O ESSENCIAL É INVISÍVEL AOS OLHOS - Sérgio da Fonseca [PALESTRA ESPÍRITA]
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buscando a ti. Obrigado. [música] Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor [música] Estou aqui para agradecer de coração [música] a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Sim. Queridos irmãos, queridas irmãs, que a paz do meigo Rab Galileia, o amorável Jesus em nossos corações. Bem-vindos todos aqueles que estão aqui presentes, bem como aqueles que nos vem e nos ouvem através da rádio e televisão Comunão Espírita de Brasília. Vamos buscar o Mestre Jesus em oração. Vamos trazer para o nosso campo das emoções e dos sentimentos aquele sentimento de harmonia, de paz que viemos buscar nesse instante. Nós elegemos um tema que está sustentado num livro muito conhecido pela humanidade, conhecido como o Pequeno Príncipe. Pequeno Príncipe tá sustentado num diálogo da da raposa com esse monarca infantil. Então, existe uma frase que marcou fortemente este livro que diz assim: "Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos". Olha que frase interessante. Isto tá, evidentemente, como eu acabei de afirmar, num livro de Anto Sanchez Peri, que pressiona o verdadeiro valor das pessoas está nos seus sentimentos, nas suas emoções, nas suas virtudes. Portanto, aquilo que emana do nosso coração e não na aparência superficial enganosa das atitudes de superfície. Então, quando nós vamos buscar esses sentimentos maiores e a doutrina espírita leciona profundamente a respeito da necessidade da mudança moral, maiormente. Quando olhamos as perspectivas deste mundo que nos rodeia, a panorâmica que defrontamos é muito difícil. Uma vez que nos deparamos com guerra, fomes, há um desequilíbrio patente neste mundo em que nós estamos vivenciando. Então essa frase, o essencial é invisível aos olhos, vai nos conduzir a profundas reflexões, porque aí nós vamos, quem leu o livro percebe uma um diálogo bastante poeril por parte da raposa com esse monarca infantil, mas traz no seu bojo um um ensinamento
i nos conduzir a profundas reflexões, porque aí nós vamos, quem leu o livro percebe uma um diálogo bastante poeril por parte da raposa com esse monarca infantil, mas traz no seu bojo um um ensinamento profundo, né? Porque revela um segredo. E se meditado e praticado pouparia todos nós, a humanidade de grandes desventuras, pois desvela nessa frase o sigilo, demonstrando cabalmente que nós só enxergamos bem quando nós penetramos no âmago do nosso coração, dos nossos sentimentos. Portanto, é o se autoconhecer, como afirmar com muita propriedade a lá na na antiga Grécia, o filósofo tão conhecido por nós como Sócrates. E ele demandava uma lição. E a lição dessa era de se conhecer. Ele falou claramente, deixou definido que o conhecer-se era algo extremamente importante. Bom, essa frase só se vê bem com o coração, o essencial invisível aos olhos. é uma frase de beleza profunda, poética mesmo, e atemporal, porque ela se projeta não para aquele tempo que foi formulada, né, através desse livro tão famoso, Pequeno Príncipe, porque elas nos desafia a um olhar mais meditativo, ir além das aparências e considerar O que realmente tem valor. Será que nesse tempo utilitarista em que nós buscamos sempre as coisas do mundo, nós queremos sempre as posses transitórias da vida, queremos destaque, enfim, o que que nós queremos da vida? A vida, quando a gente se apega muito a esses processos da aquisição do poder financeiro, nós esquecemos o caminho primordial ao qual nós todos estamos submetidos. Eu digo nós, a humanidade, submetidos a um processo de conhecimento, de penetrar dentro de si mesmo, porque no fundo nós temos como essência a o divino toque do Deus, do criador. Portanto, lá nos primórdios do reino nominal, nós fomos criados simples e ignorante. Essa foi a nossa partida. Nós partimos a partir desse sentimento da ignorância, de não saber. E ao longo dos marcos civilizatórios, nós fomos ampliando esse processo de conhecimento e chegamos a esse ponto. A despeito da lição ministrada
s a partir desse sentimento da ignorância, de não saber. E ao longo dos marcos civilizatórios, nós fomos ampliando esse processo de conhecimento e chegamos a esse ponto. A despeito da lição ministrada ser uma lição de amor, não resta a menor dúvida. Nós ainda transitamos de forma insegura nos processos da violência, da malquerência. Nós não nos amamos devidamente questionado a respeito do tema amor e perguntado à querida veneranda Joana de Angeles por a humanidade sofria tanto e a Joana lapidar lição disse: Porque a humanidade ama pouco, ama muito pouco. Então, os equívocos se multiplicaram. Nós caminhamos numa estrada sinuosa em que o livre arbítrio nos possibilitou escolhas. Essas escolhas não foram as escolhas desejáveis. Daí adivinha o sofrimento. E o sofrimento, portanto, tem na sua origem o próprio homem, arquiteto, engenheiro deste processo milenar. Então, no campo das relações humano, o que se busca é o essencial. E o essencial não é a não está na matéria. Extrapola esse processo, é o espiritual. E o espiritual nos convoca a nos transformar moralmente mais do que isso, nos projeta para entender que precisamos espancar os velhos vícios, as velhas viciações, que a Joana muito propriamente eh decifra como sombras, como outras religiões cristãs chamam de pecados. No fundo, são as nossas mazelas que perpetramos ao longo de muita reencarnação. Mas existe uma passagem muito interessante lá nas Sagradas Escrituras em que sinaliza a figura de Samuel. Quem era Samuel? Samuel era um juiz profeta encarregado pela espiritualidade de ungir um novo rei para Israel. Então ele foi a carta eh inspirado pela espiritualidade e chegou à casa de Jessé e deparou-se com filho mais velhos. Mais velho de Jessé chamava Eliabe. Ele ficou impressionado. Samuel ficou impressionado pelo porte físico de Eliabe e acreditou ser ele o escolhido por Deus. Será que ele foi realmente o escolhido? Era ele essa pessoa indicada. Bom, vamos à história. Narra a história que a espiritualidade não chancelou a escolha de Samuel
itou ser ele o escolhido por Deus. Será que ele foi realmente o escolhido? Era ele essa pessoa indicada. Bom, vamos à história. Narra a história que a espiritualidade não chancelou a escolha de Samuel e instruiu, dizendo: "O Senhor não vê como vê o homem." Vejam bem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração. é um trecho bíblico fundamental que ensina lapidarmente a diferença entre a percepção humana focada na aparência e a visão divina que sonda a intenção, motivo de caráter interior de uma pessoa valorizando as virtudes do coração acima de qualquer ação exterior. tava dizendo claro, ele tava olhando pelo belo físico de Eliabe, mas ele não conseguia vislumbrar as qualidades que a espiritualidade conseguiu ver. Por exemplo, Davi, outro filho de Jessé, embora não tivesse o porte físico de um guerreiro, né? Foram ele escolhido por Deus, por sua integridade e coragem. Nós nós os espíritas fomos convidados por Jesus a cultivar o essencial. Estamos fazendo verdadeiramente ou nós estamos perdido, translocados, desorientados nesse processo do conhecimento espírita. Por quê? Quando nós olhamos detidamente, percebemos que a humanidade está sem rumo, sem objetivo. Quando chegamos à Terra, olhamos, todo mundo cultiva hábitos viciosos, subalternos, descurando-se da do seu objetivo principal. Qual é o objetivo principal do ser na Terra? Ele tem que aperfeiçoar-se, transformar-se e isso exige um esforço denodado que é de conhecer-se, saber quem sou eu porque eu estou aqui. Eu não estou aqui por acaso. Nós temos objetivos traçados do dos quais nós aceitamos, dos quais fizemos parte desse acordo no plano espiritual. Uma vez mergulhado na carne, o esquecimento. Então, o que fazemos? Justificamos. Mas por que não faz do correto? Ah, mas eu não me lembro mais. Mas nós somos lembrados todas as vezes que fomos dormir. Vamos recolher para o sono reparador. A espiritualidade vem e diz: "Olha, tá aqui, tá aqui, tá aqui." Ah, mas eu não me lembro. Mas você tem a
Mas nós somos lembrados todas as vezes que fomos dormir. Vamos recolher para o sono reparador. A espiritualidade vem e diz: "Olha, tá aqui, tá aqui, tá aqui." Ah, mas eu não me lembro. Mas você tem a realidade desse sentimento. Evidentemente, muitas coisas nós vivenciamos num plano espiritual sem que guardamos resquícios, né, lembranças daquilo que passamos no plano espiritual. Bom, o que precisamos fazer agora nesse instante? Olhar, né, não de forma superficial, mas ver as realidades profundas. Lembrem-se, e isso é muito importante, a solução para o aprendiz, que somos nós, aprendizes do evangelho, implica abandonar velhos hábitos, o que nos leva torrencialmente para processos de sofrimento. São as revelhas repetições, mesmo na atual existência, fazemos uma prometemos logo seguida, eu não faço mais essa coisa. E para surpresa, perplexidade, nós nos deparamos com o processo da repetição dos erros. Fala, mas como pode? Eu prometi não fazer isso e quando eu me olho, eu estou fazendo aquilo outra vez. Isso nos leva a um processo de sofrimento. E o sofrimento, quando nós sentimos, nós não deciframos, nós não decodificamos porque sofremos. simplesmente respeitamos ou nos recolhemos nas chamadas fugas psicológicas. Ao em vez de enfrentar o problema, fugimos dele. Vamos dormir, vamos drogatizar, vamos buscar os vários campos equivocadamente elegidos por nós conscientemente, portanto, fruto do nosso livre arbítrio. Então, vamos nós colhemos as coisas erradas e depois nos lamentamos. Em outras palavras, toda saída, todo êxodo, toda fuga implica em uma profunda experiência de despojamento, de exercício para tornar leve a nossa equipagem carnal, nosso, a nossa experiência carnal. Porque uma confrontação com o novo e nós estamos confrontando com o novo, o diferente assusta. Nós ficamos assustad convocados a mudar de rumo, de roteiro, né? E provoca medo a todos nós aprendizes do educando. Terra, gera segurança e na jornada de ascensão espiritual. No entanto, o Mestre Jesus nos convida a
ustad convocados a mudar de rumo, de roteiro, né? E provoca medo a todos nós aprendizes do educando. Terra, gera segurança e na jornada de ascensão espiritual. No entanto, o Mestre Jesus nos convida a mudarmos. Vejam bem, o estilo de vida, uma transformação real, uma itinerância que só acontece quando corremos riscos. É preciso sair do comodismo. Nós estamos tranquilo, não queremos mudança, porque ah, o que eu faço? tá me Eu tô bem. Ah, eu não vou paraa frente, eu me acomodo e aí deixamos de percorrer as ruas, os caminhos de estarmos em com em constante ligação com aqueles que precisam. Ah, mas eu preciso aprender, eu preciso evoluir. Como é que se faz isso? Isolando-se, há muitos que defendem essa ideia equivocada. Eu vou me isolar do mundo, porque isolar do mundo sofro. Eu corro para uma ilha igual um Robs Cruzué da vida e lá permaneço. Ad finiton tempo que eu acho eh correto ficar, porque isolar-me dos problemas significa não sofrer. Fuga psicológica, né? Aqui onde a Joana fala com grande propriedade no livro Conflitos Existenciais. Ela enumera, elenca mais 20 mais ou menos de fugas. Então, ao invés de enfrentar, nós fugimos. Fugir resolve? Não, porque o problema retorna. Então, Jesus convoca convoca a nós mudarmos o estilo de vida, transformação moral real. E o que precisamos fazer agora? Aí eu quero trazer umas cenas que nós lembramos quando nós abrimos o evangelho. Quem não se lembra a cena do jovem rico que queria descobrir qual era o caminho da vida eterna? Ele ficou muito intrigado. Ele era rico, tinha posses, né? Então vamos lá. a cena do jovem rico narrada pelo apóstolo Marcos e nos faz refletir sobre a necessidade de transitarvos transitarmos por novas cendas e ideia, estilo e e de vida e modos diferentes, compreender o outro melhor, que abra horizontes. Nós precisamos sair dos limites das nossas ideias e ampliarmos, senão nós vamos repetir velhas lições e não conseguimos avançar. Então, precisamos nos capacitar, vislumbrar a realidade divina que há em
ós precisamos sair dos limites das nossas ideias e ampliarmos, senão nós vamos repetir velhas lições e não conseguimos avançar. Então, precisamos nos capacitar, vislumbrar a realidade divina que há em nós. Ah, nós temos uma realidade divina, sim. Quando lá na Gênesis, lá na origem da criação divina, nós recebemos a chancela, a rubrica do mestre, do mestre não, de Deus como criador. Então, nós temos na essência virtudes que dormitam na intimidade de cada um de nós. Contudo, as virtudes não são benesses, são conquistas, são méritos que precisamos. Ah, eu quero amar. Pá, vai aprender a amar. ao exercício do amor. Eu não sei perdoar. Vai exercitar-se para aprender a perdoar. Ah, eu julgo demais. Então vai parar de julgar as pessoas. Então tudo é exercício. Ninguém nasce sabendo. Então na origem na ignorância nós não sabemos, mas temos mecanismos, instrumento, capacidade de alcançarmos aquilo que precisamos. Então o que aconteceu, né? Ele vem a Jesus a partir de uma inquietude interior e ele diz: "O que fazer para ganhar vida eterna? Não parece preocupá-lo a vida terrena, pois ele tinha muito dinheiro. Subsistência estava garantida." Perguntava o jovem rico pel uma vida definitiva, aquela prometida pelo mestre. Como evitar que a morte seja o fim de tudo? Essa era a preocupação. Então ele expõe a sua inquietude. O jovem expõe sua inquietude pela vida em relação aos mandamentos que ele afirmava e observava. Em sua resposta, Jesus vai e conduz ele a refletir, leva ele novo direção, que afasta da questão da posse, da herança que era a preocupação dele. Ele era rico, ele queria saber como ele ia manter a cerqua, as posses e tudo. Mas Jesus leva a esse jovem, né, entendendo para que ele entendesse que a morte não era o fim de tudo. Então, a ansiedade do jovem estava centralizada na vida eterna. Jesus aponta o caminho para seguir a outra vida. Então, Jesus o convida ao desprendimento, ao esvaziamento de si, a entrega ao processo. Então, incentiva esse jovem e diz: "Vai, vende tudo e segue-me". Olha
aponta o caminho para seguir a outra vida. Então, Jesus o convida ao desprendimento, ao esvaziamento de si, a entrega ao processo. Então, incentiva esse jovem e diz: "Vai, vende tudo e segue-me". Olha só que Jesus preparou para ele. Vai, vende-se e me segue. Não é? Era uma outra vida que Jesus estava prometendo a ele. Não era a vida terrena, era o o que nós conhecemos como tesouro do céu, o reino dos céus, o reino de Deus. Jesus aponta para ele uma solução extraordinária, mas ele medra, ele fica perplexo, né? Ele teria que aplicar, segundo a ideia central de Jesus, aplicar os seus bens, né? Eh, em relação às pessoas mais necessitadas, os desválidos, os desvalidos, perdoe-me. Jesus indica-lhe então um roteiro de desapego e a a riqueza que o impede do progresso espiritual. Claro, se nós estamos preocupados com as nossas posses, com a nossa herança, com a nossa joia, tudo que nós temos, a questão do roteiro espiritual, ele ele ele adquire um um processo de desconsideração da nossa parte, porque nós queremos as posses, não é? Não queremos pensar em vida espiritual, uma vida além da morte. Bom, nisso o espanto apoderou-se do jovem. Sentia-se diante de uma encruzilhada na qual era convidado a abandonar os caminhos já frequentados, a adentrar-se em outro novo e cheio de surpresa, mudar o modo de proceder. Isso é que nós somos convidados. O homem velho que existe em nós tem que ser espancado, mandado para fora, deixando que nasce no em cada um de nós uma pessoa renovada, um um ser renovado em cada um de nós. Mas aí o jovem olhou perplexo para Jesus, sentiu vertigens, né? E se afastou devagarinho, consciente de que os olhos do mestre continuavam fixos nele, esperando, talvez, quem saiba, ele fizesse meia volta. Jesus, ao fixar seu olhar no interior do jovem, o desafiou a colocar-se em movimento. Vem comigo, vem comigo. Vamos mudar toda essa conduta para começar uma nova existência, algo novo que não lhe era familiar e o que faria percorrer caminhos desconhecidos. O final, todos conhecemos.
o. Vem comigo, vem comigo. Vamos mudar toda essa conduta para começar uma nova existência, algo novo que não lhe era familiar e o que faria percorrer caminhos desconhecidos. O final, todos conhecemos. Ele não seguiu, ele não foi, ele não atendeu ao convite amoroso de Jesus. E aí nós nos projetamos para uma parábola, uma sentença extraordinária, quando Jesus fala: "Muitos chamados, poucos escolhidos, o reino dos céus, quando ele através de uma narrativa, uma parábola linda, fala do festinho das bodas. E nós fomos convocados a sair desse homem velho e entrar nesse homem renovado. E então todos nós fomos exortados no evangelho, chamados à evolução, ao aprimoramento moral sob a eje de múltiplas existências. Nós já estamos reencarnando a muitas existências. No entanto, a condição de escolhido não é um privilégio arbitrário. Ah, muito chamado. Por que Jesus teria dito muito chamado, poucos escolhidos? Porque muitos foram chamados e pouquíssimos foram os escolhidos. Hã, muito poucos foram escolhidos porque é um resultado de esforço pessoal de cada um. Ninguém é escolhido de forma aleatória como uma benesse. Não, não, não, não. Nós precisamos entender que a escolha se dá em face do mérito, das conquistas de cada um de nós. Se agimos de acordo com a lei de Deus, nós estamos pontuando de forma correta. Jesus já afirmara, o reino de Deus está dentro de vós. Portanto, o reino de Deus está em nós, não está fora de nós. Nós procuramos às vezes uma solução miraculosa. Alguém que resolva um problema que não está fora das minhas possibilidades, está dentro de mim. Eu tenho que conquistar essas possibilidades porque elas estão em mim. Então, quando a gente procura resolver problema fora, nós não resolvemos absolutamente nenhum. Mas o homem novo tem que seguir um roteiro. Qual foi o roteiro do mestre? Foi o roteiro do amor. A despeito de nós avançarmos sobre age da dor, a o roteiro, a sinalização do mestre Jesus, foi através do amor, da prática da caridade. Ora, ele tá sinalizando para nós, humanidade. É esse
ro do amor. A despeito de nós avançarmos sobre age da dor, a o roteiro, a sinalização do mestre Jesus, foi através do amor, da prática da caridade. Ora, ele tá sinalizando para nós, humanidade. É esse o caminho, é essa a equação que traz felicidade. Então, precisamos nos libertar dos liames, das ligações indesejáveis da matéria. Então, esse reino de Deus que Jesus convoca é um processo evolutivo. Isso não se dá a toque de caixa. Eu tenho uma encarnação, eu já tô no reino de Deus. Não, isso é processo muito longo, demorado, mas só alcançará aquele que persistir, perseverar. Essa é a perspectiva da espiritualidade em relação a nós. Então, a felicidade verdadeira, queridos irmãos, queridas irmãs, começa dentro de nós e não fora. Espelha aprendizado do mestre. Vocês lembram da parábola do festinho de bodas? É um convite especial, aonde o rei é Deus, o filho é Jesus e o banquete é o rei dos céus. Então são símbolos, são símbolos, são figuras dessa narrativa. Então, a recusa da mensagem espiritual pelos primeiros convidados, nós estamos nos referindo aos hebreus, né? Seja mecha um convite aos novos convidados. Então, quem eram os primeiros convidados dos hebreus? Aqueles que, segundo a Bíblia, estavam preparados, eram monoteístas, acreditavam no só Deus, enquanto os outros eram povos pagãos, não cristãos, não. Então, eram povos politeístas. exemplo do império romano, os vários deuses. Quando olhamos choroto extremo, vemos a Grécia antiga, vários deuses pagãos, a semelhança dos deuses do império romano. Mas aí Jesus falou uma coisa, por isso que é o festinho das bodas e você foi convidado, agora todo mundo será convidado, mas esses novos convidados tinha que ter um aspecto especial. E Jesus eh reveste isso através do que ele chama de túnica, né, do túnica nupicial, vestir-se da túnica nupcial. Ou seja, que nós deveríamos estar preparados, pessoal da época, os nossos antecedentes, preparação moral e pureza de coração. E essa invocação, essa exortação, ela continua, ela é pros dias de hoje,
. Ou seja, que nós deveríamos estar preparados, pessoal da época, os nossos antecedentes, preparação moral e pureza de coração. E essa invocação, essa exortação, ela continua, ela é pros dias de hoje, porque a mensagem de Jesus é temporal. Ninguém pode chegar e dizer: "Ah, a mensagem de Jesus ficou lá há 2000 anos e morreu lá." Não, ela está aqui agora. Nós estamos invocando essa esse esses ensinamentos nesse instante. Então Jesus destacou claramente, ressaltou enfaticamente de que muitos seriam chamados, mas poucos os escolhidos. Por quê? Porque nós temos um roteiro, uma jornada, um caminho. E Jesus definiu isso como escolhas morais que se define dentro de uma simbologia maior que chama, no nosso conhecimento, raso do evangelho, de porta estreita e porta larga. Ah, mas existe isso na simbologia. Tem. Jesus explica isso de forma claro. São escolhas nossas. Então, nós podemos escolher uma jornada de harmonia ou não. E as e as e a essa porta estreita e a porta larga diz claramente sobre o mecanismo das nossas escolhas e submetido que estamos sobre a lei de causa e efeito. Então, estamos sujeito à exigência de escolhas morais. Sim. Qual é o caminho que elegemos? A porta larga. Se você escolheu a porta larga, querido irmão, eu lamento dizer que é o caminho fácil, espaçoso, atrai multidões sem exigências, foca nos prazeres e ilusões. Essa é a porta larga que Jesus definiu lá no evangelho como porta, né, que nos leva ao processo da devastidão, das facilidades. E a porta estreita já é o outro, é a outro extremo. É o caminho difícil, apertado, exige esforço, perseverança, renúncia de vícios, autoconhecimento e a prática do bem que se está materializado naquilo que chamamos da prática da caridade. Aí o evangelho enfatiza, dá uma dimensão bastante grande quando diz: "Foraidade não há salvação." Por quê? Porque tá alcance de todos nós. Não importa se você seja rico, pobre, branco, preto, não importa. A caridade não existe. E muita gente equivocadamente diz: "Se eu acertasse
não há salvação." Por quê? Porque tá alcance de todos nós. Não importa se você seja rico, pobre, branco, preto, não importa. A caridade não existe. E muita gente equivocadamente diz: "Se eu acertasse na loteria, eu abriria um orfanato, abri, faria, faz isso, aquilo." Ora, isso aí é o caminho completamente. Vamos fazer o que é real, palpável, que é fazermos o que tá ao nosso alcance. A caridade não exige um montão de dinheiro, ao contrário. Então, a porta estreita simboliza essas coisa. Então, tem uma hora que nós falamos assim no desespero, Senhor, senhor, e clamamos pelo Senhor, como diz, vem aqui, me ajuda, eu estou em desespero. É uma frase emblemática de Jesus, né? Porque aí nós entramos no campo perigoso da inconsistência da fé processada, porque chamamos ele de Senhor, rogamos Senhor, Senhor e a prática não fazer o que é determinado. Olha só, quando a gente fala: "Senhor, Senhor, eu estou aqui", é porque nós entramos já no processo de desespero. A doutrina espírita destaca a diferença entre a crença teórica e a vivência das lições morais de Jesus. Jesus praticou, ele elucidou através da teoria as suas narrativas extraordinárias e na prática ele era um exemplo vivo daquilo que ele dizia. Nós muitas vezes temos, teorizamos, falamos muito, conhecemos. Ah, eu já li tantos livros, já li o Evangelho, li o céu, o inferno, já li o livro dos espíritos, o livro dos médios, já li tanta coisa. E o que você tem feito com toda essa cultura espírita? Essa é a questão que nós não podemos nos afastar. Então, eh, precisamos construir a nossa casa sobre rocha, ao contrário daquele que ouve Jesus e não segue e fica chamando, clamando, Senhor, Senhor, né? Constrói sobre a areia, que é um alicerce frágil, a casa logo desmorona. É igual aquela casinha que as crianças fazem na areia da praia. vai lá e tal, qualquer coisa e bota o dedo, ela afunda. É mais ou menos isso que nós estamos falando. Então, nós precisamos ter consistência naquilo que falamos, naquilo em que nós agimos. Basta, não basta, Senhor,
qualquer coisa e bota o dedo, ela afunda. É mais ou menos isso que nós estamos falando. Então, nós precisamos ter consistência naquilo que falamos, naquilo em que nós agimos. Basta, não basta, Senhor, Senhor, Senhor. E ele diz: "Se você não faz o que eu digo, não anda, não adianta clamar por mim". E tem uma mensagem, para encerrarmos, uma mensagem muito interessante do do mentor espiritual Euríp de Chubaçanufo. O ir aí ele fala assim: "Irmãos, acorda irmãos de jornada terrena, reflitamos profundamente sobre a mensagem de Euripos Bçanuf, que diz lá na psicografia de Valdo Vieira, no livro Espírito da Verdade, o Espiritismo. Vamos lá. Nós não somos aquele que nos ufanamos, aquele que nos colocamos em realce, porque nos orgulhamos com justa causa de dizer que somos espíritas. Mas isso traz no bojo dessa afirmação muita responsabilidade. Então eu vou ler a frase para que nós entendamos o que é que Euripes Bassanu tá falando. O espiritismo, ao ao rasgar-nos nas mentes acanhadas e entorpecidas, largos horizontes de ideial superior, nos impele para a frente rumo aos símos da perfectibilidade. Ele diz: "Opa, nói, doutrina abre um imenso horizonte. Ao abrir, nós não podemos mais permanecer dentro de um processo de indiferença, de inércia, não é?" E diz mais: "Irmãos, sede os vencedores da rotina escravizante. Em cada dia renasce a luz de uma nova vida. Com a morte somente morre as ilusões. Olha que coisa linda. Com a morte somente morre as ilusões. Claro que nós vivemos num mundo de ilusões. Nós somos claramente taxados de iludidos. Nós nos iludimos. Ficamos olhando essa ribalta, tudo que está em nossa volta. Queremos o tapete vermelho, queremos as luzes, queremos alguém que nos elogie todos os dias. E isso é uma mentira, é um engodo. Então ele diz, o espírito deve ser reconhecido pelas suas obras. Portanto, quem não obra não será reconhecido. Após a morte, chegamos lá em cima com a nossa mochilazinha vazia. Sim. Que que você fez, caro irmão? Que você produziu? Qual é o montante da sua
as obras. Portanto, quem não obra não será reconhecido. Após a morte, chegamos lá em cima com a nossa mochilazinha vazia. Sim. Que que você fez, caro irmão? Que você produziu? Qual é o montante da sua obra? Ah, eu conhecia, mas não, eu não fiz muita. Pois é. Então vai voltar de novo, voltar e reparar tudo que você deixou de fazer e fazer de forma correta. Esse é o castigo. E não é para poucos, é paraa grande maioria que se decepciona ao acordar no plano espiritual. Então, nós devemos ser reconhecidos pelas nossas obras. Fora da caridade não há salvação. É necessário viver, mas também servir. É necessário viver, meus irmãos, e ser mais do que pó. Muito obrigado. Muita paz, muita paz. Sigam, né, nesse roteiro, esse ano que tá iniciando, seja recheado de tudo que é melhor para todos vocês. Queremos revê-lo novamente na próxima segunda-feira, se Deus assim o permitir. Sigam em paz. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir [música] a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música]
estre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos [música] lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem [música] e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o [música] teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus
retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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