O REINO DE DEUS - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]
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agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui do salão. Aqueles que estão nos assistindo, vamos começar esse nosso momento com muita alegria, com muita paz, né? E vamos então fazer uma leitura desse livro Encontro da de Paz, Chico Xavier por espíritos diversos. E esse é pelo espírito Emanuel. Ele ele fala assim: "Sentir é essencial. Não será, porém, apenas sentido, sentindo que materializamos os nossos os próprios desejos. Pensar é básico, mas não será exclusivamente pensando que abordaremos a realidade objetiva. Falar é importante. Contudo, não será unicamente falando que efetuaremos os encargos que nos competem. Se julgamos, entretanto, emoção, ideia e palavra no trabalho, teremos para breve chegado ao campo da experiência, aquele que nos habitará em conhecimento e elevação para a vida superior. Isso nos faz refletir quanto a renovação que esperamos de pessoas amadas, quando não consigam corresponder-nos aos ideais de aperfeiçoamento e grandeza. Não será lamentando-as, tão somente malcinando e reprovando-lhes as deficiências que suscitaremos a ascensão delas ao nível desejado. O pomicultor trata a planta indicada à produção nobre com zeloso carinho. O arquiteto concretiza o plano da construção com devotamento e vigilância. Aquele coração ou aqueles corações mais profundamente ligados aos nossos são obras da imortalidade que fomos chamados pela sabedoria da vida abençoar e burilar. Se tens contigo alguém que anseias se transformar para o bem, silencia qualquer lamentação e cala toda a crítica. e auxiliando quanto possas, ama sempre. Indulgência é o clima da edificação e da paz. Além disso, tão só
guém que anseias se transformar para o bem, silencia qualquer lamentação e cala toda a crítica. e auxiliando quanto possas, ama sempre. Indulgência é o clima da edificação e da paz. Além disso, tão só pelo amor e pelo trabalho do amor, ser nos há possível renovar e construir. Que mensagem linda, né? E com ela nós vamos nos serenados, já harmonizados, vamos agradecer por mais essa oportunidade que estamos tendo de aqui estarmos para receber a reflexão da noite de hoje. E com esse auxílio divino, nós começamos esse nosso momento graças dando ao nosso pai. Bom, amigos, hoje nós temos Márcia Cirotô, nossa amiga, né, para que vai falar o reino de Deus. Então, vamos ver o que que ela tem para nos contar sobre esse reino de Deus. Meus amigos queridos, boa tarde a todos. A Rute tava fazendo a leitura e a prece. Eu tava pensando, como que eu adoro virar aqui, gente. Como é uma alegria vir nessa quarta-feira. todo dia é, mas hoje eu gosto muito porque eu sinto esse carinho, essa nossa, essa nossa fraternidade, né? Isso é tão bom, tem assim para mim um gosto de casa, sabe? Casa, aquele lugar bom, enfim. E falando sobre reino de Deus, a gente pensa justamente nessa no estar em casa. Que que será que Jesus quis falar para nós quando ele falou do reino de Deus? Ele falou várias vezes. A primeira que a gente consegue lembrar assim de improviso é quando ele nos ensina o Pai Nosso. Quando no Pai Nosso a gente diz: "Vem a nós o vosso reino". No Pai Nosso, estamos falando com o nosso Pai e a gente diz: "Pai, que o seu reino venha até nós". Então é esse anseio que nós trazemos no coração por esse lugar de aconchego, de paz. Esse é o reino de Deus. E o espírito Vinícius, então, nessa lição que está no livro Emorno do Mestre, ele nos convida a pensar sobre esse reino de Deus, tão prometido por Jesus, tão buscado por nós, mas afinal de contas, o que que é esse tal de reino de Deus que a gente tanto pede? E como que a gente faz para que esse reino venha a nós? Jesus nos ensinou, não é nós que vamos até esse lugar, esse
mas afinal de contas, o que que é esse tal de reino de Deus que a gente tanto pede? E como que a gente faz para que esse reino venha a nós? Jesus nos ensinou, não é nós que vamos até esse lugar, esse reino de Deus. Esse reino virá para nós. Então, hoje nós vamos pensar sobre isso. E Vinícius começa esse capítulo que se chama O Reino de Deus, falando de um momento em que os fariseus perguntaram para Jesus sobre o reino de Deus. Isso, essa passagem está no Evangelho de Lucas, capítulo 17, no versículo 20 ao 25. Então, os fariseus perguntaram para Jesus sobre o reino de Deus. E aí Jesus respondeu, eles queriam saber assim, quando que vai vir esse reino de Deus? O que a gente também quer saber, né? Pergunta muito justa. E aí Jesus falou assim: "O reino de Deus não vem com mostras exteriores naquele tempo, os fariseus tão apegados à matéria, ao poder, ao que pudesse assim reluzir aos olhos, eles queriam saber como é que eles iam identificar esse reino." E Jesus logo falou: "Olha, não tem nenhum sinal exterior, não vai ter nada que faça que faça esse apelo aos nossos sentidos. Por isso, diz Jesus: "Ninguém poderá dizer eo aqui ou e aquá, olha ali o reino de Deus tá bem ali, ó. Vamos lá." Não tem isso. Jesus avisou pra gente, porque o reino de Deus está dentro de nós. Então essa foi a primeira dica que Jesus nos deu. Onde procurar esse reino, ele está dentro de nós. E é tão interessante quando a gente olha assim a nossa história evolutiva como humanidade, o tanto que a gente procura esse reino fora. Se a gente pensar o reino de Deus como sendo aquele lugar de realização, de paz, até hoje a gente busca fora. Nós buscamos no passado através de práticas, de rituais, através de promessas, de pagamentos até que fazíamos quando a nossa fé religiosa naquele tempo nos ensinava dessa maneira. Então eu vou comprar o perdão, vou comprar meu lugarzinho ao céu. E até hoje muitas vezes a gente costuma fazer isso. Eu conheço uma pessoa que já tá com mais idade que brinca assim: "Olha, agora eu
. Então eu vou comprar o perdão, vou comprar meu lugarzinho ao céu. E até hoje muitas vezes a gente costuma fazer isso. Eu conheço uma pessoa que já tá com mais idade que brinca assim: "Olha, agora eu tô investindo na vida de lá, então meu negócio é fazer caridade para garantir um lugar bom lá". É claro que fala isso em tão de brincadeira, né? que a gente sabe que não há essa troca, mas até que ponto nós ainda procuramos trocar alguma coisa ou comprar esse reino de Deus. Mas esa aí, Jesus falou, ele tá dentro de vocês, então é dentro que a gente precisa procurar. Então, Vinícius fala assim: "Pela resposta do mestre, a gente conclui que esse reino tá dentro de nós e Jesus nos adverte assim: buscar em primeiro lugar o reino de Deus e sua justiça e tudo mais vos será dado por acréscimo." E aí Vinícius nos convida a perguntar assim: "Tá, Jesus falou pra gente buscar esse reino e a justiça e tudo mais vai vir para nós." Primeira pergunta que Vinícius faz, como que a gente vai buscar? Segunda pergunta, buscar aquilo que tá dentro de mim? Terceira pergunta, e é disso de eu encontrar ou não, do meu sucesso nessa busca que vai depender todo o bem que eu posso experimentar? É aí que tá a chave da minha felicidade, que essa minha busca então por algo que tá dentro de mim, segundo Jesus explicou, que ela seja bem-sucedida. Então, se ela for bem-sucedida, OK, eu vou conseguir alcançar esse nível de de felicidade. E aí tem outra parábola de Jesus que ele fala novamente sobre o reino de Deus, quando ele diz assim: "O reino de Deus é semelhante a um tesouro oculto em um campo em que um homem encontra esse tesouro e de repente ele se dando conta dessa preciosidade, ele vai vende tudo que tem e compra essa terra porque lá tem o tesouro oculto." E ele fala também isso de uma outra maneira. Ele explicou pra gente de vários jeitos para ver se a ficha caía para nós, né? Então Jesus falou assim também, uma outra parábola, o reino de Deus é semelhante a um negociante de pérolas que encontra
Ele explicou pra gente de vários jeitos para ver se a ficha caía para nós, né? Então Jesus falou assim também, uma outra parábola, o reino de Deus é semelhante a um negociante de pérolas que encontra uma pérola preciosíssima, valiosíssima. E aí ele vai e vende tudo que tem para comprar essa pérola. Então, que que nós percebemos? que esse tal de reino de Deus, ele é algo tão importante que ele vale a pena a gente se desfazer de tudo que a gente tem para adquirir essa esse estado de alma. Porque o reino de Deus é uma realidade espiritual que a gente vai conquistando, que está dentro de nós. E aí Vinícius fala assim de uma maneira muito didática para que a gente possa entender. Primeira coisa, reino de Deus, tá? em nosso espírito, mas com um detalhezinho, ele tá oculto, não tá ali fácil de eu acessar, tá dentro de mim, mas ele tá escondido e ignorado. E que que adianta ter alguma coisa e ignorar que a gente tem essa coisa? Que que adianta possuir algo e ignorar que a gente possui aquele algo? Nada, né? Que que adianta ter? Mas não saber que tem de pouco adianta. Então a conclusão que Vinícius chega é que nós temos a necessidade de um trabalho ativo nessa procura. E é interessante a gente perceber como que lição que foi lida pela nossa querida Rute no início, vem nos falar desse trabalho. Quando Emano fala assim: "É muito importante sentir, é muito importante pensar, falar, mas a gente precisa conjugar esses nossos atributos. Há uma ação para que nós consigamos uma renovação da nossa alma, uma renovação do nosso estado mental, emocional, é através de trabalho. Não vai vir de fora, não vai vir como um presente, água que caiu do céu, não. A gente precisa se esforçar e trabalhar para isso. E aí tá o nosso mérito. E por isso a necessidade da gente despertar em nós essa vontade de fazer, essa busca, essa procura. Então, Vinícius fala para nós assim: "A necessidade da gente procurar esse reino de Deus, que é, pelo que Jesus fala, de um valor imenso, esse tesouro." Tanto é assim que
er, essa busca, essa procura. Então, Vinícius fala para nós assim: "A necessidade da gente procurar esse reino de Deus, que é, pelo que Jesus fala, de um valor imenso, esse tesouro." Tanto é assim que nas histórias que Jesus conta, todo aquele que descobre esse reino de Deus vem de tudo que tem para possuí-lo. Então, meus amigos, ele segue nos perguntando, mas que será afinal esse reino de Deus? Que ideia que nós devemos fazer desse tal, desse tesouro oculto que nós possuímos? E aí ele nos responde: O reino de Deus é um conjunto de valores, de energias e faculdades que jazem latente em nossa alma. Não são os potenciais da nossa alma dos quais nos fala o espírito Ramed naquele livro lindo que se chama Prazeres da Alma. Esse tesouro oculto que a gente traz em forma de semente e que precisa do nosso trabalho para que a gente vá fazendo desabrochar, não é esse reino de Deus? Aquela luz da qual Jesus nos adverte falando para todos nós que nós tínhamos essa luz. Quando ele nos fala: "Brilhai a vossa luz". a luz que nós temos, mas que ainda não brilhou na sua plenitude, que começa a se acender na medida em que nós colocamos a nossa vontade nesse trabalho. E aí é interessante porque nós somos convidados a nos defrontar e a enfrentar um terrível inimigo nosso que se chama e como todos os inimigos é interno e que se chama comodismo. Não quero sair da minha zona de conforto. Quero esperar que as coisas cheguem até mim. Quero mudar o outro, porque na hora que o meu entorno mudar, ah, eu vou viver no paraíso. Se todo mundo na terra só agisse bem, ah, eu tô com a vida ganha, eu vou viver no paraíso. Vai ser esse reino de Deus. Mas é uma ilusão nossa, porque o trabalho a ser feito é o trabalho que nós vamos fazer dentro de nós. É o trabalho do vencer as mais inclinações que Kardec nos fala lá no livro dos espíritos, quando ele nos diz de uma maneira muito feliz que se conhece o verdadeiro espírita, não é aquele que assiste mais palestra, que faz mais palestra, o que toma mais passe, o que tem mais mediunidade, não é
ndo ele nos diz de uma maneira muito feliz que se conhece o verdadeiro espírita, não é aquele que assiste mais palestra, que faz mais palestra, o que toma mais passe, o que tem mais mediunidade, não é esse, não. É aquele que conseguiu algo de transformação moral. é aquele que se esforça para domar as mais inclinações. Eu fico tão feliz de ouvir isso, porque eu falo, gente, o mérito é o esforço. A gente tem mais inclinações. Nós não temos como não tê-las nesse momento nosso de evolução. A gente tem um monte de confusão, de conflito, a gente tem, faz parte. Mas como que tá o meu esforço em querer vencer aquela má inclinação? Como é que eu tô lidando, por exemplo, com o meu orgulho de achar que eu tô sempre certa? Como é que eu tô lidando com a minha ilusão de controle, de querer controlar a vida alheia, o que o outro pensa e o que o outro faz, ditando regra moral pro outro, esquecendo que o exemplo de Jesus pode respeitar o nível evolutivo de cada um e que nós trabalhássemos pelo nosso crescimento e deixássemos de vigiar o crescimento do outro, que é coisa difícil para nós. Então, Vinícius nos fala nesse livro que o reino de Deus é esse conjunto de energias que a gente traz, de faculdades que estão adormecidas dentro de nós. Por isso que a gente procura dentro. E aí ele vai dizer que é o reino da vida, da imortalidade e do poder. Que vida será esse? ess essa? Nós todos estamos vivos, né? Sem dúvida. Mesmo aqueles que não têm mais o corpo de carne continuam vivos. Será que nós estamos vivos mesmo? ou a gente está se anestesiando e vivendo a nossa vida emocionalmente como se a gente estivesse ali dopado, indiferente. Isso não é estar vivo. A gente pode até existir, mas não estamos sentindo a vida dentro de nós. Não na plenitude que a gente é capaz de sentir. O reino da imortalidade. Ah, muito bem. A gente sabe já, né, todos aqui, eu tenho certeza que já sabemos que nós somos espíritos imortais. Parabéns para nós. A pergunta, a gente vive como espírito imortal ou a gente vive se apegando à matéria como se
be já, né, todos aqui, eu tenho certeza que já sabemos que nós somos espíritos imortais. Parabéns para nós. A pergunta, a gente vive como espírito imortal ou a gente vive se apegando à matéria como se fosse o nosso último momento de de suspiro, de respirar, de felicidade? Nós temos a consciência que a nossa vida aqui é uma etapa. Nós vivemos dessa maneira. Ou a gente vive dando extremado valor às coisas da matéria que tem o seu valor, claro, mas esquecendo as coisas do espírito. Como é que nós estamos? Isso é trazer a consciência da imortalidade para nós, que a gente possa viver dessa maneira, diante das dificuldades que a gente sofre, das amarguras, das decepções. Eu encaro aquilo como fim do do mundo, como se não houvesse amanhã. Eu tenho consciência de que eu sou um espírito mortal. Eu ajo de acordo com essa consciência. É algo que nós precisamos ir colocando em prática. O reino da vida, da imortalidade e do poder. Que poder nós buscamos? Será que nós ainda buscamos o poder de dirigir o outro? Ou será que nós já nos demos conta, como nos disse o espírito emano, que o verdadeiro poder que nós temos é o do amor? E eu lembrei agora de uma um conto, né, que fala de um guerreiro que era muito muito bruto e muito malvado e sanguinário e que era muito temido em várias aldeias e que ele chega, quando ele chegava era só morte, destruição. Então quando o bando dele vinha se aproximando, já corria o boato, pessoal escapava, fugia, apavorado, né, porque era morte na certa. E aí um velhinho não conseguiu sair da aldeia, avisado de que aquele guerreiro vinha com a sua horda e queria lá invadir o local. Esse velhinho sábio não foge, ele fica lá e o guerreiro fala assim: "Mas você é um louco, você não sabe que eu vou queimar tudo, vou acabar com você? Você é um velho louco mesmo. E o ancião permanece lá tranquilamente e ele fala assim: "Olha, eu vou dar um último desejo para você antes de eu acabar com a sua vida. Faça um pedido". Mostrando aquela magnanimidade, né? Entre aspas, né? Imagina. E aí o
á tranquilamente e ele fala assim: "Olha, eu vou dar um último desejo para você antes de eu acabar com a sua vida. Faça um pedido". Mostrando aquela magnanimidade, né? Entre aspas, né? Imagina. E aí o velhinho fala assim: "Ah, então eu tenho sim um pedido. Eu quero que você que a gente vá até aquele bosque bem ali e que você retire um galho de uma árvore." Aí o guerreiro fala assim: "Ah, qu senil mesmo?" Completamente fora de si. Imagina último pedido e esse coitado quer que eu arranque o galho da árvore, tá? Eu vou fazer. E ele chega lá e decepe então o galho da árvore. E aí o ancião diz para ele assim: "Agora coloque-o no lugar". Aí ele fala: "Meu Deus do céu, tá completamente louco mesmo. É claro que eu não posso colocar esse galho de volta no lugar." E o ancião disse para ele: "Então você não tem poder nenhum, porque o verdadeiro poder é o da reconstrução. O poder de destruir não é um poder, é uma ilusão. Olha que lição linda, meus amigos. Nós estamos às vezes entendendo que é poder. O poder de ferir o outro, de dominar, isso não é poder. Isso é apenas o resultado da nossa ignorância. O verdadeiro poder é reconstruir, é reunir, é reerguer, que são atributos do amor que a gente traz no nosso coração. Então, por isso que o reino de Deus se exerce através do poder, o verdadeiro poder que nós começamos a perceber em nós, nos fala o espírito Vinícius, à medida que a gente começa a sentir em nós as vibrações da vida. espiritual, cuja atividade se exerce através do amor e através da justiça. As vibrações da vida espiritual. Nós estamos praticando isso no nosso dia a dia. Estamos nessa sintonia da amorosidade ou a gente ainda está na sintonia do que vale ao momento, aqui agora. Eu vou me vingar, eu tenho que prevalecer sobre o outro. Eu vou mostrar pro outro com quem que ele tá lidando? bateu, levou. Em qual realidade nós estamos? Nós estamos fazendo a migração dessa realidade anterior da nossa evolução espiritual, ainda muito presos à matéria para aquilo que nós almejamos, mas ainda
bateu, levou. Em qual realidade nós estamos? Nós estamos fazendo a migração dessa realidade anterior da nossa evolução espiritual, ainda muito presos à matéria para aquilo que nós almejamos, mas ainda também não conseguimos, que é o desenvolvimento dessa amorosidade, desse senso de justiça. Isso é estar de fato vivo. É isso que é estar vivo. Então, o reino de Deus é o reino dessa força que vence a tudo. E assim que o mestre Jesus vai nos falar sobre o reino de Deus. Quando ele fala, parece uma, se assemelha a um, uma sementezinha de mostarda. Sementezinha de mustarda é tão pequenininha, uma coisinha mínima. é semelhante a uma semente de mostarda que um homem semeou no campo. Essa semente, na verdade, a menor de todas, mas depois de haver crescido, é a maior de todas as hortaliças. A mostarda é uma hortaliça que vira árvore, uma árvore linda, gigante, frondosa. Assim é o reino de Deus. Quando Jesus faz essa comparação, ele está nos falando dessa ação de expansão que esse reino de Deus que a gente traz em nós de forma latente, tem dentro de nós. Imagina, expandida a semente menor de todas, há uma árvore gigante. Olha o poder de expansão, a energia de ação que tem esse reino de Deus. E essa ação, ela se verifica através desse sentimento de justiça. E Jesus falou para nós: "Olha, se a justiça de vocês não for maior que a do escrivão, do dos escrivão, dos escribas, escrivão, não, dos escribas e fariseus, não possuireis o reino de Deus". é castigo, não. Ele tava falando assim: "Se o seu senso moral ainda tá tão eh rasozinho que nem dos dos escribas, dos fariseus, que só haviam a matéria, o poder, vocês não vão enxergar esse reino de Deus. Então, a gente precisa trabalhar esse nosso senso moral para que a gente vá conquistando esse reino de Deus". E aí, Vinícius vem nos apontar, analisando as lições do mestre, o mapa desse tesouro. Tá bom. Reino de Deus tá dentro de mim. Uhum. É valioso. Entendi. Como é que eu vou acessar? Vamos trazer pra prática. Que que eu vou fazer para acessar isso no meu dia a
mestre, o mapa desse tesouro. Tá bom. Reino de Deus tá dentro de mim. Uhum. É valioso. Entendi. Como é que eu vou acessar? Vamos trazer pra prática. Que que eu vou fazer para acessar isso no meu dia a dia? E aí ele vai nos contar. O roteiro, portanto, que conduz ao tesouro oculto é um só. O cumprimento do dever. A prática do bem e a conduta reta. É o que Jesus falou para nós quando ele falou assim: "Não adianta bater no peito, dizer senhor, senhor". Não, se a gente fizer isso, da boca para fora, não é? Nós não estamos ainda em contato com esse reino de Deus a ser descoberto por nós. Não adianta bater no peito e falar: "Senhor, senhor, não adianta assistir não sei quantas missas, não sei quantas palestras e paz." Não é isso que que adianta. Jesus falou para nós: "Vão acessar o reino de Deus aqueles que fizerem a vontade do meu pai". A gente sintonizar qual é a vontade do pai para mim na minha vida? Eu especificamente? E aí cada um de nós pode se fazer essa pergunta. E aí Jesus dá o exemplo, aquele exemplo lindo em que ele diz para para nós assim, conta a história daquele rei, né, que aquele rei que vai conversar com os súditos, os súditos falam assim: "Senhor, em teu nome nós profetizamos, expelimos os demônios, operamos maravilhas e o rei dirá assim: "Não vos conheço. Apartai-vos de mim, vós que vivestes na iniquidade. Tá em Mateus, capítulo 7, 21 a 23. Ou seja, não adianta a exterioridade, não adianta. Não é que eh Jesus está dizendo que Deus vai nos repelir, vai embora, não quero você. Não é isso. É porque se nós ainda não chegamos naquele nível de maturidade emocional, nós simplesmente não conseguimos experimentar essa sensação de harmonia. Não é que o Pai não nos queira, é que nós não chegamos até esse ponto. E como nós vamos chegar? Lembra do mapa? Cumprimento do dever, prática do bem, conduta reta. E Jesus vai nos contar a historinha outra, né, para nos ajudar a entender que o reino de Deus se assemelha àquela herança que nós vamos receber do Pai, aquela herança que está destinada para
uta reta. E Jesus vai nos contar a historinha outra, né, para nos ajudar a entender que o reino de Deus se assemelha àquela herança que nós vamos receber do Pai, aquela herança que está destinada para nós, quando ele diz assim: "E o rei então dirá: Vinde benditos do meu pai. Possuí como herança o reino de Deus que vos está destinado desde a fundação do mundo." Que que é isso? é o nosso destino espiritual. A perfeição está destinado a nós desde que a gente foi criado ali simples e ignorante. É a herança que nós vamos receber. Como que a gente vai receber? Através da nossa ação de crescimento. E aí Jesus fala assim, a história do rei, né? Eu tive fome e me deste comer. Tive sede e me deste beber. Eu estava eh forasteiro e me acolhestes. Estava nu e me vestistes. Estava enfermo e no cárcere me fostes visitar. E aí a a essa lição é linda, né? Porque aí as pessoas perguntam: "Não, Jesus, não, quando é que eu te vi você nessa situação e não ajudei?" Não, jamais eu faria isso. E aí Jesus fala assim: "Cada vez que vocês fizeram ou não fizeram algo, essas condutas do bem em relação à aquele mais pequenininho, era comigo que vocês estavam agindo, era eu que estava lá." Olha que maneira linda dele nos falar da nossa união como seres da criação. O que nós fazemos ao outro, nós estamos fazendo a Jesus e estamos fazendo também a nós. Por isso que a lei de causa é feita é tão impressionante que marca na nossa consciência. Às vezes aquela pessoa que a gente ofendeu até nos desculpou. Se a gente não se desculpar e não se redimir perante a própria consciência, a gente não alcança esse estado de paz. Daí a necessidade do trabalho para a nossa renovação. E aí, meus amigos, então nós já sabemos o que que é o reino de Deus. É esse estado de paz espiritual. Não é um lugar físico, não é o céu, mas é uma realidade espiritual que nós vamos conquistando. Já sabemos onde ele se ocupa dentro de nós e já sabemos o que que a gente tem que fazer para possuí-lo. Que que nos falta? Então a gente tá com a faca e o queijo na mão.
al que nós vamos conquistando. Já sabemos onde ele se ocupa dentro de nós e já sabemos o que que a gente tem que fazer para possuí-lo. Que que nos falta? Então a gente tá com a faca e o queijo na mão. Falta para nós a vontade e a perseverança. Porque não é fácil assim: "Ah, então eu vou cumprir meus deveres, eu vou fazer o bem, tá tudo certo". E aí do dia paraa noite acordo em paz, em plenitude, com o reino de Deus dentro de mim. Não é aos poucos, porque nós ainda erramos e acertamos. faz parte do nosso nível evolutivo. Por isso que o espírito Lázaro nos vai nos vai falar lá no Evangelho, no capítulo 17, de uma maneira tão linda sobre o dever, quando ele inicia esse capítulo nos dizendo o seguinte: "Agora eu vou precisar de um óculos, que o evangelho tá com a letra normal, né? A minha aqui eu boto com a letra gigante o evangelho quando ele diz para para nós assim: "O dever é a obrigação moral. Primeiro para consigo mesmo e depois para com os outros. Olha que coisa maravilhosa. O dever de autoamor de eu me cuidar, de eu zelar para pela minha pelo meu aprimoramento. E a gente vai aprender no livro dos espíritos que que a gente veio fazer aqui na terra. Nós viemos nos melhorar. primeira primeira eh missão nossa e a segunda, nos melhorando, nós contribuímos para a obra divina. Essa é a nossa tarefa, essa é a nossa missão. Qual o nosso desafio? Primeiro querer, segundo perseverar. Temos a boa assistência dos espíritos, temos o caminho. A gente sabe que tem um tesouro, a gente sabe o mapa, a gente sabe o que tem que fazer e a paciência, né? Porque nós não vamos conseguir a nossa transformação moral do dia paraa noite, mas nós podemos sim nos comprometer a cada dia perseverar, a cada dia ter trazer paraa minha própria consciência quais são os meus conflitos, que que eu tenho que resolver. Em vez de jogar pro outro ou em vez da gente se acomodar ou da gente se anestesiar, vamos trazer para nós sem medo, sem vergonha. Jesus ama a gente sabendo quem que a gente é, a peça que nós somos. Ele
m vez de jogar pro outro ou em vez da gente se acomodar ou da gente se anestesiar, vamos trazer para nós sem medo, sem vergonha. Jesus ama a gente sabendo quem que a gente é, a peça que nós somos. Ele ama mesmo assim, porque ele vê a nossa potencialidade e ele entende que nós estamos no nosso processo evolutivo. Então, meus amigos, vamos abraçar esse dever nos olhando como irmãos de verdade. Não é possível ser feliz se um semelhante meu está em sofrimento. Como é possível que eu preze tanto aqueles que eu amo e que cuide deles e aquele que eu não simpatizo, que eu sou indiferente, ah, eu quero mais, é que tudo de ruim aconteça para ele, porque ele merece. Como é que nós vamos trazer o reino de Deus para dentro de nós? Então, precisamos trabalhar esse sentimento de fraternidade, de olhar o outro como irmão, não é isso que é a fraternidade? e saber que somente assim, pela nossa união, é que nós vamos trazer para o nosso coração o reino de Deus. Meus amigos, eu agradeço muito a vocês essa essa tarde feliz e desejo uma excelente fim de noite, uma excelente semana para todos. Muito obrigada. Bom, amigos, a gente já teve a lição de como a gente vai achar esse reino de Deus, né? Então, a lição já tá dada, né? Então agora é só nós começarmos a exercitar, trazer essa esse amor para dentro de nós que ele tá lá, não é? Teve um, eu li uma vez, é que nós fomos criados para sermos fraternos. Esse é o objetivo. E a Márcia terminou com a fraternidade, né? Então, que a gente possa ser cada vez mais fraterno. E todas as vezes que a gente exerce essa fraternidade com o nosso irmão, nós estamos ajeitando o reino de Deus aqui. Ele tá aqui dentro, mas ele tá muito bagunçado, não é, Márcia? muito bagunçado. Então agora a gente tem que botar as coisas no lugar certinho. Tem coisas que não servem mais pro nosso coração. Então a gente não precisa de estar com ele guardado. Vamos guardar só aquilo, só só o a o tesouro, né, que foi dito aqui várias vezes, só o tesouro, que aí sim nós já fazemos esse reino tão
o coração. Então a gente não precisa de estar com ele guardado. Vamos guardar só aquilo, só só o a o tesouro, né, que foi dito aqui várias vezes, só o tesouro, que aí sim nós já fazemos esse reino tão lindo, tão florido, tão maravilhoso, tão majestoso. Então, vamos terminando esse nosso momento e agradecimento à espiritualidade que nos assiste todos os momentos aqui do salão. Assiste aqueles que estão nos ouvindo também, assiste a Márcia, né, que trouxe as palavras tão bem colocadas, a lição tão bem dada, né, que ela possa ser muito feliz em todas as todas as palestras dela, né, que sempre traz o amor acima de todo. Eu falo muito, ela traz a palavra no olhar. Isso é muito importante. Não sei se vocês já prestaram atenção. Nós aqui prestamos atenção em vocês quando a gente fala e o olhar chega aqui amoroso. Então a gente agradece muito a todos que estamos aqui, a todos que estão suas casas, a todos aqueles que irão nos assistir. E vamos terminar com o Pai Nosso, que é a prece que Jesus nos ensinou para nós passarmos pra outra, a segunda parte, que é recebermos o alimento espiritual através do passe. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a sua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa, Pai, as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair novamente em tentação e nos livre de todo mal. Que assim seja. Amigos, uma boa noite, um beijo no coração de cada um e até quarta-feira que vem. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim
e energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje.
mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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