Como entender o TDAH? | Família no Ar

FEBtv Brasil 19/10/2023 (há 2 anos) 1:05:19 265 visualizações

"A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Emmanuel, O Consolador. Que tal debater sobre a Família à Luz do Espiritismo por meio de diversos temas relevantes para este momento de transformação e evolução da Terra? Vem com a gente para o "Família no Ar”, um programa da FEB Lives, o canal de transmissões ao vivo da Federação Espírita Brasileira! No dia 18 de outubro de 2023, abordaremos o tema "Como entender o TDAH?". Os convidados ...

Transcrição

Boa noite amigos que nos assistem no família no ar Hoje iremos falar sobre um tema muito importante o Transtorno do Déficit de Atenção e hiperatividade que vem se tornando progressivamente mais conhecido Porém isso não diminui o sofrimento que a pessoa com o transtorno e sua família enfrentam esclarecer as famílias é a nossa principal preocupação pois como nos diz Kardec como primeiros médicos da Alma dos filhos os pais deveriam ser instruídos não só dos seus deveres mas dos meios de cumpri-los esse trecho está lá na Revista Espírita fevereiro de 1864 Cristina seja bem-vinda boa noite Tá inspirado Obrigada Nel muito inspirado você hoje obg né antes de começarmos vamos aproveitar um momento Para darmos Parabéns pelo dia dos médicos a todos os nossos colegas que trabalham nessa área tão importante para todos nós E hoje nós vamos receber dois convidados muito queridos dois médicos que vem aqui conversar conosco Dr Fernando Souza da am Cariri e Dr Alexandre Serafim da do Vale do Paraíba é isso mesmo Cris nosso irmão Fernando Souza ele é pediatra especialista na área de neurodesenvolvimento seja muito bem-vindo Fernando Boa Noite Nelson boa noite Cris é mais um prazer nosso estarmos aqui no programa Família noar capitaneado pela Márcia Leon do departamento de família e que possamos ao termo dessa Live ter contribuído para dermir alguma ideia e antes de tudo colocar o espírito Imortal de todo ser humano criança esp nessa qualificação perfeito Fernando nós agradecemos muito a sua disponibilidade viu e o Alexandre Serafim que é neuropediatra coordenador da disciplina medicina espiritualidade na Universidade de Taubaté atuando como palestrante e escritor Espírita seja muito bemvindo muito obrigado aí a todos da idade a gente poder conversar um pouquinho sobre um assunto muito interessante oportuno nos tempos atuais e que espero aí que eu e meu querido amigo Fernando possamos trazer os esclarecimentos necessários muito obrigado pelo convite gratidão a nossa Com certeza nós vamos ser

nte oportuno nos tempos atuais e que espero aí que eu e meu querido amigo Fernando possamos trazer os esclarecimentos necessários muito obrigado pelo convite gratidão a nossa Com certeza nós vamos ser brindados por muitos conhecimentos de vocês dois na noite de hoje e vai também o nosso agradecimento de coração a nossa irmã que é coordenadora da área da família na AM Brasil a Dra Márcia Leon com quem nós trabalhamos tão de perto tão bem né bom meus irmãos de acordo com o dsm5 Né o manual de diagnóstico de estatístico de transtornos mentais americano do a incidência do TDH está em 2,5% e é mais comum nas pessoas do sexo masculino fala-se muito no TDAH mas Vocês poderiam explicar para nós melhor O que vem a ser o TDAH aqueles sinais e sintomas que nós pais tios Temos que estar atentos no nosso cotidiano tá aí com vocês Fernando teu som tá fechado eu diria eu começo uma parte e Serafim toca no restante veja bem o TDH é um distúrbio do neurodesenvolvimento não é e como o distúrbio do neurodesenvolvimento ele se caracteriza pela academia de psiquiatria americana que a gente chama ass apaa no relatório último de maio de 2013 que deu origem ao chamado dcm5 que é do diagnóstico estatística de doenças mentais dos Estados Unidos é preciso que a criança tenha o Tríplice aspecto em si que tenha desatenção desorganização eh hiperatividade ou impulsividade ah essa mesma apaa que academia americana classificou ele ah da seguinte característica perguntou-se em si toda pessoa tem TDH a resposta foi ah 5,29 segundo esse autor pozin de um trabalho feito em 2007 em seu estudo apresentam eh principalmente nas crianças abaixo de 18 anos Apesar de que a gente pode discutir no final diagnósticos tardios de tgh que geram um problema muito sério tais como a gente tá vendo pessoas aí da mídia globais sendo descoberto o diagnóstico de transtorno do espectro autismo o que causa o TDH os fatores chamados genéticos ele atingem em torno de 77% segundo esse trabalho desse autor chamado faraoni H em 2005 ele os

escoberto o diagnóstico de transtorno do espectro autismo o que causa o TDH os fatores chamados genéticos ele atingem em torno de 77% segundo esse trabalho desse autor chamado faraoni H em 2005 ele os colaboradores encontraram e os chamados fatores biológicos maternos também tem importância fundamental uso de álcool uso de tabaco uso de drogas ilícitas baixo peso descolamento prematuro de placenta sangramentos os outros não por descolamento gravidez indesejada uma série de fatores que podem atingir porém eh segundo eh como se apresenta eh o TDH eles pode se apresentar com um padrão persistentemente de desatenção e como padrão de desatenção aí Aqui está porque hoje tanto eu como Serafim como amigos que a gente conhece é que fazem Clínica neuropediátrica a criança já chega com um diagnóstico firmado pela professora da Escola e já usa uma uma certa um certo critério e já vem com essa história e cabe ao médico ele realmente fechar então é preciso que o paciente segundo dsm5 na desatenção ele tenha seis ou mais dos seguintes sintomas e que esses sintomas tenham perdurado pelos últimos 6 meses por nesse critério de 2013 E cite-se aí que nós tivemos a honra de ter um único brasileiro chamado a estar com o grupo do dsm5 que foi o roden da Universidade Federal do Rio Grande do Sul um psiquiatra infantil e ele foi o único a ser chamado para o novo critério do TDH então é preciso que ele tenha seis ou mais item de desatenção como um frequentemente não presta atenção dois tem dificuldade em manter o foco na escola ou em qualquer outra atividade não segue instrução de ninguém não quer se submeter à instrução não organiza suas tarefas essa semana eu que trato de um paciente já adolescente o pai dele me disse eu não posso a Doutor o menino deixou o livro na escola e perdeu o menino chegou descalça em casa deixou o tênis depois da aula de Educação Física perdeu todos os lápis Toda semana é uma queixa Isso é realmente a desatenção dele perde objetos como eu citei distrai-se por estímulos

descalça em casa deixou o tênis depois da aula de Educação Física perdeu todos os lápis Toda semana é uma queixa Isso é realmente a desatenção dele perde objetos como eu citei distrai-se por estímulos e e esses seriam mais ou menos pelo menos seis critérios quando o paciente é dito impulsivo é preciso que ele também preencha pelo menos o mínimo de seis critérios como é uma criança que batuca muito é uma criança que não para sentado ele tira a cadeira vai leva a cadeira para outro local ou toma a cadeira de um colega ele não fica na fila é o primeiro a sair da sala n e é o primeiro a entrar na sala com temp não significando que ele vai sentar na frente e aprender né e é realmente é o chamado fura filas né e ele normalmente is em crianças menores Ach que serafin já viam bastanteo a gente tá examinando a criança e a criança muito menos Menor ela puxa o rosto m para que a mãe foque ela eh que ele consiga vê-la então a mãe está conversando conosco O pai está tá estão discutindo mas a criança quer falar com ele roda o r para ele isso é um trno processamento sensorial visual Isso tá muito eh Acontece muito existe uma m que se chama o cérebro scial de um autor chamado que é ult e significa falha na atensão compar do olhar eh interessante é que os tipos o tipo mais comum que ocorreem C 75% das crianças é diag combin Ou seja a criança atenta E aí 30% ocorre na forma desatenta e apenas 15% ocorre na forma hiperativa nessa ú classificação aí também ainda classificou os níveis de evidência nível Tá certo então eu vou parar por aqui para deixar pegar essa parte agora o diagnóstico e realmente concluir realmente vender bom já ente tudo mas assim eh dentro dessa estatística que foi falada nós temos uma variabilidade que depende muito de idade a quando você pega aí mais a parte da Infância e da adolescência essa cifra ela chega em torno de 5% com uma variabilidade de Regional às vezes varia de 2 Até 88% quando você vai pro adulto aí que você chega nessas cifras Mais ou menos de 2% mas mas nós temos que lembrar que o

la chega em torno de 5% com uma variabilidade de Regional às vezes varia de 2 Até 88% quando você vai pro adulto aí que você chega nessas cifras Mais ou menos de 2% mas mas nós temos que lembrar que o adulto ele não fica hiperativo Ele carrega isso já da sua infância Então se se o indivíduo fala não minha infância adoro foi tudo bem E mas agora eu sou mais agitado mais impaciente não me concentro Então você tem que pensar em outros fatores E aí transtornos de ansiedade estress qualquer do dia a dia gerando aí uma dificuldade de concentração porque o TDH ele vem já lá no pequenininho e essa variação que o Fernando falou do ponto de vista Clínico você percebe que criança abaixo de 7 anos tem mais padrões de hiperatividade que às vezes vai melhorando até os 7 8 anos mas F mantém ainda uma dificuldade do ponto de vista de concentração ou isso pode ir fatalmente até adolescência depois até a fase eh adulto como o Fernando já citou critérios eh clínicos do dsm cinco eu vou ser assim um pouquinho eh mais sucinto eh em outro outra forma de entendimento do TDH ah geralmente ele é considerado né um uma doença eh dos neurotransmissores neuroquímica eh que é geneticamente determinado associado a fatores ambientais Hoje os estudos mostram que algumas proteínas que ficam aí na membrana eh da cél do neurônio que tem que captar esses neurotransmissores não estão funcionando adequadamente com isso a via que vai ali na região frontal do nosso cérebro que faz a questão comportamental ajuste comportamental capacidade de concentração entendimento de de questões de convívio social isso não passa a não acontecer porque a via não faz todo o processo pelo neurotransmissor até ativar essas regiões eh frontais para ajuste comportamental E aí nós temos uma variabilidade Clínica eh importante não há um gen único O que é considerado chama-se polimorfismo genético ou seja uma variabilidade gênica dando expressões diferentes por isso nós temos por exemplo uma criança eh mais hiperativa impulsiva e temos uma criança

ue é considerado chama-se polimorfismo genético ou seja uma variabilidade gênica dando expressões diferentes por isso nós temos por exemplo uma criança eh mais hiperativa impulsiva e temos uma criança que tem maior dificuldade de concentração e em cima disso nós temos que chama-se comorbidades que são associações isso acontece em torno de 75% dos casos onde você pode ter a criança hiperativa com 10 de atenção e ansiedade ou destur de sono outra outros transtornos eh eh ass comportamentais Associados por exemplo opositor desafiante transtorno de humor Ah você pode ter transtornos de aprendizagem importante e isso é interessante porque a família acha que quando você Medica a criança vai aprender e às vezes melhora toda a parte comportamental mas não aprende nada porque tem um transtorno de aprendizagem associado Então veja que a a questão TDH é uma questão muito complexa não é uma questão fácil e dar o diagnóstico também não é fácil você tem que entender muito o processo de vida da criança por exemplo eu pego eh mães que não esse menino não para ele Mexe em tudo ele levanta ele abre gaveta ele corre não me obedece e tal aí eu pergunto e lá na escola como é que ele é não na escola não tem queixa não na escola é tranquilo não existe D DH que fica só no ambiente TDH é TDH onde ele vai ele vai causar um transtorno por isso chama-se transtorno ele causa um transtorno realmente né é o é e eh O Fernando falou eh que são são são crianças eh que T essa dificuldade de interação eh é é o famoso espalha rodinha quando ele chega a moçada cai fora porque ele Acaba atrapalhando a brincadeira Acaba atrapalhando um convívio as mães falam Doutor se eu pôr no esporte ajuda eu falei olha depende porque o que que nós vemos você põe aqu Ah vou pôr na natação ele cai na piscina quando não pode ele atravessa a raia do outro ele não segue regra o professor liga para não dá o seu filho não atrapalha põ ele no futebol imagina só um transtorno deve ser atenção no futebol goleiro pronto acabou né então

ravessa a raia do outro ele não segue regra o professor liga para não dá o seu filho não atrapalha põ ele no futebol imagina só um transtorno deve ser atenção no futebol goleiro pronto acabou né então você tem toda uma situação muito complexa dessas crianças e que a gente tem que ter uma análise muito detalhada para ver se vamos ou não eh tratar essa criança se vamos ou não introduzir uma medicação ou se vamos só trabalhar com uma questão terapêutica Então são são muitas variáveis além do que nós temos crianças que têm déficit intelectual associado à agitação motora nós temos crianças com síndromes associadas à agitação motora nós temos eh eh eh eh crianças que além do TDH tem desajustes eh transtornos comportamentais importantes né E que tem que ser avaliado no contexto do que vai ser feito nós vamos colocar terapia nós vamos colocar medicação Hoje os trabalhos mostram o seguinte se você colocar só medicação Você tem uma melhora em torno de 70% se você colocar só terapia Você tem uma melhora em torno de 30% se você põe os dois juntos tem melhora de quase 90% Então hoje é o Consenso é você juntar as situações né quando você tem uma avaliação bem definida não só da questão dos critérios para chegar ao diagnóstico DH mas das comorbidades que estão associadas n falei demais também né fando nada rapaz que isso essa aula de você é importantíssima não à toa Olha nós temos muitas interações aqui dos nossos irmãos internautas de representantes de casas espíritas então nós temos aqui a a nossa irmã a nossa irmã mácia Leon que esteve com a gente na semana passada temos irmãos aqui olha do Espírito Santo de Belém do Pará da Argentina Olha só de fora do Brasil do Ceará e muitos já fazendo perguntas a pergunta que eu vou fazer para vocês agora Alexandre e Fernando ela tem relação com uma pergunta de uma Internauta irmã Nossa eu vou fazer a dela e em cima eu faço a que eu tinha programado para vocês ela pergunta o seguinte eh fiz 60 anos e agora que desconfio que tenho esse transtorno como

unta de uma Internauta irmã Nossa eu vou fazer a dela e em cima eu faço a que eu tinha programado para vocês ela pergunta o seguinte eh fiz 60 anos e agora que desconfio que tenho esse transtorno como farei para ter certeza e vai exatamente ao encontro da pergunta que eu i fazer para vocês que é a seguinte algumas pessoas somente recebem o diagnóstico de TDAH na vida adulta como isso pode acontecer e nesse adulto o transtorno tem a mesma configuração microfone Fernando Olhe basicamente o diagnóstico será o mesmo ele tem que ser um diagnóstico estruturado obviamente Ele é uma pessoa que vai ser atendida por um psiquiatra de adulto ou neurologista de adulto inclusive com algumas salvas de compreensão ah da terceira idade ou seja da geriatria aos 60 anos obviamente Existem algumas falhas de processamento já eh bem menos mas já existe e o diagnóstico Pode sim ser firmado existem muitas pessoas que estão sendo diagnosticadas como eu falei no início de teia né de outros transtornos quem faz psiquiatria infantil eu faço saúde mental que é muito parecido e quem faz saúde mental infantil de adolescente e psiquiatria sabe que o diagnóstico de transtorno bipolar é dificílimo mas que toda pessoa passa antes de ser bi ela foi unipolar e ela passou um tempão quando ela começa a ciclar e ela começa a ter altos e baixos principalmente no hum dela que o diagnóstico vem da mesma forma ninguém fecha diagnóstico de esquizofrenia infantil antes da adolescência não há critérios mas num adulto aos 60 anos pode e eu diria a senhora o que que vai mudar nada a senhora conviveu 60 anos com seu TD ele é seu lhe pertence não vai mudar nada a senhora criou os filhos trabalhou desenvolveu as suas especificações se teve algumas dificuldades venceu por não é esse diagnóstico agora que vai modificar tire da sua cabeça isso apenas agradeço a medicina porque a medicina não é uma ciência exata o que eu falava né ho minha esposa estava perguntando Fernando quantos anos aí eu disse 46 de formado e 44 de consultório

beça isso apenas agradeço a medicina porque a medicina não é uma ciência exata o que eu falava né ho minha esposa estava perguntando Fernando quantos anos aí eu disse 46 de formado e 44 de consultório é um bocado de tempo né Então e o que eu falo hoje do TDH eu não falava em 79 quando eu terminei o pós e muito menos em 77 quando eu fiz a graduação a medicina ela muda porque as especificações principalmente na genética molecular na farmacogenética dos remédios que eu tenho fumar Serafim falou muito bem você pede para usar a medicação que todo mundo conhece chama-se metilfenidato é é uma substância que é muito boa mas tem outras implicações Então já se chega pedindo né e a gente sabe que alguns alunos de faculdade chegam a cheirar a o mentil fidate em forma de pó machucando macerando o comprimido e cheirando como se fosse cocaína Isso é um absurdo para aumentar o meu nível de percepção para uma prova que eu vou fazer sem estudar não é assim que funciona então o seu diagnóstico que foi dado agora apenas realmente aceite-o mas a senhora já sobrep por tudo e venceu não é seriam essas as considerações sobre esse caso que eu traria uhum relação pode falar em relação ao ao adulto aquilo que eu tinha comentado no início né a esse processo ele não não se iniciou na fase adulta ele se iniciou já lá desde a infância e adolescência e essa pessoa veio carregando eh os critérios diagnósticos Eles foram sendo bem estabelecidos eu não tenho tanto tempo como Fernando tenho 35 anos eh de de de profissão com 32 de clínica E desde esses 30 do começo desses meus 32 anos eu via crianças com essa característica pegava ali as referências para ver se encaixava em critérios e já iniciava com alguns tratament e eu e eu por exemplo pelo menos aqui na minha região era um dos Pioneiros em tratar crianças com TDH e e dentro da receita naquela época a receita que nós usamos que é tipo a que é uma receita amarela extremamente controlada só é liberada pela sária eu era o único médico que usava isso daí

as com TDH e e dentro da receita naquela época a receita que nós usamos que é tipo a que é uma receita amarela extremamente controlada só é liberada pela sária eu era o único médico que usava isso daí e até aconteceu um fato interessante porque eu eu sofri um processo no CRM por que eu estava escrevendo receita tipo a para criança então tive que me defender no CRM com toda uma bagagem há quase 30 anos atrás para mostrar que aquilo era um fato vocês terem uma ideia que até 30 anos atrás o pessoal não entendia Isso então isso vem sendo entendido gradativamente atualmente ficou muito bem estruturado os critérios diagnóstico para você ter mais tranquilidade em falar e ficou mais fácil de você poder abordar com a família questões de medicação agora o o adulto é Isso corresponde a quase 2% dos adultos é muito comum por exemplo por causa desse polimorfismo genético é muito comum quando você faz a conversação com a família os parentes que também são Às vezes o a na entrevista na na consulta o pai se identifica ele fala nossa Doutor isso aí que o senhor tava falando do meu filho que tô observando minha mãe falava também de mim só que na minha época o o o o tratamento era era o o o tapat terapia né o chinelo terapia não é não não tinha outra coisa para fazer e agora Doutor eu sofro porque realmente a gente observa quando eu não tenho experiência no tratamento de adultos mas eu tenho experiência das famílias que também t o mesmo no quatro e e eu percebo que é um sofrimento por quê esse indivíduo como ele não foi diagnosticado na época que tem que diagnosticar e não foi tratado adequadamente Ele carrega um estigma muito forte né ah é é mal educado é burro não aprende aí essa pessoa eh consegue entrar numa faculdade mas não consegue acabar Então você percebe que o adulto com TDH não tratado ele trocou de cursos várias vezes nós temos uma incidência aí de quase cinco cinco vezes mais acidentes automobilísticos maior índice de divórcio hum maior dificuldade de se manter empregos então isso gera

rocou de cursos várias vezes nós temos uma incidência aí de quase cinco cinco vezes mais acidentes automobilísticos maior índice de divórcio hum maior dificuldade de se manter empregos então isso gera realmente um sofrimento que gera um nível de estress e ansiedade alto que às vezes é difícil de você e separar mas nós vemos isso eh no adulto não diagnosticado porque passou a naele período da Infância e ficou como o famoso mal educado rotulado como mal educado que não estuda que não quer Parará Parará e vai indo pra fase adulta carregando uma bagagem muito difícil muito complicada por isso quando eu recebo a criança e eu percebo que tendo a família o pai ou a mãe estão com isso eu oriento eles a procuraram o médico para fazer uma avaliação mais detalhada o neurologista Clínico ou um psiquiatra para ver a possibilidade já de iniciar tratamento e muitos doos que foram tratar quando retornaram fal Doutor Muito obrigado pela orientação porque realmente a minha vida mudou depois que eu comecei a tratar Se eu soubesse disso antes eu teria já começado o meu tratamento então nós temos aí realmente uma uma quantidade grande de adultos não diagnosticados né Eh os diagnosticados estão chegando uma cifra de 2% eu acho que deve ter mais e realmente assim uma expressão familiar muito grande ou primo ou tio ou o avô né ou a mãe ou o pai alguém sempre tem o mesmo quadro quando você investiga a criança na família Uhum é é muito importante a informação para todos nunca vai ser tardio sabermos melhor nos compreender nós temos uma pergunta aqui que eu vou já chamar dos nossos internautas eh do Carlos Everton Mangueira que tá nos assistindo lá do Ceará e interessante que o Carlos eh reuniu o pessoal do centro espírita para assistir a nossa Live e vem de lá a pergunta dele como os evangelizadores podem agir com crianças e adolescentes com TDH nas aulas de evangelização eh sabemos das dificuldades da concentração né Vocês teriam alguma sugestão a esses evangelizadores meus irmãos sim se partirmos da ideia de que o

ças e adolescentes com TDH nas aulas de evangelização eh sabemos das dificuldades da concentração né Vocês teriam alguma sugestão a esses evangelizadores meus irmãos sim se partirmos da ideia de que o evangelho de Jesus evangelho terapia seja no aqui nós estamos debatendo com Credo E o paradigma médico Espírita Então vamos nos manter dentro dele mas o evangelho de Jesus aplicado em qualquer credo religioso ele é transformador isso se vê nas obras de Joana de Angel todas né a gente vê nas obras de Emmanuel então a evangelização de crianças com TDH elas devem ser iguais a de a criança dita aparentemente normal principalmente se ela for uma criança hiperativa essa Possivelmente E aí abre-se o paradigma médico e espírita Como disse o elical da schub em transtornos mentais há de se ver a conotação mediúnica dessa criança e o subjudice de uma entidade vingadora sobre ela então essa criança precisa de passe água fluídica mais atenção Alexandre sabe que quando nós mandamos laudo para as escolas de crianças com TDH essas crianças são portadoras e diversidades eh neurológicas né e não é uma criança neurológica típica é uma criança que apresenta um padrão de variedade que pode ser de nível Como Eu tratei bem leve a Severo e essa criança precisa ter um acompanhante pedagógico de sala de aula e por que não um acompanhante de sala de aula na evangelização que fique mais próximo a ela né e e que quando ela tiver a impulsividade através do Diálogo através da calma e através da Tranquilidade se possa conduzir essa criança eh eh a um terreno mais aceitável não assumindo a Total responsabilidade que deve ser dirigida à família não nos esqueçamos das consultas que vai de 108 A 113 em um Consolador que é Manuel cita e fala e endereça a característica de que a escola instrui e o lar educa o lá não é uma simples elevação de paredes concreta não o lá é um é um repositório de bênçãos onde um grupo de espíritos reencarnaram e nós temos que ver a criança com TDH ou outro transtorno porque é

o lá não é uma simples elevação de paredes concreta não o lá é um é um repositório de bênçãos onde um grupo de espíritos reencarnaram e nós temos que ver a criança com TDH ou outro transtorno porque é interessante na classificação da America Pat Association ou apaa é que transtorne ao longo da minha vida por isso que essa senhora com 60 anos foi descoberta agora tem melhora ao longo da vida mas não tem cura e é preciso que a pessoa e os seus familiares saibam disso e que a criança desenvolva um comportamento social que se multiplique nos diversos ambientes que é isso quem classifica o TDH seja desatento ou impulsivo principalmente impulsivo e hiperativo ele é hiperativo na escola ele é hiperativo na casa Espírita ele é hiperativo no shopping ele é hiperativo dentro de casa aí eu facilmente vou fechar o diagnóstico sabedores também que Alexandre pega muito isso a criança até 79 anos se tiver um nível de depressão que pode ser uma depressão endógena uma depressão exógena que pode ser uma depressão exógena de um casal que está se separando e a criança simplesmente toca fogo na casa só basta lhe dizer quase literalmente e eu tive um paciente que tocou fogo na casa mesmo tocou fogo no quarto dele para chamar a atenção dos Pais de que ele tá sofrendo n e crianças desse jeito precisam ser vista pela psiquiatria pela psicologia e depois é que se vai fazer o diagnóstico de um TDH com componente hiperativo o impossível desatento mas a saúde mental da criança tem que ser preservada e o evangelho de Jesus é um modos operand extremamente útil e que a casa tem que tem que ser aplicado através de metodologia que a FEB predispõe na leituras das obras de memei e tantos outros e Através disso se conseguir ter uma resposta mais a content mas eu vou passar para Alexandre mas eu não queria deixar e perdir a vocês a v porque eu gostaria de dividir com Andre o que a gente chama hoje de qv do TDH qv significa qualidade de vida e o desenlace do TDH ao longo da vida de uma criança de criança até adolescente e

vocês a v porque eu gostaria de dividir com Andre o que a gente chama hoje de qv do TDH qv significa qualidade de vida e o desenlace do TDH ao longo da vida de uma criança de criança até adolescente e adulta e ele já falou aí entra numa faculdade não termina entra num emprego abandona arranja uma namorada não consegue fixar-se né aí de uma semana para outra se adolescente aparece fumando absurdamente depois aparece bebendo e o desenlace disso é muito grave e eu gostaria de abordar se nos permitem eu e Alexandre o desenlace do TDH ao longo da vida e basicamente dentro da do questionamento da do evangelizador ah a questão da evangelização ela é é um contexto muito semelhante a da escola né Então as orientações que eu teria para fazer seria as mesmas orientações que eu faço pra escola então essa essas crianças eh Elas têm que ter uma acolhida melhor então por exemplo eh se tem lá 15 20 crianças dentro da salinha de evangelização essa tem que sentar mais na frente tem que ficar mais próximo a a o o indivíduo que é o responsável seria o professor da evangelização tem que ter ciência de que aquela criança tem esse quadro então ele vê que essa criança é agitada não presta atenção Ele tem que chamar os pais olha Eh essa criança tem algum diagnóstico eu vejo que ela é mais agitada não é ele tá em tratamento ele é uma criança com hiperatividade ó já ciente disso às vezes você tem que até mudar a proposta pedagógica de evangelização ela tem que ser às vezes mais lúdica mais dinâmica ah você tem que oferecer pra criança coisas para ela fazer ali dentro da sala Ah pega isso traz isso Apaga aqui ajuda o tio tal tal então essa criança ela vai ficando mais dinâmica vai ficando mais centrada e vai se ambientando melhor dependendo do da situação Aí sim entraria uma segunda pessoa para ficar só com aquela criança né trabalhando com ela individualmente e ajudando e o que o Fernando falou é um fato eh você estar com uma criança dentro de um Centro Espírita onde você tem todo todo um aporte espiritual ali para

ça né trabalhando com ela individualmente e ajudando e o que o Fernando falou é um fato eh você estar com uma criança dentro de um Centro Espírita onde você tem todo todo um aporte espiritual ali para auxiliar aquela criança Vai facilitar né hoje nós temos trabalhos interessantes eh em escolas públicas onde na educação física as crianças são treinadas em meditação e eles observaram que só esse fato melhora as questões de atenção e hiperatividade dessas crianças e melhora o convívio social então nós temos aí uma questão vamos dizer assim espiritual né importante onde você dá um método aplica um mét com meditação para crianças pequenas numa escola os seus comportamentos hiperativos e desatenção melhoram então será que isso também sendo aplicado dentro de uma casa Espírita não vai trazer uma melhora se na escola pública trouxe com certeza vai também mas é necessário que o evangelizador tenha entendimento do problema daquela que criança uhum seja esclarecido vá atrás converse com a professora e essa criança tem uma psicóloga uma pedagoga converse com a psicóloga com a pedagoga ou seja se cercar se munir eh de recursos que possam realmente auxiliar a criança porque a criança hiperativa se ela não tivesse auxílio ela abandona ela não quer ir na hora de ir para evangelização tô com dor de cabeça tô com dor de barriga começa a vomitar não não não não vai de jeito nenhum Hum porque tem que ficar sentado eh tem que ficar ouvindo determinadas coisas que não tá nem aí para isso porque a atenção tá em outro lugar então você tem que o evangelist ele tem que entender o processo ir atrás e buscar os recursos e o auxílio necessário para poder manter aquela criança dentro de uma sala perfeito Alexandre a o que a gente vê é que a as crianças com TDH dentro das casas espíritas é uma realidade assim como em diversas esferas da sociedade né e dentro do movimento Espírita popularizou-se A ideia de associar essas crianças da nova geração anunciadas por Kardec em a Gênese como portadores de TDH ocasionando muita

rsas esferas da sociedade né e dentro do movimento Espírita popularizou-se A ideia de associar essas crianças da nova geração anunciadas por Kardec em a Gênese como portadores de TDH ocasionando muita resistência quanto a busca de avaliação médica e o o devido acompanhamento o que nós podemos falar aos nossos irmãos que nos assistem sobre isso bom eu posso eh colocar que eh eu considero Eu particularmente um um erro né Uhum a a gente não pode confundir movimento espírita com doutrina espírita Então dentro do movimento surgem uma série de ideias e coisas e tal que às vezes se propaga dentro de um grupo contamina outros grupos mas nós temos que nos direcionar no que está descrito na doutrina espírita principalmente nas orientações do Livro dos Espíritos do Evangelho Segundo espiritismo e assim por diante se nós somos eh eh eu eu particularmente não acredito que crianças da nova era vamos dizer assim entre aspas que deveriam ser eh espíritos que vem para gerar mudanças e ajustes no desenvolvimento do próprio planeta seja crianças que Tragam tanto transtorno pra sociedade pra escola e pra família então ao meu ver é uma bagagem espiritual que está sendo trazida para essa existência por motivos que não temos como saber mas que dentro dessa existência tem esta manifestação que precisa de um auxílio o que eu vejo dentro de crianças da nova era que aí eu considero que provavelmente são são crianças que eu atendo no consultório e que está tendo uma grande dificuldade do ponto de vista escolar pela sua enorme capacidade de aprendizado a sua enorme capacidade de articulação de conversação e a maioria dessas crianças são dóceis são tranquilas são extremamente atentas não são iterativas Então essas Eu particularmente considero crianças que devem ser trabalhadas mais em felizmente ainda nessa nesse nesse nosso planeta e nosso país principalmente não existem recursos adequados para essas crianças você tem que mudar toda a proposta pedagógica fazer todo um trabalho de orientação de acompanhamento

nesse nosso planeta e nosso país principalmente não existem recursos adequados para essas crianças você tem que mudar toda a proposta pedagógica fazer todo um trabalho de orientação de acompanhamento dessas crianças também para que eles possam ser muito produtivos e se eu for considerar eh questões de encarnações paraa Nova Era isso já vem há muito tempo né já vem lá da grcia antiga Sócrates Platão você pega toda a evolução que nós tivemos aí na idade média com com Galileu Galilei Isaac Newton Descartes começo do século com Plants com News Born com Einstein São pessoas que mudaram completamente o aspecto planetário no conhecimento em tecnologia em filosofia e tudo mais você pega a a a o o os precursores eh do do próprio catolicismo Santo Agostinho né mudou São Francisco mudou né são espíritos que já vieram com essa essa bagagem né de já preparar essa essa nova era então eu não vejo a criança com diagnóstico eh bem definido de TDH com uma criança da nova éa eu vejo como um espírito que tem um comprometimento e uma manifestação Clínica desse comprometimento com essa dificuldade e de convívio social e que geralmente são muito pouco entendidos o que complica um pouco mais essa situação são um pouco tanto pela família quanto pela sociedade né são muito Discriminados ainda colocados à margem eu eu tenho mães que choram doutor eu não consigo ir com meu filho numa numa festa porque a minha família não tolera mais os primos não querem brincar com ele Então veja o o conflito né que essa criança acaba tendo e gerando para eu considerar que é um espírito de mais evoluído da nova era não dá para encaixar isso eu não sei a opinião do meu amigo Fernando Mas essa é a minha eu tô ansioso para ouvir viu a do Fernando a a sua colocação Alexandre ela tem bases doutrinárias e ela explica muito porque veja bem se eu for pra questão 95 e 96 do Consolador Chico Pergunta a Emanuel O que é saúde a resposta é a saúde como vemos no plano espiritual não é a simples ausência de enfermidades a perfeita Harmonia da Alma

eu for pra questão 95 e 96 do Consolador Chico Pergunta a Emanuel O que é saúde a resposta é a saúde como vemos no plano espiritual não é a simples ausência de enfermidades a perfeita Harmonia da Alma um paciente um TDH inquieto desatento desobediente não pode ser um espírito superior a leitura de o povid da nova deve ser feita novamente por quem leu e não entendeu agora Alexandre falou há poucos instantes sobre crianças superdotadas que ele tem eu tenho nós conhecemos e o mundo peca pelo menos a termo de Brasil Apesar de que São Paulo capital Alexandre se eu não me engano eh você lembra-se de saú cpel neuropediatra famoso que escreveu o livro com Aaron diamé saú tinha uma escola para superdotados em São Paulo e Ele estudou e o doutorado dele foi em Londres exatamente sobre dislexia né e a gente vê que a criança super dotada ela não invade o direito do outro ela não é agressiva ela é calma né Eu tenho algumas crianças que tem uma patologia que se pensa que é superdotado não é chama-se hiperlexia eu tenho um paciente que entra no consultório falando inglês comigo ele não diz Bom dia diz Good morning e ele vai sair falando em inglês é filho de um médico só tem sete anos nasceu e viveu dentro do beço com um tablet então ele foi aparentemente Alfabetizado antes do tempo e a hiperlexia é uma patologia do desenvolvimento né e a criança dita da nova era são dóceis são amorosas existe uma cantora que eu gosto muito ho já é um adulto chama-se EV vanco essa jovem quando começou a cantar o maestro viu e convidou e ela cantando ela simplesmente é um beijo flor ela é um médio soprano aqueles que gostam de música sabem o que é e ela não tem idade para ser uma médio soprano mas ela o faz ela canta eh Doce end Dorma de otin quando ela vai dar o agudo poucos pouc S pran consegue e ela consegue Então isso é reencarnação de um espírito realmente da nova era E vai reencarnar muito como diz as obras de Joana que cerca de 200.000 espíritos vão encarnar a gente tá em plena purgação de uma imigração e uma emigração de

ação de um espírito realmente da nova era E vai reencarnar muito como diz as obras de Joana que cerca de 200.000 espíritos vão encarnar a gente tá em plena purgação de uma imigração e uma emigração de espíritos para poder mudar a face do planeta viu então não dá para se concordar de forma nenhuma Isso me lembra Alexandre a figura abstrata da Criança índigo e da criança Cristal que eu tive que desfazer isso a pedido Dora Marlene lá em Teresina né E foi uma confusão bem grande isso não existe na verdade são crianças difíceis de lidar com bastante orgulho na sua composição na sua forma de ser né Uhum bem-aventurados os humildes e pobres de espíritos porque é dele o reino dos céus eu acho que quando a gente fala fizer o programa da semana que vem a gente pode até voltar nisso a gente vai est falando de Tod vai ser bem interessante bom nós temos uma pergunta aqui da Graça Souza que nos coloca é correto falar para criança que ela tem que ela é TDH Ou seja é essa conduta você deve esclarecer a criança quanto a isso eu acho que depende muito da idade da criança da maturidade e do entendimento daquela criança por exemplo a semana retrasada peguei uma Consultei uma menina na faixa de 9 anos que tinha ali o o quadro clássico do TDH e que já vinha com uma situação muito complicada de de rótulo na escola em casa eh você viê que a criança já com 9 anos já estava sofrendo mas já ela já estava entendendo o seu problema que ela não conseguia de fato prestar atenção que ela não conseguia de fato se organizar que ela realmente era mais impaciente agitada então a própria criança foi se entendendo tanto aí quando eu fui conversando orientando mostrando recurso e tudo mais a criança ela parece que ela foi assim ficando cada vez mais tranquila tanto é que na hora da saída essa criança veio me abraçou e falou muito obrigado o senhor vai me ajudar muito ou seja vendo o nível de estress e de ansiedade que essa criança tava então então a a o grande problema não é nem falar pra criança que ela é hiperativa ou que ela

brigado o senhor vai me ajudar muito ou seja vendo o nível de estress e de ansiedade que essa criança tava então então a a o grande problema não é nem falar pra criança que ela é hiperativa ou que ela tem déficit atenção às vezes o grande problema é a aceitação da Criança em ser medicada porque nós temos bullying gente nós temos o bullying Ah você tá tomando remédio para louco pronto não quer mais tomar o remédio porque remédio para louco eu não sou louco então nós temos essa essas situações mas eu acho que a criança Ela tem que ser ES dentro da sua capacidade de compreensão de que há ali um problema que pode ser trabalhado E ajustado e que realmente ela mostra um padrão diferente em termos de comportamento de concentração pra criança V tomando consciência gradativamente do seu problema e vá aceitando as intervenções eh necessárias como O Fernando falou da questão do da da evolução o que nós sabemos a a as crianças pdh não tratadas Tem quase cinco vezes mais chances de droga adição e alcoolismo as que são tratadas entram na mesma porcentagem de todos os outros Por que que elas vão para álcool e droga principalmente cocaína porque eles geram equilíbrio paz tranquilidade diminuição da ruminação mental que eles não param se sentem confortáveis e por I porque por exemplo cocaína ela começa efeito em um minuto e acaba em 1 hora e meia então se eu se não me dá mais que foi bom aí você toma a medicação que ela começa a Gir em meia hora 40 minutos vai fazer um pico per de Du horas e vai começar a decrescer até 4 5 horas quer dizer não vai dar o famoso barato não tem jeito então por isso que nós temos essa situação delicada À vezes e eu tenho famílias que assim quando eu orientei fiz o diagnós faz necessidade de um tratamento com introdução de medicação ficar ofendidos não vou dar esse remédio pro meu filho iso é um tarja preta e mais de uma família passado alguns anos essa família retorna com o indivíduo Adolescente em drogadição e eu esclareci isso lá atrás então nós temos realmente um

io pro meu filho iso é um tarja preta e mais de uma família passado alguns anos essa família retorna com o indivíduo Adolescente em drogadição e eu esclareci isso lá atrás então nós temos realmente um impacto importante do ponto de vista social e na evolução desses pacientes Principalmente quando eles não são tratados adequadamente uhum Ok perfeito perfeito o nosso tema é muito vasto né E muito interessante eu acho que se nós colocássemos mais dois programas aqui para falar sobre esse tema a gente faria tranquilamente né mas infelizmente nosso tempo está quase no fim eu vou trazer aqui um comentário da nossa irmã M pena e após o comentário dela eu queria que vocês fizessem um apanhado sobre o que ela fala e Gostaríamos que vocês fizessem suas considerações finais sobre o nosso assunto de hoje ela diz o seguinte eh o comentário dela que a gente vai trazer é do hiperfoco pede a técnica pode mudar pra gente isso é é é a de baixo é isso meu filho tem TDAH quando era menor a forma de ficar mais tranquilo era deixá-lo desenhando conhecer o hiperfoco da Criança é uma possibilidade de ajudar nas estratégias durante os encontros É pode ser eh uma criança dessa eh obviamente necessita de um atendimento em terapia cognitiva comportamental que nós chamamos TCC feito por psicóloga treinada e que seja psicóloga de infância e adolescência se o hiperfoco dele se concentra no desenho obviamente pelo desenho eu vou conseguir muito mais então isso pode ser levado a qualquer lugar à escola certo porque esse modelo pedagógico que aí está para essas pessoas com diversidades né que as tornam obviamente o termo já diz diferente dos demais precisam ser adaptados na chamada inclusão psicopedagógica é por isso que nós temos o encaminhamento de um pedido de acompanhante de sala de aula né E para casa uma orientação de um atendimento terapêutico para dar continuidade porque às vezes basta um final de semana que a a criança decai na sua qualidade de vida porque a mãe não não conversou com a terapeuta não não absorveu o conteúdo

nto terapêutico para dar continuidade porque às vezes basta um final de semana que a a criança decai na sua qualidade de vida porque a mãe não não conversou com a terapeuta não não absorveu o conteúdo dado pela terapeuta e praticamente H Men ficou só ou deu tudo aquilo que ele queria e a partir daí realmente aconteceu realmente a queda dessa criança interessante a gente não falou o tempo tá realmente esgotando-se é que um paciente com TDH ele pode ser deficiente intelectual e é muito frequente portador de transtorno opositor desafiador ele pode ter transtorno de desregularizado temporária de humor ele pode ter ansiedade ele pode ter eh transtorno ansioso generalizado principalmente adolescente ele pode ter epilepsia sintomática com crises e ele também pode ter a distúrbio aprendizado de leitura do cálculo n da escrita o pragmatismo na fala verbal e averbal e ele também pode ser portador de autismo leve onde que predomina é o TDH na verdade olhando esse ser a gente tem que ver o espírito dentro desse corpo e tem demandas que cabe obviamente se estamos falando sobre a doutrina Cabe à casas espíritas se prepararem para absorver essas crianças eu digo porque a casa que nós trabalhamos e minha esposa é uma das evangelizadores nós temos 150 crianças não é brincadeira são todos os grupos etários que efeb dá em cada sala São dois professores e a evangelização ocorre a cada 15 dias porque a casa tem outras demandas e os espaços físicos não comportam então o TDH ele está aí para demonstrar o espírito em si que ainda necessita purgar por esse processo mas sair dele bem mais resoluto e eu teria uma frase aqui da Joana um livro antigo SOS família que diz assim o teu filho com problemas no teu lar significa tua oportunidade de Triunfo e engeo poré eloga alcançar a felicidade existe um poema de uma criança que tem autismo principalmente TDH é americano que ele diz assim a noite quando eu me deito olho paraas estrelas e me sinto tão estranho como elas você me leva paraas estrelas porque

ma de uma criança que tem autismo principalmente TDH é americano que ele diz assim a noite quando eu me deito olho paraas estrelas e me sinto tão estranho como elas você me leva paraas estrelas porque eu sou de lá não sou daqui diss tudo né Uhum isso mesmo em relação ao que foi colocado aí na questão do do hiperfoco o que a gente observa é bem um hiperfoco e o que nós temos na em muitas crianças com TDH é a via do Prazer seja aquilo que gera mais prazer ativa outra via tensional fazendo com que a criança naquilo que lhe dá prazer fique mais tempo e mais concentrada por exemplo eu tenho criança com hiperatividade que adora jogar xadrez Imagina ficar sentadinho jog xadrez hiperativo mas aquilo lhe dá prazer e não podemos confundir porque muitas famílias chegam ah doutores olha mas hora que ele senta no videogame ele fica tranquilo é claro tá recebendo estímulo contínuo o tempo todo o hiperativo ele gosta disso é claro que se ele s videogamer ele vai ficar isso não é hiperfoco tá então quer dizer é simplesmente precisa tomar cuidado realmente com a questão do game com o imperativo que se deixar ele fica lá mesmo então nós vemos isso dizer nós temos a via tensional associada ao prazer onde aquilo que dá dá interesse a criança fica eu tenho crianças que T grande interesse pão um TDH tem interesse em matemática então quando tem matemática na na aulinha ele fica ele gosta ele faz conta põe ele para ver uma outra aula que tenha língua portuguesa história geografia texto esquece ele vai ficar andando saindo da sala desatento e tudo mais porque aquilo não lhe dá o prazer necessário então eu vejo muito dessa questão colocada de hiperfoco como um acionamento da da Via atencional pelo prazer uhum meus irmãos nosso tempo tá esgotado e o assunto ainda nos traz muitos questionamentos e muita vontade de continuar conversando ainda bem que na próxima semana nós teremos vocês aqui conosco novamente lógicamente o tema vai ser diferente nós vamos falar sobre o transtorno opositor desafiador mas eventualmente poderemos

ersando ainda bem que na próxima semana nós teremos vocês aqui conosco novamente lógicamente o tema vai ser diferente nós vamos falar sobre o transtorno opositor desafiador mas eventualmente poderemos estar ainda trazendo uma ou outra questão que foi aqui suscitada pelos nossos amigos internautas a nossa imensa gratidão agradecimento pela disponibilidade de vocês de estarem aqui conosco e vamos nos lembrar sempre meus irmãos que os pais precisam estar cada vez mais atentos às necessidades e aos Sofrimentos dos seus filhos é a missão do pai e da mãe dar a esse espírito que foi colocado sobre Nossa responsabilidade a melhor condição possível para seu crescimento espiritual a tarefa não é fácil mas Deus está confiando na gente vamos nos fortalecer para cumprir Seme Uma boa noite a to Nelinho Alexandre Fernando e a vocês que nos assistem tchau tchau boa noite gente somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do Evangelho do Cristo chegamos onde chegamos conquistamos o que conquistamos o nosso trabalho acolhe quem mais precisa é independente da distância nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis a comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas produzidos por comunicólogos produtores audiovisuais cenógrafos editores designers programadores e técnicos de áudio toda essa estrutura só é possível graças a você apoiador do nosso trabalho e somos gratos por toda a sua doação até aqui mas este trabalho precisa continuar podemos acolher ainda mais pessoas e para continuar alcançando tantos corações precisamos de você por isso mais uma vez contamos com seu apoio financeiro apenas com ele poderemos

lho precisa continuar podemos acolher ainda mais pessoas e para continuar alcançando tantos corações precisamos de você por isso mais uma vez contamos com seu apoio financeiro apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você trabalhamos pelo consolo pelo esclarecimento e Pela Esperança sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente a padrinha FEB TV estamos juntos com você através da febtv acesse do. febtv.com.br e faça sua doação g v

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