Carla Daniela | COMPANHEIROS ENDIVIDADOS (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 28/04/2025 (há 11 meses) 1:11:16 961 visualizações

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Transcrição

buscando a ti, Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi. Qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi? Toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor. Sim, mestre Jesus, fica conosco. Boa tarde a todos. Jesus nos abençoe, nos encontra em paz. Saudamos os nossos irmãos que estão nos acompanhando pela transmissão via internet da comunhão e os que nos assistirão, desejando a todos muita paz, muita saúde e muitas vitórias no campo da vida. Hoje a nossa reflexão será um lição do livro Palavras de Vida Eterna, capítulo ou lição 146, Sirvamos em Paz, que vai tratar das relações entre as pessoas que estão endividadas entre si e com Deus. E quem vai nos conduzir nessa reflexão é a nossa amiga trabalhadora da casa, Carla Daniela. Nós faremos uma leitura breve como preparação e o Luís irá executar uma peça musical como a oração da noite, tá bom? É do livro Agenda Cristã. Quando não estamos passando bem, que se demora o estado, nós tomamos um remédio. Em alguns minutos o remédio começa a fazer efeito. André Luiz, na lição número cinco de agenda cristã, ele nos dá umas dicas de comprimidos. comprimidos de medicamentos evangélicos. Então você toma um e se acalma. Ajude sempre. A primeira pílula é essa. Jamais tenha medo. Nunca desespere. Aprenda incessantemente. Pense um pouco mais. Medite com seriedade. Fale pouco, exertos palestrantes. Retifique amando. Retifique amando. Corrija amando. Trabalhe mais feliz. Dirija com equilíbrio. Essa aqui ele escreveu quando ele pensou no Distrito Federal. Gente, com certeza. Dirija com equilíbrio. Obedeça contente. Não se queixe demais. Siga adiante. Repare além. Veja mais longe, debata

rio. Essa aqui ele escreveu quando ele pensou no Distrito Federal. Gente, com certeza. Dirija com equilíbrio. Obedeça contente. Não se queixe demais. Siga adiante. Repare além. Veja mais longe, debata serenamente. Faça a sua luz. Esse comprimido é bom. Semeie a paz. Espalhe mais bênção. Lute se elevando. Seja mais alegre. Viva desassombrado. Demonstre coragem. Revele a sua calma. Respeite tudo e todos. Ore confiante. Vigie benevolente. Caminhe melhorando. Sirva ainda hoje e espere o amanhã. Andra Luiz, agenda cristã. Psicografia do nosso apóstolo Francisco Cândido Xavier. Como oração, vamos ouvir uma peça musical. Peço que os que quiserem fech os olhos para podermos depois dar a palavra à nossa querida Carla. Jesus, mestre divino do amor. É du a dimensão da nossa dor. para os corações necessitados que vivem a sofrer sem despertar. Amigo, conduz a Deus nossos anseios e vem nossos receios afastar. Assim quando a nova alvorada ilumin nossas vidas, permite que a tua luz e o teu carinho cicatrizem as feridas. e para gravar o teu amor dentro dos nossos corações, recebe as nossas preces de esperanças para curar. nossos irmãos Jesus. Jesus. Que nos abençoe Jesus. Boa noite a todos novamente. Passamos a palavra à nossa irmã Carla Daniel. Boa noite a todos. É sempre uma alegria estarmos aqui nesse momento que é tão importante da nossa casa. Essa nossa casa, esse domingo às 6 horas da tarde é um compromisso da nossa casa com a vida. Um compromisso que nos lembra sempre que a vida não cessa, que nós estamos imersos na vida, como Jesus falou, que é a vida em abundância. E nós nesse momento celebramos a vida e estamos aqui para isso, para nos lembrar que estamos vivos e sempre estaremos e que a vida nos sorri a cada momento. Hoje a gente vai fazer uma reflexão a respeito de de um capítulo desse livro, como o Sérgio falou, Palavras de Vida Eterna, que para mim também é extremamente significativo. Ele se refere a uma passagem, uma das que eu tenho muito apreço no evangelho, em que Jesus,

desse livro, como o Sérgio falou, Palavras de Vida Eterna, que para mim também é extremamente significativo. Ele se refere a uma passagem, uma das que eu tenho muito apreço no evangelho, em que Jesus, depois de multiplicar os pães e alimentar todas aques e dois peixes que foram doados, ele fala que é o pão da vida. Ele se lembra, lembra a todos que ele é o pão da vida, que a palavra de Deus é o pão da vida. E aí eles saciados na sua fome material vão deixando um a um, retomando seus afazeres, indo para suas casas, indo paraa sua vida. Até que ficam só os 12 apóstolos. E Jesus pergunta a eles: "E vocês também vão? Vocês também vão deixar agora que estão saciados?" E aí Pedro diz a Jesus: "Para onde iremos, mestre, se só tu tens as palavras de vida eterna?" E nós estamos aqui para nos alimentar, para além de alimentar o nosso corpo, que é fundamental, essencial, também para alimentar nossa alma com as palavras de vida eterna que vem do nosso mestre. Assim como Pedro, nós dizemos: "Para onde iremos para além das palavras de Jesus? Para onde iremos além da verdade que ele nos traz, dessas palavras que fazem dele o pão da alma e que nos alimentam? Então, nos alimentemos agora nesse nosso crepúsculo das palavras do Cristo e busquemos nelas inspirações para nossa vida. O nosso capítulo de hoje eh chama-se Servirvamos em Paz e começa com uma passagem de Paulo na carta aos Filipenses, em que ele nos diz: "Não estejais inquietos por coisa alguma". Essa carta aos Filipenses, ela é considerada a carta da alegria. É uma das últimas cartas que Paulo escreveu. Ele escreveu já preso quando ele já estava em Roma aguardando o cumprimento da sua sentença. E mesmo assim ele fala de fé, fala de confiança, fala de alegria, da alegria de servir ao Cristo. Paulo, todos nós sabemos, não teve uma vida fácil em momento nenhum. O pessoal sempre brincava, né? dizia que estar com Paulo era um risco à vida e a integridade o tempo inteiro. Onde quer que Paulo ia, ele era açoitado, era torturado, era preso. O seu navio

to nenhum. O pessoal sempre brincava, né? dizia que estar com Paulo era um risco à vida e a integridade o tempo inteiro. Onde quer que Paulo ia, ele era açoitado, era torturado, era preso. O seu navio naufragava, tudo acontecia com ele, né? Mas mesmo assim ele não perdia a fé. Mesmo assim, ele sempre seguia resoluto, apanhava da vida, sempre passava por problemas, passava por desentendimentos, era acusado, era, enfim, sobrepujado até moralmente, colocado em cheque, mas isso nunca fez ele desanimar, nunca fez ele desistir. Diante de todas as dificuldades, ele sempre se manteve fiel e sempre permaneceu ali. E nesse momento em que ele sabia que estava diante do sacrifício supremo, que aguardava o suplício que o levaria a morte, ainda assim ele utiliza esse espaço para nos falar de fé e para agradecer e falar de alegria e de esperança. Mesmo naquele momento. Jesus também na última ceia fez um discurso, né, fez uma conversa ali com seus discípulos. Ele teve muitas, muitos momentos em que ele falava para as multidões e muitos momentos em que ele falava para os seus discípulos. E falando paraos seus discípulos, ele falava pros discípulos que viriam também, que somos nós. E naquele momento ele tem um discurso que é muito bonito, que tá ali em João entre 13 e até João 18, mais ou menos, em que ele fala pros discípulos e nos conclama a sermos aqueles que prosseguirão, né? a sermos aqueles que não são do mundo, que não se eh que não são do mundo, mas que estão no mundo e que seguirão a Jesus. E a suportarmos aquilo que virá, suportarmos aos desafios, suportarmos as discensões, mas nos mantermos sempre fiéis a Jesus e nos mantermos fiéis sobretudo a Deus. Emanuel ao comentar, ele nos fala das dificuldades da vida, falam das nossas reações a essas dificuldades. Ele fala que na Terra nós temos multidões de companheiros endividados tanto quanto nós mesmos. Sim, na Terra somos todos endividados, somos todos espíritos sujeitos à lei de causa e efeito. A lei de causa e efeito que traz para nós

multidões de companheiros endividados tanto quanto nós mesmos. Sim, na Terra somos todos endividados, somos todos espíritos sujeitos à lei de causa e efeito. A lei de causa e efeito que traz para nós aquilo que nós já fizemos no passado de bom e de ruim, que nos traz as consequências inevitáveis das nossas ações e nos e que se colocam na nossa vida. E aí tem um momento em que ele coloca, isso tudo acontece, isso tudo é inevitável. quando ele fala às vezes das surpresas da vida que nos trazem as dificuldades, que nos trazem os sofrimentos, que nos trazem as dores. E ele diz que isso muitas vezes é inevitável, que a gente é surpreendido na nossa vida por circunstâncias que a gente não consegue dominar e que nós precisamos aprender a lidar com elas, né? Eu assisti uma vez uma aula de um psiquiatra e um e psicanalista chamado Marcelo Veras, né? Eu gosto muito das aulas dele, não o conheço pessoalmente, mas assisto sempre pela pelo YouTube ou pela Casa do Saber. E ele diz que ele era um diretor de um hospital psiquiátrico num determinado momento da carreira dele, da profissão. E ele tava fazendo uma grande reforma naquele hospital psiquiátrico. e ele tentava fazer tudo, adequar os espaços, os ambientes e tinha uma estrutura num determinado lugar que ele queria retirar e que era uma estrutura monstruosa que ficava ali e que, por mais que ele tentasse, ele não conseguia tirar de jeito nenhum. Ele tentou derrubar, tentou pegar guindaches, tentou tirar, tentou de todas as maneiras fazer a reforma que ele queria naquele lugar e nada funcionava, né? Parecia que aquilo ali era, enfim, não saía e não se prestava aquela reforma e aquilo deu uma frustração e todo mundo tava percebendo aquilo. Um dos internos daquele lugar, dos chamados loucos, né, dos internos nos hospitais psiquiátricos, um dia disse para ele assim: "Já que você não consegue tirar isso aqui, por que que você não faz o seguinte? Pinta isso de uma cor bem forte e escreve assim: "Impossível de retirar". E ele parou, pensou e acabou fazendo

le assim: "Já que você não consegue tirar isso aqui, por que que você não faz o seguinte? Pinta isso de uma cor bem forte e escreve assim: "Impossível de retirar". E ele parou, pensou e acabou fazendo isso. Ele pegou aquela estrutura enorme, pintou de vermelho e colocou escrito bem grande nela, impossível de retirar. E ali virou um ponto de encontro. Então, toda vez que eles queriam fazer alguma coisa, que eles queriam fazer uma festa, um encontro, uma confraternização, às vezes uma uma palestra, algum evento ali no hospital, eles diziam: "Ah, vamos lá, vamos nos encontrar ali no impossível", né? E virou um ponto de referência para eles, né? E às vezes isso acontece na nossa vida também, é uma lição para nós. A gente tem aquelas coisas, né? na nossa reforma que a gente faz sempre, a nossa reforma íntima, a reforma de nós mesmos, a reforma daquilo que está que a gente quer mudar, as mudanças que a gente quer fazer internas e externas na nossa vida. A gente tem determinados fatores, determinadas circunstâncias, determinadas presenças na nossa vida que são impossíveis de retirar, pelo menos por enquanto. A gente tenta, a gente faz, a gente busca, mas todas as nossas tentativas acontecem de ser em vão. É. é possível retirar aquelas coisas e aquilo acaba às vezes se transformando num ponto de referência para nós. E nós precisamos trabalhar não contra essas circunstâncias, não contra aquilo que é impossível de retirar, mas a partir delas, assim diziam os históicos, que a gente não pode lidar contra aquilo que nos é dado. Tem circunstâncias que a gente não muda, né, que são da natureza, que são independente da nossa vontade. Se hoje às 8 da manhã eu começasse a rezar pedindo para não escurecer o dia de hoje, para estar claro no momento dessa palestra e a gente não precisar acender as luzes, eu desperdiçaria o meu tempo, porque ia escurecer quando chegasse o crepúsculo, ia escurecer de qualquer maneira. Se eu rezasse para não chover, eu não conseguiria. Nem a dança da chuva não funciona. Se eu rezasse

ria o meu tempo, porque ia escurecer quando chegasse o crepúsculo, ia escurecer de qualquer maneira. Se eu rezasse para não chover, eu não conseguiria. Nem a dança da chuva não funciona. Se eu rezasse para que não viesse o verão depois da primavera ou outono depois do do verão ou inverno depois do outono. São circunstâncias que nós não dominamos, nós não trabalhamos contra elas, nós trabalhamos a partir delas. Porque se eu sei que já vai escurecer, eu vou me preparar e acender as luzes para que o ambiente está ali. Se eu sei que vai fazer frio, eu vou vestir um casaco. Se eu sei que que vai ter uma chuva, eu vou levar o guarda-chuva, que eu não levei hoje à tarde. Eu fui surpreendida por uma grande chuva, fiquei toda molhada antes de vir para cá, né? não fui previdente. Se e se eu sei disso, eu posso ajudar não apenas a mim, mas eu posso aderir as campanhas do agasalho e ajudar pessoas que também sentirão frio inevitavelmente no inverno que vem. Então, a gente pode trabalhar a partir daquilo que vem. Joana de Angelo, ele chama isso de resignação dinâmica. Muitas vezes a gente não pode mudar aquelas circunstâncias que estão postas na nossa vida e que muitas vezes são fruto da lei de causa e efeito, daquilo que a gente atraiu para nós mesmos, né, das consequências daquilo que nós fizemos e que nos alcançaram em determinados momentos da nossa vida. Mas nós podemos acolher, reconhecer essas circunstâncias e trabalhar a partir delas e a favor delas. Ela chama isso de resignação dinâmica. Arodo Dutra Dias fala sobre isso, fala sobre florescer onde nós fomos plantados. Ele cita uma circunstância da vida dele, em que ele tendo passado como juiz, ele tinha uma vida, ele mineiro, né? Foi foi aprovado como juiz, tinha uma vida muito boa em Belo Horizonte, tinha amigos, tinha o trabalho espírita que ele fazia, tinha muitas coisas. E normalmente quando a pessoa passa num concurso para juiz, vai pro interior, para cidades pequenas e para lugares às vezes até distantes. E ele foi para essa cidade e não se

zia, tinha muitas coisas. E normalmente quando a pessoa passa num concurso para juiz, vai pro interior, para cidades pequenas e para lugares às vezes até distantes. E ele foi para essa cidade e não se identificava ali. Tava triste de estar longe dos seus amigos, longe das pessoas queridas, longe do seu trabalho, longe de tudo, muito acabrunhado, muito chateado. E tudo para ele tava ruim, tudo para ele tava difícil, mas ele tinha que trabalhar. E um determinado dia, ele sendo juiz de uma vara cível, vara de família, ele foi visitado por uma freira que fazia um trabalho social fundamental no hospital de crianças, que precisava de ajuda e precisava muito do papel que aquele juiz da cidade poderia desempenhar. Para quem trabalha nessas instituições, uma mudança de autoridade, de juiz, de prefeito, sempre causa muitas repercussões. Então ela foi, mesmo com receio, procurar aquele novo juiz e procurar o concurso dele para que o trabalho pudesse continuar sendo bem desempenhado. E ele, na contrariedade dele, recebeu ela burocraticamente num primeiro momento. Recebeu, ouviu, mas não deu tanta atenção quanto poderia e não tava disposto a isso, contrariado que estava de estar ali. E ela no final daquela audiência disse a ele que tinha recebido, né? Ela também uma serva de Deus recebeu uma no coração dela um pedido para que dissesse a ele o seguinte: "Floresça onde você for plantado". Então ele compreendeu a mensagem imediatamente. Se ele estava ali naquele lugar, naquela circunstância, naquele momento, era ali que ele podia trabalhar, era ali que ele podia fazer. Ele não poderia naquele momento, ir pro lugar onde ele queria, não ali, não agora. Depois ele foi, claro, ele foi progredindo e voltou e seguiu a carreira dele, mas ali era que ele estava naquela hora, naquele momento. E ali foi onde ele conseguiu dar a contribuição. E tendo entendido isso, ele chamou de novo aquela pessoa, conversou com ela e compreendeu o papel que ele tinha e o papel que aquelas circunstâncias tinham ali, que aquele

onseguiu dar a contribuição. E tendo entendido isso, ele chamou de novo aquela pessoa, conversou com ela e compreendeu o papel que ele tinha e o papel que aquelas circunstâncias tinham ali, que aquele lugar onde ele estava era a oportunidade e que ele poderia contribuir e aquelas circunstâncias, aquele lugar, aquele conhecimento podiam também contribuir pra vida dele. E ele mudou a sua visão. E mudando a sua visão, ele mudou todas as circunstâncias também. Pessoas fazem isso em muitas circunstâncias. E eu gosto de lembrar também uma pessoa que fez isso mesmo nas circunstâncias mais adversas. Não sei se vocês conhecem esse livro Em Busca de sentido. Ele narra a experiência de Vittor Franel, que era um psicólogo também médico na época da Segunda Guerra, judeu, e foi levado a um campo de concentração. Ele tinha acabado de casar e foi separado de sua família, de sua esposa. E bom, eu não preciso detalhar o quão difícil era a vida nos campos de concentração, mas ele ele se estudou em uma frase de Nit que diz que quando você tem um porquê, você consegue vencer qualquer como ou quase qualquer como. Então o que ele buscou? Ele buscou um sentido na sua vida. E ele encontrou aquele sentido naquele momento na possibilidade, no desejo de reencontrar a esposa que ele amava, que ele queria sobreviver e viver aquilo tudo, aquela experiência para poder no final de tudo, reencontrá-la. E com esse propósito, ele acordava todos os dias. Ele usava todas as suas energias, toda a sua força, toda a sua disposição para sobreviver, para viver cada dia, para fazer o seu papel, cumprir a sua tarefa naquele momento e ter forças para fazer isso. E ele ali naquele lugar difícil, naquelas circunstâncias em que ele vivia, esse propósito conseguiu fazer com que ele se mantivesse vivo, conseguiu fazer com que ele fizesse a diferença para todas aquelas pessoas, que ele ajudasse, que ele contribuísse. E ele dise que ali naquele lugar mesmo, ele viu pessoas que eram extremamente valorosas, que repartiam o pouco de pão que eles

rença para todas aquelas pessoas, que ele ajudasse, que ele contribuísse. E ele dise que ali naquele lugar mesmo, ele viu pessoas que eram extremamente valorosas, que repartiam o pouco de pão que eles tinham, que ajudavam os outros, que faziam de tudo para melhorar a vida dos outros e para conseguir vencer aquelas dificuldades. e ao mesmo tempo ele conseguia ver pessoas que não eram tão boas, que entregavam aqueles eh os amigos, que enfim faziam coisas que ele lamentava muito, né? E ele conseguiu sobreviver a essas circunstâncias, conseguiu sair de lá, conseguiu vencer essa dificuldade e conseguiu escrever esses tanto livro e tantos outros livros e fazer a diferença para aquelas pessoas que estavam lá e para nós que até hoje conseguimos aprender com ele e compreender essa necessidade do sentido da vida. Então, aquilo que para ele foi impossível de retirar também conseguiu trazer para ele um aprendizado e ele conseguiu naquele momento, mesmo na pior das trevas, na pior das dores, na pior das escuridões, na pior dos frios, conseguir ser um elemento de luz e de calor para todos aqueles que estavam com ele e deixar além disso, um grande legado que permanece até hoje e permanecerá ainda por muitos que conhecerão e se inspirarão no exemplo e nas palavras dele. E a gente também em nós temos coisas, as nossas características, as nossas dificuldades, as nossas questões que também muitas vezes são impossíveis de retirar de nós nesse momento, por mais que a gente se esforce e que a gente e que acabam se tornando também pontos centrais da nossa vida. Às vezes diz também o filósofo que no nossos, nos nossos defeitos, nas nossas dificuldades, nos nossos vícios, nos nossos erros, tão sustentáculo da nossa personalidade. Eles são aquele ponto impossível de retirar, que é capaz de desmoronar toda a nossa estrutura. um simples defeito, uma simples qualidade, é onde está erigida toda a nossa eh personalidade. E muitas vezes, como o impossível de retirar de lá, ele acaba se tornando o nosso ponto de encontro, o

ra. um simples defeito, uma simples qualidade, é onde está erigida toda a nossa eh personalidade. E muitas vezes, como o impossível de retirar de lá, ele acaba se tornando o nosso ponto de encontro, o nosso ponto de confraternização e de vida mesmo, os alicerces da nossa vida. Então aquilo que muitas vezes ainda são nossos vícios, né? Eu tenho os meus, claro, né? Por exemplo, se vocês quiserem me ver feliz, se quiserem confraternizar, é só me chamar para comer. Isso aí você pode ter certeza que eu nunca vou recusar e sempre vai ter uma oportunidade, um bom motivo de confraternizar e de encontrarmos juntos, né? Então esse é realmente um dos pontos da minha vida que eu não sei se um dia eu vou superar e não sei se eu quero ainda por enquanto superar. Por enquanto é impossível de retirar para mim. E a gente tem muitos outros pontos na nossa vida que são fragilidades e que são impossíveis de retirar, mas que acabam se constituindo a nossa eh a nossa personalidade. E aí a gente precisa sobretudo nos escutar e compreender o que que esses pontos têm de papel em nós. Tem uma um livro também que se chama Escutando Sentimentos, que é um livro do espírito de irmã Tufô, em que ele fala da necessidade da gente se ouvir e de ter autocompaixão também. citaung, né, na epígrafe, ele diz, né, que eu faça o mendigo sentar, sentar-se à minha mesa, que eu perdoe aquele que me ofende e me esforce por amar, inclusive o meu inimigo, em nome do Cristo. Tudo isso naturalmente não deixa de ser uma grande virtude. O que eu faço ao menor dos irmãos é a Cristo que o faça. Mas o que acontecerá se eu descubro porventura que o menor, o mais miserável de todos, o mais pobre dos mendigos, o mais insolente dos meus caluniadores, o meu inimigo reside dentro de mim. Sou eu mesmo e sou eu que preciso da esmola da minha bondade. Sou eu mesmo o inimigo que é necessário amar. Então, às vezes, a gente precisa compreender com indulgência e com conhecimento aquilo que nós temos, aquilo que nós negamos, aquilo que nós

inha bondade. Sou eu mesmo o inimigo que é necessário amar. Então, às vezes, a gente precisa compreender com indulgência e com conhecimento aquilo que nós temos, aquilo que nós negamos, aquilo que nós temos dificuldades. A gente precisa muitas vezes pintar de vermelho e dizer: "Sim, esse é um dos pontos que faz parte da minha personalidade e que eu ainda não consigo retirar, mas que ainda servirá." E esses pontos muitas vezes se tornam no nosso esteio. Kau Jung fala dos curadores feridos, né? que são aqueles que a partir das suas dificuldades, a partir das suas dores, das suas feridas, se transformam nos curadores. Os curadores feridos vem do mito de Kiron lá da Grécia antiga. Kiron era um centauro. Centauro é um ser mitológico que é formado da parte de baixo do seu corpo, ele é cavalo. Na parte de cima ele é humano, né? mostrando, e filosoficamente o centauro demonstra a nossa a prevalência da nosso ser humano sobre o nosso ser instintivo, sobre o nosso ser animal, né, que é o oposto do minotauro. O minotauro é um monstro e ele é formado a parte de baixo do humano e a parte de cima do touro e mostra o predomínio dos instintos sobre as a humanidade. E o minotauro é um monstro. E o centauro é um ser mitológico que tende ao crescimento, né? Porque quando nós, humanos dominamos os nossos instintos, nós nos tornamos ascendentes, nós nos tornamos mais humanos, né? E Kiron, mais do que isso, ele era filho de Zeus, filho de um deus. Lembrando que para além de humanos, nós também temos uma essência divina. E para além de ser um centauro, ele era um semideus. E por isso imortal, assim como todos nós somos imortais também. E ele sendo imortal e ele e sendo filho de Zeus, ele tinha talentos inomináveis. Ele praticava música, praticava medicina, praticava tudo que existia de bom e belo dentro daquilo que existia. Gostava muito de estudar, de conhecer, rato de biblioteca e também muito talentoso nas expressões artísticas. muito amigo de Hércules e de outros eh heróis dos quais ele foi

entro daquilo que existia. Gostava muito de estudar, de conhecer, rato de biblioteca e também muito talentoso nas expressões artísticas. muito amigo de Hércules e de outros eh heróis dos quais ele foi treinador também. Ele foi treinador de alguns dos grandes heróis da antiguidade. Um determinado dia, ele tava com Hércules e começou uma confusão generalizada entre os centauros e outros animais dentro de um lugar onde eles estavam. E Hércules, nesse ponto, ele já tinha praticado alguns dos seus trabalhos, a grande parte deles. No segundo trabalho de Hércules, ele mata a hidradilerna. E a hidradilerna tinha veneno, né, nas cabeças dela tinha veneno. E Hércules, cada vez que ele vencia um desafio, ele incorporava, assim como nós, no nosso mito do herói, incorporava características e virtudes daqueles daquelas coisas. Então ele passou a usar aquele veneno nas suas flechas para que elas fossem mais letais. Então ele tinha essas flechas embebidas por veneno. Começou aquilo ali, um veneno que era impossível de vencer, que matava em segundos, né? E ele naquela confusão generalizada, ele lançou uma das suas flechas e acertou a coxa do centauro Kiro. E ele era um semideus, ele não podia morrer. Por outro lado, ele foi atingido por uma flecha que em todos os casos feria de uma forma impossível de vencer. Então aquilo criou para ele uma ferida impossível de curar, mas que não o matava. E aquilo causava nele grandes dores, dores terríveis que ele não era capaz de vencer. E ele continuava vivo, continuava sofrendo essas dores. A partir daí, ele aprimorou muito mais os seus dotes de cura. Ao buscar a cura e o alívio paraas suas dores, ele aperfeiçoou-se na medicina, aperfeiçoou-se na cura da dor das outras pessoas e tornou-se ainda mais talentoso como o mestre de cura. E Kiron hoje é um dos grandes mestres da cura e é tido como o patrono dos curadores e o curador ferido. Porque por mais que ele já tivesse os talentos, por mais que eles já tivessem a partir da própria ferida, foi que ele transcendeu a si mesmo e que

tido como o patrono dos curadores e o curador ferido. Porque por mais que ele já tivesse os talentos, por mais que eles já tivessem a partir da própria ferida, foi que ele transcendeu a si mesmo e que ele conseguiu ajudar ainda mais as pessoas. E isso nos mostra que a partir das nossas dores, a partir daquelas feridas que são impossíveis de retirar de nós, é que nós constituímos os talentos. E eu falo mais uma vez de um livro que eu li há um tempo e que para mim é muito interessante. Ele se chama A coragem de ser imperfeito. É um livro maravilhoso que fala das nossas dificuldades, né? Da Bene Brown, ela fez um TED sobre esse livro. É uma apresentaçãozinha que você acha na internet, né? Uma pequena palestra de 20 minutos em que ela fala disso. E o que que ela fala? Que as nossas principais vulnerabilidades são aquilo que nos dá mais medo. E vulnerabilidade não é só defeito, não é só problema. Ela fala que, por exemplo, uma das nossas principais vulnerabilidades é o medo de amar. Por quê? Porque nós ficamos muito vulneráveis. Eu amo os meus filhos, digamos, e se acontece alguma coisa com eles? E se eles passam por uma dor? Se eu amo alguém e não sou retribuída, se eu coloco tudo de mim em um determinado trabalho e não sou reconhecida? Se eu tenho um valor na minha vida, né? mas sobretudo aquelas nossas vulnerabilidades, aquelas nossas dores. E ela diz que a gente deve trabalhar essas dores, trabalhar essas vulnerabilidades e a partir delas constituir a nossa força. Porque amar um problema. Amar não é uma simplesmente uma dor. Amar não é simplesmente uma vulnerabilidade. É aquilo que nos torna fortes. Então ela nos ensina a ser curadores feridos, a valorizar aquilo que nós temos de vulnerável e compreender a partir daí e aprender a partir daí o nosso caminho. E a gente vê inúmeros espíritos que são assim, né? Na questão 794 do livro dos espíritos, Kardec pergunta aos espíritos se existem aqueles que fazem o bem com naturalidade, aqueles para quem as dificuldades de fazer o bem já foram

s que são assim, né? Na questão 794 do livro dos espíritos, Kardec pergunta aos espíritos se existem aqueles que fazem o bem com naturalidade, aqueles para quem as dificuldades de fazer o bem já foram vencidos e que hoje conseguem fazer isso com naturalidade. E Kardec, os espíritos respondem a Kardec, aqueles que já fazem o bem com naturalidade são aqueles que já erraram, que já passaram pelas dificuldades e que conseguiram vencer essas dificuldades. Eles aprenderam e por isso hoje eles fazem o bem com naturalidade. E aí a gente vê a trajetória de inúmeros espíritos, né? Eu não sou de ficar contando fofoca espiritual, por isso eu vou direto na fonte e eu vou escolher um espírito que escolheu contar a sua própria história, um espírito chamado Emanuel e que contou essa história aqui desse livro há 2000 anos. Nesse livro há 2000 anos, ele conta que um dia ele foi um senador chamado Públo Lentulos, né? E nem sendo esse senador, ele era extremamente orgulhoso, ele era extremamente vaidoso, ele era extremamente cioso do poder que ele tinha em Roma. Ele saiu de lá, saiu de Roma e foi paraa Palestina em busca da cura da sua filha, da sua filha Flavinha, que tinha moléstias muito graves e que teria uma vida muito curta. e aconselho do seu amigo, ele foi para lá, sendo que a Palestina tinha um clima mais favorável, tinha, enfim, várias circunstâncias que poderiam contribuir para que a Flavinha pudesse ter uma vida melhor. E de fato a chegada dela a Palestina melhorou muito a vida dela, mas teve uma série de problemas, teve uma série de dificuldades. Chegou um momento em que ele, a Flavinha, realmente estava com muitas dores e era previsto que não passaria daquele dia, daquele momento, né? E a esposa dele, Lívia, um espírito muito evoluído, já tinha tido contato com Jesus, que vivia naquela época, e pediu, quase implorou ao senador Públulentos que procurasse Jesus e que fosse até ele pedindo a cura de Flavinha. Ela era conhecia pessoas que eram próximas de Jesus, que sabiam

vivia naquela época, e pediu, quase implorou ao senador Públulentos que procurasse Jesus e que fosse até ele pedindo a cura de Flavinha. Ela era conhecia pessoas que eram próximas de Jesus, que sabiam dos hábitos dele e sabiam onde encontrá-lo. E numa tarde de crepúsculo como essa, vai o senador Públentulos no lugar onde Jesus estava. Jesus procurava a natureza. Então ele no final da tarde ele ia a um lugar tranquilo, recolhido em meio à natureza para orar, para conversar com o Pai. E ali o senador encontrou o encontrou Jesus. Naquele momento, desse encontro com Jesus não houve palavras, houve um sentimento do senador. Ele começou a chorar. E aí Jesus diz coisas, faz um convite a ele e diz ao senador Públulentos que pergunta: "Senador, por que me procuras? Fora melhor que me procurasses publicamente e na hora clara do dia, para que pudesses adquirir de uma vez só e para toda a vida a lição sublime da fé e da humildade. Mas eu não vim ao mundo para derrogar as leis supremas da natureza e venho ao encontro do seu coração eh desfalecido. Mais adiante, Jesus diz que não veio buscar o homem de estado, mas que veio buscar aquele espírito, aquele espírito que estava ali diante dele e que buscava aquela cura e sobretudo estava ali em virtude da fé da sua esposa, que a fé da esposa dele era merecedora sim dessa cura, cura que se operou. E e Jesus fala para ele, né, que neste momento soa para a sua alma um ponto de referência, um ponto de regeneração, uma oportunidade. Se ele naquele momento aproveitasse aquela oportunidade, o caminho dele mudaria radicalmente. e aqueles pontos que ele precisaria viver para resgatar aquilo que havia ainda de moléstia na sua alma, aquilo, aqueles pontos onde a lei de causa e efeito ainda o alcançava, poderiam ser modificados e ele poderia ter uma vida que se prestaria a auxiliar a Jesus e a todos aqueles que estavam ali. Mas ele falou, né, que se ele não aceitasse naquele momento, né, está, porém, no teu querer aproveitá-lo agora ou daqui alguns milênios, né? Então, ele poderia

Jesus e a todos aqueles que estavam ali. Mas ele falou, né, que se ele não aceitasse naquele momento, né, está, porém, no teu querer aproveitá-lo agora ou daqui alguns milênios, né? Então, ele poderia naquele momento já fazer a escolha de seguir ao Cristo. E essa escolha teria repercussões imensas, né? Mais adiante, ele nos conta que que eh Públo Lentoles estava presente no momento em que eh Pôncio Pilatos faz o julgamento de Jesus e teve um papel muito importante naquele momento. Enfim, ele não conseguiu aproveitar aquela lição que Jesus deu. Mas Jesus estava certo ao dizer que aquele espírito era o mais importante, né? Naquele momento ele se fiou na posição de senador, se fiou no seu orgulho, na sua vaidade, na sua posição de patrício e e acreditou que todo poder estava com Roma e que aquele profeta, aquele homem obscuro, não seria capaz de fazer. Mesmo quando Flavinha foi curada, mesmo assim ele não acreditou a Jesus. Mas aquele espírito já estava tocado. Aquele momento permaneceu presente ali na alma do senador Públio Lentolos. E hoje aquele espírito aprendeu aquelas lições e teve ainda na nessa existência como senador Públolentulos, foi tocada a alma dele. Eu não vou dar tantos spoilers assim dos livros, mas vocês vão ver no momento, né? Vocês vão ler, quem ainda não leu e vão conhecer toda essa história e ver como se desdobrou a vida desse homem e de que forma que a mensagem de Jesus chegou até ele e tocou esse coração. E é muito interessante porque Jesus fala que para ele Roma não significava nada. Esse poder de estado não significava nada. Para ele o que importava era aquele espírito, né? E de fato, se a gente olhar onde está Roma hoje, né? Onde está todo aquele poder? Onde está toda aquela glória de Roma que Públo lentonos naquele momento acreditava que seria para sempre? E onde está aquele espírito que Jesus buscava? é o nosso querido e conhecido Emanuel, que Jesus plantou a semente naquele coração e naquele coração a semente floresceu. Em várias mensagens que a gente vê de Emanuel, a

e espírito que Jesus buscava? é o nosso querido e conhecido Emanuel, que Jesus plantou a semente naquele coração e naquele coração a semente floresceu. Em várias mensagens que a gente vê de Emanuel, a gente percebe que ele aprendeu essa lição. A gente percebe que ele viu, tem uma mensagem dele no livro Caminho, verdade e vida, que se chama transitoriedade, em que ele fala justamente isso, que tudo o que é matéria passa, tudo que é glória, todos os impérios passarão. Mas a palavra de Deus permanece, assim como dizia Teresa de Ávila também, né? E que ele soube, né? Tem uma uma também uma mensagem dele que se chama remuneração espiritual, que é muito interessante, em que ele fala que quando o trabalho do bem se transforma em prazer em servir, surge um ponto importante da nossa remuneração espiritual. Toda vez que a justiça divina nos procura no endereço exato para execução de sentença que lavramos contra nós próprios, segundo a lei de causa e efeito, se ela nos encontra em serviço ao próximo, em serviço do bem, manda a Divina Misericórdia que a execução seja suspensa por tempo indeterminado. Quando nós conseguimos aprender das nossas lições, desses nossos, dessas nossas fraquezas, quando nós conseguimos curar essas feridas, curar as nossas feridas e conseguimos transformar isso em bem, nós conseguimos vencer as nossas dificuldades. Quando nós plantamos pro bem e nos transformamos, nós transformamos também a nossa realidade. A nossa realidade, a realidade de tantos outros que estão ao nosso redor. Então, nós somos esses curadores feridos e trabalhamos não contra as nossas dificuldades, mas nós trabalhamos a partir delas. Tem uma história que eu que eu gosto de contar que é a história do buraco, né, que é uma historinha pequena, mas ela tem cinco capítulos. E ela conta assim que tinha uma pessoa que passava por que passava por uma estrada, né? Um determinado dia ela tava passando por uma estrada e quando ela passa por essa estrada ela vê um buraco. Ela não vê um buraco e ela cai nesse buraco. Ela cai

ava por que passava por uma estrada, né? Um determinado dia ela tava passando por uma estrada e quando ela passa por essa estrada ela vê um buraco. Ela não vê um buraco e ela cai nesse buraco. Ela cai nesse buraco, fica lá, sofre muito, chora muito, fica muito tempo lá, até que chega alguém eh dá a mão para ela e ela consegue sair desse buraco e segue o caminho dela. Esse é o primeiro capítulo. No segundo capítulo, ela tá passando pela mesma estrada. Ela já sabe que existe um buraco ali, mas mesmo assim ela cai nesse buraco. Ela fica lá, chora, chora, chora, lamenta, lamenta, lamenta. Até que alguém vai e chega, tira ela e ela segue na vida dela. No terceiro capítulo, ela tá lá na mesma estrada, sabe que existe um buraco e cai no buraco do mesmo jeito. Ela chora, lamenta e tudo, mas ela já sabe o caminho de sair e consegue sair do buraco, né? Depois, no quarto capítulo, ela tá passando pela mesma estrada. Ela vê o buraco, sabe que o buraco está ali e ela não cai no buraco. Ela segue adiante sem cair no buraco. E no quinto e último capítulo, finalmente, ela tá passando por essa mesma estrada. Ela vê o buraco, ela se aproxima da borda do buraco, vê que tem alguém ali dentro daquele buraco que tá sofrendo, lamentando, se chorando e ela dá a mão para essa pessoa e consegue erguê-la. Por que que ela conseguiu ajudar? Por que que ela conseguiu erguer essa pessoa? Porque ela caminha por essa estrada? Porque ela conhece esse buraco. Porque ela sabe o que ela está ali e ela consegue compreender a dor de quem tá ali dentro. Por isso, ela consegue sair desse buraco. E a gente consegue vencer as nossas dificuldades. As nossas dificuldades nos marcam, marcam o nosso corpo, marcam a nossa alma. E é a partir delas que nós trabalhamos e a partir delas que, como diz Emanuel, nós escolhemos aquilo que nós vamos fazer. Eu vou pedir licença a vocês para contar uma história da minha vida, né? Eu tive problemas muito sérios que eu vivi, né? Eu quebrei os meus braços, né? Em 2000 eu quebrei o meu pulso direito, fiquei

. Eu vou pedir licença a vocês para contar uma história da minha vida, né? Eu tive problemas muito sérios que eu vivi, né? Eu quebrei os meus braços, né? Em 2000 eu quebrei o meu pulso direito, fiquei igual a pessoa do buraco, né? Lamentei, chorei, fiquei, precisei fazer uma cirurgia, me afastei do trabalho, passei por momentos ruins, né? Mas consegui vencer, consegui vencer. praticamente não tem cicatrizes. Eu praticamente não lembro que isso aconteceu. Alguns anos depois, 2, tr anos depois, eu tava andando de bicicleta, quebrei o outro braço e dessa vez foi quebrei de uma forma muito mais grave, muito mais grave mesmo. A uma cirurgia não foi suficiente, teve até um esfcelamento de osso. Eu precisei fazer duas, três cirurgias. Fui desenganada pelos médicos. Os médicos disseram que eu não conseguiria mais dirigir, que eu não conseguiria mais tocar instrumento, que provavelmente esse meu braço teria no máximo, no máximo, 50% de recuperação. Eu já tinha voltado, isso aconteceu em João Pessoa, onde eu vivo com a minha família, tava andando de bicicleta na beira da praia, né? Caí e me machuquei. Vim para cá, vim pra sala André Luiz para fazer o tratamento aqui, né? E da sala André Luiz, eles disseram: "Olha, você precisa ir é paraa desobsessão. Se você não for para desobsessão, a gente não vai conseguir fazer nada". A situação tava tão grave que o médico, que foi o médico o mesmo que me operou nessa outra, né? O não o que me atendeu em João Pessoa, mas ele chegou aqui, eu conversei com o médico e ele disse que poderia operar e poderia tentar fazer o que ele pudesse, né? O médico simplesmente se eh no meio do meu tratamento se aposentou e se mudou do Brasil. Pronto, até agora, né? E eles disseram, né, na sala André Luiz que eu precisaria fazer desobsessão e a desobsessão não tava indo bem, não. Tava muito ruim. O pessoal disse: "Olha, não faça cirurgia, eu tinha que fazer outra cirurgia. Não faça cirurgia, porque se você fizer, não vai dar certo. Não vai dar certo. Continua na desobsessão e

Tava muito ruim. O pessoal disse: "Olha, não faça cirurgia, eu tinha que fazer outra cirurgia. Não faça cirurgia, porque se você fizer, não vai dar certo. Não vai dar certo. Continua na desobsessão e espera." E foi nesse momento que o médico sumiu, evaporou. E aí eu brincava com o pessoal, olha, eu vou precisar procurar outro médico. Eu não sei quem vai ser o médium, mas o meu médico eu já sei quem é. É Bezerra de Menezes, né? Então eu fui, na verdade, eu consultei cinco médicos para poder fazer a cirurgia, né? e fiz a cirurgia no teve um determinado dia que no no tratamento de desobsessão que eu acabei indo pro PTI, né, que a situação realmente tava muito muito grave, eles me fizeram várias mensagens e uma das mensagens era uma figura que tinha dois lados e do lado ele dizia assim: "Eh, tinha uma pessoa segurando uma espada e do outro lado tinha uma pessoa segurando uma flor e ele dizia: Assim, a mão que ontem segurou a espada, hoje precisa segurar a flor, né? Então, eu não sei o que que aconteceu no passado, mas eu sei que alguma coisa eu fiz para ter quebrado todas as mãos e ter praticamente perdido, né? Eu me lembrei do livro Renúncia também, em que o irmão da o sobrinho, não, primo, né, da UNI, ele depois de ter lavrado muitas sentenças também, de ter feitos assinado muito contratos em que ele eh trazia escravos aqui para o lugar onde ele estava, ele também perdeu as mãos e também perdeu parte dos movimentos dos seus pés. exatamente por isso. Então, eu não sei o que aconteceu, mas eu sei que eu estava sofrendo as consequências e depois do tratamento espiritual, depois que eu recebi alta, aí sim eu consegui fazer, escolhi uma médica dos cinco que estavam e foi muito interessante, né? Uma médica muito simpática, que gostei muito dela, escolhi, a gente marcou a cirurgia, ela conseguiu a cirurgia, teve um sucesso muito acima do esperado, né? Fiz a fisioterapia, etc. E o interessante é que eu sou dirigente do ESD, do da turma do online na quarta-feira e um determinado dia eu

onseguiu a cirurgia, teve um sucesso muito acima do esperado, né? Fiz a fisioterapia, etc. E o interessante é que eu sou dirigente do ESD, do da turma do online na quarta-feira e um determinado dia eu tava dando aula e aí recebo uma mensagem depois, né? Era ela que estava repondo aula naquele dia. Ela me disse: "Olha, tá vendo? Eu sou sua aluna". Eu não fazia ideia, ela não fazia ideia que ela era aluna aqui, que ela era espírita aqui, mas ela foi a médium que eu precisava naquele momento. E foi muito interessante porque realmente é aquela coisa, quando a gente busca o bem, quando a gente se compromete com o bem, até as sentenças que nós lavramos contra nós mesmos, elas acabam sendo relativizadas. Mas voltando, né, que nós somos os nossos curadores e nós curamos a partir disso, né, porque eu entendi a lição e para mim isso não é um benefício, isso é um compromisso, né? Hoje eu utilizo o meu instrumento musical para tocar e para levar, né? e procuro utilizar as minhas mãos, porque para mim, se eu recebi esse benefício, é um compromisso. E por último, eu quero falar de quando a gente fala, né, e quando a gente entende dos nossos companheiros endividados como sendo os nossos irmãos, né, aquelas pessoas que convivem com a gente, aquelas pessoas com quem a gente tem dificuldade de lidar, né? A gente às vezes não consegue compreender aqueles que vivem conosco. A gente não consegue aceitar aquelas pessoas que são diferentes, né? adversário, se a gente for procurar a etimologia da palavra, significa adverso. Adverso é aquele que é diferente de nós. Então, muitas vezes nós não aceitamos, não eh conseguimos compreender aquele que tem um um jeito que é diferente de ser, aquele que tem uma cor diferente de mim, um time diferente, uma forma diferente de viver, uma forma diferente de amar, uma forma, uma postura diferente diante da vida, mas que muitas vezes não é simplesmente errado, é só diferente. E mesmo sendo errado, quem somos nós, né? Jesus diante da mulher adúltera pergunta, né, quem

orma, uma postura diferente diante da vida, mas que muitas vezes não é simplesmente errado, é só diferente. E mesmo sendo errado, quem somos nós, né? Jesus diante da mulher adúltera pergunta, né, quem são os seus acusadores? E aí diz: "Aquele que não tem pecado que a tire a primeira pedra e as pessoas saem. Quem somos nós para tirar as pedras, né? Nós somos os acusadores de alguém e quem são aqueles que nos acusam?" Então, é preciso que a gente saiba que aqueles que são diferentes não são isso. Não invalida ser diferente de nós não invalida o próximo, não invalida o jeito de ser. Mas nós somos Narciso, né? E o Narciso acha feio aquilo que não é espelho. Por isso nós não aceitamos o que é diferente. Eu quero contar uma história para terminar que é uma história da vida de Francisco de Assis. Francisco de Assis já ele peregrinava muito, né? já não do início da história dele, que é uma história interessante, mas quando ele já era o Francisco, que a gente conhece, ele um determinado dia, nas suas peregrinações, foi a uma cidade e nessa cidade ele encontrou as pessoas empolvorosa, porque a cidade estava sendo assolada por um lobo e esse lobo tava começando a se aproximar da cidade, a devorar alguns animais da criação. E a cidade tava começando a ficar preocupada com isso. E aí eles diziam: "É, a gente precisa sair, precisa matar esse lobo, precisa atacá-lo, precisa aniquilá-lo, porque senão ele vai nos atacar, ele vai devorar a nossa criação, vai devorar nossos filhos, vai devorar nossa cidade. Então, a gente precisa acabar com esse lobo." E quando o Francisco chegou, eles já estavam nesse ponto de atacar o lobo e aniquilá-lo. E aí, Francisco ouve a cidade e diz: "Olha, me dei uma oportunidade." Oportunidade de quê? Oportunidade de conversar com o lobo. E ele: "Francisco, você não entendeu o que a gente tá dizendo. O lobo é feroz, ele tá atacando. Mas eu quero ter uma oportunidade de conversar." Reconhecendo o Francisco e ele já sendo quem era, mesmo com medo, eles respeitaram e pedir

u o que a gente tá dizendo. O lobo é feroz, ele tá atacando. Mas eu quero ter uma oportunidade de conversar." Reconhecendo o Francisco e ele já sendo quem era, mesmo com medo, eles respeitaram e pedir e permitiram que Francisco fosse, né? As cidades ali elas eram muradas, né? Tinham aquelas cidades, a parte de dentro era eh formada por ruas e casas, né? E a parte de fora era muito da natureza, né? E todas as cidades eram muito fortificadas. Então tinha aquele muro que ninguém entrava, ninguém saía, a não ser com permissão. E o lobo ficava do lado de fora. E Francisco saiu ali e foi no rumo em que estaria o lobo. Andou e não precisou andar muito para encontrá-lo. Veio o lobo na direção de Francisco e foi constrangido pelo amor de Francisco, né? O amor constrange. Constrange no sentido de que toca e evita a manifestação do mal. E aí Francisco conversa, o lobo vai até ele e se coloca diante dele. E Francisco, sem palavras, conversa com o lobo e explica para ele a situação. O lobo também explica, Francisco. Diz que ele era um lobo e que vivia da caça, vivia na floresta, tinha sua vida normal, mas que ele tava ficando velho e já não tinha forças para caçar, já não tinha forças para buscar o alimento. Por isso ele estava buscando ali mais próximo, né, no que era mais fácil, porque ele precisava se alimentar, precisava sobreviver. E Francisco explica para ele que ele tava dando muitos problemas, que a cidade tava empolvorosa, que tava a ponto de ir buscá-lo e de aniquilá-lo. E diz para ele assim: "Olha, vamos fazer uma um acordo. Eu vou eh alimentar você, eu vou cuidar de você, vou cuidar de você na doença, vou garantir sua velice e você vai me prometer que não vai atacar ninguém". E eles conversaram, o lobo se comprometeu, o Francisco se comprometeu e ele vai pra cidade com o lobo. Imagina o que que acontece, né? A cidade empolvorosa, mas já vem Francisco com o lobo. Traz para cá, o lobo vai chegar na nossa cidade. Ele aí é que o negócio vai acabar de vez, né? E chega Francisco o lobo e diz:

que acontece, né? A cidade empolvorosa, mas já vem Francisco com o lobo. Traz para cá, o lobo vai chegar na nossa cidade. Ele aí é que o negócio vai acabar de vez, né? E chega Francisco o lobo e diz: "Olha, eu garanto, eu vou cuidar dele ou ele vai estar comigo". E no final das contas aceitam. E Francisco começa a cuidar do lobo, alimentá-lo, dar água, dormir com ele, dar abrigo. Onde Francisco tava, o lobo tava. E aí daqui a pouco as pessoas começam a se acostumar com o lobo ali. E as crianças, claro, sempre as crianças, né, a curiosidade, o destemor, a aceitação, começam a se aproximar, a brincar, a est próximas do lobo. Daqui a pouco alguém vai lá, leva uma comida pro lobo, leva uma água, deixa o lobo passar um pouquinho em casa. Daqui a pouco o lobo já era amigo de toda a cidade. Um dava o almoço, outro dava o jantar, ele ia para lá, ia pra casa de um, ia pra casa de outro. E o lobo se transformou num grande amigo da cidade. E até hoje, se vocês forem nessa cidade, tem uma estátua de Francisco com o lobo. O lobo morreu na cidade de Velice. Eu procurei pesquisando sobre isso, tem uma canção que foi escrita e eu vi essa canção em espanhol e ela diz assim: "Chama-se irmão, lobo". E em português, né, tradução livre diz assim: "Por que te tornaste um lobo? Talvez eu não tenha te amado bastante. Por que te tornaste um lobo? Talvez eu não tenha sabido te amar. Por que me atacas com raiva e queres morder a minha mão? Talvez eu não tenha sido seu irmão e nunca tenha aberto o meu lar. Por que nos odeia tanto? Talvez nós tenhamos te odiado primeiro. Por que nos ataca tanto? Talvez eu tenha te ensinado a te atacar. E aí, por que vives no escuro? Talvez eu tenha te negado à luz. Toda a sua tristeza nasceu da minha crueldade. Hoje eu venho te chamar irmãos e te dar paz e bem. Hoje eu venho te chamar irmãos para junto voltarmos a amar. Nós homens, você sabe, somos mais feróis do que o lobo mais feroz. Hoje eu quero te dar minha mão e abrir-te por fim o meu lar. Então hoje esse convite é

te chamar irmãos para junto voltarmos a amar. Nós homens, você sabe, somos mais feróis do que o lobo mais feroz. Hoje eu quero te dar minha mão e abrir-te por fim o meu lar. Então hoje esse convite é para que a gente reconheça os lobos que existem em nós, né? tem um um grande líder que foi na na lembro se foi Winston Churchill ou se foi um desses grandes presidentes notórios americanos que ele tem uma frase que diz assim: "Ele foi reunir o conselho de estado dele, o conselho de guerra, e ele diz: "Hoje nós vamos decidir que nós vamos acabar com os nossos inimigos." E aí eles dizem: "Mas como nós vamos acabar os nossos inimigos? Nós vamos jogar uma bomba? Vamos aniquilá-los, vamos matar todos eles? Vamos destruir as cidades, vamos, enfim, como nós vamos fazer? Ele disse: "Não, nós vamos transformá-los em nossos amigos." E a gente espírita, a gente cristão, sabe que esse não é o melhor caminho, esse é o único caminho possível. E aí eu trago para vocês agora para terminar mesmo o livro Paulo e Estevão, em que nós temos dois grandes personagens do cristianismo, Paulo e Estevão. Paulo aniquilou a vida de Estevão. Nós sabemos dessa história. Quem não sabe, leia, por favor, o livro. E o final desse livro, depois que Paulo vive toda a sua trajetória, Estevão é o mentor de Paulo, é o reencontro deles no céu. O reencontro deles quando Paulo se encontra. Estevão, depois de ter sido orientador da tarefa de Paulo, ele se encontra. E aí, claro, recebido pelo próprio Cristo, o Cristo conduz ele ao espírito de Estevão e diz: "Bem-vindo aqui ao reino do céu, ao reino do Cristo, onde verdugos e vítimas se encontram e se confraternizam como irmãos". E nesse livro, isso é tão bonito, porque a gente vê que isso não é apenas possível, mas é natural. Não é apenas simplesmente uma ideia, é o único caminho possível para todos nós. Então, todos nós seremos felizes, todos nós seremos perfeitos, todos nós seremos amigos e nos abraçaremos com fraternidade. Abraçaremos os nossos companheiros endividados, abraçaremos a

ara todos nós. Então, todos nós seremos felizes, todos nós seremos perfeitos, todos nós seremos amigos e nos abraçaremos com fraternidade. Abraçaremos os nossos companheiros endividados, abraçaremos a nós mesmos, abraçaremos as nossas dores e as nossas potencialidades. E é para isso que eu te chamo. Os lobos que existem em nós e nos outros serão nossos amigos e nós estaremos com eles. Muito obrigada a todos. Aí está a mensagem para reflexão. Vamos domesticar os nossos lobos de Gúbio. Cada um tem o seu. Amá-los, compreendê-los, que aí tudo dará certo. Tudo terminará em alegria e fraternidade. Oremos. para podermos transferir para o nosso irmão a chamada para o passe, aqueles que ainda não tomaram, né? Senhor Jesus, aqui estamos agradecidos e em paz. Fortalece-nos e abençoa-nos para que nós também tenhamos a força, a perseverança, o discernimento de amar, de trabalhar e de buscar a nossa iluminação interior, a fim de podermos aproveitar esta existência em que nos encontramos e de uma forma positiva corresponder às expectativas de Deus, cujos propósitos para nossa vida são os melhores. Assim, Cristo, fica conosco, abraça-nos, visita-nos e ajuda-nos para que nós também um dia estejamos sempre contigo. Graças a Deus. Boa noite a todos. Muito obrigado por estarem aqui. Boa noite a todos. Dentro distantes, daremos início ao passe. Na ordem das chamadas observaremos os seguintes critérios. Em primeiro lugar, chamaremos todos aqueles com qualquer dificuldade de locomoção. Após chamaremos os da melhor idade. Depois as crianças, todos com seus acompanhantes. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim,

energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos

que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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