O QUE PRECISA O HOMEM PARA SE SALVAR? - Roberta Assis [JESUS CONVIDA AO EVANGELHO]

Comunhão Espírita de Brasília 02/08/2025 (há 8 meses) 1:04:30 284 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor. >> Queridas irmãs, queridos irmãos, boa noite. Jesus a todos nos abençoe e nos encontra em paz. Hoje é a primeira sexta-feira do mês. A comunhão tem este projeto: Jesus convida ao evangelho. Quando o mês tem cinco sexta-feiras, eh, nós ganhamos a quinta também. Aí ficam duas vezes por mês. E o título, Jesus convida ao evangelho, é que os nossos oradores, aqueles que vêm trazer a reflexão, necessariamente falam de uma passagem dos evangelhos. a luz do Espiritismo. Hoje temos aqui a nossa querida amiga Roberta de Assis, que dispensa apresentações, porque vocês vão ver pelas palavras que ela irá utilizar na mensagem de consolo. Quanto a nós, para ganharmos tempo, vamos fazer uma leitura preparatória e uma pequena prece. A leitura do capítulo 13 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Não saiba a vossa mão esquerda o que faz a vossa mão direita. Capítulo 13, item 13. Chamo-me caridade. Sigo o caminho principal que conduz a Deus. Acompanhai-me, pois conheço a meta a que todos deveis buscar. Dei esta manhã o meu giro habitual e com o coração amargurado venho vos dizer: "Ó meus amigos, que de misérias, que de lágrimas, quanto tendes de fazer para secá-las todas." Em vão procurei consolar algumas pobres mães, dizendo-lhes aos ouvidos: "Coragem! Há corações bons que velam por vós. Não sereis abandonadas. Tende paciência. Deus lá está. Sois dele amadas. Sois suas eleitas. Mas elas pareciam ouvir-me e volviam para o meu lado os olhos arregalados de espanto. E eu lia em seus semblantes que seus corpos tiranos do espírito, tinham fome. E que se é certo que minhas palavras lhes serenavam um pouco os corações, não lhes reconfortavam os estômagos. Então eu lhes repetia: "Coragem, tende

que seus corpos tiranos do espírito, tinham fome. E que se é certo que minhas palavras lhes serenavam um pouco os corações, não lhes reconfortavam os estômagos. Então eu lhes repetia: "Coragem, tende fé". Quando então uma pobre mãe, ainda muito jovem, que amamentava uma criancinha, tomou-a nos braços e a estendeu no espaço vazio, como que a pedir-me que protegesse aquele entezinho que só encontrava nesta vida. E num seio estéril, insuficiente alimentação. Mensagem de Cárita martirizada em Roma, lidada em Lyon, 1861. Convida a todos os irmãos para nos concentrarmos, pensarmos em Deus, em Cristo e orarmos pedindo as bênçãos. as energias, os efúvios de paz, de bem-estar, para retemperar nossas almas e ajudar-nos a sedimentar no coração as instruções aqui que aqui serão recebidas. Abençoa-nos também, Senhor, em nossos lares e nossos familiares e entes queridos. Aqueles que sofrem, os que passam por todo tipo de necessidades. Aproveita nossos bons pensamentos e vibrações e multiplica em bênçãos do teu coração amoroso, dirigindo a todos esses corações em provas e expiações nesta terra abençoada de Deus. E aqui, Senhor, abençoa o nosso ambiente, protege-nos e ampara-nos. E dá à nossa irmã, que conduzirá a reflexão desta noite, as boas inspirações e uma intuição vinculada ao coração do mestre, para que então tenhamos uma noite de bênçãos, de paz, mas de muita fé e esperança em dias melhores. Graças a Deus. Então, com a palavra nossa irmã Roberta de Assis, uma boa palestra para todos nós. Boa noite a todas, a todos. Eh, a nossa reflexão de hoje, né? Ainda bem que vamos falar do evangelho, né? que realmente a gente tenha discernimento suficiente para conseguirmos trazer a mensagem do Cristo. Ele sim que dispensa apresentações. Mas eu sempre digo isso, gente, tenham amigos, né? Porque os amigos nos vem com os olhos muito semelhante a que vem os nossos anjos da guarda, não é? Com um carinho que vê mais virtudes que defeitos. Enfim, hoje a gente vai conversar sobre um uma passagem do Evangelho. No

vem com os olhos muito semelhante a que vem os nossos anjos da guarda, não é? Com um carinho que vê mais virtudes que defeitos. Enfim, hoje a gente vai conversar sobre um uma passagem do Evangelho. No Evangelho Segundo o Espiritismo, ela vai est situada lá no capítulo 15, que tem o título Fora da Caridade. Não há salvação, mas é o item um. O item um, quando a gente vai buscar a referência, é uma passagem do Evangelho de Mateus. E no evangelho de Mateus, tá lá nos versículos 21 a 46. É o capítulo 25 do Evangelho de Mateus, versículos 31 a 46. E por que que eu tô fazendo todo esse preâmbulo, né? Meio que preparando os nossos espíritos, porque esse conjunto de ensinamentos, ele recebe o nome de o juízo final. E a gente já fica logo assim desconcertado. Mas a gente vai situar bem a nossa reflexão e vamos entender porque que Kardec fez essa colocação desse capítulo, desse ensinamento sobre o juízo final ou do que é necessário para o espírito ser salvo. Neste capítulo, fora da caridade, não há salvação. Então, vamos lá. O texto diz o seguinte: "Quando o filho do homem voltar na sua glória e todos os anjos com ele, se sentará no seu trono glorioso, todas as nações se reunirão diante dele, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos, colocará as ovelhas à sua direita e o e os cabritos à sua esquerda. Então o rei dirá: "A que estão à direita: vinde benditos de meu pai, tomai posse do reino que vos está preparado desde a criação do mundo. Porque tive fome e me destes de comer. Tive sede e me destes de beber. Era peregrino e me acolhestes, nu e me vestistes, enfermo e me visitastes. Estava na prisão e viestes a mim. Os justos lhe perguntaram: "Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, com sede e te demos de beber? Quando foi que te vimos peregrino e te acolhemos nu e te vestimos? Quando foi que te vimos enfermo na prisão e te fomos visitar? responderá o rei: "Em verdade eu vos declaro, todas as vezes que fizestes isso a um

ue te vimos peregrino e te acolhemos nu e te vestimos? Quando foi que te vimos enfermo na prisão e te fomos visitar? responderá o rei: "Em verdade eu vos declaro, todas as vezes que fizestes isso a um desses meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes." Ele se voltará em seguida para os à sua esquerda e lhes dirá: "Retirai-vos de mim, malditos. Ide para o fogo eterno, destinado ao demônio e aos seus anjos. Porque tive fome e não me destes de comer, sede e não me destes de beber. Era peregrino e não me não me acolhestes, nu e não me vestistes, enfermo e na prisão e não me visitastes. Também estes lhe perguntarão: "Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, peregrino, no enfermo ou na prisão e não te socorremos?" Ele responderá: "Em verdade eu vos declaro: deixastes de fazer isso a um destes pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer. E estes irão para o castigo eterno e os justos para a vida eterna". A gente se assusta tanto com o final deste capítulo, a gente se assusta tanto com a possibilidade de enfrentarmos penas e dação eternas que a gente esquece tudo que veio antes. Mas para que a gente possa conversar da orientação que veio antes, que o Cristo faz, que é muito mais propositiva do que assustadora, a gente vai situar ou a gente vai ler este este capítulo aqui de Mateus com a chave espírita. Não é à toa que este capítulo está no Evangelho segundo o Espiritismo, mas para isso vai ser necessário que a gente compreenda bem o que seja o termo juízo final dentro da visão espírita, com a significação espírita. Ora, pois bem, um dos pilares da doutrina espírita é a reencarnação. Todos nós somos espíritos imortais. Tivemos um início. Fomos criados por Deus. Momento que está perdido na poeira do tempo da nossa própria existência. Mas não teremos um fim. A nossa destinação é a perfeição. Entendido perfeição, não como não errar, tá gente? Mas a perfeição entendida como aquela compreensão tão plena do amor, uma compreensão tão plena de Deus,

mos um fim. A nossa destinação é a perfeição. Entendido perfeição, não como não errar, tá gente? Mas a perfeição entendida como aquela compreensão tão plena do amor, uma compreensão tão plena de Deus, que tudo o que nós realizarmos quando atingirmos essa esse estado estará de acordo, estará consonante, estará reverberando o amor pleno, o amor de Deus. Esse é o ensinamento do próprio Cristo. Mas certamente nós não alcançaremos tamanha eh compreensão numa única encarnação. Nós precisaremos de uma jornada evolutiva. Nós encarnaremos um sem número de vezes em diferentes mundos, até que a gente consiga integralizar todo o conhecimento que há disponível aos seres e às criaturas. No momento atual, nós aqui vivendo e convivendo no planeta Terra, estamos situados entre os espíritos que não são recém-saídos das mãos do Criador. No planeta Terra, talvez encontraremos pouquíssimos espíritos em primeiras encarnações, né? espíritos pra gente eh na falta de uma denominação melhor, mas espíritos primitivos. Nós nós já somos espíritos mais experimentados. Nós já reencarnamos alguns milhares de vezes, pelo menos, e já trazemos um histórico. Nós estamos entre aqueles que são reconhecidos como espíritos imperfeitos. Muito embora a gente não esteja no começo da jornada, também não estamos nem no intermediário e também não estamos próximo do final. final aí entendido, a realização plena do amor em nós. Nós somos catalogados pelos espíritos superiores que nos auxiliam nas várias jornadas. A nossa coletividade é catalogada entre os espíritos que estão na infância espiritual. Quando muito aí uma pré-adolescência, nós trazemos ainda grande incompreensão, as maiores incompreensões sobre o que seja o sentido da vida como um todo e não apenas da encarnação. Um dos nossos maiores problemas é que quando a gente encarna, a gente dorme muito pesadamente o sono da matéria. E é por isso que muitas vezes nas falas de do próprio Cristo, nas falas de Paulo e nas falas de Emanuel, nós vamos ter chamados com o

gente encarna, a gente dorme muito pesadamente o sono da matéria. E é por isso que muitas vezes nas falas de do próprio Cristo, nas falas de Paulo e nas falas de Emanuel, nós vamos ter chamados com o seguinte sentido: Acordai vocês que dormem. Acordem vocês que dormem. E aí ele não tá fazendo referência ao nosso repouso cotidiano necessário organicamente, mas esse deixar ir pela matéria, esse esquecimento de nós mesmos como espíritos, espíritos que estão encarnados em um corpo. Então, não é o nosso corpo que tem um espírito, não é nosso espírito que neste momento habita um corpo orgânico, mas veio desde antes e seguirá adiante. A nossa vida não está restrita nesses anos da encarnação que agora nós experimentamos. É preciso que a gente esteja constantemente nos lembrando disso, porque toda vez que a gente se lembra disso, todo o nosso conjunto atitudinal, as nossas atitudes do cotidiano irão se transformar, porque a matéria, estarmos encarnados na matéria responde a um objetivo muito importante. para cada um de nós, mas não se encerra nela mesma. Para o nosso espírito é indiferente, por exemplo, se nessa vida nós somos ricos ou pobres do ponto de vista material. Tá aí, falei qual é a importância para o nosso espírito? é como nós estamos vivenciando essa situação, seja de abastância ou seja de necessidade diante da matéria. O que importa é como nós experimentamos esse relacionar com a matéria. E é por isso que Jesus vai falar: "Olha, não se pode servir a Deus e a mamã. Não, você pode servir a Deus e a riqueza concitantemente. É preciso que a gente tenha consciência quem está no comando. E quem está no comando é o espírito para fazer da matéria o melhor que puder ser feito, o melhor proveito que se puder ter. é saber ter quando a bastança nos visita e a saber não ter quando é a hora de experimentarmos a escassez e em tudo sabermos aprender e em tudo sabermos compartilhar no muito e no pouco. Nós faremos essas reentradas na carne quantas vezes forem necessárias até que nós consigamos

experimentarmos a escassez e em tudo sabermos aprender e em tudo sabermos compartilhar no muito e no pouco. Nós faremos essas reentradas na carne quantas vezes forem necessárias até que nós consigamos ir galgando a ascensão de nós mesmos, até que nós consigamos realizar o que o Cristo diz várias vezes também quando a gente vai visitando o evangelho, ficando mais íntimo do Cristo. Não são uma nem duas vezes que ele às vezes até se impacienta conosco. Homens de pouca fé, até quando eu vou precisar empurrar vocês? Vocês são deuses. Deixe brilhar a luz do mundo. Vocês são sal da terra, nos chamando a esse despertamento das nossas forças espirituais diante das circunstâncias da vida, quaisquer que sejam elas. No entanto, a gente então já vai ficando com menos medo quando a gente vai falar aqui de juízo final, né? Porque não há um final, né? A nossa, cada história de cada um de nós aqui é uma linda história sem fim. Tem começo, mas não tem fim. Muito bem. Mas nós temos vários pontos de aferição. Nós temos vários pontos significativos para nós como espíritos. O momento da encarnação, sem dúvida nenhuma, é um deles. Nós todos nos podemos não nos lembrar conscientemente agora, mas nós todos nos preparamos para a chegada nesta encarnação. E por incrível que possa parecer para cada um de nós agora que estamos aqui nas lutas cotidianas, a gente provavelmente estava com bastante receio antes de vir. Talvez alguns de nós nem quiséssemos muito reencarnar. A gente devia est assim meio reticente. Ai, mas será que eu preciso mesmo reencarnar? Precisa. Mas mesmo? É, tem certeza? E os nossos mentores? Sim, temos. E aí a gente vem e aqui estamos. E aí a gente chega aqui e a gente não quer voltar. Aí na hora de desencarnar é outro drama. Ah, mas eu não quero desencarnar de jeito nenhum. Mas eu não quero ir, eu não quero voltar. A partir do momento que a gente vai conversando sobre este ciclo de encarne e desencarne, a tendência é que nós consigamos fazer essas travessias com mais serenidade.

ão quero ir, eu não quero voltar. A partir do momento que a gente vai conversando sobre este ciclo de encarne e desencarne, a tendência é que nós consigamos fazer essas travessias com mais serenidade. E aí quando a gente pega lá o livro dos espíritos e Kardec vai perguntando sobre o processo de desencarne, os espíritos vão dizendo o que é que acontece com a gente? Outra obra de referência, né, de Allan Kardec sobre o desencarne, sobre e a situação dos espíritos após o desencarnos com vários causos, viu, gente? de quem gosta de um causo é o céu e o inferno para ler. É um livro muito interessante da gente ler, porque ele vai tratar dessa dessa volta, dessa reentrada pro plano espiritual. Se a gente pode chamar alguma coisa de juízo final, a gente pode chamar isso, esse esse grande essa grande avaliação que nós fazemos. Porque sem dúvida sem dúvida nenhuma é um portal. Sem dúvida nenhuma, ao desencarnarmos, nós vamos fazer um apurado aí, né, do como é que foi, das perdas e ganhos. Todos nós quando desencarnamos na faixa eh evolutiva que nós estamos, todos nós quando desencarnamos experimentamos aí uma certa um certo período de confusão, né? a gente demora um tempo para entender, né, o que que foi que aconteceu, até que a gente se compreende de volta ao plano espiritual. E é inevitável que nós passemos em revista a nossa última encarnação. Aí sim, aí é hora que nós avaliaremos o que que valeu a pena, pessoal. E nessa altura da nossa jornada evolutiva, nenhum de nós vai poder alegar desconhecimento das orientações do Cristo. Todos nós já ouvimos mais de uma vez as recomendações do Cristo. No entanto, nós seguimos perguntando o que é preciso para ser salvo? E aí a gente vai voltar pro começo dessa conversa em que Jesus mais uma vez, porque ele repete este ensinamento de que é a caridade que irá nos redimir durante todo o seu, a sua vivência terrena. O evangelho é sobre isso. É sobre aprendermos a servir. É sobre aprendermos a amar. Amar no sentido lato. Estamos falando do amor ágape. O amor

nos redimir durante todo o seu, a sua vivência terrena. O evangelho é sobre isso. É sobre aprendermos a servir. É sobre aprendermos a amar. Amar no sentido lato. Estamos falando do amor ágape. O amor que ama, o amor que perdoa, o amor que compreende, o amor que é uma escolha. É o amar apesar de e não por causa de, né? por causa de fácil. É o amar apesar de com a consciência dos defeitos, das limitações nossa e do outro. E ainda assim se faz a escolha de seguir amando, de como escolher as melhores reações, as melhores condutas, tendo em vista a realidade que é um pouco adversa. Afinal de contas, somos espíritos muito egoístas e muito orgulhosos convivendo uns com os outros. Sem dúvida nenhuma, são grandes os problemas que nós geramos, tanto individual quanto coletivamente. E Jesus vem nos chamar a essa reconstrução, nos dizendo: "Olha, enquanto você não reconstruir em si os pilares, derrubar os pilares do orgulho e do egoísmo e colocar nestes lugares a caridade e a humildade, não adianta. Nós vamos continuar mergulhando de encarnação e encarnação e vamos continuar sofrendo porque a gente vem bater na porta do Cristo falou: "Olha, eu quero alívio". E Jesus vai nos dizer: "Nossa, que ótimo que você chegou, porque eu quero te aliviar. Eu quero muito te aliviar. Faz o que eu tô te ensinando" aí. não quer. Ah, não, mas não dá para você me aliviar sem eu precisar desculpar, perdoar. Muito custoso tudo isso. Sempre seremos socorridos, sempre seremos amparados, sempre teremos as nossas as nossas lágrimas acolhidas pela espiritualidade. Sempre seremos reergidos quantas vezes forem necessárias. mas também sempre os emissários de Deus Jesus. A vida seguirá aguardando a escolha de cada um de nós para realizar em nós o progresso necessário para construirmos a paz em nós. E aí a gente tem algumas coisas que são incontornáveis, entre elas o perdão e a solidariedade. que é difícil porque a gente vai estar contrariando séculos e séculos de um comportamento adoecido que nós internalizamos tanto que virou uma

são incontornáveis, entre elas o perdão e a solidariedade. que é difícil porque a gente vai estar contrariando séculos e séculos de um comportamento adoecido que nós internalizamos tanto que virou uma segunda natureza, que é sermos orgulhosos e egoístas. O orgulho é sempre, ele sempre vai dar as caras quando eu quiser falar que tem que ser do meu jeito, do jeito que eu acho, ou então não vai ser de jeito nenhum. A intolerância é uma das faces do orgulho. O orgulho é incapaz de conviver com o diferente, porque só ele tá certo. O orgulho é incapaz de aprender. Porque para aprender, eu preciso admitir que eu não sei, eu ignoro, eu erro. Mas como que eu vou agora? Eu vou precisar dar abraços à humildade. Falar: "É, tá, isso eu não sei, isso eu preciso aprender." Nossa, tá, eu achei que era assim, mas é de outro jeito mesmo. Agora que você falou que eu vi, tá aí. Senhor não me falasse, morri. Não sabia, menina. É preciso uma dose de humildade. Sem humildade a gente não aprende. E é preciso uma dose bastante generosa de caridade, de auxiliar, de ser para todos nós, de compreender a humanidade como uma grande família. E é isso que Jesus vem dizendo aqui. Você quer ser salvo? Salve. Você quer ser auxiliado? Auxilia. Tá nas suas mãos. O tempo da encarnação é o tempo de nós fazermos isso. A gente é tão desatento que muitas vezes a gente passa a encarnação inteira eh procurando conquistar objetivos. E tudo bem, gente. Eu também tenho os meus objetivos imediatos de longo prazo, de médio prazo, com relação à matéria, um tanto de coisa material que eu quero realizar, enfim, né? Tenho minha família, tenho meu emprego, um monte de coisas, mas o essencial não são essas coisas. O essencial é como a gente vai caminhar neste processo e o que que a gente vai se permitir aprender enquanto realiza essas coisas. Porque muitas vezes quando a gente desencarna muda tanto a perspectiva. E se nós estávamos dormindo muito pesadamente o sono da matéria, aí é que a gente vai ficar muito mais surpreendido que aquilo

. Porque muitas vezes quando a gente desencarna muda tanto a perspectiva. E se nós estávamos dormindo muito pesadamente o sono da matéria, aí é que a gente vai ficar muito mais surpreendido que aquilo que a gente dava tanto valor não tem tanto valor assim. Por exemplo, eu brinco muito às vezes que a gente precisa ter cuidado pra gente não virar obsessor, né? No seguinte: às vezes a gente luta a vida inteira para ter uma casa, né? Uma moradia, um lar, sendo que lar é diferente de casa, tá pessoal? Vamos lá. A gente com muito esforço, com trabalho, vai lá e coloca a casa do nosso jeito. E aí a gente faz reforme, aí a gente cuida e a gente fica muito feliz ali, tudo. Só que chega o momento do desencarne. Não só a casa, mas o nosso próprio corpo vai permanecer no planeta e a gente vai seguir adiante. É claro que essa casa foi muito importante, a casa em si, no que ela me deu de disciplina para conquistar. nos momentos felizes que eu vivi ali, no tanto que eu consegui significar aquilo como um lar e acolher a mim e a todos que eu amava, tudo isso segue no coração da gente. E todas as vezes que a gente se lembrar de cada refeição feliz que a gente teve naquele lugar, nós estaremos no nosso coração nesse lar, onde quer no universo que a gente for parar. Mas eu não preciso levar os tijolos, nem aquele tapete que eu gosto tanto, nem aquele sofá que, pelo amor de Deus, para de sujar. Compreende? Porque se a gente perde o foco, o que vai acontecer é amanhã tá vindo gente aqui na comunhão pedindo auxílio, porque tem um espírito que não quer, tá causando muito problema na casa que eu comprei. E o espírito é a gente. Olha, veja bem, ninguém quer isso. A gente não imagina que a gente pode estar nessa situação em razão do apego, em razão de que a gente perdeu o foco. Não tem problema. A casa é grande, pequena, não tem problema. O problema é a gente perder o foco de que o que era mais significativo naquela vivência. E não são as coisas, a gente pode e deve deixá-las para trás, mas sim o que elas significaram para

em problema. O problema é a gente perder o foco de que o que era mais significativo naquela vivência. E não são as coisas, a gente pode e deve deixá-las para trás, mas sim o que elas significaram para nós. Isso segue conosco. E aí, no Evangelho Segundo Espiritismo, na sequência dessa passagem, nós vamos encontrar a parábola do bom samaritano. E não é ao acaso que essa parábola está aí. A referência aos ensinamentos dessa parábola, ela está no Evangelho de Marcos, no de Lucas e também no de Mateus. Mas é no evangelho de Lucas, salvo engano. Sim, é no Evangelho de Lucas, no capítulo 10, versículos 25 a 28, que a gente vai encontrar a versão estendida desse ensinamento da parábola do samaritano, em que vão questionar Jesus o que afinal é necessário para ser salvo. Não é à toa que Kardec alinhava bem na sequência a parábola do bom samaritano, logo após essa do juízo final, logo após essa em que Jesus orienta que todas as vezes que nós deixamos em nosso coração vencer a caridade, não é a pessoa que a gente ajudou, que a gente está ajudando, é ao próprio Jesus. É importante, gente, se a gente conseguir se lembrar, por exemplo, todos os dias pelas manhãs que nós, nós falando de nós individualmente, que nós somos filhos de Deus, criaturas desse criador, parte essencial da criação. Isso é cada um de nós, filhos de todo o poder. Se a gente se conecta com essa realidade, eu também sou filho de Deus. É importante a gente observar a sabedoria popular. Quando a gente fala assim: "Ah, eu também sou filho de Deus, eu também sou filha de Deus". Normalmente a gente tá falando depois de alguma coisa que a gente fez, tá muito cansado. Não, agora eu vou descansar um pouquinho que eu também sou filho de Deus. A gente tá falando de recompensas. Eu também sou filho de Deus. É preciso que a gente se lembre disso. Mas é também preciso que a gente se lembre que todo mundo está no mesmo status que a gente. Quem a gente gosta, que bom. E quem a gente não gosta, que bom também, né? Porque isso vai fazer com que a gente

é também preciso que a gente se lembre que todo mundo está no mesmo status que a gente. Quem a gente gosta, que bom. E quem a gente não gosta, que bom também, né? Porque isso vai fazer com que a gente mude. Porque o Deus que habita no meu coração e que me sustenta a existência também habita no coração e sustenta a existência da pessoa que tá em situação de rua, tá? Também habita e sustenta a existência daquelas pessoas que nós não gostamos. Estarmos com essa consciência desperta fará com que o nosso comportamento seja diferente, porque pode ser que a gente não consiga de fato ajudar uma pessoa, por exemplo, para voltar no exemplo, uma pessoa em situação de rua no momento, talvez eu não possa ajudar, mas eu não irei agredi-la. Eu vou olhar e pensar e ver Deus ali. Eu vou tratar essa pessoa com respeito. Lembrando que todos nós, gente, experimentamos múltiplas existências. Talvez já tenhamos vivido algo semelhante ou talvez ainda vamos viver uma realidade assim. Porque de novo, o valor das criaturas para Deus não está ligado a importância material que elas têm. Se nós estamos com a consciência desperta de que todos nós somos filhos de Deus, aquela pessoa que eu não gosto no meu trabalho, por exemplo, que eu tenho dificuldade, que é o ranço, eu já olho, já vem aquele ranço, eu vou reconhecer que esse ranço é meu, mas eu vou reconhecer que para além das coisas que eu não gosto, habita Deus naquela criatura. E talvez vocês me falem: "Nossa, mas Deus tá ali bem bem debaixo uma camada grossa de defeitos, né?" Pode ser que sim, mas ainda assim Deus está ali e eu vou escolher me relacionar com o que há de bom no outro, com o Deus que está ali, ainda que soterrada em grossa camada de defeitos. E ainda que eu precise estar numa situação, por exemplo, de opiniões diferentes, eu tratarei o outro com respeito e dignidade, porque eu reconheço Deus ali, porque a gente ficaria ou ficará com muita vergonha de ouvir uma frase feito essa de Jesus, da gente fala, mas Jesus nunca Eu nunca que eu te desacatei. A

to e dignidade, porque eu reconheço Deus ali, porque a gente ficaria ou ficará com muita vergonha de ouvir uma frase feito essa de Jesus, da gente fala, mas Jesus nunca Eu nunca que eu te desacatei. A desacatou sim. Hã? Eu nunca. É porque eu tava disfarçado de necessitado, de adversário, de uma pessoa diferente, de outras convicções religiosas, de outra orientação, de gênero. E você foi incapaz de me respeitar. Porque Deus reside em todos nós. A parábola do bom samaritano, ela vai trabalhar na mesma premissa. Jesus vai contar uma história. Por quê? Porque vão chegar ali os doutores da religião, né? Jesus causava uma uma um desconforto, digamos assim, na religião constituída, né? Jesus era um judeus, um judeu falando a judeus. E os sacerdotes eh mais velhos, ah, defensores das tradições, ficavam bastante incomodados com essa transformação, essa revolução que o Cristo trazia, que é colocar o amor em primeiro plano. para além de todos os sacrifícios, para além de todas as oferendas, Jesus fala: "Olha, isso tudo não significa nada, porque só a caridade salva. Se a sua fé é sem realizações amorosas, ela não vale nada. Vocês imaginam o desconforto que isso não causava?" E aí, volta e meio, eles estavam fazendo perguntas, tentando fazer pegadinhas com Jesus. A parábola do bom samaritano, ela começa assim, com um sacerdote perguntando para Jesus o que que precisava ser feito para ser salvo. E a gente não tem nem tempo para ficar conversando muito sobre a parábola do bom samaritano. A gente deixa para uma outra ocasião, mas Jesus devolve a pergunta com outra pergunta. Eu falou: "Oi, o que que o que que você me diz e o que que tá escrito na lei? amará Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo. E Jesus responde: "Você respondeu bem, faz isso e será salvo." E aí o sacerdote perguntou: "Mas quem é o meu próximo?" Porque haviam disensões religiosas, né? Quem você ia entender como próximo? se era a pessoa da mesma denominação religiosa, entendimento seu ou e ou era todo mundo isso era uma

quem é o meu próximo?" Porque haviam disensões religiosas, né? Quem você ia entender como próximo? se era a pessoa da mesma denominação religiosa, entendimento seu ou e ou era todo mundo isso era uma grande sisânia na época, enfim, como se hoje não fosse, né? Eles são os filhos de Deus. E aí Jesus responde com a parábola do bom samaritano. E Jesus fala que uma pessoa ia na estrada viajando, nós, né, viajores nessa estrada e caiu em mão de assaltantes e ficou reduzido na estrada, sem bem, sem pó, sem roupa, sem nada. Isso é significativo, porque não dava para saber a quem passasse ali naquela estrada nada sobre aquela criatura, porque ele tava batido, né, todo machucado, sem roupas que pudessem dizer qual era a classe social ou religião daquela pessoa. ser humano em necessidade, do qual a pessoa que passa depois não sabe nada, a não ser que ela precise de ajuda. E na história Jesus fala: "Olha, passou um sacerdote, passou um doutor da lei, ninguém teve tempo, ora, jeito, caridade o suficiente para ajudar aquela pessoa, mas vinha descendo um samaritano." Para vocês terem noção da provocação que o Cristo faz, era como mesma coisa que se ele dissesse hoje a um judeu, olha, vinha descendo um palestino. É esse, é esse choque que Jesus dá. E ele viu a pessoa caída ali, ele resolveu ajudar. Ele parou, ele também tava em viagem. é dando significação aos bens materiais. E aí é isso. Quem é que tá no comando dos bens materiais? Se Deus me chama a sacrificar os bens materiais em favor de um necessitado, eu assim o farei. Essa pessoa, o samaritano, faz isso. Ele tenta ajudar. Ele vê que pega esta pessoa, põe no seu cavalo, leva até uma hospedaria. Ou seja, ele tinha hora, gente, ele tava viajando, ele não tava à toa ali naquela estrada, mas ele fez essa parada para ajudar uma pessoa que ele nem conhecia. Deixa lá, paga com antecedência, mas fala com o dono da estalagem: "Olha, se você gastar mais alguma coisa, na volta eu vou passar por aqui e eu acerto com você". Tá bem? E Jesus pergunta: "Quem foi o próximo

, paga com antecedência, mas fala com o dono da estalagem: "Olha, se você gastar mais alguma coisa, na volta eu vou passar por aqui e eu acerto com você". Tá bem? E Jesus pergunta: "Quem foi o próximo nessa história?" E aí o doutor tem que responder, né? O sacerdote responde: "Foi o samaritano aquele que ajudou?" E Jesus fala: "Vai e faz o mesmo". Então não importa. Nós vamos fazer e dar o melhor de nós sempre que tivermos a oportunidade para fazer isso. Porque todas as vezes que nós temos a oportunidade, pessoal, de ajudar alguém, seja como for, materialmente, emocionalmente, de qualquer maneira que nós formos surpreendidos pela vida, com um pedido de ajuda, não tenhamos dúvida que é Deus batendo a nossa porta, nos convidando, convidando a fazermos o papel de anjos. de termos as nossas mãos perfumadas, mas sobretudo resgatarmos a nós mesmos. Amar a Deus sobre todas as coisas, ao próximo como a si mesmo. É um amor integral, é uma entrega, é uma escolha de nos integrar, entregarmos ao amor de maneira plena, seguir na vida amando. E não é só ao próximo, é a nós também, tá, pessoal? Aí a gente vai precisar entrar num diálogo mais fraterno com a gente. Vamos ter que nos reconhecer como filhos de Deus. E por que que isso é importante? A gente aprender a aceitar as nossas limitações e os nossos defeitos? Porque sem isso nós não seremos capazes de nos amarmos no estado limitado que nós ainda estamos. E se nós não conseguirmos direcionar a nós amor, perdão, novas oportunidades, nós não conseguiremos fazer isso com os outros e nós não conseguiremos viver em paz. Mas adiante, Pedro, Pedro, o apóstolo, vai renovar esse chamado urgente a cada um de nós. O, vocês querem ter paz, né? É Jesus, é Pedro, é a vida. Vocês querem ter paz? Que bom que vocês querem ter paz, porque eu também quero muito que vocês tenham paz. Jesus sofre ao ver o nosso sofrimento. Jesus se emociona ao ver o nosso sofrimento fruto da nossa própria incompreensão, vendo a gente se debater em um vórtex de orgulho e de egoísmo, sem

tenham paz. Jesus sofre ao ver o nosso sofrimento. Jesus se emociona ao ver o nosso sofrimento fruto da nossa própria incompreensão, vendo a gente se debater em um vórtex de orgulho e de egoísmo, sem conseguir parar esse ciclo vicioso. E quando finalmente a gente fala: "Olha, eu não aguento mais sofrer. Eu não quero mais sofrimento, eu não quero mais guerra. Eu quero paz. Ai, que bom! Ai, que bom!" E aí é preciso que a gente compreenda, gente, que a salvação não é o sofrimento que nos redime. O sofrimento faz parte de que tudo que a gente põe em desalinho reflete em nós mesmos. Todo ato de desamor, toda briga desgasta muito mais a gente do que o outro. para eu xingar alguém, qualquer coisa que eu vou oferecer espiritual ou emocionalmente a outra pessoa para que eu possa, eu só dou daquilo que abunda, né, gente? Eu só dou daquilo que transborda. Então, quando eu abraço alguém com fraternidade, com amorosidade, um abraço em quem a gente gosta, em quem a gente ama, é um negócio assim que sara a alma naqueles instantes. Por quê? que a gente se deixa invadir por uma onda de amor e compartilha esse amor. Da mesma forma, toda vez que eu vou brigar com alguém, eu vou ter que me deixar envolver completamente pelo rancor, pelo ódio, pela mágoa. E aí eu projeto pro outro. Daí a gente já vê que o mal que a gente faz ao outro, muito mais mal a gente faz a gente. Então, se a gente quer parar de sofrer, é hora de pacificar. E nada melhor para pacificar do que amar. Pedro vai chamar a atenção assim, ó. Sede prudentes e vigiai na oração. Antes de tudo, mantende entre vós uma ardente caridade, porque a caridade cobre uma multidão de pecados. Caridade aqui como sinônimo desse amor ágape, de um amor pleno. É o amor, é a caridade ou o amor em ação que cobre uma multidão de pecados. É isso que a gente precisa fazer. Sofrer. Bom, gente, sofrer faz parte, né, desse rescaldo que a gente tem de sermos ainda imperfeitos, estarmos no mundo de provas e expiações. Mas restaurar, restaurar é opção da alma.

precisa fazer. Sofrer. Bom, gente, sofrer faz parte, né, desse rescaldo que a gente tem de sermos ainda imperfeitos, estarmos no mundo de provas e expiações. Mas restaurar, restaurar é opção da alma. Restaurar está no nosso campo de ação, no nosso campo de escolha. Basta que a gente comece repita quantas vezes forem necessários os aprendizados da caridade, sem cessar, porque com isso a gente vai conseguir o que a gente deseja de fato, a paz, a consciência tranquila, a compreensão, a amorosidade, a doçura, que não vai vir mais só de fora quando a gente ganha e recebe um passe. mas virá também de dentro de nós. E para que a gente possa concluir, a gente vai com o ensinamento de Paulo, que eu tenho certeza que vocês conhecem. E eu vou pedir a licença paraa gente encerrar esse nosso encontro com esse ensinamento do de Paulo. Eu vou pedir a licença de vocês para ler e a gente vai se deixar envolver por esse amor que Paulo nos inspira, nos lembrando do Cristo, nos lembrando de Deus, nos lembrando da vida em nós. que é na carta de Coríntios, na primeira carta de Coríntios, o capítulo 13, em que Paulo vai dizer da excelência da caridade ou a excelência do amor, se assim vocês desejarem chamar. Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa ou como o símbolo que retine. Mesmo que eu tivesse o dom da profecia e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, mesmo que eu tivesse toda a fé a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, não sou nada. Ainda que distribuísse todos os meus bens e sustento dos pobres, e ainda que entregasse meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, de nada valeria. A caridade é paciente, é bondosa, não tem inveja, não é orgulhosa, não é arrogante nem escandalosa, não busca seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor, não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. A caridade jamais acabará. As

s próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor, não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. A caridade jamais acabará. As profecias desaparecerão, o dom das línguas cessará, o dom da ciência findará, a nossa ciência parcial e a nossa profecia imperfeita. Quando chegar o que é perfeito, o imperfeito desaparecerá. Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Desde que me tornei homem, eliminei as coisas de criança. Hoje vemos como por um espelho confusamente, mas então veremos face a face. Hoje conheço em parte, mas então conhecerei totalmente como eu sou conhecido. Por hora, subesistem a fé, a esperança e a caridade, porém a maior delas é a caridade. Uma boa noite a todos. Aí está, meus irmãos, a reflexão. Nada custa a todos nós sorrir, abraçar, ser otimista, estender a mão. No livro de Tobias ainda o termo era esmola. Dai muita esmola porque a esmola cobre a multidão dos nossos pecados. Pedro atualizou para o amor porque Jesus havia falado do amor que é muito maior que a esmola. Então, todo dia ao acordarmos, temos aí pelo menos 16 horas para a prática da caridade, desde um olhar, um sorriso, um abraço, até um esclarecimento, ou mesmo passar a noite ao lado de um amigo que está internado em hospital. A mensagem foi lançada como uma semente no coração de vocês. Agora vocês cuidem da semente para que ela germine até frutificar. Agradecemos a presença de todos, dos nossos irmãos que nos acompanham pelas mídias, pela internet. E vamos encerrar o nosso a nossa primeira parte dos trabalhos desta casa nesta noite com uma pequena oração que diz assim: Senhor Deus, Pai dos que choram, dos tristes, dos oprimidos, fortaleza dos vencidos, consolo de toda dor. Embora a tristeza amarga do pranto dos nossos erros, neste mundo de desterros, clamamos pelo vosso amor. Nas aflições do caminho, na noite mais tormentosa, vossa fonte generosa é o bem que nunca secará.

bora a tristeza amarga do pranto dos nossos erros, neste mundo de desterros, clamamos pelo vosso amor. Nas aflições do caminho, na noite mais tormentosa, vossa fonte generosa é o bem que nunca secará. Sois em tudo a luz eterna da alegria e da bonança, a nossa porta de esperança que nunca se fechará. Quando tudo nos abate, Senhor, neste mundo de iniquidades, quando chegam as tempestades sobre as flores da ilusão, ó Pai, sois a luz divina, o cântico da certeza, vencendo toda aspereza, vencendo toda aflição. Nesses dias das nossas vidas, no abandono ou no tormento, trazei-nos o esquecimento da sombra, da dor e do mal. E que em todos os instantes nós sintamos a luz da vida renovada, redimida na tua paz deitosa e imortal. Acompanha-nos, Senhor, de retorno aos nossos lares e que tenhamos uma boa noite com Jesus. Graças a Deus. Boa noite a todos, irmãos. Muito obrigado. Está encerrada a nossa parte doutrinária. Conclamamos os nossos irmãos que vão orientar para os passes. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso

m o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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