O PAI NOSSO SENTIDO - Daniela Migliari [PALESTRA ESPÍRITA]
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Toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. >> Obrigado a comunhão espírita de Brasília. >> Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus se faça presente em nossos corações, nos corações de quem tá nos ouvindo também. Para começar, vamos fazer uma leitura que tá nesse livro Fonte Viva, né? E que tem o título, é a lição 164, que tem o título Diante de Deus. Lá Jesus em Mateus capítulo 6 versículo 9 diz: "Pai nosso", né? E o espírito Emanuel, que é uma psicografia do Francisco An Xavier pelo espírito Emanuel. Aí o Emanuel vem falando diante de Deus. O que que é essa lição diante de Deus? Para Jesus, a existência de Deus não oferece motivo para contendas e alterações. Não indaga em torno da natureza do Eterno. Não pergunta onde mora. Nele não vê a causa obscura, impessoal do universo. Chama-lhe simplesmente nosso pai. Nos instantes de trabalho e de prece, de alegria e de sofrimento, dirige-se ao supremo Senhor na posição de filho amoroso e confiante. O mestre padroniza para nós a atitude que nos cabe perante Deus. nem pesquisa indébita, nem inquirição precipitada, nem exigência descabida, nem definição desrespeitosa. Quando orares, procura a câmera secreta da consciência e confia-te a Deus como nosso Pai Celestial. Deixa eu ver se tá certinho aqui. Isso. Ser sincero e fiel na condição de filhos necessitados. A ele nos rendamos lealmente. Não pergunte se Deus é um foco gerador de mundos ou se é uma força irradiante de irradiando vidas. Não possuis ainda a inteligência suscetível de refletir-lhe a grandeza, mas trazemos o coração capaz de sentir-lhe o amor. Procuremos assim nosso pai acima de tudo e Deus, nosso pai nos escutará. Lindo demais, né? Então vamos nesse momento elevar esses nossos pensamentos, os mais puros pensamentos a esse pai de amor, de caridade, de lealdade, de tudo que nós podemos, todos os adjetivos que nós podemos, que conhecemos nós ainda é pouco diante de um pai tão amoroso. E em agradecimento nós temos uma grande gratidão para esse
ade, de lealdade, de tudo que nós podemos, todos os adjetivos que nós podemos, que conhecemos nós ainda é pouco diante de um pai tão amoroso. E em agradecimento nós temos uma grande gratidão para esse pai que é o dom da vida. Estamos aqui por quê? Porque um dia ele nos criou a sua semelhança e nós agradecemos por esse essa criação tão bendita que somos nós e demos graças por tudo que nós temos, por tudo que nós fazemos e por esse pai maravilhoso. Então, temos que honrá-lo nesse nossa caminhada hoje e sempre. Então assim nós começamos esse nosso momento em agradecimento e vamos para a nossa reflexão da tarde de hoje. Nós estamos com a Daniela Migliar, a nossa amiga, né? E ela vai falar: "O pai nosso sentido." Olha que coisa mais linda, né? Então a gente passa a palavra para ela. Boa tarde a todos. Que alegria a gente poder falar de sentimentos aqui, já que como no texto que a Rute leu, nós não temos a mente aberta o suficiente pra gente compreender o tamanho desse universo, pra gente compreender quantos mundos são criados, quantos espíritos são criados. Emanuel nos convida a conectar com o coração de sentir. E Cristo diversas vezes ele nos pediu, eles nos chamavam a atenção dizendo: "Ouça quem tem ouvidos de ouvir, veja quem tem olhos de ver e sinta quem tem coração de sentir." Então, hoje é um momento pra gente falar desse sentimento diante do Pai Nosso. A última palestra que eu fiz aqui foi sobre o tema: eu me permito ser amada, ser amado por Deus. E nesse momento eu conversei com vocês sobre a importância da gente compreender que as leis de amor de Deus, que são essas leis divinas, as leis naturais, são justamente a base e o princípio que nos faz sentir e fluir bem nesse amor. Se a gente tenta correr contra esse rio, a gente se exaure, a gente fica tentando subir montanha acima quando a água tá descendo, a gente fica tentando ir para terrenos estéreis, terrenos áridos, quando o rio tá correndo caudaloso ali por aquele caminho, por aquela ordem, por aquela canaleta, por aquele leito de
gua tá descendo, a gente fica tentando ir para terrenos estéreis, terrenos áridos, quando o rio tá correndo caudaloso ali por aquele caminho, por aquela ordem, por aquela canaleta, por aquele leito de rio. E quando a gente fica lutando contra essas leis, se rebelando, a gente se sente mal, a gente se sente pesado, a gente se sente cansado, porque a gente sabe dentro de nós mesmos, da nossa consciência que tá aqui internamente vibrando dentro de nós, que a gente não está indo em favor aí do rio, em favor do próximo. Então, quando eu vou a favor também do próximo, eu tô indo a favor de mim mesma. E quando eu tô indo contra o próximo, é natural que eu esteja indo também contra mim mesma. Porque se nós todos somos essa grande família, estamos todos unidos em Cristo, filhos de Deus, é natural que a gente possa perceber que o que eu faço ao outro, em última instância, tá chegando para mim. Eu estou aqui e eu sou produto desse meio. Então o Cristo nos deixou não somente o sermão da montanha nos capítulos 5, 6 e 7 de Mateus, como ele também nos deixou o Pai Nosso. E ao longo dos quatro evangelhos, a gente encontra diversas imagens, diversas alegorias e histórias que Jesus contava, justamente utilizando o cotidiano, o dia a dia das pessoas e das famílias daquela época com quem ele conversava. Ele falava sobre pescadores, ele falava sobre como eh curtir o vinho no odre de couro velho, no odre de couro novo. Ele falava sobre esse dia a dia, esse cotidiano de quem tava lavando roupa no rio, de quem tava vivendo ali com seu rebanho. E como ele se sente quando uma das suas ovelhas se perde, como ele se sente quando uma das suas ovelhas é encontrada. Enfim, o Cristo trouxe diversas histórias para que a gente se colocando no lugar do outro dentro dessas histórias, nessas coisas simples e acessíveis a todos nós, a gente pudesse absorver a essência do seu ensinamento. Isso tá ao longo, gente, de diversas parábolas ali nos quatro evangelhos do Novo Testamento, mas ele foi além. Ele pegou o sumo de todas
os nós, a gente pudesse absorver a essência do seu ensinamento. Isso tá ao longo, gente, de diversas parábolas ali nos quatro evangelhos do Novo Testamento, mas ele foi além. Ele pegou o sumo de todas essas parábolas. Ele pegou o sumo desses quatro evangelhos e colocou na prece do Pai Nosso. O Pai Nosso, ele é de uma de uma síntese magistral. E grandes oradores dizem que você leva meia hora para escrever, por exemplo, um discurso de 30, 40 minutos. Você escreve ali em meia hora, em algumas horas, você consegue escrever, mas para descrever um discurso de cinco frases ou de 2 minutos, você vai levar muito mais tempo para isso, porque leva tempo pra gente conseguir extrair, né, essa essência. E Allan Kardec, nesse livro aqui, gente, o Evangelho Segundo o Espiritismo, esse livro aqui eu falo que é uma boia salva vidas, tá? Quem tiver precisando respirar mais leve, se agarre nesse livro aqui, porque vocês não vão afundar. Esse é um livro que tira qualquer pessoa do fundo do poço. Esse é um livro que você, quando você realmente engaja nele, você consegue ler ele em dois meses e realmente sair do poço, sabe? São 28 capítulos maravilhosos. E o 28º capítulo é um capítulo dedicado a uma coletânea de preces espíritas que Allan Kardec fez com auxílio dos espíritos que estavam auxiliando aqui na codificação. E ao longo dessas muitas preces que estão aqui, ele traz a oração dominical, que é o Pai Nosso. E Allan Kardec diz aqui que de todas as preces é a que os espíritos colocam em primeiro lugar. Seja porque procede do próprio Jesus, conforme isso está em São Mateus, capítulo 6, versículos 9 a 13, seja porque pode suprir a todas as preces que estão aqui. É como se ela substituísse cada uma delas. É o mais perfeito modelo de concisão, uma verdadeira obra prima de sublimidade na simplicidade. Essas palavras aqui são de Kardec, da equipe que o auxiliou, tá? Então, qual é a questão do Pai Nosso? Como é muito sintético, como são frases muito curtas, se cada parábola que a gente conta uma
ade. Essas palavras aqui são de Kardec, da equipe que o auxiliou, tá? Então, qual é a questão do Pai Nosso? Como é muito sintético, como são frases muito curtas, se cada parábola que a gente conta uma história inteira, parece que a gente tá entrando num portal de compreensão que dirá cada frasezinha, mas cada frasezinha dessas também é um portal de compreensão. E aí o que que ele faz nos primeiros itens aqui do capítulo 28? Ele vai pegando frase a frase do Pai Nosso e vai abrindo para que não seja uma fala mecânica da nossa parte. Lógico que a gente sabe que diversas religiões utilizam o princípio da repetição, né? É quase como se a pessoa entrasse num processo de trans falando aquele mantra. E isso tem força, isso também tem algo agindo aí. No entanto, de tempos em tempos, quando a gente puder fazer o Pai Nosso junto com o nosso coração, junto com o nosso sentimento, que é esse lugar que Emanuel falou, que é o único lugar onde a gente consegue sentir aquilo que a gente não consegue compreender, aquelas palavras elas tomam nova dimensão. E hoje eu vou trazer aqui para vocês alguns dos principais pontos que Kardec propôs aqui para que a gente possa refletir juntos e ao final a gente vai fazer um Pai Nosso sentido com sentido, no sentido de que eu dou um sentido ao meu sentimento, eu vou sentir aquilo que está ali. Eu digo sim pro que eu tô falando, não só daqui, porque na mente a gente consegue perceber, organizar muita coisa, mas quando a gente sente é outra história. A força que toma da fé é um outro lugar interno que o corpo inteiro vem junto, que vem a emoção, que vem os sentimentos. Isso tudo traz uma força magnética também sobre o nosso propósito, né? Então, a primeira frase, Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, o teu nome que é Pai nosso, Deus Pai, o teu nome é o nome pelo qual nós podemos chamar por aquele que nós amamos. Quando a gente chama mãe, pai, isso tudo já tem uma dimensão, um sentimento que tá envolvido. Então, quando eu falo Pai Nosso, não é só pai
nome pelo qual nós podemos chamar por aquele que nós amamos. Quando a gente chama mãe, pai, isso tudo já tem uma dimensão, um sentimento que tá envolvido. Então, quando eu falo Pai Nosso, não é só pai meu, ele é pai de todos nós. Tudo isso já vai trazendo a gente para um lugar de família, de todos filhos desse mesmo pai, que estais no céu e santificado seja o teu nome. Cremos em ti, Senhor, porque tudo revela o teu poder e a tua bondade. A harmonia do universo dá testemunho de uma sabedoria, de uma prudência e de uma previdência que ultrapassam todas as faculdades humanas. são essas precisas leis universais, essas leis morais, essas leis de amor e que a gente também chama dentro do livro dos espíritos de leis naturais que sustentam o universo. É essa ordem que nos mantém vivos, é essa ordem que permite que o sol e a lua se alternem, né? Que todas as estações se alternem. Então, tudo que a gente vive, a gente vive porque existe essa ordem que o Pai mantém. Ele é a expressão dessas leis naturais que a gente às vezes fica com aquela imagem humana, né, daquele Deus barbudo. É muito além disso, né? A gente sabe pelo espiritismo, pela compreensão que os espíritos nos trouxeram, que é uma inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas, que a gente talvez não consiga compreender, mas a gente consegue sentir. E a segunda frase diz: "Vem a nós o teu reino". O que é o reino de Deus? É esse reino que Jesus veio nos dar testemunho. É um reino de amor. É um reino dessa vida que é imortal. Jesus veio nos dizer dessa imortalidade que vai além do que a gente experiencia aqui na matéria. E aí Kardec diz o quê? Senhor, tu deste aos homens leis plenas de sabedoria e que lhes dariam a felicidade se eles as observassem. Com essas leis, eles fariam reinar entre si a paz e a justiça e se ajudariam mutuamente em vez de se maltratarem. Então, nesse espaço aqui de reflexão, Kardec tá nos convocando a perceber que esse reino de amor é um reino que vai nos trazer a felicidade que a gente mais
dariam mutuamente em vez de se maltratarem. Então, nesse espaço aqui de reflexão, Kardec tá nos convocando a perceber que esse reino de amor é um reino que vai nos trazer a felicidade que a gente mais quer. Se nós vivemos aí estudando os quatro tipos de mundos que a gente estuda no espiritismo, os mundos primitivos, os mundos de prova e expiação, os mundos de regeneração, que agora a gente tá nessa fase de mundo de transição, de provas, expiações para o mundo de regeneração. E os o quarto mundo, gente, os tipos de mundos são os mundos felizes, que são justamente esse reino de amor, esse reino de felicidade. É quando a gente já percebe que nos faz muito mal quando a gente para de respeitar essas leis, simplesmente porque nos machuca e machuca aqueles com quem nós convivemos. E Kardec segue dizendo aqui: "Ninguém pode pretestar ignorância das tuas leis, pois com a tua providência paternal quiseste que elas se gravassem na consciência de cada um, sem distinção de cultos nem de nações." Então, onde que estão essas leis gravadas? Elas estão gravadas em nossa consciência, nesse nosso sentir, naquele espaço onde a gente se sente, por exemplo, maltratado por alguém e a gente escolhe não fazer com outro que a gente não gostou que fez com a gente. Então, nessa medida, a gente tá começando a galgar essas leis, esses conhecimentos no seu mais profundo, porque aqueles que as violam é porque ainda não te conhecem, é porque te menosprezam. Então, a gente ainda não dá esse pai ao respeito no nosso coração. A gente ainda fica se sentindo rebelde, ainda fica se sentindo, não, essas leis estão aí para me prender, para me cerciar. Será? Se você parar e pensar numa outra pessoa inflingindo essas leis contra você, você não vai gostar. Então, por que que você faz isso em relação aos outros? Não é? Dia virá, olha que lindo que Kardec escreve. Dia virá em que, segundo a tua promessa, todos as praticarão essas leis. A incredulidade então terá desaparecido, e todos te reconhecer por soberano
Não é? Dia virá, olha que lindo que Kardec escreve. Dia virá em que, segundo a tua promessa, todos as praticarão essas leis. A incredulidade então terá desaparecido, e todos te reconhecer por soberano Senhor de todas as coisas, e o reinado das tuas leis será o teu reino na terra. Então, quando Jesus tá se referindo às leis de Deus, ele disse que não veio para alterar as leis, para destruir as leis, nem o que os profetas falaram. Pelo contrário, ele veio para ratificar cada uma delas, cada uma delas ser confirmada por ele. Então, tão ali os 10 mandamentos mais a última lei, que a gente chama aí de 11º mandamento que Jesus nos trouxe. Um novo mandamento vos deixo, um novo mandamento vos dou. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Então, ele ainda veio aqui para exemplificar a importância de viver essas leis no dia a dia, na sua própria consciência e na sua relação com o próximo. Veio, testificou e seguiu adiante também testificando dessa imortalidade, desse reino que nos aguarda. E por que não esse reino vira até nós como ele chama? Ele fala: "Vem a nós o teu reino, né? Seja feita a tua vontade." O que que é a vontade de Deus? É esse amor expresso por meio das leis. Se eu começo a interpretar na hora de eu fazer o Pai Nosso dizer: "Seja feita a tua vontade", ou seja, as tuas leis sejam feitas assim na terra como no céu, é natural que eu vá abrindo meu coração para essa possibilidade. E conforme eu vou fazendo aquilo que Kardec nos convida, né? onde na verdade Kardec trouxe isso no capítulo 6, item 5, que foi ditado pelo espírito de verdade, que é ninguém mais, ninguém menos que o próprio Cristo que veio e trouxe. Isso tá no capítulo 6 desse livro também, tá gente? O capítulo 6 ele traz alguns textos do Espírito de verdade que é o próprio Jesus trazendo pra gente chamados, né? Então eu trouxe aqui para vocês. Ele disse, ele diz o seguinte no item cinco: "Espíritas, amai-vos. Este é o primeiro ensinamento, instruí-vos o segundo." Então, ele pede que a gente continue estudando, que a
trouxe aqui para vocês. Ele disse, ele diz o seguinte no item cinco: "Espíritas, amai-vos. Este é o primeiro ensinamento, instruí-vos o segundo." Então, ele pede que a gente continue estudando, que a gente continue se instruindo, mas que antes disso nós possamos amar uns aos outros. E esses ensinamentos todos eles independem de cultos e de nações, ou seja, de religiões ou de países ou de idiomas. Isso é algo que transpassa toda essa estrutura, tá? Então ele diz aqui: "Fazer a tua vontade, Senhor, é observar as tuas leis e submeter-se sem queixumes aos teus decretos divinos". Então, quando a gente consegue aceitar e dizer sim para aquilo que se mostra e fazer o melhor que a gente pode dentro daquele espaço que nos é concedido, a gente tá vivendo isso que ele diz na terceira frase: "Seja feita a tua vontade." Então, quando Cristo estava lá no Getsemman, prestes a ser preso, e que ele pergunta para Deus, ele fala: "Senhor, afasta de mim essa esse cálice, essa dor que vai acontecer." mas que seja feita a sua vontade. Então, pedir, ele pediu. E no final das contas havia um plano ainda maior. Quantas vezes a gente diante das grandes dificuldades da nossa vida, a gente pede, aquilo vem um não, né? mantém ainda aquela provação pra gente. E quando a gente atravessa aquela provação, a gente vê que ali nós desenvolvemos grandes forças, grandes instrumentos, grandes capacidades. Então, Jesus também atravessou um momento e falou pra gente: "Segue-me, aquele que me amar por amor de mim, me siga, siga as minhas pegadas, tome a sua cruz de cada dia e atravesse esse lugar." Então, todos nós vamos ter esses chamamentos, essas dificuldades. às vezes um parente difícil, às vezes uma doença, às vezes uma situação financeira delicada, enfim, coisas diversas que acontecem nas nossas vidas e que quando a gente consegue lidar com elas dentro dessas leis e com amor, a gente vai sim adquirindo uma fé inabalável, uma confiança e uma série de recursos que lá na frente, porque a gente passou exatamente por
gente consegue lidar com elas dentro dessas leis e com amor, a gente vai sim adquirindo uma fé inabalável, uma confiança e uma série de recursos que lá na frente, porque a gente passou exatamente por aquele tipo de dor, Nós nos tornamos agentes da luz e do amor aqui na Terra. Quantas pessoas passaram por questões delicadas de perderem os filhos e se tornaram pessoas que passaram a consolar outros pais com esse mesmo tipo de dor? mulheres que passaram por violências, homens também, enfim, situações delicadas da vida que a gente atravessa, pessoas que viveram doenças delicadas e que depois prestam solidariedade a outras pessoas com aquela com aquele mesmo acometimento. Então, é como Paulo nos diz, né, que onde o pecado abundou, transbordou a graça. Onde a dor cresceu, surgiu o maior remédio. Em meio àquela dor, a graça de Deus pôde se expressar pelo outro lado que isso fez gerar em mim uma vontade, uma busca por uma resposta, por uma consolação. E todas as vezes que a gente olhar pra nossa vida, olhar para trás com sinceridade, pros momentos mais difíceis que nós atravessamos e a gente for realmente honesto, a gente vai perceber que junto com uma grande dor veio sempre uma série de portas abertas, uma série de mãos estendidas e muito aprendizado e muitas forças sendo arregimentadas. Quanto mais passa o tempo, mais eh consciência disso a gente tem. a gente vai pegando confiança na vida, né? Se a gente não se deixa amargurar, se a gente realmente foca na gratidão pelo que veio em conjunto com aquela dificuldade, nós encontramos ali o sal da vida, que é essa certeza de que o amparo sempre vem, né? A quarta frase é: "O pão nosso de cada dia dá-nos hoje". E Kardec traz: "Dá-nos o alimento para a sustentação das forças do corpo e dá também o alimento espiritual para o desenvolvimento do nosso espírito." Essas duas dimensões contempladas, o pão pro nosso corpo físico e o pão espiritual pro desenvolvimento do nosso espírito. Eu peguei alguns trechinhos aqui do que ele trouxe, que são muitas
espírito." Essas duas dimensões contempladas, o pão pro nosso corpo físico e o pão espiritual pro desenvolvimento do nosso espírito. Eu peguei alguns trechinhos aqui do que ele trouxe, que são muitas páginas para cada frase, muitos parágrafos, mas eu escolhi alguns específicos pra gente comentar hoje. E ainda sobre essa frase do pão nosso de cada dia dá-nos hoje, Kardec traz aqui: Considerando-se que o homem se acha submetido à lei do trabalho na terra, dá-nos coragem e dá-nos força para cumpri-la. dá-nos também a prudência, a previdência e a moderação, a fim de não perdermos seus frutos. Então, a gente recebe muitos frutos. Então, que a gente tenha a consciência, a lucidez e a presença para não eh eh baratear, para não gastar isso de uma forma que vai ser descuidada e que não vai dar o verdadeiro sentido dessa gratidão. Então ele ainda pede pra gente sabedoria para que a gente possa na nossa labuta, na nosso dia a dia, porque a necessidade do pão é que faz a gente se mover em direção ao serviço, ao serviço profissional. Eu preciso me levantar para poder saciar a minha fome quando eu acordo. Se não fosse por isso, por que que a gente ia se mexer, né? Então esse serviço ele vem da nossa necessidade, assim como as dores morais e as dores espirituais também nos trazem a fome dessa, desse pão espiritual, desse conhecimento. Por isso que Kardec fala: "Amai-vos e instruí-vos," né? Que Jesus fala isso nessa codificação ali do capítulo 6. E ele segue dizendo: "Dá-nos, pois, Senhor, o pão de cada dia, isto é, os meios de adquirirmos pelo trabalho as coisas necessárias à vida, pois ninguém tem o direito de reclamar o supérflo. Se não nos é possível trabalhar, confiamos-nos a tua divina providência, porque há também aqueles que não têm essa condição e que vão precisar contar com o apoio dos demais." E isso a gente vê inúmeras situações também socialmente falando, para que a gente se organize naquela situação de dor e naquela situação de limitação social, a gente poder também expressar
os demais." E isso a gente vê inúmeras situações também socialmente falando, para que a gente se organize naquela situação de dor e naquela situação de limitação social, a gente poder também expressar esse amor, porque para nós isso é instrução, para nós isso também é alimento. Exercer a fraternidade é alimento paraa nossa alma, né? A frase cinco, perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos ao que aos que nos ofendem, aos que nos devem e aos que nos ofendem. E quantas vezes a gente também ofendeu e quantas vezes também a gente ficou em débito com coisas que a gente agiu de forma impensada? Então, se somos todos devedores, com que olhar, né, a gente vai olhar pro nosso irmão? Em Mateus, capítulo 18, a gente tem também ali a parábola do servo infiel. que traz uma reflexão muito muito profunda a respeito disso, a gente realmente compreender que se a gente é tão perdoado por Deus, por que que a gente não vai oferecer pro outro aquilo que a gente recebe? Porque com a mesma dureza que a gente julgar e exigir do outro também a vida vai nos julgar assim. Não porque tá nos punindo, mas simplesmente porque ela tá espelhando algo para que nós possamos aprender. Essa pedagogia divina que às vezes a gente chama de perseguição, às vezes a gente chama de punição. E é simplesmente esse pai pedagogo mostrando os efeitos do que a gente tá fazendo. Porque depois de um tempo a gente começa a cocriar. junto também os efeitos dessas leis. E se eu começo a exercer essas leis de forma mais dura, naturalmente isso vai espelhar para mim no meu dia a dia. Para quê? Para que eu sinta, para que eu perceba e para que eu possa me reajustar e voltar a fluir com essa misericórdia, né? Porque a justiça divina é uma justiça sobretudo misericordiosa, que olha para as nossas misérias concordes. Misericórdia. com o coração, né? Cada uma das nossas infrações, as tuas leis, Senhor, é uma ofensa que te fazemos e uma dívida contraída que cedo
icordiosa, que olha para as nossas misérias concordes. Misericórdia. com o coração, né? Cada uma das nossas infrações, as tuas leis, Senhor, é uma ofensa que te fazemos e uma dívida contraída que cedo ou tarde precisaremos saudar. Pedimos-te que no las perdoe pela tua infinita misericórdia, sob a promessa que te fazemos de nos esforçarmos para não contrair novas dívidas. Tu nos impuseste por lei expressa caridade, mas a caridade não consiste apenas em assistirmos aos nossos semelhantes em suas necessidades. Também consiste no esquecimento e no perdão das ofensas. Eu diria que consiste especialmente nisso, porque a forma como a gente se alimenta também vibracionalmente das nossas relações, porque daquilo que meu coração tá cheio é o que vai falar a minha boca, é o que vai expressar a minha vibração no mundo, no meu ambiente em família, no meu ambiente no trabalho, no meu ambiente no trânsito. Se nós todos estamos mergulhados nesse psiquismo terrestre e ele é feito das somas de cada psiquismo individual, em que tipo, né, de água estamos mergulhados? Primeiro no nosso entorno imediato, que é o que eu penso, é o que eu emito e é o que eu vibro. Em que tipo de psiquismo eu estou também convidando os meus próximos mais próximos a estarem mergulhados? O marido, a esposa, os filhos, os pais, os irmãos. Não é? E a frase seis, não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. Esse mal é o mal proceder nas suas leis, nessa ilusão de separação, que é a tentação da gente se sentir acima de alguém. Não nos deixeis cair em tentação. É, não nos deixeis nos elevarmos acima dos nossos irmãos, porque a gente não é melhor do que ninguém, mas também não somos piores do que ninguém. Então, essa ilusão de separação que eu começo a tratar o outro como se o outro não fosse eu, é o que me coloca mergulhado nesse ambiente de perigo, de tentação, né? E livrando-nos de todo mal. Por quê? Porque eu estou fluindo nesse amor. Então, naturalmente eu começo a me sentir protegida, firmada e vibrando
a mergulhado nesse ambiente de perigo, de tentação, né? E livrando-nos de todo mal. Por quê? Porque eu estou fluindo nesse amor. Então, naturalmente eu começo a me sentir protegida, firmada e vibrando nesse bem. Tudo que vem é pro meu bem. E aí a última frase é o amém, o assim seja. Vocês sabiam que amém em hebraico significa assim seja? Então, às vezes a gente fica fala: "Não, é amém, é assim seja, é a mesma coisa, tá? Então a gente só soma com as outras formas de ser e de falar. né? A prece, a oração, tudo tá falando da mesma coisa em idiomas diferentes. Então, importante é falar de amor, de ação e de caridade, não é isso? Então eu convido vocês a fecharem os olhos para fazer um Pai Nosso sentido com base no que a gente estudou aqui hoje. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas e as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aqueles que nos têm ofendido e aos nossos devedores. E não nos deixes, Senhor, cair em tentação e livra-nos de todo mal. Amém. Assim seja. É isso. Muito obrigada pelo tempo. Boa tarde. Bom, já a Daniela já fez a nossa prece final, que é o Pai Nosso, lindamente, né? A gente agradece muito a presença de vocês aqui do salão, aqueles que estão nos ouvindo. E agora nós passamos paraa segunda parte do nossa do nosso momento com o nosso amigo que ele vai conduzir vocês ao passe. Uma boa tarde. Coisa boa. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando
uiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais [música] dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males [música] do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. [música] Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e [música] que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, [música] levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu,
fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim [música] na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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