AINDA DUELAMOS? - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, [música] vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor [música] Estou aqui para agradecer de >> Boa tarde, sejam todos bem-vindos. Que a paz de Jesus nos envolva pacificando as nossas mentes e os nossos corações. Com certeza a equipe espiritual responsável por este horário já nos aguardava e nos acolhe com muito carinho. E temos a certeza que essa mesma paz, essa energia de amor que aqui se manifesta é direcionada também aos nossos irmãos e irmãs internautas que nos assistem através dos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. Hoje nós temos o grande prazer de receber nossa irmã Carla Daniela, que vai desenvolver um tema muito interessante e muito atual. ainda duelamos. E nós vamos ler, como sempre uma mensagem curta, né, para já nos colocando mais eh conectados, né, com o ambiente, mais disponíveis ao aprendizado e depois a oração. E o título do dessa mensagem é espaço mental, tá? Este livro, Senhor e Mestre, ditado pelo irmão José e psicografia de Carlos Abatelli. Reservemente espaço mental para o bem, que de todas as formas com ele te preocupes em todos os instantes. A espontaneidade do gesto nobre é resultado de exercício laborioso da alma. Pensa no bem com frequência e procura materializá-lo. Não deixes passar um só dia em que não tenha sido útil pelo menos uma vez. A falta de solidariedade é também falta de hábito. Ninguém verdadeiramente ama sem que antes tenha aprendido a servir. E assim elevemos o nosso pensamento ao nosso bom pastor, nosso mestre Jesus, que nos convida à prática do bem,
mbém falta de hábito. Ninguém verdadeiramente ama sem que antes tenha aprendido a servir. E assim elevemos o nosso pensamento ao nosso bom pastor, nosso mestre Jesus, que nos convida à prática do bem, às atitudes de amor, de acolhimento, de solidariedade, de fraternidade, para com todos aqueles com os os quais nos procuram, com aqueles que convivem familiares, colegas de trabalho, enfim, todos para que sejamos sempre instrumentos do amor de Jesus. E neste momento só temos agradecer por estarmos aqui reunidos, Senhor, em vosso nome, na certeza do vosso amparo e da vossa proteção. E pedimos a equipe espiritual responsável por este horário e o nosso mentor Francisco de Assis, que inspirem tu e a nossa irmã Carla Daniela, que está com a palavra. Que assim seja. Obrigada. Obrigada pela oportunidade. É sempre muito bom estar aqui falando inspirada por Francisco de Assis, que é esse apóstolo do amor que transformou tantos corações e que o único desejo que ele tinha era viver de forma mais plena possível, de acordo com o evangelho de Jesus na sua pureza. Então, que ele nos inspire a também viver o mais possível de acordo com o evangelho de Jesus. Hoje vamos falar sobre o duelo e se ainda duelamos, né? É muito interessante sempre ver, né, a topografia disso no evangelho, né? Eu sempre gosto de analisar duas coisas, principalmente, né? o que é a topografia dentro da da nossa do Evangelho ou da própria Bíblia e também o que significam as palavras que a gente fala. Então, esse trecho que fala do duelo está no capítulo 12. Amai os vossos inimigos. depois da vingança, do ódio, aí vem as questões relacionadas ao duelo. Então ele coloca bem e delimita o sentido disso, desse ponto que a gente tá tratando para que a gente compreenda o que é verdadeiramente o duelo e procure se situar em relação a isso. Quando escrito o livro dos espíritos e o evangelho, na década de 1850, 1860, era comum que houvesse os duelos, né? Todo mundo já viu isso nos filmes, nos livros, né? Eu via muito Os três
lação a isso. Quando escrito o livro dos espíritos e o evangelho, na década de 1850, 1860, era comum que houvesse os duelos, né? Todo mundo já viu isso nos filmes, nos livros, né? Eu via muito Os três mosqueteiros, né? E outros filmes e livros mais ou menos da mesma época que era comum que as pessoas se desafiassem um ao outro quando ela tinha um adversário, alguém que o desagradava de alguma forma. Ele sinalizava esse desagrado e desafiava as pessoas para um duelo, marcando um horário, um dia e um uma determinada postura, né, uma uma umas regras para que eles pudessem fazer uma disputa que era uma disputa de vida ou morte, né? Então, aquelas pessoas se reuniam e decidiam o que que eh quem iria viver naquele momento de acordo com as suas habilidades e de acordo com as circunstâncias do momento, né? É interessante o duelo porque não existe um julgamento, não existe uma verificação de quem tem razão naquela questão, né? Então, mesmo que o ofendido eh tenha total razão, mesmo que aquele eh uma das pessoas tenha total razão e o outro esteja totalmente fora de sua razão, prevalece a força, prevalece a habilidade e critérios que nada tem a ver com a verdade ou com a justiça. Então, o duelo ainda tinha essa característica, né? aqueles que eram mais habilidosos costumavam inclusive se valer disso para se impor, ameaçando os outros de duelos constantes, né? E com isso eles eh buscavam prevalecer e fazer prevalecer os seus interesses e até os abusos desses interesses, né? Ameaçando chamar pro duelo no qual eles saberiam que sairiam vencedores com quase toda a certeza. E esses duelos, eh, muitas vezes refletiam questões que já eram há muito eh mal entendidos que duravam muito tempo, questões familiares, questões que já vinham às vezes de décadas de uma existência e outras que eram simplesmente circunstanciais. você pisou no meu pé, você eh colocou eh os ocupou o lugar que normalmente eu ocupo ou fez algo que me desagradou e isso muitas vezes já era suficiente para que se desafiasse o duelo. E aí a gente
is. você pisou no meu pé, você eh colocou eh os ocupou o lugar que normalmente eu ocupo ou fez algo que me desagradou e isso muitas vezes já era suficiente para que se desafiasse o duelo. E aí a gente pergunta, né, como se pergunta nessa que é o nesse que é o título da palestra. Nós ainda duelamos, como eu disse, o evangelho é de 1900, da década de 1860, necessariamente a gente precisa passar por uma atualização desse conceito. Da mesma forma como a gente fala também. Agora, a gente tá num período que pra Igreja Católica eles chamam de quaresma. é um período de recolhimento, de pausa e de reflexão. E nessa época também é um período em que se procuram fazer diversos sacrifícios. Ontem eu tava na primeira aula da fase 2A do ESD e a gente tava falando justamente sobre isso, sobre a questão dos sacrifícios, dizendo que antigamente, nas épocas bem antigas mesmo e às vezes não tão antigas, em determinadas crenças, se faziam sacrifícios de vidas mesmo, de vidas humanas, de vidas de animais, para que a gente pudesse provar que o a importância que tinha Deus, então se sacrificava o melhor dos animais. às vezes até as pessoas mais valorosas com determinadas características para determinados deuses, para que fosse o presente e para que se garantir a fertilidade, as boas colheitas, o progresso e o bons tempos para aquele povo. Então, quanto melhor o sacrifício, mais abençoados se seriam pros deuses. Hoje nós sabemos que esses sacrifícios não são desejáveis, mas há outros sacrifícios. Eu me lembro de uma fala do Papa Francisco, que há poucos anos, né, antes de ele falecer, ele dizia, né, durante o período da quaresma da importância de nós ressignificarmos esses sacrifícios, utilizando-nos dos sacrifícios morais, daqueles sacrifícios que são os da alma, os sacrifícios de maledicência, de maus pensamentos, de maus juízos, de maus procedimentos. Então, houve uma atualização, os sacrifícios ainda são necessários, mas o sacrifício daquilo que existe de ruim em mim, né? Daquilo que ainda precisa ser vencido dentro de
ízos, de maus procedimentos. Então, houve uma atualização, os sacrifícios ainda são necessários, mas o sacrifício daquilo que existe de ruim em mim, né? Daquilo que ainda precisa ser vencido dentro de mim. Então, eu aproveito esse período para fazer um propósito. Esse era o convite do Papa Francisco, né? Que se aproveitasse esse período maior de reflexão para se fazer esse propósito e esse sacrifício que já não era de vidas que pouco importava naquela época, né? Eram chamados bodiatórios. Então eu nomeava um bode expiatório e com isso não precisava fazer minha mudança. Hoje o que se pensa é isso, né? Da mesma forma o duelo. Hoje já não existe o duelo como nós fazíamos, né? ao pôr do sol, nos encontramos, cada um com sua pistola e decidimos numa luta de vida e morte quem era que tinha razão. Mas vivemos duelos cotidianos, duelos que também podem ser desde questões que vêm de muito tempo, em qual a gente se indispõe com alguém, inimizades históricas ou até mesmo por questões banais. Quem nunca teve um duelo no trânsito, né? Por exemplo, um duelo que alguém me corta, alguém passa a faixa, alguém vai naquela fila enorme que tá dentro da chuva, alguém vai e corta pela esquerda, corta pelo acostamento e a gente fica com aquilo na cabeça, com aquilo no pensamento e só não puxa a pistola. Mas como diz o Cristo, né? aquele que deseja mal ou seu irmão também está eh matando, né? Então, também temos esse duelo, o duelo dos maus pensamentos, o duelo dos desejos malignos, o duelo do ódio, da vingança e daquilo que destrói também, que ainda está muito permanente em nós. E esses duelos permanecem nas nossas almas. Nós nos ligamos às pessoas pelos nossos sentimentos de raiva, de rancor, de vingança e de tudo aquilo que nos mantém ligados. Eu me lembro de um livro, se eu não me engano, do Manuel Filomeno de Miranda, em que ele narrava a ligação forte que existe entre pessoas que t rancor uma pela outra, que sentem ódio uma pela outra. Ele dizia, narrava numa circunstância em que a equipe
nuel Filomeno de Miranda, em que ele narrava a ligação forte que existe entre pessoas que t rancor uma pela outra, que sentem ódio uma pela outra. Ele dizia, narrava numa circunstância em que a equipe analisava o cérebro dessas pessoas, que dentro do de da parte que se referia à memória daquela pessoa, tinha um filme que ficava passando em que ele reproduzia aquelas cenas que desagradavam, aquelas cenas em que ele tinha sentido raiva, em que ele tinha sentido eh aquele rancor por aquela pessoa. E dessa área específica da mente dele, saía uma corrente que se ligava até a mente da outra pessoa, em que também havia um videozinho que ficava se reproduzindo sem parar. E essas pessoas estavam acorrentadas uma à outra por aquele vínculo de rancor, de ódio, de vingança. E a gente vê muito, muito, muito tanto na vida aqui, os espíritos físicos, né, os corpos, as pessoas físicas aqui, quanto no mundo espiritual, não são raras as pessoas que a gente recebe aqui nos nossos grupos mediúnicos ou que a gente vê nas histórias que estão há séculos, às vezes há milênios, acorrentados e mantendo os mesmos duelos, que não conseguem deixar e crescer, né, se desvencilhar daquela situação que permanecem ligados aqueles que acreditam que lhe fizeram o mal e que muitas vezes efetivamente fizeram, mas que se recusam terminantemente a seguir em frente, a buscar os seus caminhos. No livro Loucura e Obsessão tem uma história bem impressionante de duas pessoas, um casal que tinha um filhinho e que era uma família muito, muito amada e que foi destruída. Eles eram escravos, foram destruídos pelo Senhor, que eh não era uma boa pessoa realmente se t se interessado pela mulher, pela esposa, que era muito bonita, tudo fez para destruir essa família, eh vendendo o marido para uma um lugar onde ele receberia, com certeza, maus tratos que o levariam à morte, aprisionando ela e obrigando-a a satisfazer os seus desejos e e deixando aquele aquele filhinho completamente excluído também, né? Levando à morte. E
, com certeza, maus tratos que o levariam à morte, aprisionando ela e obrigando-a a satisfazer os seus desejos e e deixando aquele aquele filhinho completamente excluído também, né? Levando à morte. E aqueles dois espíritos que muito se amavam começaram a manifestar esse rancor por esse outro, por esse senhor que os fez, né? E a narrativa de Manuel Filomeno de Miranda é muito impressionante, porque ele fala que esses espíritos, pelo fato de manterem esse rancor, esse ódio, esse desejo de vingança, eles foram transformando o seu perespírito em algo monstruoso, realmente. Então, já não se reconheciam, mas eles estavam completamente imantados. E ele narra que eles dois, o casal, estavam um ligados a ele, um próximo ao outro, só que tão fixados naquele ódio que eles não eram capazes de se ver, de se enxergar, de se reconhecer. E ficaram nisso coisas de séculos, né, mais de século, dois séculos, até que o filhinho reencarnou e reencarnou como neto dele, neto desse senhor. E avô, a gente sabe como é, né? se ele não tinha sido capaz de quebrar um pouquinho esse rancor e esse coração duro que ele tinha, o neto conseguiu fazer isso por ele. Então, ele tinha um amor por esse neto dele. E o fato de perceber, eles reconheceram o filho e perceber esse amor acabou diluindo um pouquinho esse essa casca grossa que se colocou no coração deles, a ponto de facilitar o socorro, de permitir que eles pudessem ser socorridos. E por um processo longo de socorro, longo, sofrido, difícil, eles puderam perceber que estavam ali um do lado do outro. E é a história que se mostra, né, que eles podiam simplesmente ter seguido em frente, mesmo tendo sofrido, mesmo tendo passado por essas dificuldades, eles podiam ter escolhido seguir o caminho deles e tinham a possibilidade de terem sido felizes, apesar das dores sofridas aqui nessa vida, se eles tivessem focado nas realizações, eles poderiam ter se reencontrado já na vida maior e ter seguido o seu caminho como espíritos em paz, mas eles optaram por permanecer no
ridas aqui nessa vida, se eles tivessem focado nas realizações, eles poderiam ter se reencontrado já na vida maior e ter seguido o seu caminho como espíritos em paz, mas eles optaram por permanecer no ódio, permanecer no rancor e permanecer na vingança. E com isso viveram esse processo de sofrimento e de aliamento de si mesmos por alguns séculos e voltaram ao caminho depois de um longo período, né? Então, nós atrasamos o nosso desenvolvimento, nós atrasamos a nossa felicidade quando permanecemos nesse ódio, quando permanecemos presos àilo que nos desagrada, ao invés de buscar a nossa felicidade aquilo que nos agrada, ao invés de buscar o amor que os preenchia, eles buscaram a vingança. E isso fez com que eles permanecessem distantes do que era o que verdadeiramente trazia a felicidade. E é assim quando nós duelamos. Joana deângeles nos fala que todos nós somos visitados todos os dias, todos os momentos, por dificuldades, por rancores, por situações que nos desagradam, por injustiças, por coisas que nos fazem cair a vibração, que mesmo aqueles que têm uma vibração positiva e que buscam, daí a importância do orai e vigiai, em algum momento são atacados. vamos dizer assim, no evangelho, na parte da paciência, tem um uma frase também que eu gosto muito, que ele diz que todos nós somos feridos como que por pequenas agulhas no dia a dia, no dia a dia, né? E é verdade, é aquela pessoa que pisa no nosso pé, é aquele que fecha, é aquele chefe que faz uma avaliação injusta da gente depois de um trabalho que deu tanta coisa pra gente. É aquele amor não correspondido, é aquele luto que nós vivemos e insiste em passar. Dores desde as menores até as maiores, nos impedem de viver o melhor de nós mesmos, nos impedem de buscar a realização, porque nós focamos tanto nelas que nós esquecemos de buscar o bem. E aí Joana deângeles diz que nós somos visitados, mas que é escolha nossa. E muitas vezes não é uma escolha nossa presente agora nesse momento evitar esse sofrimento, evitar essa dor,
de buscar o bem. E aí Joana deângeles diz que nós somos visitados, mas que é escolha nossa. E muitas vezes não é uma escolha nossa presente agora nesse momento evitar esse sofrimento, evitar essa dor, mas ela diz que somos nós que escolhemos que ela permaneça, como ela diz, oferecer um lugar para essa dor, para esse eh esse sentimento de raiva, de rancor, permanecer, né? uma cadeira para ele sentar, como ela diz, um lugar na nossa mente. Então, ela nos diz que quando nós percebemos que estamos caindo em desequilíbrio, que estamos nos deixando levar por aquela dor, por aquela raiva, por aquele sentimento de mágoa, de rancor, nós devemos trabalhar isso imediatamente. Não devemos esperar nem um segundo, nem um minuto, nem um dia. Devemos trabalhar enquanto ele ainda é pequeno, porque se nós deixamos que ele permaneça, ele vai fazer lugar, vai fazer morada ali no nosso coração e vai ficar cada vez mais difícil combatê-lo. E quando a gente menos espera, já se passou um dia, já se passou um ano, já se passou uma década, já se passou um século e nós estamos perdidos no mesmo lugar. Isso não acontece só com conosco, rées mortais. Eu vou contar uma história da vida do Chico Xavier, né, em que ele sofreu algo que realmente eh o fez sofrer imensamente e que despertou nele um sentimento de tristeza e de mágoa muito grande, uma pessoa próxima das relações dele, que hoje já se diz e às vezes já se sabe quem é, mas se ele escolheu não falar, não serei eu que vou falar, né? Então ele tinha um cachorro que ele gostava muito. O Chico adorava animais. Ele era um Francisco de verdade, né? E esse cachorro era um cachorro que o que ele acolheu e o cachorro o acolheu também, na verdade, né? Mas ele era muito doente e muito velho já. E era tão doente que às vezes exalava até mau cheiro, exigia cuidados muito constantes e ninguém se aproximava desse cachorro. O Chico todos os dias chegava do trabalho, do trabalho no centro, às vezes cansado de madrugada, e o cachorro tava esperando ele, era o grande companheiro dele. E
ninguém se aproximava desse cachorro. O Chico todos os dias chegava do trabalho, do trabalho no centro, às vezes cansado de madrugada, e o cachorro tava esperando ele, era o grande companheiro dele. E ele ia cuidar, ia tratar, ia dar banho, ia passar os remédios, ia dar comida, porque ele era a única pessoa que tinha coragem de se aproximar do cachorro. E tudo isso era um ritual para ele, mas ele tinha um amor muito grande, um carinho grande por esse cachorro, que ele considerava um grande companheiro, mas esse cachorro, enfim, atormentava outras pessoas que achavam que o Chico tava cansado e que ele atrapalhava, né? Então, uma essa pessoa que vivia com ele, né, um determinado dia, disse que esse cachorro estava custando muita energia, muito cansaço e atrapalhando muito. Então, ela escolheu tirar a vida do cachorro e quando o Chico chegou em casa, o cachorro havia falecido. No primeiro momento, ele não soube o que havia sido feito, né, que a o cachorro havia falecido de morte. matada mesmo, né? Mas logo tem os fofoqueiros de plantão que falam, né? Olha, você sabia que o cachorro morreu porque fulaninha matou esse cachorro? E aí ele ficou indignado, mas indignado num nível assim terrível, porque ele tinha muito amor e achou que como fazer isso com um animal indefeso, né? Então aquilo foi criando uma mágoa muito grande no coração do Chico e foi crescendo isso, crescendo, crescendo, crescendo. E o Emanuel veio falar com ele. O Emanuel disse: "Chico, está começando a ficar difícil, você precisa resolver isso. Você está com esse sentimento de mágoa e esse sentimento de mágoa está criando uma crosta, uma nuvem escura no seu coração que está dificultando o trabalho dos nossos mentores. tá dificultando que eles se aproximem de você e façam esse trabalho que é tão importante. E aí o Chico prometeu que ia melhorar, que ia tentar, que ia se esforçar, mas não foi fácil. E depois de um tempo Emanuel voltou. Chico, seus esforços não estão sendo capazes de melhorar. Você, pelo contrário, essa nuvem tá se adençando
r, que ia tentar, que ia se esforçar, mas não foi fácil. E depois de um tempo Emanuel voltou. Chico, seus esforços não estão sendo capazes de melhorar. Você, pelo contrário, essa nuvem tá se adençando cada vez mais. Aí o Chico, mas eu não tô conseguindo, realmente tá muito difícil para mim aceitar isso. E aí o o Emanuel falou: "Olha, eu tenho uma instrução dos mentores lá do alto. Eles dizem que você precisa se aproximar dessa pessoa e dar para ela um presente. Você precisa descobrir o que que essa pessoa mais quer e dar para ela de presente." Aí ele falou: "Ah, mas não é possível, né, mano? Eu não acredito que depois de tudo isso eu ainda vou ter que dar um presente pra pessoa. Aí o Emanuel simplesmente disse: "A solução não é minha, Chico. A solução é do Cristo". E aí o Chico foi, né, diante dessa ordem. O Emanuel não falou isso de uma forma light, né? Ele disse que todo o trabalho estava ameaçado por causa disso e que se continuasse era provável que o trabalho mediúnico do Chico fosse interrompido, que fosse necessário interromper e que as consequências disso seriam graves, né? Muito graves. E aí passou e o Chico foi, procurou e descobriu o que que ela queria. Eu que ela queria era uma máquina de costura, mas não era uma máquina qualquer, era a máquina mais cara que tinha, uma máquina caríssima, muito boa e que era o sonho da vida dela. E aí o Chico foi lá no centro da cidade, olhou um preço caríssimo, mas Emanuel não disse, a solução é do Cristo, não é minha, né? Mas Emanuel não tem conversa. E aí ele foi, então parcelou em três encarnações, comprou, deu pra pessoa. E aí a pessoa quando viu o presente foi surpreendida por ele, nossa, mas ficou tão alegre, tão alegre, e beijava o Chico e abraçava o Chico e mostrava toda gratidão. E ficou num sentimento de alegria tão grande que aquilo foi destruindo aquela capa de escuridão. Chico simplesmente quebrou aquela raiva que ele tinha, quebrou aquela mágoa, mudou completamente o sentido e pôde se reintegrar. E aí é a solução do Cristo,
lo foi destruindo aquela capa de escuridão. Chico simplesmente quebrou aquela raiva que ele tinha, quebrou aquela mágoa, mudou completamente o sentido e pôde se reintegrar. E aí é a solução do Cristo, que nós saibamos lidar com os nossos adversários, nos aproximando deles e tentando dar a eles a oportunidade de ser diferentes. Adversário, aí eu falo da da etimologia, é aquele que está contra, aquele que vai contra mim ou que tem uma posição diferente. E nós sempre optamos diante dos nossos adversários, né, não vou dizer sempre comumente em criar uma situação de oposição, de transformar os adversários, esses sendo aqueles que pensam diferente de nós, aqueles que têm uma posição divergente e muitas vezes contrária à nossa, nós transformamos eles em nossos inimigos e alimentamos o rancor e o duelo. Nós permitimos que essa raiva, que esse rancor não apenas nos visite, mas que permaneça. Nós oferecemos não uma cadeira, mas um sofá para eles sentarem, uma cama para eles dormirem e permitimos que eles permaneçam na nossa casa, atrapalhando a nossa vida e concentrando todos os nossos esforços. Vocês não têm noção do quanto o ódio, o rancor, a vingança gastam de energia nossa, né? A ira é uma das coisas que mais gasta energia dentro de nós e que mais condensa os nossos pensamentos. Então, nós podemos agir diferente. Nós podemos ressignificar isso, transformando os nossos inimigos em nossos eh parceiros, né? Tem uma frase que era um personagem, um real, né? Acho que é um presidente americano que um dia chegou e disse assim: "Olha, nós vamos acabar com as guerras em que nós estamos envolvidos". E aí o pessoal disse: "Mas como? O que que você vai fazer? Você vai jogar uma bomba, né? Ele: "Nós vamos acabar com os nossos inimigos. Como você vai fazer isso? Vai jogar uma bomba em todos eles? Vai destruir as cidades? Vai matar os reis? Vai fazer o quê?" Aí ele disse: "De uma forma muito simples, nós vamos transformá-los em nossos amigos. Então, a solução que ele propôs e que realmente trabalhou nisso e conseguiu
? Vai matar os reis? Vai fazer o quê?" Aí ele disse: "De uma forma muito simples, nós vamos transformá-los em nossos amigos. Então, a solução que ele propôs e que realmente trabalhou nisso e conseguiu muito êxito foi de transformar os adversários em aliados, de transformar os inimigos em parceiros. Nós não precisamos concordar com tudo, não precisamos eh estar sempre próximos e virar os melhores amigos daquelas pessoas. Nós só precisamos agir em relação à aqueles que pensam que são diferentes de nós com respeito, com tolerância, com paciência e às vezes até com distância quando necessário. Mas saber que aquele que é diferente de mim também me ensina, também me mostra caminhos, também me dá oportunidades de aprender mais e de melhorar a mim mesmo, de superar visões que eu tenho e de me mostrar realidades diferentes. Às vezes, se eu paro para escutar, eu consigo até criar afeição. Uma outra história que eu quero contar, faltam poucos minutos, mas eu ainda quero contar duas historinhas aqui para vocês, né? A primeira é da sogra, né? Tinha um homem que detestava a sogra dele desde praticamente que ele se casou com a esposa. Eles tiveram aquela indisposição inicial, a sogra não foi receptiva e desde então ele tinha uma raiva crescente dela, a ponto de não tolerá-la. Quando a mulher dizia que a sogra vinha visitar, ele saía de casa, dava um jeito de não aparecer, de, enfim, fazer qualquer coisa, porque ele não suportava a presença dela. Só que uma situação que é muito comum hoje em dia, ela ficou doente e não tinha quem cuidasse e a filha foi praticamente intimada a cuidar da mãe. Então, ela comunicou o marido que precisaria cuidar daquela da mãe dela que isso era necessário. Ele falou: "Bom, separar da minha esposa eu não vou, né? Isso tá fora de cogitação, mas eu não serei capaz de suportar essa mulher". E ele fez, fez, fez, pensou, pensou, foi numa espécie de curandeiro, numa mulher que era uma curandeira ou uma benzedeira e disse: "Olha, você vai ter que me ajudar com essa situação. Minha sogra tá
. E ele fez, fez, fez, pensou, pensou, foi numa espécie de curandeiro, numa mulher que era uma curandeira ou uma benzedeira e disse: "Olha, você vai ter que me ajudar com essa situação. Minha sogra tá lá, eu não sei o que fazer." E aí eu não vou suportar essa situação. Não tenho a menor intenção de me separar da minha esposa, mas eu não vou suportar. Tenho certeza que não vou. E aí o o homem foi e a benzedeira disse: "Olha, eu vou te dar um pozinho aqui. Você faz o seguinte, todo dia de noite você oferece uma bebida, uma sopinha, alguma coisa e coloca esse pozinho. A última coisa que ela que ela vai fazer quando for dormir. Mas tem um porém, você detesta ela, vocês não convivem em nada. Você vai ter que aos poucos ir se aproximando dela, porque como é que você vai justificar dar esse chazinho? essa sopinha para ela toda noite, ela tem que você tem que ganhar a confiança dela, né? E aí aos poucos ele foi, levou o pozinho, pronto, meus problemas acabaram e ele foi aos poucos se aproximando dela para disfarçar, né? E aí ele começou a conversar, a perguntar como ela tava e ver, né? O que que tava acontecendo e toda e ia chegando perto, né? Vendo no nos momentos que ela tava mais fragilizada. Olha aqui um chazinho, olha aqui uma sopinha pra senhora se sentir melhor. E aquilo foi virando um ritual. E chegou o momento que ele começou a conversar com ela também, né? Não bastava só entregar a sopa ou entregar o pós, o chá, ele também começava a puxar um assunto para ficar próximo, né? E aquele ponto acabou sendo de um momento de suplício terrível, acabou se transformando num momento alegre da noite dele. Ele aprendeu muito com ela. Ele soube das experiências dela. Ela que tinha uma experiência de vida muito grande, tinha passado por muitas coisas, começou a se interessar e até como-se com as histórias da vida dela. Começou a conversar e a gostar mesmo dela. E chegou um momento em que ela começou a ter uma piora mesmo. começou a piorar para valer, a se sentir mal e a quase
é como-se com as histórias da vida dela. Começou a conversar e a gostar mesmo dela. E chegou um momento em que ela começou a ter uma piora mesmo. começou a piorar para valer, a se sentir mal e a quase desfalecer. E aí ele disse: "Bom, agora tá surtindo efeito." Mas no lugar de dar alegria, isso deu um desespero nele, porque ele disse: "Agora eu não quero mais que ela morra". Ela se transformou numa grande amiga e eu quero que ela seja uma pessoa próxima, não quero que ela morra mais. Então ele voltou na benzedeira e a benzedeira disse para ele: "Olha, na verdade esse pozinho não era nenhum veneno, nada que fizesse ela sentir mal. pelo contrário, era uma pequena vitamina, algo que ia fazer ela se sentir bem. O objetivo real era que você se aproximasse dela, na verdade, né? E realmente o objetivo foi cumprido de uma inimiga, de uma pessoa que você detestava, ela se transformou numa grande amiga, né? E ela realmente ainda durou um tempo, veio a a falecer pouco tempo depois, mas faleceu como uma grande amiga dele, uma pessoa querida. E naquele tempo em que ele deu a oportunidade de conviver com ela, ele ressignificou toda essa relação que eles tinham, né? E para não deixar de falar, mesmo que o meu tempo tenha acabado, aqui no Evangelho eles se colocam, né, uma reflexão que é muito importante, que duelar, brigar, vencer, se opor, querer colocar-se até pelo grito e pela violência parece uma prova de coragem, mas que na verdade é uma prova de grande covardia, né? Eles eh na verdade eles colocam que coragem de verdade não é você ir com violência, é a clemência, é você receber o a agressão e oferecer a outra face. é você não reagir simplesmente, não ficar só na reação, mas ter a escolha de decidir como é que você vai agir em relação a isso, que isso é a verdadeira coragem, isso é a verdadeira força. Aí eu me lembro, não sei se algum de vocês já viu, um filme que foi muito famoso no meu tempo de juventude, né, quando eu era jovem há mais tempo, Deolta pro futuro dois, né,
sso é a verdadeira força. Aí eu me lembro, não sei se algum de vocês já viu, um filme que foi muito famoso no meu tempo de juventude, né, quando eu era jovem há mais tempo, Deolta pro futuro dois, né, o filme dois, em que o personagem principal, que era o Martin McFly, ele tinha uma uma um trauma muito grande que dissessem que ele era covarde e por conta disso ele entrava em briga. E no naquele filme ele eles vão pro futuro para adverti-lo de que ele ia passar por uma situação difícil. E o que era essa situação difícil? Ele ia eh encostar numa num farol, né, numa num sinal, ia ser chamado para um racha. E aí ele não ia aceitar, não ia aceitar. Mas aí eles dizem: "Ah, por que que você não vai? Você é covarde." E quando eles falam isso, na hora ele vai e aceita o racha. Só que vem um carro que vinha eh na contramão e ele bate e perde os movimentos da mão. E uma das coisas que ele mais gostava e era muito habilidoso era na música. Ele era guitarrista. Então, a partir desse dia, ele perde os movimentos da mão. Então, ele é advertido disso. E quando ele é advertido, depois que passa todas as situações do filme, já mais pro fim, ele se encontra nessa situação e sabendo do que podia acontecer, ele toma uma decisão diferente. No lugar de ir pra frente e seguir com racha, ele dá ré, surpreendendo o adversário dele. E aí ele vê, né, que o a pessoa que tinha avisado ele não tinha dito exatamente o que era, que um carro cruza o aquele sinal e bateria nele e causaria um acidente grave. Então, pelo fato de não aceitar aquela provocação, de não aceitar aquele duelo, ele conseguiu reformular todo o futuro dele. E nós temos esse poder de reformular o nosso futuro, de reformular o nosso caminho pelo simples fato de não aceitarmos os duelos do dia a dia, de não oferecermos uma cadeira para os nossos problemas sentarem. Nós podemos ganhar um dia, uma vida, uma mão, no caso dele, um século, um milênio. E a nossa felicidade, quem sabe nós ganhamos bons amigos e ganhamos a nós mesmos, sobretudo. Muito obrigada
sentarem. Nós podemos ganhar um dia, uma vida, uma mão, no caso dele, um século, um milênio. E a nossa felicidade, quem sabe nós ganhamos bons amigos e ganhamos a nós mesmos, sobretudo. Muito obrigada e vamos seguir na vida com amor e com aprendizado e com menos duelos. Muito obrigada a todos. Agradecemos a nossa irmã Carla Daniela pela reflexão. E neste momento elevemos o pensamento ao nosso mestre Jesus. Jesus, mestre de amor, fortaleça a nossa vontade para que sejamos determinados em vencer em nós as mágoas, os ressentimentos e sejamos os primeiros a estender a mão para que eliminemos tanta disensão, tanto conflito, que possamos, Senhor, sermos instrumento momento do vosso amor, onde estivermos e com quem estivermos. E te pedimos neste momento que envolva todos aqui presentes, encarnados e desencarnados no vosso infinito amor e na vossa infinita paz. E que este mesmo amor, esta mesma paz seja sejam direcionadas a toda a humanidade, levando o consolo, o lenitivo para os que sofrem, a luz para os que estão nas sombras, a paz onde há conflitos. Enfim, Senhor, que o vosso amor estenda sobre toda a terra. Se conosco hoje e sempre. Que assim seja. Graças a Deus. E graças a Jesus. A nossa irmã Carla Daniele tem um aviso. >> Sim, >> na verdade um convite. Eu queria convidar vocês para conhecer um pouquinho mais do Chico, né? do Chico Xaviero. Eu contei uma história da vida dele e nós estamos contando a história no musical que vai ser apresentado na sala Martins Pena nos dias 13, 14 e 15 agora de março. É uma linda história e tá sendo contada de uma forma muito sensível. Eu faço parte do elenco desse musical e estou sendo testemunha do quanto está sendo bonito, né? Tô acompanhando nos bastidores. São cenas que tocam muito, histórias que falam ao nosso coração e desafio todo mundo a não desidratar nesse, né? Levem seus lenços e porque são histórias belíssimas da vida do Chico. Garanto que vale a pena. A gente tem aí o o Qcode, né? O cartaz com QR Code. Não deixem de ver, de
ndo a não desidratar nesse, né? Levem seus lenços e porque são histórias belíssimas da vida do Chico. Garanto que vale a pena. A gente tem aí o o Qcode, né? O cartaz com QR Code. Não deixem de ver, de convidar os seus amigos. Essa história precisa ser conhecida, precisa ser contada desse homem que tanto nos inspira e que tantas lições deixou para nós. Então, não deixem de aproveitar a oportunidade e eu espero recebê-los e abraçá-los nos nesses dias lá no teatro. >> Eh, por gentileza, aguardem a orientação do nosso irmão para o passe, tá? Fique em paz. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante [música] o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o
os de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso [música] mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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