"O espírito e a responsabilidade", com Milena Cossio e apresentação de Adriano Máscimo
Live de estudos espíritas com o tema "O espírito e a responsabilidade", com Milena Cossio e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não perca!!!
เฮ >> Pai, Deus [música] protetor, aqui me ponho aos seus [música] pés para lhe falar. Pai, pequeno eu sou, mas seu amor [música] me deu a chance de poder recomeçar. >> Por isso peço em oração [música] que ilumine meu caminho de cristão. Que eu jamais [música] esqueço o que eu tenho nas mãos. A doutrina [música] da consolação. Pai meu criador, bênção maior, tesouro igual, [música] neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão [música] lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua [música] onde houver algum irmão, levarei [música] com toda a minha Minha devoção, a doutrina [música] do meu coração. >> Pai meu criador, bção. maior [música] tesouro igual neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão [música] lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, [música] numa rua onde houver [música] algum irmão. Levarei com [música] toda a minha devoção a [música] doutrina do meu [música] coração. Olá, sejam Todos muito bem-vindos a mais uma live do Igés, Instituto Goiano de Estudos Espíritas. É com muito prazer que nós estamos aqui com vocês neste dia 3 de novembro de 2025. Rápido, deixa eu já trazer aqui pro nosso palco minha amiga, diretamente do Rio de Janeiro. Seja muito bem-vindo, Milena. Tudo bem? Tudo bem, Adriano? Obrigada. Gratidão mais uma vez pelo >> Está aparecendo aí para vocês? >> Tá sim. >> Milena. >> Oi. >> Oi, Milena. >> Não sei se você Oi. Você me ouve? Eu te ouço. >> Pessoal, vocês que estão acompanhando aí, por favor, me de aí o feedback se ela tá agora. Sim. [risadas] >> Tudo bem? >> Tudo bem, amigo. Gratidão mais uma vez pelo convite. Boa noite a todos os irmãos. Uma alegria estar de volta aqui no JZ. >> Que isso? Nós que agradecemos. Saiba que é um prazer imenso receber você aqui no Ig falando de espiritismo em qualquer programa do Iges, né? Eh, é muito bacana que você esteja conosco, você sempre mostrando aí disponibilidade para estar aqui, né, comparecendo e trazendo aí conhecimento, enfim, reflexão, como é a
lquer programa do Iges, né? Eh, é muito bacana que você esteja conosco, você sempre mostrando aí disponibilidade para estar aqui, né, comparecendo e trazendo aí conhecimento, enfim, reflexão, como é a reflexão que você vai trazer hoje aqui pra gente, né, para falar sobre o espírito e a responsabilidade. Tenho certeza que vai vai ter muita coisa bacana que vai fazer a gente pensar, vai fazer a gente refletir, né, sobre essa questão da responsabilidade que nós temos como espíritos, né? Deixa eu só trazer aqui as mensagens, muita gente participando com a gente aqui através do chat. Selma Denmark, direto dos Estados Unidos, deixou o seu boa noite pra gente. Valeu, Celminha. Obrigado, Marcos de Carvalho. Nosso Marcos tá aqui com a gente também deixando mensagem. Você, vocês são da mesma casa espírita, né, Milena? >> Você e >> Sim, somos mesmo. Somos trabalhadores do Geb. Aliás, para quem não conhece a Milena, ela é, né, expositora espírita lá do Rio de Janeiro e trabalhadora lá do GS, que é o Grupo Espírita Esperança e Caridade Eurípedes Barçanuvo, tá? E o Marcos também faz parte desse trabalho. Eh, Teca Filizola também dos Estados Unidos, deixou boa noite pra gente. Valeu demais, Teca. Obrigado. Ah, o Marcos também deixou outras mensagens aqui. Suzi Prudente, Lar de Jesus, Goiânia, Goiás. Valeu demais, Suzi parceirona também aqui do Igs. Muito obrigado. Solange Gerra de quem que é? Eh, Milena, você conhece >> também aqui do Geb. Ai, >> e Eline, Eline Costa, você sabe quem que é? >> Ai, deixa eu ver, pera aí, minha mãe. >> Que bacana. Valeu demais. Obrigado, Eline. Muito obrigado por estar nos acompanhando. Temos aqui também o Jaime Dantas que tá com a gente aqui. Esse >> também aqui do GB, ó. Eu trouxe o GB todo. [risadas] Ó, a turma veio toda. Valeu, Jaime. Obrigado, viu? Obrigado por estar prestigiando. Deixa Patrícia Bonfim, ó. Também, >> também. >> Que bacana. Flavinha Teodoro, lá de Vitória, no Espírito Santo. Ela que sempre está nos acompanhando, seja aqui, seja lá no de Moisés a Kardec, né? E
o. Deixa Patrícia Bonfim, ó. Também, >> também. >> Que bacana. Flavinha Teodoro, lá de Vitória, no Espírito Santo. Ela que sempre está nos acompanhando, seja aqui, seja lá no de Moisés a Kardec, né? E amanhã tem de Moisés a Kardec, né, Flavinho? Obrigado por estar aqui com a gente, nos acompanhando. Bom demais. A Flavinha tá perguntando aqui, Milena, onde fica essa casa espírita no Rio? Ah, então é na Ilha do Governador, eh, que é próximo do aeroporto internacional do Galeão. Então, a ilha do governador, ilha do Fundão, onde fica o FRJ, é nessa, nessa região. >> Bacana. É isso aí, pessoal. Antes de mais nada, vamos fazer a nossa prece inicial. Vou pedir que todos fechemos os nossos olhos neste momento. Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, pedir que o divino amigo esteja conosco, nos amparando e nos induindo. Nós te pedimos, Senhor, o tratamento espiritual que todos nós necessitamos. O Senhor permita que uma cachoeira de Águas Cristalinas possa nos banhar neste momento, tirando de nós todas as energias pesadas e deletérias que porventura estejam nos envolvendo, tudo aquilo que nos traz sensação de tristeza, de agonia, de amargura, de melancolia, que tudo isso possa ser dissipado por ti, Jesus. E feita essa limpeza, nós te rogamos, Senhor, energias bemfazes que vem nos trazer sensação de tranquilidade, de paz, de harmonia, mas ao mesmo tempo de ânimo, de vigor, de coragem para os enfrentamentos do dia a dia da vida terrena. E nós te rogamos que esses benefícios sejam estendidos a aqueles que são caros aos nossos corações, aqueles que convivem conosco no nosso ambiente doméstico, os nossos parentes, amigos, vizinhos, companheiros de estudo e de trabalho, companheiros de casa espírita, de movimento espírita e principalmente Jesus, aqueles que mais sofrem, aqueles que passam por todo tipo de privação, seja no campo espiritual, emocional, seja no campo físico. o Senhor possa ser o lenitivo que esses nossos irmãos tanto necessitam neste momento. Muito obrigado por tudo. Graças
todo tipo de privação, seja no campo espiritual, emocional, seja no campo físico. o Senhor possa ser o lenitivo que esses nossos irmãos tanto necessitam neste momento. Muito obrigado por tudo. Graças te damos. Que assim seja. Graças a Deus. Ó, tem mais mensagem aqui do Fausto Rocha também está conosco. Obrigado, Fausto. Valeu demais. Ele que que é de Recife, Pernambuco. Que bacana. Valeu demais. E Pedro? Pedro cos você conhece, Milena? >> Ai, deixa eu ver. meu pai. [risadas] >> É isso aí, que bacana. Valeu demais ao Pedro C também aqui com a gente nos acompanhando. Eh, tenho certeza com muito orgulho aí da filhota, né? Papai e mamãe com muito orgulho da filhota, que é uma pessoa super bacana. A a Flávia tá até falando aqui, muito fofa, viu, Milena? Muito fofa. e e e que tem conhecimento e vai nos trazer, com certeza belas reflexões. Eh, deixa eu só agradecer, né, os canais parceiros, Rede Amigo Espírita, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Fonte Viva, TV SECAL, Conecta Espiritismo, eh, Web Rádio Fraternidade, são os canais que retransmitem o nosso conteúdo, estão retransmitindo essa live. Então nós agradecemos a todas essas equipes. Valeu demais, muitíssimo obrigado por essa parceria que a gente espera que seja aí bastante duradora. Valeu demais. Nós pedimos a vocês que deem aquela força ao canal aqui do Iges, né, no YouTube, Igito, Goiano Estudos Espíritas, que vocês possam buscar o canal do Jes, se inscrever, ativar as notificações, curtir e compartilhar todos os vídeos, inclusive este que você está assistindo. Lembrando que fica gravado na plataforma, né, o programa, você pode assistir posteriormente, tá? Então, que você possa aí fazer tudo isso, porque faz com que o nosso conteúdo tenha maior engajamento e possa ser indicar indicado a mais pessoas e consequentemente chegar a mais lares. E esse é o objetivo aqui do Igésia, divulgar o espiritismo. Pessoal, então, sem mais delongas, vou passar a palavra pra Milena, para ela desenvolver, então, pra gente esse tema, o espírito e a responsabilidade.
objetivo aqui do Igésia, divulgar o espiritismo. Pessoal, então, sem mais delongas, vou passar a palavra pra Milena, para ela desenvolver, então, pra gente esse tema, o espírito e a responsabilidade. é contigo então. >> Então vamos lá. Eu trouxe nessa noite slides para compartilhar com os amigos no sentido de facilitar a nossa visualização do tema. E esses slides eles surgiram do estudo da série que nós fizemos na nossa casa da obra da Veneranda Joana Jesus e Atualidade. Então a primeira obra da série psicológica da Veneranda. E dentro dessa obra, nós temos exatamente o assunto sobre a nossa responsabilidade. Só que quando nós falamos sobre a nossa responsabilidade, é importante que a gente não se visualize, não se enxergue apenas como personalidades, apenas como corpos físicos habitantes do mundo material. É preciso que nós tenhamos de fato a convicção de que somos espíritos imortais. E eu não diria nem a questão da imortalidade como fundamental para que a gente visualize o tema de hoje, mas como espíritos, independente da nossa condição de encarnados ou desencarnados, a nossa responsabilidade é a mesma. O momento da vivência dessa responsabilidade é que vai determinar se você tá na matéria, se você está fora da matéria. Mas isso, meus irmãos, acreditem, não é o mais importante. O dia que nós entendermos que isso não é o mais importante, mas é apenas um elemento que contribui no processo da nossa evolução, a vida material, um momento aqui, um momento fora dela, esse determinismo, como a própria Veneranda vai nos ensinar em obras mais à frente, o determinismo do nascer, morrer e reencarnar. Disso aí a gente não foge. Isso faz parte da pedagogia divina. Então, uma hora estamos na matéria, estamos nascendo na matéria, outra hora estamos morrendo para a matéria, retornamos à matéria e assim esse determinismo do nosso processo evolutivo. Mas a questão da nossa evolução é que é fundamental, independente da onde ela esteja se processando. No dia que nós entendermos verdadeiramente
a e assim esse determinismo do nosso processo evolutivo. Mas a questão da nossa evolução é que é fundamental, independente da onde ela esteja se processando. No dia que nós entendermos verdadeiramente isso, a gente vai perder o medo da morte, a gente vai perder a angústia e e a aflição da reencarnação, porque a gente pensa muito na questão da morte, da desencarnação, mas a gente não para para avaliar. E isso as obras espíritas nos trazem muito, é que nós muitas vezes não prestamos atenção nisso. A angústia do espírito que vai reencarnar, a possibilidade de ter sucesso, mas também de não ter sucesso na encarnação. Na obra do André Luiz, nós vamos perceber espíritos que quando do momento da reencarnação, aquela preocupação, será que dessa vez eu consigo o êxito que eu preciso? No livro Renúncia, nós temos uma passagem também muito interessante no início da obra, quando os benfeitores espirituais junto com Aciuni estão eh observando o grupo de espíritos que vai reencarnar e para o qual ela, né, a o auxílio a um dos personagens do grupo que é exatamente a chamada alma gêmea, quando ela pede para reencarnar com o objetivo de ajudar aquele espírito e os amigos espirituais já avisam sobre da possibilidade do fracasso daquela reencarnação, não dela, mas da chamada alma gêmea. A alma gêmea que a gente sabe que é o espírito afim, não é a metade de um espírito, né? Isso a codificação já ensina, a gente não vai, não precisa ficar eh falando sobre. E aí nós olhamos pra gente, a nossa responsabilidade diante da nossa evolução. Então a Veneranda traz um texto dentro da obra Jesus e Atualidade, psicografada por Divaldo Pereira Franco, que fala sobre isso. Então vamos olhar o que ela vai dizer pra gente e vamos conversar sobre o que a Veneranda nos ensina. Há no homem latente um forte mecanismo que o leva a fugir da responsabilidade, transferindo o seu insucesso para outrem na condição de indivíduo social ou para os fatores circunstanciais da sorte, do nascimento e até de Deus. Então o que
o que o leva a fugir da responsabilidade, transferindo o seu insucesso para outrem na condição de indivíduo social ou para os fatores circunstanciais da sorte, do nascimento e até de Deus. Então o que que a veneranda começa dizendo no texto? que nós temos um forte, uma forte tendência a fugir da nossa responsabilidade. Mas a pergunta que a gente faz já no início do texto, por que que a gente tem essa tendência de fugir da responsabilidade sobre os nossos atos? Então, por exemplo, desde pequenininho, a gente tem uma forte tendência a fugir da responsabilidade. Quem tem irmão já viveu muito isso. Eu tenho irmão, eu sou a irmã mais velha e eu tenho irmão mais novo. Então, quando a gente era pequeno, é muito engraçado porque minha mãe sempre conta essas histórias. Eu era mais danadinha, esperta, vamos dizer assim, e o meu irmão era mais tranquilo. Então, a gente tinha, eu tinha uma forte tendência de fazer uma arte. E quando minha mãe vinha perguntar quem fez isso? Adivinha o que que eu fazia? Eu não deve ter sido meu irmão. Olha a fuga da responsabilidade sobre os nossos atos e as nossas decisões. A gente tem uma tendência a dizer: "Eu fiz isso porque tal situação me levou a isso. Eu agi dessa forma porque na verdade no momento em que o problema tava acontecendo, eu acabei sendo empurrada para essa decisão. Então, vejam, a gente foge de uma autoanálise sobre o nosso comportamento. Percebam, amigos, que a primeira bem-aventurança é a da humildade. Bem-aventurados os que são pobres em espírito. Bem-aventurados os que são humildes em espírito. Jesus faz uma analogia em relação à pobreza física com a humildade espiritual. Então, a simplicidade, a comparação de Jesus entre a simplicidade da matéria com a simplicidade em espírito que nós devemos ter. Mas aí o Emanuel, eu sempre trago esse texto. O Emanuel no livro Pensamento e Vida, ele define humildade, quando ele diz assim: "Humildade é reconhecimento da nossa pequenez diante do universo." Mas quando o Emanuel coloca isso no
ago esse texto. O Emanuel no livro Pensamento e Vida, ele define humildade, quando ele diz assim: "Humildade é reconhecimento da nossa pequenez diante do universo." Mas quando o Emanuel coloca isso no texto, e ele coloca de maneira sutil, porque ele vai falar sobre as consequências da ausência de humildade. Quando ele vai falar sobre as consequências da ausência de humildade, ele define humildade. É que passa muitas vezes despercebido. A gente foca na consequência, porque ele fala consequências da ausência de humildade, egoísmo, vaidade, orgulho, que a gente acha que são os opostos, mas não são opostos, são consequências, são doenças, vamos dizer assim, são chagas resultantes da ausência de humildade. A primeira bem-aventurança é a humildade. Se a humildade, como o Emmanuel nos ensina, é o reconhecimento da nossa pequenez diante do universo, o que que o Emmanuel tá querendo dizer? Olha tudo que existe ao nosso redor. Olha o planeta Terra. Olha todas as criações que existem na Terra. Agora vai na janela da sua casa e tenta olhar pro céu. Eu sei que se você mora em cidade grande, por exemplo, eu moro no na cidade do Rio de Janeiro, é muita luminosidade da cidade, então a gente tem uma dificuldade maior de olhar o céu estrelado, mas ainda assim é possível. Vai na janela da sua casa e olha pro céu. De repente, você dá sorte de ver uma estrela cadente passando. Quem criou tudo isso? A gente tem capacidade disso tudo? Não tem. Esses dias na evangelização, a criança fez uma uma analogia e aí quando ela tava falando, a criança é muito interessante. Ela disse assim mesmo: "Tia, eu acho interessante como é que a gente não cai da terra. É uma criança de 7, 8 anos que tá descobrindo a lei da gravidade. A gente tá assim e a gente não cai da terra." E aí eu falei para ela, olha só, uma das leis de Deus, a lei da gravidade. Você tá grudadinho na terra e você não cai. Você pode estar assim, você pode estar assim, você não vai cair, a gravidade tá te puxando. Aí quando a gente observa questões que
Deus, a lei da gravidade. Você tá grudadinho na terra e você não cai. Você pode estar assim, você pode estar assim, você não vai cair, a gravidade tá te puxando. Aí quando a gente observa questões que estão ao nosso alcance, que são as visualizações materiais e humanas do universo, a gente já começa a ter reflexão. Caramba, que inteligência foi essa que criou tudo isso? E aí nós começamos, sem que a gente perceba, num processo de adoração a Deus. E você começa a adorar as obras da criação e pelas obras da criação a gente começa a perceber o criador. Por isso que, por exemplo, o mentor espiritual da nossa casa, o professor Eurípedes Barçsanufo, ele tinha muito a questão da evangelização de espíritos junto às questões da natureza. Quando, e percebam que o professor Eurípedes, ele ensina sobre evangelização de espíritos. Ele não tá falando evangelização infantil e juvenil somente. Ele tá falando da evangelização de todos nós. A educação do espírito, muito relacionado e ligado à natureza, porque pela observação da natureza a gente olha o criador. Então, eu tava aqui um pouquinho antes de entrar no estudo, eu tava ouvindo um canto de um pássaro, era um bem vi e eles têm uma tendência a fazer ninho no alto aqui do prédioondde eu moro. Eu moro no último andar, são três andares, eu moro no terceiro andar. E aí um canto belíssimo. E aí eu tava aqui desatenta, fazendo as coisas, mas de repente aquele canto, o pássaro foi tão insistente em querer que a gente ouvisse a música dele, o canto, que eu parei e fiquei assim: "Gente, que coisa mais linda. Quem criou esse pássaro e o canto desse pássaro?" Nesse momento, a gente, quando a gente começa a observar a obra da criação e a pensar, a gente sem querer começa a comparar a inteligência, a nossa inteligência com a inteligência criadora de tudo. É inevitável. E aí a gente começa a reconhecer a nossa pequenez diante do universo, mas não com sentimento de inferioridade ou de inferiorização, com sentimento de adoração a Deus. Eu não tenho a capacidade do criador.
a gente começa a reconhecer a nossa pequenez diante do universo, mas não com sentimento de inferioridade ou de inferiorização, com sentimento de adoração a Deus. Eu não tenho a capacidade do criador. E é belíssima a capacidade que eu consigo observar do criador, porque fora a que a gente não consegue nem dimensionar. Então, o processo de humildade é esse processo de autoconhecimento que muita gente, muitas vezes a gente foge. Eu fujo da minha autoobservação. Quando Jesus diz assim, você vê o argueiro que está no olho do outro, mas você não vê a trava que está no seu olho. Jesus não tá dizendo que, olha, você tem um erro maior do que o outro. Jesus, o mestre, ele não age dessa forma. Ele tá dizendo assim: "Você tá olhando tanto a existência do outro, mas você tá perdendo uma oportunidade incrível de observar a sua própria existência. Porque quando eu olho o argueiro no olho, no olho do outro, eu tô vendo uma parte da história do outro, porque eu não sou o outro. Então eu vejo com dificuldade a história do outro. E quando eu perco muito tempo olhando a história do outro sem ser o outro, eu coloco uma trava na minha visão para olhar a minha própria história. E essa eu tenho capacidade de olhar com riquezas de detalhes, se eu quiser. Por isso, o mandamento maior: "Amarás o Senhor, teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e ao próximo como a ti mesmo". Qual é o parâmetro para eu amar o próximo? o autoamor e não existe autoamor sem autoconhecimento. Então, quando a veneranda começa dizendo assim: "A no homem, olha só, quando ela diz a no homem", ela tá dizendo que é algo inerente à nossa condição ominal. Ela não diz, ó, há em todos os espíritos, o espírito puro não tem esse problema. Mas nós que estamos na condição ominal, nós temos de forma latente um forte mecanismo que leva a fuga da responsabilidade. Por quê? Porque essa fuga de responsabilidade, ela é resultante da ausência de autoconhecimento. O autoconhecimento faz você assumir todas as suas responsabilidades sem
eva a fuga da responsabilidade. Por quê? Porque essa fuga de responsabilidade, ela é resultante da ausência de autoconhecimento. O autoconhecimento faz você assumir todas as suas responsabilidades sem culpa, com maturidade. Não, não, não confundamos autoconhecimento com autoflagelação. Você identifica uma fraqueza e você se culpa por aquela fraqueza. A culpa não nos permite caminhar com segurança. O evangelho de Jesus, ele não é um evangelho de culpa, ele é um evangelho de responsabilidade. Qual é a sua responsabilidade? Assuma e encontre a vida feliz nessa responsabilidade. A fuga, ela posterga o encontro com a sua realidade. Então, é assim, você vai fugir na encarnação das responsabilidades que te competem, você só tá aumentando o tempo da jornada, porque se você não colocar essa mochila da responsabilidade agora, ela estará te esperando na próxima encarnação. ela nos esperará nas encarnações futuras. Então, a primeira pergunta que a gente começa fazendo, por que que a gente tem esse forte mecanismo de fuga da responsabilidade? pela ausência do autoconhecimento. Então, para que a gente comece a matar esse mecanismo, sinta alegria e prazer em se autoconhecer, se conheça em processos, como, por exemplo, do luto, se conheça em processos como das dores do corpo físico. Procure se conhecer em processos como gestão dos bens materiais, seja no êxito da gestão, seja na falência da gestão, se autoconheça nas vivências em família, na sociedade, no ambiente da casa espírita que você frequenta, nas vicissitudes da vida humana. É que eu repito tanto que, por exemplo, o Marcos que tá sempre com a gente, a Patrícia, a Jane que tá aqui com a gente, meu pai, minha mãe, a Sol, o Jaime aqui nos recebe. Eu repito tanto que pode parecer cansativo, mas assumir responsabilidade é saber qual é o objetivo da jornada. Qual é o nosso objetivo da jornada? O objetivo é chegar à perfeição. Para chegar à perfeição, vamos lá, então, aquilo que a gente fala toda hora, mas não é a gente, o livro dos espíritos é
da jornada. Qual é o nosso objetivo da jornada? O objetivo é chegar à perfeição. Para chegar à perfeição, vamos lá, então, aquilo que a gente fala toda hora, mas não é a gente, o livro dos espíritos é que nos lembra toda hora. O homem, ou seja, o espírito que está na condição hominal, tende de viver e passar por todas as vicissitudes da vida humana. Sem as vicissitudes da vida humana, a gente não se conhece. Então, vou dar uns exemplos bem simples. Alguém chamou você para falar sobre alguma coisa na casa espírita e você quase não fala em público. Alguém te chamou para fazer uma prece e você quase não fala em público. E aí você tende a o quê? A fugir. Você diz assim: "Ai, não, pelo amor de Deus, eu não". Pense assim: "É uma vicissitude da vida humana, mas não vicissitude no sentido de problema. é vicissitude, é tudo aquilo que te desafia a ser melhor. Aí na casa espírita te chamaram para fazer a prece. Aí você diz assim: "Não, a prece, o que que vão achar da minha prece?" Aí você vai e faz a prece, mas a primeira prece que você faz na casa espírita é uma prece para que os outros escutem a boa palavra que sai da sua boca. Mas a boa prece é aquela que expressa os melhores sentimentos que nós carregamos dentro de nós. Então, a primeira prece pode ser que saia decorada, mas você tá vivendo a vicissitude da vida humana. A primeira prece que você fez, ela pode ter sido carregada de uma vaidade humana. O que os outros vão achar da minha prece? Mas aí você não para por aí, não. Vão te chamar de novo para uma nova prece. Você já fez a primeira, então você já quebrou o gelo do falar algo para um grupo maior. Aí vão te chamar de novo. Quando chamarem de novo, pergunte para você se você está na prece conversando com Deus ou falando bonito para que os outros escutem a sua prece. E aí você vai vencer uma outra vicissitude que não é só de falar para o público, mas é falar com o coração, não com a vaidade. O meu pai me fazia muito essa pergunta. Toda vez que alguém me chamava para uma
ocê vai vencer uma outra vicissitude que não é só de falar para o público, mas é falar com o coração, não com a vaidade. O meu pai me fazia muito essa pergunta. Toda vez que alguém me chamava para uma live, isso foi muito forte durante aquele período que a gente teve que ficar só no online. Eu não falo mais o nome do que a gente viveu porque deixa para lá, já ultrapassamos. Ele sempre me perguntava assim: "Mas você tá aceitando essa live? Porque você tá buscando uma projeção pessoal de aparecer e falar, ou porque você quer ajudar o próximo compartilhando o estudo que te fez bem e tem te ajudado na transformação moral. Porque se você tá aceitando a live para uma projeção, nem aceite, minha filha. Você tá falando pela vaidade. Agora, se o teu objetivo é compartilhar o que te faz bem, propagar o evangelho servindo a Jesus, aí vá. Então, as primeiras lives foram assim: "Ai, como é que vai ser? Vou aparecer no YouTube? Olha como tá a maquiagem e o cabelo. Vamos ver a questão da luz". Cadê o evangelho de Jesus? E aí quando meu pai fez essa pergunta para mim, eu fiquei bem braba, porque eu fugi da responsabilidade pela ausência do autoconhecimento. E aí, aos pouquinhos, de tanto ele ir repetindo, olha a profundidade dessa pergunta. Você conversa com alguém querendo mostrar o quanto você sabe, converter a pessoa ao espiritismo ou você conversa com o objetivo de ajudar. A gente precisa refletir, isso é autoconhecimento. Vencer as vicissitudes da vida humana, vencer a nós mesmos as fraquezas que possuímos e alcançarmos o conhecimento que necessitamos. Bom, descobrimos que a gente foge da realidade pela ausência do autoconhecimento. Aí a veneranda prossegue. Quando tal não se dá, aí ela diz que ou a gente foge da nossa responsabilidade colocando a condição social nossa, fatores circunstanciais da sorte, do nascimento e até foi porque Deus quis. A gente fala muito isso. É diferente dizer assim: "Pai, seja feita a tua vontade." Qual é a vontade de Deus? o cumprimento da lei, a movimentação do amor.
te, do nascimento e até foi porque Deus quis. A gente fala muito isso. É diferente dizer assim: "Pai, seja feita a tua vontade." Qual é a vontade de Deus? o cumprimento da lei, a movimentação do amor. Mas quando eu digo assim, foi porque Deus quis que eu estou sofrendo, isso tá ervado de um de uma revolta, de um não entendimento da lei. E porque Deus tá fazendo algo para mim que não é o que eu quero. O que que via de regra eu quero? conforto. Eu não quero sofrimento, eu não quero dor, eu quero tudo relativamente bem, mas sem que eu esteja ativamente contribuindo para que as coisas estejam bem. Esse não é o caminho que Deus tem pra gente. O caminho de Deus para nós é autoconhecimento, vivência das vicissitudes humanas e ação própria na aquisição das virtudes. Percebam que Deus nos dá autonomia nesse sentido. Olha, o amor divino ele não impõe. A lei está aí. Como nós vamos viver essa lei? é a nossa autonomia. Você pode levar o tempo que você quiser. Só digo uma coisa, a lei divina diz que nós chegaremos à perfeição, embora seja perfeição relativa, ou seja, em relação ao criador, porque a perfeição absoluta só o criador, a gente vai chegar. Agora, você tem autonomia de decidir como você vai chegar, quanto tempo você vai levar. E Deus não muda por causa disso. Ele continua sendo o mesmo pai. Ele continua amando a gente da mesma forma. Quando tal não se dá, na área das suas projeções comportamentais, apega-se ao complexo de culpa, mergulhando nas depressões em que oculta a infantilidade, pouco importando a idade orgânica em que transita. Então, se eu não fujo da responsabilidade, eu me afundo na culpa. Oh, como eu sou pequeno, eu sou tão errante, eu faço tudo errado, nada dá certo por minha culpa. E olha o tempo que a gente fica. É como se você tivesse se jogado numa areia movediça e você sabia que aquilo ali ia te puxar para baixo. A culpa é assim e você resolve pular naquela areia. E quanto tempo você fica naquela situação? Deus não quer da gente culpa. Jesus não nos quer em culpa. Jesus nos quer em um
i ia te puxar para baixo. A culpa é assim e você resolve pular naquela areia. E quanto tempo você fica naquela situação? Deus não quer da gente culpa. Jesus não nos quer em culpa. Jesus nos quer em um arrependimento para o início de uma vida nova. Esse é o fundamento do chamado batismo, que eu não falo batismo circunscrito à Igreja Católica, mas o batismo como ele se dá dentro do Evangelho. Como é que nós vemos no Evangelho? Arrependei-vos, pois é chegado o reino dos céus. Para, faz uma autoanálise da sua vida. Veja o que você vem fazendo até aqui. Qual é a sua responsabilidade, o que você precisa fazer para melhorar. Mas não se afunde em culpa, porque o reino dos céus não é para quem está em desequilíbrios por conta da culpa. É para quem, embora reconhecendo as suas fraquezas, almeja a seguir Jesus, almeja conhecer a lei divina. E aí, então, nós trazemos a seguinte visualização. A veneranda coloca assim: "A responsabilidade resulta da consciência que discerne e compreende a razão da existência humana, sua finalidade, suas metas, trabalhando por assumir o papel que lhe está destinado pela vida. Então, tudo isso que a gente falou até agora, a gente não pode cobrar dessa forma. de quem ignora a finalidade da sua existência. Então, não basta chegar para alguém que está errando muito. Então, você identifica alguém que mata, alguém que rouba, alguém que pratica o mal. Não basta eu apontar o dedo pra pessoa, pro espírito, e dizer: "Você é errante, isso não transforma a vida". Percebam que os espíritos que cometem erros gravíssimos, eles podem ficar muito tempo em mundo em em estados de muita dor e muito sofrimento que nós chamamos como umbral. O espiritismo nos fala sobre umbral, o espiritismo nos fala sobre o vale dos suicidas. Mas em nenhum momento, em nenhum momento, os espíritos superiores chegam para os espíritos em sofrimento e dizem assim: "Você está aqui porque você é errante". Não chega, não tem. Na literatura espírita não tem. No mundo dos espíritos, os espíritos
íritos superiores chegam para os espíritos em sofrimento e dizem assim: "Você está aqui porque você é errante". Não chega, não tem. Na literatura espírita não tem. No mundo dos espíritos, os espíritos superiores, os mentores espirituais, os amigos protetores, eles aguardam o nosso momento. Eles não chegam apontando o dedo. Olha, você está aqui no umbral por causa disso. Você mesmo vai ampliar a consciência. nós vamos ampliar a consciência, entender o nosso momento e pedir ajuda. Na verdade, esse é o mecanismo. Então, eu trouxe essa visualização. Vocês lembram da nossa época de matemática, os conjuntos? Então, nós temos ali a nossa consciência. Dentro da nossa consciência, nós temos dois campos. o campo que nós chamamos de consciente e o campo que nós chamamos de inconsciente. Hoje nós vamos ficar somente nesses dois. Qual é o grau dentro da nossa consciência de consciente que nós possuímos? Então, o que dentro da nossa consciência nós conseguimos acessar, entender e estar em comunhão com a lei divina? Vou ler de novo o texto da Veneranda. A responsabilidade resulta da consciência que discerne, compreende a razão da existência humana, sua finalidade, suas metas, trabalhando por assumir o papel que lhe está destinado pela vida. O quanto de consciente nós temos em relação a isso, o que a gente acessa na nossa vida hoje, que diz pra gente sobre as nossas metas, a finalidade da nossa existência e o trabalho que nós precisamos assumir aqui. Quanto mais amplo for o campo consciente da nossa consciência, maior a nossa noção de responsabilidade. Então, por exemplo, diante de uma dor, eu posso até chorar, eu posso até ter um momento ali de eu preciso só, eu preciso ficar aqui quietinho, eu preciso me entender. Essa dor que eu tô sentindo, eu preciso me conhecer nessa dor. Quem eu sou, qual é o o quanto eu tenho de equilíbrio diante dessa dor? Quando eu faço isso, eu estou tentando acessar a minha parte consciente e ampliar. Quando eu não paro para refletir sobre as circunstâncias da minha vida, eu vivo
tenho de equilíbrio diante dessa dor? Quando eu faço isso, eu estou tentando acessar a minha parte consciente e ampliar. Quando eu não paro para refletir sobre as circunstâncias da minha vida, eu vivo com a maior parte da minha consciência conectado ao inconsciente, aquilo que eu não consigo acessar e que eu sequer percebo porque eu também não quero perceber. Eu não percebi que preciso perceber. Essa é a brincadeira com as palavras. Quanto maior o nosso exercício de autoconhecimento, mais a parte consciente da nossa consciência se expande, mais acessos nós vamos tendo. Então, olha só, pode ser que hoje dentro da caixinha do inconsciente exista uma parte relacionado ao luto que eu ainda não experimentei e não sei viver. Aí acontece o processo de perda de alguém que eu amo. Então, alguém que você ama desencarna. Aí você tem o seu consciente com as vivências que você acessa nessa vida, mas você ainda não tinha vivido a experiência do luto. Aí o que que acontece com a sua consciência? A parte consciente se amplia e vai alcançar no inconsciente a vivência do luto que você ainda não tem. E por isso ela é inconsciente para você. Você ainda não sabe. Nessa encarnação você não lembra as vivências anteriores, os lutos que você já teve. Aí você vai viver. O que que muitas vezes a gente faz? A gente quer pular essa etapa. A gente foge do luto, a gente se sobrecarrega de atividades para não pensar no luto que precisa ser vivido. Quando, na verdade, viva o seu luto, a separação de quem você ama. Se perceba nessa vivência, dimensione o amor que você sentia por aquele ser e sente, porque não deixa de existir. Qual é o seu grau de equilíbrio? nessa vivência e ganhe aquilo que estava inconsciente para o consciente. Lá na frente, quando você viver uma nova experiência ou observar alguém vivendo aquela experiência, você vai se sentir responsável em compartilhar a sua experiência. Eu sei o que você tá passando, porque eu já vivi. Você precisa de tempo e eu estou aqui para o que você precisar. É mais ou
periência, você vai se sentir responsável em compartilhar a sua experiência. Eu sei o que você tá passando, porque eu já vivi. Você precisa de tempo e eu estou aqui para o que você precisar. É mais ou menos assim, aquilo que a gente aprende, a gente depois tem condição de ajudar quem ainda não sabe, porque você já passou por aquela rota. Então você fez uma viagem, aí você foi para um outro estado e aí você conheceu aquele estado nos mínimos detalhes. Passa um mês, você encontra um amigo que tá indo para aquele estado que você já foi e o amigo te diz assim: "Você tem dicas? Aonde eu posso ir e aonde eu não devo ir?" E aí você tem condição de compartilhar pela experiência anterior que você teve e você dá o mapa pro amigo. Se ele vai querer percorrer da mesma forma, aí a escolha dele. Mas você compartilhou um processo que você adquiriu no seu autoconhecimento. Então, paraa gente guardar, você quer ter um consciente assim ou uma área consciente cada vez mais ampla dentro da sua consciência? A doutrina de espírito e o evangelho de Jesus nos chamam todos os dias para isso. Jesus nos levará a lugares que a gente não faz ideia quando ele diz assim: "Vou preparar-vos um lugar e quando ele estiver pronto, eu mesmo voltarei para buscá-los". A gente tá esperando um lugar físico, um outro planeta, uma outra Não. Jesus está há 2000 anos, há mais de 2000 anos, preparando esse lugar, que é o lugar de uma consciência cada vez mais consciente da própria existência e da existência do Criador. Graças a isso, não se omite, não se precipita. Então, só para lembrar o texto, a responsabilidade resulta da consciência que discerne e compreende a razão da existência humana, sua finalidade, suas metas, trabalhando por assumir o papel que lhe está destinado pela vida. Graças a isso, não se omite, não se precipita, estabelecendo um programa de ação tranquila dentro do quadro de deveres que caracterizam progresso individual e coletivo, visão da conquista da plenitude. O homem responsável sabe o que fazer, quando e
stabelecendo um programa de ação tranquila dentro do quadro de deveres que caracterizam progresso individual e coletivo, visão da conquista da plenitude. O homem responsável sabe o que fazer, quando e como realizá-lo. Aí eu vou dar uma dica. Mas das vezes a gente sabe o que fazer e quando devemos realizá-los, mas nem sempre queremos realizar. A gente gostaria de um caminho mais curto, só que o caminho da evolução, ele não tem atalhos, ele é o caminho, ele é um só. O que acontece é que às vezes a gente prolonga esse caminho, mas ele não tem atalhos. A vivência das vicissitudes humanas não tem como você pular. Por isso, às vezes, a gente pergunta assim: "Quantas encarnações eu terei?" Gente, essa não é a preocupação. A preocupação é como eu estou vivendo as experiências que Deus me permite. E aí no silêncio da sua dor, no silêncio das suas experimentações, Deus tá ali falando direto com a gente e a gente não percebe o que que ele espera da gente. não se torna um parasita social, nem se hospeda no triunfo alheio, tampouco se ocupa no desculpismo ridículo. A sua lucidez torna o elemento precioso no grupo social onde se movimenta. Vocês já tinhaam ouvido falar a Joana falando assim? Ela fala sim no livro Jesus e a atualidade em todo o ciclo psicológico. A Joana fala para que a gente desperte. Não nos ocultemos no desculpismo ridículo. Esse ridículo não é uma palavra pejorativa, mas é não fiquemos presos num desculpmo infantil. Aquele que quiser me seguir, tome a sua cruz e me siga. É Jesus ensinando a cruz da redenção. Não é a cruz do sofrimento, mas é a cruz da redenção, da transformação. E aí é interessante a gente visualizar como se na nossa consciência existem três tribunais. Olha como é fácil a gente exercitar isso na nossa mente e não fugir das nossas responsabilidades. O primeiro é o tribunal da verdade. Então, quando você tiver um problema, tiver feito alguma coisa, pergunte para você: "Por que que eu fiz?" E a resposta invariavelmente será assim: você fez porque você quis.
o é o tribunal da verdade. Então, quando você tiver um problema, tiver feito alguma coisa, pergunte para você: "Por que que eu fiz?" E a resposta invariavelmente será assim: você fez porque você quis. A escolha é nossa. Entre falar a verdade e mentir, você escolhe. Entre praticar o bem e praticar o mal, nós escolhemos. Entre estudar e não estudar, nós escolhemos. E é importante que a principal escolha nossa tem que ser estudar. Evangelização de espírito. Nós precisamos querer nos evangelizarmos, porque a nossa evangelização impede que venhamos a fazer péssimas escolhas. Então, a primeira escolha, queira estudar. Mas estudar não é só ler o livro, não é só assistir a palestra, é goste de estudar a você mesmo, goste de perguntar, comece, olha, atitude filosófica primeira é com a gente. Pergunte para você quando você tiver um acesso assim, você tá muito brabo com alguma coisa, por que que eu tô assim? Será que é por causa do outro ou tem alguma coisa dentro de mim? Quando você tiver muito triste, sem esperança, por que que eu tô desse jeito? E a última coisa que a gente deve fazer é atribuir isso a um outro espírito. Não pensem primeiro na obsessão. Pensem na gente mesmo. A obsessão é consequência. Se você tá triste, atrai espírito triste. Se você tá raivoso, atrás espírito raivoso. Só potencializa. Mas quem abriu a porta foi a gente. Então, goste de se estudar. Quais são as suas reações, quando é que você age muito pelo instinto, aonde você precisa mudar? Quais são as suas fraquezas? Isso é estudo, só que é estudo em campo. É você com você. E busque a orientação da doutrina. Busquemos a orientação do evangelho. E aí, gente, quanto mais a gente estuda e quanto mais busca o autoconhecimento, mais o Tribunal da verdade funciona. Ah, eu a fulano foi grosseiro comigo. Não, a grosseria do fulano é responsabilidade do fulano. Você ficar magoado é uma responsabilidade sua. Por que você ficou magoado? Porque eu tenho uma tendência a me magoar. Ó lá, eu não fugi da responsabilidade.
ria do fulano é responsabilidade do fulano. Você ficar magoado é uma responsabilidade sua. Por que você ficou magoado? Porque eu tenho uma tendência a me magoar. Ó lá, eu não fugi da responsabilidade. Passado pelo Tribunal da Verdade, assumimos as responsabilidades. Aí é inevitável. A gente pede a justiça. Pai, me conceda as oportunidades de não falhar mais. Aí vem as expiações e as provas. Quanto maior a nossa consciência do dever a ser cumprido, menos expiação e mais prova. E fazendo a gestão dos dois tribunais anteriores, nós temos o tribunal da misericórdia. Deus é Deus de misericórdia. O Pai não é carrasco. O Pai não castiga os filhos. O Pai acolhe e abraça todos os seus filhos. Então, será no nosso tempo o que a gente consegue, o quanto a gente consegue. Deus nos fornecerá todas as ferramentas no nosso tempo. Diante do que vimos até aqui, o que é de fundamental importância em uma casa espírita? Hum. Evangelização. Quanto mais evangelização, mais processo de autoconhecimento, mais responsabilidade na encarnação. Menos direitos eu pedirei, mais deveres eu pedirei a Deus. Aí a gente começa a entender porque que Jesus não cansava de responder falando que a vontade de Deus era a sua vontade. Um alimento, um só alimento eu tenho, que é fazer a vontade de Deus, meu pai. Porque Jesus vem para o dever, o dever do Cristo responsável por um planeta e todos os seus habitantes. E dentro dessa responsabilidade, será que a gente consegue visualizar um dia que Jesus chegou e disse assim: "Meu Deus, eu tô cansado. O pessoal da terra é muito difícil. Não tem. Jesus é dever do amor a nos ensinar todos os dias. Como pastor de almas, Jesus fez-se responsável, elucidando-nos a respeito dos deveres, das necessidades reais, dos legítimos objetivos da nossa vida. Em contrapartida, doou-se-nos até o holocausto. Não fosse a sua vida ao nosso lado em si mesma um grande históico sacrifício de amor. Não obstante, conclamava a todos que o buscavam para o dever da responsabilidade que os capacita para as
locausto. Não fosse a sua vida ao nosso lado em si mesma um grande históico sacrifício de amor. Não obstante, conclamava a todos que o buscavam para o dever da responsabilidade que os capacita para as realizações relevantes. Acelerei um pouquinho que já estamos no nosso final. Por conhecer a alma humana em sua realidade plena, identificava nela as nascentes de todos os males, como também a fonte generosa de todas as bênçãos. Porque o homem ainda prefere a manutenção das próprias mazelas, nelas se comprazendo, anestesia-se no infortúio em que permanece com certo agrado, embora demonstre desconforto e infelicidade. Desse modo, sempre acolhia aqueles que o buscavam, conhecendo-lhes as causas dos pesares. Após atendê-los, propunha-lhes com veemência que não retornassem aos erros, a fim de que lhes não acontecesse algo pior. E Jesus sempre perguntava: "Que queres de mim? Queres ficar curado?" Jesus estimulava: "O que que você quer? É sua responsabilidade. O que que você acha que precisa e o que que você quer?" Mas, ó, vá e não peques mais. Vá e não cometa novamente o mesmo erro. A responsabilidade liberta o indivíduo de si mesmo, alçando aos planos superiores da vida. Quanto mais responsáveis somos pelo nosso caminho, mais liberdade sentimos, mais alegria em viver sentimos. Porque nada nos atemoriza, porque o nosso compromisso primeiro é com a nossa consciência. E o compromisso com a nossa consciência é compromisso com Jesus, porque Jesus vem para despertar consciências. Então, se eu assumo a responsabilidade com a minha consciência, o que eu preciso fazer e estar de acordo com a lei, eu assumi o compromisso com Jesus. Eu assumi o compromisso com Deus, porque na consciência está a lei divina. A responsabilidade nos liberta das nossas fraquezas, nos alçando aos planos superiores da vida. Então, a pergunta que fica para finalizarmos o nosso tema de hoje, que tal buscarmos a educação espiritual de forma responsável e ativa? Ame a você mesmo, goste de você, procure se conhecer, estude a você mesmo.
rgunta que fica para finalizarmos o nosso tema de hoje, que tal buscarmos a educação espiritual de forma responsável e ativa? Ame a você mesmo, goste de você, procure se conhecer, estude a você mesmo. E nesse estudo de nós mesmos, busquemos o auxílio no maior de todos os professores e mestres, que é Jesus. E ele nos auxiliará na caminhada evolutiva, como tem nos auxiliado desde sempre. Só que quando nós buscamos sinceramente a ajuda de Jesus, nós entramos na sintonia do Cristo e aí percebemos melhor o amor irradiado por Jesus e toda a sua ajuda. Que assim seja, meus irmãos, hoje e sempre. >> É isso aí, ó. Vamos pensar sobre essa responsabilidade. Então, eh, a espiritualidade nos oportuniza eh instrumentos, né, para que a gente se melhore a cada dia e cabe a a cada um de nós aproveitar, né, essa essas oportunidades que nos são concedidas. Milena, obrigadão, viu? Obrigado. Eh, nós temos um pessoal que mandou mensagens aqui enquanto você falava. Edjane Almeida deixou o seu boa noite. >> A Jquem mais aqui. A Daiane. A Daiane aqui de Goiânia, lá lá do nosso trabalho no Jardim do Cerrado, né, do grupo Espírita Fonte Viva. Valeu demais, Dayane, por estar aqui conosco novamente. Eh, o Rodrigo Vilar também está conosco. Valeu demais. Miriam Peters também está conosco. >> A Miriam é de Cancum, no México, tá nos acompanhando. A presença interna e ela tá num lugar ruim, hein? Hã, [risadas] >> bem difícil, né? >> Ai, ai. É isso aí. O Marcos tá falando aqui, né? Porque a Flávia falou que você, a Flávia Teodoro falou que você vai estar lá no Espírito Santo e o Marcos reforçou aqui que você vai estar lá mesmo no 16º Congresso Espírita do Espírito Santo. Tema: Humanidade pede SOS, silêncio, oração e serviço. De 19 de junho a 21 de junho de 2026. Vai ser presencial no Centro de Convenções de Vitória no Espírito Santo. Olha que bacana. >> Valeu demais. Obrigado, Marcos. Valeu demais. E a a Miram falou aqui: "Podem vir me visitar [risadas] >> aí, Miriam, depois não se arrepende, hein? Vamos aí. Aí, [risadas]
o Santo. Olha que bacana. >> Valeu demais. Obrigado, Marcos. Valeu demais. E a a Miram falou aqui: "Podem vir me visitar [risadas] >> aí, Miriam, depois não se arrepende, hein? Vamos aí. Aí, [risadas] valeu demais, Miriam. Obrigado, viu? Ah, tem uma mensagem aqui do Fausto, né, falando que a palestra foi maravilhosa. Que Deus nos abençoe. Isso aí, Falso. Que Deus nos abençoe muito, Milena. É isso. Reta final. Deixa eu ver se tem, parece tem mais um. Ah, a Mira tá falando aqui que será um prazer nos receber. Eh, o convite é realmente tentador, viu, Miriam? Porque deve ser um lugar espetacular, de uma beleza exuberante. Quem sabe um dia, né? Quem sabe um dia nós estejamos visitando você aí em Cancum. Ô Milena, reta final do nosso programa, então da live de hoje. Te agradecer mais uma vez. Tô fazendo a grado de 2026 aqui. Espero que você esteja conosco aqui o ano que vem, porque é sempre um prazer muito grande receber. Sua carteira já está assinada aqui com Inés, aqui com Inés falando no espiritismo. Não tem como correr não, viu? Você vai est conosco aqui, tá? [risadas] Gratidão, amigo. Estamos aí, >> ó. E eu queria pedir então para encerrar a te pedir a nossa prece final, a nossa prece de encerramento. >> Vamos lá. A nossa gratidão a toda a espiritualidade que esteve conosco, a espiritualidade que ampara e sustenta todas as atividades do GES, essa possibilidade de união. Gratidão, Pai. todos os corações conectados em um só objetivo, aprender a tua lei e nos tornarmos seres melhores e em comunhão verdadeira contigo. Que possamos nos manter vigilantes em oração, vigilância ativa na prática do bem e na busca do autoconhecimento. que nos conhecendo verdadeiramente, transformando a nossa jornada e evoluindo, veremos a ti mesmo na nossa consciência e todo o amor que nos é irradiado. Gratos por mais essa oportunidade de estudos, pedimos então licença a toda a espiritualidade, a Jesus, nosso mestre amado, e, acima de tudo a ti, Pai, para então encerrarmos o encontro de hoje.
diado. Gratos por mais essa oportunidade de estudos, pedimos então licença a toda a espiritualidade, a Jesus, nosso mestre amado, e, acima de tudo a ti, Pai, para então encerrarmos o encontro de hoje. andando juntos, graças a Deus. >> É isso aí, que assim seja. Valeu demais, pessoal. Lembrando então que amanhã nós teremos mais um episódio da série de Moisés a Kardec, né? Estarei apresentando o programa e eh farão então o estudo Álvaro Mornerai, Jorge Alarrá e o professor Severino Celestino, tá? Amanhã a partir das 21:30, então quinta temporada da série de Moisés da Kardec. No na próxima segunda-feira Erivelto Carvalho estará conosco, tá? Eh, para também participar aqui com a gente, trazendo para todos nós um tema aí bastante interessante relacionado à doutrina dos espíritos. Nós vamos então finalizando por aqui a live de hoje, dizendo para vocês que todo esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês. Beijo nos corações e até a próxima segunda-feira, se Deus quiser. Ciao. Ciao.
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