AUTO-AMOR E O AMOR AO PRÓXIMO - Norma Nelly [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 04/02/2026 (há 2 meses) 39:25 1,073 visualizações

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Transcrição

Per de coração [música] a paz dentro de mim que [música] encontrei na comunhão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Bom dia a todos. Sejam todos muito bem-vindos à nossa casa de oração, Comunão Espírita de Brasília. Para aqueles que chegam a primeira vez, se sintam acolhidos, se sintam aqui acalentados. A nossa casa oferece muitos serviços que podem ser obtidos as informações na excepção no andar de cima. Aqueles que já estão sempre conosco nas quartas-feiras presencialmente ou aqueles que nos assistem pelas mídias sociais, pelas redes, sejam bem-vindos também. Vamos começar o nosso trabalho sempre fazendo uma leitura de harmonização e em seguida fazemos a nossa prece para assistirmos a nossa palestra. Hoje eu vou ler uma mensagem do livro Vigiai e Orai do Carlos Belli pelo irmão José. A mensagem chama ideia fixa. Combate a ideia fixa do mal na tua mente. Não ofereça sintonia às trevas. Escolhe o alimento espiritual que te nutres. Fuja do que possa influenciar-te negativamente. A obsessão é uma indução, espécie de hipnose de outras mentes sobre a tua. Não convertas os teus pensamentos em pasto para os espíritos vampirizadores. A tua vida é o barco, o pensamento é o leme. A ideia infeliz que se demora contigo é sinal de desajuste interior. e ocupa as tuas mãos nas tarefas bem fazíjas, ideia fixa que incomoda, atrai a doença, sofrimento e lágrimas. Bom, depois da gente ouvir essa mensagem, já sintonizados, vamos fazer a nossa prece inicial, elevando o nosso pensamento a Deus, a espiritualidade aqui presente, preparou o nosso salão com muito carinho, a nossa sala de passe. Então, que possamos aproveitar essas bênçãos que caem do alto, deixando o nosso coração mais tranquilo e sintonizado. Vamos aproveitar o momento, pedir a concentração necessária e a atenção para que a gente absorva os bons esclarecimentos e ensinamentos que a norma vai trazer na palestra de hoje. Que assim seja. Graças a Deus. Com a

o momento, pedir a concentração necessária e a atenção para que a gente absorva os bons esclarecimentos e ensinamentos que a norma vai trazer na palestra de hoje. Que assim seja. Graças a Deus. Com a palavra norma. Obrigada. Muito bom dia a todos. É sempre bom ver as pessoas vindo à comunhão. É sempre bom saber que muitos se encontram também pelas mídias sociais assistindo ou então que vão assistir em outros momentos. Que sejam todos muito bem-vindos e eu espero conseguir trazer alguma ideia que possa ajudar a cada um na sua caminhada para o melhoramento pessoal. O tema de hoje foi dado como o amor próximo e o o auto amor. O autoamor e o amor ao próximo. Que se diz de autoamor em vários lugares hoje em dia já não é nem mais dentro de da religião, não é mais dentro de um de um de um templo espírita. A ideia autoamor, basicamente, acho que ela floresceu mais na psicologia do que propriamente dentro de uma casa espírita. Mas hoje em dia, na casa espírita, a gente tem se apropriado muito dessa ideia, a ideia do amar a si. Bom, vamos começar por onde tudo começou e depois a gente vai chegar aonde eh eu gostaria de trazer esta ideia para nós pensarmos, começarmos a pensar. É uma ideia um pouquinho diferente, é um pensamento um pouquinho fora da caixa, mas nada tão assustador que a gente não possa executar. Bom, vamos começar. pelo evangelho de Mateus. Mateus, capítulo 22 versículo 34. Do 34 ao 40. O maior mandamento. Os fariseus, ouvindo que ele fechara a boca dos saduceus, os saduceus eram uma parte dos judeus. Eles tinham umas ideias bastante próprias a respeito da religião e coisas que tais eram mais ligados ao a a vida material, aos prazeres, as emoções e tal. E os fariseus eram aqueles que observavam mais o rito. Ah, tem que fazer assim, tem que lavar o prato, tem que lavar a mão, tem que virar de uma certa forma. Eles eram os observadores das regras como estavam escritas. Então, os fariseus, esses que eram eh mais eh ligados às regras trazidas por Moisés, ouvindo que ele fechara a boca dos

de uma certa forma. Eles eram os observadores das regras como estavam escritas. Então, os fariseus, esses que eram eh mais eh ligados às regras trazidas por Moisés, ouvindo que ele fechara a boca dos saduceus, aqueles mais podes crer, reuniram-se em grupo e um deles, a fim de pô-lo por quem? Jesus. à prova, perguntou-lhe: "Mestre, qual é o maior mandamento da lei?" E Jesus respondeu: "Amarás ao Senhor, teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu espírito." Ou seja, amarás a Deus sobre todas as coisas. Assim nós temos o primeiro dos nossos mandamentos. Este é o maior e primeiro mandamento. O segundo é semelhante a este, ou seja, tá praticamente no mesmo nível de importância do primeiro. Amarás o teu próximo como a ti mesmo, como amas a ti mesmo. Desses dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas. Então, Jesus nos traz, além de Moisés, Jesus nos traz um segundo mandamento, que é o amar ao outro. Amar o outro. Quem é esse outro? Esse outro é qualquer um. Qualquer um que não é você. Qualquer um. Pode ser seu irmão, seu pai, sua mãe, sua irmã, sua esposa, companheira, amigo. Pode ser alguém que esteja lá hoje no Cambódia, no Japão, alguém que esteja na África. Qualquer um é o outro. Qualquer um é esse próximo que Jesus fala. Por quê? Porque todos somos ditos filhos de Deus, criados da mesma forma, criados com a mesma força, criados com o mesmo propósito. Ninguém é melhor do que ninguém. Ninguém. Eu tô lembrando aqui há poucos dias, passou aqui na na no Teatro da Caixa a peça O mercador de Veneza de Shakespeare. Bom, consideremos final do século X. Início do 17, entre 1590 e 1600 e pouco, Shakespeare escreve uma peça. E nessa peça, o mercador de Veneza, quem era? Ele era um judeu e eh agiota e ele era extremamente maltratado por todas as pessoas que moravam em Veneza. E a uma das falas de Shylock, que é esse personagem judeu, diz assim: "Vocês não acham que eu também sinto como vocês? Eu tenho carne igual a de vocês. Se me beliscam, eu sinto. Se me

ravam em Veneza. E a uma das falas de Shylock, que é esse personagem judeu, diz assim: "Vocês não acham que eu também sinto como vocês? Eu tenho carne igual a de vocês. Se me beliscam, eu sinto. Se me espetam, eu sinto, se me cospem na cara, eu me sinto ofendido. Por que vocês me tratam assim?" Ora, um autor que de eh religioso não tinha nada. Shakespeare, pelo contrário, era bastante mundano. Se traz uma fala dessa. A quase 500 anos atrás, final do século X, início do século X7, há quase 500 anos, ele traz essa fala de público para todos que estivessem ali assistindo, pessoas ignorantes, pessoas da nobreza, o que fosse. Ele traz essa ideia de que somos todos iguais. Ele reproduz o ensinamento. Ele não reproduz o ensinamento de Cristo, mas ele reproduz a ideia. Somos todos iguais. Então, tá? Então, nós temos essa essa missão, nós temos esse essa eh essa determinação de Jesus, amar ao próximo como a si mesmo. Tá? Mas existe uma fala de alguém que eu busquei a o nome, mas não consegui encontrar, que diz assim: "Aquele que diz que ama a Deus, que ele não conhece, mas não ama o seu irmão que ele conhece, está mentindo. Ele não ama a Deus, porque se ele amasse a Deus, ele amaria também o irmão." Então, gente, a coisa vai ficando cada vez mais complicada de um mandamento pequeno, de uma frase pequena, de toda essa compilação que nós temos, que se chama Bíblia, que se chama Evangelhos, que se chamam os quatro evangelhos, Novo Testamento ou tudo, nós temos que a coisa é meio difícil, as coisas vão ganhando camadas de entendimento. E aí você chega lá no fim, amar o próximo como a ti mesmo. Amar o próximo como você ama a você mesmo e como é que a gente se ama. Normalmente a gente não se ama. A gente mais quer ser amado que a gente se ama. Esse senhor chamado Berne Sigel, ele foi, foi, eu acredito que ainda esteja vivo, não sei, não consegui ver se ele ainda tá vivo ou não. Médico nos Estados Unidos, formado na Universidade de Yale e que também trabalhou muito nessa universidade como médico

ito que ainda esteja vivo, não sei, não consegui ver se ele ainda tá vivo ou não. Médico nos Estados Unidos, formado na Universidade de Yale e que também trabalhou muito nessa universidade como médico eh cirurgião pediátrico. Ele teve, fez vários livros, inclusive o mais conhecido é esse, Amor, Medicina e Milagres, um dos primeiros dele, em que ele fala muito da interação do amor com a saúde, que é um tema que é muito bem explorado e cada vez vem mais sendo explorado dentro da doutrina espírita. a relação entre a doença e o comportamento espiritual, emocional da pessoa. Berneel diz o seguinte: "Estou nesse livro que eu citei, né, Amor, Medicina e Milagres". Bom, entendo que a a editora que foi utilizada por por José Carlos Deluca nesse livro Dentro de Mim, onde ele cita que o Vernel se chame bestseller. Vamos lá. Então diz Bernica, estou convencido de que o amor incondicional representa o mais poderoso estimulante do sistema imunológico. Se eu pedisse aos doentes que elevassem seus níveis de hemoglobina ou de células T, ninguém saberia o que fazer. Mas se eu puder orientá-los, que amem a si mesmos e aos outros de forma plena, aquelas alterações ocorrem de modo automático. A verdade é que o amor cura. Bom, esse é o capítulo, tô usando o capítulo 22, chama-se o nossa cabana, o título do capítulo desse livro dentro de mim, de José Carlos de Luca. Então ele vem nos dizendo que nós quando nos amamos nós trazemos bem-estar para nós mesmos. E ele tem muita eh esse senhor Berne Sigel, ele tem muita preocupação das pessoas que não se amam porque elas começam a se tornar cobradoras dos demais. Ah, porque ele não me ajuda? Porque ele não cuida de mim? Porque ela me despreza? Traz, trazendo como responsabilidade do outro cuidar dele e não ele amar e cuidar do outro, como Jesus mandou. Então, o que que a gente precisa fazer antes de mais nada? Olhando o a ideia que Jesus trouxe, olhando o pensamento que Jesus nos trouxe, amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo.

ntão, o que que a gente precisa fazer antes de mais nada? Olhando o a ideia que Jesus trouxe, olhando o pensamento que Jesus nos trouxe, amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. Quer dizer, e amar o próximo como você ama a si mesmo. Então, em primeiro lugar, a gente tem que amar a nós mesmos. Essa é a ideia. Vamos começar por aí. E e amar a nós mesmos não quer dizer tornarmo-nos egoístas de forma alguma. Amar a si mesmo quer dizer que nós reconhecemos que somos pessoas imperfeitas, falíveis, que estamos em construção ainda na vida e que temos essa jornada terrena para nos melhorarmos. Erramos? Sim, e muito. Então, se eu erro, o outro também erra, porque ele tá na mesma jornada que eu. Ele tem as mesmas eh lições. Quer dizer, lições nem tanto, mas ele tem os mesmos objetivos: melhorar-se, aprender, aprimorar-se. Então, cada um de nós tem uma lição, várias lições, muitas lições. Cada um terá lições todos os dias de sua vida até o dia de ir embora. Porque o dia que dia, embora terminou aquilo que você tinha que aprender aqui, já chegou ao ponto, não precisa mais. Nesta jornada você já aprendeu o que precisava aprender. Ou se não aprendeu, você perdeu o tempo, mas a oportunidade de aprender lhe foi dada. Então, o que nos diz aqui o eh José Carlos de Luca a respeito dessa situação? Ele diz que nós precisamos nos cuidar de alguma forma. Bomberne seguiu ainda vai mais além, além do do amar a eh amar ao próximo como a si mesmo. Ele ainda usa um outro conceito de João. João, no capítulo 13, versículos 34 e 35 de quando Jesus já tá fazendo a sua despedida dos dos apóstolos, que ele diz assim: "Dou-vos aos apóstolos, isso é aos apóstolos que ele dá, dou-vos um mandamento novo, que vos ameis uns aos outros como eu vos amei." Não é mais como você ama a si próprio, é como eu vos amei. E Jesus amou de que forma? Incondicionalmente. Então ainda tem um outro degrauzinho quase escondido nesse nessa fala do Evangelho de João. Como eu vos amei? Jesus amava incondicionalmente. Jesus não julgava.

amou de que forma? Incondicionalmente. Então ainda tem um outro degrauzinho quase escondido nesse nessa fala do Evangelho de João. Como eu vos amei? Jesus amava incondicionalmente. Jesus não julgava. Ele não julgou a mulher era adulta, adúltera. Ele não perguntava por que a pessoa estava naquela situação para ser ajudada ou não, para para dizer: "Ah, você não merece. Ah, não, agora não. Você tem que aprender mais um pouco. Não. Jesus sentia o coração do outro e ao sentir o coração do outro, ele trazia o conforto ao outro. Então, temos aí ainda um complicador que é o amar incondicionalmente. Não sei se nós já estamos na no patamar de cheg de ter esse essa eh essa abnegação, mas a gente tem que tentar, mas a gente tem que caminhar nesse sentido. Se hoje eu só consigo ver no outro um outro ser humano que, como eu, sofre o frio, sofre a fome, sofre o desamparo, sofre a incompreensão, eu tenho que ainda caminhar mais um pouco para entender que eu não tenho que julgar, não tenho que procurar saber por que ele está nessa situação para condicionar ou o meu amor a ele. Essa é a ideia do amar incondicionalmente. Então, o o que diz aqui, Zé, eu gostei tanto desse pedaço que eu vou ler ele inteiro. Jesus ensinou essa regra de de ouro. Tudo aquilo, portanto, que quereis que os homens vos façam, fazei-o vós a eles, pois esta é a lei e os profetas. Mateus também, o Evangelho de Mateus, capítulo 7, versículo 12. Quando, portanto, trabalho pela felicidade do próximo, eu também me sinto feliz, porque de alguma forma eu também sou um necessitado, carente, frágil, impotente em certas situações. E quando ajudo alguém a superar as suas dificuldades, estou também me ajudando a superar as minhas. O amor que dou é o amor que sinto. A força que transmito é a força que me levanta. O sorriso que ofereço ao outro é o sorriso que me cura da tristeza. O pão que dou ao necessitado mata a minha fome de amor. O perdão que concedo ao agressor dissolve as minhas agressões. Então é o convite, o convite a nós para que abramos o nosso

me cura da tristeza. O pão que dou ao necessitado mata a minha fome de amor. O perdão que concedo ao agressor dissolve as minhas agressões. Então é o convite, o convite a nós para que abramos o nosso coração. Em primeiro lugar, que vejamos todas as pessoas próximas e mais distantes. Aquelas que a gente convive e aquelas que a gente sabe pelo noticiário, aquelas que a gente sabe que habitam outro lugar, mas que muitas vezes por força do noticiário nos vem uma ou outra menção de suas vidas. Aquelas que estão muito longe, talvez possam até ser eh atendidas de uma forma de uma forma também distante, que é a forma pecuniária. Ah, sim. Existe um trabalho que é feito não sei onde para pessoas com dificuldades. Se eu posso doar R$ 20, eu dou os R$ 20 e penso, faço uma oração para que aquele dinheiro seja bem aplicado. Você está dando com boa vontade para que com boa vontade ele seja recebido e bem aplicado. Mas o a ajuda pecuniária é a que menos nos pesa, apesar de pesar no bolso, mas é a que menos nos pesa no coração, porque rapidamente ela se dissolve em nossas ideias, em nossas, em nosso, eh, em nosso comportamento. ajuda que damos de presença, de entrega, de de presença mesmo, de cuidado nosso, é a que mais importa para nós e para quem recebe. É a visita, por exemplo, a uma pessoa que esteja doente, pode ser velha, pode ser nova, qualquer coisa. É uma oração que fazemos para alguém que não conhecemos, mas que nos nos toca a situação em que a pessoa está. Fazemos uma oração, pedimos a Deus que cuide, que possa trazer alívio, possa trazer força, coragem para que a pessoa suporte aquela provação e que vá mais adiante. Essa é a mais e mais ainda a nossa presença junto aos demais. O ouvido bem atento ao ouvir uma história, sem interromper, sem fazer julgamentos no meio da história. Mesmo que a gente não tenha grande coisa a dizer no final das contas, o que a gente pode dizer? Puxa vida, meu amigo. Realmente sua situação me tocou. Eu vou pedir a Deus que você seja bem amparado. Vamos fazer uma prece juntas

grande coisa a dizer no final das contas, o que a gente pode dizer? Puxa vida, meu amigo. Realmente sua situação me tocou. Eu vou pedir a Deus que você seja bem amparado. Vamos fazer uma prece juntas ou tô aqui a hora que você precisar. Pode vir conversar comigo. Se eu tiver uma boa ideia que te ajude nessa situação, vamos discuti-la juntos. Por quê? Porque você gostaria de receber isso demais. muito gostaria. E é aqui que tá dito, passa aos outros aquilo que gostaria de receber também dos outros. Aquele que sempre se furtou a estar perto, a ajudar, vai ter muito, muita dificuldade. Não digo que seja impossível, não, porque o outro pode ser mais generoso que ele e o outro venha e o atenda. E aí ele vai ver quanto tempo ele perdeu sem ter essa essa preocupação de ajudar os outros. E aí é o que nós nós temos tem mais, eu tenho mais até do Dr. Berne Sigel. Me chamou muita atenção esse senhor. Eu nunca tinha ouvido falar nele, mas ele tem uma tem umas um comportamento, uma colocação bastante próxima às ideias que nós temos de saúde, saúde e bem-estar físico, combinando com saúde e bem-estar mental, moral e e emocional. No em um outro livro também eh começando o capítulo, o mesmo eh José Carlos Deluca usa uma fala de Bernigel que diz assim: "Por que você está aqui? Por que você nasceu? Porque o mundo está como está. Qual a finalidade de tudo isso? A resposta que espero é que estamos aqui para aprender a amar, para agir com verdadeiros anjos de guarda uns dos outros, para demonstrar amor e compaixão, para ajudar a crescer. Esta é a razão e o significado da vida. Ele colocou isso no num livro chamado Os Caminhos do Coração, que é uma obra coletiva, organização de Richard Carlson e Benjamin Shield da editora. Então, ele nos traz essa ideia que o nosso objetivo de estarmos aqui é justamente isso, proporcionar um maior bem-estar a todos. E esse bem-estar não quer dizer somente dar mais, ter mais dinheiro, ter mais eh eh afluência de de meios para viver mais despreocupadamente

é justamente isso, proporcionar um maior bem-estar a todos. E esse bem-estar não quer dizer somente dar mais, ter mais dinheiro, ter mais eh eh afluência de de meios para viver mais despreocupadamente tem a ver com aprendermos a nos entender uns com os outros, a cuidarmos uns dos outros, a estendermos a nossa mão e aprendermos que todos somos irmãos. Porque sim, o que vai acontecer? Vai acontecer que quando cada um sai de si e encontra o outro, automaticamente ele vai amar a Deus, porque ele tá amando o Deus que está ali, aquela sementinha de Deus que está ali dentro do outro. Essa é a ideia. E aí sim, quando você sai de si e começa a chegar no outro, a cuidar, a se preocupar, a ter atenção, a ser misericordioso, a ser compassivo, a ter empatia, você começa a chegar próximo de Deus, a entender o que é o amor, o amor incondicional, o amor que existe e que une todas as coisas criadas por Deus. Porque a união, o amor é é descrito na física, vamos dizer assim, pela lei da atração. Aquilo que atrai, que junta, que monta e que faz acontecer e que faz existir. Este é o amor. Então, o amor que eu tenho por você me liga a você. E nós construímos algo muito, muito bom. Nós construímos uma uma egrégora. Nós vamos construindo um pensamento. Nós não vemos o pensamento. Não vemos o pensamento como não vemos várias outras coisas. Se tivesse um pé de pó de pirlim pimpim, que se fosse jogado nessa sala aqui e que fosse eh capaz de juntar todas as ondas magnéticas, todas as ondas não visíveis, a onda do som, a onda da luz que chega e que que eh imprime a visão das coisas na nossa retina. Se jogasse aqui, nós veríamos uma teia, uma teia imensa de coisas misturadas, os aparelhos eletrônicos, os nossos celulares dentro de nossas bolsas, os nossos pensamentos saindo de nossas cabeças de uma na forma de ondas. Então, nós estamos todos interligados, não estamos sós, estamos juntos. nesse mundo por um objetivo. E o objetivo que nós temos é o de ajudarm-nos e de cada um chegar ao túmulo, como

a forma de ondas. Então, nós estamos todos interligados, não estamos sós, estamos juntos. nesse mundo por um objetivo. E o objetivo que nós temos é o de ajudarm-nos e de cada um chegar ao túmulo, como dizia Chico Xavier, melhor do que chegou no berço, do que apontou no berço. Pessoas melhores, mais amorosas, mais elevadas espiritualmente. E aí fica o convite, amar a Deus por meio do outro, amar a Deus por meio da nossa doação aos outros. Essa é a ideia que eu tinha para trazer assim, um pouquinho fora da caixa, porque a gente lê o mandamento começando por amar a Deus sobre todas as coisas. Sim, mas quando você ama o próximo com, principalmente com abnegação e sem esperar nada em troca, com certeza Deus estará em seu coração. Deus será conhecido por você e amado por você, porque esse é o segredo. O amar tem condições, sem esperar volta. e sem estabelecer condicionantes. Então, isso foi o teminha que eu trouxe. Hoje fica a ideia, fica o objetivo da gente passar adiante. Agradeço a todos a atenção. Até uma próxima oportunidade. Antes de passarmos ao passe na no prédio daqui da frente, aqueles que nos assistem pelas mídias sociais, permaneçam ligados porque vão aproveitar os benefícios do passe virtual. E aqueles que se encontram aqui, daqui a pouco vamos nos dirigir, mas vamos fazer primeiro a nossa prece final para já nos harmonizarmos e quando chegarmos na sala de passe aproveitarmos esses benefícios. Vamos agradecer a Deus por este momento, agradecer os ensinamentos da palestra, aproveitar esses ensinamentos na nossa conduta diária, em pequenas atitudes, fazer ao próximo aquilo que esperamos que também nos façam e aquilo que desejamos também que nos façam. Mas vamos fazer primeiro, não esperar que eles façam primeiro do que a gente. Vamos agradecer a Deus pela oportunidade de estarmos aqui. Agradecer a tudo e a todos. Que assim seja. Graças a Deus. Um bom dia a todos. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por

cer a tudo e a todos. Que assim seja. Graças a Deus. Um bom dia a todos. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos [música] pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os [música] olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos [música] lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e

isitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado [música] seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, [música] calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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