Roberta Assis | O PÃO E O VINHO (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 17/04/2025 (há 11 meses) 47:31 320 visualizações

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Transcrição

Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Eu acredito que eu já tenha lido, mas é tão linda que eu vou repetir. né? Tem uma frase aqui do André Luiz, do espírito André Luiz, que fala assim: "Convertemo-nos ao seu evangelho de amor, para que a tua luz nasça na manjedoura dos nossos corações. Recebe a mensagem do evangelho na manjedoura singela dos teus bons sentimentos. Por mais te identifiques agredindo a lei do de amor por pensamentos e atos, esses bons sentimentos existem em estado de germem, no recesso da individualidade, esperando por teu esforço para serem desenvolvidos. Organiza pensamentos, auscuta os sentimentos mais íntimos e acolhe na incipiência da tua manjedoura interna a energia do amor do Cristo, estimulando-te as mais altas conquistas espirituais. Lembra-te de que assim como Jesus não conseguiu pouso adequado para iniciar no mundo sua trajetória divina, a mensagem de amor do evangelho apenas terá será por ti recebida se acolheres na singeleza da humildade e da confiança em Deus, agasalhando-a na manjedoura de de luz do teu coração. espiritual lindo, né? Tá falando da do nosso coração, tá falando do nosso íntimo, né? Com falou que nós som manjedor aqui tá um uma caminha, né? Uma caminha. Então vamos elevar nossos pensamentos e nosso coração a Deus em agradecimento por esse momento, pela nossa vida, pelas nossas atividades, pela nossa família. agradecer a Jesus pelos todos os ensinamentos que ele nos deixou e que nós aqui trazemos primeiro para nós, depois para nossos irmãos que aqui frequentam, aqueles também que nos assistem. Então essa mensagem ela é expandida para todo o universo. E assim nós também pedimos que nos proteja, nos envolva nesse manto de amor, de misericórdia, de muita paz, que a paz tá aqui dentro de nós. Mas às vezes, Jesus

m ela é expandida para todo o universo. E assim nós também pedimos que nos proteja, nos envolva nesse manto de amor, de misericórdia, de muita paz, que a paz tá aqui dentro de nós. Mas às vezes, Jesus amigo, nós procuramos a paz lá fora, nas coisas materiais e sofremos, sofremos, nos desbludimos e às vezes nós até adoecemos por isto e sabemos que ela tá aqui dentro. Então, que essa paz, que essa doce paz nossa e a sua paz e a paz de vocês, possamos realmente levar esse bom sentimento de paz aqueles que mais necessitam, que tem, que são as famílias nossas ou alguém que tá no hospital ou alguém que tá por aí passando e que vai absorver essa boa energia. Então, começamos esse nosso momento na doce paz de Jesus. Que assim seja. Bom, amigos, hoje nós temos a Roberta, né, que tá aqui todo mês tem uma ou um ou as meninas da da quarta-feira das 18 horas e o rapaz. Agora, esse mês nós temos dois rapazes. Surpresa pra última, viu? Vem todos, todos. Então, a Roberta vai falar para nós o pão da vida que está no mesmo livro que a gente segue constantemente, que é a mensagem do Vinícius. passo a palavra para ela. Uma boa noite a todas, a todos. É sempre um privilégio, né, podermos estar aqui juntos e refletirmos juntos sobre o Evangelho, né, tanto na mensagem de entrada, quanto na nossa mensagem de hoje, na nossa reflexão de hoje. um convite a nós compreendermos mais profundamente essa nossa ligação com o Cristo. Sem dúvida nenhuma, todos nós chegamos a essa casa e rogamos por auxílio, por esclarecimento, por consolo, por forças e teremos tudo isso. Seremos acolhidos, seremos socorridos, teremos as nossas forças restauradas. Mas a espiritualidade também vai suavemente nos convidar a refletirmos sobre o nosso papel de cristãos no mundo. Nos identificamos assim, não é? Somos seguidores do Cristo, cristãos. E a espiritualidade então nos convida no significado disso. Sem dúvida nenhuma, trazemos as nossas aflições e receberemos apoio e amparo em cada uma das nossas aflições. Mas o evangelho nos chama a uma cura

piritualidade então nos convida no significado disso. Sem dúvida nenhuma, trazemos as nossas aflições e receberemos apoio e amparo em cada uma das nossas aflições. Mas o evangelho nos chama a uma cura mais definitiva, a uma comunhão mais profunda. O nosso encontro com o Cristo não é só um encontro em busca de socorro, mas é sobretudo um encontro em busca de transformação. E o capítulo de hoje, Vinícius vai nos chamar a refletir, né, no livro Em Torno do Mestre, que é o livro que a gente é vem estudando todas as quartas-feiras neste horário. a a essa passagem, a esse passo do Evangelho, que é o passo da comunhão, em que Jesus partilha o pão e o vinho, chama seus discípulos a uma mesa e partilha com eles o pão e o vinho. E há aqui a transcrição desse pequeno trecho do Evangelho. Vou tomar liberdade de lê-lo para nós. Jesus partiu o pão e, distribuindo aos seus discípulos, disse: "Tomai e comei. Este é meu corpo que é dado por vós." E tomando o cálice, acrescentou: "Tomai e bebei. Este é o meu sangue. Quem não comer a minha carne, não beber o meu sangue, não tem parte comigo. não pode ser meu discípulo. Fazei isso em memória de mim. Vinícius vem trazendo a seguinte reflexão na sequência. A comunhão do crente com o Cristo não é uma comunhão platônica que paira no terreno metafísico vago impreciso. É uma comunhão perfeita, íntima e integral. Esse simbolismo que chega até nós hoje desta partilha do Cristo num momento tão significativo, não é? A gente sabe que se segue a essa comunhão, a essa ceia. A gente sabe que se segue momentos cruciais da passagem do Cristo conosco. E nesse simbolismo há um legado e um convite. Jesus nos chama a uma comunhão íntima. Estamos numa casa que chama comunhão espírita. Faça, integre meu ensinamento, a minha própria vida, a sua vida. Faz isso em memória de mim. Que o amor que nós temos pelo Cristo seja finalmente traduzido em ações e palavras, transformações. É um encontro pessoal que repetiremos dia a dia. Vinícius segue refletindo dessa comunhão integral

. Que o amor que nós temos pelo Cristo seja finalmente traduzido em ações e palavras, transformações. É um encontro pessoal que repetiremos dia a dia. Vinícius segue refletindo dessa comunhão integral idêntica àquela que se verifica entre a videira e as vinhas, entre o fruto e a árvore. Uma consequência lógica e natural surge. Os crentes que tiverem a vida do Cristo transfundida em si próprios viverão uma vida comum. Todos viverão a vida de cada um. E cada um viverá a vida de todos. Tá o supremo ideal do cristianismo. Até aí a gente vai indo bem, porque tá no campo das ideias. No entanto, a comunhão a que somos chamados é uma comunhão integral. O mundo que vivemos segue necessitando de trabalhadores cristãos, efetivamente cristãos. Até quando seguiremos nós, todos nós, semo sendo cristãos sem Cristo? Porque o mundo nos chama com necessidades que se multiplicam. E o cristão é chamado a responder em fraternidade, entendendo a todos como uma mesma família, porque nos reportamos uns aos outros como irmãos. Irmãos em Cristo. Irmãos se auxiliam, se ajudam, curam, saciam a fome, secam as lágrimas. O mundo ainda é um lugar, sim. conturbado. E é o próprio Jesus que em determinado momento, em uma singela oração, fala: "Senhor, mande trabalhadores para a sua vinha, para o seu campo, porque grande é o campo e poucos são os trabalhadores. Ainda somos poucos porque nos encantamos com o mestre, sem dúvida nenhuma, mas precisamos transformar este encantamento e aquilo que já sabemos do Cristo, no Cristo vivo em nós, para que possamos, como Paulo ao final da nossa jornada e das nossas várias encarnações, não só essa presente, mas as próximas que virão, Consigamos um dia repetir com verdade: "Já não sou eu que vivo, mas o Cristo que vive em mim". E Vinícius vem chamando a nossa atenção para que essa nossa adesão ao cristianismo tem que tá além das meras palavras ou de concepções filosóficas acerca da vida, tem que se traduzir em prática. E ele diz assim: "Aparentemente parece algo de bom e de prático aconselhar a

ristianismo tem que tá além das meras palavras ou de concepções filosóficas acerca da vida, tem que se traduzir em prática. E ele diz assim: "Aparentemente parece algo de bom e de prático aconselhar a comunhão de pensamento, a solidariedade espiritual, como pretendem os credos saturados de misticismo." Mas parafraseando o apóstolo Tiago, podemos perguntar: "Semelhante comunhão mitiga a fome e a sede dos famintos e dos sedentos? Semelhante gênero de simpatia veste os, assiste os enfermos em suas angústias, conforta os desesperados, enxuga o o pranto dos aflitos. Tal espécie de solidariedade utópica defende os oprimidos, esclarece os ignorantes, combate a iniquidade, o vício, o crime, melhora, enfim, a humanidade? Porque o Cristo nos chama afinal para melhorarmos a humanidade. E talvez vocês possam questionar, como também eu mesma vezes questiono, mas Senhor, o que eu posso fazer? A minha luta já vai tão pesada. E a resposta do Cristo é ainda a mesma. A sua luta é a luta de todos. E todas as vezes em que você se dispuser a melhorar, que seja com sorriso a vida do outro, a sua própria vida também melhorará. A sua própria dor também dissipará. Pois nos devemos uns aos outros grande e única família. E o Cristo nos chama e nos ensina a rezar Pai Nosso, nos dando a noção exata da família que somos. Então, nenhum de nós vai ficar para trás. E o quão mais rápido nós aprendermos a solidariedade, o tanto mais rápido nós nos curaremos. O caminho do nosso alívio não é o sofrimento, não é o sofrimento que nos depura. O sofrimento é, sem dúvida nenhuma, consequência inafável de um estado de imperfeição em que nos encontramos. seres imperfeitos convivendo uns com os outros. Criaremos dificuldades, arestas, discussões, desencontros. Normal. O sofrimento vai nos assinalar o que está errado e o que corrigir e como corrigir. Mas o que nos resgatará é o amor. Não é simplesmente identificar o que dói porque dói. Isso é necessário. Mas é lenir essas dores, é curar essas dores, é fazer parte das

que corrigir e como corrigir. Mas o que nos resgatará é o amor. Não é simplesmente identificar o que dói porque dói. Isso é necessário. Mas é lenir essas dores, é curar essas dores, é fazer parte das soluções, porque nós fazemos parte dos problemas também. Não é? Nós também erramos como todos. O problema não é errar. O problema é nós não aceitarmos a nossa própria falibilidade e não querermos fazer parte da reconstrução. Então, a gente vai aprender a pedir desculpas sem se justificar. Esse é um exercício que Meimei nos propõe, difícil quando a gente vai colocar em prática. E ela diz assim, né, desses exercícios para perfeição, a gente quando se reconhecer em erro, a gente pedir desculpas sem nos justificarmos. E sabe por que que isso é difícil? Porque a gente é muito orgulhoso ainda. A gente ainda tem dificuldade em nos colocarmos como aprendizes. Porque o aprendiz, nossa, errei mesmo. Desculpa, que que eu posso fazer para consertar? Vamos adiante. Nós, quando ainda muito eh enganados pelo nosso próprio orgulho, que não admite que nós erramos, o que que a gente faz normalmente? A gente faz assim: "Olha, ontem eu gritei com você naquela discussão, me desculpe, não devia ter gritado, mas é porque você fez isso, isso e aquilo. Se você não tivesse feito isso, eu não teria ficado tão nervoso, não teria gritado. O que eu estou fazendo de fato, quando eu coloco essa adversativa, esse mas, eu errei, mas a culpa é sua. Oi, a gente vai parar. Ontem eu não deveria ter gritado, me desculpe. Ponto. É difícil, mas a gente vai se acostumando e a vida vai ficando mais leve. a gente sai da posição da defensiva, porque só é possível ser cristão se não estivermos nos defendendo uns dos outros o tempo todo. Certamente não é fácil. E ao refletir nesse capítulo, me veio a lembrança de um cristão que toda vez que a gente fala nele, a gente reporta como um dos espíritos encarnados que conseguiu realizar em si uma vida bem próxima da vida do Cristo. Nós também o amamos profundamente. Esse espírito nós o

vez que a gente fala nele, a gente reporta como um dos espíritos encarnados que conseguiu realizar em si uma vida bem próxima da vida do Cristo. Nós também o amamos profundamente. Esse espírito nós o reconhecemos pelo nome de Francisco de Assis. Francisco de Assis que era sobretudo doce e bem humorado. Não é necessário para sermos cristãos, pessoal, nós sermos malumorados. muito antes, pelo contrário, nem nunca sorrirmos ou nem nos divertirmos, muito ao contrário. Mas será necessário estarmos dispostos a transformar as nossas próprias dores e as dores do mundo em suavidade, fazer a dor dançar. Nisso a gente repete com alguma frequência, nós podemos aqui reunidos agradecer a oportunidade sublime que é encarnar no Brasil. E eu brinco às vezes que se alguma vez eu reclamei de ter nascido brasileira, não lembro a intriga da oposição. Mentira. Quando eu era adolescente eu achava muito ruim. Mas hoje eu não canso de agradecer por inúmeras razões, mas a alma coletiva brasileira nos ensina especialmente a nós sermos felizes apesar das dores. Às vezes as pessoas reclamam que o brasileiro faz graça de tudo e faz mesmo para sobreviver, não é? fazer graça dos outros, tá gente? Não é rir dos outros, mas é rir da situação, é conseguir juntar com os vizinhos e e às vezes, né, assim, no último episódio, sem querer romantizar a tragédia, não se trata disso, mas de enxergar a resiliência de um povo, né, naquela tragédia recente no Rio Grande do Sul, alguns algumas pessoas que estavam acampadas num viaduto estava fazendo um churrasco. E talvez vocês, mas como fazer um churrasco no meio disso tudo? Aí por que não fazer um churrasco no meio disso tudo? Vamos juntar aqui o que a gente tem. Vamos aqui improvisar e vamos fazer um e hoje, hoje a gente vai comer e hoje a gente vai sorrir e hoje a dor que nos aflige será menor, porque nós encontramos a fraternidade com ela, o bom humor. Francisco era um professor desta habilidade. Talvez por isso o brasileiro goste tanto dele e ele de nós. Mas a oração que ficou conhecida

r, porque nós encontramos a fraternidade com ela, o bom humor. Francisco era um professor desta habilidade. Talvez por isso o brasileiro goste tanto dele e ele de nós. Mas a oração que ficou conhecida como oração de São Francisco e que nos emociona a todos, foi o que me veio a mente quando a gente quando refletia e refletimos juntos aqui sobre comunhão com o Cristo e fazer o Cristo vivo em nossas vidas. E a oração de São Francisco, gente, ela vai assim, ó. Todos nós sabemos de coração, Senhor, fazei-me um instrumento de vossa paz. Então, a gente já se coloca nesse lugar. Nós não estaríamos aqui pré-feriado, né, nesse horário, se a gente não tivesse disposto já de fato a sermos instrumentos da paz do Cristo no mundo. A gente já deseja isso, mas Francisco vem nos orientar nessa oração em forma de canção. Muitas vezes, onde houver ódio, que eu leve o amor. Estaremos em ambientes onde há ódio. Nós, por sermos cristãos, não estaremos a salvo de estar no mundo e em ambientes onde existe o ódio. O que a comunhão com Cristo nos pede é: "Nesses ambientes que eu seja amor." Onde houver ofensa que eu leve o perdão. estaremos em ambientes. E às vezes esse ambiente é o nosso próprio coração, onde há ofensa e necessitaremos manejar o perdão em nós e ao redor de nós. nós fazendo o nosso exercício para conseguirmos deixar ir a mágoa, porque perdoar não é tanto sobre o outro, mas é nós abrirmos mão da mágoa e não carregarmos ela mais conosco, porque já chega a ofensa que a gente sofreu. A gente não precisa ficar carregando para sempre essa dor. a gente pode deixá-la aí na certeza de que ninguém escapa de si mesmo e todas as atitudes boas ou ruins, encontrarão suas consequências. Então, a gente não precisa se preocupar com o ofensor. A vida cuidará. Precisamos cuidar do nosso coração, porque a mágoa, a mágoa maltrata as fibras íntimas do nosso chakra coronário. E eventualmente, se não tratada, se não dissipada, vai acabar por adoecer o nosso veículo físico, o nosso coração mesmo. A gente não quer isso, a gente

ata as fibras íntimas do nosso chakra coronário. E eventualmente, se não tratada, se não dissipada, vai acabar por adoecer o nosso veículo físico, o nosso coração mesmo. A gente não quer isso, a gente não precisa disso. E para isso a gente vai manejar o perdão no nosso coração e no coração daqueles ao nosso redor, através da nossa palavra, do nosso conselho e também da nossa vivência. Pois a palavra pode encantar, mas o que arrasta é o exemplo. Onde houver discórdia, que eu leve à união. Estamos todos nós em muitos ambientes e na maior parte deles há sempre discórdia. E nós já tão acostumados a brigar na beligerância e irrefletidamente muitas vezes estamos a alimentar a discórdia e não a união. É preciso que o cristão leve uma vida reflexiva no sentido de entender quem é, onde está e o que se propõe a ele. Onde houver dúvida que eu leve à fé. A fé é construção. Onde houver dúvida e às vezes é também de novo, no nosso próprio coração. E é no silêncio do nosso coração que nós vamos nos erguer a mais alta de todas as capelas na nas palavras de alta de Souza, que é o nosso íntimo, é a mais alta de todas as capelas. E vamos pedir a Deus que sustente a nossa fé. E sustentando a nossa fé, vamos alimentá-la em todos ao nosso redor. Estaremos em ambientes de dúvida, de vacilação, de incerteza. Estamos, não estamos? Mas para que possamos realizar o Cristo em nós, é preciso que estejamos nesses ambientes. E alimentados dele, do Cristo em oração, realizemos através de nós a luz que recebemos no íntimo. Onde houver erro, que eu leve à verdade. E às vezes o erro é nosso. A verdade é sempre nossa amiga, ainda quando dói. Todo processo de desilusão nos arranca lágrimas. Mas se nós nos desiludimos, é porque andávamos iludidos e a verdade bateu à nossa porta, às vezes de uma maneira bastante rude e nos arranca lágrimas. Mas é de agradecer essas mesmas lágrimas. É de agradecer. nos traz de volta ao chão firme da verdade onde nós podemos avançar em segurança. Onde houver desespero, que eu

e rude e nos arranca lágrimas. Mas é de agradecer essas mesmas lágrimas. É de agradecer. nos traz de volta ao chão firme da verdade onde nós podemos avançar em segurança. Onde houver desespero, que eu leve à esperança. É preciso que nos alimentemos de luz. A esperança é o que faz o impossível possível. é o que nos faz levar um dia até o final. E o que a gente precisa é viver um dia de cada vez, porque as montanhas que se erguem à nossa frente vão sendo ultrapassadas passo a passo. E depois de algum tempo, nessa jornada, a gente vai olhar para trás, fala assim: "Nossa, o quanto eu caminhei". Mas foi um passo por vez, um dia por vez. na certeza de que não estamos abandonados. As dificuldades podem ser grandes e no momento talvez nós não compreendamos na totalidade as razões, os porquês estamos vivendo tudo que estamos vivendo. Tudo bem. O que nós precisamos é continuar caminhando na certeza de que a vida, Deus, os nossos mentores estão ao nosso lado, vão suavemente, se assim nós o permitirmos, nos guiando por esses caminhos tortuosos. E logo logo todos esses obstáculos estarão superados e farão parte de momentos muito especiais para nós, espíritos. Nós daqui a algum tempo, de volta ao plano espiritual, poderemos olhar para esse período de tantas dificuldades que a gente atravessa agora com enorme carinho, fala: "Nossa, com uma saudade aliviada, né, gente, assim, né? Nossa, como foi bom, como eu consegui? Não quero passar de novo. Obrigado, aprendi. Tá ótimo. Mas com alegria de termos atravessado, de termos caminhado, de termos persistido. Onde houver tristeza, que eu leve a alegria. E onde houver trevas, que eu leve a luz. na comunhão com o Cristo. É lógico que é desafiador e é lógico que faremos isso entre as nossas próprias lágrimas, dúvidas, incertezas. Mas a vida é, ao fim e ao cabo, esta oportunidade mesmo. que nós nos preparávamos para encarnar, estávamos desejosos de vivermos tudo isso, mesmo as ou talvez até as dificuldades com mais esperança, na certeza de que

fim e ao cabo, esta oportunidade mesmo. que nós nos preparávamos para encarnar, estávamos desejosos de vivermos tudo isso, mesmo as ou talvez até as dificuldades com mais esperança, na certeza de que conseguiríamos superar cada obstáculo, transformar cada oportunidade em construção do Cristo em nós, conquistarmos a paz, a fraternidade, a comunhão com o Cristo. A comunhão se faz com esforço, eh, repartindo muitas vezes o pouco que temos e perguntamos ao Senhor: "Mas tá tão difícil? é para eu continuar compartilhando? E a resposta será sim. É compartilha. Traz tudo o que de melhor você tiver e oferece para a vida aos teus irmãos. Porque ao fim e ao cabo é sempre a mim que você estará oferecendo. E serei eu mesmo o Cristo que te retribuirei. E para não falar que essas palavras são minhas ou que eu estou inventando, eu vou encerrar esse nosso momento com as palavras do Cristo, que diz assim: "Vinde a mim, benditos de meu Pai, porque tive fome e me destes de comer. Tive sede e me sacheastes. Estive nu e me vestes, me vestistes. Estive enfermo e prisioneiro e me visitastes. Apartai-vos de mim, porque vocês que permaneceram impassíveis diante das minhas angústias, das minhas necessidades e aflições, tanto estes quanto aqueles dirão: "Senhor, quando te vimos em necessidade e te acudimos ou deixamos de te valer, Jesus responderá: Todas as vezes que valestes ou deixastes de valer aos mais pequenos e humildes da terra. Foi a mim que o fizestes. Que possamos enxergar em todos e também em nós o Cristo e nos entreguemos sem medo à fraternidade, porque é a fraternidade que nos redimirá. Uma boa noite para todos nós. Vamos convidar o Sérgio Caso para fazer a prece final por todos nós. Trabalhava 18 horas. Queridas irmãs, queridos irmãos, boa noite. Muito obrigado a todos por estarem aqui. Aprendemos muito nesta tarde e noite. Gosto de vir nas quartas-feiras, nesse horário para aprender com essas meninas o significado da vida com Cristo. E a nossa oração é para pedir a Jesus que nos

ui. Aprendemos muito nesta tarde e noite. Gosto de vir nas quartas-feiras, nesse horário para aprender com essas meninas o significado da vida com Cristo. E a nossa oração é para pedir a Jesus que nos aceite para conhecê-lo melhor. Tu disseste, Senhor, que és a luz do mundo, que és o bom pastor, que és o caminho para a verdade e para a vida, que és o pão descido do céu e que és a verdadeira videira. Quantos conceitos do teu amor que se multiplica para envolver todos nós na tua paz, na tua doutrina, nos teus exemplos. Então, nós queremos agradecer por estarmos aqui, pelas palavras que ouvimos e por fortalecermos os nossos sentimentos cristãos, principalmente a fé. a esperança e a caridade. Então, Jesus, abraça-nos, acolhe-nos, fica conosco e acompanha-nos no retorno aos nossos lares, até o dia em que aprendermos a nós próprios estarmos sempre contigo no coração e na mente. Graças a Deus. Boa noite a todos. Boa noite a todos vocês pres aqueles que estão nos assistindo e desejamos como vamos nos encontrar somente semana que vem, nós desejamos uma feliz Páscoa, um bom final de semana e que Jesus sempre nos abençoa. Graças. Boa noite. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre

fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa,

se momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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