O Poder da Palavra - Heber Carlos

Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML 09/12/2025 (há 5 meses) 43:49 160 visualizações

O Poder da Palavra - Heber Carlos

Transcrição

Sou eu. Quebra e transforma até que fim. Sua vontade se cumpra em mim. Olho em tudo e sempre encontro a ti. Paz no céu, na terra onde for, em tudo que me acontece encontro o teu amor. Ah, não se pode mais deixar de crer no teu amor. É impossível não crer em ti. É impossível não te encontrar. É impossível não fazer de ti eu irreal. É impossível não crer em ti. É impossível não te encontrar. É impossível não fazer de ti meu ideal. Falta três no meu aqui. Você falta quanto aí? É que faltam é uma e depois o bezerro já tá. É, >> deixa fluir do coração. A luz que saia paz em forma de oração. A luz que sai e é paz em forma de oração. >> Olhos cristalinos. Az da cor do céu. >> Barba tão branquinha qual Papai Noel ilumina seus irmãos. na terra no sofrer, no sorrir, no chorar. Olheos cristalinos, azuis da cor do céu. Barba tão branquinha como Papai Noel. Ilumina seus irmãos na terra, no sofrer, no sorrir, no chorar. Mezerra de Menezes, apóstolo do bem, receba as nossas preces e o coração também. Bezerra menes, apóstolo da luz, depõe as nossas dores aos pés. de Jesus. Sintonizados com Dr. Bezerra de Menezes, que estamos evocando por meio da música, vamos por intermédio dele, glorificar a Deus, louvar o seu nome e agradecer pelas bênçãos que temos recebido, pela bendita oportunidade da vida, da reencarnação, do conhecimento da doutrina espírita, a bênção do grupo espírita mensageiros da luz às nossas vidas. Por este instante de oração, por todos que nos encontramos reunidos. Agradeçamos pela pátria, família, amigos, companheiros de Ideal, trabalho que nos dignifica a vida, saúde às vezes relativa o dia de hoje. E ao lado do louvor e do agradecimento, com muita humildade, continuemos buscando a presença amorável de Dr. Bezerra de Menezes para suplicar a ele que por acréscimo de misericórdia interceda por nós junto ao nosso mestre Jesus, para que ele nos fortaleça na sabedoria, na humildade e na fé. concedendo-nos saúde e paz, nos fazendo espíritas, divulgadores da doutrina, pela nossa

ia interceda por nós junto ao nosso mestre Jesus, para que ele nos fortaleça na sabedoria, na humildade e na fé. concedendo-nos saúde e paz, nos fazendo espíritas, divulgadores da doutrina, pela nossa ação, pelo amor que tivermos nos nossos corações. Bênçãos pedimos para os aflitos da terra, pelas condições climáticas, por toda violência, para os enfermos, os que não conseguiram atendimento médico, medicamento, outros que, embora socorridos, passam por grandes agonias, aflições e dores para os trabalhadores da área da saúde. Nós vamos irradiar também para o Brasil, para o povo brasileiro, que somos todos nós, pedindo a Ismael que nos conceda a esperança, a dignidade da vida através do trabalho, da alimentação, da habitação, da segurança, da educação dignas. Que as nossas autoridades se fortaleçam na sabedoria, na humildade, na compaixão para com a população, o respeito às leis, a responsabilidade administrativa, a importância de darem bons exemplos. Mas vamos irradiar também para o movimento espírita que Dr. Bezerra de Menezes conceda as nossas lideranças a sabedoria, a humildade, o sentimento de união e unificação do movimento, amparando as nossas federativas, a Federação Espírita Brasileira, o Conselho Espírita Internacional, a Federação Espírita do Estado de Goiás, a sua diretoria executiva, o nosso congresso de 2026, o grupo Espírita Mensageiros da Luz com todas as nossas unidades e frentes de trabalho. Cada dirigente, trabalhador e frequentador de casa espírita seja muito abençoado. Nós vamos também radiar para os nossos lares, lares enlutados com pessoas enfermas, hospitalizadas, cirurgiadas, para aquelas pessoas vitimadas pela depressão, pânico, obsessão, fascinação, drogadição, alcoolismo, vícios morais, encarcerados, desempregados, endividados, qualquer que seja a aflição da nossa casa, nós estamos pedindo misericórdia. Bçãos pedimos para as nossas crianças e jovens. Conceda a todos eles amor à vida, preservando as suas vidas com dignidade através do estudo, do

aflição da nossa casa, nós estamos pedindo misericórdia. Bçãos pedimos para as nossas crianças e jovens. Conceda a todos eles amor à vida, preservando as suas vidas com dignidade através do estudo, do trabalho, da religião, livrando os vícios da preguiça, dos desequilíbrios, das ciladas, fazendo desses jovens servidores da sociedade, espíritos aflitos, enfermos, entristecidos que estiverem nas nossas casas, levando desassossego, o sentimento de solidão, os desequilíbrios, os que aqui vieram em busca do socorro, que todos possam ser acolhidos, esclarecidos e encaminhados às colônias espirituais. Você que nos honra com a presença, nos assistindo pelas redes sociais, estamos transmitindo da sede do grupo Espírita Mensageiros da Luz e todos que aqui nos encontramos, que Deus nos abençoe, nos envolva em muita paz. Nós já queremos antecipar o nosso agradecimento pelo ano de 2025, pelas experiências e realizações que tivemos e já pedindo também o amparo para o 2026, que seja o corolário das nossas realizações espirituais. Com esses pedidos, agradecimentos, louvor, passamos para o Éber, para suas colocações à luz da doutrina espírita. Seja muito bem-vindo e Deus te pague pelo pelo pela ajuda. Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo 10. Bem-aventurados os que são misericordiosos. A indulgência. Espíritas, hoje queremos falar da indulgência. Esse sentimento tão dócil e fraternal que todo homem deve ter com seus irmãos, mas do qual bem poucos fazem uso. A indulgência não vê os defeitos no outro, ou se os vê, evita falar neles, divulgá-los. Ao contrário, encobre-os para que só delas sejam conhecidos. E se a malevolência os descobre, sempre tem uma desculpa pronta a abrandá-los. Mas uma desculpa plausível, séria. Nada daquelas desculpas que, sendo Áries de atenuar a falta, na verdade a ressaltam com pérfida habilidade. A indulgência nunca se ocupa dos maus atos do outro, a menos que seja para prestar um serviço, tendo ainda o cuidado de atenuá-los tanto quanto possível. Ela não faz a observação

m pérfida habilidade. A indulgência nunca se ocupa dos maus atos do outro, a menos que seja para prestar um serviço, tendo ainda o cuidado de atenuá-los tanto quanto possível. Ela não faz a observação chocante, nem traz repreensões. Não traz nada nos lábios que seja do mal, apenas conselhos no mais das vezes velados. Quando lançais críticas, que conclusão se pode tirar das vossas palavras? Que vós, que censurais, não fizestes o que repreendeis? Que sois melhores que o culpado? Ó homens, quando julgareis vossos próprios corações, pensamentos e atos? sem vos ocupar do que fazem vossos irmãos, quando abrireis vossos olhos severos apenas para vós mesmos. Sede, pois, severos para convosco, indulgentes para com os outros. Pensai naquele que julga em última instância e se vê os que vê os pensamentos secretos de cada coração e que em consequência sempre desculpa as faltas que censurais ou condena as que desculpais, porque conhece o móvel de todos os atos. E vós que gritais tão alto, anátema, talvez tereis cometido faltas mais graves. Sede indulgentes, meus amigos, pois a indulgência atrai, reergue, acalma, enquanto o rigor afasta, desencoraja e irrita. José, espírito protetor, Bordelus, 1863. Prezados irmãos e irmãs, que a paz do Senhor esteja com todos nós, mantendo a nossa harmonia nesta noite em que somos abençoados com a chuva, né? Dias de tanto calor, baixa umidade, mas faz parte, né? Assim, dia que você tá muito calor, o povo não vem muito do centro não, Márcia, mas se chove também afasta um pouco. Então, de maneiras que Deus ainda não achou o clima ideal para que não haja motivos. Me lembro do meu pai. Meu pai não era espírito, a minha mãe me trouxe pro centro. Ambos já se foram desse mundo e meu pai tudo era motivo para ir no centro. Minha mãe chamava: "Vamos no centro, José, ah, hoje tá calor." E realmente na época não tinha ar condicionado, tava calor, não ia. "Ah, hoje tá frio." E estava frio, não ia. "Ah, hoje tá chovendo, não ia. Hoje tem poeira. Eu não queria ir, era

ah, hoje tá calor." E realmente na época não tinha ar condicionado, tava calor, não ia. "Ah, hoje tá frio." E estava frio, não ia. "Ah, hoje tá chovendo, não ia. Hoje tem poeira. Eu não queria ir, era um direito dele. Cada um de nós temos os nossos direitos, as nossas liberdades. Mas quando a gente quer alguma coisa, a gente faz e os motivos não importam. a gente faz aquilo que atrai nosso interesse, aquilo que está de acordo com o nosso pensamento. E se nós viemos aqui, apesar da chuva, com a chuva, é porque algo nos trouxe até aqui. E que seja a vontade de compreensão, de entendimento, de melhorar a nós mesmos, porque esse é o papel da casa espírita, né? Não tem outro. Porque existe uma casa espírita para tentar ajudar as pessoas a serem melhores, para que as pessoas possam de alguma forma modificar suas tendências, cumprindo o mandamento espírita de transformação daquilo que se tem de transformar, né, da transformação moral, do esforço em domar as inclinações negativas que todos temos. Então, estar na casa espírita é uma oportunidade de transformação e de melhora. Então, nós já somos gratos a Deus por isso, porque estamos aqui, porque temos essa oportunidade. E eu escolhi para falar na noite de hoje, eu li como tema, como texto base para essa conversa aqui do capítulo 10 do Evangelho, que é a indulgência. Às vezes eu não faço a sequência da leitura do evangelho, tem algum tempo que eu faço isso. Eu procuro trazer alguma coisa que, no meu sentido daquele instante possa colaborar. Tem vezes que eu resolvo isso na sexta-feira, no sábado, no domingo. Hoje era 3 horas da tarde, a a Márcia filha me passou: "Boa tarde, vai lá hoje à noite". E ainda não sabia o que que eu ia falar. Aí eu fiquei mais um pouco. Aí de repente veio assim o poder da palavra. Pronto, escrevi para ela, boa, boa tarde, o poder da palavra e assim estou aqui para falar sobre isso, porque eu creio que talvez seja o tema mais importante e mais desafiador para nós é falar sobre a palavra. Ah, mas é tão

a, boa, boa tarde, o poder da palavra e assim estou aqui para falar sobre isso, porque eu creio que talvez seja o tema mais importante e mais desafiador para nós é falar sobre a palavra. Ah, mas é tão simples a palavra. Todos falamos, sim, todos falamos. Temos o dom da fala. A maioria de nós que não tem alguma limitação, algum problema, que o impeça de verbalizar, de falar, é uma minoria. A grande maioria de nós falamos. A questão é o que falamos, por que falamos, para quem falamos e o principal de todo como nós falamos. A palavra é de um poder extraordinário. Não por acaso o título da da dessa nossa conversa hoje é o poder da palavra, porque palavra tem muito poder. A palavra destrói a palavra constrói. A palavra só ergue, a palavra joga no chão. através da palavra, de um discurso inflamado, as pessoas se emocionam, as pessoas se dispõe a uma luta. As palavras de um general outrora diante de um campo de batalha, porque mudou muito, você aperta um botão, está encerrada a guerra. Mas na época em que se haviam guerras em campos de batalha, em campos mesmo, era o espaço físico aberto, o discurso emocionado, enfático, cheio de energia de um comandante fazia com que aquelas pessoas, aqueles soldados, tivessem uma força redobrada, porque era uma palavra energizada, magnetizada, forte, poderosa. E esse era o papel daquele general, fazer com que as pessoas pudessem realmente lutar diante de uma guerra inevitável. Não se valora aqui a importância ou desimportância da guerra. Apenas eu busco ilustrar como que alguém influencia outra pessoa e nós somos influenciados o tempo todo. As palestras históricas do Divaldo, para quem pôde assistir, eram palestras também que revelavam o poder da palavra. E ele como poucos tinha esse poder, essa capacidade, né, de fazer com que as pessoas viajassem com ele nos temas mais variados que ele desenvolveu. Era uma retórica forte, cheia de ilustrações, de figuras de linguagem e ninguém ficava indiferente ao que ele estava falando. Às vezes pessoas massas que nem

s temas mais variados que ele desenvolveu. Era uma retórica forte, cheia de ilustrações, de figuras de linguagem e ninguém ficava indiferente ao que ele estava falando. Às vezes pessoas massas que nem entendiam o que ele estava falando, não tinha às vezes nem o preparo, né, nessa vida para entender. Aí o ponto fala assim: "Mas ele falou bonito, não falou?" O que que ele falou? "Eu não entendi, mas foi lindo." As pessoas falam assim, "Eu não entendi nada, mas eu achei bonito". Não faz sentido. Faz sentido. É a melodia da voz, é a entonação da voz. A pessoa que não entendia alguma palavra, que escapava a compreensão, mas percebia que ali tinha algo forte. Era a palavra dele que estava em questão e fazendo com que as pessoas pudessem se motivar, se sensibilizar e até chorar, mesmo sem entender exatamente cada palavra, cada expressão utilizada, porque ele se notabilizou por ser uma pessoa de uma cultura muito grande, um vocabulário rico. E aí o mentor espiritual dele tem que ser sintonia também, não ficava para trás, né? também livros muito densos, muito difíceis de compreender. A palavra tem um poder extraordinário, porque a palavra é algo que faz crescer ou que destrói. Por isso é que eu li a indulgência, esse título, essa lição do capítulo 10, porque nos parece que a luz do cristianismo, a luz do Cristo e a luz da doutrina espírita, a indulgência tem que andar junto com a palavra, ainda que o que nós formos falar seja a mais pura verdade. O fato de eu dizer a alguém uma verdade não significa que eu tenha cumprido essa lei de indulgência. A verdade é importante. Tanto que a palavra, Novo Testamento, nos ensina: "Conhecereis a verdade e ela vos libertará". Mas isso aí é bem gradual, esse conhecereis a verdade, n? Isso é uma coisa muito lenta. A verdade, ela vai sendo dita e falada na proporção da compreensão daquele que vai ouvir. Por isso é que Jesus nos falou por parábolas, nos ensinou com pequenas histórias, porque ele era portador de uma verdade tão grande, era, é, e será

a na proporção da compreensão daquele que vai ouvir. Por isso é que Jesus nos falou por parábolas, nos ensinou com pequenas histórias, porque ele era portador de uma verdade tão grande, era, é, e será tão grande, e nós somos tão pequenos que seria muito chocante para nós ouvirmos a verdade plena e completa vindo da boca dele. verbo que se fez carne, a palavra encarnada, a palavra no sentido da do conhecimento, da profundidade, de tudo, da eternidade. Então, diante dessa necessidade de nos ensinar sem nos chocar, ele contava histórias, parábolas, alegorias, figuras de linguagem, coisas do dia a dia, do cotidiano, que as pessoas podiam entender. Não iam assim à profundidade, mas tinham uma noção periférica. Por quê? Se ele falasse tudo, não seria compreendido mesmo, chocaria. e escandalizaria mais do que ele escandalizou no sentido de deixar as pessoas assim, não é possível, ele não pode falar isso. Por quê? Não cabia na cabeça daquelas pessoas. Então Jesus, o grande mestre, ele usou dessa sabedoria, usou da palavra de forma eh eh dimensionada para a ocasião, na mansuetude própria do coração de um ser puro que era ele. E ele, Jesus para nós é uma meta a ser alcançada, objetivada, difícil, longo caminho, mais possível, segundo ele próprio. Vós sois Deus, podeis fazer, né, tudo que tenho feito, muito mais. É preciso compreender a profundidade do que nos ensinou. É algo distante, mas realizável. Então, diante disso, a nossa vida tem que ser uma vida assim pautada em Jesus nas nossas ações. Quando a gente for falar aquela música do padre Zézinho é perfeita, né? Um dia uma criança me parou e perguntou no meio de sorriso o que preciso para ser feliz. Amar como Jesus amou, pensar como Jesus pensou, sonhar como Jesus pensou, viver como Jesus viveu, sentir o que Jesus sentiu. Então Jesus é sempre a nossa o nosso farol. Então Jesus sempre soube muito bem usar da palavra para transmitir a sua mensagem. E parece que para nós isso é importante. E ele também disse que o mal não é o que entra pela boca, é o que sai

farol. Então Jesus sempre soube muito bem usar da palavra para transmitir a sua mensagem. E parece que para nós isso é importante. E ele também disse que o mal não é o que entra pela boca, é o que sai da boca. Porque o que sai da nossa boca, na verdade, nos revela verdadeiramente o fato, meus irmãos, que nós podemos treinar mansetude, nós podemos treinar meiguice, nós podemos treinar afabilidade e doçura, porque venhamos e convenhamos, nós ainda não somos meigos, não somos doces o tempo todo. Nós nos condicionamos, filtros que usamos e são necessários, porque não tem coisa pior do que uma pessoa sem filtro. Fala: "Eu sou verdadeiro, é, não é sem educação. Essa pessoa fal sou é sem é porque não não tem noção. Não falta inteligência emocional, falta filtro. A gente não fala tudo o que pensa o tempo todo, não. E quem faz isso desagrada o tempo inteiro e não constrói nada. Ah, eu sou verdadeiro. Não é sem educação. Verdade é outra coisa. Então, nós precisamos desses filtros. para vivermos aqui ainda. E a gente treina isso, a gente treina mansuetude, a gente treina carinho. Isso é possível? Tudo é treino. Só que quando o espírito sublima como Cristo, ele não treina, ele é. Nós estamos longe. Se a gente soltar assim e falar assim: "Vamos embora, vamos soltar só o que tá aqui dentro. Meu Deus! Provavelmente a maioria de nós vai se portar muito mal. Porque a palavra nada mais é do que a materialização do do nosso pensamento. Quando a gente fala, por isso que Jesus falou, o mal não é o que entra na boca do homem, é o que sai. Porque quando a gente fala, a gente está externando o que somos. a gente tá materializando aquilo que somos verdadeiramente. E eu posso então por treino, ser uma pessoa gentil, afável e tudo mais, mas tudo numa situação limite, delimitada e treinada. Basta que eu viv uma experiência extrema, uma experiência mais intensa, numa situação de maior desequilíbrio para que eu revele de fato quem sou. E quem às vezes porque tá treinando, se é educadinho, de repente dá uma

uma experiência extrema, uma experiência mais intensa, numa situação de maior desequilíbrio para que eu revele de fato quem sou. E quem às vezes porque tá treinando, se é educadinho, de repente dá uma explodida porque não se conhece e nós não nos conhecemos, esse é o grande desafio. E por tá começando a acreditar naquela situação que ele mesmo criou, aí quando solta tudo, fala: "Nossa, desanima, não desanima, não, não desanimemos não. A gente vai fazer isso. a gente vai em algum momento, por mais treino que a gente tenha, por mais educação que a gente tenha, nós vamos às vezes ser menos dóceis com as nossas palavras, seremos mais agressivos. O que a gente precisa é ter a compreensão teórica de que isso acontecendo, eu identificando, eu reconhecendo naquela hora isso aqui não tá correto, esse não é o melhor, essa não é a melhor forma. de dizer alguma coisa para alguém, porque eu transmitir que a a voz, a palavra, tudo é energia, né? A voz é carregada de uma energia, a voz acalma, a voz irrita. Então, não é a palavra entonação. Imagina uma pessoa tá desesperada, tá sendo acusada de algo que tá deixando ela desesperada, ela chega, você te conta a versão dele, fala assim: "Você acredita em mim?" Você fala: "Acredito". Claro. Acredito. Não acredito. Você falou, acredito de forma diferente. Qual que é o acredito verdadeiro? Eu acredito ou aquele acredito. Uhum. Acredito. O segundo é deboche e é a mesma palavra. Acredito. Então, não é apenas o que se diz, é como se diz. Isso serve para tudo na nossa vida. Esse capítulo fala sobre revelar. É lícito, é possível. As últimas lições desse capítulo mostrar a imperfeição do outro, o erro do outro. É possível, é necessário? Os espíritos dizem que às vezes é necessário, mas na maioria das vezes é dispensável. E quando for extremamente necessário, tem que ter muita indulgência para chegar em alguém e expor um defeito, algum algum problema que ela está vivendo. Veja que a verdade é a verdade. Mas se eu exponho de forma a diminuir o outro, eu estou criando uma

ita indulgência para chegar em alguém e expor um defeito, algum algum problema que ela está vivendo. Veja que a verdade é a verdade. Mas se eu exponho de forma a diminuir o outro, eu estou criando uma antipatia e não uma simpatia. Eu estou desunindo e não unindo. Eu estou estressando a pessoa ainda mais falando algo que não é mentira, que é verdade. E eu pergunto, o que que se ganha com isso? O que que eu ganho? O que que aquela pessoa ganha? O que que quem está em volta ganha? Parece que a resposta é nada, a não ser estress. Então, por isso é que tem que ter esse centro, esse equilíbrio, é saber dominar essa arma, esse instrumento poderoso que é a palavra, para que ele sirva para nos tornar pessoas melhores na medida em que somos úteis e que sirva para pacificar corações daqueles que ouvem aquilo que eu estou falando. é a comunicação verbal não violenta, tão necessária pros dias que estamos vivendo. É aquela comunicação que não tem a intenção de oprimir. Eu comunico sem opressão. Os espíritos superiores eles fazem isso com facilidade. Nós do treino. No livro nosso lá tinha uma mulher lá muito preocupada das histórias que tem lá, né? que ela tinha escravos, não queria saber notícia, que ela tinha desencarnado, acho que o nosso lá mesmo, né, Márcio? E eu queria saber notícia e o não podia falar assim: "Ô, acorda, você morreu, você já desencarnou, não tem escrava mais não. O escravo aqui agora é você. Isso é verdade. Ó, escravo dos seus erros, seu passado, da sua delinquência. Minha irmã, você é uma delinquente. Você maltratou pessoas pela cor da pele. Você escravizou pessoas, porque era o que aqueles senhores engenhos fazia. Nós não sabemos, né, que vida tivemos, mas era o que era feito ali no mundo espiritual. Não tinha mais necessidade de esconder. Mas indulgência, tem tempo que eu não li essa passagem, mas fica claro. Ah, depois, tipo assim, depois a gente resolve isso aí, tá sendo resolvido. Por quê? naquele momento, o que que aquela mulher ganharia com essa verdade cortando a carne dela? Ah, mas

, mas fica claro. Ah, depois, tipo assim, depois a gente resolve isso aí, tá sendo resolvido. Por quê? naquele momento, o que que aquela mulher ganharia com essa verdade cortando a carne dela? Ah, mas ela merece. Merece. Quem é que diz que merece? Quem nós somos para impor merecimento ao outro? Parece que os espíritos incumbidos daquela colônia espiritual diante daquele quadro preferiram desconversar do que lançar aquela verdade no rosto daquela mulher que já tinha cometido o seu erro, que já tinha feito a sua semeadura, que já estava inclusive colhendo as consequências dos seus atos e ainda, por certo, iria colher por mais tempo, por muitos e muitos anos. Mas seria de todo inútil apenas lançar no rosto dela verdades nuas e cruas, duras, porque não acrescentaria nada a ela e talvez pudesse servir de satisfação pra pessoa que queira impor sofrimento. Como nós ainda temos essas tendências de querer impor sofrimento aos outros de uma forma ou de outra, a gente fica assim tentado entender por que aquele espírito não fez isso. Porque ele tinha compreensão de que cada um é responsável pelos seus atos e que se a semeadura é livre, como disse Jesus, a colheita obrigatória, essa colheita será feita independente da minha palavra ácida, dura, destruidora, nefasta. Quanto a nós, ainda vivemos num mundo em que nós somos tentados o tempo todo a cobrar e a lançar verdades no rosto das pessoas. Parece que a reflexão do Cristo, da doutrina espírita, dos romances nos dizem exatamente o contrário. Quando o Emânio ensina a temperar a água para regar a planta, eu acho essa passagem maravilhosa. Vezou outra eu falo sobre ela, porque a mesma água que mata a planta, dá vida à planta. Basta estar na temperatura ideal, basta ferver. E é água. Tudo é água. Tudo é intenção de regar. Fora da temperatura destrói. Parece que aí é a palavra dita da forma correta. Esperar para dizer a verdade no momento oportuno também. Quando a pessoa está mais equilibrada, se a pessoa tá no desequilíbrio e você lança a verdade, que é verdade,

a palavra dita da forma correta. Esperar para dizer a verdade no momento oportuno também. Quando a pessoa está mais equilibrada, se a pessoa tá no desequilíbrio e você lança a verdade, que é verdade, não vou dizer que não seja verdade, naquele instante a pessoa tá com câncer de pulmão terminal. Você fala: "Você foi fumante, né?" Hum. Fumou muito, né? O irmão fumou, né? Pois é. Aí, né? Colhendo, né, irmão? Isso é papel de espírita? Isso é papel de cristão? Me parece que não. Todo ato que a pessoa fez diz respeito a quem? E a mais ninguém. Cuidar da nossa vida não é tarefa fácil, mas nós podemos cuidar de nós. Cuidar do outro é tarefa impossível, porque se alguém pudesse cuidar do outro, ele cuidava. Deus cuidava e ninguém precisava fazer nada. Era só ser cuidado. Isso não acontece. Cada um vive a sua vida. Então, quando nós pudermos levar uma palavra de incentivo, parece que a doutrina diz para nós: "Faça, faça." Se não pode levar também, que não seja uma palavra de desincentivo. A educação dos filhos é um grande desafio de saber dizer as coisas certas da forma certa, no momento certo. nos dias que vivemos, em que todo mundo conhece seus direitos e com as crianças não é diferente. A educação opressora de bater, de impor castigo físico, castigo psicológico numa palavra agressiva que nós que temos um pouco mais de idade já passamos por isso, mas que parece que a sociedade hoje quer mais dialogar. Os filhos querem conversar, os filhos querem uma palavra, não querem uma ordem, uma imposição. Então, a palavra filha da inteligência emocional serve para educarmos os nossos filhos, para convivermos com os nossos amigos. E a gente fala: "Eu tenho um amigo muito difícil, complicado. Todo mundo conhece alguém complicado. Tudo que fala parece que ofende. Tá bom, nós também temos os nossos defeitos." Mas se você depara com alguém assim, mais exercício para saber falar o que precisa ser dito da melhor forma possível. Para não construir um desafeto, para não piorar uma situação,

os nossos defeitos." Mas se você depara com alguém assim, mais exercício para saber falar o que precisa ser dito da melhor forma possível. Para não construir um desafeto, para não piorar uma situação, saber falar na dose exata, conversa daqui, dali, ajeita. Tem pessoas que têm talento para isso, não é? Tem pessoas na família que são chamadas. Sempre que tem um conflito, ó, chama fulano para intermediar, para conversar, para mediar, para compor aquele, aquela tensão e a pessoa vai e consegue. É um talento. Talento que Deus deu, não. Uma conquista que a pessoa fez ao longo das suas existências. Aprendeu a ouvir o time, o momento certo, a palavra fala da hora certinha, ela encaixa. Perfeito. Você falar a palavra na hora errada, assim, ah, fica arrebenta. A palavra mal colocada. Às vezes na minha vida profissional tava quase fazendo um acordo difícil, uma palavra errada de uma parte de outra. Parece que eu falo assim: "Calma, não vai desandar o doce." tá quase fazendo um acordo. Pessoa fala uma palavra errada, querendo fazer o acordo, mas uma palavra que ela fala uma coisa, né? O que a pessoa ouve é outra coisa. Não tem esse problema, tem esse esse dificultador. Aí, por mais que eu queira falar com doçura, com brandura, eu falo pensando em alguma coisa que significa o que estou dizendo. Quem ouve, ouve diferente. E os conflitos nascem daí. Você tem que ter cuidado. Aí contornava, voltava, conseguia fazer um acordo. É o talento naquele momento de falar o que precisa ser falado, de elevar a voz quando precisa, de descer a voz quando necessário. Isso faz parte de uma comunicação verbal não violenta, que nós estamos pouco treinados para ela e somos carentes demais dela, porque a toda hora é um desafio para se comunicar de forma agressiva e de forma violenta, de maneira que o espiritismo tem muito a nos oferecer. São obras inumeráveis, mensagens, palestras na internet, que hoje é uma riqueza de consulta aí de pessoas que não necessariamente são pessoas calmas o tempo todo, mas de

ismo tem muito a nos oferecer. São obras inumeráveis, mensagens, palestras na internet, que hoje é uma riqueza de consulta aí de pessoas que não necessariamente são pessoas calmas o tempo todo, mas de pessoas que pensam sobre esse assunto, refletem sobre isso, que nos dão notes, princípios de uma comunicação pacífica, não é ser uma pessoa sem iniciativa, pessoa aqui do submissa, acabou olhando pro chão. Não tem nada uma coisa a ver com a outra. Altivez, educação, serenidade podem andar juntas. Saber falar, saber calar, principalmente saber calar. Essa palavra que pode reerguer se ela for adiada um pouco pra pessoa se situar daquilo que tá acontecendo, ela perceber. Aí aquela palavra sua vem como uma luva, ela te dá a mão e sai dali. Mas se você levar a palavra na hora que ela tá extremamente irritada, você vai aumentar ainda mais a irritação daquela pessoa. Quem é casado treina isso todo dia ou não? Imagino que sim, né? Quem não tá treinando, que não precisa, parabéns. Quem não tá treinando, que não tá treinando, então treina. Porque ali o desafio é grande. Nós convivemos próximos e a todo momento o desafio da comunicação da palavra bem colocada. A vida é a nossa escola, a reencarnação é a nossa oportunidade de estarmos aqui construindo um futuro melhor, não é? Quando nós aprendemos a dosar bem as nossas energias da palavra, a gente está sendo um artífice para que o mundo seja melhor. Grandes transformações não virão de nós. Nós não temos destaque para isso. Quem tem destaque é presidente dos Estados Unidos, é presidente da Rússia, da China, da Coreia. Esse povo aí é que tem poder de fazer coisa grande paraa humanidade em termos de impacto. Nós somos pequenos, mas somos úteis tanto quanto. E a nossa palavra pode pacificar onde estamos ou pode pôr fogo onde estamos. Coisas mínimas. Só que essa soma de coisas mínimas é que resultam lá em cima, segundo a gente aprende no espiritismo, né? a reforma do homem, do indivíduo, vai, chega do micro, vai por o macro, reflete lá. De

ínimas. Só que essa soma de coisas mínimas é que resultam lá em cima, segundo a gente aprende no espiritismo, né? a reforma do homem, do indivíduo, vai, chega do micro, vai por o macro, reflete lá. De maneira que a a humanidade violenta, de pouco diálogo, que os grandes líderes às vezes representam, está também contida naquilo que fazemos no nosso dia a dia, nas menores ações da nossa vida. Não, meus irmãos, vamos pensar um pouco sobre essa comunicação, sobre essa forma de abordar, sobre essa forma de falar, nos policial o tempo todo que precisa, porque precisa, porque nós convivemos com um grande inimigo, não gosto da palavra inimigo, um grande adversário dentro de nós, que é o orgulho e a vaidade. Quem fale isso é o evangelho, que é o maior desafio nosso, orgulho e vaidade. E o orgulho e vaidade nos faz muito assim termos atitudes que culminam em falar coisas ruins, agressivas. a gente fica irritado porque somos tocados naquilo que não aceitamos muito, nosso ego, o nosso eu mais profundo, o personalismo. Isso quando acontece e acontece toda hora, como a gente não tem inteligência emocional, a gente não se conhece, aquela coisa toda, comunicação violento, agressão, palavras mal colocadas. Ah, isso é difícil, muito, muito, muito. Realmente é difícil, mas realizável. Miremos o Cristo. E ele nos deu o ensinamento, nos deu palavras, ele nos prometeu que isso é possível. Ele falou: "Céu e terra passarão, não as minhas palavras. Tudo que eu falo é verdade, por isso vai prevalecer sempre." Então, se nós cremos nele, estamos cientes da nossa impulsividade, lutemos dia a dia para que sejamos cada vez menos agressivos e cada vez mais pacíficos, porque os mansos herdarão a terra. Que Jesus nos ampare e nos proteja hoje e sempre. Pode, pode aplaudir o doutor. Agradecemos ao Éber as colocações trazidas à luz da doutrina espírita. Estamos convidando os nossos companheiros médiuns em condição de transmitir o paz para se posicionarem. Você que está nos assistindo, coloca a sua água também, vai receber o passe

a doutrina espírita. Estamos convidando os nossos companheiros médiuns em condição de transmitir o paz para se posicionarem. Você que está nos assistindo, coloca a sua água também, vai receber o passe nesse instante. Que Jesus te abençoe e te envolva em muita paz. Gratidão, não, não a melhor Oração é o amor. A melhor oração é o amor. Tu precisas orar, mas tu deves lembrar que a melhor oração é o amor. >> Caridade é também oração. gentileza, signo e perdão >> são as preces sublimes do teu coração. Gentileza, auxílio e perdão. Que Jesus nos abençoe a todos, nos envolve muita paz. Estamos chegando ao final do ano. A nossa gratidão a todos que colaboraram conosco. Vamos continuar juntos. Esperamos que o ano de 2026 seja de muitas bênçãos, de muita saúde, de muita alegria e muita paz. Tem alguma informação aí, Márcia? No.

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