O Livro dos Espíritos • Jussara Korngold
Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista traz um convidado especial para falar sobre temas do cotidiano sob a luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se encontram para reflexões acerca do Evangelho de Jesus. Realização: União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #olivrodosespíritos #espiritismo
Que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências. Que a sua paz esteja em cada coração. Sejam bem-vindos em mais uma live aqui nos nossos canais da UVCTV e da TV Mansão do Caminho. Sempre uma imensa alegria saber que estamos na companhia de tantas almas queridas para mais um momento de reflexão em torno da mensagem do mestre à luz da doutrina espírita. E para melhor sintonizarmos com este momento, que possamos elevar os nossos pensamentos em prece. Rabi, amigo, eis-nos aqui, Senhor, mais uma vez te buscando, para que desta feita tenhamos ouvidos para ouvir-te através de tantos prepó. E sejamos cooperadores contigo nessa longa tarefa de sermos fiéis à vivência dos teus ensinos, a fim de que tenhamos a coragem de revolver a terra dos nossos corações, para que a tua semente libertadora de vida e vida em abundância possa ser fecunda e cooperarmos assim para que estatuamos dentro de nós. a vivência do teu evangelho para que ele se espalhe sobre toda a terra. Te rogamos, amigo, que nesse instante fique conosco, envolvendo-nos na tua paz e protegendo-nos com teu amor. Hoje nós temos a honra e a alegria de receber mais uma vez em nossos canais nossa querida amiga, irmã Jusara Cornat, que vai nos trazer o tema o livro dos espíritos nesse dia 18 de abril. Então, rogando votos de muita paz, a convidamos para o seu trabalho nesta noite. Enquanto o Jusara não adentra a sala, vamos aguardar. Prontinho. Coisas da tecnologia. Sara, seja bem-vinda. Sempre uma imensa alegria estar contigo nesses nossos canais. Rogando votos de muita paz. Passamos a palavra para você. Obrigada, Rosângela. Olá, Naíra. Olá a todos que estão nos acompanhando pelas web TVs, a União Espírita de Vitória da Conquista. É uma alegria sempre estar com vocês, estar aqui unidos, especialmente nessa data tão importante. Dia 18 de abril de 1857, Allan Kardec publica pela primeira vez esta obra que se chama O Livro dos Espíritos. Hoje, especialmente no dia em que se celebra também entre os católicos a sexta-feira da paixão, vamos
bril de 1857, Allan Kardec publica pela primeira vez esta obra que se chama O Livro dos Espíritos. Hoje, especialmente no dia em que se celebra também entre os católicos a sexta-feira da paixão, vamos nos lembrar de Cristo, de como o seu trabalho, seu serviço, seu amor à humanidade terrena fez com que há mais de 2000 anos ele pudesse introduzir as mensagens, a lei de Deus, nosso pai. E esse trabalho continuou através dos séculos, até que no século XIX, um de seus mensageiros, o seu trabalhador também parte da falange dos espíritos, desse espírito que nós chamamos espírito verdade, nasce Hipolite Leon. Denizar Rivo, que durante 50 anos, um pouco mais de sua vida, ele se dedica ao estudo, a peda área da pedagogia, adquirir aquele suporte necessário, intelectual, mas também moral, porque sendo ele um homem de grande moralidade, lhe permitiria, em alguns anos, a partir de 1855, entrar em contato com aquilo que depois chamaria ele mesmo a voz, as vozes dos espíritos. Muitas vezes quando nós foliamos a obra, sabendo da sua grandeza, entendendo a sua importância, principalmente para nós do mundo espírita, mas tantos outros que sabemos do mundo espiritualista, porque do Kardec mesmo chamou essa obra, né, de pertencente ao movimento espiritualista, porque fala dos espíritos Não compreendemos ou não pensamos na dificuldade que esse mestre de Lyon enfrentou para que essa obra viesse a público. Kardec é convidado inúmeras vezes para participar daquelas sessões que mais tratava de um ato de entretenimento do que verdadeiramente algo que fosse muito sério. Mas as mensagens começaram a chamar a atenção de alguns dos amigos de Kardec pelo seu conteúdo. E eles disseram a Kardec: "Venha, você precisa ver. Não é apenas o fenômeno, o extraordinário, o dançar, girar das mesas, mas é o conteúdo que vem sendo observado. Até que finalmente em 1855 junto com Ameli Gabriele Budet Kardec foi participar e pôde testemunhar que realmente o conteúdo das mensagens chegava com inteligência, com bom senso.
vem sendo observado. Até que finalmente em 1855 junto com Ameli Gabriele Budet Kardec foi participar e pôde testemunhar que realmente o conteúdo das mensagens chegava com inteligência, com bom senso. E ele mesmo que é conhecido como sendo o bom senso encarnado, prestando atenção no que acontecia, dizia: "Mas isso não pode ser comunicação de uma mesa? Há que haver um fenômeno por trás". foi quando ele se aprofundou, passou a frequentar mais dessas sessões e os seus amigos, que já haviam recolhidos 50 cadernos de mensagens, entregaram a Kardec e disseram: "Cabe a você, o professor, o pedagogo, analisar o cientista analisar e classificar essas mensagens, colocá-las de alguma forma que possa vir chegar ao público. E assim fizeram. E assim foi passando o tempo. E assim eles foram começando entre eles a dizer que aquilo era uma missão para Kardec, que Kardec era um missionário, que tudo aquilo estava sendo entregue para ele. E Kardec, muito humilde, já compreendendo no seu espírito que essa obra, que todo esse trabalho não pertencia a ele, mas pertencia ao mundo dos espíritos, pertencia ao mestre Jesus, ficou muito incomodado. E uma vez em uma reunião do dia 12 de junho de 1856, na casa do senhor C, que eles falam, com a médium Aline, o espírito verdade se comunica. E é impressionante a mensagem que o espírito verdade traz a Kardec, que nós podemos ler no livro Obras Póstumas, pois Kardec não publicou essa mensagem, até pela sua própria pureza de espírito, sua humildade, aonde o espírito verdade, que nós entendemos ser Jesus lhe disse que durante 15 minutos por mês estaria à disposição dele. Isso sempre me intrigou, porque a gente pensa, né, imagine a importância dessa obra para o mundo, o consolador prometido pelo Cristo. E mesmo assim, apenas 15 minutos. Mas 15 minutos com Jesus, nós levamos meses para poder decodificar. E Kardec então aproveita essa oportunidade e pergunta a Jesus se por acaso seria alguma coisa do amor próprio dele, mas que todos estavam dizendo que ele tinha uma
evamos meses para poder decodificar. E Kardec então aproveita essa oportunidade e pergunta a Jesus se por acaso seria alguma coisa do amor próprio dele, mas que todos estavam dizendo que ele tinha uma missão. E o espírito verdade responde que sim, eu te confirmo que você tem essa menção, mas eu recomendo que você seja muito discreto se você quiser se sair bem, porque da mesma maneira que você pode triunfar, você poderá falhar também. E nesse caso o outro iria te substituir, porque os desígnios de Deus não se assentam na cabeça de apenas um homem. Então, nunca fales da tua missão, porque seria uma maneira de fazer malográ-la. E lembre-se que só será uma missão quando, finalmente, pelos frutos, nós conhecermos a árvore. E ele, então, Kardec, roga ao espírito verdade que ele possa ter assistência dos bons espíritos para seguir esse trabalho. E o espírito é verdade responde que essa assistência nunca faltaria, mas que nós temos o nosso livre arbítrio. É a mesma coisa na nossa vida. Nós temos a assistência constante do plano espiritual, principalmente se nós lembrarmos de rogar, de orar, solicitando a presença deles para nos esclarecer. Então ele disse: "Você tem o seu livre arbítrio e ninguém é constrangido a fazer coisa alguma." Lembremos do ensinamento de Paulo, que tudo nos é permitido, mas aí tudo nos convém. Nós não podemos ser constrangidos nessas escolhas. E Kardec, então, começando a tentar compreender o que o mestre lhe falava, pergunta a Jesus, ao espírito verdade, o que poderia me fazer falhar nessa missão? seria a insuficiência de minhas capacidades. Vamos lembrar que Kardec era um professor participante da sociedade científica da época em na França, escritor de vários livros, obras, metodologias de estudo que até hoje são utilizadas na França. E o esse espírito verdade responde que a missão dos reformadores vai estar sempre cheia de dificuldades, perigos e que a dele seria muito difícil e que não bastaria ele se contentar em publicar um livro, dois livros, 10
erdade responde que a missão dos reformadores vai estar sempre cheia de dificuldades, perigos e que a dele seria muito difícil e que não bastaria ele se contentar em publicar um livro, dois livros, 10 livros e ficar em casa tranquilamente. Às vezes a gente tem essa ideia, né, de ah, acho que bom, pra semana eu já cumpri com a minha cota de bondade, já fui ao centro duas vezes, já assisti lives, né, as não sei quantas vezes. A gente acha que que tem limite nessa bondade. Mas Kardec, quando ele fez essa pergunta, seria a falta das minhas capacidades, insuficiência da minha capacidade, ele estava pensando mais na questão intelectual, né? Porque era aquilo que ele mais se dedicava. E aí o espírito verdade lhe diz que não só a obra, todo o trabalho dele ia suscitar ódios terríveis, maledicência, calúnia, que as instruções que ele dariam eu ser desprezadas, falseadas. Aí até diz que ele teria que ter o sacrifício do próprio repouso e tranquilidade, da saúde e até própria vida. Porque sem isso ele poderia viver muito mais tempo. Nós podemos imaginar o que isso significa? Kardec ouvir que o todo esse sacrifício que ele teria que fazer e até viveria menos por causa de todo o trabalho que teria que realizar. Mas ele fala, o que te poderia fazer malograr não é a falta de inteligência, mas prestar atenção na moral, a necessidade de humildade, de modéstia, de desinteresse, de coragem, de perseverança, de prudência, de tato, de devotamento. Então ele fala, você pode ver que a sua missão está subordinada às condições que dependem de ti. Kardec ouve isso e não te tubeia e segue no seu trabalho sacrificial, entendendo que a sua reputação seria colocada em jogo. reputação que ele trabalhou por mais de 50 anos para conseguir. Mas no dia 18 de abril de 1857, 168 anos atrás, ele lança o livro dos espíritos ainda numa versão mais condensada e depois na segunda edição em 1860, com a que é a edição que nós conhecemos. realizou ele aquela tarefa de analisar todos aqueles cadernos que foram
vro dos espíritos ainda numa versão mais condensada e depois na segunda edição em 1860, com a que é a edição que nós conhecemos. realizou ele aquela tarefa de analisar todos aqueles cadernos que foram recebidos e que eles foram entregues por amigos seus, como o professor eh Carlotti, o Renê Tailandier, Vitorian Sardu e o nosso conhecido Camille Faramarion. E continuou Kardec trabalhando para elaborar um um uma metodologia que seguisse a ciência de maneira que ele pudesse metodicamente perguntar a todos aqueles médiuns, todos aqueles grupos semanalmente aquilo que seria ia recebido para que ele pudesse depois analisar, compilar e fazer a nossa codificação. Vamos ver que de acordo com estudos que foram realizados pela nas obras de Kardec Fernandes 2004, publicadas na sua tese, nós vemos que Kardec teve contato com médiuns, instituições de 37 países, dos quais 18 na Europa, oito na América, cinco na África, seis na Ásia, 268 cidades. Então, nós vemos que quando nós falamos da doutrina espírita com esse conceito universal dos princípios espíritas, é essa metodologia que Kardec utilizou. Obviamente nós sabemos e podemos até assistir, vislumbrar isso no filme maravilhoso que foi feito por dirigido por Wagner Assis, que fala sobre Kardec, as inúmeras correspondências e o quanto o codificador começou já a ser atacado antes mesmo da obra ser publicada, porque ele já vinha falando com os amigos, aqueles que pertenciam também à Academia de ciência, da qual ele foi expulso por estar se metendo nessas coisas, nesses caminhos. Então, vamos pensar e lembrar para nós mesmos, porque tudo isso tem que ser um exemplo para as nossas vidas. Esse exemplo do codificador que encontrou o caminho da verdade, da vida através de Jesus, através de todos esses ensinamentos que os irmãos maiores, trabalhadores, pertencentes à falange, pleia de espíritos que ficavam com o espírito verdade e não titubeiou, apesar das críticas, das calúnias, dos ataques, da perda de status na França, em Paris, onde ele
hadores, pertencentes à falange, pleia de espíritos que ficavam com o espírito verdade e não titubeiou, apesar das críticas, das calúnias, dos ataques, da perda de status na França, em Paris, onde ele morava junto com a Meli, das dificuldades financeiras que ele teve que enfrentar após isso e seguiu firme e com essa metodologia científica de enviar pergunta por pergunta a diversos médiuns. diversas reuniões que ocorriam, analisava as respostas para ver se elas estavam coerentes, se elas traziam assim a mesma mensagem. E sempre nos falando, lembre-se que essa mensagem elas são trazidas através de números médiuns, não depende de uma pessoa só, não tem uma nacionalidade, uma classe social. não provém de uma religião conhecida. Elas são transmitidas pelos espíritos elevados, enviados. Kardec, para publicar esse livro, ele teve que utilizar dos seus próprios recursos, porque ninguém quis investir na publicação dessa obra. E a obra foi de tamanho sucesso, que ela foi republicada 15 vezes durante a vida de Kardec. mais e mais edições. A primeira edição apenas com 1200 volumes. E nós quando vamos analisar o livro dos espíritos, às vezes a gente também não para para ver qual foi a lógica que Kardec utilizou para dividir o livro em quatro partes, para colocar e classificar aqueles capítulos. Será que ele fez aquilo de uma maneira assim sem alguma alguma lógica, alguma racionalidade? E aí se a gente vai analisar, nós vamos vendo que não. E tem algumas coisas muito interessantes pra gente ver aí em relação a números nas no livro dos espíritos. Nós temos 1019 questões, na realidade 1018, porque tem um número que Kardec pulou. Mas temos mais 194 sub questões que formam um total de 1213 questões. A maior parte delas encontra-se na parte dois, 661 questões. Na parte um, nós temos 87 questões. Na parte três 348. E na parte 4, 117, além disso, temos na introdução 17 itens, o prolegômo, que é uma mensagem que inicia, que é iniciada por Kardec e complementada pelos espíritos superiores
estões. Na parte três 348. E na parte 4, 117, além disso, temos na introdução 17 itens, o prolegômo, que é uma mensagem que inicia, que é iniciada por Kardec e complementada pelos espíritos superiores e a conclusão que são nove itens. Outros dados interessantes em relação a números em o livro dos espíritos é que a pergunta mais longa é a 394. Então agora eles são de casa, né, gente? Vocês vão lá no livro dos espíritos agora ver qual é essa pergunta tão longa, a mais longa de todas, que é a 394. A mais curta é a número um, aquela que nós tão frequentemente citamos, né? O que é Deus? Pela genialidade de Kardec e não engessar Deus numa imagem que representaria um ser humano como nós. A resposta mais longa é a 1009 e a mais curta 625. Quando Kardec pergunta quem poderia ser referência como guia modelo paraa humanidade, e os espíritos respondem: "Veja Jesus ou simplesmente Jesus, como muitas vezes nós citamos. Essa obra quando nós vamos analisar é tão interessante porque a gente até entende, né, quando Divaldo fala do espírito Viana de Carvalho, que pede que ele leia o livro dos espíritos, aí ele lê o livro dos espíritos inteiro e ele conta a questão lá do prolegômeno que ele não sabia, comprou o dicionário. Dicionário não tinha palavra, ele teve que juntar mais dinheiro para comprar um outro para ele saber o que que era, né? Ah, e depois que ele lê tudo, o espírito fala: "Agora vai ler de novo. Agora vai ler de novo." E assim várias vezes sucessivamente, como ele diz que é um hábito diário agora para ele. Então nós vemos que mesmo conosco, quando nós vamos novamente consultar ou ler ou estudar uma das passagens, uma das perguntas em O livro dos espíritos, tem coisa que a gente vai olhar lá e vai dizer: "Mas eu nunca vi isso aqui antes." Essa pergunta parece nova para mim. É porque nós, à medida que também vamos evoluindo, vamos compreendendo um pouco mais a respeito da espiritualidade, a respeito de nós mesmos como espíritos imortais, nós vamos retirando as camadas e entendendo cada vez mais em
também vamos evoluindo, vamos compreendendo um pouco mais a respeito da espiritualidade, a respeito de nós mesmos como espíritos imortais, nós vamos retirando as camadas e entendendo cada vez mais em profundidade as perguntas e as respostas dos espíritos, Porque muitas vezes nos esquecemos que para fazer obter respostas boas e coerentes e que possam trazer ensinamentos profundos, é necessário saber perguntar. E Kardec tinha esse papel. Vamos lembrar que Kardec pertencia a essa e pertence a essa equipe dos trabalhadores do Cristo e ele foi designado para reencarnação para realizar essa missão. E é tão atual que nós vemos que o Espiritismo alcança através dessa obra diferentes áreas das ciências humanas, por exemplo, da filosofia. quando fala a respeito da existência de Deus, compreender Deus, a formação do universo, a origem das coisas, são normalmente coisas mais transcendentes que fazem parte dos processos filosóficos. fala sobre economia, quando fala sobre a lei do trabalho, a lei de sociedade, a lei de igualdade. Falo sobre biologia quando fala sobre reprodução, a embriologia, a evolução, a herença genética que nós temos. Então, nós vemos toda essa atualidade e Jesus divide então essa obra em quatro partes que depois nós vemos essas partes desdobradas nas outras quatro obras que fariam parte então daquilo que nós chamamos o pentateuco, os cinco livros da codificação, aonde ele aprofunda mais cada uma dessas partes. A primeira parte do livro é a parte que fala das causas primeiras. É a parte que nos fala sobre Deus, que, né, que nos mostra Deus como sendo aquele ser que é a causa primária de todas as coisas. Então, como poderia Kardec começar uma obra? para falar a respeito da vida imortal, do entendimento da nossa vida como espírito, o nosso ir e vir transição entre plano material, plano espiritual, sem começar abrangendo os conhecimentos que nos falam a respeito de Deus, a respeito dos elementos gerais do universo, da própria criação e do princípio vital que nos
plano material, plano espiritual, sem começar abrangendo os conhecimentos que nos falam a respeito de Deus, a respeito dos elementos gerais do universo, da própria criação e do princípio vital que nos anima. Então, Kardec usa essa metodologia de uma forma extremamente didática para começar a nos introduzir a essa a essas temáticas extremamente grandiosas. todas elas individualmente e apresenta, então, como nós falamos, Deus como a causa primária, mas mostrando que ainda criou Deus outros dois elementos universais. o espírito, que é o princípio inteligente do universo e a matéria que vai ser esse agente intermediário através do qual a matéria age. Uma vez que nós entendamos um pouco a respeito de Deus, da criação, do princípio vital, desses dois outros princípios, espírito e matéria, parte Kardec agora para nos introduzir a respeito, então o que somos nós? Somos espíritos, os seres inteligentes da criação, aqueles que estão destinados a serem cocriadores com o Pai. Aqueles que de um momento a outro, na hora do processo evolutivo, partem das condições anteriores de princípio inteligente para transformar-se em indivíduos, em espíritos atuando na matéria. Então nos fala Kardec a respeito de várias de vários tópicos super importantes para nós compreendermos o que é o mundo espiritual, essa passagem do mundo espiritual para o mundo físico ou do físico para o espiritual. Como é viver no mundo espiritual? Como é viver no mundo físico? como é essa interação que pode haver entre o físico e o espiritual? Então ele começa falando sobre os espíritos, sobre esse elemento fundamental da interação entre dois mundos, nos apresenta a nós mesmos o que somos nós, espíritos imortais, filhos de Deus. Aí ele nos fala da encarnação. A encarnação como sendo a passagem do espírito para o mundo físico para que ele possa agir. É aonde ele já está conectado desde o momento da fecundação. Depois nos explica nesse processo pedagógico didático, mas também existe um momento do retorno à vida. espiritual. Como é
e ele possa agir. É aonde ele já está conectado desde o momento da fecundação. Depois nos explica nesse processo pedagógico didático, mas também existe um momento do retorno à vida. espiritual. Como é esse retorno? Como é o processo da morte, da desencarnação? Hoje nós conhecemos muito graças às obras, principalmente de Chico Xavier, que vem trazer luz com as obras trazidas, ditadas pelo espírito André Luía a respeito do mundo espiritual. já conhecemos muito, mas na época de Kardec, o que conhecíamos dessa realidade? Como poderíamos entender de forma racional como tudo isso ocorreria? E aí nos lembrarmos? Mas também existe o retorno, existe a pluraridade das existências. Kardec extensivamente nos fala no capítulos 4 e 5 da parte dois do livro dos espíritos sobre essa condição, os processos de reencarne, falando-nos depois a respeito da vida espiritual, a respeito de todo o processo desse retorno à vida corpórea, o que que que acontece no momento, a nossa perda de memória, aquelas pessoas que já nascem com aquelas aptidões, uma criança que com 2 anos de idade já sabe ler, escrever, falar idiomas, tocar instrumentos, aqueles que vêm com deficiências diversas para que nós possamos compreender tudo isso como um processo não de punição de Deus, porque o Pai nos ama e nos oferece sempre a oportunidade de aprendizado, de resgate também. Mas tudo que acontece para nós não é com o propósito de nos destruir, é com o propósito de construir o ser melhor, o ser moral, para irradiar a luz que trazemos em nós, proveniente da nossa criação. e nos fala também que o nosso espírito não está absolutamente condensado ou fechado em nosso corpo físico, que no processo do adormecimento durante a noite, o processo do sono, nós temos essa emancipação e podemos temporariamente durante algumas horas voltar a viver nesse mundo dos espíritos e nos lembra nos outros capítulos a o quantos espíritos estão aqui numa vivência conosco, a ponto de dizer, né, que os espíritos influenciam muito mais a nós
s voltar a viver nesse mundo dos espíritos e nos lembra nos outros capítulos a o quantos espíritos estão aqui numa vivência conosco, a ponto de dizer, né, que os espíritos influenciam muito mais a nós nos nossos dias a dias do que nós imaginamos. E tudo depende da nossa sintonia. Quais são os espíritos que nós queremos que estejam conectados conosco? E se nós pensamos que os espíritos não têm as suas tarefas, as suas missões, ocupações, Kardec nos explica muito bem no capítulo 9 que esses espíritos estão interagindo, que eles estão aqui realizando ações para nos ajudar em nosso progresso, em nossa dificuldade, ajudar para que as pedras muitas vezes que encontramos em nossos caminhos sejam mais fáceis para que nós possamos carregá-las, enfrentando todas essas lições necessárias para que o nosso espírito se engrandeça. nos explica a respeito dos outros reinos, do reino mineral, do reino vegetal, do reino animal e como vem esse processo de evolução até que nós passemos à fase ominal. Chega então depois de toda essa compreensão, agora compreendemos Deus, compreendemos a criação, compreendemos o espírito, a finalidade da reencarnação. Mas finalidade da reencarnação, vamos estudar mais através da terceira parte que nos fala das leis morais. E aí Kardec classifica essas leis morais de acordo com um estabelecimento dos deveres, dos nossos deveres em relação a Deus, em relação a nós mesmos, em relação aos nossos semelhantes. começa falando a respeito da lei de trabalho, da lei de adoração, da lei de trabalho. Então, o que é adorar a Deus? O que é a lei natural? O trabalho que representa toda ocupação útil que nós temos, fundamental para o nosso crescimento espiritual. classifica depois a lei de reprodução, a lei de preservação e a lei de destruição. Então, existe, como a gente vê na natureza, o processo de crescimento, aonde a árvore está esplendorosa com todas as suas folhagens, o cuidado que nós vamos ter para preservar o mais possível. Mas existe um momento aonde nós vamos ver essa
eza, o processo de crescimento, aonde a árvore está esplendorosa com todas as suas folhagens, o cuidado que nós vamos ter para preservar o mais possível. Mas existe um momento aonde nós vamos ver essa decadência física, que é o momento em que ocorre a destruição do nosso próprio corpo físico, de mudanças que nós passamos geológicas em nosso planeta, tudo com um processo de maior crescimento. Aí nos fala nos deveres em relação aos outros indivíduos. Vamos pensar. Lei de sociedade, lei de progresso, lei de igualdade, lei de liberdade, lei de sociedade. Somos todos filhos de Deus e temos que aprender a colaborar uns com os outros. Não temos todos os talentos, todas as possibilidades. Não podemos viver isolados da sociedade. E essa codependência é necessária para que a gente aprenda o relacionamento, aprenda a humildade, aprenda a compaixão e promova o progresso da nossa sociedade como um todo e do nosso próprio espírito. nos lembrando que somos todos absolutamente iguais. Não importa a condição, o pedaço do planeta em que encarnamos, que idioma falamos, que condição social, intelectual possuímos. Somos todos absolutamente iguais. E Deus nos permitiu ter a liberdade de realizar o nosso processo evolutivo de acordo com o nosso entendimento. Então essa às vezes o que eu falo, né? A boa notícia e a má notícia que nós temos no espiritismo. A boa notícia você é que faz a seu a sua vida, o seu presente, o seu futuro. A má notícia você é quem faz a sua vida, o seu presente, o seu futuro. Nós vamos recolher a lei de causa e efeito. Ela é parte da lei do universo. Nós temos a liberdade de semear, mas a colheita é obrigatória, como também aprendemos e ouvimos no último congresso, né, Encontro da União Espírita de Vitória da Conquista, né, comemorando 71 eh congressos, né, evento para essa semana que ocorreu, falando justamente disso. A semeadura é livre. Então nós temos essa liberdade e aí chega trazendo aquilo que representa o coroamento dos ensinos de Jesus, a lei de justiça, amor e caridade, aonde a
u, falando justamente disso. A semeadura é livre. Então nós temos essa liberdade e aí chega trazendo aquilo que representa o coroamento dos ensinos de Jesus, a lei de justiça, amor e caridade, aonde a caridade representa o amor em ação. Porque se eu não tenho esse amor, se eu não tenho esse amor aos nossos irmãos, compreendendo que da mesma forma que nós temos dificuldades de realizarmos o nosso progresso, de nos libertarmos de vícios e imperfeições, o nosso irmão, a nossa irmã passam por esses mesmos processos. E é por isso que na pergunta 886, quando Kardec pergunta, mas o que quer dizer caridade? Veja, a gente não entendia o que significava caridade até até o século XIX, quando os espíritos respondem: "Benevolência para com todos, ser bom para com todos". E aí ele falou para com todos. Ele não falou para alguns ou para aqueles que fazem bem, para aqueles que a gente acha simpáticos, né? É para aqueles que é amigo do nosso amigo. Ele falou para com todos. Ele fala indulgência para as imperfeições dos outros, de todas as pessoas, porque as pessoas são imperfeitas e nós somos imperfeitos. e aprender a perdoar, começando por nós mesmos. Porque muitas vezes nós impedimos o nosso progresso moral, nosso progresso espiritual, porque não conseguimos perdoar as nossas imperfeições. E na parte quarta ele fala sobre esperança e consolo. Esperança. Console-se, porque existe o cumprimento das leis. Vamos encontrar na terra alegrias, tristezas terrenas. Vamos encontrar no mundo espiritual alegrias, tristezas terren tristezas espirituais, mas sempre vai haver a possibilidade de termos assim esse consolo se nós seguirmos com esperança. E nesse processo todo, nesse trabalho todo de dedicação que Kardec realizou, trabalhando para o lançamento desta obra. Depois ele escreve uma nota que também foi publicada na revista espírita, que ele diz essa nota de 10 de janeiro de 1867, que ele pode dizer que tudo aquilo que o espírito verdade falou para ele 10 anos antes, se realizou, que ele experimentou
publicada na revista espírita, que ele diz essa nota de 10 de janeiro de 1867, que ele pode dizer que tudo aquilo que o espírito verdade falou para ele 10 anos antes, se realizou, que ele experimentou todas as vicissitudes que foram preditas, andou em luta com o ódio dos inimigos, com a injúria, com a calúnia, com a inveja, com ciúme. As suas melhores instruções foram falseadas. Ele foi traído a inclusive por aqueles a quem mais confiança ele depositava e foi pago com ingratidão. Mas aí Kardec também diz, mas mesmo tendo passado por tudo isso, a par dessas vicissitudes, ah, quantas satisfações eu experimentei, vendo a obra crescer de maneira tão prodigiosa. Então, lembremos, 18 de abril, apenas 12 volumes. E durante os 14 anos que Kardecu, vivendo e trabalhado, mais 14 edições teriam sido lançadas. E ele fala das compensações que ele recebeu, que foram muito mais do que aquelas tribulações que ele enfrentou, que as bênçãos, a prova de real simpatia de muitos aflitos a quem a doutrina espírita consolou. Quantas vidas não encontraram seu fim através de suicídios por causa desta obra magnífica, desta obra abençoada que nós temos hoje, celebramos 168 anos. Então ele falava, o espírito verdade com certeza, intencionalmente só me mostrou as dificuldades, porque o caminho Kardec teria que trilhar. E ele diz o seguinte, que quando ele passava por essas tristezas, essas decepções, ele levava o seu pensamento, algo que nós podemos fazer também acima da humanidade. E aí ele se colocava antecipadamente na região dos espíritos. Ele pensava já no seu retorno, no convívio com esses espíritos que a trabalhando com Jesus agora estariam com ele e convivendo fraternalmente. Então ele diz que quando ele fazia isso, essas misérias, dificuldades da vida, elas não o atingiam, porque ele estava muito acima dos gritos dos maus que o perturbariam. E nesse sentimento de gratidão, Kardec respondendo ao espírito verdade, ele coloca as suas palavras em forma de oração, dizendo a esse espírito verdade:
o acima dos gritos dos maus que o perturbariam. E nesse sentimento de gratidão, Kardec respondendo ao espírito verdade, ele coloca as suas palavras em forma de oração, dizendo a esse espírito verdade: "Eu aceito e agradeço os seus sábios conselhos. Aceito tudo sem restrição e sem nenhuma ideia preconcebida. Mas, Senhor, pois que te dignastes o os olhos sobre mim para cumprimento desses seus desígnios, faça-te a sua vontade. Está nas tuas mãos a minha vida. Dispõe do teu servo. Eu reconheço a minha fraqueza diante de tão grande tarefa. Quantos de nós muitas vezes não pensamos na nossa pequenez, não acreditando que mesmo nas pequenas ações que possamos realizar, não estamos colaborando com a obra do mestre. E aí Kardec continua: "Eu reconheço essas minhas fraquezas diante de tão grande tarefa, mas a minha boa vontade não desfalecerá. As forças, porém, talvez me traiam. Supre a minha deficiência e dá-me forças físicas e morais que me forem necessárias. Ampara-me nos momentos difíceis e com o teu auxílio e dos teus celestes mensageiros, eu tudo envidarei para corresponder aos teus desígnios. E hoje, 18 de abril, 2025, 168 anos após, somos nós que erguemos o nosso pensamento, unimos os nossos corações para agradecer ao codificador por ser esse valioso instrumento do alto, por ter aceitado passar por todos os sacrifícios para trazer para nós a mensagem de Jesus, de maneira que nós pudéssemos compreender um pouco mais a respeito dos seus ensinamentos, desse consolador prometido, quando nos disse: "Nós nos esqueceríamos das suas palavras, não compreenderíamos muitas delas, deturparíamos esses ensinamentos E chega ao livro dos espíritos, a codificação, o pentateu para nos remeter e trazer de volta a nós a voz do mestre. Agora, espíritos um pouco mais amadurecidos, um pouco mais sedentos de paz, de harmonia, cansados de trilharmos esses caminhos dos erros que só nos trazem as dificuldades, as tristezas. Agora sim, mestre, agora sim temos este consolador. Agora sim, graças a teu
dentos de paz, de harmonia, cansados de trilharmos esses caminhos dos erros que só nos trazem as dificuldades, as tristezas. Agora sim, mestre, agora sim temos este consolador. Agora sim, graças a teu servo Allan Kardec, podemos finalmente compreender um pouco mais das tuas palavras e agradecemos esta bênção e rogamos, como Kardec roga, que faça-nos também adquirirmos as nossas forças espirituais e morais, porque conhecedores desta obra Desses ensinamentos é chegada a nossa hora de transformação. É chegada a hora do nosso amadurecimento. Não estamos sós. Temos uma comunidade, temos todos os amigos celestiais que nos acompanham e, acima de tudo, temos a Jesus conosco para sermos vencedores desta vez com a oportunidade que recebemos. Gratidão a todos, a Kardec, a Jesus, pelas bênçãos que recebemos a nosso Pai Criador. Obrigada a vocês. A gratidão é toda nossa, Jara, por essa belíssima exposição nesse dia tão especial. tenhamos a coragem de sermos trabalhadores da última hora, servos fiéis, para continuar a obra desse grande mentor sobre a inspiração divina nos traz as revelações para a vida maior. Que o seu amor te envolva e te proteja sempre. Nossa gratidão também a tantos amigos aqui conosco que estão aqui presencialmente pelo chat, aqueles outros que ouvirão essa mensagem mais tarde, trazendo-nos o conhecimento que nos liberta da ignorância. Lembrando sempre que todas as manhãs às 7 horas aqui nos encontramos no nosso momento de reflexão para começarmos o dia na luz da oração. Todas as quartas-feiras às 21 horas com o nosso programa Somos Todos Imortais. Então, sempre a presença de todos muito bem-vindas. A nossa imensa gratidão a presença generosa dos amigos nos dois planos da vida e paz e luz a todos.
Vídeos relacionados
Divaldo Franco, Mário Sérgio e Jussara Korngold • Conversando Sobre Espiritismo
Mansão do Caminho · Divaldo Pereira Franco, Mário Sérgio, Jussara Korngold
Mário Sérgio, Solange Seixas e Jussara Korngold • Conversando Sobre Espiritismo
Mansão do Caminho · Mário Sérgio, Solange Seixas, Jussara Korngold
Divaldo Franco e Jussara Korngold - Conversando Sobre Espiritismo
Mansão do Caminho · Divaldo Pereira Franco, Jussara Korngold, Mário Sérgio
Divaldo Franco e Jussara Korngold • Conversando Sobre Espiritismo
Mansão do Caminho · Divaldo Pereira Franco, Jussara Korngold, Mário Sérgio
Divaldo Franco, Mário Sérgio e Jussara Korngold • Conversando Sobre Espiritismo
Mansão do Caminho · Divaldo Pereira Franco, Mário Sérgio, Jussara Korngold
Divaldo Franco, Lusiane Bahia e Jussara Korngold • Conversando Sobre Espiritismo
Mansão do Caminho · Divaldo Pereira Franco, Lusiane Bahia, Jussara Korngold
Mário Sérgio, Solange Seixas e Jussara Korngold • Conversando Sobre Espiritismo
Mansão do Caminho · Mário Sérgio, Solange Seixas, Jussara Korngold
T1 E1 • Perturbações Espirituais • Apresentação
Mansão do Caminho · Angela, Eulália Bueno, Gisele Risso, João Kornsgold, Jussara Korngold, Laudelino Risso, Lincoln Barros de Sousa, Marcelo Netto, Tânia Menezes, Vânia Maria de Souza, Vitor Silvestre, Divaldo Pereira Franco