu no seu lar ao vivo aqui agora ou que assiste depois no horário mais oportuno nosso grande abraço até a próxima quarta você gostou deste conteúdo então nos ajude a manter Este trabalho a febtv está presente em multipla plataformas para alcançar você Onde Estiver nas maiores e principais redes sociais como YouTube Facebook Instagram Tik Tok e kauai em sites modernos e individualizados para cada programa com conteúdos extras que permitem que você amplie e a profunde suas experiências nas principais plataformas de áudio streaming como Spotify Gisa Google podcasts Apple podcasts e Cash Box somos comunicolos produtores técnicos programadores designers e juntos fazemos da febtv e da FEB lives companheiras diárias das suas e das nossas vidas e aí podemos contar com a sua colaboração a padrine a febtv acesse www.tv.com.br e faça parte dessa rede de investidores do bem estamos com você através da febtv
Vídeos relacionados
#167 Pinga-Fogo com Jorge Elarrat
FEBtv Brasil · Jorge Elarrat
O Suicídio de jovens e idosos – como a família espírita pode atuar? | Família no Ar
FEBtv Brasil
#156 Pinga-Fogo com Jorge Elarrat
FEBtv Brasil · Jorge Elarrat
Depressão na Família: a doutrina Espírita pode ajudar? | Família no Ar
FEBtv Brasil
Suicídio de jovens e idosos: como a família espírita pode atuar? - Parte II | Família no Ar
FEBtv Brasil
Suicídio de jovens e idosos: como a família espírita pode atuar? | Família no Ar
FEBtv Brasil
Suicídio: o que fazer para prevenir? | Família no Ar
FEBtv Brasil
#96 • Jesus e Saúde Mental • Perguntas e Respostas
Mansão do Caminho · Leonardo Machado, Ana Tereza Camasmie