O poema da gratidão, por Divaldo Pereira Franco | 12º Congresso Espírita do RS
Encerramento da palestra "O Trigo de Deus", durante o 12º Congresso Espírita do RS, promovido pela Fergs, que ocorreu de 27 a 29 de outubro, em Porto Alegre.
iniciemos pois a nossa nova jornada cantando o hino do perdão a nós mesmos da Santa Fraternidade dizendo que vale a vida amar acima de tudo agradecei é a Hora de pedir já passou esse é o momento de agradecer muito obrigado senhor por tudo que me deste por tudo que me dá Obrigado pelo ar pelo pão pela paz muito obrigado pelos olhos meus que me foram dados por Deus olhos que vem a beleza do luar o campo em flor a primavera em bç mas aí eu vejo também aqueles que não podem ver e me ponho orar eu sei que depois desta vida na outra lida eles poderão enxergar muito obrigado pelos ouvidos meus que me falam de Deus ouvidos que ouvem o tamborilar da chuva no telheiro a melodia do vento nas fimbrias do Oleiro as vozes do mundo que cantam em primeiro pelo ouvido que foi a perceber a vida na sua Musicalidade mases que não podem ouvir por ele eu quero cantar porque eu sei que depois desta dor do teu reino de Amor eles também cantarão muito obrigado pela minha voz mas também pela sua voz pela voz que ama pela voz que balbucia uma canção que é o teu nome profere com grande emoção diante da minha melodia eu vejo na terra os que sofrem de afazia que não cantam de noite que não falam de dia Oro por eles porque eu sei que depois desta prova da vida nova cantarão obrigado pelas minhas mãos mas também mãos que Aram mãos que semeiam mãos que agasalham mãos de ternura mãos que libertam da Amargura mãos que apertam mãos mãos que atendem a Felice a dor O Desamor pelas mãos que no seio balança o filho de um corpo alheio sem receio e pelos pés que me levam a andar sem reclamar muito obrigado Senhor porque eu posso caminhar diante do meu corpo perfeito eu vejo na terra deixados amputados marcados desesperados que não podem caminhar eu oro por eles porque sei que depois desta aflição noutra reencarnação eles também Bailão muito obrigado por fim pelo meu lar é tão maravilhoso ter o lar não importa se este Lar é uma mansão se é uma tapela uma favela um nin um grabato de dour umal seja o que for mas que
eles também Bailão muito obrigado por fim pelo meu lar é tão maravilhoso ter o lar não importa se este Lar é uma mansão se é uma tapela uma favela um nin um grabato de dour umal seja o que for mas que dentro dele exista a figura do amor do amor de pai de mãe de filho de marido de irmão de um companheiro companheira que me leve nesta solidão Mas acima de tudo Senhor se eu não tiver ninguém para amar deem para perdoar eu te rogarei perdão para mim e te direi obrigado Senhor porque eu nasci obrigado porque Creio em Ti pelo teu amor Obrigado Senhor pela sua atenção muito obrigado senhores
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