O QUE É DEUS? - Denizard de Souza [PINGA LUZ]
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Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa Essa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa noite a todos que nos assistem, que nos ouvem pelas redes sociais vinculadas à comunhão espírita. Sintam-se todos abraçados. e a vocês, nossos irmãos e irmãs, que comparece o auditório Bezerra de Menezes para mais uma atividade da casa. E hoje, todas as terceiras, sexta-feira do mês, nós temos a satisfação de receber o nosso irmão Denizar de Souza e que hoje nos brindará com um pingafogo que tem o título O que é Deus. Então, aguardemos e com uma particularidade, né? Podemos, se tivermos alguma dúvida, fazer perguntas. Estarão aqui dois eh dois irmãos que irão colher as perguntas. Se eles não tiverem, me passem a pergunta que eu farei a ele. Dada essas informações, eu convido a todos para a nossa prece inicial. Aqueles que se sentirem à vontade, fechem seus olhos e elevemos o nosso coração ao Pai Criador, inteligência suprema e causa primeira de todas as coisas. Pai amado, visite a nossa tela mental, percorra, Senhor, os nossos lares, os nossos locais de trabalho e conforte o nosso coração, trazendo-nos a paz necessária, Senhor, que buscamos em nossa vida. Que o reino de Deus, esse reino que é construído em nosso coração, possa ser implantado, Senhor, a partir do momento em que deixamos de lado a vaidade, o orgulho, o egoísmo, as maledicências e partimos, Senhor, a construção desse reino de amor. Muito obrigado por tudo, Senhor. Obrigado pela oportunidade de estarmos aqui reunidos em Teu nome. Abençoe-nos a todos. Abençoe o nosso irmão Denizar nesses instantes em que nos trará preciosas informações sobre a nossa doutrina. Graças a Deus e graças a Jesus. Obrigado, meus amigos, minhas amigas que estão conosco no auditório Bezerra de Menezes. Uma alegria muito grande retornar ao nosso pingaluz mensal nessa oportunidade para falar desse tema
ças a Jesus. Obrigado, meus amigos, minhas amigas que estão conosco no auditório Bezerra de Menezes. Uma alegria muito grande retornar ao nosso pingaluz mensal nessa oportunidade para falar desse tema que é a questão número um do livro dos espíritos, que é Deus. E com esta mesma alegria e entusiasmo, cumprimentamos aqueles que prestigiam a palestra da comunhão espírita de Brasília nessa noite por ocasião do Pinga Luz de setembro. Então, a todos a nossa melhor acolhida e os nossos votos de muita paz. Então, nós escolhemos o tema que é Deus e o Kardec formula a questão de uma maneira que a gente chama em filosofia de uma forma ontológica. Existe a filosofia da existência e a filosofia ontológica. A filosofia da existência que gerou o existencialismo, a fenomenologia, o racionalismo, são correntes filosóficas que tratam dos fenômenos que têm existência. Ser humano tem existência, a vida tem existência biológica, as estrelas têm existência luminosa, a vida espiritual tem existência. Mas nós vamos ver que a pergunta do Kardec é sobre algo existencial, é algo ontológico. Ele nem coloca o artigo na pergunta em francês quando ele a formulou e ele pergunta que é Deus. Se você pergunta quem é, quem é um um uma pessoa, quem você antecede a resposta, o caráter existencial da pergunta. Quem é o Adolfo? Quem é o Denizá? Quem são os amigos que estão aqui? Quem é um é uma dimensão? Que é outra? Quem personaliza a resposta? Se você fizer o exercício consigo próprio de se perguntar quem eu sou, é uma resposta. O que eu sou? O que eu sou é outra. A segunda resposta é ontológica. O Kardec não pergunta quem é Deus. Atenção para isso. Ele pergunta que é Deus. Que presume a natureza ontológica. Um ser que nós vamos ver que não é existencial, porque tudo aquilo que existe se transforma. É um ser absoluto que existe fora do espaço e do tempo, cuja característica principal é a eternidade. Então, não pode ter existência personalizada, não é? Daí a humanidade escolheu e ele se revelou assim.
ser absoluto que existe fora do espaço e do tempo, cuja característica principal é a eternidade. Então, não pode ter existência personalizada, não é? Daí a humanidade escolheu e ele se revelou assim. com Cristo, por exemplo, como manifestação divina, não é? Mas o fato é que para os cristãos, em geral, Cristos é a manifestação, é aquilo que haveria de mais próximo da manifestação de Deus. Na visão do Espiritismo, Deus, sendo o absoluto não tem uma existência fenomenológica. Ah, não tem uma existência que se transforma, como veremos. Então, a pergunta é genial, é que não é quem. Atenção a isso. A pergunta quem daria outro resultado? O o Kardec inaugura o espiritismo, inaugura o diálogo com os espíritos sábios, já demonstrando a natureza filosófica, epistemológica, universalista do Espiritismo. Fazendo essa pergunta é a número um, que é Deus? E os senhores sabem, os espíritos responderam: Deus é a inteligência suprema, causa primária ou primeira de todas as coisas, como veremos. Então, não há uma especulação sobre a natureza de Deus nesse momento. É uma uma resposta sintética sobre o atributo da Suprema Inteligência e sobre aquilo que o Aristóteles chamará de motor primeiro, a causa das causas, não é? Inteligência suprema, causa prima. A causa das causas, a origem das origens, a causa incausada, a causa eterna, o motor primeiro em Aristóteles, a causa prima do universo, Deus. E aqui nós trouxemos para a nossa eh ilustração inicial, é esse insite de Santo Agostinho que tá no seu livro Confissões, quando um dia alguém lhe perguntou e fez essa pergunta, não é que é Deus? E ele responde: "Se me perguntas o que é Deus, não sei. Se não me pergunta, sei." Aqui os senhores podem intuir que o grande filósofo da escolástica, o grande fundador da filosofia cristã neoplatônica, porque Santo Agostinho está no século V, quando existia a escola neoplatônica que juntava uma um grupo de sábios filósofos hoje santos, Santo Agostinho, São Gregório de Nissa, São Clemente de Alexandria, o padre
o Agostinho está no século V, quando existia a escola neoplatônica que juntava uma um grupo de sábios filósofos hoje santos, Santo Agostinho, São Gregório de Nissa, São Clemente de Alexandria, o padre Orígenes e ele, Santo Agostinho, como principal dessa escola que estudava Platão e Jesus. Todos eles eram reencarnacionistas. Mas o fato é que ele diz: "Se você me pergunta o que é Deus, eu não sei. Se você não me pergunta, eu sei. Como dizer que existia uma experiência nele, na sua interioridade, não traduzível para a linguagem, não manifestável pelo conhecimento, mas que era interna e que ele chamou isso de o homem interior. Cada um de nós tem uma vida interna e nessa vida interior profunda, pouco cultivada no Ocidente moderno, muito explorada pela sabedoria perene pelo Oriente Milenar, essa vida interior, se nós a cultivássemos, poderíamos dizer igual o Santo Agostinho, que na nossa vida interior, sem as palavras, sem a necessidade usar a lógica ou mesma razão, saberíamos o que é Deus por ser uma experiência interna, intraduzível, inefável, indescritível em palavras, a experiência do ser na sua interioridade divina. Isto o que Santo Agostinho estava a dizer. Se não me perguntas, sei. Se me perguntas, não tenho palavras para descrever a experiência com o divino. E o Kardec vai perguntar isso e vai ter resposta parecida lá no livro dos espíritos. Então nós trouxemos aqui Santo Agostinho inicialmente com esse belo insight. Vamos essa parte rapidamente é a inicial. Já vimos que é Deus, inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. E aí depois ele pergunta que se deve entender por infinito? O infinito é o conceito mais abrangente que a mente humana pode conceber. Existem os fenômenos finitos. Finitos no espaço e no tempo. Finitos porque tem dimensões delimitadas, não é? comprimento, extensão, peso, altura, massa. Eh, finito é aquilo que tem um início e um fim. E o Caddec pergunta que se deve entender por infinito. Existe o teorema de Godel que tentou fazer a fórmula matemática do infinito,
peso, altura, massa. Eh, finito é aquilo que tem um início e um fim. E o Caddec pergunta que se deve entender por infinito. Existe o teorema de Godel que tentou fazer a fórmula matemática do infinito, né? Então, o que é o infinito? É possível traduzi-lo matematicamente? Cad pergunta que se deve entender por infinito? Aquilo que não tem começo, nem fim. O desconhecido, todo desconhecido é infinito. E hoje se pergunta se o universo é infinito. Só que se você perguntar se o universo é infinito, você imagina que ele tem umas bordas e que ele terminaria e qualquer coisa que estivesse fora seria o universo. Mas o o Kardec quis saber o que era o infinito para depois perguntar sobre isso em relação a Deus. Aquilo que é o desconhecido é o infinito. Na questão sete, ele pergunta: "Podesse encontrar nas propriedades íntimas da matéria a causa primária da formação das coisas?" A pergunta do Kardec aqui, gente, é para saber se o materialismo estava com a razão. Porque até hoje os materialistas dizem assim, ó: "As leis da física explicam a as origens do universo, as propriedades íntimas da matéria, atração, eh, estrutura da eletrosfera, né? a o spin do dos elétrons, as camadas eletrônicas, a atra a lei da gravitação que opera no macrocósmo, macrocosmo e estrutura a tem tem a a estrutura subatômica, se as propriedades da matéria poderiam explicar, poderiam explicar a origem primária das coisas, a causa primária das coisas. Aí, olha o que os espíritos vão responder. Mas então, qual seria a causa dessas propriedades? Se há leis da matéria na origem gravitação universal, ruído de fundo, condições do big ben, se há origens da matéria, a pergunta é, mas sempre há uma necessidade de uma causa primária, a causa das causas, aquilo que desenhou, como veremos, o design inteligente do universo, aquilo que desenhou o Big Bang, a grande explosão, aquilo aquilo que foi a sustentação inteligente dessa origem. Isso isso transcederia as propriedades da matéria. De onde na causa primária se revela uma
ilo que desenhou o Big Bang, a grande explosão, aquilo aquilo que foi a sustentação inteligente dessa origem. Isso isso transcederia as propriedades da matéria. De onde na causa primária se revela uma inteligência suprema, superior a todas as inteligências. Onde é que no fundamento da causa revelassa a inteligência suprema? Tendes-se o provérbio, pela obra se conhece o autor, pois bem, vede a obra e procurai o autor. É o orgulho que gera a incredulidade. O orgulhoso não admite coisa alguma acima de si mesmo, dando a si própria a denominação de espírito forte. Pode ser que um sopro de pobre ser que um sopro de Deus pode abater. O que mais nos importa aqui, não é? é a relação entre a manifestação inteligente do universo que se observa na ideia de um universo autoconsciente, nas palavras do Dr. Amí Kotsuami. Quando a gente pensa um desenho inteligente para o universo, a teoria do design inteligente, quando a gente pensa o universo, por exemplo, né, Sol distante da Terra, 149 milhões de quilômetr, 8 minutos para a luz do Sol chegar na Terra. Quando a gente pensa que se houvesse uma distância menor ou maior do Sol em relação à Terra, os polos do planeta congelaria, ou se fosse mais próximo à estrela, o Sol, nós teríamos uma temperatura insuportável na Terra. Quando nós pensamos que o comandante do sistema solar é a gravitação que o Sol exerce sobre a Terra e não permite que ela saia do seu movimento, né? Estamos terminando translação, 365 dias em torno do Sol. O Sol é que sustenta a Terra girando em torno de nós. Quando nós pensamos a a mecânica cósmica dentro de uma calculabilidade matemática, nós entendemos que há um cálculo matemático nos fenômenos do universo. O Dr. Amit Gotsami, que é físico, diz que é 10 elevado a 40 potência o cálculo da força gravitacional. E se houvesse um dígito acima no expoente a mais, o universo não teria a evolução que teve e a vida não seria capaz de se manifestar na Terra por causa de um dígito no expoente da conta da gravitação universal. Então o
ígito acima no expoente a mais, o universo não teria a evolução que teve e a vida não seria capaz de se manifestar na Terra por causa de um dígito no expoente da conta da gravitação universal. Então o universo parece ser matematicamente calculado, como veremos. Então aqui nós temos aquilo que filosofia, epistemologia a gente chama de heurística, né? A heística é um estudo das causalidades do fenômeno. A heurística é um estudo aproximativo para se saber a causa de um fenômeno. Então, qual seria a origem de Deus? Qual seria a heística divina? Primeiro, a necessidade lógica de Deus. De onde nós poderíamos depreender uma heurística, uma ideia de Deus? O motor primeiro, como já vimos em Aristóteles, é uma necessidade lógica. A ideia da primordialidade da da inicialidade, da originalidade, da origem das origens, o motor primeiro é uma necessidade lógica em a mente humana ao ver o universo conceber a sua originalidade. Isaac Newton, quando ele descobre as leis da mecânica clássica, da física clássica, ele tem uma frase curiosa que ele a formula assim: imaginar que tirar Deus do universo é como imaginar que uma tipografia explodisse e gerasse um livro desse. explode uma tipografia e os caracteres se reúnem e que reúnem e se e constituem um livro. a demonstrar que o universo é um grande sistema e qualquer explosão que tenha estado na sua origem tinha uma prédeterminação evolucionária, tinha uma finalística, tinha uma causalidade inteligente, que é o motor primeiro, a necessidade antropológica de Deus, a universidade, a universalidade cultural do divino. O que que é isso aqui, gente? Se tem uma coisa que a antropologia contribui para compreender a Deus, é que ela descobriu um fenômeno notável, que todos os povos de todas as épocas sempre tiveram a ordem simbólica do divino. Eu não estou dizendo que a antropologia defende a ideia de Deus, nem que defende nenhuma religião. A antropologia junto com a sociologia, ciência política e a história são as ciências sociais. O que eu estou afirmando é que os
antropologia defende a ideia de Deus, nem que defende nenhuma religião. A antropologia junto com a sociologia, ciência política e a história são as ciências sociais. O que eu estou afirmando é que os antropólogos, ao viajarem pelo mundo ao longo das épocas, os séculos, os milênios, eles perceberam que nunca existiu uma só cultura que não fosse organizada pelo sagrado, que não fosse organizado, organizada pela ideia de Deus, dos maes aos ostecas, dos romanos aos gregos, dos persas aos chineses, jamais existia de um coletivo da Terra com as suas culturas asiáticas, ocidentais, orientais, pré-modernas, modernas, culturas africanas, culturas australianas, aboríes, pré pré-modernas, maias, incas, astecas, todos os povos do planeta se organizaram pela ideia do divino, nem sempre pela ideia de um único deus. Os gregos eram politeístas, os hindus admitem uma multiplicidade de deuses. Então, existem diversas manifestações do divino organizando a cultura, né? Então, nunca existiu qualquer cultura sem o sagrado e o sagrado fora da cultura. Isso é a universalidade cultural do divino. Necessidade científica de Deus. As leis matemáticas da natureza. Gente, a natureza, ela é um um desenho da matemática. Ela é toda calculada. A distância da Lua para a Terra para interferir adequadamente nas nossos fluxos de da das marés. Ah, as pessoas não sabem, mas uma gestação materna de qual todas as espécies mamíferas no planeta, inclusive ser humano, é um ciclo lunar. No caso, ser humano é um ciclo lunar completo, né? É você ter as 38 semanas que constitui um ciclo lunar que é corresponde à gestação de um ser humano na Terra. Existem cálculos matemáticos para tudo, para a extensão da atmosfera, para que a atmosfera possa ralar os cometas e asteroides que caem todo dia no nosso planeta. Tudo foi desenhado matematicamente. Tudo daí a necessidade matemática de Deus, necessidade do desenhador divino, a teoria do design inteligente, que já falamos, né? Tudo aponta de que o universo tem um desenho inteligente,
ematicamente. Tudo daí a necessidade matemática de Deus, necessidade do desenhador divino, a teoria do design inteligente, que já falamos, né? Tudo aponta de que o universo tem um desenho inteligente, portanto propositado, portanto calculado, portanto pensado num regime de previsibilidade matemática, né? A ciência só prevê para prover, prevê as causas para prover os fenômenos. Ela só sustenta discurso de previsibilidade a ciência porque baseada na matemática, porque baseada no cálculo dos fenômenos da natureza. Então, o universo é todo uma matemática implícita. Necessidade da justiça de Deus sem a justiça divina, o caos antecede ao caos e isso nega as leis da dialética. Que que é isso, gente? A palavra caos do grego, né? É caos e cosmos. Caos com K é desordem. Caos com caos com K era desordem. E a ordem é cosmos. Se houvesse, não houvesse Deus, você teria injustiça na terra e teria injustiça porque não haveria a divina justiça. Então, a dialética presume que haja uma antítese a essa situação. E a antítese ao caos é o cosmos, é voltar para a ordem, como veremos. Então, nós estamos o tempo todo no movimento de desorganização, organização, reorganização, desorganização, caus e cosmos, as duas palavras gregas, numa dialética permanente da evolução entre estabilidade, instabilidade, mudança, necessidade cosmológica de ordem implícita. Isso aqui é a ideia de David Boom, que é um físico. Ele percebeu que havia uma ordem implícita no universo. O eh na explicação das origens da consciência, não, o cosmos organização, que prevê a tendência ao caos, desorganização, que é isso? Existe uma ordem implícita. Nós estamos aqui vivos, respirando na maturidade, na juventude, na infância. fazemos um desenvolvimento, vai acontecendo uma desorganização em nosso corpo, enquanto o espírito evolui, amadurece, aprende, se desenvolve, mas o corpo vai se deteriorando até o colapso da morte. E o que é a morte? é apenas o efeito de uma necessária desorganização corporal, colapso das funções biológicas
madurece, aprende, se desenvolve, mas o corpo vai se deteriorando até o colapso da morte. E o que é a morte? é apenas o efeito de uma necessária desorganização corporal, colapso das funções biológicas para uma nova reorganização espiritual, que é o que vai acontecer com a nossa realidade aos abandonarmos o corpo físico. Então, movimento é sempre de organização, desorganização, causo e cosmos. Necessidade da consciência cósmica na explicação das origens da consciência humana. Se tem um fenômeno que não se explica nem pelo cérebro, nem pela biologia, nem pela matéria, é a consciência. A consciência tem fatores morais de discernimento, fatores emocionais, do pensamento, fatores da linguagem. A consciência é um fenômeno muito complexo e a necessidade da consciência humana presume a divina consciência, presume aquilo que os orientais perceberam 4.000 anos antes de Cristo na sua coleção Vedantina, né, que é uma coleção de 56 livros que passa pelo livro Tibetano dos Mortos, Bagavaguita, que que passa por inúmeras obras de sabedoria, eles diziam: "No universo nada além de Deus, porque a consciência infinita é Deus e tudo mais são manifestações dessa consciência cósmica". Então, a consciência humana é apenas uma fagulha, uma centeira divina. Nós partilhamos de uma consciência única sem o saber. Todos nós estamos mergulhados e manifestando a divina consciência. A única diferença entre nós e Cristo é que ele declarou: "Eu e o Pai somos um só". Porque ele já está na consciência de unidade com o Pai. Ele já está na consciência unitária, que é aquela que já está integrada. Ela está em si e está em Deus. Por isso ele fez a oração no Orto das Oliveiras, que não me deixa errar. Ele pede aos discípulos que orassem com ele, mas ele faz uma oração que diz: "Senhor, glorifica-me em ti mesmo com a glória que eu tinha ao teu lado antes que o mundo existisse." E a palavra mundo está escrita em grego, no Evangelho, que é cosmos, porque ele está na unidade. Ele já está na unidade com o criador.
m a glória que eu tinha ao teu lado antes que o mundo existisse." E a palavra mundo está escrita em grego, no Evangelho, que é cosmos, porque ele está na unidade. Ele já está na unidade com o criador. consciência unitária. E nós estamos na consciência da separação. Nós não temos unidade de percepção entre nós, muito menos ainda com Deus, porque não temos ainda essa unidade de consciência. Então, a consciência é una e ela manifesta-se no universo, segundo o livro dos espíritos, do átomo aos arcanjos. Tudo está em todos e todos estão em tudo. Esse é o momento da unidade as estrelas, os elétrons, a nossa alma. Somos tudo reflexo da consciência cósmica a manifestar-se conforme a sua condição. A nossa condição é de sapiens. Oamos aqui numa espécie atrasada e num cérebro limitado. Os seres muito evoluídos não precisam mais reencarnar-se, não precisam de matéria. E o Cristo disse: "Eu e o Pai somos um só". João 13:30. Ele não disse nada de errado ao dizer: "Eu e o Pai somos um só". Ele falava da unidade que um dia nós alcançaremos também. Ficai sabendo que eu estou no meu pai e o meu pai está em mim. Vós estais em mim e eu e e e vós estais em meu pai também. Necessidade do divino no encantamento do mundo e da vida. Não há sentido durador ou propósito paraa existência humana fora da ordem simbólica do divino. Gente, olha o que eu tô sustentando aqui. Eu estou dizendo aqui, em outras palavras que essa civilização materialista ocidental e moderna, em que a ideologia principal não são as religiões, é o materialismo. Na prática é isso. Na hora que você rompe, rompe, desfaz a ordem simbólica de Deus, na hora que a cultura não se sustenta pela divindade, na hora que você perde a presença de Deus, você perde o sentido duradouro para a existência. Querem ver se não é? E aí explicaremos porque nessa civilização há mais suicídios do que assassinatos. Não sei se sabem disso, não é o tema de hoje, mas nós temos uma conta em 2024 de 715.000 suicídios no planeta. E os senhores podem procurar a
e nessa civilização há mais suicídios do que assassinatos. Não sei se sabem disso, não é o tema de hoje, mas nós temos uma conta em 2024 de 715.000 suicídios no planeta. E os senhores podem procurar a conta de homicídios e guerras que dá menos que isso. Estamos mais dispostos a morrer de suicídio do que de homicídio no planeta Terra nos dias atuais, estatisticamente falando. E por que que acontece isso? Porque o sentido duradouro da existência humana só se completa com a cultura do divino, só se completa na espiritualidade. Uma pessoa muito fria e racional diz assim: "Para que viver se eu estou doente?" Recentemente nós tivemos um grande compositor da nossa música brasileira que viajou para a Suécia. Lá é autorizado o suicídio. A eutanásia por escolha estava com Alzheimer, tudo legal, foi para lá e se matou. na Suécia. Por que isso? Porque sem a espiritualidade não há sentido definitivo, durador transcendente para a existência humana. Então, as pessoas se matam quando elas não encontram propósito para a vida. E propósito para a vida é sustentável tão somente na presença de Deus, é na ordem do divino. E talvez por isso todas as culturas sabiam. E há um inconsciente coletivo relacionado à ideia de Deus. Então, fora da ordem simbólica do divino, o que temos é a quebra duradora do sentido para a existência. Porque uma pessoa de 70 anos que está com leucemia, câncer grave, definitivo, e os médicos estão dando um prognóstico para ela de morrer em 6 meses e 2 anos em sofrimento? Se ela não tem espiritualidade, se ela não tem a presença do da sacralidade da vida, qual o sentido da sua existência? Tente sustentar um sentido para existência. Dirão a família, dirão os compromiss: "Mas eu cumpri, já tenho 75 anos, não vou ficar 3 anos, tô somente sofrendo." Qual o sentido da existência quando se sofre uma doença neurodegenerativa que gera dor e dor e dor e dor? Só sai do Brasil para ter o suicídio autorizado. Por quê? Porque somente na ordem do divino, na ordem da espiritualidade, eu tenho uma dimensão
doença neurodegenerativa que gera dor e dor e dor e dor? Só sai do Brasil para ter o suicídio autorizado. Por quê? Porque somente na ordem do divino, na ordem da espiritualidade, eu tenho uma dimensão que transcende a existência corporal. Agora sim, eu completo a existência humana. Como diria Telha de Charnã, não somos seres humanos vivendo meras experiências espirituais. Somos seres espirituais vivendo experiências humanas. Muda tudo. Somos seres imortais, atravessado de mortalidade antes de nascer e após a morte corporal. Sem isso, não há sentido duradouro para a existência humana. um pouco de Deus no cotidiano. E eu quero dizer a vocês que vocês devem pensando nas perguntas, as nossas amigas do Pingaluz daqui a pouco virão aqui. Vocês podem fazer perguntas, papelzinho e caneta e perguntem que a gente vai deixar 20 minutos para as respostas. Como usamos a ideia do divino no cotidiano? Um Deus customizado o a serviço dos desejos cotidianos, da posse de bens nas realizações pessoais, profissionais, conquistas pessoais, bênçãos financeiras. Olha, olha como que a época que a gente tá vivendo, gente, é um Deus customizado. Esse Deus é adaptado aos nossos interesses. Eu peço para ele um carro novo. Eu peço para ele uma conquista material, uma casa nova. Eu peço para ele vencer meus inimigos, meus adversários, me manter num casamento ou me libertar dele. Eu peço coisas materiais, sociais, políticas e eu acredito que esse Deus a meu serviço, customizado pelo meu gosto, vai me atender. Um Deus com personalidade aqui. Agora vamos tocar em um território sensível, difícil de ser percebido, porque é o Deus sem representação humana. O grande filósofo ateu Ludu Foebá, que foi discípulo de Carl Max, ele formulou uma frase que Kardec não discordaria dela. Ele disse assim, ó: "Não foi Deus que criou o homem, mas foi o homem que criou a Deus a sua imagem semelhança. É o Deus customizado, é o Deus que tem uma personalidade humana. Esse não é o Deus do livro dos espíritos. Esse Deus com personalidade que a gente
foi o homem que criou a Deus a sua imagem semelhança. É o Deus customizado, é o Deus que tem uma personalidade humana. Esse não é o Deus do livro dos espíritos. Esse Deus com personalidade que a gente gosta tanto dele, ó meu pai, meu amigo, Deus Jesus falou de pai, falou, era na cultura hebraica, mas isso é uma representação psicológica, gente. Deus não pode ser pai nem mãe. Ele é pai, ele tem uma personalidade, mas ele é o absoluto, é o absoluto das perfeições, é a inteligência suprema. Nós temos um Deus personalístico que é pai, que nos socorre, como se a gente, como se ele precisasse saber só quando a gente falasse com ele. Eu tô desempregado. Deus não sabe que eu tô desempregado. Eu tô doente. Deus não sabe que eu tô doente. Gente, Cadeec disse assim, ó. Para Deus o passado e o futuro é o eterno presente. Não existe tempo para Deus da origem do universo até o que nós chamamos de 2018, 19 de setembro, é tudo uma coisa só. Então não precisa se preocupar com o dia de ontem, nem de amanhã, porque não há dias para Deus. Ele sabe de tudo antes de tudo acontecer. Ele tem uma visão que é eterna. É como se olhasse o universo em uma dimensão só. Tá tudo acontecendo para Deus ao mesmo tempo. Não existe tempo para Deus. Esse não pode ser a a consciência cósmica, não pode ser esse Deus personalístico que é pai, filho, espírito santo com rosto e uma história. O Javé dos hebreus antigos, o judaísmo de Abraão, o Deus de Abraão da Bíblia. testou Abraão. Ele era tão cioso das suas prerrogativas que disse: "Abraão, leve seu filho Isaque e mate ele na montanha". Aí Abraão pega o filho e vai matá-lo. A sorte é que na última hora a voz diz: "Não mata Abraão". Gente, as pessoas acreditam que Deus falou com Abraão e mandou mandou matar o filho dele. É claro que isso é uma é história, é uma simbólica, uma narrativa cultural, é uma coisa metafórica. Deus não manda matar ninguém. Deus não fala diretamente com o ser humano dessa forma. Essa personalidade de Deus que a gente imagina existir como algo, um
a narrativa cultural, é uma coisa metafórica. Deus não manda matar ninguém. Deus não fala diretamente com o ser humano dessa forma. Essa personalidade de Deus que a gente imagina existir como algo, um personagem, um pai lá em cima no céu, isso nunca existiu. Deus não tem existência. Lamento decepcionado. Ele é o absoluto. O absoluto não pode ter existência. Se tem existência, se transforma, gente. Tudo que se manifesta no universo muda. O Kardec disse: Deus é imaterial, absoluto das imperfeições, mas fi material, porque nada, nada da sua realidade pode ser transformável. Se transformar não é Deus. O universo todo se transforma menos Deus, que é eterno, imutável, imaterial, conforme o livro dos espíritos. Aí você tem uma lá dos muçulmanos, personalidade escrita no Alcurão do profeta Maomé. As divindades das religiões politeísticas, cada um é o Deus do Heros o Deus do prazer. Cronos, o Deus do tempo. Fatiou o tempo. Deus, o líder das divinas das religiões, das divindades gregas. Hippnos, o deus do sono, Thanos, o Deus da morte, não é? São personalidades divinas que nós vamos criando o ser humano, representações sobre Deus que refletem a nossa mente no hinduísmo e a nossa cultura. Cada época, no hinduísmo, uma divindade trina, trim é composta por brah, visto e estiva, que equivale respectivamente ao criador, preservador, destruidor do universo. Lá no duísmo tem o Deus que criou, o Deus que preserva e o Deus que destrói o universo. Isso é hinduísmo, a religião mais antiga do mundo. Deus no calvinismo norte-americano é um Deus capitalista. É o Deus de João Calvino. Quanto mais você ganha dinheiro, maior sinal que Deus está lhe abençoando. Foi isso que fez o desenvolvimento do capitalismo nos Estados Unidos da América. O calvinismo é o maior país calvinista do planeta. Eles acreditaram e acreditam até hoje que a riqueza é uma bênção de Deus. Imagina, gente. Então, os pobres são amaldiçoados e os ricos abençoados. E quanto mais rico você fica, mais presença de Deus você tem na sua vida. A
editam até hoje que a riqueza é uma bênção de Deus. Imagina, gente. Então, os pobres são amaldiçoados e os ricos abençoados. E quanto mais rico você fica, mais presença de Deus você tem na sua vida. A reforma protestante calvinista diz isso aos Estados Unidos são é isso que eles adotam. Versão brasileira do calvinismo. Teologia da prosperidade, igrejas neopentecostais. Aquele que doa dinheiro à igreja abençoado com prosperidade financeira. O senhor sabe disso. As igrejas neopentecostais, a troca é completa. Quanto maior a doação, maior a bção, mais rico você fica. Olha aí, deu tempo. Tá vendo? Agora é a hora das perguntas. Eu fiz menos slides, até corri um pouco para vocês perguntarem. Precisamos das nossas amigas com os papeizinhos e as canetas. Isso. Eu acho que elas se distraíram. Quem quiser fazer pergunta, gente, ah, o nosso amigo vai levar ali papel e caneta e a oportunidade agora para vocês perguntarem as questões que vocês quiserem sobre Deus, a natureza divina. Enquanto eu colho, >> enquanto eu colho as perguntas, deixa eu te fazer uma pergunta. Se Deus é essa perfeição, a causa de tudo, por que nos fez tão imperfeito para depois ficarmos perfeitos? >> Essa pergunta que o Adolfo está fazendo e o Pietro Balde fez essa pergunta na obra A Grande Síntese, né? Como é essa questão da a perfeição que gera a imperfeição, né? E aí a visão que nós temos eh da doutrina espírita é que essa consciência cósmica, ela derrama na origem da vida alguma coisa muito fundamental dessa consciência, que é o que é chamado princípio inteligente. Esse princípio inteligente é o ânima, é a alma. É alguma coisa muito primitiva que vai animar todas as espécies da natureza, só que ela ela vem com a característica neutra. Ela não é nem perfeita nem imperfeita. Aí é que está a perfeição ou imperfeição diz respeito ao momento evolucionário em que a consciência chega na Terra. Porque antes da consciência o que é que você tem? Você tem um ânima, uma alma, um princípio inteligente a mover a
imperfeição diz respeito ao momento evolucionário em que a consciência chega na Terra. Porque antes da consciência o que é que você tem? Você tem um ânima, uma alma, um princípio inteligente a mover a biologia. Se você perguntar um animal, por exemplo, um cachorrinho que late muito, um leão que é o predador do veado e de outros mamíferos na floresta, o leão ele é imperfeito ou mal porque é predador do do veado? Não. O leão é qualquer coisa que tem uma ânima, uma alma primitiva, que está na cadeia alimentar e cumpre uma função biológica e tem uma vida biológica. Enquanto não há a consciência, não há o que se falar em perfeição e imperfeição. Só que a evolução da consciência gera nessa consciência, nessa alma, um fenômeno novo, que é o que vai gerar a escolha, a liberdade. e na escolha e na liberdade que aparece com o ser humano, que é o único ser na terra que sabe da sua própria existência, sapiens é aquele que sabe de si. Ele não só sabe que existe no mundo, como ele sabe que todo dia tem que fazer uma escolha, fazer atividade física ou não, eh, ter filhos ou não, trabalhar nesta naquela empresa ou não, trabalhar por quanto tempo ou não, eh, cuidar-se ou não, amar ou não, conviver dessa ou daquela maneira, escolher essa ou aquela ideologia. Ora, nós somos seres compulsoriamente das escolhas. E é na escolha, no cultivo da nossa liberdade, na imposição de sermos livres, não há como não escolher, não há como não fazer escolhas. Na hora que eu entro nessa espécie, nesse padrão de consciência em que eu ainda preciso escolher e eu escolho entre opções faças as quais eu não tenho certeza se esta ou aquela é a melhor, nós somos tão atrasados que a gente fica tatiando. Bom, mas isso aqui é bom ou é um bem pela metade? Isso aqui é bom por um lado, mas é péssimo por outro. Isso aqui é razoável? É suficientemente bom ou é péssimo? e os nossos pensamentos entrem em conflito, porque o pensamento não consegue apreender a realidade toda do que estamos vendo. Então, esse conflito, essa dúvida que
É suficientemente bom ou é péssimo? e os nossos pensamentos entrem em conflito, porque o pensamento não consegue apreender a realidade toda do que estamos vendo. Então, esse conflito, essa dúvida que dirá o filósofo Heidegger escolher angustiar-se é a fonte da angústia. E a fonte da imperfeição começa pelo preço de ter escolher. Judas escolheu dentro de um dado contexto, no século da era cristã, ele achava que Jesus deveria ser um mestre, que deveria comandar os judeus e fazer uma grande revolução social, utilizando a força política dele, de Jesus, o seu messianato, o seu carisma. Ele foi lá e entregou Jesus por 30 moedas aos líderes do Sinédrio. Mas ele tinha um propósito. Ele viu Jesus como alguém que iria reagir à aquela situação com seus poderes e mobilizar a população. E não foi isso que aconteceu. Na hora que ele escolheu, ele escolheu dentro de padrões de análise e compreensão. Na hora que ele escolheu, ele assumiu as consequências. depois de entrar num estado de angústia enorme, porque Jesus não esboçou o que ele desejava e finalmente veio a se suicidar. Então, o que a gente tá chamando de imperfeição nada mais é do que o laboratório do erro para o acerto, as escolhas, né? Você só pode saber de algo se você aprender a escolher sobre esse algo e você erra para acertar. Até um dia que a consciência espiritual, moral, desperta é tão grande que ela te comanda e você não é mais vítima da dualidade. A consciência dual, o que o Adolfo tá chamando de imperfeição é o preço da escolha no âmbito da consciência sobre a unidade, onde cada um está em todos e todos estão em cada um. Trata-se de um estágio máximo da evolução. Hoje já somos ou estamos em unidade da Terra? Excelente pergunta, excelente questão. Existe uma dimensão na qual do Ocidente ao Oriente, sobretudo a sabedoria perene, mas o espiritismo também. Nessa resposta que eu sinalizei do livro dos espíritos, ficai sabendo que tudo está em todos e todos estão em tudo. Do átomo ao arcanjo, tudo está interligado.
edoria perene, mas o espiritismo também. Nessa resposta que eu sinalizei do livro dos espíritos, ficai sabendo que tudo está em todos e todos estão em tudo. Do átomo ao arcanjo, tudo está interligado. É como se nós estivéssemos mergulhados na consciência cósmica. É nessa dimensão da consciência que quando eu consigo me comunicar, no caso da espécie humana, da consciência para consciência, da alma para alma, e aí se fala de um casal enamorado, né? O romance entre um homem e uma mulher, um casal que se ame, através do olhar eles podem comunicar afetos. A comunicação entre pais e filhos quando profunda. O que é que acontece? Existe uma sincronização psíquica da consciência para consciência, da alma para alma. Será que nós estamos fazendo isso? Talvez pouco. Mas é possível. É, o Jung chamou isso de sincronização psíquica. Ele falava da relação do terapeuta com o paciente, o amor eh mediado pelo romance, os afetos profundos, a mãe que olha nos olhos do filho e descobre o que ele tá sentindo. Essas coisas é a comunicação de alma para alma. É alguma coisa que nos conecta a todos na dimensão da unidade. Daí os orientais trazerem a representação do Namastê. Deus que está em mim. Saúda Deus que está em você, porque é uma dimensão em mim que é consciência cósmica e ela pode estar no nível de Mahatratma Grande, no nível de Chico Xavier ou no nosso nível. Mais ou menos desperta, mais ou menos manifestada, revelada na sua potencialidade máxima. É aí que estar a unidade, é na consciência. E tanto mais nós operamos em níveis sublimes, despertos da consciência, mas isso é facilitado. Fala-se muito que o Chico Xavier era muito telepata, né? Que as pessoas se aproximavam, ele lia os pensamentos. A telepatia, que é uma comunicação mental que não que não precisa da linguagem, das palavras, é a demonstração que há pode haver algo em mim e no Adolfo que ser sincronizado a gente entra em contato independente da linguagem, porque essa dimensão é consciência pura, desperta, é no âmbito da
s, é a demonstração que há pode haver algo em mim e no Adolfo que ser sincronizado a gente entra em contato independente da linguagem, porque essa dimensão é consciência pura, desperta, é no âmbito da consciência que se dá a unidade nos diferentes níveis evoluciones. da alma. Homem das cavernas tinha alguma fé? Excelente questão. Tinha. Eh, leia o livro O Espírito e o Tempo do professor Herculano Pires. Lê o livro O profano e o Sagrado do antropólogo Misseliad, que vocês vão ver que eles vão mostrar que o homem de Nederstal anterior ao Sapiens, o Saps aparece 100 a 150.000 1 anos atrás, ele sai das savanas africanas e vai pra Europa, a nossa espécie, o Sappi só que o Sápis encontra o homem de Nendertal, nendertalense. E o nendertalense já seputava seus mortos com ritos funerários, mostrando que ele já intuía a alma, o homem de Nendertal, que é o homem das cavernas anterior ao Sápiens. Ele é mais antigo que o Sapis. Ele desapareceu depois, mas tem registros fósseis dele na proximidade quando o Sápis vai paraa Europa. Segundo Edgar Morran, é um paradigma perdido. Então o homem das cavernas tinha ritos funerários, tinha uma relação espiritual com seus mortos, intuía a vida espiritual. Ele os sepultava de um jeito que revelava através do sepultamento que eles intuiam a existência da alma. Então, o homem das cavernas tinham algum tipo de fé. Deus seria uma tentativa humana de explicar o inexplicável? É possível uma espiritualidade não teísta? Outra boa pergunta. Aquilo que se estar a chamar de tentar explicar o inexplicável é exatamente isso, é remeter-se à origem das origens. Nós não podemos explicar a Deus através de palavras, de linguagem, de demonstração factível. Ninguém pode em laboratório provar a existência de Deus. É que fique claro isso aqui. Não existe a prova no sentido laboratorial de Deus. Agora, como disse Isaac Newton, né? Existe todo o universo. O que que o que que é preciso você ver além do universo para intuir, ter a intuição da origem? universo inteiro.
ntido laboratorial de Deus. Agora, como disse Isaac Newton, né? Existe todo o universo. O que que o que que é preciso você ver além do universo para intuir, ter a intuição da origem? universo inteiro. Telescópio John e John Dip, né? Dib. Ele é o telescópio mais avançado. Ele fotografou as galáxias, as galáxias, milhões de galáxias, cada uma com bilhão de estrelas. Você olha pro universo e você imaginar que isso foi uma coisa autoconstituída, né? Mas é isso, a origem da ideia de Deus é exatamente a tentativa de explicar o infinito, que é inexplicável no sentido lógico, matemático, definitivo do termo. Você não explica matematicamente, você não consegue provar a relação entre Deus e o universo, mas você intências. Você tem intuição pela natureza do universo, pela natureza, pela obra há de se explicar o seu autor. Diz o livro dos espíritos. É possível uma espiritualidade não teísta? Sim. Vou dar o exemplo. O budismo tibetano é uma doutrina que não tem a figura de Deus. Eles não falam de Deus como um personagem que tá lá no céu. Não fala. Eles falam o tempo todo de uma dimensão divina que está no homem, na consciência. Então, é possível você intuir a consciência cósmica na experiência consciente do ser humano. O problema é que a nossa sociedade é muito pouco interessada na potência da consciência, que é o lugar onde Deus nos habita. É na potência da consciência que amamos, que perdoamos, que cooperamos, que somos solidários, que mantemos relações de amizade. É na potência da consciência que manifestamos a espiritualidade em nós. É na potência do ser consciente. Então isso é muito importante para sabermos que é possível sim uma espiritualidade não baseada na ideia de uma paternidade divina personalizada, uma consciência espiritual não teísta. Vamos aqui para mais uma questão. A ideia de confiar que tudo o que acontece em nossa vida provém de Deus não pode gerar a mesma consequência no homem que a falta de espiritualidade? Vou responder uma por vezes aqui. Olha a questão. A ideia de confiar que tudo que
que acontece em nossa vida provém de Deus não pode gerar a mesma consequência no homem que a falta de espiritualidade? Vou responder uma por vezes aqui. Olha a questão. A ideia de confiar que tudo que acontece em nossa vida provém de Deus não pode gerar a mesma consequência no homem que a falta de espiritualidade? Pode, porque nós confundimos completamente as coisas. A história, a vida é constituída pela humanidade, tanto física quanto espiritual, reunida, reunidas. O nosso dia a dia é o efeito da nossa jornada. A gente pensa que tudo que acontece é obra de Deus. como se Deus fosse qualquer ser que ficasse afetando o nosso dia a dia. Já que o Adolfo hoje de manhã me pediu uma graça, eu vou dar, Adolfo tá sendo tão bonzinho que eu vou dar a graça para para Adolfo. Já o Denizá se comportou mal, eu eu não vou atender a Denizá porque ele se comportou mal. Gente, isso é a infância da compreensão sobre Deus. Eh, a história da humanidade, né, é feita por nós, pelas nossas escolhas. A diferença é que Deus não opera com as nossas temporalidades. Planeta Terra, 5 bilhões de anos ainda de tempo. Tá bom para vocês? 5 bilhões é o tempo que o Sol terá existência. 5 bi, gente, 5 bilhões de anos. Vocês acham que o Homo Sápiens vai estar aqui daqui a 5 bi? Claro que não, gente. Assim como a espécie humana sucedeu a nendertalense, outras espécies sucederão ao sápio que vai continuar é a alma, que é outra conversa. Nós vamos ter espécies mais evoluídas depois do Saps, porque são 5 bi. Então, o sistema é constituído para ele se resolver. Deus, Deus pode ter criado a terra, pode ter criado o universo e não afetar a sua obra no sentido de intervir. A gente pensa, a gente pensa que Deus fica intervindo como se ele tivesse no dia de hoje preocupado com o dia de manhã. Deus tá lá em cima pensando assim: "Como é que eu vou acabar com a guerra do da Rússia com a Ucrânia, de Jael com Ramás?" Isso é humano, não é Deus. Deus não tem tempo para ele. Ele sabe de todos os fenômenos. Ele sabe como a terra vai se
mo é que eu vou acabar com a guerra do da Rússia com a Ucrânia, de Jael com Ramás?" Isso é humano, não é Deus. Deus não tem tempo para ele. Ele sabe de todos os fenômenos. Ele sabe como a terra vai se extinguir daqui a 5 bilhões de anos. Ele está vendo tudo o tempo todo. Só que ele para os seres que escolhem, ele deu um preço. Problema de vocês. Vão, vão evoluindo aí, vão resolvendo. Agora, quem opera sobre a terra é outra dimensão, não é Deus. São aqueles portadores da mesma humanidade que nós, os espíritos desencarnados, o Cristo que é da ordem da manifestação. A este sim, o Cristo opera sobre a terra. Os bons espíritos nos ajudam. A humanidade física, espiritual está interligada todo dia escolhendo, praticando e exercendo a vida. De modo que ninguém me convencerá que o nazismo veio de Deus, nem outras coisas que estão acontecendo na terra agora veio de Deus. Não tem nada, Deus, não tem nada a ver com isso. A responsabilidade é toda da humanidade. Deus está inocente nisso. Hã, porque você pode fazer duas perguntas para complicar o pessoal da da da religião personalística de Deus. Primeiro, porque que Deus permitiu que Hitler nascesse e matasse 6 milhões de judeus. Você faz uma pergunta, por que que permitiu Napoleão? Por que que permitiu Nero? Todos os ditadores tem nada a ver com isso. Da da humanidade. Hã, humanidade. Hitra tivesse uma catapora com 8 anos de idade, a história da primeira e segunda metade do século XX teria ser diferente. Produziu uma guerra com 70 milhões de mortos, 6 milhões de judeus exterminados. E daí, né? Quer dizer, e isso é uma questão demasiadamente humana. É um problema nosso, é um problema dos seres que reencarnam aqui com as suas provações coletivas e seus compromissos com o passado. Deus não tem nada a ver com isso. Deus não tem nada a ver com as nossas alegrias que comprou o carro, deixou perder o emprego. Nada a ver com isso. Nada. Nem peça isso porque isso não faz sentido. Tá lá no livro do espírito que que deve fazer com a oração? Louvor,
nossas alegrias que comprou o carro, deixou perder o emprego. Nada a ver com isso. Nada. Nem peça isso porque isso não faz sentido. Tá lá no livro do espírito que que deve fazer com a oração? Louvor, louvor, agradecer e pedir. Pode pedir, mas tem que pedir com sabedoria, gente, para não pedir bobagem, né? Então, nem tudo provém de Deus. E a última questão para terminar, se tudo acontecerá como Deus quiser e não precisamos nos preocupar, o que cabe a nós? Então, pronto. Se for tudo por conta de Deus, você não vai fazer o exame cardiológico que recomenda-se a partir dos 40, 30, 50. Não faça. E isso vai acontecer o quê? Se a gente não fizer, gente, o exame periódico da cardiologia, o exame de próstata, o exame anual feminino, já que a medicina tá aí, o que que vai acontecer com a gente? Nós vamos descobrir a doença tardia. E quantas pessoas fazem isso? Uma doença que podia ser controlada, evitada, gerida. Não, não vou ao médico. Ou eu vou fumar por 30 anos, achar que não tem problema nenhum. Posso fumar agora 30 anos depois tem consequências ou menos. Então nós precisamos aprender, né, que não eh se tudo acontecerá como Deus quiser, não precisamos se preocupar. O que cabe a nós, né? Qual a nossa responsabilidade sobre a nossa própria existência? Platão dizia: "Deus está inocente nisso." É a nossa responsabilidade, é a nossa tarefa. E com isso eu termino trazendo essa visão impessoal de Deus, a consciência cósmica, o ser absoluto, a infinita luz divina, Deus em nós, Deus no universo, mas não um Deus paternalístico, paternalista, pessoal e customizado. Quando a gente precisa dele, a gente faz um negócio ali. Se o Senhor me der mais uns anos de vida, eu paro de fumar. Se o senhor me der, se eu não morrer agora, tem nada a ver com a nossa desencarnação. Os bons espíritos tem a ver com nossa desencarnação. Nossos espíritos amados no mundo espiritual tem a ver com nossa desencarnação. Nossa família tem a ver. Nosso amigo espiritual, anjo de guarda. Mas Deus não tem nada a ver com isso. Tem nada a ver
ão. Nossos espíritos amados no mundo espiritual tem a ver com nossa desencarnação. Nossa família tem a ver. Nosso amigo espiritual, anjo de guarda. Mas Deus não tem nada a ver com isso. Tem nada a ver com isso. Nada com nada. Porque se ele tivesse nesse plano operando, ele teria existência. E aí ele seria também universo. E ele não é, ele é o absoluto, fora no sentido de não existencial. OK? Muito obrigado pela atenção de vocês. Foi o esforço de trazer uma ideia mais profunda sobre Deus, mais unitária e da consciência cósmica. Muita paz, um bom descanso e até o nosso próximo encontro em outubro. muito conhecimento para todos nós, né? Realmente hoje muitas perguntas bastante interessantes que complementaram, que vieram nos trazer muitos subsídios, particularmente sobre Deus, né? Cada um tem uma uma ideia a respeito desse, não vou dizer nem ser, que ele não é um ser, eh, não tem existência, então, eh, é algo que um dia nós vamos compreender. Estamos ainda nem nos compreendendo ainda, nem compreendendo o que se passa dentro da nossa família e a gente tá querendo já compreender Deus, né? Mas só em compreender os querer isso já é muito bom, porque Deus a gente não compreende, a gente sente naqueles momentos em que parece um segundo de uma felicidade tão grande no coração, mas eu acho que é um é Deus assim dando uma chegada junto de cada um de nós. E é pensando em Deus, esse ser que criou a todos nós essa inteligência suprema. E essa causa primária de todas as coisas é que nós vamos realmente dirigir o nosso pensamento a ele e aos espíritos que nos cercam, esses que realmente estão na nossa existência, pedindo que nos abençoe a todos, que nos dê compreensão da nossa vida, dê compreensão do porque estamos aqui e que possamos realmente trazer o reino de Deus para cada um de nós. passando o arado no nosso coração, porque foi Jesus quem disse: "Bem-aventurados que têm puro coração, porque verão a Deus." E essa pureza de coração é quando passamos o arado nesses nossos sentimentos e tiramos dele a
o nosso coração, porque foi Jesus quem disse: "Bem-aventurados que têm puro coração, porque verão a Deus." E essa pureza de coração é quando passamos o arado nesses nossos sentimentos e tiramos dele a semente do egoísmo, do orgulho, da vaidade e nos tornamos então seres que podemos então amar ao nosso próximo como a nós mesmos. e acima de tudo amarmos essa consciência cósmica que a todos nós criou. Obrigado, Senhor. Abençoe-nos a todos e quando chegarmos em nossos lares, possamos, Senhor, abraçarm-nos uns aos outros com teu amor infinito. Abençoe todos aqueles que estão nos ouvindo e e nos assistindo pelas redes sociais, Senhor. Muito obrigado. Graças a Deus e graças a Jesus. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do
íritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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