O MAIOR MANDAMENTO - Leandro Irigonhê [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 16/01/2026 (há 2 meses) 45:41 220 visualizações

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Transcrição

a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu [música] entendi qual o valor. Boa tarde, sejam todos bem-vindos. Sintam-se acolhidos com muito carinho pela equipe espiritual aqui responsável por este horário e que a paz de Jesus nos envolva pacificando as nossas mentes e os nossos corações. E com certeza essa mesma paz chega aos nossos irmãos e irmãs internautas que nos assistem através dos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. Hoje nós temos o prazer de receber o nosso irmão Leandro. Eu nunca sei falar o nome dele direito, sobrenome, Irigonê, né? Eu acerto um dia. Leandro Irigonê. E ele vai falar sobre um tema que é maravilhoso, o maior mandamento. E nós vamos ler uma mensagem, como sempre fazemos, né, para harmonizarmos mais. Depois a prece e aí passamos a palavra para o nosso irmão Leandro. Eu vou ler uma mensagem que tá contida neste livro Senhor e Mestre, eh, ditado pelo irmão José e psicografia do Carlos Abateli. E o título é Amor e Reencarnação. Através da reencarnação é que a lei de amor se cumpre para todas as criaturas. Em vão alimentarás ódio e animosidade contra quem quer que seja. Em teus braços receberás na condição de filhos ou netos aqueles aos quais prejudicaste? Qu qu quanto terás por genitores ou avós os que te foram causa de sofrimento em pregressas existências. Dividirás o tálamo conjugal com o jovem ou a jovem que outrora desencaminhaste. Oscularás com ternura a face de teus mais ferrhos adversários. Quando, quanto serás osculado afetuosamente por eles? Apagar-te para que brilhem por teu esforço e sacrifício os que relegaste à obscuridade. E somente te sentirás plenamente redimido quando, por fim, diante da paternidade divina, a todos tratares como teus irmãos. E assim elevemos

or teu esforço e sacrifício os que relegaste à obscuridade. E somente te sentirás plenamente redimido quando, por fim, diante da paternidade divina, a todos tratares como teus irmãos. E assim elevemos nossos pensamentos ao nosso mestre Jesus. nosso mestre de amor, que veio nos ensinar a verdadeira, o verdadeiro significado do amor, de acolher, de amparar, de pacificar, enfim, aplicando todas as virtudes dos do reino dos céus. E assim vamos caminhando, melhorando o dia a dia e buscando cada vez mais praticar o amor renúncia, o amor paciência, o amor solidariedade. E assim, Senhor, só temos agradecer pela tua presença em nossas vidas. Ser conosco hoje e sempre. E pedimos neste momento a Dr. Bezerra de Menezes, mentor desta casa, e a toda a equipe espiritual, responsável por este horário, que ampare inspirua o nosso irmão Leandro, que está com a palavra. Que assim seja. Minhas amigas, meus amigos, muito boa tarde. É sempre um prazer encontrar vocês aqui nas quintas-feiras nesse auditório da comunhão, porque é um momento em que revejo muitos dos que aqui costumeiramente vem. Então, torna-se um um um instante em que a gente mata saudades de quem eu vejo aqui no auditório. Bom, Vânia na letra introdutória, muito feliz na escolha do texto, trouxe pra gente a mensagem da espiritualidade maior acerca da nossa necessidade, né? para não dizer obrigação de nos enxergarmos todos uns aos outros como irmãos. E na leitura que ela trouxe, ela mostrou a dinâmica divina de como é que esse processo se dá. Haja vist as nossas dificuldades costumeiras uns com os outros. Não há o castigo, não há obrigação, não há a imposição do vamos fazer as pazes. A gente tem que se gostar, querendo ou não, às vezes frente a uma situação que não dá para se gostar mesmo uns dos outros. Porque o que fizemos uns com os outros é uma bandalheira, então não dá. Tem horas que a gente olha assim pro outro irmão, pra outra irmã e vai dizer: "Puxa, me desculpa, que que eu fiz? Onde é que eu tava com a cabeça?"

s uns com os outros é uma bandalheira, então não dá. Tem horas que a gente olha assim pro outro irmão, pra outra irmã e vai dizer: "Puxa, me desculpa, que que eu fiz? Onde é que eu tava com a cabeça?" Quando a gente ainda reconhece, né? Porque às vezes a gente nem fala, mas pensa, é isso mesmo, fiz e faço de novo, né? Você merece. Olha o julgamento, né? ainda se acha melhor que os outros. Ou então é o contrário, né? A gente é a vítima, a gente que é atacado, a pessoa que aprontou com a gente, mas seja num papel ou em outro de algos de vítima, ficam evidenciadas várias vezes as mazelas, as maldades que fazemos uns com os outros. E isso causa sofrimento. Isso traz aquela amargura, aquela mágoa, às vezes até aquele ódio ou aquele pavor uns dos outros. Mas a Vânia leu que Deus dá um jeito nisso. Como é que ele oportuniza essa reparação, Vânia? através da possibilidade de um reencontro. Muitas vezes a gente diz assim: "Não, tá certo, depois eu converso contigo, me dá um tempo, deixa esfriar a cabeça, não é? Depois a gente conversa". E aí, de cabeça fria, ambas as partes, a gente senta e consegue conversar e chegar num consenso. Mas houve um tempo, um tempo pra gente esfriar a cabeça, pra gente refletir sobre o que nós fizemos ou que nós vivenciamos. E então depois a gente se reencontra para falar daquela situação, mas já com um ânimo diferente. Mas na vida, na nossa vida imortal, a gente não morre nunca. É bom lembrar que o que vai morrer, o que da terra veio e da terra volta, ou seja, o que é da matéria, que da matéria procedeu e da matéria retorna, é o corpo físico, não o nosso corpo espiritual. A nossa parte espiritual não morre, ela troca de roupagem física. Quero que cada um de vocês e e imagine-se mudando de corpo. Hoje nós temos esta aparência. Em uma vida passada nós tínhamos outra aparência. Em uma vida futura, teremos uma outra aparência. É como como a roupa que a gente troca, uma camisa clara, listrada, uma camisa azul marinho escura, né, assim, sem sem listras, lisa, uma camisa riscadinha

uma vida futura, teremos uma outra aparência. É como como a roupa que a gente troca, uma camisa clara, listrada, uma camisa azul marinho escura, né, assim, sem sem listras, lisa, uma camisa riscadinha branca, né? A gente consegue se imaginar com roupas diferente. Então, imaginemo-nos também em corpos diferentes. É, mas para que isso, Vânia? Para que que eu quero me imaginar em corpos diferentes? Porque ao nos imaginarmos em corpos diferentes, perceberemos que estamos em vidas diferentes e nos encontrando uns com os outros com o devido esquecimento da dificuldade. É aí que a Vina entra, quando ela fala da possibilidade divina desse reencontro. desse refazimento, quando ela cita a palavra reencarnação. Então, através da reencarnação, através da volta à vida física, é que a gente vai, como ela citou na na leitura, muito apropriadamente, encontrar em quem divide o papel de cônjuge com a gente, aquela pessoa muitas vezes que nós maltratamos, que nós empurramos pra sargeta da vida, que nós prejudicamos muito e E aí a gente volta para reparar, por exemplo. Por isso que às vezes temos uma sensação assim um pouco esquisita, Vânia, de que nosso casamento ou nossa esposa ou nosso marido não são assim. Nós também não somos, né? Aquele príncipe do cavalo branco, né? E a princesa do castelo, tem alguma coisa que não bate bem com a história. É porque é um ajuste, né? É um momento de vamos refazer, vamos sentar aqui agora e vamos fazer de novo, de uma maneira melhor. Diz também ali no texto que aqueles que nós prejudicamos, que desviamos, que maltratamos, voltam com nossos filhos. para que nós possamos dar a eles o amor que a eles negamos em outras vidas. Da mesma forma que pais e avós nos recebem para que tenham a oportunidade de dar a nós esse amor que faltou lá atrás. Então, todo mundo se reencontra devagar e sempre, continuamente, infinitamente, até que, como diz o fim do texto, ao final nós nos encontremos frente à paternidade divina com o olhar de irmão, quando então viremos todos

e reencontra devagar e sempre, continuamente, infinitamente, até que, como diz o fim do texto, ao final nós nos encontremos frente à paternidade divina com o olhar de irmão, quando então viremos todos como irmãos. Muito bom o texto, né? Fiquei muito encantado com esse seu texto. F. E aí eles devem estar se perguntando: "E o que que isso tem a ver com maior mandamento?" Que é o tema da palestra de hoje? O cara tá falando de irmandade e tal, etc. Tem tudo a ver. Eu falava agora h pouco, pegando o gancho no texto da Vânia, que nós precisamos nos amar como irmãos. Precisamos nos ver como irmãos, nos enxergar, lembrar que somos irmãos. Ah, eu não sou irmão desse povo todo, não. Tá doido. Eu tenho um irmão só doido. [risadas] Tá na hora de deixar esse pensamento lá para trás. Esse pensamento não bate com a vida que a gente que a gente vive. Já perceberam? Às vezes nós temos mais afinidade com amigos, com conhecidos, do que com as próprias pessoas consanguíneas, mostrando que irmandade tem a ver com sentimento e não com sangue ou carne. essa história de irmão, de sangue, de família e tal, gente, isso é uma construção momentânea da terra que não obrigatoriamente junta as pessoas que se amam ali, a ideia de que o amor é construído a partir daquele momento, não, porque nós não nós não nascemos naquele momento. Nós somos almas antigas, gente. Ali é um momento normalmente de ajuste. É claro que também temos as situações em que nós reencarnamos com aqueles que nós gostamos muito, que temos grande afinidade para nos ajudarmos uns aos outros nessa travessia. Mas isso é é para mostrar que o modelo que Jesus veio falar, lembra uma situação quando ele tá na casa cheia de gente, que o povo fala assim, ó, te tua tua mãe e teus irmãos vieram te buscar. Ele diz assim: "Mas quem é minha mãe? Quem são meus irmãos? Aí o povo fica meio assim, ele mostra que não é a questão da consanguinidade. Ele diz assim: "Minha mãe e meus irmãos são todos aqueles que fazem a vontade de meu pai que tá no céu,

m são meus irmãos? Aí o povo fica meio assim, ele mostra que não é a questão da consanguinidade. Ele diz assim: "Minha mãe e meus irmãos são todos aqueles que fazem a vontade de meu pai que tá no céu, lembrando por excelência que somos irmãos. Ah, somos irmãos, Vânia. Somos irmãos, temos o mesmo pai, uns irmãos mais velhos, uns irmãos mais novos, mas todos caminhando junto. Não é o meu caso, mas quem vem de família grande, 8, 10, 12 irmãos, eh, é comum que os mais velhos cuidassem dos mais novos, porque a mãe sozinha não dava conta, né? Imagina 12 filhos. Acabava sobrando pros mais velhos cuidar dos mais novos. Na vida é assim, as almas mais antigas, mais evoluídas, digamos assim, não necessariamente as mais antigas, né? As mais evoluídas vão sempre cuidando das que estão a caminho, das que estão um pouco atrás. Sempre tem alguém na frente puxando a gente e a gente sempre tem que dar mão para quem tá atrás. Caminhamos assim. Mas voltando ao tema aqui, o maior mandamento. O maior mandamento tem a ver exatamente com o que a gente estava comentando, porque no capítulo 11 do Evangelho Segundo o Espiritismo, intitulado Amar o Próximo como a si mesmo, olha só, ele traz um um em epígrafe aqui uma parte de Mateus, duas, na verdade. Olha que ele diz assim: "Os fariseus, tendo sabido que ele tapara a boca aos saduceus, reuniram-se e um deles, que era doutor da lei, para o tentar, propôs-lhe esta questão: Mestre, qual o maior mandamento da lei?" Jesus respondeu: "Amarás o Senhor, teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu espírito. Este o maior e o primeiro mandamento." E antes que o fariseu pudesse retrucar, ele continua. E aqui tendes o segundo semelhante a esse. Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Muitos de nós lembramos dessa passagem, mas não lembramos da próxima frase que é importantíssima. Olha o que ela diz. Toda a lei e os profetas se acham contidos nesses dois mandamentos. Gente, quem falou isso não foi o José da esquina, foi Jesus amar a Deus sobre todas as coisas,

importantíssima. Olha o que ela diz. Toda a lei e os profetas se acham contidos nesses dois mandamentos. Gente, quem falou isso não foi o José da esquina, foi Jesus amar a Deus sobre todas as coisas, ao próximo como a ti mesmo. Toda a lei, a lei mosaica, os profetas, ou seja, tudo o mais está contido. Ou seja, ele resumiu toda a lei, a questão da convivência, o nosso ponto principal da existência, o que que eu faço, para onde eu vou, quem que eu sou, né? Como é que funciona? Em duas frases. E tem mais uma frase aqui também que Mateus registrou um pouco antes, porque essas que eu acabei de ler estão em Mateus, capítulo 22, versículos 34 a 40. Mas ele coloca mais um aqui muito interessante também. Fazei aos homens tudo o que queirais que eles vos façam, pois é nisto que consistem a lei e os profetas. Tá um pouco mais atrás. É Mateus, capítulo 7, versículo 12. Então, antes de Jesus resumir a lei toda em dois mandamentos, ele já havia dito: "Fazei aos outros o que você quer que os outros façam para você". Pois é, é aí que estão a lei e os profetas. Ele já vinha chamando atenção para esse nosso proceder, essa nossa convivência de uns com os outros. É verdade, Vânia, bastava lhe dizer só o primeiro mandamento, amar a Deus acima de tudo ou nem precisava acima de tudo a Deus. Amar a Deus. Porque se você ama a Deus, se eu amo a Deus, se nós amamos a Deus, nós temos que amar o que ele é, que a gente nem sabe o que ele fez, o que é dele, temos que recebê-lo com carinho em nosso coração, em nosso pensamento, refletir nas nossas atitudes o que conseguimos compreender dele. Ele não é alguém no nosso nível ou alguém que tá aprendendo com a gente. Estamos falando do criador do universo, da vida. Se nós o amamos, deveríamos amar tudo que ele fez. Então, tava resolvido. Amo a todos vocês, porque vocês são criações divinas. Assim como eu amo a natureza, os animais, o clima, a boa convivência, o nascer do sol, o pôr do sol, a chuva, a convivência pacífica, harmoniosa. Sou quase um santo, Vânia, não sei o que

ções divinas. Assim como eu amo a natureza, os animais, o clima, a boa convivência, o nascer do sol, o pôr do sol, a chuva, a convivência pacífica, harmoniosa. Sou quase um santo, Vânia, não sei o que faço aqui na Terra, não é? Mas é isso que acontece comigo? Claro que não. É isso que acontece conosco de forma geral também, não é? Por isso ele coloca o segundo mandamento. Eu sei que vocês não entenderam muito bem o primeiro, então eu vou trazer um mais reduzidinho, que é o segundo, que vai fazer, né, a gente compreender por onde começar. Amar ao próximo como a ti mesmo. E a passagem fica na Bíblia. Aí depois eu tava conversando com a Vânia, falei: "Vânia, Jesus falou pra gente amar o próximo, não foi? amar o próximo como a ti mesmo. Ã, mas quem é o próximo, Vânia? É o é o é é o próximo que tá próximo ou é o próximo? Porque também amo gente que não tá tão próxima. Então, deve ser o próximo fisicamente, mas também deve ser o próximo do coração. Aquele que tá próximo ao meu corpo, mas tá próximo ao meu coração, tá próximo pensamento também. Então, o próximo já não é mais uma questão física, é uma questão de sentimento. Mas e aquele que eu não gosto mais, aquele que eu briguei, deixou de ser próximo? Ah, deixou. Esse eu tô de mal próximo. Hoje em dia a gente fala assim, né? cancelei, bloqueei ou qualquer coisa parecida, você para, você ignora, você limita, você exclui aquela possibilidade de comunicação, de relação com aquela pessoa. Mas Jesus sabia que a gente era bandido. Ele sabia, ele ele sabia que quem ia ficar confuso e amar ao próximo, quem é o próximo no fim das contas, né? como a ti mesmo. E aí fica um sentido meio ambíguo. Amar o outro como amo a mim. Ou seja, eu sou obrigado a amar o outro porque eu me amo. Uma questão de obrigação, tem que amar o outro porque você se ama. ou uma questão de modalidade. Ame aos outros da mesma maneira, da mesma forma como você se ama, com o mesmo cuidado, com o mesmo carinho, com o mesmo querer. Então, poderia ficar na na na nossa

e ama. ou uma questão de modalidade. Ame aos outros da mesma maneira, da mesma forma como você se ama, com o mesmo cuidado, com o mesmo carinho, com o mesmo querer. Então, poderia ficar na na na nossa cabeça essa dúvida, essa confusão, essa discussão, quem é próximo, quando não é, quando que é próximo, quando que não é. Isso foi passando e na hora de ir embora, na última ceia, Jesus diz assim, tem outra frase muito interessante que explica o segundo mandamento, que completa o seu sentido, que esclarece definitivamente para não ter conversa moleva, né? É quando ele diz assim: "Deixo-vos um novo mandamento". Estão percebendo? tinha os 10 mandamentos da lei mosaica. Jesus vem, traz o primeiro que bate com deles, a amar a Deus sobre todas as coisas. Aí ele já queria um segundo, que não é o da lei mosaica, amar o próximo como a ti mesmo. Então tinham dois mandamentos que Jesus deixou. Ele vem agora na hora de ir embora, ele deixa mais um. Deixe-nos um novo mandamento. É o terceiro mandamento dele. Amai-vos uns aos outros. Opa, acabou com a história de próximo agora. Não preciso mais saber se o próximo tá próximo, se o próximo tá longe, se próximo eu gosto, se próximo eu não gosto. Não faz diferença uns aos outros. Ele não criou uma exceção, logo é todo mundo. Então é para amar todo mundo. Amai-vos uns aos outros. Então temos que amar todo mundo. Como eu vos amei- diz ele. É a maneira como temos que amar. Primeiro Eliso, quem é que a gente tem que amar e como temos que nos amar a todos da forma como ele nos amou. Isso é um esclarecimento do segundo mandamento decorrente do primeiro. Olha o que Jesus veio fazer na terra. veio dar um norte pra gente em termos de caminhada evolutiva. Veio nos mostrar como é que nós temos que proceder uns com os outros. Qual é a nossa meta? Aonde nós queremos chegar. Lembram que no texto da Vânia, ela dizia lá no final que então sobre a ideia da paternidade divina reconheceremos a todos como irmãos? Tá falando a mesma coisa. Amemo-nos uns aos outros, né? Amai-vos

Lembram que no texto da Vânia, ela dizia lá no final que então sobre a ideia da paternidade divina reconheceremos a todos como irmãos? Tá falando a mesma coisa. Amemo-nos uns aos outros, né? Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Da mesma forma que o Cristo amou a gente, a gente tem que aprender a amar os outros. Ah, Leandro, você vai desculpar, mas não dá, não. É muito difícil, muito difícil esse negócio. É, eu não vi o Cristo dizer que era fácil. Não tá isso na Bíblia que é fácil. Ele só deu a meta. Ah, mas eu não dou conta. É claro que você não dá conta numa vida só. Tá muito difícil. Por isso a gente tem n vidas, tantas quantas forem necessárias, até que nós desenvolvamos esse amor a todos incondicionalmente, porque o Cristo nos amava incondicionalmente. Não tinha restrição, não tinha senão. Ele amou a todos, do mais malvadão ao mais bonzinho, dos que estavam vivos e dos que estavam mortos. O amor é amplo, geral e restrito incondicional. Por isso que o espírito ali, o irmão José, finaliza o texto dizendo que vai chegar o dia em que nós, sobre a paternidade divina olharem-nos uns aos outros e nos veremos todos como irmãos. Por isso que esse texto tem tudo a ver com essa palestra do maior mandamento, porque o maior mandamento é amar a Deus. Mas para amar a Deus, a gente que não entende muito bem essa ideia do do que é Deus. É preciso compreender que precisamos passar pelo aprendizado do amor com quem? Com tudo que é de Deus. Ora, e o que é mais próximo de nós mesmos, os que não são iguais, semelhantes, o ser humano. E aí podemos estender esse amor aos animais, aos vegetais, aos minerais, à terra toda. É quando compreendemos que se trata, na verdade, de uma postura interna de sentir, de ver a vida, de sentir a vida. Amar aos outros não é alguma coisa que eu faço para os outros. É uma postura de vida que eu assumo, que irradia, que busca irradiar esse amor fraterno, este amor divino. E quando eu procuro fazer isso, eu estou procurando amar os outros incondicionalmente.

utros. É uma postura de vida que eu assumo, que irradia, que busca irradiar esse amor fraterno, este amor divino. E quando eu procuro fazer isso, eu estou procurando amar os outros incondicionalmente. E para amar incondicionalmente, eu posso julgar? Não, não posso julgar. Ah, mas tem coisas que eu não tolero. Tem coisas que são inadmissíveis. Sim, no nosso nível evolutivo tem, mas a gente vai superar. Imaginemo-nos no lugar de Maria, mãe de Jesus. Aí pegam seu filho e fazem com ele o que fizeram com Jesus. a gente ia perdoar, a gente ia achar bom. E será que o nosso filho sendo açoitado, maltratado, pregado na cruz, espetado e tal, pá, pá, pá, ainda ia virar e dizia: "Poxa, pai, perdoa-lhes, eles não sabem o que fazem." Olha a dica da dimensão que esse cara tá. mostrando mais uma vez pra gente qual é a meta. É muito amor, é amor incondicional. Quero que guardem o seguinte pensamento. Cada um de nós vai amar a toda a humanidade. A que já desencarnou, a que tá encarnada, a que vai, que volta, do mais malvadinho ao mais bonzinho, todo mundo incondicionalmente. Não tem senão, não tem menos, não gosto. Não tem isso. é igual para todo mundo. Quando a gente chegar nesse nível de conseguir amar todo o planeta de maneira incondicional, como Jesus nos amou, aí nós estaremos no caminho dos espíritos puros, chegando lá, pretendendo nos tornar um deles, para representarmos uns para os outros aquele mandamento maior que é o amar a Deus sobre todas as coisas. Lembrando que para executar esse mandamento, eu preciso amar a sua obra. Eu preciso amar tudo o que é de Deus. E o que é de Deus? É tudo. É o universo todo. É tão bom essa conversa, Vôia. É tão boa essa conversa porque deu uma dimensão muito maior agora para o nosso sentimento, os nossos objetivos na vida, o nosso pensamento, forma como a gente encara os parentes, como a gente encara os mendigos na rua, os colegas de trabalho, os doentes nos hospitais, o cara que fura fila, o cara que te fecha no trânsito, o cara que te assalta, o cara que faz isso ou aquilo

s, como a gente encara os mendigos na rua, os colegas de trabalho, os doentes nos hospitais, o cara que fura fila, o cara que te fecha no trânsito, o cara que te assalta, o cara que faz isso ou aquilo no mundo, que promove uma guerra, né? e assim assada e tal. Quando você para para pensar nisso, você pensa nesse mundo e pensa na sua nova meta. Amar a todos indistintamente, da mesma forma. E aí você começa a se perceber, gente, não dou conta, eu não consigo. E aí vem a primeira grande chacoalhada interna. Caramba, como é que eu vou fazer? Para começar, nós vamos tentar o quê? Diminuir aquelas dificuldades, né? Nossa, o nosso egoísmo, a nossa forma de amar limitada. Começa a lembrar do Cristo. Quem é minha mãe, quem são meus irmãos? São todos aqueles que fazem a vontade de meu pai que tá no céu. Começa a ter um outro olhar para todo mundo no mundo. Começar a pensar em perdão, começar a pensar em tolerância, em indulgência, que é a capacidade de relevar, de deixa para lá, de compreender. Vai começar sabe o quê? A buscar se amar mais. Porque se percebe com a necessidade de se transformar. E aí vamos cair na reforma íntima, que é o autoconhecimento. E o autoconhecimento precisa do autoamor para que seja levado a cabo. Então, moçada, muito feliz no encontro, mais feliz ainda por ver o rostinho de vocês aí, tão assim circunspectos, compenetrados, mastigando essa ideia do maior mandamento na expressão do amai-vos uns aos outros como eu vos amei, que o Cristo nos deixou. E que esse encontro de hoje marque não só o início de um novo ano, 2026, mas que marque o início de uma nova etapa na vida de cada um de nós. aquele ano, aquele instante, aquele momento, aquela quinta-feira que eu fui na comunhão espírita de Brasília à tarde e ouvir umas palestras e ouvi umas palavras que me mostraram o tamanho do caminho que eu tenho que seguir, mas que eu não estou sozinho, eu estou amparado por Deus, de mãos dadas com Cristo para realizar esse caminho. Todos nós. Então, a todos vocês que nos

ram o tamanho do caminho que eu tenho que seguir, mas que eu não estou sozinho, eu estou amparado por Deus, de mãos dadas com Cristo para realizar esse caminho. Todos nós. Então, a todos vocês que nos assistem presencialmente ou pela internet, o nosso feliz 2026 de uma caminhada maravilhosa com Jesus no coração. Muito obrigado. Agradecemos nosso irmão Leandro pela reflexão e neste momento vamos elevar o nosso pensamento a Jesus, nosso bom pastor. Lembrando Pedro na sua primeira carta que diz: "O amor cobre uma multidão de pecados. que busquemos exercitar o amor, eliminando dos nossos corações os ressentimentos, as mágoas, os desejos de vingança, de ódio, purificando os nossos corações, agindo cada vez mais de acordo com o evangelho de Jesus, que nos convoca nos convida a amar incondicionalmente. E nesse exercício de amar a aqueles que não nos amam ou aqueles que nos ofendem, nos agridem, sejamos perseverantes no exercício desse sentimento maior. E pedimos a Jesus que envolva todos aqui presentes, encarnados e desencarnados, no seu infinito amor, na sua infinita paz. E que este mesmo amor, esta mesma paz sejam direcionadas a toda a humanidade, encarnados e desencarnados. Há muitos em sofrimento, em desequilíbrio, em conflito. Ampara o Senhor. Leva a tua luz de amor para que seus corações despertem para esse sentimento. Só temos a dizer gratidão, gratidão, ser conosco hoje e sempre. Que assim seja, meus queridos irmãos e irmãs. Eh, a nossa irmã dará orientação para o passe. E vou dar um aviso a vocês. Não sei se vocês viram, nós temos um palestrante, ele é um ótimo palestrante, ele hoje mora em São Carlos, em São Paulo. Ele é mineiro de patrocínio, Artur Valadares. E ele vai falar aqui na comunhão no sábado e quem todos estão convidados. É um palestante maravilhoso. Que Jesus nos abençoe. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por

Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir [música] a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, [música] rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos [música] lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que

mbientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e [música] a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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