O PERDÃO - Carla Daniela Leite [PALESTRA ESPÍRITA]
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Entendi. Qual o valor dessa missão? Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa tarde, sejam todos bem-vindos. Sintam-se acolhidos com muito carinho pela equipe espiritual que aqui se encontra, né? nos recebe com muito amor e que a paz do mestre Jesus nos envolva pacificando as nossas mentes e os nossos corações. E aproveitamos para cumprimentar também os nossos irmãos e irmãs que nos assistem através dos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. E tenhamos a certeza que essa mesma paz chega aos seus lares e a todos que estão conectados neste momento. E como sempre fazemos uma leitura pequena a prece depois passaremos a palavra paraa nossa irmã Carla Daniel que é um tema muito importante para todos nós, o perdão, que a gente fala muito, né? Mas na hora de exercitar, nós muitas vezes temos as dificuldades, as limitações. Então, a mensagem que nós vamos ler tá inserida neste livro Gotas de Esperança do Lorival Lopes. Não fite os defeitos alheios. Fitá-los é uma ação negativa, traz-lhe aborrecimento. Os defeitos dos outros só interessam a eles mesmos que os terão de corrigir. Não dizem respeito a você. Lembre-se de que você também comete erros, sofre com isto, busca corrigir-se. Só Deus é perfeito. Perante ele somos responsáveis pelas nossas imperfeições. Quando vir alguém em erro, procure ajudar. Oriente com amor. Não critique. Todos somos falíveis. Calar ante os erros alheios é amor no coração. Neste momento, vamos elevar o nosso pensamento ao nosso mestre e amado Jesus, nosso amigo de todas as horas. Ele vindo ao nosso encontro com seu olhar meigo, carinhoso, nos convidando a segui-lo. E para segui-lo, temos que lembrar que temos que fazer a nossa parte, abraçando as nossas tarefas com amor, com dedicação, trabalhando para o bem junto aos nossos familiares, os colegas no ambiente de trabalho, enfim, que sejamos sempre instrumentos do amor do mestre Jesus,
çando as nossas tarefas com amor, com dedicação, trabalhando para o bem junto aos nossos familiares, os colegas no ambiente de trabalho, enfim, que sejamos sempre instrumentos do amor do mestre Jesus, onde estivermos e com quem estivermos. Que Jesus nos abençoe hoje e sempre. Graças a Deus e graças a Jesus. Que assim seja. E neste momento pedimos a equipe espiritual responsável por este horário e ao mentor desta casa, Dr. Bezerra de Menezes, que inspira intui a nossa irmã Carla Daniela, que está com a palavra. Que assim seja. Boa tarde a todos. Muito obrigada pela oportunidade de vir aqui. Agradeço demais e poder falar sobre esse tema que é tão importante para nossa edificação, nosso crescimento pessoal e para sobretudo paraa nossa paz também, né? para que a gente possa ter a paz necessária nos nossos corações. O perdão realmente é um tema muito importante. Jesus falou dele várias vezes em diversos momentos, em alguns que foram cruciais. Na oração do Pai Nosso, por exemplo, Jesus diz que não vai multiplicar as palavras, ou seja, que vai falar apenas o essencial, aquilo que é mais importante. E entre os versos do Pai Nosso, ele fala da importância de Deus, da soberania da vontade divina, da importância de nós termos o pão nosso e fala também em dois versos do perdão. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, colocando uma equiparação. Nós perdoamos na medida em que nós somos perdoados também. Nós, o o nosso perdão não é uma condição, mas é um caminho para que a gente também mereça a misericórdia e para que a gente tenha essa indulgência, receba essa indulgência. Também da mesma forma nas bem-aventuranças. Quando Jesus faz o sermão da montanha, é tido como o mais importante discurso que já teve em toda a humanidade. O próprio Gand, que sequer era cristão, disse que se todos os livros, todos os textos, tudo que já foi dito se perdesse e apenas restasse o sermão da montanha, nós já teríamos o suficiente para um recomeço da humanidade. E ali no sermão
ão, disse que se todos os livros, todos os textos, tudo que já foi dito se perdesse e apenas restasse o sermão da montanha, nós já teríamos o suficiente para um recomeço da humanidade. E ali no sermão da montanha, Jesus também fala quase com as mesmas palavras, quase enunciando a mesma sentença. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericord porque alcançarão misericórdia, também colocando o perdão e a misericórdia dos erros alheios como um caminho para que nós também alcancemos a misericórdia e sobretudo para que nós alcancemos a paz e a felicidade. Porque bem-aventurados também significa felizes. Então são felizes aqueles que são misericordiosos. São felizes aqueles que conseguem perdoar e ter misericórdia em relação aos erros alheios. Esses são felizes e esses alcançarão também a misericórdia. Então, ele fala dessa importância em vários momentos. Jesus também tem um momento essencial em que ele trata da do perdão e da impossibilidade de nós julgarmos. é o momento em que ele se encontra no templo diante da mulher adúltera. Aquela mulher havia sido levada para o apedrejamento em virtude das suas faltas, daquela falta que era considerada um crime perante aquela sociedade, um crime punido com a retirada da própria vida de uma forma violenta e dolorosa. Então, a sociedade se sentia no ônus de punir aquelas pessoas que cometiam. E no intuito de eh fazer a Jesus uma armadilha, eles trouxeram aquela mulher para que ele opinasse sobre o que fazer. Porque se Jesus não aceitasse perdoá-la, se Jesus desse o perdão a ela, ele estaria indo contra a lei de Moisés, que previa a punição. Se ele mandasse aplicar a lei, ele estaria indo contra os seus próprios ensinamentos, já que ele pregava o amor e pregava a misericórdia. Então ali era uma tentativa de colocar Jesus em contradição ou mesmo de de que ele não eh fosse incoerente em relação ao que ele faria. Mas Jesus, como sempre, com toda a sabedoria, deu a todos uma resposta que permanece para nós e que cala em nossos corações até
mesmo de de que ele não eh fosse incoerente em relação ao que ele faria. Mas Jesus, como sempre, com toda a sabedoria, deu a todos uma resposta que permanece para nós e que cala em nossos corações até hoje. Quando eles trouxeram e perguntaram a Jesus o que fazer, ele ficou em silêncio. Ficou em silêncio e escrevia algumas palavras. ali na areia. E é impressionante, né? Joana deângeles diz que ali ele escrevia as faltas das pessoas e as faltas ele escrevia na areia. Todas as nossas faltas Jesus escreve na areia, não mármore, não na pedra. Escreveu ali na areia, em seguida já apagava, né? E ele escrevia aquelas faltas e ficou de cabeça baixa. E aí quando ele finalmente resolveu falar, ele disse: "Aquele que não tem pecado que atire a primeira pedra". E aos poucos todos foram saindo. Primeiro aqueles mais velhos, talvez por compreenderem mais, por calar mais neles, talvez por acumularem mais faltas pelas experiências de vida, um a um foram saindo até que ficaram apenas Jesus e a mulher adúltera. E ele pergunta a ela: "Onde estão os teus acusadores?" E ela falou: "Não sei, nenhum deles está aqui." E Jesus falou: "Eu também não te condeno, né? Eles não te condenaram?" Ele falou: "Eu também não te condeno." E disse: "Vá e não erres mais". Né? Na tradução da Bíblia tá pequ, mas se a gente for ver a palavra eh do grego, que é citada na no original, diz vá e não erres mais. Apesar de que o pecado também é um ponto importante, né? Pecar significa na etimologia errar o alvo. Então, quando nós erramos o alvo, nós nos afastamos do melhor caminho para nós. E o afastamento do melhor caminho para nós, ele sempre nos traz a necessidade de retorno, sempre nos traz a necessidade de treino e de que a gente retorne aquele ponto que é o principal no nosso caminho, que é o caminho paraa felicidade, paraa misericórdia, o caminho paraa perfeição. Então, quando nós erramos, nós nos afastamos. E aí é uma coisa importante a respeito do pecado. Quando nós e do perdão, o o erro nos afasta e a quando
e, paraa misericórdia, o caminho paraa perfeição. Então, quando nós erramos, nós nos afastamos. E aí é uma coisa importante a respeito do pecado. Quando nós e do perdão, o o erro nos afasta e a quando nós não perdoamos aquele erro, nós assumimos para nós esse ônus também. Nós colocamos sobre os nossos ombros o erro de outra pessoa. Nós carregamos aquele peso que não nos pertence. Tem uma frase que é atribuída a Shakespeare que diz que tomar que o ressentimento, guardar um ressentimento é como tomar um veneno e querer que a outra pessoa morra. Ou seja, nós estamos nos envenenando, nós estamos sorvendo aquela falta que não é nossa, aquela responsabilidade que nós que não nos pertence, aquele peso que não é nosso. Significa também que nós nos colocamos no lugar de quem julga, nos colocamos nesse direito de julgar, que é um lugar que também não nos pertence. Não cabe a nós julgar, não cabe a nós punir, não cabe a nós exercer a justiça divina, nem mesmo a justiça da humanidade. Esse papel não nos pertence, é um peso que não é nosso. Quando nós decidimos colocar esse peso nos nossos ombros, nós nos afastamos do nosso próprio caminho, da nossa própria responsabilidade e do nosso papel, que é o de ser felizes e cumprir as nossas tarefas perante a vida. Eu perco tempo, energia, resolvendo os problemas dos outros que não são meus e atraio para mim sentimentos ruins, dores e mágoas que não precisam me pertencer, que não me pertencem. E isso não acontece só conosco. Grandes pessoas que nós admiramos também tiveram grandes dificuldades de perdoar e também acumularam grandes mágoas. E aqui eu falo de Chico Xavier. Chico Xavier tem um exemplo, um momento na vida dele em que ele teve uma dificuldade muito, muito, muito grande de perdoar. Um momento em que Chico sempre gostou demais de animais. Ele amava cachorros, gatos, buscava o convívio, convivia com esses gatos e com esses animais e sempre tinha animaizinhos por perto dele. Um determinado dia, ele encontrou um cachorrinho e adotou um
s. Ele amava cachorros, gatos, buscava o convívio, convivia com esses gatos e com esses animais e sempre tinha animaizinhos por perto dele. Um determinado dia, ele encontrou um cachorrinho e adotou um cachorro que estava muito doente já, que já tava com várias debilidades. Mas o Chico sentiu a dor daquele animalzinho e o abandono que ele vivia e trouxe ele pra sua casa e cuidava dele com todo o carinho, cuidava com todo o amor. E aquele cachorrinho foi melhorando, foi se sentindo melhor, sentindo o amor do Chico, mas ele exigia cuidados constantes e e grandes também. O Chico todos os dias trabalhava lá na fazenda modelo, que era o trabalho dele, depois trabalhava no centro. Aí chegava em casa e ele tinha um amor muito grande por esse cachorrinho. Já chegava e o cachorrinho já tava esperando e o Chico ficava naquela alegria e cuidava dele com amor, dava banho, limpava as feridas, cuidava e tudo, né? O cachorrinho era completamente dependente dele e pelo fato de ele ser doente, de não ter boa aparência, exalar até um certo mau cheiro em virtude das suas feridas, ninguém se aproximava dele. Pelo contrário, as pessoas o evitavam, mas não o Chico, que tinha um amor muito profundo e com amor dedicava horas ao convívio e ao tratamento desse animal. Mas um determinado dia ele chegou em casa e aquele cãozinho tava ali perto da porta como sempre, mas ele tava com expressão diferente. Ele todo dia recebia o Chico com um olhar animado, de amor e um carinho muito grande. Com as forças que ele tinha, ele, bom, quem tem um cachorro sabe que os cachorros nos abraçam e nos beijam do jeitinho deles, né? E ele fazia isso. Mas aquele dia o cachorrinho tava fraquinho, fraquinho e mal tinha energias. Ele esperou o Chico, o Chico abraçou, cuidou dele e ele deu o último suspiro e se despediu aqui da Terra. E o Chico ficou muito triste com a ausência desse animalzinho que ele tanto amava e ficou com aquele vazio das horas que ele cuidava, seguiu a sua vida. Mas depois de um tempo, uma vizinha foi falar para ele que ficou
uito triste com a ausência desse animalzinho que ele tanto amava e ficou com aquele vazio das horas que ele cuidava, seguiu a sua vida. Mas depois de um tempo, uma vizinha foi falar para ele que ficou sabendo que a morte daquele cãozinho não tinha sido natural, que uma pessoa próxima do convívio do Chico tinha envenenado o cachorro e envenenado por vontade de ajudar o Chico, por incrível, porque ela disse que ficava muito penalizada de ver o Chico dedicar tanto tempo, tanta energia e depois de tanto cansaço ainda ter que cuidar daquele cachorro que, segundo ela, não merecia tanta dedicação e tanto cuidado. O Chico quando soube disso, ele ficou muito chateado, mas muito, muito, muito chateado mesmo. Ficou assim de, como diz lá na minha terra, de não viver, né? Então aquilo ocupou muito os pensamentos dele. Ele acordava já com esse pensamento de como fazia quando ele via a pessoa a quem tinha sido feito e quem tinha contado não era nem era a própria pessoa, porque a pessoa acreditava realmente que tava fazendo algo de bom ao fazer isso, né? Então ele ficava, quando ele encontrava, ele não conseguia nem olhar, passou até a evitar aquela pessoa e aquela dor se acumulava. Um determinado dia, o mentor do Chico, o Emanuel, disse a ele que tava começando a ficar complicado trabalhar com ele, porque o Chico desenvolvia um trabalho de amor. A mediunidade dele era toda baseada na entrega e no amor. E ele disse que aquela mágoa que o Chico estava acumulando estava trazendo pro coração dele uma sombra que não se dissipava. Então, tava difícil para os espíritos do bem conseguirem se aproximar dele e realizarem com ele a tarefa. E aí ele falou: "Então, eu não sei o que fazer, porque para mim é difícil de gerir isso. Eu tinha muito amor por esse animalzinho e eu realmente tenho dificuldade de aceitar". E aí é uma coisa que para mim chama muita atenção, né? Que o Emanuel traz e que é uma verdade nossa, a matemática do espírito, né? é uma matemática diferente, porque a gente tem certas
de de aceitar". E aí é uma coisa que para mim chama muita atenção, né? Que o Emanuel traz e que é uma verdade nossa, a matemática do espírito, né? é uma matemática diferente, porque a gente tem certas coisas que as leis eh divinas elas se revelam tanto na matéria, nas leis físicas, quanto nas leis morais. É a mesma lei, né? Então, o magnetismo, por exemplo, é uma lei, a lei de atração é uma lei tanto material quanto moral. Então, você atrai, né? Se você colocar um ímã aqui, ele vai atrair aquilo que é semelhante. Da mesma forma, nós atraímos aquilo que é semelhante moralmente, só que enquanto nas leis físicas os os se os iguais se repelem e os opostos se atraem, na lei espiritual, os iguais se atraem. Aquele que pensa como eu, que vibra como eu, que age como eu, é atraído por mim e se atrai por mim também, né? e eu atraio aquilo que pensa como eu, aquilo que vibra no mesmo sentido que eu. Da mesma forma, a matemática espiritual não existe essa coisa de menos com menos dá mais. Então, que a gente tem na matemática do que a gente aprende na escola, né? Então, uma força negativa, somando a uma outra força negativa, ela se torna mais negativa ainda, né? Então, se você está com mágoa e procura resolver isso com vingança, com tristeza, etc., não vai dar certo. Só vai aprofundar o abismo e vai nos afastar cada vez mais. E era isso que tava acontecendo. Então o Emanuel ciente disso falou pro Chico: "Chico, só tem um jeito de você resolver isso, porque senão a gente vai ter que interromper a sua tarefa, a sua missão, até que você consiga resolver isso." Então, na matemática do espírito, para que você resolva uma coisa negativa, uma energia negativa, você precisa de uma força positiva que seja mais forte e que se sobreponha a essa força negativa que era muito forte naquele momento. E aí o Chico disse: "Eu não sei o que fazer porque o mal consigo sequer olhar pra pessoa que dirá fazer alguma coisa boa". Aí o Emanuel falou pro Chico: "Você vai precisar fazer o seguinte. descobrir
E aí o Chico disse: "Eu não sei o que fazer porque o mal consigo sequer olhar pra pessoa que dirá fazer alguma coisa boa". Aí o Emanuel falou pro Chico: "Você vai precisar fazer o seguinte. descobrir algo que essa pessoa goste muito e aí você vai dar isso de presente para ela. É mais fácil buscar uma coisa material, né, do que um convívio, muitas vezes quando a gente tá numa dor muito profunda, né? Então é mais fácil algo material e a partir daí se reconstrói uma ligação. E foi o que aconteceu, né? O Chico mal conseguia falar com ela, pediu para que alguém descobrisse o que ela gostava. E aí ela disse que gostava muito de costurar e que inclusive tendo oportunidade, ela quis queria muito costurar até para ajudar nos trabalhos do bem, né? Se ela pudesse costurar, ter uma máquina, ela se dedicaria a isso. E aí o Chico e era uma máquina específica, um tipo de máquina que não era o mais simples possível, né? Mas que era o que ela dominava. E aí o Chico foi de posse dessa informação, foi no centro da cidade, descobriu e viu que essa máquina era caríssima, né? Ele com aquele salário de servidor público simples, né? E mas o Emanuel foi intransigente, você vai precisar fazer isso. É isso que precisa se você quiser continuar com sua missão. E aí o Chico foi e comprou a máquina, dividiu no crediário em três encarnações, levou a máquina, entregou. E quando ele entregou, essa mulher ficou tão grata, tão grata, e abraçava e beijava e pedia e agradecia. e realmente fez o que ela tinha se proposto a fazer. A partir daí, ela começou a costurar, ajudar, a doar o tempo dela. E aí o Chico foi muito tocado por aquilo e aquele amor que ela teve, aquela gratidão e a entrega dela no trabalho, aí sim dissiparam aquela nuvem que tinha se colocado no coração e ele finalmente conseguiu perdoar e retomar a sua tarefa. Se o Chico teve dificuldade de perdoar, que dirá a nós? Mas é um caminho que nos aproxima de nós mesmos, nos aproxima da nossa tarefa e nos aproxima da felicidade. Eu vou contar
retomar a sua tarefa. Se o Chico teve dificuldade de perdoar, que dirá a nós? Mas é um caminho que nos aproxima de nós mesmos, nos aproxima da nossa tarefa e nos aproxima da felicidade. Eu vou contar uma outra história para vocês que mostra que a vingança é uma prisão em que nós mesmos nos colocamos. É uma onda que se coloca, uma nuvem que se coloca no nosso coração e que nos impede de ser felizes. É uma história que tá no livro Loucura e Obsessão, que é de Manuel Filomeno de Miranda pela psicografia. de Divaldo Franco. Ele conta que havia um casal, uma família de escravos que vivia bem dentro do possível, né, daquela escravidão. Eles eram felizes, eles se amavam e tinham uma criança que era muito querida e muito talentosa e estavam muito bem. Até que um dia o Senhor dos escravos botou o olho naquela mulher que era muito bonita e desejou ela. E ao desejar os senhores tinham isso, né? Eles não tinham problema nenhum de desestruturar, de vencer, de acabar com o amor e e o que era bom. Então ele eh mandou vender o marido para uma fazenda onde ele sabia que ele sofreria maus tratos. Trouxe a mulher para perto dele e a criança também foi mandada para um outro lugar. E aquela família foi desestruturada. Dentro em pouco nenhum deles restava. O homem realmente durou muito pouco tempo nessa fazenda onde ele foi colocado. A mulher não suportou e tirou a sua própria vida diante da das perdas e das imposições que ele falou. E o menino seguiu a vida dele, mas também dentro ele já não vivia. Aqueles espíritos passaram a alimentar em relação à aquele homem um propósito de vingança muito forte. E a gente não deixa de ser humano. É um princípio do do espiritismo, da doutrina espírita, que nós jamais, depois de nos tornarmos humanos, nós não deixamos, nós não regredimos, mas nós podemos esquecer que somos humanos. E aí o nosso perespírito, que é a casa do nosso espírito, ele às vezes toma formas que se afastam um pouco do melhor de nós. Nós erramos o nosso alvo e nos afastamos do que é bom.
r que somos humanos. E aí o nosso perespírito, que é a casa do nosso espírito, ele às vezes toma formas que se afastam um pouco do melhor de nós. Nós erramos o nosso alvo e nos afastamos do que é bom. E esses espíritos, eles passaram a viver um processo obsessivo, a ter uma um ódio tão intenso desse homem que eles, a monstruosidade passou a habitar no perespírito dele. Eles começaram a ter formas daqueles pensamentos que ele alimentavam. E o interessante é que aqueles dois espíritos estavam próximos dele, só que eles estavam tão focados no ódio que eles sentiam e no desejo de vingança que eles não percebiam a presença um do outro. E aí houve um período, né, em que aquele homem estava ali e o filhinho deles teve a oportunidade de retornar como neto daquele homem, né? E quem já é avô sabe que neto derrete o coração de cada um. Então aquele homem que era frio, que era chegava a ser maldoso, o neto era aquele que que conseguia quebrar o coração dele. E ele começou a demonstrar amor e a sentir um amor muito forte. Quando ele começou a sentir esse amor, ele começou a quebrar o coração e a se aproximar e permitir a chegada dos espíritos do bem e a tocar até aqueles espíritos que até então tinham o princípio de vingança. Aquela dor que ele sentiu e aquele ódio começou a dar os primeiros sinais de ruptura, de rachadura, porque eles viram que o filho tão amado deles também era objeto de amor. E aí os espíritos do bem se aproximaram e puderam auxiliar aqueles espíritos. E aí foi que eles perceberam que se o objetivo deles era estar juntos e se amar, eles já estavam próximos há mais de um século, há quase dois séculos. Mas estavam tão focados na vingança e no ódio que eles sequer percebiam a presença um do outro. Então aquele ódio que eles sentiam atrasou aquilo que era de bom. Se eles não tivessem permanecido na necessidade da vingança e do ódio, eles poderiam ter seguido a vida juntos, seguido a vida com famílias e seguido vivendo o amor. E aí tem um outro ponto muito importante
s não tivessem permanecido na necessidade da vingança e do ódio, eles poderiam ter seguido a vida juntos, seguido a vida com famílias e seguido vivendo o amor. E aí tem um outro ponto muito importante que eu quero enfatizar, que que eu falei isso no início e que eu quero retomar agora. O perdão ele não substitui a justiça divina. Então nós não é nossa a responsabilidade de de aplicar a justiça divina. E esse é um peso que nós carregamos quando não perdoamos. Nós nos sentimos na necessidade de vingar, nos sentimos na necessidade de ser os justiceiros. E esse é um papel que não nos pertence e que é muito pesado, muito pesado. Deus dá conta, nós não damos conta e não nos cabe esse papel. Então, se a gente perdoa, não significa que aquela pessoa a quem a gente perdoa não vá receber aquilo que lhe cabe perante a justiça divina. Se eles perdoam aquele homem, se eles seguem a vida, eles retiram o peso de si mesmos. Eles podem seguir o caminho deles rumo ao alvo, rumo à felicidade, rumo ao amor, que é o nosso destino. E aquele homem, aquele que os ofendeu, aquele que errou, ele vai encontrar o caminho dele perante a justiça divina. Mas não é responsabilidade nossa. Até perante a justiça dos homens existe um crime que significa eh fazer justiça com as próprias mãos, né? O exercício arbitrário das próprias razões. É quando eu eh procuro ser me arvoro no papel de juíza e quero punir alguém quando alguém me faz o mal e eu me coloco como vingadora. Então, quando nós colocamos a gente nesse papel, a gente tá atraindo para nós um peso que não nos pertence, o peso do de julgar e o peso de executar a lei de reparação, a lei de causa e efeito. Confiemos em Deus. Confiemos que aconteça o que aconteça, Deus vai executar a sua lei. Deus vai dar aquela pessoa a oportunidade. Aquela mulher que envenenou o cachorro do Chico certamente se atve com a lei divina. E o caminho dessa pessoa é individual e pertence a ela e a Deus. Se a pessoa souber se arrepender e reparar, ela vai conseguir encontrar o caminho enquanto ela se
certamente se atve com a lei divina. E o caminho dessa pessoa é individual e pertence a ela e a Deus. Se a pessoa souber se arrepender e reparar, ela vai conseguir encontrar o caminho enquanto ela se mantiver. No erro, ela também vai buscar a própria infelicidade. Mas isso não me pertence. Isso não é responsabilidade minha. Isso pertence à própria pessoa e pertence a Deus sobretudo. Então é um caminho da pessoa com Deus. O meu caminho é o caminho de buscar o melhor para mim, de buscar o meu caminho, que foi a partir desse momento o que esse casal fez. Eles conseguiram se reencontrar, conseguiram depois de séculos eles conseguiram reconstruir o amor que eles tinham depois de se encontrar consigo mesmos. Aqui nos grupos mediúnicos, esse é um dos grandes trabalhos que a gente faz. A gente encontra o espírito ainda no sentido da vingança. E a gente diz: "Olha, eu não quero saber de quem te fez mal. Eu não estou interessada em quem te violou, te violentou, quem fez mal para você. Eu quero saber de você. Eu quero curar você. Eu quero cuidar de você. Porque nesse processo de vingança, o que aconteceu é que você se perdeu de si mesmo. Você se perdeu do seu melhor. E normalmente o espírito está num estado triste. Ele está eh longe do melhor de si. E a gente pede para ele desvincule-se daquele a quem você está perseguindo e passe a olhar para você. Nós te daremos abrigo, nós te daremos oportunidade, te daremos conforto, te daremos um novo lar e uma oportunidade de recomeçar. Foi o que aqueles espíritos receberam e o que tantos recebem aqui nessa casa também, uma oportunidade de recomeçar depois, muitas vezes de séculos. Então, a gente não precisa esperar décadas, séculos, milênios, como a gente já viu, para recomeçar a nossa vida, para retomar o curso e finalmente caminhar junto à paz. A gente pode tornar a nossa vida mais leve, a gente pode buscar o melhor de nós e confiar na justiça divina, deixar de carregar pesos que não nos pertencem. Aquele que errou terá a oportunidade de
az. A gente pode tornar a nossa vida mais leve, a gente pode buscar o melhor de nós e confiar na justiça divina, deixar de carregar pesos que não nos pertencem. Aquele que errou terá a oportunidade de refazer a sua vida a partir dos erros que cometeu. Deus o julgará. Deus fará com que ele tenha o a recompensa pelos seus erros. A lei de causa e efeito é outra das leis que é material e é moral. É inevitável. Aquilo tudo que nós plantamos, nós colhemos. Isso vale para todos os seres do universo, do mais simples até o mais complexo. Todos estão submetidos a lei de causa e efeito. E é a aplicação dessa lei não nos pertence, não nos beneficia. Cuidemos dos nossos próprios problemas, das nossas próprias questões. A gente precisa estar focado no nosso caminho, naquilo que é o de melhor para nós, em retomar o nosso caminho. Francisco de Assis dizia o seguinte, que ele não perdoava, porque ele não precisava perdoar. aqueles que eventualmente faziam algo, não faziam algo para ele, faziam algo para si mesmos e paraa vida. Então ele dizia: "Eu não perdoo ninguém porque eu não me sinto ofendido pelas más ações das outras pessoas, mesmo quando elas momentaneamente me atingem, mesmo quando elas de alguma forma chegam até mim e trazem consequências que naquele momento chegam até mim, chegam, me atingem e me causam algum dessor naquele momento." Então, Francisco dizia: "Não preciso perdoar". Um exemplo muito grande que a gente tem tá no livro Paulo e Estevão também, em que Paulo naquele momento, Saulo de Tarso, ele imbuído daquilo que ele acreditava ser sua missão, que era naquele momento de servo fiel de Deus, aplicador da lei de Moisés, começou a perseguir aqueles que eram os seguidores daquele homem, daquele profeta, que ele julgava que ia contra as leis de Moisés, que pervertia os ensinamentos de Deus. E dentro desses ele começou a executar atos violentos, aprender até mesmo a agir com violência em relação a esses homens. Um dos primeiros atingidos, o primeiro de todos, o mais importante,
s de Deus. E dentro desses ele começou a executar atos violentos, aprender até mesmo a agir com violência em relação a esses homens. Um dos primeiros atingidos, o primeiro de todos, o mais importante, foi aquele que havia acolhido no seu coração com todo amor, logo nos primórdios, a mensagem do Cristo, que foi o primeiro mártir, aquele que de cara, apesar de não ter convivido com o Cristo, compreendeu e acolheu sua mensagem e foi o emissário Estevão, que era um exemplo de serenidade, um exemplo de amor, um exemplo de entrega que tinha no seu olhar, aquele amor que pertencia ao Cristo, que compreendeu essa verdade, que vivia com intensidade. Ele teve um embate muito intenso com Paulo, com Saulo de Tarso, em que ele pela serenidade, pelo amor, provocou ainda mais a ira daquele espírito violento naquele momento e que acabou julgando e levando ele a pena capital, que naquele dia Jesus conseguiu evitar que fosse aplicada a mulher. Mas Estevão acabou sofrendo essa pena. Naquele momento ele não guardou o rancor contra Saulo. Encontrando a irmã dele, que era a noiva de Saulo, ele diz: "Olha, Saulo está fazendo isso por amor a Moisés. O que ele não fará quando descobrir quem é o Cristo? O que ele não fará por amor ao Cristo?" E dito e feito. Saulo descobriu o Cristo pouco tempo depois e algumas misérias depois também. Descobriu o Cristo na estrada de Damasco. Ele descobriu o Cristo que se apresentou a ele em toda sua luz, em toda sua glória. E aí então ele percebeu que ele não era apenas um profeta obscuro, um homem que que buscava usurpar o papel. Ele era sim aquele que o povo dele esperava. E aí ele tomou consciência dos seus erros e dedicou toda a sua vida ao Cristo. A justiça divina encontrou Saulo e fez dele um obreiro do Cristo e provou que Estevão tinha toda a razão, que ele foi para o Cristo ainda mais do que ele havia sido para Moisés. Se ele foi fiel a Deus perante Moisés, mais fiel ainda ele foi perante o Cristo. E Estevão não apenas aceitou essa verdade, como se
ele foi para o Cristo ainda mais do que ele havia sido para Moisés. Se ele foi fiel a Deus perante Moisés, mais fiel ainda ele foi perante o Cristo. E Estevão não apenas aceitou essa verdade, como se colocou como o orientador da tarefa de Paulo. E no final da vida dele, quando Paulo, depois de muito errar, depois de muito sofrer, Paulo encontrou sofrimento intenso na vida dele. O pessoal brincava que Paulo era uma péssima companhia para se andar, porque onde quer que Paulo ia, ele sofria, ele era preso, ele era torturado, ele, enfim, sofria todo tipo, o navio dele naufragava, mas ele se mantinha firme na fé e ele se mantinha fiel a Deus. E quando no final, depois de muitos erros, depois de muitas ações em prol do Cristo, ele chegou e conseguiu vencer o bom combate, ele foi recebido pelo Cristo e ali junto com o Cristo estava Estevão. Estava aquele homem que havia abraçado. E é o, desculpa o spoiler, né? Está no livro Paulo e Estevão e é o momento final. E nesse momento final eles se encontram. E aí Jesus diz: "Seja bem-vindo, Paulo, ao lugar onde verdugos e vítimas se encontram e se amam." E aí a gente descobre que isso não é apenas um caminho possível, mas é o caminho, é o único possível. Tem um momento, né, da história, se eu não me engano, é o Winston Churchill ou é um dos presidentes americanos que diz assim, né, que um dia naquelas estratégias de estado, ele se encontra com seu conselho de estado e diz assim: "Nós hoje vamos fazer o seguinte, vamos fazer os planos porque nós vamos vencer todos os nossos inimigos." E aí ele eles dizem: "Como nós vamos vencer os nossos inimigos? Nós vamos fazer guerra, vamos lançar uma bomba? nós vamos matá-los, vamos dizimá-los, vamos destruir suas cidades. E aí ele fala: "Não, nós vamos transformá-los em nossos amigos e esse é o nosso caminho. Nós venceremos todos os nossos inimigos e venceremos a nós mesmos. Nós transformaremos os nossos inimigos em nossos amigos. Nós nos reencontraremos. Deixemos a Deus o tempo da nossa melhora. Deixemos a Deus o
eremos todos os nossos inimigos e venceremos a nós mesmos. Nós transformaremos os nossos inimigos em nossos amigos. Nós nos reencontraremos. Deixemos a Deus o tempo da nossa melhora. Deixemos a Deus o tempo e o caminho do nosso próprio aprimoramento e o aprimoramento do caminho do outro. A justiça pertence a Deus. Assim disse Jesus também perante a mulher adúltera. Quem são aqueles homens para condenar? Onde estão os seus acusadores? Nos preocupemos em melhorar, em crescer, em evoluir. Busquemos o nosso alvo. O nosso alvo é a nossa perfeição, a nossa felicidade, o amor que cobre uma multidão de pecados. Estejamos em paz conosco mesmos. Estejamos em paz com o melhor de nós e sigamos o nosso caminho sem pesos, sem manchas, sem sombras, porque a Deus pertence a aplicação da justiça, mas sobretudo a Deus pertence o amor que a todos redim todos nós um dia nos encontraremos no lugar onde só existe o amor. Muito obrigada a todos e uma boa tarde. Agradecemos a nossa irmã Carla Daniela pela reflexão, como ela mesmo disse, né? muito importante para todos nós, para que busquemos o exercício do perdão. E neste momento pedimos ao nosso mestre Jesus, ainda na condição de aprendizes que somos da boa nova do seu evangelho que nos trouxe o ensinamento do exercício do amor, porque o amor perdoa, o amor é indulgente, o amor é misericordioso, O amor é a virtude plena, que todos nós buscamos essa meta, Senhor. Que o Senhor nos auxilie, nos fortaleça e nos ampare. E pedimos por todos que aqui se encontram encarnados e desencarnados. O Senhor vos envolva no vosso infinito amor, na vossa infinita paz. E que este mesmo amor, esta mesma paz sejam direcionados a toda a humanidade, principalmente onde há muita dor, sofrimento, nossos irmãos conflitos, lares desestabilizados, onde houver, Senhor, dor, sombras, que o Senhor leve à luz e que ampare a todos. Só temos a dizer gratidão pela tua presença em nossas vidas. T conosco hoje e sempre. Que assim seja. E antes delas das meninas chamarem para o passo, nós temos alguns convites
z e que ampare a todos. Só temos a dizer gratidão pela tua presença em nossas vidas. T conosco hoje e sempre. Que assim seja. E antes delas das meninas chamarem para o passo, nós temos alguns convites aqui. Sábado tem a palestra da Maisraga, que todos conhecem, né? É às 19 horas, todos estão convidados. E tem uma notícia também, quarta-feira agora apó tem um horário de passe de meioia e 30 às 14 horas. Quem muitas vezes trabalha e quer vir no horário do almoço tem esse passe, tá? Inclusive tem uma palestra antes às 13 horas. E outra o convite é paraa feira de artesanato. Quem quiser comprar lembrancinha aí para os dias das mães, vai ser também dia 3 de maio, sábado, de 11 às 19 horas. E vai ser ali perto da livraria, onde tem ali o balcão de atendimento. A perinha vai ser ali. Estão todos convidados. Jesus os abençoe e os ampare. Boa tarde. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos
ça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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