O MUNDO E O MAL - Débora Moraes [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 12/07/2025 (há 9 meses) 41:51 342 visualizações

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Transcrição

O espírito de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda. Boa tarde a todos. É com muita alegria que aqui nos encontramos mais uma vez para mais um dos nossos estudos de sexta-feira à tarde. Aqueles que têm vindo aqui com maior frequência sabem que nós estamos fazendo o estudo sequencial desta obra Caminho, verdade e vida. Essa é uma obra que compõe, com quatro outras a coleção Fonte Viva de autoria espiritual de Emanuel, pela lavra mediúnica de Francisco Cândido Xavier. Então, sejam todos muito bem-vindos. A nossa alegria é sempre muito grande e para nós todos é uma honra estar aqui hoje numa sexta-feira fria, né, como essa de hoje. Transpor os umbrais de uma casa espírita realmente nos faz pensar que estamos nos modificando. Algo em nós anseia por mudança. Buscamos, estamos caminhando, né, nesse movimento dos buscadores, buscadores de luz, buscadores de entendimento, buscadores de compreensão da das realidades da vida. Começamos a despertar, seja qual for o elemento despertador das nossas consciências, seja a razão, seja o desejo de melhora, ou seja até mesmo a dor, que é um um grande despertador. Mas o fato é que aqui estamos nós e o fato de estarmos aqui hoje realmente nos diz algo sobre nós que estamos buscando mudar. E quero crer que buscamos mudar para melhor, porque como nos diz o codificador na obra da codificação, há íncito no homem, o desejo incessante pelo melhor. Então, meus amigos, desta forma agradecemos a Deus pela oportunidade que nos é concedida hoje de aqui estarmos. Agradecemos ao Mestre Jesus, o nosso amigo celeste, o nosso bom pastor, aquele que asseverou certa feita que nenhuma das ovelhas que o Pai lhe houvera confiado se perderia. E nós somos ovelhas do aprisco do Cristo. Então Jesus disse que nenhum de nós se perderia. Portanto, agradecemos a ele, né, o sol das nossas vidas, o condutor das nossas trajetórias, por tanto amparo, por tanta sustentação,

aprisco do Cristo. Então Jesus disse que nenhum de nós se perderia. Portanto, agradecemos a ele, né, o sol das nossas vidas, o condutor das nossas trajetórias, por tanto amparo, por tanta sustentação, por tantos ensinamentos, por nos mostrar, não é, nos apontar o caminho. E agradecemos também a espiritualidade superior, aos benfeitores, essas almas abnegadas que t a responsabilidade dos trabalhos que terão curso aqui na tarde de hoje. Que possamos sair melhores do que quando para cá chegamos. Que os nossos corações sejam verdadeiramente campos férteis, onde a semente do evangelho encontre elementos para se enraizar, florescer e frutificar. Bom, meus amigos, então, como nós estávamos dizendo, nós estudaremos hoje, refletiremos, conversaremos, não é, sobre um dos itens deste livro, Caminho, Verdade e Vida. E hoje o texto que nos coube é o 30, 30º, que tem um título muito interessante, o mundo e o mal. Olha só, então nós falaremos hoje um pouquinho aqui sobre o mal, sobre o mundo, sobre a experiência na matéria como criaturas encarnadas. Falaremos de Deus, da morte num primeiro momento, né? Parece desafiador. Esses temas todos nos parecem desafiadores, né? Como conciliar a ideia do mal com a ideia de Deus? Como conciliar Deus soberanamente bom e justo com a ideia do mal? Então nós vamos conversar um pouco sobre isso hoje. Como a gente tem dito aqui, essa obra Caminho Verdade e Vida, nela o benfeitor Emanuela, ele retira trechos pequenos do Evangelho. Às vezes um versículo, às vezes alguns versículos. E mediante isso, o benfeitor faz uma análise, uma exegese, uma reflexão. No nosso capítulo de hoje, o mundo e o mal, vejam vocês, é a fala do próprio Cristo. Emanuel nos traz lá do Evangelho de João, do seu capítulo 17, o versículo 15. Esse capítulo é belíssimo porque ele nos traz Jesus orando pelos discípulos. Eu diria que ele nos traz Jesus orando por nós, pela humanidade inteira. que estagia na terra. É belíssimo. Vale muito a pena depois conferir essa prece que Jesus faz lá no capítulo 17 de

discípulos. Eu diria que ele nos traz Jesus orando por nós, pela humanidade inteira. que estagia na terra. É belíssimo. Vale muito a pena depois conferir essa prece que Jesus faz lá no capítulo 17 de João. Mas hoje Emanuel nos traz um trecho pequeno. É o seguinte. Jesus dizendo, "Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal." É interessante, não é? Porque muitos de nós acreditam ser o mundo o mal, ter o mundo a responsabilidade pelo mal, ter o mundo os alicerces do mal. E é através desse pensamento que algumas doutrinas do pensamento humano se alicerçaram. Uma delas, o gnocismo, uma doutrina que surgiu no período helênico ali entre o primeiro e segundo séculos depois de Cristo, traz uma visão, uma cosmovisão dualista em que o mundo, a matéria é má, é ruim e apen Apenas o espírito é bom. Tudo que diz respeito à matéria para os gnoscistas traduz algo ruim. Além dessa doutrina, nós poderíamos trazer também nessa mesma linha de raciocínio a doutrina que diz que a vida na matéria e, portanto, a experiência da encarnação e das reencarnações seria um plano B para aqueles espíritos que falharam, paliram e, portanto, mereceriam ser punidos, sendo encaminhados ao mundo, que na visão dessa doutrina traduziria o próprio mal. É interessante esse pensamento, mas não é isso que a doutrina espírita nos esclarece. E não é isso também que o mestre Jesus nessa sua fala que Emmanuel nos traz hoje está dizendo: "Porque se o mundo fosse o mal, Jesus pediria ao Pai que tirasse o homem do mundo." Mas não é isso que ele diz. Muito pelo contrário, ele diz: "Não te peço, Senhor, que os tire do mundo, porque sabia o Cristo do quanto nós temos necessidade das experiências no mundo, mas irá nos dizer o mestre Peço-lhe, Senhor, que lhes livres do mal. Então, já aqui nós vamos vendo que Jesus separa. E se nós formos traduzir como mundo tudo que é da matéria, nós vamos ver e vamos compreender a necessidade que todos temos dos estágios na matéria. Kardec, talvez por ser sabedor das doutrinas filosóficas, das doutrinas

duzir como mundo tudo que é da matéria, nós vamos ver e vamos compreender a necessidade que todos temos dos estágios na matéria. Kardec, talvez por ser sabedor das doutrinas filosóficas, das doutrinas de pensamento, que consideravam então tudo que se relaciona à matéria como algo ruim, fazendo das suas vidas aqui no plano material, vidas extremamente aséticas, desprezando toda forma de contato, toda forma até mesmo de prazer. Kardec irá perguntar em o Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 4, ninguém poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo. A seguinte questão, é um castigo a encarnação? Seria um plano B a encarnação para os espíritos que faliram nas expectativas iniciais de Deus a seu respeito? E somente os espíritos culpados estão sujeitos a sofrê-la, a sofrer a encarnação. É interessante essa pergunta de Kardec. E quando a gente vai se aprofundando nessas doutrinas filosóficas que eu trouxe aqui no início, nós vamos entendendo o porquê de alguns questionamentos do codificador, como essa questão que está lá no item 25 de O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 4. E quem vem nos responder é São Luís. E ele diz assim: "A passagem dos espíritos pela vida corporal é necessária. É necessária para que eles possam cumprir por meio de uma ação material os desígnios cuja execução Deus lhes confia. é necessária a bem deles, visto que a atividade que são obrigados a exercer lhes auxilia o desenvolvimento da inteligência. Sendo soberanamente justo, Deus tem de distribuir tudo igualmente por todos os seus filhos. Assim é que estabeleceu para todos o mesmo ponto de partida, a mesma aptidão, as mesmas obrigações a cumprir e a mesma liberdade de proceder. Qualquer privilégio seria uma preferência e toda preferência uma injustiça. Mas a encarnação para todos os espíritos é um estado transitório. É um estado transitório. É uma tarefa que Deus lhes impõe quando iniciam a vida como primeira experiência do uso que farão de seu livre arbítrio. que desempenham com zelo essa tarefa

tado transitório. É um estado transitório. É uma tarefa que Deus lhes impõe quando iniciam a vida como primeira experiência do uso que farão de seu livre arbítrio. que desempenham com zelo essa tarefa transpõe rapidamente e menos penosamente os primeiros graus da iniciação e mais cedo gozam do fruto de seus labores. Os que ao contrário, usam mal da liberdade que Deus lhes concede, retardam a sua marcha e tal seja a obstinação que demonstrem. podem prolongar indefinidamente a necessidade da reencarnação. É quando então ela se torna um castigo. Então, vejam, meus irmãos, que interessante São Luís dizendo: "Não, Kardec, não tem nada de punição. A encarnação, a união do espírito com a matéria, ela é necessária. Ela é uma necessidade imposta por Deus aos espíritos no seu início, para que eles possam avançar, para que eles possam caminhar, para que possam desenvolver os atributos do espírito que eles portam em potencial, em germe. é necessário para que eles possam fazer o exercício do seu livre arbítrio para que possam desenvolver a inteligência, progredir em intelectualidade e assim progredir também em moralidade e atingir um patamar de espíritos puros quando então não precisarão mais reencarnar. É um estágio passageiro temporário, rápido. Eu acho interessante quando São Luís diz isso. É rápido para aqueles que verdadeiramente sabem aproveitar. No entanto, para aqueles que, por fragilidade, ignorância, insubmissão, teimosia, fazem mau uso desses primeiros, dessas primeiras incursões no uso do livre arbítrio, aí sim se apresenta o mal. O mal nada mais é do que o mau uso do livre arbítrio por muitos de nós que insistimos nas atitudes equivocadas, mesmo já tendo experienciado, sabendo a que elas nos levarão, não é? O mundo que traz o mal. O mal existe no coração do homem, mas o mal no coração do homem ainda assim é um estágio passageiro, porque fomos criados para a perfeição. Então, por mais que façamos mau uso do nosso livre arbítrio, por mais que prolonguemos a nossa estadia

l no coração do homem ainda assim é um estágio passageiro, porque fomos criados para a perfeição. Então, por mais que façamos mau uso do nosso livre arbítrio, por mais que prolonguemos a nossa estadia na longa esteira das reencarnações, dia virá, em que seremos convidados, muitas vezes de forma assertiva a darmos continuidade ao nosso processo evolutivo. Porque é da lei que todos nós um dia chegaremos ao estágio de angelitude. Portanto, é o que o Cristo deseja para nós, que possamos permanecer no mundo. A terra como esse mundo, cheio de dádivas e bênçãos, escola abençoada, hospital sagrado, em que vamos aos poucos, através das inúmeras experiências pelas quais somos convidados a passar, nos depurando de toda a ignorância, de toda maldade, de toda imprevidência, de toda insubmissão, de toda rebeldia. é aqui no mundo. E é por isso que Jesus pede a Deus que não nos tire do mundo, porque ele sabe que temos necessidade do mundo, para que o mundo como bênção divina nos ajude a eliminar o mal que não é do mundo, mas que é do coração do homem em estágio. passageiro. Portanto, nós vamos encontrar na obra O consolador de Emanuel também na questão 135, quando há o seguinte questionamento: se o determinismo divino é o do bem, quem criou o mal? Se Deus é bondade suprema, quem criou o mal? Como conciliarmos a ideia de que Deus teria criado o mal? É interessante esse questionamento, já que estamos falando de mal. E vejam o que Emanuel traz, que resposta lúcida que o benfeitor nos traz. O determinismo divino se constitui de uma só lei, que é a lei do amor para a comunidade universal. Todavia, confiando mais em si mesmo do que em Deus, o homem transforma sua fragilidade, sua imaturidade, a sua imperfeição em foco de ações contrárias a essa lei. É o próprio homem que, tendo inscrita em sua consciência a lei divina, é o próprio homem que ao ser colocado no mundo, espírito imortal em contato necessário com a matéria, usa da sua liberdade de agir e de escolher para focar em ações contrárias

onsciência a lei divina, é o próprio homem que ao ser colocado no mundo, espírito imortal em contato necessário com a matéria, usa da sua liberdade de agir e de escolher para focar em ações contrárias à lei de amor, causando desse modo uma intervenção indébita na harmonia divina. Eis o mal. Não é isso que vemos no presente momento? Muitos de nós, irmãos nossos, utilizando-se da sua liberdade de escolher, da sua liberdade de agir, para agir de maneira contrária à lei de amor, promovendo então intervenção indébita na harmonia divina, Porque o mundo é regido pelo amor em todos os seus segmentos. A nossa terra, orbe sagrado, é regido pela lei de amor. O que impera na terra é o amor, é a ordem. O que é o mal no mundo? Ação humana, escolha humana, exercício equivocado do livre arbítrio pelos homens. Alguns estão atualmente na semeiadura, ocasionando essa intervenção indébita na harmonia divina. Eis o mal. E outros de nós estamos na colheita das nossas intervenções indébitas do passado na harmonia divina. O mal nada mais é do que isso tudo. As consequências das nossas atitudes, a grandiosidade de Deus não se perturba com o mal que ainda há no coração do homem vinculado à terra. Porque Deus criou leis perfeitas. que regem todo o universo. E ele sabe que o mal ora presente na terra é passageiro, é temporário, é transitório. Aqueles que estão então semeando, interferindo indébitamente na harmonia divina, responderão por isso, porque é da lei que respondamos por cada uma das nossas escolhas. mal um dia terá fim, porque na verdade o mal realmente não existe. Porque se considerarmos que Deus tudo criou e que Deus é o bem supremo e não criaria nada que não representasse o bem na sua obra, podemos inferir, portanto, que o mal não existe em termos reais. Ele é um estágio passageiro do homem que tem inclusive nas mãos o condão de eliminá-lo do seu coração, da sua esfera de ação. bem entender. Compreendem, meus amigos, o mundo e o mal. Então, não há por temermos, não há por brigarmos com o mundo,

inclusive nas mãos o condão de eliminá-lo do seu coração, da sua esfera de ação. bem entender. Compreendem, meus amigos, o mundo e o mal. Então, não há por temermos, não há por brigarmos com o mundo, acreditando que a paz, a felicidade, a serenidade não existem. para aqueles que estão vivenciando a experiência no mundo, que só existe isso quando da nossa morte biológica adentrarmos no mundo espiritual. E quantos de nós ficamos então brigados com as experiências no mundo, aguardando a morte, acreditando fictíciamente, de maneira ilusória, imaginária, que encontraremos ao transpormos o túmulo, a paz tão desejada, sem mérito, não. encontraremos a paz que tivermos plantado. E a paz podemos começar agora sairmos da esfera do mal agora, porque o céu, na verdade, não é um espaço circunscrito. O céu é um estado de espírito. Então, no mundo dadivoso, generoso, como é, cabe a mim, pelos meus esforços, construir o céu que eu espero, esforços, trabalho, portas adentro do meu coração, identificando o mal que ainda há ali, para que possa então lançar luz com os ensinamentos que já nos foram trazidos ao mundo, que na verdade é casa abençoada. Esperar a morte, ansiar morrer para ser feliz é enfermidade do espírito. Meus amigos, então aproveitarmos aqui a nossa estada, como disse Jesus no mundo, que sejamos que estejamos no mundo sem sermos do mundo, mas que aproveitemos a estada passageira. para elaborar o mal que existe em nós ainda e não nos colocarmos aseticamente como nas doutrinas equivocadas que consideram o mundo como algo sujo. e do mundo me afasto, não convivo, julgando-me mais puro do que o mundo, quando tudo que há no mundo há também dentro de mim. Se hoje estamos encarnados num planeta de provas e expiações, tudo que há num planeta de provas e expiações diz respeito a nós em maior ou menor grau. Então, por que nos afastarmos do mundo quando o mundo nos convida a colaborarmos com ele na edificação do céu que tanto almejamos? Não cruzemos os braços, não nos afastemos do mundo, das pessoas

grau. Então, por que nos afastarmos do mundo quando o mundo nos convida a colaborarmos com ele na edificação do céu que tanto almejamos? Não cruzemos os braços, não nos afastemos do mundo, das pessoas da vida, na ilusão de que ao morrer fim encontraremos o céu. A morte não é uma passagem mágica, uma varinha de condão que irá nos transformar como num toque de mágica. nos anjos que ainda não somos. Cabe-nos trabalhar para a construção do céu no mundo. Foi por isso que Jesus pediu a Deus que não nos tirasse do mundo, mas que nos livrasse do mal, do mal que existe dentro de nós. Olha, Jesus, que nos livrássemos do mal que existe dentro de nós. Não é o mundo que dá o mal, é o homem que traz o mal ao mundo e, portanto, cabe ao homem trabalhar para que isso melhore. Fa preciso encerra Emanuel seu belo texto. belezar o mundo, aprimorá-lo, combatendo o mal que está em nós. Não adianta a gente ficar desejando morrer para ser feliz ou então mudar de lugar, almejando, ir para outras paragens, achando que está inadaptado. Ah, eu tô no lugar errado. Eu não pertenço à Terra. Que bobagem, minha gente. Nós somos da Terra, pertencemos aqui. Estamos nesse nível. Cabe-nos trabalhar para melhorar aqui. Porque quando melhorarmos aqui, onde estivermos, estaremos no céu. Pela atenção de vocês, o meu muito obrigada. Que Deus siga nos amparando a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável,

tilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente,

das, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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