O que precisamos saber sobre as crianças e adolescentes com TOD? | Família no Ar

FEBtv Brasil 26/10/2023 (há 2 anos) 1:05:03 322 visualizações

"A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Emmanuel, O Consolador. Que tal debater sobre a Família à Luz do Espiritismo por meio de diversos temas relevantes para este momento de transformação e evolução da Terra? Vem com a gente para o "Família no Ar”, um programa da FEB Lives, o canal de transmissões ao vivo da Federação Espírita Brasileira! No dia 25 de outubro de 2023, abordaremos o tema "O que precisamos saber sobre as criança...

Transcrição

Boa noite amigos e amigos sejam bem-vindos a mais um programa família no ar esse espaço de debate à luz do Espiritismo de temas que afetam o dia a dia das nossas famílias das nossas vidas convidamos você que é novo aqui em nosso canal a se inscrever Ness nesse espaço e também ativar o Sininho para poder receber notificações dos Nossos programas programa na noite de hoje promete muito não é Nelsinho seu som Nelson tá fechadinha Pronto boa noite e amigos que nos assistem Promete mesmo Cris vamos conversar com os nossos fando Souza e Alexandre Serafim sobre o transtorno opositor desafiador que tem uma incidência muito expressiva em nossa sociedade é isso Caros Amigos Fernando e Alexandre Com certeza né será um prazer estarmos aqui de volta né estam na semana passada e agora estamos aqui será um prazer o nosso amigo Serafim mais uma vez é um prazer agradeço aí o convite pra gente poder falar um pouquinho sobre esse tema que é um tema bastante relevante nos dias atuais e que espero que a gente possa trazer os esclarecimentos necessários aí a todos que nos escutam Uhum é o Nelson tá tão empolgado com o tema de hoje que nem apresentou vocês só chamou vocês pra Live Néo estamos aqui toda semana não precisa mais não precisa mais é mas é muito importante que as pessoas que nos assistem conheçam um pouquinho vocês né o Dr Fernando Souza é pediatra com especialização e e trabalho na área de neurodesenvolvimento já trabalha nessa com atividade de acompanhamento aos disturbios de desenvolvimento no componente neurológico há muitos anos depois el ele fala mais ou menos da experiência dele pra gente e o Dr Alexandre Serafim que também trabalha nessa área e que neuropediatra atua também no acompanhamento de crianças e de Adolescentes com problemas e podem nos trazer com certeza muitos esclarecimentos nós conversamos na semana passada sobre TDAH E hoje nós trouxemos vocês de novo aqui para falar com a gente sobre transtorno opositor de afiador E aí como podemos começar a desvendar o que que vem a ser isso e

rsamos na semana passada sobre TDAH E hoje nós trouxemos vocês de novo aqui para falar com a gente sobre transtorno opositor de afiador E aí como podemos começar a desvendar o que que vem a ser isso e como esse transtorno se manifesta né tá com vocês a bola bem o transtorno eh desafiador opositor também considerado com a sigla to Tod ele é um dos transtornos disruptivos da infância do neurodesenvolvimento e segundo o dsm e 5 último de 2013 ele representa junto com o transtorno de conduta e o transtorno do déf atenção e hiperatividade os mais preval transtornos disruptivos da infância eles atingem três vezes mais meninos do que meninas numa proporção de 2 a 16% e ele se caracteriza pelos sintomas basicamente de alterações do humor muito frequentes um raivoso e um irritável ele também tem um comportamento questionador opositor e desafiante daí o tema e o título do transtorno e ele tem eh às vezes não muito frequente mas eh já se nota em crianças de Baixa Idade um comportamento vingativo repetitivo não é então quando o paciente tem três ou mais desses pontos desses itens ele pode ser considerado como portador de transtorno opositor desafiante eu vou parar aqui porque senão eu estico deais e deixo Alexandre dar continuidade é isso Fernando Você pode falar aí tranquilamente você tem tudo desse assunto isso aí que o Fernando falou tá dentro do do que a gente chama do dsm5 da academia americana de psiquiatria que lança as diretrizes para esse tipo de diagnóstico e eh um pouquinho diferente às vezes do do do pdh que nós discutimos a prevalência é em torno de 6% das Crianças pré-escolares crianças pequenas crianças até 6 anos então é é um disturb é um transtorno que começa muito precocemente às vezes confunde muito as questões das birras das irritabilidad naturais aí da criança então às vezes você faz uma certa confusão A além da de toda esse essa essa alteração que o o falou quer dizer aquele humor raivoso aquela crança irritável Ah se incomoda com coisas muito pequenas perde a calma muito frequentemente

ta confusão A além da de toda esse essa essa alteração que o o falou quer dizer aquele humor raivoso aquela crança irritável Ah se incomoda com coisas muito pequenas perde a calma muito frequentemente eh é sempre mais ressentido mais raivoso é muito questionador não aceita né que que seja contrariado e às vezes chega até essa índole Vingativa tive pacientes assim né quer dizer quando não deu não deu não deu Esperou o momento certo foi lá agrediu eh de uma forma muito Vingativa e muito brutal agora nós temos um curso interessante também dentro do Tod com outras distúrbios por exemplo em torno de 50 60% das Crianças com tó evoluem com Transtorno do Déficit de Atenção e hiperatividade de impulsividade no curso da da evolução principalmente os que não são bem bem avaliados tratados adequadamente Você pode ter evolução para transtornos de Conduta que aí é mais complicado ainda a entra furto crueldade uma série de de outros fatores e nós temos aí também uma no adulto que teve esse curso a a evolução para transtornos de personalidade chamado antissocial Uhum Então é um transtorno bastante complicado bastante difícil no seu diagnóstico eh envolve assim não só a família como a sociedade a escola inclusive ontem eu atendi um desses 5 anos né bem complicado e a gente percebe que vem vem aparecendo também com uma certa frequência esse tipo de comportamento nos consultórios e ambulatórios eu não tem algo a mais acrescentar fique à vontade meu am é eu acho que sempre bom a gente trazer casos da Seara da lida eh Este ano eu atendendo uma criança tipicamente opositora e que na verdade o grau dele já era um grau Severo e o o grau Severo fica fica segundo a nova normatização da Ipa que academia americana da psiquiatria em leve quando ocorre em um só ambiente exemplo é opositor na escola mas não é em casa aí é leve moderado quando ele é opositor na escola e na casa da vovó e ele quer uma coisa se não ele fica furioso e o terceiro quando ele mantém mais ou menos TR quatro locais eh sustentáveis com

casa aí é leve moderado quando ele é opositor na escola e na casa da vovó e ele quer uma coisa se não ele fica furioso e o terceiro quando ele mantém mais ou menos TR quatro locais eh sustentáveis com aquele comportamento antissocial e esse comportamento para ser admitido ele deve ter o mínimo de uma duração de 6 meses mas essa criança eu estava atendendo e eu utilizei uma técnica que a gente chama de eh desatenção ao foco principal da criança que os franceses usam sempre e destruir o mé ou seja destruir misan no sentido de teatralidade que a criança faz chora se joga no chão é aquela birra que chamam né mas ele não não respondeu ao fato de não olhar para ele não ligar na verdade ele ficou e disse pro pai vamos embora porcaria desse consultório desse Doutor chato e ele pegou a sandália dele nós estávamos vivenciando ainda essa fase de covid e na frente do birô né Tem uma peça de acrílico de 1 m por 1 m ele jogou em direção a mim e quebrou a a peça de acrílico o pai ficou horrorizado a mãe começou a chorar porque é um filho único Aí eu preferi encaminhar o psiquiatra infantil para ele acompanhar e encaminhei paraa psicóloga em terapia cognitiva comportamental eu vou deixar Alexandre fazer alguma complementação mas eu não gostaria de perder a oportunidade de falar sobre o cérebro social dessas crianças na abordagem do psicólogo da Universidade de Colúmbia Nova York isso é antigo é o chamado teste do marshmallow que ele criou na década de praticamente começo de 70 final de 60 e eu gostaria de comentar isso em seguida que é muito interessante é como você eu acho assim em termos de avaliação da sintomatologia eu acho que ficou muito bem eh esclarecido pela pela tua Fala Fernando agora eh nós sabemos que às vezes os graus realmente eles são muito variáveis de criança para criança o que às vezes dificulta muito quando você pega uma criança que é opositora em um único ambiente que é muito difícil muito difícil uhum eh você tem que bater com as questões assim por exemplo é opositor só na

vezes dificulta muito quando você pega uma criança que é opositora em um único ambiente que é muito difícil muito difícil uhum eh você tem que bater com as questões assim por exemplo é opositor só na escola mas será que está acontecendo algo naquela escola ex Será que essa criança de alguma forma sendo eh eh eh algo tá acontecendo bullying ou não está tendo uma capacidade de aprender adequadamente E isso está gerando um transtorno na casa só na casa será que a forma como os pais ou os cuidadores estão lidando com essa criança estão estão permitindo muito né E depois não consegue retornar porque a criança está sendo educada nesse sistema de de eu eu posso eu ganho e aí fica difícil você reverter a situação então nós temos que analisar com muito cuidado quando essa situação está num único ambiente quando ela está em vários ambientes aí é fácil né na casa da avó na casa dela na escola no parquinho com as crianças aí você já já faz mais ou menos o panorama dentro dos critérios avalando eh todas essas questões aí eh que nós colocamos a e e um erro que eu vejo muito eu oriento as famílias nessas crianças é a barganha então o que que é a barganha a mãe chega lá fal Olha e se você ficar bonzinho eu vou te dar tal coisa E aí a criança retorna né não M eu quero aquele videogame de última geração senão vou quebrar o vidro da casa ou seja ele ele te volta com a barganha um pouquinho piorando na verdade você teria que falar para ele Ó nós vamos na Pea do Pedrinho Se você não se comportar nós vamos sair da festa quando chegar em casa você vai tomar um castigo e cumprir aquilo que você está falando dependendo das reações e o e uma coisa que eu percebo no Tod se você não Não orientá-lo antes do f a coisa fica é difícil ou seja olha João nós vamos lá na casa do seu amigo Pedrinho que é aniversário dele dia tal amanhã e se você bater em alguma criança e você não se comportar nós vamos sair da festa vou te tirar da festa em casa você vai tomar um castigo então ele já foi avisar vai dar problema lá com certeza

amanhã e se você bater em alguma criança e você não se comportar nós vamos sair da festa vou te tirar da festa em casa você vai tomar um castigo então ele já foi avisar vai dar problema lá com certeza vai se a mãe for firme ou seja sai da festa e dá uma punição ele vai começar a entender que existem limites foi pra festa ele entendeu e se comportou bem aí entra no que chama reforço positivo onde a mãe vai lá olha viu você ficou bonzinho não bateu ninguém brincou com as crianças Olha nós vamos sair aqui eu vou comprar um chocolate para você que com a criança não precisa de muita coisa não Ou seja ela não barganhou né Ela simplesmente mostrou pra criança que no erro ele perde quando ele se comporta bem ele ganha mas não fez essa essa troca de ganha por exemplo tive uma uma mãe que para trazer a criança de 5 anos no consultório a criança falou assim eu não vou a nãoc que a senhora me deu o tablet para eu assistir tal coisa que eu só posso ir no sábado 5 anos e aí não entra no carro aí a mãe deu aí ele entendeu que eu faço o tudo que eu que eu quero consigo aí o tablet Zinho para assistir o vídeo que eu tenho vontade Então são situações bastante e eh eh complicadas que estão associadas essas crianças e que requer uma análise muito muito delicada e uma colocação é muito muito estratégica vamos dizer assim para que a família não se apavore não vá embora tudo muito bom muito bom Alexandre a a nossa irmã Márcia Leon ela tá até aqui comentando que tema né mais importante ela fala e diz que no consultório eles T Aparecido com mas sempre importante avaliar outras causas pertinentes antes de fechar o diagnóstico e aí vai a encontro do que você falou agora né Alexandre às vezes ele tem eh um comportamento na escola por exemplo mas precisa avaliar porque aquele comportamento na escola se ele não se repete em outros ambientes né então precisa aprofundar um pouco mais para poder compreender e não trazer um diagnóstico equivocado né diante de um de um cenário que não se construiu

cola se ele não se repete em outros ambientes né então precisa aprofundar um pouco mais para poder compreender e não trazer um diagnóstico equivocado né diante de um de um cenário que não se construiu né de de realmente diagnosticar como como Tod mas vocês falaram muito já sobre sobre o Todd sobre eh os sintomas a gente gostaria de entender um pouco mais eh sobre o porqu o Todd aparece essas alterações elas são devidas as a fatores orgânicos ou comportamentais ou o conjunto disso veja bem Exatamente esse foco que o eu quero me basear e o que Márcia falou e o Alexandre também e a experiência dele tanto a minha como a da mácia é que na nossa sociedade atual existe uma tendência de medicalizar e de transformar tudo em doença isso é patologizar a criança e provocar quando Alexandre lembrou muito bem sobre um ambiente Só é preciso saber a criança na escola não tá sofrendo bullying ou em outro ambiente qualquer outra coisa a criança tem horror de voltar para casa se é a casa dele mas acontece que os pais estão em separação então ind desídia e isso transforma a criança muito mais numa criança em vez de opositora numa criança depressiva e depressão na criança antes de 7 anos não transforma el numa criança que vai para o quarto e se tranca como adolescente mas sim que se irrita e quebra tudo porque está jogando uma linguagem simbólica né que tá reverberando nela ela quer chamar atenção e os pais não vê mas veja bem o Walter Michel Ele criou o o chamado teste marshmallow Ele estudou os mecanismos de autocontrole comportamentais durante a vida infantil e ele firmou o seguinte que o autocontrole é uma interação constante entre duas partes do cérebro uma que ele chamou de fria e outro que ele chamou de crente a parte quente que ele chamou é a parte que integra o sistema límbico o sistema límbico é é um sistema Complexo da qual eh as emoções circulam aí e são as emoções primárias trata--se de estruturas primitivas que todo bebê tem todo ser humano tem ela regula os impulsos e as emoções essenciais de

sistema Complexo da qual eh as emoções circulam aí e são as emoções primárias trata--se de estruturas primitivas que todo bebê tem todo ser humano tem ela regula os impulsos e as emoções essenciais de sobrevivência humana como medo raiva fome sexualidade fuga né E aí ele chamou de áreas quentes eh perdão áreas quentes foram essas e as áreas frias ele chamou do córtex préfrontal ou seja bem aqui E essa função do córtex préfrontal ela vai amadurecendo aí é que está o problema acontece que a parte quente que representa a parte singular do sistema límbico e envolve o circuito chamado de papes ele só vai ser frenado quando o sistema frio começa a racionalizar a questão veja bem dirigisse uma criança de 3 anos dizendo assim pare com isso me respeite Eu Sou Seu Pai eu sou sua mãe essa área singular não compreende porque essa parte seria na região frontal e só a partir de 5 anos ele vai entender basicamente que algo saiu errado e às vezes ele tem uma explosão E aí foi que o Walter M criou o sistema do teste do marshmallow o que Sei Foi ele pegou um grupo de crianças e ofereceu esse docinho americano muito comum que se bota em fogueira chamada marshmallow e Ele propôs o seguinte ao grupo de crianças vocês vão ganhar o marshmallow se fizer essa atividade você querem ganhar antes ou depois de fazer atividade é você dar o rato o Queijinho né todos eles partiram para comer o marshmallow e depois foram fazer atividade demonstrando que era um grupo de crianças de baixa idade que basicamente Eles foram movidos pelas emoções Isso demonstrou a Valter Michel que esse sistema ele pode sofrer uma autorregulação e uma autoeducação e que essa educação ela pode ser feita então ele diz que o chamado sistema frio eh volta a funcionar a partir de 5 anos e amadurece completamente aos 20 por isso você vê adolescentes com comportamentos infantis porque esses comportamentos Foram hipertrofiados pela família no fenômeno que Alexandre falou de barganha não meu filho se você foi eu lhe dou isso né quantas vezes já vi

s com comportamentos infantis porque esses comportamentos Foram hipertrofiados pela família no fenômeno que Alexandre falou de barganha não meu filho se você foi eu lhe dou isso né quantas vezes já vi criança dizendo o seguinte eu vim consor desse médico chato Agora eu quero trocar meu celular meu celular uma criança de 6 anos e se dando no celular e só e outra coisa de última geração então Então existe um trabalho Dr Walter MIT com D da Universidade nos Estados Unidos que ela diz que quanto mais a criança submetida ao estresse e quanto houver mais troca através da barganha mas ele hipertrofia o sistema límbico chamado quente e quanto mais ele hipertrofia menas ligações corticais no o acolhimento infantil na família o exemplo Digno dos Pais né e obviamente através de terapia cognitiva comportamental E aí o método aba que é um método da análise do comportamento que é aplicado no autismo e o autismo é um torno Desenvolvimento Infantil também como o to tem uma resposta bem satisfatória então esse esse esse quadro H do transtorno apitor desafiante ele é muito interessante Porque como você falou eh Nelson ele tem conotações eh basicamente comportamentais e ele é envolvido também pelas questões eh No que diz respeito à genética o meio ambiente aquilo que nós chamamos de epigenética nessa epigenética obviamente estão as constituições familiares tão falada por Joana tão falada por Divaldo por todos os espíritas né onde o exemplo desses pais então famílias permissivas o menino cria um problema o pai que assistiu o jornal aí diz pra mãe vem pegar teu filho e não é ele também né Terra esse menino daqui n e o menino ouve e isso ele vai compreendendo Então são famílias ou restritivas demais ou permissivas demais em que principalmente através da má conduta exemplar desses adultos a criança vai hipertrofiando essa região e e passa a ser aquele indivíduo egolatra egocêntrico que não desenvolveu a sua personalidade e por sinal altamente frágeis São pessoas que não aguentam brincadeiras explodem partem paraa

essa região e e passa a ser aquele indivíduo egolatra egocêntrico que não desenvolveu a sua personalidade e por sinal altamente frágeis São pessoas que não aguentam brincadeiras explodem partem paraa violência qu adolescentes por quê lá atrás não teve eh uma conceituação familiar que desse a ele se respaldo da referência de um pai de uma mãe de um avô de uma avó e isso também eh vai desaguar naquilo que a gente chama no cotidiano infografia infantil e eu sempre pergunto assim pelo que eu vejo seu filho está criando a senhora a senhora não está criando seu filho Uhum é é ouvindo vocês falarem aqui eh não posso deixar de de de perguntar nessa causalidade nessa precocidade com que esse esse transtorno aparece as tendências que esse espírito traz já muito demarcadas na sua personalidade que resistem Aquela fase de amortecimento da memória na Encarnação porque você vê exatamente essa questão do do da ditadura da Criança e que consegue eh em muitas situações comandar todo um circuito familiar ao seu favor procede essa minha ilação sim isso bem bem Evidente né assim atualmente né Eu quando atendo os meus pacientes eu não estou tô olhando mais só o paciente mas sim o espírito que está ali na minha frente uhum nós sabemos que assim isso é bagagem espiritual não tem jeito como é que você pega uma criança de 3 anos eh que não aceita regras que se machuca que machuca os outros eh que é extremamente irritadiça quer dizer de De onde veio isso daí e tá dentro de um lar por exemplo bom né L estável no L equilibrado não tem outra explicação a não ser bagagem espiritual nós sabemos que dentro da ciência em si né os estudos estão dentro da da área da genética dos receptores ali do dos receptores dos neurotransmissores a falha desses receptores Associados aos fatores ambientais é o que faz a exacerbação mas nós dentro dos nossos estudos do ponto de vista Espírita sabemos que nós temos aí uma bagagem Hum E essa essa bagagem que é trazida eh como o o nosso perispírito é nosso modelador provavelmente durante essa

ntro dos nossos estudos do ponto de vista Espírita sabemos que nós temos aí uma bagagem Hum E essa essa bagagem que é trazida eh como o o nosso perispírito é nosso modelador provavelmente durante essa modelagem ocorrem essas falhas aí neurotransmissores genétic assim por diante viajando aí as manifestações clínicas das das mais variadas possíveis e quando entra no ambiente facilita um ar desestruturado como o canou uma família muito permissiva é claro que isso vai assim chegar a 100% da sua capacidade e depois para reverter isso é difícil dentro da da minha experiência os quadros que estão assim eh eh que eles chamam de nível um quer se só num ambiente Eu percebo que a terapia cognitiva comportamental e orientação dos Pais geralmente tem um bom funcionamento mas naqueles que já vão para níveis maiores É muito difícil você você só trabalhar com psicologia inclusive o mês passado eu peguei uma criança que psicóloga mandou embora porque além de bater na psicóloga quebrou o consultório dela ela falou não vou atender mais então às vezes é necessário o tratamento medicamentoso para você gerar ali uma mudança comportamental que Facilite não só a família como a escola como A Terapeuta trabalhar com essa criança pelo menos por um período de tempo e hora que você vê que a coisa tá ficando mais estável mais equilibrada Aí sim você procura fazer a redução do tratamento medicamentoso mas a a na minha experiência pessoal esses que que são eh comprometidos em vários ambientes é muito difícil só o tratamento eh com a psicologia uhum perfeito legal Alexandre eu tenho uma pergunta aqui Alexandre da da nossa irmã Carla e nós vocês já até falaram disso aqui sobre o bullying né a necessidade do indivíduo em fazer bullying ela pode estar relacionada ela pode vir do Todd olha ele vai ter não é só o bullying né quer dizer assim o toden ele não vai ficar provocando né ele Tem reações quando ele é provocado quando alguém entra no quadradinho dele no espaço dele que é aí que a coisa vem ele não vai lá ficar cutucando tal tal

im o toden ele não vai ficar provocando né ele Tem reações quando ele é provocado quando alguém entra no quadradinho dele no espaço dele que é aí que a coisa vem ele não vai lá ficar cutucando tal tal tal ele tem mais a característica que tem ali que o falou que é a característica mais mais vingativas se estão no meu quadradinho mexeu comigo eu vou lá e resolvo ou bato empuro eu tenho eu tive eu tive crianças que realmente tivemos que afastar da escola porque ele gostava Olha só el é pequenininho ele gostava de empurrar os coleguinhas na escada para vê-lo se machucar Olha a característica né Eu tive um que ele matava todos os cachorrinhos que mãe comprava para ele gostava da Crueldade de de maltratar animais isso isso tudo quea pré-escolar não é em adolescente não né Então veja aí o Às vezes o nível que a coisa chega então eu não vejo muito a criança com Todd seja ser aplicadora do bull mas sim aquela criança que ao sofrer um bull a reação é extremamente de agressividade e vingativa uhum uhum quando você fala dessa de ser vingativo e no sentido já reativo explícito ou da ou pode haver algum tipo de de planejamento um pouco maior deixar para um momento mais propício pode ser os dois no momento ali eu já tive crianças que no momento da contrariedade foram na cozinha pegaram a faca para agredir a mãe naquele momento já tive crianças que esperaram um momento de de de paz e tranquilidade foi lá pegou o capo da vassoura e sentou na cabeça do irmão então você tem as as essas essas situações as duas né Uhum uhum uhum É é vocês estão aí descrevendo e não fica muito distante às vezes do que a gente percebe de alguns indivíduos que na vida um pouco mais avançada já não tem nenhuma sensibil eh nenhuma Piedade pelo outro né apenas querem deixar fazer a sua própria vontade quem não faz a sua vontade é punido parecendo realmente o prenúncio né de quadros mais complicados na verdade a a os transtornos disruptiv infantis eles representa a incubadora futura das possíveis psicopatias entendendo que a a

punido parecendo realmente o prenúncio né de quadros mais complicados na verdade a a os transtornos disruptiv infantis eles representa a incubadora futura das possíveis psicopatias entendendo que a a psicopatia não tem nada a ver com Psicose Psicose é loucura Uhum E a principal loucura da academia Americana e mundialmente é a esquizofrenia hoje se chama transtorno esquizofrênico aquela divisão hebefrênica catatônica n aí tudo aquilo foi posto baixo agora é o transtorno esquizofrênico é uma doença de alta rabilidade genética tem atualmente tem mais de 1000 gens sendo estudados né mas a psicopatia não porque o esquizofrenico em si eh ele não tem traços de ruindade de fazer algo ruim mas o psicopata não faz se aproxima das pessoas é e quando se vai buscar na infância Ah Doutor Eu tenho um psicopata hoje que ele mora sozinho no apartamento né é um ele já não é mais adolescente a família não quer que eu eu deixe de continuar a a conduzir Ele toma as medicações né Eh ele mora só ele faz as compras dele só né A mãe tem um ele tem um telefone celular lá e eh o condomínio sabe do problema dele e ele mora sozinho e qualquer coisa que acontecer eh já é para ligar paraa polícia ele já teve várias vezes eh preso né preso para conter a fúria dele né mas ele é um cidadão que põe em risco a vida dele é do outro né então ele tem um diagnóstico firmado psquiatra de psicopatia né e eu apenas acompanho é muito mais no sentido de levar a mãe um certo consolo espiritual nesse sentido encaminhei ela a casa Espírita etc e tal mas ele quando criança e eu acompanhei de Baixa Idade ele inicialmente foi um transtorno opositor desafiante e evoluiu para transtorno de conduta insociável depois ele cabulava as aulas furtava se aí as aulas pequenos Furtos na bolsa da mãe envolveu-se com álcool e drogas e hoje em dia realmente evoluir para psicopatia Então esse esse trânsito desse desse contínuo dessas desses distúrbios disruptivos obviamente para nós que somos espírit convictos tá dentro da Matriz hã Ou seja é o espírito que é

uir para psicopatia Então esse esse trânsito desse desse contínuo dessas desses distúrbios disruptivos obviamente para nós que somos espírit convictos tá dentro da Matriz hã Ou seja é o espírito que é enfermo e se não se ele não não cresce dentro de uma Família Cristã onde o evangelho seja a prédica principal para tentar retardar ou reeducar esse esse espírito Realmente é muito grande as maiores sociedades do mundo seja europeias ou Americanas a incidência de psicopatia é muito alta segunda-feira nós tivemos um jovem na cidade de São Paulo que simplesmente pegou a arma do pai atirou numa moça que nem Estudava na classe dele matou-a ele agora tá preso tá sendo acompanhado o pai vai responder essa arma não devia ter sido de acesso tão fácil ele matou a moça e feriu dois em Bacabal se eu não me engano né Pois é Fernando a gente tem uma interação aqui da nossa irmã Angélica ela faz uma pergunta ela diz assim então o acolhimento das famílias exemplos de referência para estruturar o sistema de maturidade e tratamento comportamental pode atuar na maioria dos casos para evitar outros transtornos isso isso é um fato né Nós estamos até comentando isso a questão da de como a família a situação e como é o contexto familiar torna-se e muito importante no processo da evolução desse quadro né então se você tem um um uma família mais estruturada eh que trabalha bem com a questão dessa criança porque para trabalhar com crianças desse tipo você precisa de duas coisas eh primeiro amor e segundo persistência Então você tem que ser para ser persistente você tem que ter paciência e tolerância mas não pode ser frouxo você tem que ser firme né então quer dizer é um conjunto de coisas muito difícil às vezes da família similar Mas como você é pass intolerante e ser firme ao mesmo tempo por isso que aí que entra terapia ctiv comportamental porque ela engloba a família nesse tipo de orientação Então quando você pega o quadro já no início lá na primeira infância a família entende começa-se um tratamento o curso

terapia ctiv comportamental porque ela engloba a família nesse tipo de orientação Então quando você pega o quadro já no início lá na primeira infância a família entende começa-se um tratamento o curso muda totalmente a gente vê esses cursos que o Fernando falou naqueles que não são tratados né que são rotulados como Ah ele é mal educado a família não dá educação tal então aí a coisa ela vai progredindo né é o curso dela para transtorno de conduta e depois e o que esse rapaz tem que é o transtorno de personalidade antissocial então se você não tiver realmente essa preocupação né Desse acolhimento e da família de forma adequada no entendimento do problema das das dos possíveis tratamentos e soluções o curso é desastroso uhum uhum nós temos um uma colocação aqui de uma Internauta a nossa irmã k Santos pedi paraa técnica colocar aqui Nossa responsabilidade de pais não pode ser terceirizada responsabilidade familiar social e acima de tudo espiritual vou usar essa essa colocação da nossa irmã vou compartilhar com vocês vocês estão falando de casos aqui vou compartilhar minha experiência com crianças não é tão grande quanto a de vocês mas no começo desse ano nós atendemos uma criança de 6 anos de idade que estava eh colocando terror na família toda e tava com dificuldade de ficar na escola não obedecia ninguém eh extremamente agressiva e junto com o o o a orientação parental nós encaminhamos para o atendimento espiritual e tivemos a experiência de acompanhar na casa Espírita a manifestação de vários amigos que acompanhavam essa criança eu queria que vocês não queria ficar no meu caso mas que vocês pudessem comentar um pouco essa interface de processos obsessivos com essa esse quadro também que esse espírito traz né porque não é porque é pequeno que não tem um passado difícil e se tem esse passado difícil às vezes ele não tá sozinho Ness nesse processo eu queria que vocês pudessem comentar um pouco a interferência desses aspectos obsessivos dentro também do agravamento ou até mesmo numa numa

do difícil às vezes ele não tá sozinho Ness nesse processo eu queria que vocês pudessem comentar um pouco a interferência desses aspectos obsessivos dentro também do agravamento ou até mesmo numa numa possível eh simulação de ser um quadro de Tod na verdade podendo não ser né na verdade a gente nomeia eh em termos eh didáticos a academia e a função dela é essa realmente mas quando a gente tem uma visão eh mais aprofundada das questões íntimas do Espírito Imortal a gente vai se debater obviamente olhando ao indivíduo e sabendo que estamos diante de um espírito pelo fato de ser criança aí eu reporto aqueles que quiserem aprofundar as questões ler a obra nossos filhos são Espírito de Hermínio Correa de Miranda né e mediunidade e obsessão em crianças S cuda schuber são duas leituras muito agradáveis quando a gente pega o Evangelho no capítulo 14 item 8 a gente vê o corpo procede do corpo mas o espírito procede não procede do Espírito no caso né Portanto o espírito já existia antes e ele foi obv ente criado na sua forma simples e ignorante lá nas Lides existenciais e ele obviamente ele vem evoluindo então quando a gente olha em SOS família a Joana diz assim a educação moral a luz do Evangelho sem disfarces de conscientização espiritual e sem alardes e a liberdade dada de forma correta ela transforma o ser humano num ser humano útil à sociedade é por isso que caiut diz que o que é o homem evangelizado é um homem resoluto é homem que obedece a lei de Deus portanto eh no Mundo Maior o nosso André Luiz vai dizer evangelho é só nas almas é luz no caminho dos homens é Elo abençoado para a união feita aí ele conclui evangelos nossas crianças espíritos Forasteiros do infinito em busca de novas experiências à procura realmente da sua evolutiv e concluo com bizer de menzes em garip peiros do além né na sua segunda edição que diz assim é nosso dever pois colocarmos o coração e a mente em sintonia o entendimento superior e colaborarmos suficientemente na educação de crianças dos jovens a fim de que uma geração

da edição que diz assim é nosso dever pois colocarmos o coração e a mente em sintonia o entendimento superior e colaborarmos suficientemente na educação de crianças dos jovens a fim de que uma geração Futura do amanhã seja habilitada a luz Suprema tá do divino mestre Resumindo falou-se falou-se se tou C Tou mas é evangelho e o que o ser humano precisa é evangelho quando Kardec aborda eh O que é a educação ele define R Espírita de que a educação é um conjunto de normas que se repetem e transforma um homem mas o que a gente vê é a transferência da responsabilidade do educando para a instrução da escola ou da sua igreja e isso aconteceu isso é uma tese de um conhecido que eu ele me deu a tese eh no fim do último cartel do século XIX a família e a igreja eh ficaram muito juntas e a família deu à igreja a transformação de educar os filhos e a escola de Educar quando é instruir é por isso que Emanuel diz do Consolador na questão 108 que cabe ao lar educar e a escola instruí a gente inverteu e a gente inverteu também em não saber criar os filhos transformando-os em bibelos em belezinhas em coisinhas e ao apadrinhamento de todas a família que presentei a criança excessivamente eu oriento a uma mãe que só existe três formas de presentear uma criança no dia da criança no seu aniversário ainda digo no Natal que eu digo o presente deveria ser de Jesus que é ele que nasce e não seu filho então seriam do presentes mas Alexandre já T ter paciente eu tenho pacientes que ganham presente toda vez que vem ao médico toda vez que sai toda vez que o pai viaja toda vez que a mãe chega toda a madrinha então a criança simplesmente olha quebra e basicamente deixa de lá não valoriza a valorização da criança pela família pelo respeito aos pais né então quanto mas nos afastamos mas a saúde mental adoece e obviamente eu termino dizendo que a injunção das características de fenômenos obsessivos em criança nunca se fez tão alta né então a gente tem aquele trabalho com a Marta da febre um trabalho interno

obviamente eu termino dizendo que a injunção das características de fenômenos obsessivos em criança nunca se fez tão alta né então a gente tem aquele trabalho com a Marta da febre um trabalho interno obsessão em crianças então quando se olha os transtornos principalmente comportamentais da Saúde Mental tem que se v a possibilidade como dis de um fenômeno obsessivo infantil por criança dis o evangelho né É só um espírito em evolução e espírito né Fernando eh eu acho assim obsessor todo mundo tem não tem jeito Todos nós temos as nossas as nossas mazelas e as nossas mazelas então Todos nós temos o nosso amiguinho aí que tenta nos atrapalhar E é claro que esses pacientes com Todd pela sua própria bagagem espiritual é claro que terá ali um que vai cutucar um pouquinho mais e às vezes temos que ter atenção que que esse espírito obsessor que na verdade eh de alguma forma ele foi agredido em alguma outra época por isso que ele se tornou ali um obsessor às vezes às vezes ele é obsessor da da da família da mãe e do pai mas vai cutucar a criança para ver se desestrutura o processo familiar Então são técnicas né bem bem bem estruturadas do do do outro lado que eles sabem como cutucar para criar desavenças problemas problemas conjugais e às vezes cutuca a criança percebendo essa característica da criança cutuca um pouquinho mais para prejudicar um pouco mais o próprio Lar então a questão obsessiva não tenho dúvida nenhuma né eu ten um caso rapidinho uma criança com esse tipo de transtorno chegou no meu consultório não quis entrar na sala falou mamãe papai não vou ficar aqui e saiu né aí conversei com o pai com a mãe e tal realmente no transtorno opositor é desafiante tal a minha secretária é médium a ela chegou para mim e falou assim Ô Dr Alexandre aconteceu uma coisa muito estranha aqui o que que foi aquela menininha ela saiu daqui o pai tava lá fora a mãe tava comigo ele falou papai vamos embora daqui porque o segurança do tio está prendendo o meu segurança lá fora ver o nível que atende

que foi aquela menininha ela saiu daqui o pai tava lá fora a mãe tava comigo ele falou papai vamos embora daqui porque o segurança do tio está prendendo o meu segurança lá fora ver o nível que atende aí olha só Pois é e e engraçado né você o Fernando trouxe um um uma experiência que ele teve no no consultório né o Alexandre falou agora a pouco eh sobre o sofrimento dos Pais né da da do espírito obsessor querendo causar esse transtorno dentro de casa para os pais e aí eu vou perguntar para vocês o seguinte ah essa pessoa essa criança que tem Todd ela também sofre com essas crises ou apenas a causa eh eh ou apenas causa sofrimento naqueles que estão à sua volta no caso dos pais dos familiares assim dependendo do do grau em que esteja o transtorno opositor se leve moderado Severo e essa classificação do dsm5 se baseia ah em termos de locais ou seja o Severo ele tem normalmente três a quatro locais em que o comportamento dele mesmo o que eu tenho visto na clínica diária é que são crianças que tem uma labilidade emocional muito grande a curva emocional dele o transtorno e humor dele é flutuante demais né Eh daí essas crianças evoluírem para outras patologias concomitantes né como depressão maior né e no futuro ou não um transtorno bipolar que tudo geneticamente então é por isso que eh na nova revisão da psiquiatria infantil né tem que se ver isso sobre um contínuo não é em que vai se transformar esse processo mas a criança em si não quer ser assim E principalmente crianças que estão sob ação júdice e obsessores pertinentes que querem fazer toda a família sofrer e não só a criança u são crianças que têm uma habilidade emocional muito B choram absurdamente né é um é uma tristeza o seu ol por rosto da Criança é uma criança fechada em si mesmo triste não gostam de afago carinho toques né E às vezes na fase aguda em que está o quadro desconhece pai mãe madrinha quem vier e houve um caso que eu eu eu apresentei eh dentro da de uma perspectiva do da chamada síndrome do pensamento acelerado

às vezes na fase aguda em que está o quadro desconhece pai mãe madrinha quem vier e houve um caso que eu eu eu apresentei eh dentro da de uma perspectiva do da chamada síndrome do pensamento acelerado que ainda não se aceita bem esse diagnóstico não faz parte ah do dm5 dentro do CD1 mas ah a com a teoria do Augusto Curi né isso mas não é assim de Augusto Augusto levantou essa ideia exatamente agora nos finais de 90 para 2000 mas a a Unifesp já tem a unidade chamada Prisma que é um um grupo de de de professores da Unifesp em São Paulo que estudam e crianas com eh dependência tecnológica e esse meu paciente só tinha em torno de 7 anos ele estava jogando emog e ele é uma criança relativamente forte acontece que a internet da casa da vó travou e ele furioso jogou o celular na parede quebrou a avó foi intervir Ele puxou o ventilador jogou sobre ela e foi preciso o tio ou seja o filho hã da sua avó contê ele e trouxeram ele e Eu encaminhei obviamente para uma terapeuta cognitiva comportamental aparentemente era um menino que nunca tinha tido nada isso nós estamos chamando atualmente de transtorno de desregulação temporária de humor né e ele teve um quadro furioso mas tudo tá dentro do mesmo contínuo esses ses infantis sofrem e como adolescente também né Porque já já se evadiu de casa já se uniu a grupos né Aos pares dele que já não são os familiares todo mundo da família não o compreende ele diz são muito chatos e ele prefere realmente os da rua e quando não se envera pelo uso do ácool e da droga né é muito comum realmente ele é conjunto da família e e da criançae quando você pega criança um pouco maior de 10 12 anos você começa a conversar com eles eles mostram ali o o sofrimento de ter esse transtorno Alguns falam tio eu não queria fazer isso mas parece que é muito mais forte quando eu vejo já fiz e ali gera na criança uma angústia uma ansiedade eh que você vê que essa criança e esse pré-adolescente de fato está sofrendo com a sua situação Uhum é isso é muito importante a gente

o eu vejo já fiz e ali gera na criança uma angústia uma ansiedade eh que você vê que essa criança e esse pré-adolescente de fato está sofrendo com a sua situação Uhum é isso é muito importante a gente destacar porque muitas vezes eh como choca muito a agressividade passa batido às vezes aos olhos de quem está em volta o sofrimento e às vezes o clamor de Socorro que essa criança tá enviando para nós né Nós temos dois comentários aqui que eu queria chamar pra gente poder trazer os dois são da da nossa irmã Michele é da Michele firmeza tolerância muita paciência muito amor evangelho gratidão por esse tema e ela continua é um processo Cansativo e desgastante para a família para quem lida mais diretamente é mais difícil realmente é isso que a gente observa por isso que a gente tá trazendo esse esse assunto aqui a nossa querida Márcia Um beijo grande para ela ela nos agradece os comentários e a oportunidade do departamento n família tá trabalhando aqui com a gente a gente que agradece Marcinha ess do esses amigos maravilhosos que estão aqui conosco essa parceria que nos permite esclarecer tantas pessoas e a nossa irmã Dezinha ela nos fala sempre quando atendo crianças com tódio procuro mentalmente conversar amorosamente com o outro também no silêncio das trocas de olhar isso é muito importante né Essa Esse envolvimento maior nós estamos com o nosso tempo já expirando eu gostaria de de uma mensagem final de vocês dois para para esses mamães e esse essas mamães e esses papais que estão nos ouvindo e que muitas vezes ficam inseguros e que precisam de uma de uma última palavra para para para poder ter mais força se vocês puderem nos brindar com isso bem eu terminaria com uma frase que não me pert é do Roberto Lúcio um querido irmão Serafim conhece bem de Minas Gerais psiquiatra inicialmente psiquiatra infantil hoje psiquiatra de adulto né escreveu vários livr E isso está no livro dele o homem sadio uma nova visão que diz assim que a saúde né é a real conexão da criatura com o criador e a do

quiatra infantil hoje psiquiatra de adulto né escreveu vários livr E isso está no livro dele o homem sadio uma nova visão que diz assim que a saúde né é a real conexão da criatura com o criador e a do doença exatamente o contrário momentâneo que nos leva a tal fato nunca desista né de ver em seu filho em seu sobrinho em seu parente próximo um enfermo enxergue o como enfermo realmente na sua totalidade do espírito e do corpo busque na Medicina dos homens instrumento dado por por Deus né Eh e busque através das técnicas seja psicológicas terapeutas ocupacionais o máximo que você puder Mas também aproxime-se de Deus e de Jesus através do Evangelho a prédica do Evangelho ao lar a água fluídica o passe né o comparecimento Se possível da criança com os pais a casa espírita para tomar o passe os pais assistir a palestra semanalmente isso é fundamental sem trazermos eh a espiritualidade para dentro de nós por espírito que somos não vamos conceder uma melhora futura e tão bem estruturado preciso vermos o ser humano criança de hoje o homem do amanhã e a saúde inicia-se nessa fase Eu me refiro à saúde mental uhum eh as palavras aí do Fernando também são minhas eu só acrescentaria aquilo que eu tenho orientado as famílias e um dos pontos principais para que haja Harmonia equilíbrio e melhora do do próprio Estado Clínico seu filho é a prece sem que possível faça uma prece em conjunto ou faça uma prece quando aquele aquela criança já está dormindo a lado no seu leito pedindo toda a orientação e o auxílio a proteção da espiritualidade maior Então mãe não esmoreçam sejam persistentes entregue todo o amor possível junto com paciência tolerância e firmeza e rezem com seus filhos ou rezem para os seus filhos e pode ter certeza que vai ajudar bastante perfeito Alexandre Fernando Muito obrigado pelas pelos esclarecimentos pela pelo acolhimento aos pais que estavam nos assistindo aos nossos irmãos internautas Cristina obrigado pela parceria de sempre e Esperamos vocês internautas nossos

igado pelas pelos esclarecimentos pela pelo acolhimento aos pais que estavam nos assistindo aos nossos irmãos internautas Cristina obrigado pela parceria de sempre e Esperamos vocês internautas nossos irmãos na próxima quarta-feira novamente até lá até lá beijo a todos somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do Evangélio do Cristo chegamos onde chegamos conquistamos o que conquistamos o nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância nossos meios acesso são lugares que antes pareciam inalcançáveis a comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público já são mais de 4000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas produzidos por comunicólogos produtores audiovisuais cenógrafos editores designers programadores e técnicos de áudio toda essa estrutura só é possível graças a você apoiador do nosso trabalho e somos gratos por toda a sua doação até aqui mas este trabalho precisa continuar podemos acolher ainda mais pessoas e para continuar alcançando tantos corações precisamos de você por isso mais uma vez contamos com seu apoio financeiro apenas com ele poderemos avanar ainda mais e continuar próximos de você trabalhamos pelo consolo pelo esclarecimento e pela esperança e sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente a padrinha FEB TV estamos juntos com você através da FEB TV acesse do. febtv.com.br e faça sua doação eu quero ver i

Vídeos relacionados