O QUE FAZER ? - Andréa Nunes [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 05/11/2025 (há 5 meses) 1:03:41 498 visualizações

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Transcrição

Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Muito boa noite a todos. Sejam sempre muito bem-vindos a esta casa Comunhão Espírita de Brasília. aos irmãos que nos acompanham pelas redes sociais também nossas boas-vindas sempre e a todos o nosso imenso carinho e respeito fraternos por compartilharmos aqui quase uma hora do nosso tempo nos valendo das reflexões, dos ensinamentos que Jesus nos deixou. que os espíritos guiados por Jesus nos apresentaram há quase 200 anos atrás por meio da codificação espírita. Então, é sempre uma alegria para nós estarmos aqui nestes momentos de palestra, de reflexão, que antecedem ao tratamento espiritual, a fluidoterapia, que é a assistência do passe. Que bom que estão aqui, que bom que podemos usufruir desse momento. Queridos irmãos, o nosso tema de hoje, eh, eu acredito que seja o mais curto, a mais curta expressão que já utilizamos, eh, para identificar esses nossos encontros. O nosso tema é uma pergunta, né? O que fazer? Então, mais uma vez, nós vamos transitar sempre pelos ensinos de Jesus. Esses ensinos, como todos sabemos, estão disponíveis para nós há mais de 2025 anos e eles estão muitíssimo atuais. Às vezes nos questionamos como é possível, né, vivermos alguns ensinamentos que são apresentados a nós pelos evangelhos de Jesus. Mas se pararmos para observar com bondade, com boa vontade, vamos perceber que estes ensinos que foram mais recentemente, de novo, há 200 anos atrás, traduzidos, explicados pelas equipes espirituais que ditaram os ensinos da doutrina. espírita, todos orientados por Jesus. Se nós observarmos com um pouco mais de atenção e boa vontade, nós vamos perceber que tudo que está contido nos ensinos cristãos e também nos esclarecimentos baseados em ciência, filosofia e nos princípios que nos religam a Deus.

co mais de atenção e boa vontade, nós vamos perceber que tudo que está contido nos ensinos cristãos e também nos esclarecimentos baseados em ciência, filosofia e nos princípios que nos religam a Deus. Deus é tudo que nós precisamos para nos trazer paz, equilíbrio, forças, sabedoria, energia para enfrentarmos esta experiência existencial. Queridos. Então vamos juntos aqui pelos próximos minutos que temos ao nosso tempo, refletir sobre o que fazer. O que fazer quando nos deparamos com circunstâncias que não queremos ver? O que fazer quando percebemos em nós mesmos um momento de incapacidade para ir além, para agir, para tomar uma decisão? O que fazer quando algo nos afeta? E o afeto é aquilo que cria uma ressonância em nós. Então, nós temos os momentos em que somos afetados positivamente e aqueles, é claro, em que somos afetados negativamente, porque afinal estamos todos numa imensa escola existencial. Somos todos aprendizes, por mais que tenhamos cargas imensas de títulos. Somos todos aprendizes do aperfeiçoamento moral. E pelo aperfeiçoamento moral, nós vamos nos encontrar com as duas dimensões que um dia nos levarão ao aperfeiçoamento pleno. A primeira dimensão, a primeira asa é a do desenvolvimento intelectual e a segunda asa a do desenvolvimento espiritual, moral. Então, diante dessa pergunta que nós nos fazemos sempre o que fazer, nós vamos então caminhar, queridos irmãos, nos conhecimentos que o Evangelho de Jesus e que as demais obras da codificação espírita nos apresentam. Queridos, vamos começar do começo, começar por nós mesmos. O que fazer quando nós percebemos que em alguns momentos nos faltam forças, nos faltam argumentos, nos faltam condições ou capacidades das mais variadas formas. Queridos, se utilizarmos a racionalidade com lucidez, nós nos encontraremos com um cálculo simples. que estamos atravessando um problema severo, seja na vida em família, no ambiente profissional, na vida em sociedade. E se nos encontramos com dúvidas ou uma percepção de incapacidade nossa,

simples. que estamos atravessando um problema severo, seja na vida em família, no ambiente profissional, na vida em sociedade. E se nos encontramos com dúvidas ou uma percepção de incapacidade nossa, o que devemos fazer para nos mover em direção à solução? E o cálculo é simples. Certamente, se nós movimentarmos em nós a expressão dessa aparente e momentânea sensação de fraqueza, de incapacidade, nós movimentaremos com queixas, movimentaremos com argumentos de insatisfação, de dúvida, de desespero. Então, de novo, falando do cálculo, nós vamos perceber que se um mal ou uma condição, eu prefiro substituir a expressão mal, uma condição má por uma condição desafiadora se apresenta a nós, certamente nós não devemos aumentar né, duplicar o mal, duplicar a carga desse desafio. Então, sobre esta situação desafiadora, seja uma condição física, de saúde, material, eh, econômica, patrimonial, seja uma questão profissional, relacional, não importa o campo, mas se tem desafio que tem cara de problema e de dor, o que nós devemos fazer, como Jesus nos ensinou. E não só Jesus, mas também a racionalidade, a ciência, a filosofia nos orienta é viver segundos, minutos de pausa, respirar fundo e ao invés de assumirmos este pensamento, ou impressão nossa incapacidade. Vamos, queridos irmãos, mudar o cálculo e não duplicar o mal, não aumentar a carga do desafio e sim neutralizar essa carga. Ou seja, traduzindo nas expressões de Jesus, devemos ao mal entregar o bem, pagar o mal com o bem. Isso, queridos, chama-se agir com sabedoria. E a sabedoria ela condensa duas dimensões importantes que nós todos já ouvimos falar: estratégia e inteligência. Então, o que fazer quando o mal ops não o desafio existencial e são muitos, né? Vamos colocar no plural. Os males da vida, não, os desafios da vida se apresentam a nós em diferentes campos, em diversos campos e muitas vezes quem nunca, né? tudo junto ao mesmo tempo misturado. É a dificuldade de convivência familiar, é a dificuldade profissional com a dificuldade material

ferentes campos, em diversos campos e muitas vezes quem nunca, né? tudo junto ao mesmo tempo misturado. É a dificuldade de convivência familiar, é a dificuldade profissional com a dificuldade material e tudão num pacote. Parece que muitas vezes isso acontece com muitos de nós. É exatamente nestes momentos que nós somos convidados a fazer esse tipo de reflexão que nos leve a uma resultante fundamental, neutralizar o momento da inquietação, mas não é simplesmente neutralizar assim: "Ah, chegou o problema, então Agora eu vou só fazer o bem e tá tudo bem e já passou. Não, não com superficialidades, não com vou fazer isso porque a palestrante da comunhão sugeriu, não. Tem que ser com verdade, tem que ser com sentido, com significado. É por isso que quando a dor se apresenta a nós, quando os problemas não os desafios se apresentam a nós, nós precisamos sentar na mesa para conversar com esses problemas, parar para dialogar um pouco, para compreender exatamente o porquê de estarmos experimentando esses desafios de estarmos sendo visitados por estas circunstâncias que queremos mudar. E por que que é importante nós desenvolvermos em nós esse aprendizado de não sair correndo do problema, não fugir dele, mas sim observar, analisar, dialogar com esse problema, porque se dói, precisa valer a pena. É um investimento, né, que fazemos todos as nossas famílias no plural, as que estão conosco nessa trajetória existencial de vida física, a nossa família espiritual que é imensa, todos nós vamos nos colocar ali em prontidão e com uma inquietação que precisa ser neutralizada, mas antes disso ela precisa nos servir. E aí enxergarmos uma situação desafiadora, uma dor, e sairmos correndo ou negarmos a existência dessa inquietação, desse desafio, é desperdiçar a oportunidade de aprendizado, de crescimento, muitas vezes definitivo, vai depender de nós. Então, o que fazer quando dói muito? Seja fisicamente, mentalmente, afetivamente, materialmente, primeiro parar, refletir, analisar, identificar a as causas,

tas vezes definitivo, vai depender de nós. Então, o que fazer quando dói muito? Seja fisicamente, mentalmente, afetivamente, materialmente, primeiro parar, refletir, analisar, identificar a as causas, o que nos trouxe ou o que me trouxe até aqui. que todos nós, irmãos, somos capazes de construir esse movimento. Às vezes conseguimos fazer esse trabalho de reflexão, de bom uso de uma faculdade que é humana, que é a capacidade de raciocinar nos momentos mais difíceis, mais intensos e que nos exigem a máxima agilidade e prontidão. Mas jamais deixarmos de pensar, de refletir sobre o que se passa conosco. Menos ainda, queridos, pulgas, negações. Vamos abraçar esta circunstância por alguns segundos, minutos, horas, talvez dias. o tempo suficiente para compreendermos e darmos à nossa própria psique a oportunidade de revisitarmos as circunstâncias para que elas não se repitam e não nos causem novamente. Vou usar aqui uma expressão, ciladas condicionantes que não desejamos. Queridos, o que fazer quando temos essa sensação de que não somos capazes ou merecedores ou de que algo está errado só com a gente? Porque eu olho pro lado e vejo todo mundo bonito, bem vestido, né, cheios de likes, de grandeza, de elogios e só eu que não. Saibam sempre que todos nós, do mais aplaudido ao menos, do que é mais conhecido ao que é anônimo. Todos nós, queridos, passamos por todas as experiências que nos levam às inquietações, às dores, aos desafios. existenciais, só que em formatos e em circunstâncias muito específicas, cada uma com a sua, mas o serviço do aprendizado, ele é para todos nós, do mais rico ao mais pobre, do que tem mais capacidade intelectual e do que não tem. Porque não é o maior e nem o mais importante objetivo da nossa vida hoje no planeta. É o único fazermos o bem é o único objetivo da nossa existência. Só que para fazermos o bem, nós precisamos desconstruir em nós mesmos o orgulho e o egoísmo. Tarefa fácil, né, gente? Muito fácil. Bem difícil. Bem difícil. Mas a boa notícia

tivo da nossa existência. Só que para fazermos o bem, nós precisamos desconstruir em nós mesmos o orgulho e o egoísmo. Tarefa fácil, né, gente? Muito fácil. Bem difícil. Bem difícil. Mas a boa notícia possível. Todos nós podemos vencer o orgulho e o egoísmo. E como o nosso tema hoje é o que fazer, o que fazer para vencermos o orgulho e o egoísmo? Então nós temos dois verdadeiros antídotos para não só vencermos como nos prevenirmos. de crises, né, de circunstâncias exaccerbadoras do egoísmo e do orgulho. E esses dois antídotos são: caridade para o egoísmo e humildade é o antídoto do orgulho. Caridade e humildade. Então, o que fazer quando a gente não sabe o que fazer? Caridade e humildade é o caminho. E aí é importante sempre para nós. Sei que os queridos irmãos que já nos acompanham as terças-feiras, as primeiras terças de cada mês, já ouviram por nós aqui o lembrete fraterno sobre o que devemos compreender como caridade, como a vivia, a entendia Jesus. E é claro que esta foi uma pergunta que o professor Allan Kardec fez paraa espiritualidade e a resposta, né? Essa foi a pergunta 886 do livro dos espíritos. E a resposta da espiritualidade foi: caridade, como a entendia Jesus, é o bem para com todos, indulgência para com as imperfeições dos outros, perdão das ofensas. É sempre importante a gente transitar por esse conceito, compreender estas expressões do bem para todos, da indulgência e do perdão, para então também revisitarmos o conceito, entendimento da humildade, que sempre lembramos, a própria expressão nos orienta, Humos. Humildade vem da expressão humos, que significa terra fértil. Então, aquele que é humilde é aquele que se coloca pronto para recepcionar novas sementes, novas ideias, novas posturas, novos argumentos. Humilde é aquele que está aberto a ouvir, a compor, cooperar, construir, servir. Esse é o ensinamento da humildade que Jesus nos legou, nos deixou. Mas sobre a caridade é importante esclarecer e lembrar que o bem é para com todos, não é só para com aqueles que nos querem bem.

vir. Esse é o ensinamento da humildade que Jesus nos legou, nos deixou. Mas sobre a caridade é importante esclarecer e lembrar que o bem é para com todos, não é só para com aqueles que nos querem bem. Não é só para com aqueles que nos elogiam, nos amam, nos acolhem. O bem é para com aqueles que têm ideias diferentes da nossa, tem posturas que nós não concordamos com elas. Então, como fazer o bem a estes que estariam tão distantes de nós nas condutas, nas atitudes, nos pensamentos e temos caminhos porque podemos fazer o bem sem sair do lugar, usando consciente ente o nosso poder de vibrar, de orar, de desejar que todos possam encontrar as melhores respostas, as melhores condições, os melhores ensinos e curas, até que tenhamos as melhores melhores capacidades para nos aproximar, interagir, conviver, se possível for, nesta existência, se não nessa, em outras, certamente, porque a nossa prioridade de convivência é sempre também importante visualizarmos, recordarmos que a nossa prioridade é a convivência em família. Para os que são órfãos, os que vivem só, é só observar a família do momento, a família atual, a vizinhança, os colegas de trabalho, né, as pessoas no campo da sua área de relações. Então, os que estão próximos de nós nessa experiência física, os que nos deram a vida, os que cuidaram de nós, os que estão próximos nesse eixo de estrutura familiar, são as nossas prioridades. E é claro que é no ambiente familiar que nós também iremos encontrar os grandes desafios, os grandes testemunhos. Queridos, o que fazer? parar, refletir, observar, analisar o problema, dialogar silenciosamente, entendendo as causas, entendendo as condições. E como nós podemos fazer isso? nos permitindo esse teste, nos permitindo esta vivência, porque capacidade, queridos, todos nós possuímos. Mas se mesmo assim nós entendermos que não nos é possível ou que estamos de fato em muita dificuldade, fragilidade, que o desafio é muito grande para os nossos ombros, se nos utilizarmos da humildade,

Mas se mesmo assim nós entendermos que não nos é possível ou que estamos de fato em muita dificuldade, fragilidade, que o desafio é muito grande para os nossos ombros, se nos utilizarmos da humildade, da abertura para ouvir, para acolher conhecimentos, saberes, ideias, orientações, podemos nesta ambiência de estou aqui agora segurando o meu desafio, pedir ajuda, porque pedir ajuda sempre um sinal de força e não de fraqueza. Então, não é em momento nenhum, em ambiente nenhum deshonra, constrangimento, pedir ajuda. Isso mostra compromisso, consciência, coragem para avançar para a direção certa. E aquele que é o o receptor desse pedido de ajuda e nós transitamos por estas experiências. Ora somos nós que pedimos ajuda, ora somos nós que somos acionados para ajudar. Quando nos encontramos na condição de recepcionadores desse pedido de auxílio, dos mais simples cotidianos até os mais difíceis, mais amplos e complexos, devemos silenciosamente nos preparar para entregar o auxílio, a ajuda, o apoio. possível para nós e agradecer silenciosamente primeiro esta oportunidade e quando cabível e possível verbalizar a gratidão. Agradecer, deixar a graça descer. É virtuoso, é harmonizante e nos renova em forças. Então, adiante, fazendo uma referência ao estudo da indulgência que compõe o entendimento da caridade. Quando Jesus nos traz o ensino da indulgência, em seguida nós temos esclarecimentos de que virtude é essa da indulgência. Não significa, por óbvio, acolhimento ou eh aceitação de erros, de desvios. de equívocos, porque precisamos ser indulgentes. Mas a indulgência, ela nos orienta a não exaltarmos a falha, o defeito do outro. Isto é ser indulgente. É o antídoto da maledicência. Então, quem somos nós para apontar o defeito? Por mais flagrante e exacerbado que seja, nós também somos falhos e também somos aprendizes. Então, a recomendação de atenção para todos nós é vivermos o bem para com todos, a indulgência, para com as imperfeições dos outros. E já estamos aí na rota da

somos falhos e também somos aprendizes. Então, a recomendação de atenção para todos nós é vivermos o bem para com todos, a indulgência, para com as imperfeições dos outros. E já estamos aí na rota da vivência, da caridade, porque qualquer gesto que fazemos, seja olhar nos olhos, um sorriso, uma colaboração, uma atenção dedicada de segundos, minutos ou mais conforme as circunstâncias, um gesto de doação sincera, de presteza na informação. Tudo isso nos eleva, tudo isso nos traz potência, porque agrega, consola, esclarece, orienta fazer o bem ao outro. Então, quando fazemos o bem ao outro, parece que a gente tá num estado de serviço mesmo e de entrega de recursos a outro e não a nós. Mas é exatamente a condição da sabedoria divina, da providência divina. O bem que fazemos ao outro, fazemos a nós mesmos, porque o bem que fazemos é nosso advogado em toda parte. Já ouviram essa expressão do benfeitor espiritual Emanuel por diversas mensagens que o nosso querido e amado Chico Xavier nos trouxe o bem que fazemos. é nosso advogado em toda parte. Que que isso significa, queridos? Significa que nenhum pensamento, nenhuma palavra, nenhum gesto passa desapercebido. Tudo está plasmado no universo, nos nossos arquivos invisíveis, que são como um painel ao nosso redor, invisível aos nossos olhos, bem percebido pelo nosso estado normal, primeiro que é o espiritual, pelas equipes espirituais. E quando nós nos orientamos à bondade, nós começamos a colecionar luzes, começamos a colecionar, a trabalhar o nosso painel invisível, que é o nosso patrimônio invisível. E aí quando a gente menos espera ou na verdade a gente nem sabe, tem alguém do outro lado do mundo ou do outro lado do país ou do lado da nossa casa, na nossa vizinhança ou lá no nosso local de trabalho ou no nosso ambiente de estudos, onde for, cuidando de nós, falando bem da gente, representando por nós dando um testemunho a favor. E mas a gente não fica nem sabendo. Muitas vezes só vamos saber adiante que naquele dia, naquele horário em que

uidando de nós, falando bem da gente, representando por nós dando um testemunho a favor. E mas a gente não fica nem sabendo. Muitas vezes só vamos saber adiante que naquele dia, naquele horário em que nós estávamos em desafios, eu ia falar, estávamos mal, enfraquecidos, quando estávamos em desafios importantes. Sim. Alguém estava vibrando por nós, falando por nós, mentalizando um bom momento conosco. E isso repercute, reflete e chega até nós. Mas não precisa ser assim tão eh longe sem a gente saber. Não. O bem que a gente faz se reflete o tempo todo. De imediato. Não é só na outra encarnação, não, queridos. Porque toda vez que a gente produz uma ação com boa intenção, com um objetivo honesto, sincero de sermos úteis e agregarmos ao outro, nós estamos dando um comando vital para a nossa mente, para o nosso corpo, para os nossos sistemas orgânicos. É por isso que é bom fazer o bem. É por isso que fazer o bem faz bem, porque são hormônios de valência altamente positiva. São energias que se liberam de nós. E por isso dá uma sensação boa depois que alguém agradece: "Ah, mas eu não fiz nada, só dei uma ajuda, mas ela sorriu tanto, agradeceu tanto. Que graça, que bom! E nós prezamos muito pelo respeito à capacidade de raciocinar, de dar sentido de cada um. E é por isso que a gente também sempre utiliza a expressão que diremos agora. Não precisam acreditar no que nós estamos dizendo. Testem. Experimentem, avaliem, analisem as circunstâncias em que se encontram e as condições para sermos bons, para serem bons. E como eu vou saber fazer essa escolha? O que fazer para termos a certeza de que estamos no caminho certo? Tem uma regra que dizem que é de ouro, que também Jesus nos deixou como um comando fundamental para uma lei universal. Primeira fundamental, lei de amor, fazer ao outro somente aquilo que nós gostaríamos que nos fosse feito ou não fazer ao outro aquilo que nós não gostaríamos que nos fosse feito. Esse é o dispositivo mental que irá nos orientar se devemos ou não prosseguir,

aquilo que nós gostaríamos que nos fosse feito ou não fazer ao outro aquilo que nós não gostaríamos que nos fosse feito. Esse é o dispositivo mental que irá nos orientar se devemos ou não prosseguir, se o que estamos intentando, se o que estamos mentalizando deve ser levado adiante ou não. Eu gostaria que isso fosse pensado, feito, dito a mim? Se a resposta for não, pare, reflita. Recomece, repense. É parecido com com o GPS, né? Quando a gente erra o caminho, ele refaz o caminho. Então, a gente também é convidado o tempo todo, queridos, a usar a nossa racionalidade. Mas chegamos então ao perdão para visitarmos novamente a humildade e seguirmos adiante sobre o que fazer com tantas calamidades, com tantos flagelos ao nosso redor. Vamos lá. Perdão. Perdoare vem da expressão do radical tornar puro algo, alguma circunstância. encontramos a expressão é o esquecimento das ofensas, dos males, né, das contrariedades, das agressões. Porém, sabemos racionalmente, com base na ciência, que o esquecimento de algo que nos afetou muito, ele é difícil porque ele é um fenômeno da mente. A memória, né, a lembrança é uma capacidade da mente. Então, ela pode permanecer por muito tempo, mas esquecer no sentido moral. Eu me recordo do episódio, da circunstância, da dor, do desconforto que vivemos, mas eu perdoo porque eu não carrego esta memória com uma água, com mágua. Eu não carrego mais essa memória com raiva, revolta, queixa. E eu desejo que esta irmã, que este irmão, que este filho, filha, pai, mãe, vizinhos, colegas, prossigam, acertem e não errem mais. E eu também me permito ressignificar o que passou, deixar o que passou no passado e olhar adiante. São os caminhos que nos levam ao perdão. O primeiro degrau é não desejar a vingança, não guardar a mágoa, a raiva, o rancor por uma razão muito simples, por uma questão de sobrevivência e autoamor. Porque quando nós nos demoramos muito nos espaços da mágua, da raiva, do rancor, do ódio, do desejo de vingança, do ciúme, da inveja, dos vícios morais, nós nos intoxicamos,

sobrevivência e autoamor. Porque quando nós nos demoramos muito nos espaços da mágua, da raiva, do rancor, do ódio, do desejo de vingança, do ciúme, da inveja, dos vícios morais, nós nos intoxicamos, nós enfraquecemos. Ah, mas Andreia, você falou da gente dialogar com a situação desafiadora e isso tá tudo tudo de perto. Isso é parte de uma dimensão muito importante que tem sido muito também disseminada nos tempos de hoje e que Santo Agostinho nos ensinou e testemunhou a sua época. Chama-se autoconhecimento, dialogar. com as emoções de valência negativa para compreender as causas, o que nos levou até esse desafio, o contato com estas percepções e emoções para então não mais abrir a guarda, criar conexão com as causas e vencermos. Queridos, então o perdão é um percurso luminoso e um dos mais importantes serviços que nós prestamos a nós mesmos. Gratidão pela paciência dos que já nos ouviram reiterar essa expressão, o perdão como um serviço a nós mesmos, queridos. E de novo, não nos esqueçamos dos dois antídotos, né? O que fazer quando nos encontramos imersos na nossa realidade? consciencial do orgulho e do egoísmo, a acionarmos em nós a vivência da caridade e da humildade. O que fazer quando nos deparamos com as situações mais inquietantes pelas telas TVs ou do celular, com as visões sobre a violência, sobre os desregramamentos, sobre as situações viciantes. Tudo aquilo que sabemos são caminhos que nos levam a um processo de adoecimento gravíssimo, de falecimento precoce do corpo físico, de desharmonia convivencial, social e tanto Quantas outras? Novamente somos convidados a refletir. Claro que nós vamos nos comoover. Claro que nós vamos nos inquietar. E existe um lugar importante destes sentimentos, porque existe uma inquietação que nos leva a um inconformismo sadiio e próspero, que é aquele que nos orienta a amarmos o que não amamos, fazer o bem que não fizemos. agir com a responsabilidade que não agimos, acompanhar as informações, os conhecimentos que não acompanhamos

pero, que é aquele que nos orienta a amarmos o que não amamos, fazer o bem que não fizemos. agir com a responsabilidade que não agimos, acompanhar as informações, os conhecimentos que não acompanhamos até então, para evitarmos a propagação destas situações que não queremos ver, que não queremos ter em nossa família, na vida em sociedade, em nenhum lugar do mundo. E novamente, ao usarmos o raciocínio, naqueles primeiros impactos, nós não vamos encontrar respostas. Nós vamos nos inquietar com o desafio que está posto nas telas. É importante buscarmos ajuda. Sim, sempre é importante buscarmos conhecimento e compreendermos de novo as causas e buscarmos uma visão de sentido e propósito da nossa existência. encontrarmos em nós capacidade para contribuir com a mudança para melhor dos estados de violência no mundo, dos estados de violência no nosso país. Será possível o que fazer para mudarmos, para contribuirmos e evitarmos cenas tão graves que se apresentam tão frequentemente a nós. Usamos a expressão da violência, usamos a expressão da corrupção, usamos a expressão das dos desvios, dos desmandos, das mais diversas circunstâncias da existência social. E a resposta a esta, novamente pergunta, o que fazer, queridos? É sermos no âmbito da nossa vida, da nossa convivência. dentro do nosso próprio lar, sermos a paz que queremos ver e ter fora. Começa por cada um de nós, porque não é possível mudar o mundo se nós não mudarmos a nós mesmos. Então, cada qual na sua região de atuação, na sua capacidade de agir, na sua área de influência, vida em família, vizinhança, vida em sociedade, ambiente profissional de trabalho, ambiente de convivência voluntária, nos mais diversos. É ali que nós faremos a diferença. E esta diferença de paz, de busca pelo bem, de compreensão dos desafios que nos inquietam, é que farão com que a psicosfera do nosso ambiente familiar, da nossa vizinhança, do nosso bairro, da nossa cidade, do nosso país e do mundo se modifique. E a partir do esforço, basta nos esforçarmos, muitas vezes não

ue a psicosfera do nosso ambiente familiar, da nossa vizinhança, do nosso bairro, da nossa cidade, do nosso país e do mundo se modifique. E a partir do esforço, basta nos esforçarmos, muitas vezes não concretizamos este objetivo de harmonia que buscamos. Precisaremos retornar a esse empenho. Uma, duas, três, até começarmos a materializar esta paz que queremos ver lá fora dentro das nossas próprias relações. Momento em que percebemos a circunstância, o desafio se apresenta, a ofensa, a situação inquietante e ao invés de reagirmos e duplicarmos o mal, vamos fazer o cálculo e vamos neutralizar o mal, não querendo mudar o outro, mas mudando a nossa própria forma de agir, de argumentar, de encarar aquela circunstância. Queridos, não precisam acreditar no que nós estamos dizendo. Testem, experimentem, analisem, reflitam, ousem serem bons. Este é um ensinamento milenar que nós ainda não absorvemos totalmente, não aprendemos plenamente trocarmos o mal pelo bem e não duplicarmos o desafio. Queridos, já estamos no tempo final do nosso encontro. E para encerrar, o que fazer quando não sabemos o que fazer? pedir em silêncio a Deus, a Jesus, a espiritualidade, aos nossos anjos guardiões, coragem, paciência e resignação, porque com estes três recursos nós vencemos tudo. Sejam sempre bem-vindos à nossa casa. Que possamos retornar para os nossos lares em paz. em confiança redobrada em nós mesmos, nas nossas capacidades de transformar todas as realidades que experimentamos a cada dia para melhor, queridos. Então, recebam mais uma vez o nosso carinho e o nosso respeito fraternos. E vamos aqui ao aviso para passar a palavra aí, a orientação pros nossos queridos irmãos da assistência espiritual. A comunhão espírita de Brasília convida a todos a fazerem o Natal de 300 famílias mais felizes. O que doar? Farofa, batata palha, panetone. Delícia. enlatados, sardinha, milho, ervilha, azeitona, geleias, sucos de fruta em embalagens longa vida, chocolates doces em lata bombons achocolatados e shark embalado a

ofa, batata palha, panetone. Delícia. enlatados, sardinha, milho, ervilha, azeitona, geleias, sucos de fruta em embalagens longa vida, chocolates doces em lata bombons achocolatados e shark embalado a vácuo. Tem bastante opção, queridos. prazo para que possamos organizar tudo. A nossa querida diretoria de promoção social desta casa precisa destas doações até 30 de novembro deste mês, onde entregar aoxerifado. Informações pelos nossos telefones, se quiserem anotar, 30481805 para quem estiver fora de Brasília, nosso DDD 61. Gratidão imensa e tenham todos uma iluminada noite, querida, sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada.

ar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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