O GRÃO, O TRIGO E O PÃO - Norma Nelly [PALESTRA ESPÍRITA]
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Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. เฮ Senhor dia a todos aqueles que estão presentes aqui na comunhão espírita de Brasília, no salão Bezerra de Menezas, aqueles que nos assistem pela internet, aqueles que nos assistirão em outros momentos, porque a palestra ficará gravada, poderá ser vista em outros momentos. e também aqueles desencarnados que são trazidos pelos seus mentores, de modo a que também possam se beneficiar das ideias que serão eh trazidas nesse momento das ideias e dos sentimentos, porque eles também se nutrem muito dos sentimentos. E os sentimentos de cada um de nós, a boa vontade, o a vontade de acertar, de mudar, de amar, também será sentido por eles. Eles têm esse benefício maior ainda que talvez nós não tenhamos. Então, depois de agradecer pela presença e audiência de cada um, quero fazer uma pequena prece pra gente agradecer a Deus. agradecer a Deus, nosso pai a oportunidade de aqui estarmos. Agradecer que nós podemos nos levantar de da cama felizes e saudáveis. Talvez nem um pouco de tudo, mas um pouco de cada coisa. E aqui estarmos e podermos exercer a nossa vontade, exercer nosso livre arbítrio, exercer aquela capacidade de escolher o que fazer. de nossas vidas. O tema que tô trazendo hoje é uma fala de Jesus no Evangelho de João e que diz assim: "Eu afirmo a vocês que se o grão de trigo não for lançado à terra e não
de escolher o que fazer. de nossas vidas. O tema que tô trazendo hoje é uma fala de Jesus no Evangelho de João e que diz assim: "Eu afirmo a vocês que se o grão de trigo não for lançado à terra e não morrer, ele continuará a ser um grão de trigo apenas. Mas se morrer, dará muito trigo. Então, o evangelho de João, capítulo 12, versículo 24, tem essa fala de Jesus. Jesus gostava muito de trazer comparações, de trazer as ideias por meio de parábolas, que são histórias, para nos fazer ver que nós somos todos uma criação. Isso é uma coisa muito bonita de Jesus. nos comparar, a comparar a nossa fé com grão de mostarda, comparar e fazer essa pequena comparação também aqui. O que que ele tá nos mostrando? Tá nos mostrando, ainda que pelas beiradas que todos nós somos uma criação de Deus. Nós não somos nem melhores nem piores. Somos apenas um pouco diferentes dos outros porque temos esse poder de decisão que é chamado livre arbítrio. Ah, a árvore da mostarda, ela não pode se locomover sozinha, sair de um lugar e ir pro outro, dizer: "Não, aqui tá ruim, não tem sol ou tem sol demais, eu quero ir para ali". Não, mas nós podemos, nós temos essa capacidade, não porque sejamos melhores, só porque somos diferentes, mas somos todos criação de Deus. Mas está. Então, Jesus tinha essa particularidade. Se a gente olhar o evangelho todo, o todos os quatro evangelhos, vamos encontrar várias passagens, várias histórias, várias lições que são tiradas do dia a dia e dos acontecimentos quase que imperceptíveis da natureza, como esse do grão de trigo. O que é o morrer para o grão de trigo? é ele ser, ele cumprir a missão dele. Ele é lançado à terra, a terra úmida o recobre e a casca, aquela pequena casca que envolve todas aquelas organelas, aquelas coisas miúdas que tem lá dentro, que eu não sei o nome, mas todas aquelas pequenas coisas se abrem, soltam, começam a crescer. E o que que elas trazem? trazem uma planta inteira e não só uma planta inteira, uma planta inteira que frutifica e dá, eu
o nome, mas todas aquelas pequenas coisas se abrem, soltam, começam a crescer. E o que que elas trazem? trazem uma planta inteira e não só uma planta inteira, uma planta inteira que frutifica e dá, eu não sei quanto, gente, grãos de trigo. Cada pé de trigo pode dar. Mas vamos fazer uma analogia com uma um uma espiga de milho. Você planta dois, três grãozinhos na terra, porque isso eu já fiz. Você planta, cresce um pé de milho, né? Uma planta alta que dá pelo menos quatro espigas e espigas grandes, granadas. E quantos grãos em cada espiga, olha a multiplicação do grão que se deixa morrer dentro da Terra. E aí, qual é a analogia do grande do grão de trigo morrer? E nós também nesse livro dentro de mim, José Carlos Deluca, que eu gosto muito, de quem eu gosto muito, porque eu acho que suas ideias são simples e trazem bastante entendimento para o nosso dia a dia. José Carlos Deluca é juiz de direito no estado de São Paulo e é um grande palestrante espírita e também escritor espírita. Nesse livro, ele basicamente trata do autoconhecimento. O autoconhecimento é um tema que sempre vemos trazendo aqui as quartas-feiras, especialmente a Cláudia traz muito sobre o autoconhecimento. Então, o que seria a morte do grão de trigo em analogia conosco? seria que nós deixássemos nossas capas que não e de comportamento, de entendimento do mundo, que não nos servem mais, que que nos afastam dos outros e, principalmente que nos afastam do amor divino. Então, o que ele diz aqui? Ele diz que quando a gente, vou ler esse pedacinho porque é interessante pra gente situar bem do que que a gente tá falando. Ele diz que quando nada muda por fora em nossas vidas, é porque algo precisa mudar primeiramente em nós mesmos. A situação dolorosa que não se modifica é porque seu fim não é se modificar, é nos modificar. Não é a situação que vai ser modificada, é o nosso entendimento da situação. Jean Por Sartre já fazia, já falava isso e o filósofo existencialista absolutamente ateu, ele dizia: "Não é o que o mundo fez com
a situação que vai ser modificada, é o nosso entendimento da situação. Jean Por Sartre já fazia, já falava isso e o filósofo existencialista absolutamente ateu, ele dizia: "Não é o que o mundo fez com você, mas o que você fez em você, com o que o mundo fez para você". Ou seja, a nossa resposta é que é o que interessa, não aquilo que veio até nós. O que veio até nós veio do mundo para todos que estavam naquele momento, naquele lugar, naquela situação. Mas a nossa resposta é o que interessa. nossa aceitação, rejeição, adaptação, qualquer que seja a nossa resposta, é isso que interessa. Então não haverá o no caso do do trigo, para que haja a mudança, o trigo se entrega. O grão de trigo se entrega à terra e se submete à aquela pressão da terra úmida e busca a luz. Toda planta busca a luz para nascer, para frutificar, para cumprir o seu destino, vamos dizer assim. Toda planta busca a luz e nós também podemos buscar a luz. Também podemos deixar essas pequenas camadas que seriam de orgulho, de egoísmo, de vaidade, de esses são os três piores, né? Orgulho, egoísmo e a vaidade. Mas tem outros que são filhos do orgulho, egoísmo e a vaidade, que são subsidiários da intolerância, da má vontade, do pouco interesse pelos demais, que também é algo que nos traz que nos traz mal-estar. Então, tudo isso nós podemos também deixar ao longo de nossa vida e modificarm-nos como o trigo se modifica, como o trigo deixa aquela casquinha miúda que ele tem à volta, tão fina que parece que, sei lá, é algo tão pouco dizer, não, é só arrebentar essa essa casquinha que ele nasce, mas se não for no ambiente correto, não nascerá apenas secará. Então nós como trigo podemos também deixar essas cascas. E mais adiante em outros capítulos, Zé Carlos nos fala como que a gente poderia fazer essa análise, fazer essa mudança pra gente se melhorar. Bom, no Evangelho, segundo, no não Evangelho, no livro dos espíritos, na questão 919, é para mim a questão mais mais prática que existe dentro do livro dos espíritos. Eu considero a resposta
melhorar. Bom, no Evangelho, segundo, no não Evangelho, no livro dos espíritos, na questão 919, é para mim a questão mais mais prática que existe dentro do livro dos espíritos. Eu considero a resposta como uma receita de bolo. É uma mensagem do espírito de Santo Agostinho de Ipona, ao ser perguntado como que a pessoa chega ao autoconhecimento. E ele diz assim: "A mensagem é grande, quem tiver o livro dos espíritos, sugiro que leia, leia, releia e medite sobre ela, porque é absolutamente prática para que a gente possa utilizá-la todos os dias e ter ganhos expressivos na nossa vida pessoal". Ele diz no início assim: "Fazei como eu fazia quando estava na Terra. Toda noite, ao deitar-me na hora das minhas preces, eu passava em revista todo o meu dia, desde as pequenas ações até as maiores ações. E pensava onde, nesse nessas ações houve algum momento em que eu agredi mesma, agredi ao próximo, agredi? Basicamente esses três objetos do objetos porque estão fora dele, não que sejam objetos, mas eu sou o sujeito, o outro é o objeto. E ele ele diz: "Bom, cada vez que eu identificava um, mesmo que pequeno deslize, eu anotava primeiro para que não repetisse mais e segundo para se tivesse cometido aquele deslize contra alguém, no dia seguinte eu fosse pedir desculpas, fosse me retratar com aquela pessoa." E aí ele continua, vai indo mais adiante e ele diz assim: "Eh, tá, você pode até me perguntar, eh, como que você pode ter certeza se o que você fez foi bom ou ruim?" Ele dá até o exemplo da de uma situação de não gastar algum dinheiro, de não fazer alguma despesa. Ele dizer, pode parecer que foi eh foi previdência, não, eu não quis gastar porque a coisa era cara, algo do estilo. Mas pode ser também que foi por usura, por não querer dispor daquele valor, por querer entesourar aquele dinheiro. Então eu lhe dou uma uma forma de você eh avaliar se você tá certo ou errado. Gente, é uma prova real aquela que a gente fazia lá no segundo ano primário, na matemática. Você pega o produto, de subtrai uma das parcelas,
a uma forma de você eh avaliar se você tá certo ou errado. Gente, é uma prova real aquela que a gente fazia lá no segundo ano primário, na matemática. Você pega o produto, de subtrai uma das parcelas, você vai ter a outra parcela. Ele disse: "E se fosse o outro a fazer isso, que que você acharia? Acharia que ele tava certo? Aquilo que você fez que você tem dúvida se você fez dentro de um sentimento mais egoísta ou de um sentimento mais aberto, mais generoso? Então tá. E se fosse o outro que fizesse, que que você pensaria? Ah, se você pensaria que tá tudo bem, então você tem um ponto a seu favor, pode deixar isso numa consideração. Não precisa eh recriminar imediatamente. Então, e ele ainda vai mais adiante, ele desce a mais outros detalhes. Quem quiser ler a mensagem, vale muito a pena. Questão 919A do livro dos espíritos. Por quê? Porque dali dessa avaliação que você faça, você diga: "Não, eu fiz isso por antipatia aquela pessoa. Eu não gosto daquela pessoa." Então, a resposta que eu dei foi de um movimento interno meu, porque eu não gosto dela. Mas aí eu não gosto dela. Por quê? E esses desdobramentos dessas perguntas que fazemos a nós mesmos vão nos desnudando internamente, vão nos mostrando que às vezes você não gosta porque ela brilha mais do que você. Então é um ciúme, então é uma vaidade ferida. Eu não gosto dela porque ela é mais eh como mais vitoriosa que eu no trabalho, continua sendo um ciúme, mas aí já pode ser em função de um orgulho ferido, não mais de uma vaidade, mas de um orgulho ferido. E quantas coisas cada um terá a sua a sua resposta. E sabendo disso, cuidando desses traços que nós identificamos em nós mesmos, muitas vezes, muitas vezes, com o auxílio de um terapeuta que na época de Jesus não havia, mas que hoje há à nossa disposição pessoas que estudaram a mente de uma forma bastante aprofundada, a ponto de poder ajudar as pessoas em necessidade nesse nesses momentos ou mesmo com o auxílio de um parente em quem tenhamos mais confiança ou até de uma pessoa do nosso templo
bastante aprofundada, a ponto de poder ajudar as pessoas em necessidade nesse nesses momentos ou mesmo com o auxílio de um parente em quem tenhamos mais confiança ou até de uma pessoa do nosso templo religioso que possa nos ajudar ou mesmo apenas nós mesmos, pensando e verificando e tentando modificar nossos comportamentos. Então essa situação de que você está numa numa num beco sem saída, como nos diz aqui Zé Carlos, quando a gente está num beco sem saída e não e não ver uma solução que venha de fora, por mais que a gente tenha pedido, por mais que a gente tenha rezado, por mais que a gente tenha ansiado, que a gente não consiga, então é porque é hora dessa resposta vir de dentro. Ele diz assim logo no início do capítulo, quando passamos por uma fase de extrema dificuldade, quando nos sentimos num beco sem saída, quando todas as tentativas de solução não tiveram êxito, quando as nossas preces parecem não ser ouvidas, saibamos que estamos num momento muito importante da nossa evolução. E esse momento é o de nos abrirmos para a mudança. A mudança vai nos trazer, com certeza, novas possibilidades. Como o grão de trigo ao deixar-se morrer naquela casquinha que tem em volta, inconscientemente é o determinismo do grão de trigo. Para nós não é um ato consciente, é um ato de vontade pessoal. Nós vamos buscar em nós aquilo que está fazendo com que nos aflijamos dentro do nosso meio ambiente, dentro da nossa sociedade. Então, vamos buscar a mudança. Como buscar a mudança? A receita da questão 919. Vamos nos analisar calmamente, sem ele levantar culpas para nós, apenas nos conhecendo, como se estivéssemos vendo algo de fora de nós, mas com toda a seriedade, com toda a tranquilidade e vamos buscar as mudanças. A mudança dói, dói muito. A mudança nos deixa inseguros com toda a certeza. A mudança nos deixa inseguros, mas ela é necessária, porque se ela não vier, nós permaneceremos como grão de trigo que não vai à terra, apenas como grão de trigo. E nós permaneceremos da forma que estamos e
nça nos deixa inseguros, mas ela é necessária, porque se ela não vier, nós permaneceremos como grão de trigo que não vai à terra, apenas como grão de trigo. E nós permaneceremos da forma que estamos e continuaremos ter a ter o sofrimento que vemos tendo. E esse sofrimento, ele não é só de ordem moral, ele muitas vezes é um sofrimento físico. Por quê? Porque o nosso físico, ele é controlado, ele é desabrochado, vamos dizer assim, pelo nosso pela nossa parte mental. Nós sabemos hoje a medicina custou um bocado, mas a medicina já aceita várias várias eh doenças, várias situações que são causadas por situa por comportamentos morais da pessoa, por comportamentos internos. Pessoas que são extremamente duras, que não conseguem aceitar a mudança, a mudança em si, a mudança do outro, que não conseguem aceitar que o outro tenha uma opinião diferente de si. São pessoas muito com muita facilidade vão ter problemas ou de estômago ou de fígado, porque se endurecem por dentro, porque se se deixam aprisionar pelas suas ideias, que muitas vezes são crenças, muitas vezes são ideias que vêm lá da infância, que ouviram aqui, ouviram aulá e nunca criticaram, nunca tentaram mudar, nunca fizeram. uma crítica sobre aquela ideia. Será isso mesmo ou será diferente? E é isso que a gente tá buscando aqui com a ideia do grão de trigo deixando morrer sua casca e nós também deixando morrer dentro de nós aquelas aqueles comportamentos, aquelas atitudes, aquelas ideias que não nos alcançam mais, que nos trazem sofrimento e não nos trazem o amor que queremos ter em nossa vida. Então, quando a gente não consegue encontrar respostas fora a uma situação que nos angustia, realmente é a hora de buscar respostas dentro. O que que eu posso fazer em mim, comigo, com o meu comportamento para poder melhorar tudo isso? Não é só uma questão, ah, vou mudar de casa porque meu vizinho é chato, meu vizinho me incomoda, tem um cachorro que late de madrugada e uma série de outras coisas. Não, eu tenho que arrumar um outro
Não é só uma questão, ah, vou mudar de casa porque meu vizinho é chato, meu vizinho me incomoda, tem um cachorro que late de madrugada e uma série de outras coisas. Não, eu tenho que arrumar um outro emprego porque nesse eu ganho mal, meu chefe me persegue. Não, algo precisa ser mudado dentro de nós. Muitas vezes é dentro de nós. Especialmente quando a gente começa a ver que não é só o chefe que persegue, é o colega também que te evita, é o outro que te boicota e você fica sozinha no posto do cafezinho. Quando você chega, você é o espanta rodinha, todos eles vão-se embora e você fica ali sozinho tomando seu café. pode ter certeza que aí é o o ponto máximo do entendimento que o problema tá dentro de você, não tá com os outros. Bom, então o nosso caminho, temos que buscar o caminho interno como o grãozinho de trigo, que ele vai soltar suas possibilidades para virar uma planta. E nós também temos que olhar para dentro e promover essa mudança. Então, como o grão de trigo se abre, nós também podemos abrir mão de crenças, comportamentos em busca do amor divino que se espalha ao nosso redor. Gente, pode ser que a nossa sociedade não seja mais o não seja mais não, nunca foi, né, um exemplo de amor divino, qualquer sociedade que vivemos, mas nós podemos ter isso dentro de nós, à nossa volta, no meio de nossa família, no meio de nossos amigos e podemos sim viver uma vida plena dentro do amor divino, uma vida, ah, tem um aborrecimento. que outro ali. Gente, não somos perfeitos. Ninguém tá exigindo de ninguém a perfeição, nem está propondo, nem está dizendo: "Ah, faça isso que sua vida ficará perfeita". Não, ela ficará melhor. É diferente. Então, com o nosso isso, essa modificação, essa forma de nos ver de acordo com o entendimento de Santo Agostinho, é uma forma da gente aumentar a nossa consciência, ampliar a nossa consciência, elevarmo-nos como se subíssemos numa montanha. Porque quando estamos no topo da montanha, nos facilita muito mais ver a planície. Quando você está na planíce você não
cia, ampliar a nossa consciência, elevarmo-nos como se subíssemos numa montanha. Porque quando estamos no topo da montanha, nos facilita muito mais ver a planície. Quando você está na planíce você não encontra caminhos. Você só vê ali tem uma árvore, aqui tem uma pedra, ali tem uma casa, tem uma um caminho aqui tem outro ocular. Mas qual o caminho que vai dar? Aonde eu quero ir? Quando você sobe a um patamar mais alto, você consegue ver melhor aquele ambiente, aquela planície e dizer: "Ah, não, o caminho que vai me ajudar a chegar onde eu quero é aquele e não esse." Da mesma forma, as avaliações que nós fizermos a partir da autoconsciência, da a partir do autoexame proposto por Santo Agostinho, nós também podemos escolher novos caminhos e podemos deixar para trás, quem sabe, mágoas, ódios, disputas. Podemos pedir perdão por várias coisas que fizemos. Podemos também perdoar. Mesmo que a pessoa não nos busque o perdão, podemos perdoar. E assim, sem violência, sem negação de nós mesmos, sem agressão a nós ou a qualquer outra pessoa, podemos aos poucos ir mudando a nossa forma de ver a vida mais do que nossos comportamentos. E porque nossos comportamentos virão a reboque. Se mudarmos a forma de ver a vida, nossos comportamentos virão a reboque. Então, quando a gente desabrocha como fez o grão de trigo, dando espaço ao surgimento da planta, também nós desabrocharemos, trazendo pro nosso entorno o pão de uma vida feliz, o pão de uma vida produtiva e sadia, sadia em torno de nós, gente. Não é perfeição. Não tô propondo aqui que ninguém busque a perfeição. Eu não estou dizendo que todos nós devamos ser perfeitos. Nós só nosso intuito aqui, a nossa, o nosso objetivo na terra, o objetivo da encarnação de cada um é, como dizia Chico Xavier, chegar ao túmulo melhor do que saiu do berço. Essa é a proposta. Não é perfeição, é melhoria. E isso é algo que nós temos em vários. André Luiz tem isso em seus livros. Ele tem até um nome, um adjetivo para dar aqueles que vem com uma missão,
ço. Essa é a proposta. Não é perfeição, é melhoria. E isso é algo que nós temos em vários. André Luiz tem isso em seus livros. Ele tem até um nome, um adjetivo para dar aqueles que vem com uma missão, com uma tarefa, com um objetivo e cumprem esse objetivo quando retornam à pátria espiritual. São os completistas. Eles completam a sua tarefa. Eles fazem e terminam, se propõem a fazer e terminam. E olha, são pouquíssimos, pouquíssimos. Naquele filme que passou mais recentemente do nosso lar, dois, havia dois daqueles que brigavam e tal e coisa, eles não eram completistas, eles haviam vindo com um objetivo e não cumpriram seu objetivo. Um exemplo de espírito que tinha uma missão, um espírito que todos nós vamos reconhecer que tinha uma missão e que não completou sua missão, foi Napoleão Bonaparte. Napoleão, o objetivo dele, a ideia, o o a missão que ele tinha era de trazer maior educação para o povo. E o que ele fez? Ele guerreou, guerreou, guerreou e aumentou em muito a sua, o seu, sei lá, seu patamar de orgulho, apenas isso. Mas não era essa o não era esse o objetivo. Ou seja, não quer dizer que estamos aqui e que tenhamos algumas luzes que nós vamos automaticamente nos nos elevar. Não exige uma um trabalho nosso. Exige uma vontade de melhorar, uma vontade de ir adiante, de crescer. exige consciente, um aumento de consciência. Então, esse é o nosso desafio. No finalzinho aqui do desse capítulo, Zé Carlos traz uma questão que eu achei bastante interessante, que ele diz assim: "Mas por que que a gente continua a não querer fazer esse movimento de melhoria? Por que que a gente se compra na dor? Porque muitas pessoas dizem: "Ah, a vida é assim mesmo. Ah, eu nasci para isso. Ah, é o meu destino". E assim vai. Ele traz a fala de um teólogo, Jean Ives Lelup. O livro é A sabedoria que cura editora vozes, Jean Ives Lelup. Ele diz assim, a questão dessa a partir dessa questão, né? Eh, eh, vou ler o parágrafo todo para poder introduzir o Jan Vislelupe. Sei que resistimos a deixar morrer essas coisas,
es, Jean Ives Lelup. Ele diz assim, a questão dessa a partir dessa questão, né? Eh, eh, vou ler o parágrafo todo para poder introduzir o Jan Vislelupe. Sei que resistimos a deixar morrer essas coisas, essas coisas que nos angustiam. Que paradoxo é esse? Se temos dificuldade de soltar o que nos faz sofrer. Jean Ivegelupe, teólogo, responde a questão afirmando que é o medo de deixar o conhecido pelo desconhecido, pois para encontrar é preciso perder. perder suas seguranças, seus pontos de apoio. Assim diz o teólogo. Então, o que nos impede de buscar a mudança é o nosso acomodamento, a nossa forma de dizer: "Não, é assim mesmo, eu já tô acostumada, eu já conheço isso, para que que eu vou mudar? Para que que eu vou para algo que eu não conheça?" E sofrer mais. Talvez se sofra em algum momento, dependendo do que se escolha, mas talvez haja um pequeno sofrimento ou até grande no início, mas que traga um futuro melhor. Então, pensemos nisso. Nosso horário já tá terminando. Termina ainda o Zé Carlos dizendo: "Nosso ego adoecido faz da dor seu ponto de apoio para sobreviver. É assim que ele se sente vivo, que ele chama atenção para si. Muita gente vive da atenção dos outros porque é doente, porque é fraco, porque precisa de apoio. Não necessariamente traz algo pro encontro, só busca dos demais. É assim que esse ego se sente vivo, que ele chama atenção para si. Por isso ele se alimenta de lutas, guerras, dores, doenças, traições, injúrias, sacrifícios e punições. São situações que nenhum de nós quer nem para si e muitas vezes não queremos nem paraos nossos inimigos. Então, consideremos, vamos pensar em buscar uma forma de abandonar, de deixar morrer, como diz o Evangelho de Jesus no capítulo do Evangelho de João, capítulo 12, versículo 24, que o grão de trigo, ele se ele não se deixar morrer, ele continua um grão de trigo. Mas se ele morrer, ele se torna uma planta que vai alimentar a muita gente, que vai dar muitos grãos de trigo. E nós, se continuarmos a viver uma vidinha
deixar morrer, ele continua um grão de trigo. Mas se ele morrer, ele se torna uma planta que vai alimentar a muita gente, que vai dar muitos grãos de trigo. E nós, se continuarmos a viver uma vidinha pequena, miúda, podemos até sobreviver. Mas duas coisas nós estamos perdendo, a oportunidade da encarnação, porque estamos aqui para nos melhorar e não simplesmente para viver entre o nascimento e o túmulo. e outra, a oportunidade de crescer e ainda aqui, ainda nessa nessa nesse plano aproveitarmos e muito do amor de Deus que existe à nossa volta e já talvez não sejamos completistas, mas já voltarmos melhor do que chegamos. Era isso que eu tinha para trazer para vocês. Muito obrigada pela atenção de todos e até a semana que vem. Muito obrigada. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do
ico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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