FELIZ EU - Norma Nelly [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 29/10/2025 (há 5 meses) 41:20 731 visualizações

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Transcrição

de atingir [música] a perfeição. Aqui [música] eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti, [música] buscando [música] a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim [música] que encontrei na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe. Bom dia a todos, a todos aqueles que estão aqui na comunhão espírita, já chegaram, aqueles que ainda vão chegar, aqueles que nos assistem pelas mídias sociais, pelo canal da comunhão no YouTube, o canal TV Comunhão e todos aqueles que nos verão em algum outro momento, uma vez que as palestras ficam gravadas. Para começar, eu gostaria de ler, como sempre uma mensagem do nosso livrinho Vida Feliz. Divaldo Franco e a mensagem é do espírito Joana de Angeles, que é a mentora de nosso grupo de trabalho de hoje. É a lição número 50 para quem depois quiser rever em casa quem tiver o livrinho. Deus dotou-te de força de vontade. Se te parece fraca, é porque não a tens exercitado. Toda e qualquer função orgânica ou moral, necessita de exercício a fim de atender com rapidez aos comandos mentais. Treina nos pequenos hábitos viciosos, buscando corrigi-los e lentamente vai passando para desafios mais expressivos. Através de uma vontade disciplinada, conseguirás atingir os objetivos máximos da tua atual existência. Não desistas se de início fracassares. Joana de Angeles sempre nos traz mensagens sérias, duras e mas muito consoladoras. E assim agradecidas pela mensagem que vem do alto para todos nós, que consigamos ter força de vontade, determinação, especialmente nos nossos bons propósitos. Façamos uma prece a Deus nosso Pai, agradecendo o dia de hoje, agradecendo o dom da vida, a oportunidade de aqui estarmos mais uma vez em aprendizado, em consolação, em busca de algo a mais

ropósitos. Façamos uma prece a Deus nosso Pai, agradecendo o dia de hoje, agradecendo o dom da vida, a oportunidade de aqui estarmos mais uma vez em aprendizado, em consolação, em busca de algo a mais para o nosso caminhar. Esse é o nosso objetivo. Chico Xavier já nos disse: "Chegar ao túmulo melhor do que surgimos no berço." Assim seja. Gente, eu sou uma das apaixonadas pelo sermão do monte. Diz: "É voz corrente, pelo menos dentro do meio espírita, não sei se em algum outro lugar. Não vi isso, nada escrito em algum lugar, mas diz que Mahatma Gand, que nem de matriz cristã era sua crença, disse uma vez que se tudo se perdesse nas bibliotecas do mundo, mas que se o sermão do monte permanecesse, não haveria grande perda para a humanidade, porque no sermão do mundo estariam todas as grandes lições que a humanidade necessitaria. E de certa forma é Mateus no seu evangelho quando nos traz o sermão do monte, ele nos traz no capítulo cinco, se eu não me engano, cinco, começando no inicinho do capítulo, Jesus subiu e começou a falar. E ele relata esse irmão em sete ou oito, no máximo, frases, não chega nem até o fim da página as frases assim. Mateus, como a gente sabe, foi um publicano. Publicano era aquele coletor de impostos, judeu, coletor de impostos e que os impostos iam para Roma. Ele era odiado, como todos os publicanos, era odiado pela comunidade judaica que o achavam um traidor, alguém que que estava ali amando do opressor. Mas ele cumpriu o seu papel com dignidade, de tal forma que Jesus o convocou para ser um dos seus seguidores. E Mateus, obviamente, como publicano que era, tinha o hábito de tudo anotar, tudo. Se ele recebia uma, sei lá, uma dezena de ovelhas de alguém, ele tinha que anotar porque ele tinha que entregar aquilo, era o papel dele. Então, Mateus tornou-se rapidamente, muito facilmente o repórter dos feitos de Jesus. E como publicano que era, ele não desperdiçava tempo, não desperdiçava palavras, ele anotava bem rapidinho. Então são frases muito pequenas, mas que quando

o facilmente o repórter dos feitos de Jesus. E como publicano que era, ele não desperdiçava tempo, não desperdiçava palavras, ele anotava bem rapidinho. Então são frases muito pequenas, mas que quando desdobramos os seus sentidos, chegamos à noção de que sim, são ensinamentos profundos. Cada um deles pode ser lido em várias camadas, apenas aquilo que tá escrito ou vamos descendo em nosso coração em toda o significado que aquilo tem. E José Carlos de Luca, um autor que eu gosto muito nesse livro, Dentro de Mim, é um dos, talvez os mais recentes de Zé Carlos Deluca tem uma diagramação muito eh mais ousada, com entradas dessa forma e tudo assim, coisa mais mais ousada, mais moderna, né, vamos dizer. Ele trata nesse livro apenas da nossa melhora, do desenvolvimento interior da capacidade de nos autoconhecermos e nos desenvolvermos interiormente. Então, ele tem um capítulo que ele chamou de quem são os felizes. E ele justamente começa com a fala de de Mateus. No primeiro, na entrada do relato do sermão do monte, felizes os pobres no espírito, porque deles é o reino dos céus. É uma das falas mais assim questionadas, vamos dizer, por quem quer questionar a a beleza e a veracidade e a importância dos ensinamentos do de Jesus. Pobres no espírito, pobres de espíritos, pobres em espírito. São aqueles que não têm nada, que são bobos, que não pensam em nada. Não, pelo contrário, essa é essa fala está associada à primeira e a mais fundamental das virtudes que a que Jesus nos conclama, que é humildade. Os pobres em espírito são aqueles que sabem o que são, sabem o seu tamanho, não precisam disputar com ninguém. E o José Carlos faz, bom, eu acho que eu não falei, eu só falei que é um autor que eu gosto muito, mas Zé Carlos Deluca é eh juiz de direito no estado de São Paulo, é uma pessoa, talvez tenha hoje entre, por volta dos 60 anos, ele tem mais de 20 livros publicados, todos eles, com essa temática de ajudar-nos a em pequenas ações, pequenos pensamentos, nos modificarmos e nos melhorarmos a cada

oje entre, por volta dos 60 anos, ele tem mais de 20 livros publicados, todos eles, com essa temática de ajudar-nos a em pequenas ações, pequenos pensamentos, nos modificarmos e nos melhorarmos a cada dia e com isso vivermos mais felizes, vivermos mais apaziguados das angústias que o mundo nos conclama, que o mundo nos proporciona. Então eu vou trazer o que Zé Carlos falou, porque é muito bonito, é muito consolador e a gente vai parando e fazendo pequenas pausas para avaliar cada pedacinho das da análise dele. Então, felizes os pobres no espírito, porque deles é o reino dos céus. No evangelho de Mateus, capítulo 5, versículo 3. Felizes os simples, felizes os descomplicados e os de fácil trato. Felizes os que procuram ser leves e os que não se sobrecarregam de preocupações. felizes aqueles que são calmos, aqueles que entendem que a vida passa, que a vida pode ser vivida com amor ou com grandes preocupações, mas eles escolhem a jornada do amor, a jornada da simplicidade, a jornada da tranquilidade. Por quê? Eles são descomplicados. Eles não procuram complicar aquilo que poderia ser simples, que seria o seu viver. simplesmente viver, dar graças, trabalhar, confraternizar-se com os demais, ajudar a comunidade no que for possível e caminhar, criar seus filhos, criar seu negócio sem grandes ambições de de mando, de poderio. são os simples felizes. Os simples felizes, os descomplicados e os de fácil trato. Aqueles com quem o trânsito, o diálogo flui. Felizes os que procuram ser leves, não ser peso para ninguém, não se apresentar como algo maior do que é, mais pesado do que é. E os que não se sobrecarregam com preocupações, o próprio Jesus já nos disse a cada dia seus cuidados. Não precisamos trazer todo o mal do mundo para o nosso colo, porque a cada dia seus cuidados e Deus vela por todos. Felizes os que se entregam com alegria ao dia presente, apesar das tristezas do ontem e das incertezas do amanhã. Sim, hoje nós temos um dia. Ontem eu posso ter tido uma dor de cabeça, eu posso ter

s. Felizes os que se entregam com alegria ao dia presente, apesar das tristezas do ontem e das incertezas do amanhã. Sim, hoje nós temos um dia. Ontem eu posso ter tido uma dor de cabeça, eu posso ter tido um aborrecimento em casa, eu posso ter tido um aborrecimento no trabalho, mas hoje é um novo dia. Eu não preciso trazer aquela angústia de ontem para hoje. E não preciso também trazer a incerteza, a preocupação do amanhã para hoje, porque amanhã é uma nova etapa, amanhã é um novo dia e nesse novo dia teremos com certeza as forças necessárias para entender e trabalhar no nosso bem-estar. Bem-aventurados os que não neurotizam suas relações afetivas, pois se libertaram de seus complexos. Quem se libertou de seus complexos já se analisou, já pensou e viu que não, eu não preciso me sentir infeliz, eu não preciso me sentir perdida no mundo, eu tenho o meu lugar, eu tenho minha posição. E quando nós nos assumimos como pessoas, como pessoas que tem o seu valor, que tem sua posição dentro do mundo, caminhamos com mais segurança e com certeza com mais alegria, com maior tranquilidade. E aqueles que exorcizaram seus fantasmas, ah meu Deus, eu aquele fantasma da adolescência, lembra? Ai, eu sou dentuço, ai eu sou narigudo, ai ninguém vai me querer. Essas coisas todas ficaram para trás, mas em algum momento elas foram algo preocupante e angustiante na nossa vida. E quanto no início da nossa vida profissional que a gente pensava, não vou conseguir, será que eu vou conseguir me firmar como um profissional digno, como um profissional competente dentro da minha área? O dia atrás do outro, de caminhada firme, de caminhada serena, de caminhada tranquila, vai nos levar com certeza à nossa eh ao nosso sucesso, senão um estrondoso sucesso que a terra toda consiga eh aplaudir, mas o nosso sucesso pessoal, aquilo que nos faz feliz por termos caminhado até lá da forma que caminhamos. Felizes os que não têm mania de grandeza, benditos os que sabem levar desaforo para casa e não perdem o sono.

sso pessoal, aquilo que nos faz feliz por termos caminhado até lá da forma que caminhamos. Felizes os que não têm mania de grandeza, benditos os que sabem levar desaforo para casa e não perdem o sono. Por isso, em outra passagem, em outra e em outro artigo, né? Eu não sei como é que se chama isso. Artigo. Ponto. Conto. Não é conto, mas de Zé Carlos ele diz assim que o desaforo. Acho que é ele que diz isso. Se não é tem alguém, não. Acho que é D Iandol Júnior, um palestrante espírita médico que é do Mato Grosso do Sul de eh Campo Grande. Ele diz assim: "O desaforo é uma pedra de gelo muito grande". Se você leva para casa, ela vai ela vai derreter e daí a pouco só tem o tapete molhado, não tem mais nada. Mas se você não quer levar o desaforo para casa, você tem que ali destruí-lo. E para destruir o desaforo, você vai ter que dar muitos tapas, muitas socos, muitas batidas, muitas marretadas naquele bloco de gelo e você vai se machucar. Mas se você deixar para cá, levar para casa, amanhã ele não existe mais. Ou seja, aqueles que têm certeza do que são e como são e por são assim, por agem assim, que não precisam ficar angustiados por um por uma fala que alguém na na rua, na via pública, no que seja, te lançou, tipo aquele negócio de você tá dirigindo e alguém passe barbeiro ou passa e dá-lhe uma buzinada. Eu acabei de ganhar uma buzinada ali no retorno, porque o retorno tava cheio. Obviamente você tem que botar seu carro em algum lugar, né? Eu botei, o cara tava atrás de mim, passou e deu meu buzinada. Dei um tchau. Que que eu vou fazer? Um dia sou eu, outro dia ele na mesma posição. Vou levar isso para casa? Não, não preciso. Eu sei que não tenho necessidade disso. Felizes os que digerem as suas frustrações. Meu Deus, eu queria ser bailarina. Vou passar o resto da vida dizendo: "Ai, não fui bailarina. Por quê? Porque minha mãe não me botou no balé. Não, porque eu tinha a perna, a perna gorda e perna gorda não pode no balé. Tem que ser perna mais fininha. Ah, porque posso ter uma frustração de não ser

r quê? Porque minha mãe não me botou no balé. Não, porque eu tinha a perna, a perna gorda e perna gorda não pode no balé. Tem que ser perna mais fininha. Ah, porque posso ter uma frustração de não ser bailarina, mas sou qualquer outra coisa e fico feliz por isso. Então, minha frustração já está digerida. Eu não preciso carregar isso ao longo da minha vida. Tenho tantas coisas para carregar. Não serão as frustrações que irão comigo. Felizes os que sabem rir de si mesmos e os felizes os que sabem perder e quando ganham não humilham o perdedor. Essa é uma questão muito interessante, né? Quando a gente ganha, eh, muitas vezes, muitas pessoas dizem: "Tá vendo? Olha só, cheguei lá. Você não tá, você não foi. Fui eu. Eu escolhido, eu que ganhei, eu que cheguei. Beleza, parabéns. Bate-se palma. chegou porque você era o melhor. Eu não preciso ser o melhor a todo momento. Eu não preciso ter certezas a todo momento. Basta que eu consiga caminhar todos os dias com consciência, que eu consiga caminhar todos os momentos com a certeza de que eu estou procurando fazer o meu melhor. Isso me torna feliz. Saudáveis os que perdoam e felizes os que sabem se perdoar. Gente, aí nós temos um um tema bastante complicado. O tema do perdão é um dos temas mais espinhos e mais eh difíceis em nossas vidas, porque normalmente aquilo que devemos perdoar ou aquele que devemos perdoar nos eh nos deixou uma ferida profunda dentro do nosso peito. Você esperava algo e você recebeu o contrário. Normalmente o perdão ou não perdão, o sofrimento que vem do do ato que o outro fez contra você é algo que você não esperava receber. Por isso tanta angústia, por isso tanto sofrimento por aquele ato. Se você ansiava algo e não recebeu aquele algo, normalmente te sobra uma mágoa, te sobra um sofrimento interno. A outra pessoa muitas vezes nem sabe, mas você sente como se você não pudesse perdoar aquela pessoa por aquilo que ela fez a você. Muitas vezes, gente, acha que a maioria dos atos pelos quais nós nos sentimos atingidos, eles não foram

be, mas você sente como se você não pudesse perdoar aquela pessoa por aquilo que ela fez a você. Muitas vezes, gente, acha que a maioria dos atos pelos quais nós nos sentimos atingidos, eles não foram direcionados a nós, eles simplesmente aconteceram porque cada um tem uma forma de ver e agir diante do mundo e da vida. Mas nós tomamos aquilo como uma afronta, como uma ofensa, como um ato de agressão a nós. Mas não é, é simplesmente um desacerto, um descompasso. E perdoar nesse caso, nesse caso nem se pode dizer perdoar, porque não houve intenção do outro para nos atingir. Nesse caso de que temos algo contra que veio contra nós, mas que quem sentiu fomos nós que sentimos, que imaginamos desde o início que seria diferente, não foi. Então aí nós temos mais que nos perdoar, nos perdoar de termos sentido aquele, aquela agressão que nem houve. Mas há também os momentos em que são agressões reais, são agressões que vê contra nós intencionalmente. O que podemos pensar é o que sempre Jesus nos disse a respeito disso. O outro está doente. O outro está doente. Você quer sejuntar as teias da doença? Então continue sem perdoar. Porque você vai estar dentro daquele do ambiente daquela situação. Quando você lhe pensa que o outro está doente e aquilo que ele fez não, mesmo que intencional contra você, firmemente contra você, era mais uma manifestação da doença dele, do da do modo como ele estava acometido por um de uma situação extremamente penosa. você consegue se libertar daquele, daquela angústia, daquele sofrimento. Demora muito. Não é fácil, não. Fácil de forma alguma. É, é penoso e doloroso, mas a gente consegue, gente, das coisas mais difíceis, de uma de uma ingratidão de um filho, de um abandono, de uma traição, a gente consegue. Com certeza a gente consegue. Demora, mas consegue. E quando consegue, você está absolutamente livre. Não precisa mais pensar naquilo. E o perdoar-se, e o perdoar-se, porque muitas vezes nós demos espaço para que a agressão venha contra nós. Nós demos

E quando consegue, você está absolutamente livre. Não precisa mais pensar naquilo. E o perdoar-se, e o perdoar-se, porque muitas vezes nós demos espaço para que a agressão venha contra nós. Nós demos aso, como se diz, demos motivo, demos mote para que alguma coisa venha contra nós. Ninguém de nós é perfeito. Ninguém passou, pum, pum, pum, a vida fazendo tudo perfeitinho e de repente, ah, recebe um ato de ingratidão, por exemplo. Não, também nós temos nossos pecadilhos e também nós precisamos nos perdoar. perdoar porque somos também falíveis e não temos essa situação de ah, eu sou tão perfeita, mas os outros fazem e toda hora atos contra mim. Não é bem assim. Bem-aventurados os fracos de memória, quando são ofendidos, rapidinho esquecem. Felizes os que são agradecidos e os que são felizes com a felicidade dos outros. Engraçado, muitas vezes nós temos bênçãos e nem reparamos. Recebemos algo de bom do mundo, de alguém, da divindade, de quem seja. E pouco reparamos. Às vezes até achamos que é obrigação receber aquilo. Ah, não é obrigação. Saúde. Saúde é obrigação. Receber saúde é obrigação. Hum, hum. Mas nós trabalhamos muito, nós mesmos, pela nossa saúde. Então, devemos ser agradecidos, no mínimo, a nós mesmos. Quando você se afasta, por exemplo, de drogas, de excessos, de eh negligência, pelo menos essas três coisas já são coisas que a gente deve se agradecer. Por quê? Porque nós estamos cuidando de nós mesmos e nós merecemos porque nos cuidamos. Felizes os que deixam o ego de lado e sentem a dor do próximo. Quando a gente vê alguém num sofrimento, às vezes a gente diz assim: "Merecido, merecido. Ele fez isso, isso e isso, fez um monte de coisa, não trabalhou direito, não estudou, tava sempre na gandaia, mas tá na dor. Então o nosso ego é maior. Não, eu sou perfeito. Eu posso julgar, eu posso dizer que sim, ele tá recebendo merecidamente. Julgou e condenou. Seu ego é tão importante que julgou e condenou. Mas quando você olha de uma outra forma, poxa vida, coitado,

Eu posso julgar, eu posso dizer que sim, ele tá recebendo merecidamente. Julgou e condenou. Seu ego é tão importante que julgou e condenou. Mas quando você olha de uma outra forma, poxa vida, coitado, tá certo, fez um bocado de coisa, mas agora tá sofrendo e você sente a dor do próximo porque você não quer aquela dor para você. Você sabe o tanto que ela é perniciosa. Bem-aventurados os que sabem dividir as suas alegrias e os que multiplicam os seus talentos. Felizes os que se tornam pontes entre pessoas. Pontes entre pessoas. Quando eu consigo ao menos não estragar um ambiente que está tranquilo, um ambiente que está agradável, que eu não traga um ponto para disensão, ponte entre as pessoas, que eu possa ligar uma pessoa à outra com a minha posição, com minha ajuda, com o meu trabalho. com apenas com a minha existência. Isso é muito bom pra gente pensar em família. Como é que a gente age em família? Bem-aventurados os de mente aberta e flexível e os que mudam de opinião quando preciso. Felizes os que aceitam a diversidade e sabem que a verdade não tem só um caminho. Gente, essa é pro pros dias de hoje só esses três frases é que dão uma palestra, porque mente aberta e flexível, a gente ter a capacidade de ouvir o outro e entender que a posição dele pode ser diametralmente diferente à nossa, mas que ela vale, gente. Tá aí, perfeita. É uma forma de ver o mundo. A verdade tem até um, acho que é uma da mitologia algo parecido com isso, que era um espelho que veio, caiu do céu pra terra e se espatifou e cada um pegou um pedacinho. A verdade ela não é inteira de ninguém. A verdade é apenas um pedaço da verdade. É a forma como você vê. É a faceta de onde você estava para ver o a situação naquele momento. Nenhum de nós é dono da verdade. Isso é dito corrente. Mas por quê? Porque não é mesmo, porque a verdade é algo muito maior do que cada um de nós. E nós só temos uma versão da verdade, uma versão do momento, uma pequena parcela da verdade. Felizes os que não têm medo do novo e do

mesmo, porque a verdade é algo muito maior do que cada um de nós. E nós só temos uma versão da verdade, uma versão do momento, uma pequena parcela da verdade. Felizes os que não têm medo do novo e do diferente. Bem-aventurados os que sabem fazer e cultivar amigos e os que fazem de tudo para não serem inimigos de ninguém. É difícil. É, demanda um pouco de paciência, um pouco de baixar o nosso orgulho, a nossa vaidade, mas muito, demanda muito de humildade. Por quê? Porque a humildade é aquela virtude da pessoa que sabe o que é. Ela sabe o que é. Ela não precisa mostrar-se melhor e ela não tem preocupações por ser muitas vezes taxada de menos do que é. Ela sabe o que ela é. E por fim, Zé Carlos termina dizendo: "Benditos os que se deixam em paz, que abrem mão de ter razão para serem felizes." Nós tivemos essa fala no outro dia aqui, a coisa de um mês ou pouco mais de um mês, com o Anderson. O Anderson contou a historinha do casal que estava indo para um um almoço, tipo um churrasco, alguma. Imagina assim, um churrasco na MSPW aqui. Tá? Então tá casal muito bem conversando no carro pararé pão duro e numa da das vias num dos momentos tem uma uma saída e a mulher diz assim: "Ah, é por aqui". Aí ele disse: "Não, não, é mais adiante". Ela fica quieta, continuam conversando, conversando, conversando. Ele anda, anda, anda, anda, não tem mais saída. Aí ele olha para um lado, olha pro outro, para o carro e diz assim: "É, eu acho que a saída era aquela ali". Ela disse: "É, eu tenho certeza". Poxa, mas por que que você não Eu falei, você não disse que não. Eu prefiro ser feliz a ter razão por aí. Para que uma discussão? para trazer infelicidade para dois, se basta você estar feliz e o outro quer ter a razão. Enfim, a primeira de todas as virtudes é a humildade, aquela que abre as portas do céu dentro da gente mesmo. Esse foi, eu achei esse texto muito, muito bonito. Achei essa avaliação de Zé Carlos de Luca eh assim bastante até como dizer da poética. em todos os termos que ele usou, ele fez uma uma

gente mesmo. Esse foi, eu achei esse texto muito, muito bonito. Achei essa avaliação de Zé Carlos de Luca eh assim bastante até como dizer da poética. em todos os termos que ele usou, ele fez uma uma grande eh análise de tudo que nós podemos, onde nós podemos ser felizes com o dinheiro que nós temos, com a saúde que nós temos, com a família que nós temos, porque tudo isso depende apenas de cada um de nós, não depende da condição de ninguém. Gente, terminou o nosso horário. Eu agradeço todos muito pela pelo acompanhamento. Nós vamos começar a atender o o passe ali. Quem não quem é a primeira vez que vem na depois da passagem de carros, a sala de passes é lá. Eu desejo a todos um excelente dia, uma excelente semana e com aquela frase que impactou mais eh o seu coração da mensagem, que se que permaneça contigo e que você pense e diga: "Puxa vida, eu posso melhorar um pouquinho aqui". Obrigada a todos, até logo. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos

a] Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário [música] para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os [música] nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso [música] passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças a Deus,

olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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