O MITO DA FELICIDADE - José Carlos de Sousa [9º SEMINÁRIO DO GRUPO ACOLHER]
O MITO DA FELICIDADE: SOFRIMENTO, PROVAS E A VERDADEIRA ALEGRIA - José Carlos de Sousa [9º SEMINÁRIO DO GRUPO ACOLHER] Cansado de buscar a FELICIDADE e só encontrar frustração? Entenda por que a FELICIDADE plena é um MITO neste mundo de provas e como o SOFRIMENTO pode ser seu guia. Nesta palestra essencial, José Carlos de Sousa, do Grupo Acolher, revela o caminho para transformar ANSIEDADE e DEPRESSÃO em VERDADEIRA ALEGRIA e paz interior. Descubra a chave para aceitar a vida e viver em plenitude. Assista agora e mude sua perspectiva! 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 #OMitoDaFelicidade, #FelicidadeEspiritual, #Espiritismo, #GrupoAcolher, #SaudeMental, #AnsiedadeEDepressao, #Sofrimento, #ComunhaoEspiritaDeBrasilia, #Autoconhecimento, #VidaComProposito ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição. Boa noite, amigos. Que a doce paz do Jesus esteja conosco nesse momento, todos os momentos. É um prazer muito grande tê-los conosco. Boa noite vocês que nos assistem também através da TV Comunhão. Sejam bem-vindos. Bom, hoje nós estamos aqui no segundo dia do nono seminário do grupo Acolher. Aí vocês podem perguntar que grupo que é este, né? É um grupo de autoajuda, né? Ele oferece momentos para compartilhar os nossos sofrimentos, as nossas ansiedades, as nossas depressões e os nossos medos. É um grupo que nos ajuda nesse momento difícil que a gente passa às vezes com as nossas emoções aí que não estão bem alinhadas. É um grupo que está na sala 13, naquele andar de cima. meu andar da do café comunhão e da livraria. E vocês podem perguntar, precisa de passar pelo atendimento fraterno? Não, não é necessário. Pode ir direto paraa sala 13. Isso não quer dizer que depois pode passar no atendimento fraterno para bater um papo, né, com atendente. Nós temos depois do grupo, eh, nós temos o passe de desobsessão. Então, é um trabalho onde tem um grupo de autoajuda e assim que termina tem o passe de desobsessão. Que dia que funciona? Quais os dias e quais os horários na quinta e na sexta-feira às 19 horas e termina 20:30 mais ou menos. Então se vocês precisa do grupo, nós estamos lá. Se tem um amigo que precisa, está estamos lá. Então ele não tem idade, tem a necessidade. Nós já tivemos pessoas de 14 anos a 83 anos. Quer dizer, todos sofrendo do mesmo jeito, né? Com a ansiedade, com a depressão, com outros sentiment outros transtornos emocionais. Então vocês todos são muito bem-vindos. Bom, hoje nós estamos no nono seminário desse grupo e temos José Carlos que vai falar para nós. Mas antes
o, com outros sentiment outros transtornos emocionais. Então vocês todos são muito bem-vindos. Bom, hoje nós estamos no nono seminário desse grupo e temos José Carlos que vai falar para nós. Mas antes disso nós vamos fazer a nossa prece inicial. Vocês sabem que todo o trabalho aqui da comunhão que deveria ser todos os trabalhos que a gente realiza, começar com oração e quando termina o trabalho a gente faz uma oração agradecendo. E hoje para fazer essa oração, essa prece para nós, essa oração, a gente chama Evani Bueno, que é a diretora da diretoria de atendimento e orientação, onde o grupo Acolhei está inserido. Boa noite a todos. É com uma grande alegria que nós estamos aqui hoje no seminário do grupo Acolher, o nono seminário, né? Agradecemos a presença de todos aqui no salão Bezerra de Menezes e aqueles que nos acompanha também pelas redes sociais da comunhão espírita. que tenhamos uma noite de muito ensinamento, aprendizado, para que nós possamos sair daqui um pouquinho mais acalentados e com conhecimento para lidar com tantos sofrimentos que ainda estamos acometido. Por isso, pedimos a Deus, nosso Pai, a Jesus, nosso irmão maior, a Maria Santíssima, que derrame sobre todos nós as bênçãos que nós possamos na noite de hoje fluir para que a melhoria aconteça em nossa vida, para que nós possamos ser alertados e acalentados daquilo que nós precisamos. amos modificar daquilo que nós precisamos melhorar a cada dia. que nós tenhamos uma noite de muito aproveito para todos nós e que Jesus nos abençoe, nos dandoos a bênção do alto, para que nós possamos sempre estar receptivos aos ensinamentos, receptivos às nossas dificuldades e as nossas aflições, mas que isso não nos impeça de ter alegria. de ter satisfação por tudo aquilo que nós já possuímos em nossa jornada terrena. Por isso, agradecemos ao Mestre Jesus, agradecemos aos espíritos que nos acompanha, a Dr. Rezirra de Menezes, o mentor da nossa casa, a José Grosso, que é o mentor da Dal, que possa neste momento nos ajudar
so, agradecemos ao Mestre Jesus, agradecemos aos espíritos que nos acompanha, a Dr. Rezirra de Menezes, o mentor da nossa casa, a José Grosso, que é o mentor da Dal, que possa neste momento nos ajudar nesse entendimento da noite que o nosso amigo José Carlos veio esclarecer essa felicidade que precisamos ter na nossa vida para continuar essa jornada terrena. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Bom, o nosso palestrante é José Carlos, é um trabalhador, sempre foi um trabalhador da comunhão, não é? E todo seminário ele está aqui, que é uma pessoa muito especial para nós, para todos nós, né? sempre trazendo um esclarecimento assim muito bom, que a gente sai daqui bem aliviado e bem e bem dispostos e fazer nossas transformações. E hoje ele vai falar para nós o mito da felicidade, sofrimento, provas e a verdadeira alegria. Então a palavra está com ele. Caros irmãos, caras irmãs, boa noite. uma satisfação enorme estar aqui, né, mais uma vez nesse evento do grupo Acolher, né, que busca trazer esclarecimento para todos no sentido de que nós possamos nos posicionar de uma maneira adequada na existência para encontrarmos um tanto de alegria e quem sabe felicidade, nãoé? Nós sempre buscamos a felicidade. Nós vivemos um momento muito especial no mundo. Nós estamos vendo isso através dos noticiários, da televisão, dos rádios, dos jornais, os conflitos de toda a natureza acontecendo pelo mundo inteiro, sejam as guerras, as disensões, as violências acontecendo nas cidades grandes e nas cidades pequenas, as violências acontecendo, as agressões acontecendo entre povos irmãos, países irmãos. entre irmãos de um mesmo lugar. A insegurança tem sido uma tônica na nossa existência ultimamente. O medo, né, principalmente pessoas que moram em grandes metrópoles, né, vivem assustadas com as possibilidades de agressividade, de violência no cotidiano. ao mesmo tempo que em que isso acontece, e nós sabemos que isso faz parte de um momento especial, né, da nossa transformação, não só pessoal, mas a transformação do
ividade, de violência no cotidiano. ao mesmo tempo que em que isso acontece, e nós sabemos que isso faz parte de um momento especial, né, da nossa transformação, não só pessoal, mas a transformação do mundo em que nós vivemos. Porque nós sabemos que a Terra hoje, o planeta em que nós vivemos, é um planeta de expiação e provas, né? Nós estamos aqui em provações de alguma maneira e que nós estamos fazendo, nós seres humanos, que habitamos esse planeta e a espiritualidade que está à nossa volta, fazendo um movimento para que haja uma mudança do teor vibracional da Terra, a partir da mudança do nosso teor vibracional, para que nós passemos a uma escala de mundo um pouco pouco mais avançado no momento em que teremos um planeta de regeneração, onde se espera as dores serão amainadas, serão aplacadas. Esse estado de insegurança, de ameaça continuada que a gente costuma estar sentindo ultimamente deverá encerrar. Nós deveremos ter uma convivência social pacificada entre nações, entre povos e entre as pessoas do mundo. O espiritismo vem trazendo essa informação e não só o espiritismo, mas muitas outras tradições religiosas e filosóficas, principalmente do Oriente, de que o mundo passaria por transformações para que a evolução acontecesse também no planeta. Porque nós sabemos que a nossa missão, a o nosso eh o propósito de reencarnar é evoluir. Por que a gente vive tem uma vida aqui nesse planeta, a gente desencarna e volta a encarnar sucessivas vezes. O propósito da reencarnação é a evolução. E a evolução tem uma relação muito grande com esta palavra alegria. Tem uma relação muito próxima com a palavra prova, com a palavra sofrimento e por último com a palavra felicidade. Vocês, né, devem estar pensando que se a felicidade é algo que nós e somos estimulados a buscar, vocês estão vindo aos à casa espírita para que a gente diga que a felicidade é um mito. Um mito é algo que se conta a respeito de alguma coisa e que nem sempre representa uma verdade. Para o nosso mundo encarnado, a
do aos à casa espírita para que a gente diga que a felicidade é um mito. Um mito é algo que se conta a respeito de alguma coisa e que nem sempre representa uma verdade. Para o nosso mundo encarnado, a felicidade tem sido efetivamente um mito, uma história, algo que nós não conseguimos encontrar. E vamos ver aqui, eu vou trazer para vocês num slide um trecho do evangelho em que o Cristo disse: "A felicidade não é deste mundo." Se a felicidade não é desse mundo, por que que nós a perseguimos sempre? Por que que a gente busca essa felicidade de uma forma continuada, de uma forma constante, querendo fazer da nossa vida muitas vezes uma configuração que a gente jamais consegue encontrar. Ou se a gente encontra momentos que a gente imagina ser de felicidade, a gente sabe que esses momentos são finitos. Eles têm um tempo para acabar. Nã perene é uma conquista possível, sim, uma conquista possível para o nosso espírito, provavelmente não enquanto nós tivermos nesta presente encarnação, que ainda é uma é uma encarnação de prova, né, e de expiação. Então, acho que nós precisamos de pensar a respeito do valor educativo das nossas dores. Se nós não encontramos a felicidade, nós costumamos nos ligar às nossas dores. As dores, segundo o Espiritismo nos conta, são eh forma, são uma maneira de nós despertarmos o nosso espírito para possibilidades evolutivas. Ora, se a dor é um instrumento utilizado pela existência para que a gente evolua, como é que fica então a fala do Cristo dita por Humberto de Campos no tema do seminário? que quem governa o mundo é Deus. E o amor que é Deus não age com inquietação. Ora, dor é inquietação, sofrimento é inquietação, prova é inquietação, não é isso? Expiação é inquietação. Como? Então, o amor não age com inquietação, né? E quem governa o mundo, Deus não faria isso. Então, por que que isso existe? O que nós precisamos entender é que isso existe pela bondade divina que primeiro nos dotou de livre arbítrio. Nós fomos criados simples e ignorantes e tivemos a
a isso. Então, por que que isso existe? O que nós precisamos entender é que isso existe pela bondade divina que primeiro nos dotou de livre arbítrio. Nós fomos criados simples e ignorantes e tivemos a oportunidade, através das sucessivas reencarnações, de ir laborando e lapidando o nosso espírito no sentido de um crescimento interno espiritual. Ah, Emanuel nos diz que o ser humano, né, é um a essência do ser humano, habitou a pedra, né, o mineral, o animal e agora estamos na forma ominal, né? E nesse momento, então, nós obtivemos, quando nossa essa energia primária evoluiu para essa forma humana que nós temos, né, nós adquiríamos a razão, a capacidade de raciocinar, de pensar. Então, Deus nos deu a partir daí o livre arbítrio para que nós estabelecêssemos a nossa caminhada, para que o crescimento não fosse simplesmente uma dádiva sem uma um trabalho feito anteriormente, n? para que essas conquistas fossem uma conquista efetiva do espírito. Toda conquista que a gente tenha nesse sentido, a gente reconhecer um crédito nosso nesse sentido, porque a como eu disse anteriormente, a razão da nossa encarnação é prova e expiação. Mas os espíritos, no livro dos espíritos também nos ensina que tem uma segunda razão de nós nos reencarnar reencarnarmos. E é claramente expressa na a ideia na palavra dos espíritos de que essa essa segunda razão é colaborar com a obra de Deus na terra. Então para que que a gente nasce? prova, expiação, colaborar com a obra de Deus na terra. Vamos falar um pouco de de, né, de de expiação e de provas para entendermos porque que a felicidade é um mito. Mas antes vamos pensar em como é que eu colaboro com a obra de Deus na terra. Hum. Deus é o criador. Criou absolutamente tudo que existe, que vemos, sentimos, tocamos, inclusive nos criou a nós da forma como nós somos na nossa essência. nos orientou, o espírito nos orientou a mente para o bem, para o equilíbrio, para a o que se chama normalmente em ciência de homeostase, o equilíbrio interno, o equilíbrio da
somos na nossa essência. nos orientou, o espírito nos orientou a mente para o bem, para o equilíbrio, para a o que se chama normalmente em ciência de homeostase, o equilíbrio interno, o equilíbrio da mente. E muitas vezes nós nos desequilibramos nos nossos atos, na nossa vivência. Nós vacilamos na nossa fé, nós vacilamos nos nossos deveres enquanto encarnados. E a partir disso, então, é que nós criamos as dores. Porque se nós ofendermos, se nós desrespeitarmos as leis naturais, que são as leis divinas, né, nós estaremos afetando a lei de causa e efeito que vocês certamente já conhecem das leituras espíritas, né? a toda causa corresponde um efeito. Qualquer coisa que nos aconteça ou acontece ou que aconteça tem uma causa anterior, né? A lei de causa e efeito é uma lei, né, que nós conhecemos na ciência humana. E é é aquela história de eu pego uma bola, jogo na parede, a bola vai voltar. dependendo da força com que eu jogue essa bola na parede, será a força, a energia que ela vai ter, né, no retorno. Ou seja, a nossa ação são essas bolas que nós lançamos na parede da existência. E tudo aquilo, né, que nós fizermos, a força que empregarmos, a maneira como jogarmos essa bola, essa situação voltará para nós, para que nós possamos corrigir a nossa intenção e o nosso comportamento. Então, e é assim na vida. Então, quem cria as dores não é Deus. Somos nós quem criamos as dores. Somos nós quem criamos a maneira como a gente consegue mudar. Hã, vocês já ouviram falar de uma pessoa que tenha absolutamente tudo, todas as benéfes da existência, que consiga fazer mudanças substanciais na forma de ser? a não ser uma pessoa já nascida com equilíbrio espiritual superior, né? As pessoas normalmente, né, uma vez conquistados determinados determinadas benesses, determinados estágios na vida terrena, as pessoas não mudam. Nós não mudamos. Quando nós estamos no mundo espiritual, nós não encontramos a as mesmas possibilidades de mudança, como nós encontramos no mundo terreno, porque lá nós não encontraremos, a não ser nas
ós não mudamos. Quando nós estamos no mundo espiritual, nós não encontramos a as mesmas possibilidades de mudança, como nós encontramos no mundo terreno, porque lá nós não encontraremos, a não ser nas zonas umbralinas, nas zonas menos evoluídas, né? Se nós formos pessoas, né, que conquistamos um tôus vibracional mais luminoso, nós estaremos certamente numa espiritual em que a dor não ocupa o lugar como aqui na Terra. Os desequilíbrios, os problemas que nós enfrentamos, a gente não encontra lá, porque falta umaidade para que essas situações afetem a pessoa e ela desperte a consciência. É por isso que nós voltamos para a encarnação. Nós voltamos reencarnados na Terra, porque aqui a gente vai necessariamente encontrar problemas. E por que que nós vamos encontrar problemas? Porque a energia, a vibração do nosso planeta nesse momento da nossa existência ainda é dessa natureza, ainda é uma vibração pesada, ainda é uma vibração difícil. E é assim porque nós é quem formamos o que André Luiz chama de psicosfera. É a nossa mente, é o nosso pensamento, né? Toda vez que qualquer um de nós emite um pensamento que de paz e de harmonia, nós estamos colaborando de uma forma decidida na formação dessa psicosfera, dessa atmosfera, dessa vibração de paz no planeta. Mas toda vez que, por exemplo, eu sinto raiva de alguém que eh me desrespeitou no trânsito, eu vou emitir uma vibração negativa. Eu tô citando o trânsito como uma possibilidade. É qualquer negatividade que nós abriguemos na nossa mente ou no nosso coração. Qualquer pensamento mau, negativo, ruim, pesado, vai fazer com que eu emita essa vibração e junto com a vibração de inúmeros outros irmãos, milhares e milhares de outras pessoas forma essa essa psicosfera. Eu gosto sempre de me referir a uma eh a uma passagem de André Luiz em nosso lar. Quem leu o nosso lar deve se lembrar que ele estava recebendo as lições eh assim que ele foi recebido na cidade espiritual de nosso lar, quando num determinado momento as ele diz, as sirenes tocaram.
Quem leu o nosso lar deve se lembrar que ele estava recebendo as lições eh assim que ele foi recebido na cidade espiritual de nosso lar, quando num determinado momento as ele diz, as sirenes tocaram. E é muito interessante que quem estiver acompanhando na a evolução dos problemas eh de guerras que nós estamos tendo, né, a palavra sirene tem sido muito utilizada. As sirenes tocam, as pessoas saem de suas casas, vão pros abrigos antiaéreos, porque a sirene tocando é sinal de um risco, de um perigo. Ah, não é só nas guerras, não. Em alguns lugares, quando há uma possibilidade, por exemplo, de um tsunami, no Japão, isso acontece muito, tem sirenes que tocam para avisar as pessoas. Em alguns lugares existem sirenes para avisar as pessoas da possibilidade de um terremoto que pode acontecer dali a pouco. Então quando o André Luiz ouve uma sirene em nosso lar, ele se assusta. Que é que tá acontecendo? A cidade tá sendo ameaçada. Na verdade, naquele momento estava sendo logo em seguida a sirene foi anunciada a deflagração da Segunda Guerra Mundial. E a espiritualidade estava regimentando espíritos para ajudar as equipes que já vinham se preparando há tempos para socorrer as pessoas no planeta. Durante a Segunda Guerra, que já se sabia na espiritualidade seria um grande mortínio, um processo a se desenvolver em longo prazo e durar, né, um tempo considerável. E então o André Luiz foi preparado, ele acabou sendo integrado a uma dessas equipes socorristas e tempo depois ele sai pras pra região da Europa, né, com esse grupo para prestar socorro a essas pessoas. Ele conta que a esse grupo de espíritos estava sobre eh os céus de Bristol, né, uma cidade da Grã-Bretanha, e que a atmosfera em cima daquele lugar era muito densa, estava tudo muito escuro, o ar pesado, uma dificuldade inclusive de locomoção, né, eh, para aqueles espíritos socorristas. Por quê, né? Eles têm, os espíritos têm também uma dificuldade para lidar com esse ambiente mais pesado, a não ser espíritos eh de uma superioridade
omoção, né, eh, para aqueles espíritos socorristas. Por quê, né? Eles têm, os espíritos têm também uma dificuldade para lidar com esse ambiente mais pesado, a não ser espíritos eh de uma superioridade especial, né, que às vezes atravessam eh essas zonas umbralinas, essas zonas mais pesadas, sem maiores dificuldades. os espíritos que estavam naquela equipe, naquela equipe, tinha alguma dificuldade, o que, aliás, é um alerta para todos nós, porque enquanto eu tiver uma psicosfera, eu individualmente ou qualquer um de nós, né, tivermos uma energia à nossa volta que seja uma energia pesada, nós estamos dificultando uma ajuda espiritual que nos pode ser dada. O espírito, nós sabemos, né, ele está eh ele não é uma matéria como nós entendemos, mas ele tá está atuando no planeta através do seu perespírito, que não é matéria como o nosso corpo, mas é matéria um pouco mais que intenciada, um pouco mais carefeita, mas ainda assim é matéria. Então essa matéria perespiritual tem dificuldade de lidar com essa matéria, com essa energia que nós estamos e eh emitindo em nós mesmos. Então, na medida em que a gente eh tem faz a gente faz as nossas reflexões, as nossas meditações, as nossas preces, as nossas vibrações de bem, essa energia à nossa volta será uma energia rarefeita, uma energia leve, uma energia tranquila que facilita a ajuda espiritual. Mas voltando à ideia de André Luiz, a história de André Luiz, ele estava nessa região muito pesada e repentinamente eles vem um facho de luz subindo da terra pro céu, uma onda luminosa, uma como se fosse um holofote ligado. E eles vão se dar conta que aquilo estava vindo de uma pequena igreja, né? uma igreja onde as pessoas estavam reunidas cantando hinos de louvor e de fé. A fé daquelas pessoas, a vibração de paz daquelas pessoas, né, estava emitindo uma luminosidade que ajudava aquela região, iluminava um pouco aquela região, dissipando as trevas e facilitando a ajuda espiritual. Eh, era como se uma porta se abrindo para que a espiritualidade pudesse
luminosidade que ajudava aquela região, iluminava um pouco aquela região, dissipando as trevas e facilitando a ajuda espiritual. Eh, era como se uma porta se abrindo para que a espiritualidade pudesse ajudar as pessoas ali daquela região. muitíssimo interessante eh essa essa abordagem do André de André Luiz, porque nós vamos ver que nessa mesma região a gente tinha pessoas dentro daquela igreja, né, dentro daquele templo, fazendo as suas orações e seus cânticos, né, com o coração certamente cheio de fé. Tanto havia fé que havia aquela luminosidade que eles emitiam. Mas nós tínhamos também milhares de outras pessoas que emitiam uma energia de medo, uma energia de raiva, possivelmente pelos bombardeios que estavam acontecendo, né? Eh, um medo da da do próprio bombardeio, o medo da escassez que vinha da própria guerra, né, de diversas formas. E nesses momentos de tragédia no maior, de grande como social, nós sabemos que tem as pessoas que se aproveitam dessas situações para explorar o outro. Então essa ganância também das pessoas, né, ou a inveja de quem estava melhor, de alguém que estava numa situação ruim, por quem outro, pelo outro que estava um tanto melhor, todas essas vibrações constituíam aquela coisa pesada, aquela coisa negativa, ou seja, trazia dor, trazia sofrimento, né? Então, eh, vamos, e como todos nós somos vítimas, né, de alguma forma, n, nós somos passíveis de estarmos em processo de dor, vamos nos perguntar por que que eu o que que essa dor está fazendo comigo? O que é que eu o que que ela me diz, o que que ela tá me dizendo? Mas o que que esse sofrimento que me acompanha está quer dizer para mim? Porque todo sofrimento, toda a dor, toda dificuldade é uma mensagem. Tem uma mensagem, tem um sentido, tem um propósito, tem uma finalidade. E cabe a nós, exercitando a nossa razão dentro do nosso livre arbítrio, perceber o que é que está acontecendo na minha vida para que aquela situação, né, esteja batendo a minha porta. Mas muitas vezes quando a gente faz isso, o que que acontece? Ah,
nosso livre arbítrio, perceber o que é que está acontecendo na minha vida para que aquela situação, né, esteja batendo a minha porta. Mas muitas vezes quando a gente faz isso, o que que acontece? Ah, não, o problema não é comigo, é com a minha esposa, ela que é difícil ou é com meu marido, ele que não é é complicado, é o meu filho que se droga, meu filho que não quer estudar, que não quer trabalhar ou até as dificuldades todas. É a doença que apareceu e bateu na porta, né? Eu não teria uma depressão se eu não tivesse, né, não tivesse o aborrecimento tal e qual que me me aconteceu. Mas então eu preciso de voltar os olhos e para mim mesmo e perguntar por que que essa doença tá me visitando? Por que que essa ansiedade tá me visitando? Por que eu me sinto angustiado? Por que que eu tenho uma depressão? Do que que eu tenho medo? O que que me ameaça todo o tempo? A gente precisa fazer essas perguntas. A gente precisa desenvolver a nossa capacidade de organizar a nossa própria dor para nos livrarmos dela assim que a gente passar de um estágio de dor para alegria, como nós vimos aqui anteriormente, que na alegria acompanha esse processo, dor, sofrimento, alegria é uma possibilidade, não a permanência no sofrimento. a possibilidade maior é de que nós mudemos alguma coisa dentro de nós. Então, né, eh existem até alguns pensadores não espíritas muito que desenvolveram teorias muito interessantes, né, eh mostrando que eh a dor, né, é um sinal da própria alma. A dor como um caminho de crescimento, como um caminho da alma. E essa teoria, essas teorias que existem são exatamente as teorias, a as informações, não teorias, as informações que foram trazidas pelos espíritos para Allan Kardec, que nos repassa isso através do Evangelho, do livro dos espíritos, de todas as outras obras dele. Então, ah, o grande problema que nós temos nas nossas dores, geralmente é o conflito entre o que a gente quer e o que a gente precisa para evoluir. Eh, vocês já ouviram, né, aquela história de quem não sabe para onde quer
roblema que nós temos nas nossas dores, geralmente é o conflito entre o que a gente quer e o que a gente precisa para evoluir. Eh, vocês já ouviram, né, aquela história de quem não sabe para onde quer ir, qualquer lugar serve, né? Qualquer estrada serve, né? Se tiver cinco estradas na minha frente e perguntar para alguém para que estrada que eu pego, a pessoa vai perguntar para onde você vai. Ah, eu eu não sei. Então pega qualquer uma. Você não sabe, qualquer lugar te serve. E quantos de nós não estamos nessa situação de qualquer lugar no serge? Quantos de nós não temos ainda, claro, na nossa mente o nosso sentido existencial? o nosso propósito existencial. Toda vida tem que ter um sentido e um propósito, né? O que que eu tô caminhando? O que que eu estou fazendo aqui, né? Eu costumo brincar que a gente não está aqui para fazer peso no mundo. O mundo não precisa de alguém para fazer peso em cima dele. Precisa de pessoas que atuem com efetividade nesse sentido da mudança. Então eu preciso saber para onde eu vou ou para onde eu quero ir. Pelo menos eu preciso de determinar qual o sentido da minha da minha existência. E a gente já viu inúmeras obras, inúmeros escritores falando a respeito da necessidade de sentido da vida. Aí eu posso dizer: "Mas isso é muito complicado. É muito complicado. Eu não sei pensar nisso, né? Como é que eu vou saber sentido da vida? norte, sul, leste, oeste, não é um sentido geográfico, obviamente o sentido em que eu vou imprimir a a as minhas atitudes, aos meus comportamentos, as minhas ideias, as minhas emoções, aos meus sentimentos. E o propósito é para que? Como que eu vou, para que, para onde também que eu estou indo? O espiritismo já nos facilita bastante com aquela fala que eu trouxe para vocês no início. Ele já diz que o propósito da existência humana é a provação, a prova, a missão e a colaboração na obra divina. E eu só vou colaborar na obra divina, como a gente também já falou anteriormente, na medida que eu mudar, que eu crescer, que eu, né, e me
a provação, a prova, a missão e a colaboração na obra divina. E eu só vou colaborar na obra divina, como a gente também já falou anteriormente, na medida que eu mudar, que eu crescer, que eu, né, e me colocar de uma maneira adequada na existência, porque quando eu faço isso, eu colaboro para o mundo melhor. Eu estando bem, eu ajudo as pessoas que estão à minha volta. Ajudo materialmente, ajudo moralmente, ajudo psicologicamente, né? eh eh ajudo de muitas de muitas formas, mas eu posso ajudar principalmente emitindo pensamentos de bem, de paz, né, desenvolvendo as nossas virtudes, né, e trazendo para um nível bem baixo, até desaparecerem os aspectos negativos do nossa da nossa mente, do nosso psiquismo, né? Os nossos medos, as nossas angústias, as nossas vaidades excessivas, desnecessárias. muitas vezes, né? Eh, eh, a a nossa o nosso orgulho principalmente, e muito mais do que isso, o nosso egoísmo, né? O egoísmo, o evangelho tá é muito claro de, né? Que o egoísmo é a charo dos espíritos também traz isso, né? A chaga, a grande chaga da humanidade, o grande ferida da humanidade é o egoísmo, essa coisa de pensarmos só em nós. Ainda que para eu cuidar do outro, eu tenho que cuidar de mim. Se eu não cuidar de mim, eu não estarei habilitado para cuidar do outro. Se eu der tudo de mim, eu me esgoto. Eu me esgoto e não vou ajudar o outro. É aquela metáfora do avião que vocês já ouviram falar n vezes. Caiu a máscara de oxigênio dentro do avião, coloca primeiro em si, porque, né, daí ajuda a outra pessoa para que você não desmaie e tenha capacidade de ajudar o outro. Porque se você vai ajudar o outro, você pode desmaiar antes de ajudar o outro e não e aí fica o outro sem ajuda, uma criança, talvez, uma pessoa mais idosa, você mesmo, né, sem esse tipo de assistência. Então, cuidar de si não é egoísmo. Cuidar só de si é egoísmo. Então, a, e o egoísmo, o que que nos leva a esse ponto? o conflito entre o que a gente deseja, o que a gente quer e aquilo que a gente precisa, necessita para evoluir.
ísmo. Cuidar só de si é egoísmo. Então, a, e o egoísmo, o que que nos leva a esse ponto? o conflito entre o que a gente deseja, o que a gente quer e aquilo que a gente precisa, necessita para evoluir. Só que hã do que que a gente precisa evoluir? O grande problema é que a gente não vem com livrinho de instruções, né? Ninguém vem. Se fosse um, não fôssemos uma, uma máquina dessas, não, um liquidificador, uma TV ou qualquer, vem com folheto explicando como é que funciona, a gente não vem, porque nós já temos essas instruções anotadas no nosso espírito, inscritas na nossa mente. Nós somos espíritos velhos. Nós já vivemos inúmeras outras vezes. Isso que eu estou dizendo para vocês, se não com essas palavras, mas com outras, vocês já ouviram, muitas vezes, já ouviram em outras igrejas, em outros templos, em outro tempo na vida dos seus espíritos, em outras encarnações. E a gente tá fazendo como, né, a criança que tá na escola repete, repete, repete, repete até aprender. a criança que vai caminhar, levanta, cai, levanta, cai, até que aprende efetivamente a caminhar. Então, vamos olhar n para isso. O que eu tenho hoje, né, o que eu desejo é importante para minha evolução ou não é importante paraa minha evolução, né? Quando eu estou num estado de inconformidade, quando eu não aceito, né, eu vou sentir o quê? Raiva. É a raiz da raiva, da ansiedade e da depressão. Quando eu não estou, eu vou repetir porque isso é fundamental, né? Quando eu não estou de acordo com as coisas que estão acontecendo na minha vida, eu possibilito surgir em mim ansiedade e depressão, que vem de uma de uma emoção básica primária, que é a raiva. Eu fico com raiva de não ter, eu fico com raiva de não ser, eu fico com raiva de não obter. Então essa coisa acaba nos dando eh essa dificuldade de aceitação acaba nos trazendo esse adoecimento, né? Contudo, a gente precisa de lembrar que o amor de Deus ilumina as maiores trevas existenciais. Se eu busco o amor divino que está em mim, eu certamente vencerei essas
os trazendo esse adoecimento, né? Contudo, a gente precisa de lembrar que o amor de Deus ilumina as maiores trevas existenciais. Se eu busco o amor divino que está em mim, eu certamente vencerei essas dificuldades todas. E como é que eu vou buscar esse amor divino que é o amor do Pai, o amor do Criador? Eu vou buscar através da fé, da confiança e principalmente através da oração e da caridade. Se eu sou uma pessoa que tem o hábito de me conectar, né, com o divino, me conectar com a espiritualidade, me conectar, né, com as figuras maiores do mundo espiritual e com Deus, o Pai, com Jesus, que é o governador do nosso planeta, através das minhas orações, eu com certeza vou receber essa luz que há de tirar as trevas do meu interior. né? Eh, bom, então o que o Espiritismo nos tem para nos ensinar eh sobre sofrer e ser feliz? E por que que a gente sempre acredita que a felicidade é ter tudo como queremos? E geralmente a gente não tem. E aí é que vem a história do mito da felicidade. Por que que a felicidade é um mito? Porque geralmente a felicidade ela nós a compreendermos se nós estivermos obedecendo os padrões culturais do nosso momento e os padrões culturais contemporâneos, os padrões culturais do nosso momento, né, o que fala que é felicidade. Eu sou feliz se eu tenho o carro do ano ou se eu visto a marca X, né? Se eu tenho sucesso ou se eu tenho o corpo ideal. né? Essa, né, essa tirania do corpo ideal hoje, inclusive faz com que as pessoas adoeçam de uma forma mentalmente, né, de uma forma eh eh bárbara, realmente faz pena de ver a o sofrimento intenso que a pessoa tem por perseguir modelos que não se adequam, né, ao seu biotipo, né? Então, eh nós seguimos, na verdade, né, um um mandamento, um mandato, né, de grandes empresas, né, que querem, né, ter o seu lucro com a venda daquele modelo de carro ou com aquela roupa ou com aquele estilo de casa ou com aquele móvel ou, né, com exterioridades. Então, a essa felicidade ela não dura. Ela não dura. Quantas pessoas que têm
da daquele modelo de carro ou com aquela roupa ou com aquele estilo de casa ou com aquele móvel ou, né, com exterioridades. Então, a essa felicidade ela não dura. Ela não dura. Quantas pessoas que têm absolutamente tudo ou quase tudo, né, que na verdade nunca ninguém tem tudo, quase tudo da vida terrena. Conheço pessoas assim, eu tô falando por conhecer, não é só por informação de livro, por conhecer. Pessoas que têm muito dinheiro no banco, tem todas as facilidades existenciais, viaja para onde for, para onde quer e é infeliz. e tem transtorno de ansiedade ou tem uma depressão e precisa de tratar, né? Porque essa conquista não é felicidade. E é isso que o Cristo diz que essa a felicidade não é desse mundo, porque essa felicidade, né, essa o que a pessoa tem, o que nós podemos ter eventualmente é alegria com alguma conquista. Então o que que acontece quando nós seguimos esses padrões culturais? Nós temos umas consequências muito sérias, né? Eu fico frustrado porque eu não eu comprei o carro do ano o ano passado, só que esse ano faltaram mais três modelos, cada um melhor com outro, cada um, não é com mais e eh com mais pecinhas ali dentro e tal. E eu tô, né, frustrado com essa coisa. ou eu não tenho dinheiro para comprar o carro do ano, não tenho dinheiro para comprar o carro elétrico do momento, né? Então eu tenho uma frustração e um sentimento de inadequação. E isso nos leva novamente para a depressão. Vocês estão vendo que a gente tá falando muito em depressão aqui, porque depressão é uma doença mental. Asiedade também é uma doença mental que afeta o espírito. E se nós não tratarmos disso adequadamente nessa existência, certamente teremos outros momentos existenciais para tratar desses problemas. a pessoa com depressão, uma vez eh eh já disse isso aqui em outras oportunidades, mas uma vez ouvindo Divaldo, né, eh falar, ele ele fez uma afirmação assim chocante. Todo depressivo é um ser raivoso como assim, né? Todo depressivo tem muita raiva. Todo depressivo tem raiva de si.
mas uma vez ouvindo Divaldo, né, eh falar, ele ele fez uma afirmação assim chocante. Todo depressivo é um ser raivoso como assim, né? Todo depressivo tem muita raiva. Todo depressivo tem raiva de si. E se a gente for analisar, se a gente for trabalhar com, né, com o processo depressivo, a gente vai encontrar mesmo alguma coisa de raiva. Porque muitas vezes na depressão a pessoa sente culpa. A culpa o que que é? É uma raiva de si. Uma culpa por estar com menos energia, por estar apástico, uma culpa por estar triste, quanto às vezes é uma condição natural. Se a pessoa aceita aquela condição e vai trabalhar aquela condição, ela vai se libertar, ela vai se liberar daquela, daquelas daquela situação que ela está vivendo. Mas se ela fica raivosa por conta do que ela está vivendo, ela só vai, né, se sentir pior, ela só vai piorando, né, a condição dela. Então, expectativa. Eu sigo o a a a os padrões de felicidade de hoje, eu tenho uma expectativa que é irreal. Eu não tenho a condição de comprar aquela mansão. Eu não tenho a condição de ter o corpo daquela pessoa, né, ou, né, ter as possibilidades que aquela outra pessoa tem. Então, eu tenho uma expectativa irreal de ter coisas que eu não posso, vou me sentir excluído e frustrado. E que daí vem as doenças, né? Então aí nós vamos na na no Evangelho, né, que é do capítulo 5 do Evangelho, que diz a felicidade não é desse mundo. vida corporal, ou seja, na vida na reencarnação, por mais que o homem faça para consegui-la, ela nunca o alcançará, porque a vida lhe foi dada como prova ou expiação, mas depende dele suavizar seus males e ser tão feliz quanto possível na terra. Então, o espiritismo nos ensina que a felicidade é um mito enquanto estivermos encarnados. Mas é possível ser feliz. Mais do que possível, é uma missão nossa, é uma obrigação do nosso espírito buscar a a alegria, né? Buscar um um tanto essa esse ser feliz como a alegria que pode nos visitar. Porque a felicidade plena, ela só é conhecida pelos espíritos mais puros. A
igação do nosso espírito buscar a a alegria, né? Buscar um um tanto essa esse ser feliz como a alegria que pode nos visitar. Porque a felicidade plena, ela só é conhecida pelos espíritos mais puros. A felicidade plena é aquela que nós estamos completamente isentos de qualquer moléstia, de qualquer preocupação, de qualquer problema, a gente só tem uma vivência de espiritu isso, numa vivência de espiritualidade superior, não é? Eh, então é o Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 5, no item 20, né? Eh, tem um pensador que é um teólogo, um filósofo, que diz uma coisa muito interessante, n? A porta da felicidade se abre para fora. Esse eu eu trouxe essa frase para vocês, né, refletirem a respeito disso, né? Eh, o que que quer dizer isso? A porta da felicidade só se abre para fora. A felicidade é um estado interno. Se ela só se abre para fora, ela só se abre de dentro para fora, de dentro do ser. A felicidade não é algo que eu possa pedir ao mundo e que virá ao meu encontro. Não é o carro, não é a casa, não é o bem que eu adquiri. A felicidade não é uma exteriorização do sentimento, pelo contrário, é um estado interno. Então, por isso que o o Soren Kard fala que a porta se abre para fora. Eu só vou mostrar felicidade quando eu abrir a porta do meu coração, da minha alma, e deixar ela fluir. Mas como fazer isso se eu estou preso, continuadamente preso à circunstâncias da minha vida encarnada, as dificuldades, sem aceitar, com frustração, né, e com todos os problemas que decorrem disso. Então, nós sabemos que felicidade, né, ou o que nós imaginamos como felicidade possível no nosso mundo, né, é um estado de aceitação do que é. daquilo que é, do real, né, do que se vive no aqui e agora, sem exigir que a vida nos molde, se molde, a vida se molde aos nossos desejos. Então, é, parece uma contradição e um conflito. Para ser feliz eu tenho que aceitar a minha dor. Para ser feliz eu tenho que aceitar o meu sofrimento. Por isso que eu disse no início, né, que estava, né, era correlacionada a a palavra felicidade. O
Para ser feliz eu tenho que aceitar a minha dor. Para ser feliz eu tenho que aceitar o meu sofrimento. Por isso que eu disse no início, né, que estava, né, era correlacionada a a palavra felicidade. O sentido de felicidade está correlacionada com dor e com sofrimento, né? Essa é uma reflexão que nós precisamos efetivamente fazer, né? A não aceitação das coisas como elas são, né? Nos faz sofrer, né? Nos faz sofrer muito, né? Existem então dores que nós eh vivenciamos. Existem três tipos de dor. Hã, se a dor, se a felicidade está, né, poderá estar na vivência, né, do sofrimento e da dor. Qual, quais são essas dores? Nós temos dores que são as dores naturais, né, do corpo, uma dor do corpo, tem uma dor de dente, uma dor de estômago, uma doença que faz o meu corpo doer. E tem também a dor das perdas, né? Todos nós mesmo, nós espíritas temos eh um por apesar de conhecermos a cinco, né? Lá cinco, por conhe por conhecer por conhecermos, né, eh eh o que acontece na vida, né, após a morte, mas mesmo assim nós vamos sentir a perda. Nós vamos sentir na quando essa perda eh acontece com o desencarne de alguém, por exemplo. E nós temos as dores emocionais que vem da frustração, da não aceitação, né? A dor emocional e a dor física são iguais? Não. Quem experimenta a dor emocional, a dor física, diz: "Essa dor, de repente, essa dor de dente é a pior dor do mundo". Quem vivencia uma dor emocional sabe que a dor emocional é a dor que dói mais, porque é uma dor para a qual muitas vezes a gente não encontra o remédio. Não dá para ir ali na farmácia da esquina e comprar uma analgés qualquer paraa dor passar. E a dor emocional vem exatamente por conta da nossa não aceitação de da vida como ela se apresenta para nós. Ainda que para muitos de nós, a vida se apresenta de uma maneira como nós organizamos no mundo espiritual. Paraa maior parte de nós, antes de encarnarmos, nós estivemos com amigos da de uma escala superior a nossa, que nos orientaram e a gente fez uma programação reencarnatória.
izamos no mundo espiritual. Paraa maior parte de nós, antes de encarnarmos, nós estivemos com amigos da de uma escala superior a nossa, que nos orientaram e a gente fez uma programação reencarnatória. E nessa programação eu escolhi que tipo de prova eu tive que que eu poderia passar por aqui. Algumas expiações eu não escolho porque elas estão inseridas no meu perpírito. Se eu fiz numa existência alguma coisa que feriu, que danificou o meu perespírito, isso terá reflexo numa vida seguinte ou em outras e outras e outras vidas, enquanto eu não conseguir fazer um acerto, fazer um reajuste do meu perespírito. Mas as provas eu escolho e algumas vezes em razão do nossa da nossa escala evolutiva, até mesmo e as nossas expiações, a gente consegue uma moratória. Não, deixa eu ir reencarnar aqui, adquirir mais força, mais energia, mais conhecimento, aí depois eu volto e pago essa conta. Acontece, né? Isso, isso é possível, né? Mas nem todo mundo consegue isso. E vamos lembrar que essa não é uma concessão simplesmente da espiritualidade. Não é simplesmente a espiritualidade que fala: "Você pode ou você não pode, né? Porque tudo que nós fazemos está gravado. Tudo que nós fazemos está registrado no nosso perespírito e, portanto, no nosso espírito. Então, nada que eu tenha feito da minha infância até hoje, na minha vida passada, nas 100 vidas passadas que nós tenhamos tido, né, eh eh fica sem registro. E e para que eu evolua, para que eu cresça efetivamente espiritual, eu tenho que passar a limpo todas as questões que eu tenha vivenciado negativamente. Todas, absolutamente todas. Não significa que se um dia eu matei alguém, eu tenha que ser morto por uma outra pessoa. Eu tenho um inimigo, mato esse inimigo, na vida seguinte ele me mata, na outra eu mato ele de novo. E essa coisa não terminaria nunca, iria pra eternidade. Nós temos outras maneiras de resolver os nossos débitos reencarnatórios, os nossos débitos cármicos, os nossos débitos que estão registrados no nosso perespírito. A caridade é um
iria pra eternidade. Nós temos outras maneiras de resolver os nossos débitos reencarnatórios, os nossos débitos cármicos, os nossos débitos que estão registrados no nosso perespírito. A caridade é um desses meios, né? A prece é um desses meios. A aplica, nossa aplicação no bem é uma dessas formas. Então, né, nós temos um tempo curto aqui para desenvolver esse tema, que é um tema muito eh elástico. Nós poderíamos falar a respeito dele durante muito tempo, tá? Vamos fazer um pequeno resumo, lembrando que, né, a nossa vida encarnado nesse momento precisa ter um sentido, um propósito, um sentido. Que rumo que eu dou para minha vida? Que propósito eu tenho onde eu quero chegar. Lembrando que o propósito final adequado é a evolução espiritual. Lembramos também que então a nossa encarnação, a gente está em uma missão às vezes de ajudar alguém da própria família, alguém mais difícil ou uma missão mesmo para nos eh reforçar a nossa capacidade de compreensão e evolução espiritual, né? Nós temos as provas, nós temos as expiações, que são esses registros internos, e essa obrigação de colaborar com Deus na construção de um de um mundo melhor. e que nesse sentido a felicidade e não é algo que a gente consiga viver, pelo menos não de acordo com eh a cultura vigente, aquela coisa que a gente vê na novela, que a gente vê na televisão, aquilo que a gente fala, aquela felicidade de propaganda de margarina, né? A família perfeita, aquela, né? a gente vai ter problemas, não teremos essa felicidade aqui, mas podemos ser alegres e podemos ser felizes. Ser feliz não significa ter felicidade todo tempo. Na existência presente, nós temos momentos felizes. A felicidade, como Cristo nos colocou e como ele nos ofereceu na sua encarnação, na sua vinda à terra, né? é a felicidade do espírito que é perpétua, que é perene. Eu espero que a espiritualidade aqui presente, e nós sabemos que temos muitos amigos espirituais aqui nos intuindo, nos ajudando, despertando a nossa mente e o nosso coração, possa nos ajudar a todos
Eu espero que a espiritualidade aqui presente, e nós sabemos que temos muitos amigos espirituais aqui nos intuindo, nos ajudando, despertando a nossa mente e o nosso coração, possa nos ajudar a todos nós a encontrar esse sentido, esse caminho para sermos mais felizes em nossa existência. Obrigado. espiritual. A gente é a falta do sentido. Eu só não falei dela, mas não passei. He quer falar, né? Não, acho que tá não. Eh, eh, não. Eh, é só dizer que a dor é uma escola da alma que ela não vem para castigar, mas para elevar, né? e e sim lembrar, por bom que eu queria lembrar desse dessa fala que eu sempre trago aqui, lembrar que a vida para nós, sabe, ela não é um um passeio, não estamos aqui de turismo, ninguém tá fazendo turismo aqui, né? Se bem que às vezes a gente faça algum turismo por aí, mas a vida tem um sentido e um propósito. E aí a vida é uma escola, porque nós vamos aprender, aprender e aprender, não? nós vemos aqui para viver dentro dessa escola é uma oficina porque eu vou ter eu vou desenvolver a aparelhagem o na necessário, os aparelhos, as ferramentas para me consertar internamente para eh rearranjar o meu perespírito e ao mesmo tempo é um hospital onde eu vou tratar as minhas dores físicas, mentais, emocionais e as espirituais. É isso aí. Obrigado. O público estava atento, né? E volta para falar da dor espiritual. Bom, a gente agradece imensamente o José Carlos, né, pela pela reflexão tão valiosa. E encerramos esse nosso momento de hoje agradecendo. Mas antes da prece final, nós vamos falar do tema de amanhã. Nós temos tema até sábado e amanhã nós vamos ter a Márcia Ser, que é uma trabalhadora da comunhão, é uma atendente fraterna, é uma palestrante. Ela vai falar para nós das feridas invisíveis, a depressão e a revolta contra o próprio destino. Se vocês não puderem estar presente lá no YouTube, a gente tá tá falando. Vocês podem assistir amanhã, o dia que vocês quiserem, entendeu? Porque todas as palestras da comunhão não sai mais do ar, porque nós já temos muitos
tar presente lá no YouTube, a gente tá tá falando. Vocês podem assistir amanhã, o dia que vocês quiserem, entendeu? Porque todas as palestras da comunhão não sai mais do ar, porque nós já temos muitos inscritos, então o YouTube ele conserva, tá certo? Então, para encerrar esse nosso momento, vamos chamar o Tomás, que é um conselheiro da diretoria de atendimento e orientação, e agradecer mais uma vez o José Carlos, nosso amigo, né, de sempre, por as belíssimas falas, belíssima fala dele. Uma boa noite para vocês, um beijo no coração de cada um presente e aqueles também que estão nos ouvindo. Boa noite a todos. Mais uma vez agradecer o nosso irmão José Carlos, que sempre nos traz informações valiosas e é importante também destacar o trabalho da DA, da diretoria de atendimento e orientação, que todo ano nos traz vários seminários importantíssimos para todos nós. Então eu quero comentar aqui que o nosso irmão José Carlos foi muito bonzinho, né, dizendo que nós estamos aqui numa escola, numa oficina ou no hospital e cabe a nós escolhermos. Nós vamos querer ficar numa escola, queremos ficar numa oficina ou queremos ficar no hospital. Depende dos nossos pensamentos, nossas ações, nossas palavras. Então, a escolha é nossa. Então, todo esse trabalho que nosso irmão José Carlos nos trouxe é muito valioso, que nós possamos levar paraa nossa casa, pro nosso dia a dia, esses conceitos que ele nos apresentou. Então, vamos fazer a nossa prece final. Jesus amado, te agradecemos, Senhor, por mais um momento em que estivemos aqui com a chance de aprender um pouco mais dos teus ensinamentos. Agradecemos a todos os nossos mentores espirituais que nos ajudaram a chegar até aqui. Nosso anjo de guarda, nosso mentor da casa Bezerra de Menezes, nosso mentor da nossa diretoria de atendimento e orientação, José Grosso. E é também a nossa boa vontade em querermos melhorar. que nós possamos continuar vibrando nessa luz que chegou até nós, para que nós possamos viver em paz e sentir a verdadeira felicidade
José Grosso. E é também a nossa boa vontade em querermos melhorar. que nós possamos continuar vibrando nessa luz que chegou até nós, para que nós possamos viver em paz e sentir a verdadeira felicidade em que é possível vivenciar aqui no nosso planeta Terra, nosso planeta de provas e expiações. que nós possamos então Jesus exercitar a nossa tarefa, realizando a nossa tarefa de aprendizado para que possamos evoluir a cada dia. Pedimos então permissão para encerrar o nosso encontro, dizendo graças a Deus e graças a ti, mestre. Que assim seja. Então, mais uma vez aí. Obrigado. Foi bonzinho. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada.
ar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
Vídeos relacionados
A ANSIEDADE ME DESTROI - Bárbara Britto [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Bárbara Britto
Cláudia Piva | HORAS DIFÍCEIS (PALESTRA ESPÍRITA)
Comunhão Espírita de Brasília · Claudia Piva
Christina Barretto | VOCÊ E O MUNDO - A CARIDADE TRANSFORMA? (PALESTRA ESPÍRITA)
Comunhão Espírita de Brasília · Christina Barretto
MEDO E O INTERMINÁVEL PRESENTE - Germana Carsten [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Germana Carsten
CANSAÇO ESPIRITUAL - Adolfo Marques [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Adolfo Marques
A Dor que Ninguém Vê: feridas da alma - Andréia Gardim [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Andréia Gardim
SOFRIMENTOS OCULTOS - Claudia Piva [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Claudia Piva
AMARGURA - Terezinha de Jesus [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Terezinha de Jesus