O Jugo Leve - Marcia Ramos
O Jugo Leve - Marcia Ramos
fazendo desses jovens servidores da sociedade, espíritos aflitos, enfermos, entristecidos que estiverem nossos lares, levando a sossego, o sentimento da solidão, na enfermidade, os que aqui vieram, em qualquer lugar que estiverem, que todos possam ser atendidos, esclarecidos, amparados e encaminhados às colônias espirituais. Você que nos assiste pelas redes sociais, que nos honra com a presença, que Deus te abençoe, te envolva em muita paz. E os que aqui nos encontramos, estamos transmitindo da sede do Grupo Espírita Mensageiros da Luz. Os que aqui se encontram, que Deus também nos abençoe a todos, nos concedendo muita paz. Com esses pedidos, agradecimentos, louvor, nós passamos aqui as nossas colocações à luz da doutrina espírita. Cristo consolador é o tema da nossa semana espírita de Goiânia que começou ontem. Foram cinco casas. Abrimos a semana espírita com cinco casas recebendo os nossos companheiros, palestrantes, representantes da Federação Espírita. E hoje são três casas que estão recebendo este evento e o tema é exatamente o Cristo Consolador. Nós vamos encerrar no sábado na Federação Espírita com a palestra, a preleção, a uma peça de teatro e antes a gente vai inaugurar o espaço memória da Federação Espírita. Às 18:30 estão todos convidados. Espaço Memória é um trabalho que a gente tem realizado para trazer a a gratidão aos pioneiros da doutrina espírita, aqueles que iniciaram nas fazendas, nas casas espíritas muito singelas. Então tem um acervo enorme na federação. Claro que a gente não tem condições de colocar tudo porque seria o museu, mas a gente vai fazer o espaço memória que será inaugurado no próximo sábado com a presença do Júnior, do Dr. Aíton e de outros tantos companheiros nossos que aqui estão. 18:30 e daí a gente segue para o auditório, para a palestra e também para essa peça de teatro. E o tema do dessa semana espírita é Jesus, o Cristo Consolador, presença que acolhe. E a gente tem falado muito sobre a acolhida, a importância de recebermos bem as
e também para essa peça de teatro. E o tema do dessa semana espírita é Jesus, o Cristo Consolador, presença que acolhe. E a gente tem falado muito sobre a acolhida, a importância de recebermos bem as pessoas, de convivermos bem com as pessoas, sobretudo os que estão mais próximos, as pessoas, os nossos familiares. E esse capítulo seis do Evangelho, exatamente, ele se faz, ele se intitula o Cristo Consolador. E ele inicia assim com uma citação do evangelista Mateus. Vinde a mim todos vós que andais em sofrimento e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei de mim que sou manso e humilde de coração, e achareis repouso para as nossas almas, porque o meu julgo é suave e o meu fardo é leve. E daí vem as outras colocações desta feita, trazendo a própria palavra do do codificador Allan Kardec, quando ele diz: "Todos os sofrimentos, misérias, decepções, dores físicas, perda de entes queridos, encontram sua consolação na fé no futuro, na confiança na justiça de Deus que o Cristo vem ensinar aos homens. Porém, para aquele que não espera nada após esta vida ou que simplesmente duvida, as aflições pesam muito mais e nenhuma esperança vem suavizar a sua amargura. Eis o que fez Jesus dizer: "Vinde a mim, todos vós que estais andais em sofrimento e vos achais carregados, e eu vos aliviarei." Entretanto, Jesus coloca uma condição à sua assistência e à felicidade que promete aos aflitos. Essa condição está na lei que ele ensina ser. O julgo é a obediência a esta lei, mas esse julgo é suave e essa lei é leve. uma vez que impõe por dever o amor e a caridade. Quando ele usa julgo, ele tá usando, na verdade, é uma metáfora. Tá falando sobre a subjulgação, a a opressão. É nesse sentido que ele está usando a palavra julgo. E aí nós nos lembramos de uma história lindíssima que tem nesse livro Boa Nova. O livro Boa Nova é Humberto de Campos, Francisco Cândido Xavier, contando a história do cristianismo primitivo. E dentre essas histórias tem uma no de capítulo 15 que fala sobre Joana de Cuza. Joana de Cusa
o Boa Nova é Humberto de Campos, Francisco Cândido Xavier, contando a história do cristianismo primitivo. E dentre essas histórias tem uma no de capítulo 15 que fala sobre Joana de Cuza. Joana de Cusa era a mulher de um homem muito importante. Ele que chamava Cusa. Ela era mulher dele. Como a gente já disse algumas vezes, as mulheres elas não tinham uma identidade. Então ela elas eram citadas como nome da cidade que elas moravam, nome do filho, nome do marido, enfim, ela não tinha uma identidade própria. Até hoje, em alguns países do Oriente Médio, as condições ainda são as mesmas. Quando as mulheres têm que fazer um passaporte para alguns países do do Oriente Médio, elas têm que colocar fulana de belrano. Elas não têm essa identificação até hoje. Agora imaginemos mais de 2000 anos se passaram. Naquela época a situação era muito mais gravosa e ele era um, como se diz, poderíamos qualificar de um prefeito, era uma pessoa importante, um legatário da do império romano, era uma pessoa muito importante, mas a mesmo tanto que ele era importante, ele era irracível, intratável, grosseiro, indelicado. E Joana, ela começa a perceber os encaminhamentos que Jesus estava trazendo para aquela região ali da Galileia, do mar da Galileia, da região de Cafarnaão. E ela de longe, ela tava sempre acompanhando, porque também não podia chegar muito perto. Era aquela multidão, ela era esposa de um homem importante, não podia chegar muito perto. E ele envolvia-se muito também com a lei judaica, mas também com os os rituais próprios dos da religião romana. Quer dizer, aquelas oferendas para os deuses, aquela quantidade de deuses que os romanos cultuavam. E ela ficava muito incomodada porque ela já estava ouvindo as mensagens falando do Deus único, da misericórdia, do amor, do perdão, que eram as colocações trazidas por Jesus. E num determinado momento, num determinado dia, ela teve a oportunidade de se aproximar do mestre. E aí ela relata, olha o acolhimento. Ele a acolhe porque acolheu e acolhe a todos.
razidas por Jesus. E num determinado momento, num determinado dia, ela teve a oportunidade de se aproximar do mestre. E aí ela relata, olha o acolhimento. Ele a acolhe porque acolheu e acolhe a todos. o acolhimento, ele a acolheu e ela relata ele as dificuldades, os sofrimentos que eles que ela estava passando. E ele disse a ela, as colocações são lindíssimas que estão aqui no livro Boa Nova, mas em resumo, ele disse a ela que servisse ao Senhor, servindo a família, que tivesse paciência com o marido e ela expõe a ele as opiniões contrárias, sobretudo a respeito do cristianismo, que ainda nem sequer existia essa palavra. A palavra vai surgir depois em Antioquia com o evangelista Lucas, já no período do apóstolo Paulo. E ela então relata a ele que era o Cusa era totalmente contra todas aquelas orientações que Jesus trazia. E claro, porque a pessoa quando ela é vaidosa, orgulhosa, ciumenta, maledicente, vingativa e outros tantos, tantas ausências de virtude, a mensagem trazida pelo evangelho incomoda bastante. Jesus então diz a ela que servisse a Deus servindo a família. Ela volta e segue a vida. Mas a roda do poder, a roda da fortuna, a roda da da fama, ela roda e ela também o faz o trabalho ao contrário. E isso aconteceu exatamente com CA. Da mesma maneira que ele tinha muito poder, muito dinheiro, muita fama, num determinado momento já não tinha mais. E aquela situação, ele se sente cada vez mais incomodado porque tinha perdido prestígio, tinha perdido dinheiro, tinha pedido perdido poder. Certo? É que ele vai a óbito e ela fica viúva sem nenhum patrimônio, com um filho pequeno. E aí a gente vê a beleza do sentimento da humildade das pessoas. E isso ela aprendeu exatamente com Jesus. Quando ele naquelas caminhadas, ela de longe ela seguia aquelas orientações, aquelas informações que ele trazia e aria também os benefícios, a energia positiva que era trazida. Vamos imaginar por onde Jesus passou a beleza das da energia, dos fluidos que eram deixados naquele lugar, que foram deixados naquele lugar.
a também os benefícios, a energia positiva que era trazida. Vamos imaginar por onde Jesus passou a beleza das da energia, dos fluidos que eram deixados naquele lugar, que foram deixados naquele lugar. Então, ela percebia todas essas belezas e naquele sentimento de humildade, ela começou a trabalhar na casa das amigas, no serviço braçal, serviço doméstico, para poder ter algum recurso para manter com dignidade a sua vida e a vida também do filho. qualquer um ia começar a ficar revoltado, nervoso, depressão, tristeza, porque eu já fui rico, agora eu tô pobre, eu não tenho nada mais. Muitos de nós estaremos nesse processo aí de revolta para com a própria vida. Mas a orientação que Jesus deu a ela e a orientação de Jesus para todas para todos nós é para a eternidade. E ela seguiu a vida com dignidade, servindo as pessoas para ter o sustento para a própria família, no caso filho. Mas o tempo passou e ela ficou sabendo que havia um movimento cristão muito vigoroso em Roma. E ela não titubeou, ela pegou o primeiro barco. E vamos combinar que aqueles barcos ficavam dias e dias, muitas vezes sem alimentação. E às vezes em algumas situações era até havia náufragos, como aconteceu com o próprio apóstolo Paulo. Ela vai para Roma e naquelas catacumbas, naquelas nasmorras que eles ficavam escondidos cristãos, ela num determinado momento ela vai presa. Todos deram uma batida no império lá com os imperadores Augusto, Nero, Calígula e todos aqueles que trouxeram muitas aflições para os cristãos, deram uma batida e ela foi presa. E a gente sabia, todos nós sabemos, tá preso condenado à morte. E o filho, ele dizia sempre pra mãe que ele, se ela abjurasse, quer dizer, se ela negasse o Cristo, eles poderiam ser salvos. criança, porque qualquer pessoa que tem uma um propósito na vida, ele vai defender esse propósito. E sobretudo quando o propósito propósito é o cristianismo e esse cristianismo trazido por Jesus do acolhimento, da fraternidade, da amizade, da fé, da sabedoria, por consequência da
er esse propósito. E sobretudo quando o propósito propósito é o cristianismo e esse cristianismo trazido por Jesus do acolhimento, da fraternidade, da amizade, da fé, da sabedoria, por consequência da esperança. O filho sempre dizendo, e ela dizia que não ia abjurar, num determinado momento em que eles já estão amarrados naqueles postes para serem queimados vivos, o soldado aproxima-se dela numa situação de ironia, de sarcasmo, quando, como era próprio daquelas situações, e diz a ela: "Olha, seu seu Jesus aí, ele te ensinou a morrer queimado?" Ela falou: "Não, ele me ensinou também a te amar". Ela desencarna, deixa o corpo físico, ela é recebida no plano espiritual por Jesus, como aliás muitos e muitos daqueles cristãos daquele primeiro momento, eles foram recebidos por Jesus. O tempo passou, ela reencarna, esse espírito reencarna aqui já no México, portanto, século X, 17, reencarna no México. É a maior poetisa de língua mexicana espanhola no México. Juana de la Cruz era uma freira. Existe inclusive até um filme narrando a história desta freira famosa muito maior poetisa mexicana Juana de la Cruz. Faz um trabalho belíssimo ali na no convento da acolhida, do amparo, da proteção às pessoas necessitadas. E numa outra encarnação, ela reencarna no Brasil como e depois ela toma o nome de Sor Joana Angélica. Sor é irmã em latim. Sor ou madre Joana Angélica. E essa madre Joana Angélica existe praça, eh, rua na Bahia homenageando esta madre ou esta Sorora, porque ela é heroína da independência do Brasil. Essa mesma que foi queimada lá no cristianismo primitivo, ela vem como freira. Ela era madre, a freira mais superior do convento, que liderava todas as demais freiras, por isso chamava soro ou madre. Ela liderava todas essas freiras, era chefe do do da das freiras. E quando houve a independência do Brasil em 1822, a Bahia se rebelou. Os baianos não concordaram com a independência. Os portugueses que estavam na Bahia, eles isso é um fato da história do Brasil. Os portugueses que
independência do Brasil em 1822, a Bahia se rebelou. Os baianos não concordaram com a independência. Os portugueses que estavam na Bahia, eles isso é um fato da história do Brasil. Os portugueses que lá estavam, eles se rebelaram, não concordaram e começaram as lutas. E dentre essas lutas eles viram que tinha um convento. E aí eles imaginaram assim: "Agora vai ficar fácil porque com essa quantidade de freiras que está aí, a gente não sabe quais as intenções desses portugueses que estavam ali defendendo a coroa portuguesa. Eles, então eles encaminham para dentro do convento e ela fica à porta, ela fica à porta do convento e fala pras freiras: "Pulem os muros, sumam daqui, desapareçam e eu vou ficar aqui à porta". E ela então é executada ali naquele instante, 2 de julho de 1823. Portanto, quase um ano depois da independência do Brasil, 7 de setembro, e no ano subsequente foi a independência da Bahia com o desencarne da Sóor ou da Madre Joana Angélica. Madre Joana Angélica é a mentora, é a Joana de Angeles, a mentora de Divaldo, foi a mentora de Divaldo, trouxe todas aquelas obras, sobretudo as relacionadas com a psicologia. Mas Divaldo também dizia que ele tinha uma leve cisma, que ela havia reencarnado também como Clara de Assis. Clara de Assis, lá no na Idade Média, que juntamente com Francisco de Assis realizou aquele belíssimo trabalho de de acolhida, de inclusão das pessoas. Portanto, a gente tem essas informações que são informações precisas, eh, nos dando o norte, nos dando rumo como deve ser o nosso comportamento relacionado com a doutrina espírita, relacionado para conosco mesmo, para com a sociedade, sobretudo com a para com a família. O trabalho da acolhida à casa espírita, na casa espírita e com todas as pessoas as quais nós convivemos. O presidente da Federação Espírita Brasileira sempre nos alerta da importância dessa acolhida. E este está sendo o tema, por isso que nós trouxemos também este assunto hoje para estar em sintonia com todas as casas espíritas
o Espírita Brasileira sempre nos alerta da importância dessa acolhida. E este está sendo o tema, por isso que nós trouxemos também este assunto hoje para estar em sintonia com todas as casas espíritas que estão realizando a Semana Espírita de Goiânia. É a primeira vez que o mensageiros não recebe e a gente não escalou mensageiros exatamente porque estamos com muitas atividades pra gente ter mais uma tranquilidade com relação a outras ações que estão acontecendo. Mas nesse sentido também vem Emanuel no livro Pão Nosso comentando exatamente essa essa mensagem do julgo leve. Ele vai dizer assim, na questão 130, onde estão? Ele vai dizer: "Tomai sobre vós o meu julgo. É a ementa, quer dizer, a frase que vai dar a ideia de todo o texto. E nós não vamos ler toda a mensagem, mas advertimos, orientamos é a 130 do livro Pão Nosso. E ele vai dizer assim: "Compacta é a turba de desesperados e oprimidos da terra. Não a obstante o amorável Covid, vinde a mim. Quer dizer, naquele momento ali, a Joana, ela poderia ter se rebelado porque ficou pobre, porque o marido era irracível, porque ia ser presa, porque ia ser condenada, porque ia ser queimada viva. No entanto, ela recebeu tudo isso com esperança. Por isso é que Emanuel fala que a esperança é a luz do cristão. E a esperança é a proposta da doutrina espírita para as nossas vidas. Porque se nós estamos hoje com dificuldades e todas as pessoas as têm, nós já passamos por outras tantas dificuldades e passaremos por outras. Há poucos dias nós dizíamos aqui que companheiros nossos da nossa casa, 23 já se retornaram ao plano espiritual. Cada uma desses retornos é uma tristeza imensa, é uma uma solidão o que a gente sente. É muito ruim a gente perder fisicamente um companheiro. Hoje, no dia de hoje, nós perdemos dois. O Sandoval, companheiro nosso da nossa casa, que fez sopa conosco 20 anos. Tem uns qu c dias que a gente está indo ao hospital da Alpasse. Ontem estivemos no hospital e ele desencarnou hoje de manhã. vai ser sepultado amanhã 15
so da nossa casa, que fez sopa conosco 20 anos. Tem uns qu c dias que a gente está indo ao hospital da Alpasse. Ontem estivemos no hospital e ele desencarnou hoje de manhã. vai ser sepultado amanhã 15 horas, vai ser cremado amanhã 15 horas lá no cemitério do serrado, aquele que vai para Trindade. Mas em todos os momentos que a gente conversou com a família dele nesses dias, a gente lembra da alegria dele fazendo sopa, da alegria dele é que todos os dias, todas as segundas-feiras, ele é aqui conosco. Por muitos e muitos anos, 20 anos depois da pandemia, que ele sempre doente, não veio mais. Mas a gente vê o consolo que a doutrina espírita traz nas horas das aflições, nas horas das dificuldades. E aí agora à tarde nós ficamos sabendo de um outro companheiro nosso, um valoroso companheiro de pomada. Almoçamos com ele há dois meses na pommada lá de Trindade. É o Dr. Nilton, que também retornou ao plano espiritual hoje. Então a gente lamenta, mas a gente tem certeza da boa acolhida desses nossos companheiros no plano espiritual. E se nós fôssemos falar, cada um de nós fôssemos falar as nossas experiências positivas e as nossas experiências negativas, nós ficaríamos aqui até amanhã e sairíamos daqui. Com certeza muitos de nós chorando, meu Deus, eu passei por tudo isso. Passou, passamos por todas essas aflições e dificuldades. Cada um desses que vai é uma tristeza imensa, mas a gente tem a certeza do reencontro e nós reencontramos com esses nossos companheiros durante o período do sono físico. E a gente também percebe, a gente não fala, mas a gente percebe a presença deles na nossa casa em muitas e muitas situações. Eles estão aqui conosco também compartilhando esse mesmo espaço, embora muitos de nós não os vejamos. Mas vamos seguindo aqui as colocações então trazidas por Emanuel. é que o mestre no vinde a mim espera naturalmente que as almas inquietas, portanto somos todos nós inquietas, almas inquietas e tristes, o procurem para a aquisição do ensinamento divino. Então, nós vamos procurar Jesus, mas
a mim espera naturalmente que as almas inquietas, portanto somos todos nós inquietas, almas inquietas e tristes, o procurem para a aquisição do ensinamento divino. Então, nós vamos procurar Jesus, mas temos que fazer a nossa parte. Todas as vezes ele perguntava para as pessoas que elas queriam. E no caso do Lázaro, que ele ia ressuscitar um morto, ele mandou tirar a pedra de onde estava o Lázaro. Ele estava sepultado e ele fala: "Tira a pedra". Aí nós perguntamos: "Qual que é mais fácil? Tirar a pedra ou ressuscitar o morto?" Por mais pesada que seja a pedra, com certeza fala: "Pedra sai daí". a pedra sai. Ele ressuscitou morto para dizer a todos nós que precisamos uns dos outros na cooperação, na fraternidade e na acolhida. Vou repetir aqui para ficar mais inteligível. É que o mestre, no vinde a mim, espera naturalmente que as almas inquietas e tristes o procurem para a aquisição do ensinamento divino. Mas nem todos os aflitos pretendem renunciar ao objeto das suas desesperações. sabe que existe a obsessão de encarnado para encarnado e que existe a obsessão de encarnado para desencarnado, porque a gente sempre acha que a obsessão é só de lá para cá. Não existe a a obsessão também eh com relação a pessoas encarnadas. É aquela situação da pessoa que apaixonou pelo fulano ou pelo pela fulana e ele pensa assim 50 horas por dia, lembrando que o dia só tem 24, ele desdobra isso e começa a pensar o tempo todinho. Então é obsessão de encarnado para encarnado. Existem procedimentos de fascinação. Todas as nossas orações, a gente fala da fascinação, da drogão, do alcoolismo. São situações diferentes. fascinado é aquele que ele fascina por determinado objeto, pelo dinheiro, pelo poder, pela fama. Quer dizer, não precisa ser exatamente relacionado com pessoas. Ele faz, ele fica fascinado, fascinado por uma bolsa que custa não sei quantos mil. Não tenho dinheiro. Lembro de há muitos anos uma companheira nossa de trabalho, ela foi assassinada ali na perto onde era o Cris ali no
ascinado, fascinado por uma bolsa que custa não sei quantos mil. Não tenho dinheiro. Lembro de há muitos anos uma companheira nossa de trabalho, ela foi assassinada ali na perto onde era o Cris ali no Portugal. tinha uns bares ali, ela tava saindo, ela foi assassinada ali. E depois quando pegaram a pessoa que havia tirado a vida dessa jovem, ele perguntaram a ele, claro, nas inquirições, perguntaram a ele por foi porque ela tava com um tênis muito bonito. Então, quer dizer, se tivesse perguntado para ela se tira o tênis, ela provavelmente já teria tirado. Ele tirou a vida da moça por conta de um tênis. Quer dizer, isso é um processo de obsessão, de fascinação, além das questões psíquicas que aí são próprias da ciência e dos médicos da Terra. Mas aqui ele vai dizer: "Nem todos os aflitos pretendem renunciar objeto à suas desesperações. Eu quero ir desse jeito e eu vou até o final. Mas é assim que eu quero." Quantos de nós agimos assim? A doutrina espírita está nos falando de prudência, está nos falando de sabedoria, está nos falando de desapego, porque a pessoa desapegada, mas é a pessoa mais feliz do mundo. Quando você passa e fazer um prédio nove, meu Deus do céu, você já imaginou como é que deve ser difícil para limpar essa essa casa todinha, esse apartamento todinho? E o outro fala assim: "Nossa, queria tanto ter esse apartamento?" Olha, vamos devagar, porque o que tá lá às vezes fala assim: "Meu Deus, eu não tenho ninguém para me ajudar, não tem ninguém para fazer nada". Então a gente sempre olha para as outras pessoas com aquele olhar de cobiça. E a gente não sabe o sofrimento, a dificuldade que aquela pessoa chegou até aquele ponto. Muit Mas nem todos os aflitos pretendem renunciar objeto das suas desesperações. Nem todos os tristes querem fugir à sombra. para o encontro da luz. Isso aqui é o que mais acontece mesmo. A pessoa se compraz na dificuldade, no sofrimento, na reclamação. Se você perguntar como é que ela tá, ela vai falar mesmo. Então, quer dizer, ela
contro da luz. Isso aqui é o que mais acontece mesmo. A pessoa se compraz na dificuldade, no sofrimento, na reclamação. Se você perguntar como é que ela tá, ela vai falar mesmo. Então, quer dizer, ela compraza, ela fica feliz em em ser infeliz. Onde estão os aflitos da terra que pretenderam trocar o cativeiro das próprias paixões pelo julgo suave de Jesus? tá perguntando: "Para esses foram pronunciadas santas palavras. Vinde a mim, reservando-lhes o evangelho, poderosa luz para a renovação indispensável. Portanto, a luz é a que emana do nosso mestre Jesus. Que ele nos abençoe, nos envolva a todos em muita paz. Nós estamos convidando os nossos companheiros médiuns para se posicionarem para a transmissão dos passes. Lembrando que o passe transmissão de energia todos estão recebendo, inclusive você que nos honra com a presença pelas redes sociais. Que Jesus abençoe a todos. Muita paz. Ка. Eanação de luz, bênçãos de nosso Jesus, gesto tão puro de amor de nossas mãos para outras mãos. Em nome de nosso Senhor. Fortalece no teu caminho. Aiza cura a alma. Alegria e reconforta como bálsamo naor, >> paz e emanação de luz. Bênçãos de nosso Jesus, gesto tão puro de amor de nossas mãos para outras mãos. Em nome de nosso Senhor. Fortalece no caminho. Ameniza cura a alma. alivia e reconforta como bálsamo naador fortalece no teu caminho. Ameneza cura a alma alegria e reconforta. como balsamador. Que Jesus os abençoe a todos, nos envolve em muita paz. Jo.
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