"Mediunidade e sintonia", com Milena Cossio e apresentação de Adriano Máscimo

Conecta Espiritismo TV 08/07/2025 (há 8 meses) 55:32 49 visualizações 6 curtidas

Live de estudos espíritas com o tema "Mediunidade e sintonia", com Milena Cossio e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não perca!!!

Transcrição

Pai, Deus protetor, Aqui me ponho aos seus pés para lhe falar. Pai, pequeno eu sou, mas seu amor me deu a chance de poder recomeçar. Por isso peço em oração que ilumine meu caminho de cristão. Que eu jamais esqueço o que eu tenho nas mãos. A doutrina da consolação. Pai meu criador, bênção maior, tesouro igual, neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão, levarei com toda a minha Minha devoção, a doutrina do meu coração. Pai meu criador, bção. maior tesouro igual neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão. Levarei com toda a minha devoção a doutrina do meu coração. Olá, sejam todos muito bem-vindos a mais uma live do IG, Instituto Goiano de Estudos Espíritas. É com muito prazer que nós estamos aqui com vocês nesse dia 7 de julho de 2025 para mais um momento de estudos, de reflexões, de temas relacionados à doutrina dos espíritos. E deixa eu já trazer a nossa convidada de hoje, ela que vem direto do Rio de Janeiro, Milena Cócio. Seja bem-vinda, Milena. Tudo bem? Tudo bem, Adriano? Gratidão mais uma vez pelo convite. Muito boa noite a todos os irmãos que estão aqui conosco de vários locais do Brasil. Então eu tô vendo aqui de Goiânia, então tem os irmãos que vão chegar aqui do Rio de Janeiro também para acompanhar e a gente se une nesse momento. Bacana demais. A Milena, que é a expositora espírita então lá do Rio de Janeiro, né? Tô falando lá porque eu tô em Goiânia, ele está no Rio. E a trabalhadora lá do GEB, o grupo Espírita Esperança e Caridade, Eurípedes Barçsanufo. É isso. Exato, amigo. Tá lá trabalhando com o nosso Marcos Bergamy. Com certeza. O Marcos que a gente conheceu, ó, a gente conheceu o Marcos graças ao ambiente online e um dia ele colocou que ele era do Rio de Janeiro e eu falei: "Ah, Marcos, se você é do Rio de Janeiro, então vem conhecer a gente".

e conheceu, ó, a gente conheceu o Marcos graças ao ambiente online e um dia ele colocou que ele era do Rio de Janeiro e eu falei: "Ah, Marcos, se você é do Rio de Janeiro, então vem conhecer a gente". E aí ele veio, já tá com a gente conosco, acho que já vai fazer acho que uns 4 anos e trabalhando, fazendo palestra. Então, estamos lá também unidos presencialmente. Que bacana. O Marcos é a gente boníssima. Marcos que ele deve tá lá no Meier no ele mora no meer. É, deve tá lá nos ouvindo nesse momento. Deixa eu mandar aqui alguns abraços. Francisco Júnior, grande Francisco Júnior, conselheiro eh do conselho de administração da da FEGO, meu companheiro lá de conselho de administração da FEGO. Valeu demais, Francisco. Obrigado por estar nos acompanhando. Flávia Teodoro que fala direto de Vitória no Espírito Santo. Valeu demais, Flavinho. Muito obrigado por também acompanhar aqui a nossa live aqui do Ig falando do Espiritismo. Ela que está sempre conosco também lá na série de de Moisés da Kardec. Obrigado, Flávia, por estar aqui. A Dayane Pinheiro deixando o seu boa noite. Valeu demais Daane. Muito obrigado por estar nos acompanhando. O Marco Palmeiras que é aqui do Jardim do Serrado 4, eh ele que faz parte do nosso trabalho lá, né, lá na na Oziic que é realizado o trabalho. Ele é parceirão aí do grupo Espírita Fonte Viva, que é o trabalho que atualmente nós estamos dirigindo aqui eh no Jardim do Cerrado. Então, muito obrigado por estar nos acompanhando, assim como a Cristiane Oliveira, que é a esposa dele, que também está conosco. Valeu demais, Cristiane. Obrigado, viu? Eh, vamos fazer a Ah, Kilsa, Kilsa Carlos está nos acompanhando, deixou o seu boa noite. Valeu demais, Kilson. Obrigado. Ah, é amiga muito querida aqui do Rio de Janeiro, trabalhadora. Que bom, Kilson, valeu demais. Obrigado por estar nos acompanhando. Vou fazer então a nossa preste abertura. Eu vou pedir que todos então fechemos os nossos olhos neste momento. Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, pedir que

Obrigado por estar nos acompanhando. Vou fazer então a nossa preste abertura. Eu vou pedir que todos então fechemos os nossos olhos neste momento. Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, pedir que o divino amigo esteja conosco, nos amparando e nos intuindo. Nós te rogamos, Jesus, o tratamento espiritual que todos nós necessitamos. Que sobre cada um seja derramada uma cachoeira de águas cristalinas a nos banhar e a retirar de nós todas as energias pesadas e deleteiras que porventura estejam nos envolvendo. Tudo aquilo que nos traz sensação de cansaço, de tristeza, de amargura, de agonia. Que tudo isso possa ser dissipado por essas águas. E realizada essa limpeza, nós te pedimos que o Senhor forneça a todos nós que aqui estamos energias benfazas, que vem nos trazer sensação de tranquilidade, de paz, de harmonia, mas ao mesmo tempo de vigor, de ânimo, de coragem para o enfrentamento das dificuldades que a vida terrena nos apresenta. E que todos esses benefícios que o Senhor nos direciona sejam estendidos aqueles que são caros aos nossos corações, aqueles que convivem conosco no nosso ambiente doméstico, os nossos parentes, amigos, vizinhos, companheiros de estudo e de trabalho, companheiros de casa espírita, de movimento espírita e especialmente a todos aqueles, Senhor, que sofrem neste momento, seja no campo espiritual, emocional, seja no campo campo físico, que todos possam receber o lenitivo que o Senhor tem a oferecer. Muito obrigado por tudo. Graças te damos. Que assim seja. Graças a Deus. Muito bem, pessoal. Então é isso. Sem mais delongas, passando a bola pra Milena para falar do tema da noite, que é mediunidade e sintonia. Ó, importante, hein? muito importante. Vamos ver então o que a Milena tem a nos falar acerca desse tema, direto do Rio de Janeiro. Então, Milena, a palavra é sua e eu fico aqui no nos bastidores também te ouvindo. Obrigada, amigo. Então, vamos. É interessante porque até a gente brincava um pouquinho antes, é a brincadeira fraterna, né? Mandando um beijo

é sua e eu fico aqui no nos bastidores também te ouvindo. Obrigada, amigo. Então, vamos. É interessante porque até a gente brincava um pouquinho antes, é a brincadeira fraterna, né? Mandando um beijo especial, então, pra amiga Kilsa, junto com a sua pequena Celina, recém-chegada, a filhota da nossa amiga, do amigo Rafael, esse casal de amigos muito amados, minha amiga Solâ Guerrar, que tá aqui também, e todos os demais irmãos que estão nos acompanhando. É interessante que eu brincava, a gente brincava aqui um pouquinho, né, dentro é uma brincadeira controlada, viu, gente? porque nós já estávamos em sintonia com o trabalho. Então, nós brincávamos falando de assuntos do nosso dia a dia. E aí, quando a gente fala assuntos do dia a dia envolvem os acontecimentos em torno de, né, do que vem na nossa sociedade, no mundo. Então, nós estamos nesse momento numa num mundo aonde existem muitos conflitos. Ah, Milena, mas sempre foi assim. Sim, nós estamos num planeta de provas e expiações, só que esse é o nosso momento de agora, a nossa encarnação. Independente das encarnações que nós já tivemos até agora, esse é o nosso presente. Ainda ontem nós fazíamos um estudo no GEB sobre essa questão. Nós vivemos muito presos num passado e temos muita ansiedade por um futuro, mas pouco damos atenção ao nosso hoje. Então nós vivemos como se esse nosso hoje fosse, vamos dizer, um muro entre dois tempos que nós valorizamos muito. O ontem. Então, como é que eu sei que eu valorizo muito quando eu dou muita atenção para um sentimento de culpa que eu não sei de onde vem, os as fobias, os traumas que nós carregamos e não encontramos uma explicação na vida atual e sempre aquele pensamento para nós que estamos espíritas nessa encarnação, o que que eu fiz nas minhas encarnações anteriores para estar vivendo os conflitos que eu vivo no hoje? Então, é como se a gente visualizasse sempre uma lei de causa e efeito punitiva. E aí esse pensamento aprisiona a gente no passado e ao mesmo tempo cria uma

r vivendo os conflitos que eu vivo no hoje? Então, é como se a gente visualizasse sempre uma lei de causa e efeito punitiva. E aí esse pensamento aprisiona a gente no passado e ao mesmo tempo cria uma ansiedade por um futuro que ainda chegará. E olha que curioso, eu sei que é redundante, eu sei que a gente sabe disso, mas a gente mesmo conhecendo, a gente tem dificuldade de tornar isso uma realidade na nossa vida. Então o que que a gente vive? essa ansiedade do futuro, essa angústia de angústia de um passado que já aconteceu e o nosso hoje vai passando. Então, ah, eu sei que no passado nós já tivemos guerras, sim, é o nosso passado. Provavelmente vivemos essas situações, estivemos envolvidos direta ou indiretamente e sei que nós ainda viveremos muitas experiências. Mas e hoje? Qual é a nossa experiência de hoje? Então, a nossa experiência de hoje é a experiência de um mundo ainda de provas e e expiações, iniciando o seu processo de transição para uma condição melhor, mas essa condição melhor depende da nossa condição individual. E para que essa condição individual seja a melhor possível, nós precisamos ter foco. Então, qual é o nosso foco? O nosso foco hoje deve ser exatamente no hoje, na encarnação atual. Então, todas as vezes que eu visualizo o que me acontece no hoje e eu fico muito presa procurando as causas anteriores das aflições, eu saio desse foco e eu passo a viver um outro ambiente, passo a buscar outros parâmetros que estão no nosso passado. Quando eu fico numa ansiedade por um futuro, eu também perco esse foco, porque é como se eu quisesse pular etapas. Eu quero chegar lá na frente, mas eu não quero viver o processo para a chegada desse futuro. Então, por que que eu começo falando isso? Porque o nosso mundo hoje é o que nos importa. E para que a gente resolva as nossas questões atuais, a gente traz alguns processos de desconfiança do que nos aconteceu no passado. Nem todos lembram, graças a Deus, a maioria não lembra. E a gente projeta uma condição de

olva as nossas questões atuais, a gente traz alguns processos de desconfiança do que nos aconteceu no passado. Nem todos lembram, graças a Deus, a maioria não lembra. E a gente projeta uma condição de melhoria pro futuro, mas com a maturidade de nos apegarmos à nossa vivência atual. Por isso, o nome do tempo hoje é presente, porque ele é um presente verdadeiramente. Aí a gente sai da questão temporal e vai numa num outro significado. É algo que você recebeu de alguém. No caso, esse alguém não é um outro ser humano, mas é Deus através da sua lei divina. Então, o nosso hoje nós temos um planeta que passa por um processo de guerra. Nós temos as questões internas e externas, então um mundo em guerra, guerra no Oriente. Aí a gente vai buscar, né, os conflitos que estão acontecendo agora, os conflitos civis e na África, os conflitos que existem no nosso Brasil. Então, nós temos regiões que vivem situações de guerra, só que nós não atentamos porque não é não há aquele ar de um país contra o outro. nós temos as questões sociais. E aí tudo isso, como eu ia dizendo, no início da nossa reunião, a gente foi conversando, né, rapidamente, porque é muito pouquinho tempo antes da reunião começar. E aí o Adriano falou assim: "Vamos conversar então depois do encontro". E aí eu brinquei: "É para não quebrarmos a sintonia do nosso trabalho". E aí, por que que eu começo dizendo isso? Porque as questões externas elas colaboram muito para a nossa dificuldade de sintonia. Com quem sintonizamos? Aqui no GB eu costumo utilizar uma imagem, é porque acabou que no tempo, na correria eu não programei para poder projetar aqui para vocês, mas nós utilizamos uma imagem que é a imagem do símbolo do Wi-Fi, então da internet, que você sabe que ela está aqui pelo ambiente, esse sinal, mas nós não vemos esse sinal e nós só temos a percepção da existência desse sinal quando nós conseguimos nos conectar a tudo aquilo que nós desejamos. Então, por exemplo, para que nós estejamos conectados aqui nessa noite, existe todo um sinal de

percepção da existência desse sinal quando nós conseguimos nos conectar a tudo aquilo que nós desejamos. Então, por exemplo, para que nós estejamos conectados aqui nessa noite, existe todo um sinal de Wi-Fi que é quase como se fosse algo espiritual, porque nós não é não é algo ponderável aqui para nós. Você não consegue pegar e tocar, você não visualiza. A única coisa que eu visualizo aqui diante de mim, aí por isso eu tô olhando pro alto, é o aparelhozinho de captação desse sinal. E eu sei que ele tá piscando, tem umas luzinhas, mas o sinal em si eu não vejo. Como é que eu sei que esse sinal está aqui? Porque eu tô conseguindo falar com vocês. Porque graças a esse sinal, nós estamos conectados à internet e nós estamos nos comunicando. E aí eu projeto essa imagem e a gente sabe que muitas vezes a gente chega em alguns lugares aonde você tem vários sinais de Wi-Fi, várias redes para você poder se conectar. algumas muito boas, vamos dizer assim, uma velocidade 5G, outras ainda muito deficitárias, então nós vamos nos conectar e nem o 3G, fica aquela internet que vai processando, vai processando e acaba não permitindo a nossa conexão. Então, se vocês fizerem essa experiência, eu não indico por questões de segurança, mas se você for num shopping, por exemplo, abre a parte do seu Wi-Fi e observe as conexões que existem ali. Existe a conexão que o shopping oferece, existe a conexão que algumas lojas oferecem e que você pode se conectar e buscar esse sinal para usar a sua internet. Mas volto a dizer, por questão de segurança, utilize a sua própria internet. Mas essas redes estão lá. Algumas quando você conecta a velocidade é imensa, você consegue fazer muita coisa. Outras elas são muito devagar. Então eu poderia classificar numa escala entre internet que são excelentes e aí eu vou fazer um paralelo com uma conexão com o plano espiritual que se torna muito eficiente e que traz bons resultados para o nosso dia a dia, para a nossa vida. e outras conexões que não são boas, fazem a gente

um paralelo com uma conexão com o plano espiritual que se torna muito eficiente e que traz bons resultados para o nosso dia a dia, para a nossa vida. e outras conexões que não são boas, fazem a gente perder tempo e nos geram prejuízo. Por exemplo, se você se conectar a uma rede de Wi-Fi que seja muito lenta, no momento em que você precisa transferir um valor para alguém e numa hora que, por exemplo, nós nós estamos agora 7:20 da noite, às 8 da noite, por um sistema bancário que é geral, se você não alterar, você tem o seu limite de transferência bloqueado a um valor mais baixo. Mas vamos imaginar que você precisasse transferir um valor bem mais alto e aí você faltando 5 minutos pras 8 se conecta a uma internet de baixa qualidade e aquela sua internet, o seu aplicativo bancário, ele vai ficar rodando, rodando e você não vai conseguir fazer essa transferência ou esse pagamento. O que que vai acontecer se você não conseguir fazer um pagamento que, por exemplo, vence hoje, amanhã, ele já será cobrado com você, de você com multa e aí você terá prejuízo. Então, o que que eu quero dizer? Que a nossa mediunidade, dentro do tema proposto para hoje, mediunidade e sintonia, ela será efetiva e trará bons frutos, dependendo da nossa sintonia. Só que olha que coisa curiosa. Quem define a sintonia somos nós. Mas nós de que forma? Através do nosso estado moral. Então, quando a gente brincava aqui e falava de alguns temas, alguns temas até um pouquinho, né? Eh, o Adriano e a gente pensa mais ou menos muito parecido em relação a algumas algumas questões, muitas questões e outras que a gente não teve oportunidade de aferir por falta de oportunidade de conversa. Mas que nem sempre é o pensamento das pessoas que estão ao nosso redor. A gente não pensa junto, não pensa igual. Então, calhou de termos um pensamento semelhante. Mas pode ser que um irmão do lado não pense igual. Aí a gente precisa entender qual é a nossa sintonia, quais são os pensamentos que eu escolho. Eu não tô dizendo que o

ermos um pensamento semelhante. Mas pode ser que um irmão do lado não pense igual. Aí a gente precisa entender qual é a nossa sintonia, quais são os pensamentos que eu escolho. Eu não tô dizendo que o meu pensamento, o pensamento Adriano, são os pensamentos corretos, mas dentro de determinados assuntos, qual é o nosso grau de moralidade que nos permite determinada visão sobre determinado acontecimento, que faz com que tenhamos uma visão mais madura sobre aquilo que está acontecendo ou uma visão com maior dificuldade sobre determinada situação que está acontecendo. Então, para o espírita, e aí eu vou dar um exemplo concreto, uma catástrofe de uma forma mais ampla, então uma catástrofe natural, eh um desencarne coletivo ou os processos dolorosos da nossa encarnação. Por quê? Porque nós temos a visão da imortalidade da alma e nós buscamos associar essa visão da imortalidade, da lei da reencarnação, da lei de causa e efeito com o evangelho de Jesus. Porque se só estudarmos a lei de ação e reação, a lei da reencarnação e a imortalidade da alma sem o evangelho de Jesus, ficamos com um certo grau de indiferença à dor humana. E aí eu queria fazer um parênteses, que dor humana é processo de crescimento dos espíritos que estão na condição humana, não significa sofrimento, mas a grande maioria de nós, ainda vivenciando a sua dor, vive essa dor de forma sofrida. Então, se eu apenas estudo lei da reencarnação, imortalidade, lei de causa e efeito, sem estar associado ao evangelho, eu posso me tornar uma pessoa indiferente ou até mesmo intransigente à dor do outro. Sabe aquela pessoa que é muito prática, que acha que entende tudo? Ah, você está chorando porque o o familiar que você ama desencarnou, mas você não sabe que a vida prossegue. Saber que a vida prossegue não significa que não sintamos a dor da separação e da saudade. Eu até costumo brincar, mas é uma brincadeira séria. Se alguém da sua família desencarna e você não chora, não fique repensando a questão do seu entendimento

sintamos a dor da separação e da saudade. Eu até costumo brincar, mas é uma brincadeira séria. Se alguém da sua família desencarna e você não chora, não fique repensando a questão do seu entendimento sobre a imortalidade da alma, mas repense qual é o grau de amor. Esse chorar que eu digo não significa chorar em lágrimas, mas se você não sente uma pontinha, um aperto no coração por essa separação, é bom que a gente avalie qual era o grau de amor. Porque quando a gente ama, não há como ser indiferente a uma separação. Então eu tô trazendo e esse essa situação como exemplo. Então quem define a nossa sintonia em termos de mediunidade, o que que é a mediunidade? É a capacidade que todos nós possuímos na condição de encarnados de acessarmos o mundo espiritual, de realizarmos a comunicação com os espíritos. Nós somos espíritos encarnados, nós somos almas. O que que é alma? o espírito encarnado e temos essa condição de aqui na matéria acessarmos o plano espiritual e nos comunicarmos com os espíritos. Ah, Milana, mas eu não enxergo nada, eu não vejo nada, eu não escuto nada. É porque sempre que nós pensamos em mediunidade, nós pensamos na questão da mediunidade extremamente ostensiva. Olha só como eu tô sendo redundante. É aquela do médium que vê, que escuta, que tem todas as percepções, que psicografa, que faz psicofonia. Mas nós precisamos lembrar que é uma das principais mediunidades, e essa todos nós carregamos, só que alguns atentam para ela, outros não prestam atenção. É a inspiração, é a capacidade de captarmos as informações do mundo espiritual sem a necessidade de uma psicografia, psicofonia, de uma vidência, de uma clara audiência. Então você tá diante, nós estamos diante de um momento difícil da nossa vida e aí fazemos uma prece e pedimos a Deus a inspiração para que possamos encontrar o melhor caminho. E de repente vem uma excelente ideia para resolvermos aquele problema. E a gente diz assim: "Nossa, como eu sou inteligente, como eu fui capaz de pensar nisso para resolver essa

trar o melhor caminho. E de repente vem uma excelente ideia para resolvermos aquele problema. E a gente diz assim: "Nossa, como eu sou inteligente, como eu fui capaz de pensar nisso para resolver essa situação". E aí, na verdade, embora nós sejamos inteligentes, sim, temos a nossa inteligência, mas naquele momento, na maior parte das vezes, nós recebemos a inspiração da espiritualidade que está ciente de tudo que nos acontece. Só que nós não a tentamos. E aí eu gostaria até de fazer uma leitura breve, e ela é uma leitura breve do prefácio do livro Paulo e Estevão, aonde ele, Emmanuel, vai falar o seguinte pra gente. Deixa eu abrir aqui, deixa eu botar aqui. Certo é que o inovidável Tecelão, ele tá se referindo a Paulo, trazia o seu ministério divino. Mas quem estará no mundo sem o ministério de Deus? Olha o que que o Emanuel tá dizendo. Certo é que Paulo trazia o seu ministério divino, mas quem estará no mundo sem o ministério de Deus? Muita gente dirá que desconhece a própria tarefa, que é inciente a tal respeito, mas nós poderemos responder que além da ignorância há desatenção e muito capricho pernicioso. Os mais exigentes advertirão que Paulo recebeu um apelo direto. Porque no momento que Paulo é chamado por Jesus, nós observamos nessa passagem um grande momento mediúnico, porque Paulo escuta, Paulo visualiza uma luminosidade tão grande a ponto de cegar a sua visão física. E a gente sabe que tem a condição, a gente observa que há a condição física e há todo um significado filosófico por trás da perda dessa visão. Era um momento em que ele deixaria de ser Saulo, o perseguidor de cristãos, para ser Paulo, o propagador do evangelho. Exatamente. Um dos grandes responsáveis por estarmos aqui hoje falando sobre Jesus. Então, é como se fosse assim, um antes e depois. a cegueira física, representando aquele momento em vamos apagar, vamos fechar a visão do passado e vamos abrir uma nova visão. E aí quando nós vemos a figura de Paulo, nós pensamos assim: "Ah, mas Jesus apareceu para Paulo, falou diretamente

omento em vamos apagar, vamos fechar a visão do passado e vamos abrir uma nova visão. E aí quando nós vemos a figura de Paulo, nós pensamos assim: "Ah, mas Jesus apareceu para Paulo, falou diretamente com Paulo, mas e comigo?" Olha só, é que para nós o que é um grande fenômeno para os espíritos é a realidade. Porque nós estamos aqui na matéria e quando chegamos no mundo físico, nós esquecemos a nossa origem. Nós estamos aqui sendo relembrados todos os dias que a nossa essência é a espiritual. Então, como eu chego aqui, o que é ponderável para mim, aquilo que eu consigo pegar, é tudo aquilo que é a matéria do plano material, tudo aquilo que escapa disso daí para mim é como se fosse algo fenomênico ou algo assim extraordinário. Só que para os espíritos é a realidade. Temporariamente nós estamos vendo isso como um fenômeno, mas para os espíritos é a realidade. Então, Jesus se comunicar com Paulo é a realidade do Cristo. Nós observarmos essa cena é algo extraordinário, porque volto a dizer, nós só temos total segurança e confiança, via de regra, naquilo que nós estamos vendo. Por isso que uma desencarnação prematura, ela é extremamente difícil para o espírito e tirando os outros aspectos, mas no aspecto, por exemplo, da adaptação, porque tudo aquilo para mim que era concreto é, por exemplo, esse mundo material que eu tô aqui. Então, eu tô aqui numa sala, tô aqui diante da minha prateleira de livros, tô aqui numa cadeira, tô aqui com uma mesa. Essa é a minha base da existência. Se de uma hora para outra eu não posso mais voltar para aqui ou quando eu volto as coisas estão diferentes, a vivência é outra. É como se eu tivesse perdido o chão. É um processo de readaptação ao mundo espiritual. Então o Emmanuel tá falando isso aqui. É óbvio que nesse processo do prefácio, ele tá falando sobre os chamados de Jesus. Mas a mediunidade é exatamente o canal para que possamos atentar para os chamados de Jesus na nossa vida. Quantas vezes Jesus nos chama pelos pensamentos que chegam à nossa mente, nos

amados de Jesus. Mas a mediunidade é exatamente o canal para que possamos atentar para os chamados de Jesus na nossa vida. Quantas vezes Jesus nos chama pelos pensamentos que chegam à nossa mente, nos impulsionando ao crescimento, as sugestões. Por que que você não vai a Casa Espírita? Por que que você não liga numa live? Olha só, segunda-feira. Hoje aqui pra gente da cidade do Rio de Janeiro foi mais tranquilo porque foi um feriado que foi instituído por conta dessa reunião dos países aí integrantes desse bloco, o Brix. Mas quantos dos irmãos tiveram um dia atribulado de segunda-feira, que será amanhã, a minha terça-feira será segunda-feira. E aí de repente você tá no seu dia tribulado e você chega aqui para assistir uma live. Foi ou não foi um chamado de Jesus? Porque onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, ali eu estarei. O que que nós estamos fazendo aqui? Estudando Jesus através da nossa amada doutrina espírita. Então, dentro do prefácio, Emmanuel diz assim: "Os mais exigentes advertirão que Paulo recebeu um apelo direto. Jesus se manifestou e falou diretamente, mas na verdade todos os homens menos rudes, olha só o que ele tá falando, todos os homens menos rudes." Ele quem? O benfeitor Emanuel tem a sua convocação pessoal ao serviço do Cristo. As formas podem variar, mas a essência ao apelo é sempre a mesma. O convite ao ministério chega às vezes de maneira sutil, inesperada. A maioria, porém, resiste ao chamado do Senhor. Ora, Jesus não é um mestre de violências. E se a figura de Paulo avulta muito mais aos nossos olhos, é que ele ouviu, negou-se a si mesmo, arrependeu-se, tomou a cruz e seguiu o Cristo até o fim de suas tarefas materiais. Aí é o mesmo Emanuel, o mesmo benfeitor que sugeriu o tema e que inspirou o tema do nosso encontro através de uma obra que foi psicografada em janeiro de 1986, Mediunidade e Sintonia. Nessa obra, no prefácio da obra, Emanuel diz assim: "Por isso eu queria até comentar com vocês o seguinte: não desprezem os prefácios das obras de

cografada em janeiro de 1986, Mediunidade e Sintonia. Nessa obra, no prefácio da obra, Emanuel diz assim: "Por isso eu queria até comentar com vocês o seguinte: não desprezem os prefácios das obras de Chico Xavier, Emanuel da verdadeiras aulas em cada prefácio escrito por ele. Aliás, a gente não deveria desprezar nenhum prefácio de nenhuma obra, mas particularmente eu chamaria a atenção dos amigos para que fizessem a leitura dos prefácios escritos por Emanuel em todas as obras que vocês pegarem e nessas obras, sendo ele o escritor do prefácio. Então, se há um chamado além, eu faria esse chamado, bem como os prefácios escritos por Joana de Ângeles também. Alinhando neste livro, então ele tá fazendo uma referência ao livro, alguns apontamentos em torno da mediunidade, consideramos que não seria correto esquecer o problema da sintonia. Mediunidade é força mental, talento criativo da alma. Olha só a observação que ele tá fazendo. Talento criativo da alma. Quem é a alma? é o espírito encarnado. É bom a gente saber essa nomenclatura para que a gente entenda em alguns textos, porque a sutileza do que o Emanuel escreve, ele tá dizendo assim, ó, é direcionado para vocês, almas, espíritos encarnados. O que que é a mediunidade para nós? É uma força mental, talento criativo da alma. Com a mediunidade, nós somos capazes de grandes feitos. E não são grandes feitos assim, nossa, o médium fenomênico, porque volto a dizer, fenômeno é para aquele que não está acostumado. Portanto, nós encarnados que esquecemos muitas vezes de onde viemos, mas para o espírito é a realidade. O mundo espiritual é a realidade. Talento criativo da alma, capacidade de comunicação e de interpretação do espírito. no próprio ser. Sintonia é acordo múo. Então, até a mediunidade, OK, o problema começa aonde? Na sintonia. Porque sintonia, segundo Emanuel, é acordo múo. Se é acordo múo, quando a gente ouve a palavra mutuo, existem duas partes, no mínimo duas partes. É acordo com quem? É um acordo que nós estamos fazendo com

ue sintonia, segundo Emanuel, é acordo múo. Se é acordo múo, quando a gente ouve a palavra mutuo, existem duas partes, no mínimo duas partes. É acordo com quem? É um acordo que nós estamos fazendo com quem? Eu posso escolher uma mediunidade com Jesus ou sem Jesus? Esse acordo eu faço com quem? E aí dessa escolha surgirão os benefícios ou os malefícios. Eis por, examinando a mediunidade e sabendo que a sintonia se ele faz inerente, se possível ousaríamos perguntar. Aí a pergunta que o Emmanuel faz, que eu até me antecipei porque eu já tinha lido, né, antes dos irmãos. Sintonia para que e com quem? Essa é a pergunta. E aí ele complementa dizendo, parafraseando o antigo provérbio, dize-me com quem andas e dirte ei quem és. Concluiremos que basta a pessoa explicar onde repetidamente está para sabermos que objetivos ela procura. E basta anotarmos com quem anda para que saibamos com quem essa mesma pessoa deseja se parecer. Então, olha só, eu estou fazendo um acordo com quem? Sintonia é acordo mútuo. Para eu fazer um acordo com alguém, eu preciso estar, o próprio nome já diz, em concordância com alguém, com uma outra parte. Essa concordância, essa sintonia, ela vai se estabelecer a partir dos interesses que nós carregamos. Então, se eu visualizo essa força mental, talento criativo da alma, a capacidade de comunicação e interpretação do espírito, portanto, mediunidade, se eu visualizo essa mediunidade como um potencial fenomênico na minha existência, motivado por um sentimento de vaidade, de projeção pessoal, qual é o acordo que eu vou fechar e com quem? Porque a espiritualidade ela está, a espiritualidade superior, ela está focada na caridade, na misericórdia, na compaixão, no serviço, sem a busca de nenhum reconhecimento da visão humana. Portanto, se o meu acordo é baseado em valores inferiores, vaidade, orgulho, egoísmo, bem-estar pessoal, projeção pessoal, com qual tipo de espírito eu estarei conectada? E aí eu sei também que os irmãos ouvem isso repetidamente, é porque tudo isso que nós estamos

de, orgulho, egoísmo, bem-estar pessoal, projeção pessoal, com qual tipo de espírito eu estarei conectada? E aí eu sei também que os irmãos ouvem isso repetidamente, é porque tudo isso que nós estamos estudando não serve apenas para atividade mediúnica na casa espírita, porque a mediunidade ela não acontece somente dentro da casa espírita. Na casa espírita, ela ocorre disciplinadamente e nós na casa espírita séria adquirimos essa capacidade de disciplinar e organizar a mediunidade, mas a nossa linha de comunicação, os acordos que nós vamos fazendo mutuamente, isso nós carregamos 24 horas por dia. Então, nós estamos em casa e de repente temos um aborrecimento. Quando nós nos aborrecemos, qual é a nossa vibração? Ela é uma boa vibração ou é uma vibração ruim? Qual é o nosso Wi-Fi nesse momento? É um Wi-Fi que vai pegar as ondas eh de de conexão, as mais rápidas e velozes e que trarão benefício ou elas serão ondas de comunicação mais baixas e inferiores? Então, pela nossa sintonia, se eu tive um aborrecimento, qual é a minha vibração? é a vibração do aborrecimento que via de regra vai carregado de mágoa, raiva, revolta, inconformismo. Esse é o cuidado que nós precisamos ter no mundo aonde nós sabemos que existem guerras, pessoas que estão muito à flor da pele, que reagem a todo instante, experimenta demorar a sair de um sinal que que estava fechado e abriu no trânsito. Se você demorar um pouquinho, se o seu tempo de reação, a abertura do sinal ele for mais lento, experimenta observar o que vai acontecer. As pessoas, elas não toleram, elas logo buzinam para você e mostram uma determinada irritação. É um mundo muito reativo, só que a gente precisa entender qual é o acordo que eu quero fazer. é um acordo de boa ação ou de reação, porque a reação ela vai depender do outro. Dependendo de como o outro agir comigo, eu reagirei. Então, se o outro agir positivamente, eu reagirei positivamente. Mas se for de forma negativa, qual é o acordo que eu vou estabelecer com ele? Eu reagirei

ndo de como o outro agir comigo, eu reagirei. Então, se o outro agir positivamente, eu reagirei positivamente. Mas se for de forma negativa, qual é o acordo que eu vou estabelecer com ele? Eu reagirei negativamente. E na vida nós queremos ser conduzidos pelo momento atual do nosso planeta ou nós queremos agir por consciência própria, auxiliando o momento atual do nosso planeta, para que ele melhore cada vez mais a partir da minha, da nossa transformação íntima moral. Portanto, para que uma mediunidade ela seja a melhor possível, o nosso campo moral precisa estar sendo trabalhado da melhor forma possível. Eu não tô dizendo que nós vamos virar anjos de uma hora para outra, mas o que vale nesse contexto todo? A nossa disposição, o nosso ânimo para transformação e para melhora. E aí dentro desse mesmo livro nós temos o texto com o qual então nós finalizamos a nossa reunião dizendo: "Árvores humanas". O texto evangélico ante a luz da doutrina espírita não se refere aos médiuns, categorizando-os por fachos ou estrelas, anjos ou santos. Olha o que nós acabamos de dizer. Com muita propriedade reporta-se a eles como sendo árvores frutíferas. Nós somos, olha a comparação que o Emmanuel está fazendo, árvores frutíferas. E aí vem algumas condições para que, enquanto árvores, possamos dar bons frutos, pois reconhece-se a árvore pelo fruto. Com muita propriedade, reporta-se a eles como sendo árvores frutíferas. E sabemos a saciedade, esse acrasiado que as árvores produzem segundo a sua própria espécie. Que espécie de árvores nós somos? Existem árvores, e aí eu vou comentar com vocês, parando um pouquinho o texto, que dão frutos que são comestíveis e que, portanto, matarão a fome de todos aqueles que a procurarem. Existem árvores cujos frutos não podem ser comidos sob pena até mesmo da perda da vida. Frutos que não são benéficos, por exemplo, para nós humanos, para alguns tipos de animais. Portanto, esse fruto servirá apenas para a propagação de novas árvores. Mas todos aqueles que procurarem esse fruto não

não são benéficos, por exemplo, para nós humanos, para alguns tipos de animais. Portanto, esse fruto servirá apenas para a propagação de novas árvores. Mas todos aqueles que procurarem esse fruto não terão a sua fome saciada. Enquanto médiuns, e nós sabemos que todos somos, enquanto médiuns, que tipo de árvore nós somos? E aí o Emanuel prossegue. Não vivem sem a irrigação e sem o adubo. Entretanto, o excesso de um e de outro pode perdê-las. Em verdade, não prescindem do cuidado e do carinho de cultivadores atentos. Contudo, se obrigam a tolerar o vento e chuva. cancula e tempestade. Nós somos cuidados pela espiritualidade, mas isso não nos exenta de passarmos pelas experiências que nós precisamos passar para o nosso processo evolutivo. Momentos muitas vezes árdos, que embora acompanhados pela espiritualidade, a espiritualidade não pode viver por nós o processo de crescimento e da dor do crescimento que cada um precisa viver por conta própria. São abençoadas por ninhos e melodias de pássaros amigos. Todavia, suportam pragas que por vezes lhe car lhes carcomem as orças e pancadas de criaturas irresponsáveis que lhes furtam lascas e flores. Registram a gratidão das almas boas que lhes recolhem o favor e a utilidade, mas aguentam o assalto de quantos lhes tomam a golpes de violência, ramos e frutos. E comquanto estimáveis aos pomicultores que lhes garantem a existência são subestimadas por por eles mesmos a poda criteriosa e providencial com vistas ao rendimento e melhoria da produção. E aí o benfeitor Emanuel conclui: Assim também são os médiuns da terra postos no solo da experiência para a extensão do bem de todos. E anotemos que semelhantes às árvores preciosas, todos eles, todos nós, por muito dignos, como sucede a qualquer criatura humana, se elevam em pensamento no rumo do céu, conservando, porém, os próprios pés nas dificuldades e deficiências do chão. No mundo tereis tribulações, mas tende de bom ânimo. Eu venci o mundo. Estamos no nosso processo de crescimento, mas

o céu, conservando, porém, os próprios pés nas dificuldades e deficiências do chão. No mundo tereis tribulações, mas tende de bom ânimo. Eu venci o mundo. Estamos no nosso processo de crescimento, mas não podemos nos descuidar das sintonias que vamos desenvolvendo. estarmos no mundo de provas e expiações, ainda passando por provas árduas, muitas vezes expiações, não significa que tenhamos que condicionar a nossa visão de vida ao sofrimento, mas ampliarmos a nossa visão à dor que nos impulsiona ao crescimento. E dentro dessa visão buscarmos a sintonia com os espíritos superiores que nos auxili auxiliarão nessa jornada rumo a cima. Então, que possamos nos perguntar médiuns que somos atuantes na casa espírita ou não, mas médiuns na condição de espíritos encarnados que estamos. Com quem eu faço os meus acordos? como os espíritos do Senhor que como estrelas cadentes, caem sobre nossas cabeças, ou com todas as situações conflitantes, situações de vibrações inferiores e de espíritos igualmente sofridos como eu, e nos tornamos um todo sofrimento. a mediunidade com Jesus que nos liberta e nos ajuda no libertar dos irmãos, ou a mediunidade sem Jesus que nos mantém nas sombras que ainda carregamos dentro de nós. E, portanto, nessa situação, encontramos maiores dificuldades de seguir adiante e de encontrarmos o verdadeiro propósito da nossa existência. que nós possamos fazer o acordo, sim, com Jesus e toda a espiritualidade superior, vigiando o nosso pensar, vigiando as nossas atitudes e tendo firmeza de propósito no que concerne a nossa evolução espiritual. Que assim seja. Graças a Deus e que seja hoje e sempre. É isso aí, belíssimas reflexões e você trouxe muita gente aqui pro programa, viu Milena? Essa moçada mais aqui, ó. Você já comentou a Soland e Gerard, né? Está conosco aqui. Valeu demais, Solange. Obrigado a Lázaro. A Lázaro aqui do Igos. Obrigado, Lázaro, por também estar acompanhando. A Marlene Dilenberg também nos acompanhando aqui. Valeu, Marlene. Sueli Teixeira também conosco. A Sueli

nge. Obrigado a Lázaro. A Lázaro aqui do Igos. Obrigado, Lázaro, por também estar acompanhando. A Marlene Dilenberg também nos acompanhando aqui. Valeu, Marlene. Sueli Teixeira também conosco. A Sueli que está em Pires do Rio, Goiás. Valeu, Suel Eli. Edjane Almeida também conosco, deixando seu boa noite. Jaime Dantas, obrigado, Jaime. Eh, o Marcos, Marcos tá aqui com a gente, o Marcos Bergamin. Marcos Bergam de Carvalho tá, deve tá lá no Meier agora nos nos vendo ouvindo os dois, né? José da Costa aqui de Goianésia, Goiás. Valeu demais, José. Obrigado também por estar aqui. Noara Letícia também deixou o seu boa noite. Maria Madalena, nome da minha avó, Maria Madalena. Valeu demais Maria por estar conosco. Robson Santos, Robson Bin, olha só, presença ilustríssima, o nosso monstro sagrado do Gesi. Valeu demais, Robson. Obrigado por estar nos acompanhando. Alba Valéria também conosco deixando o seu boa noite. Obrigado a Elan Nicócio. Quem é Elan Nicócio? Melena, quem será, né, amigo? Minha mãe tá junto com meu pai assistindo. Ó, queria aproveitar rapidamente mandar um beijo grande pra Jane, que é amiga muito querida. pro Jaime, são amigos aqui integrantes do GEB, pro Robson, nosso amigo também muito querido que tá nos acompanhando de lá, né, dos Estados Unidos. Saudades, viu, amigo? Abração também aqui pra Selma, Selminha Denmark, que tá lá nos Estados Unidos. Obrigado, Selma. Valeu demais essa parceria aqui com Jess falando de Espiritismo. Suzi Prudente do Lar de Jesus aqui de Goiânia, Goiás. Valeu demais, Suz, obrigado por estar aqui também. A Ana Cintra que também deixou o seu boa noite. Valeu demais. O Wber Benevides que também deixou o seu boa noite. Eh, que Jesus esteja conosco, né, Valber? É isso aí. Valeu demais. A, a Ana Cinta tá falando aqui que é de Mogi das Cruzes. Bacana demais. Valeu, obrigado, viu? Eh, é isso, é isso. Muita gente aqui nos acompanhando. A gente agradece imensamente. Mandar um grande abraço aí a toda a equipe eh do grupo Espírita Esperança e Caridade Eurips Barsanufa aí

gado, viu? Eh, é isso, é isso. Muita gente aqui nos acompanhando. A gente agradece imensamente. Mandar um grande abraço aí a toda a equipe eh do grupo Espírita Esperança e Caridade Eurips Barsanufa aí do Rio de Janeiro. Valeu demais, viu, todos vocês por estarem aqui nos acompanhando. E vamos então, ah, deixa eu só mandar um abraços aqui para os nossos parceiros, né, os canais que estão retransmitindo o nosso conteúdo. Grupo Espírita Fonte Viva, Conecta Espiritismo, Rede Amigo Espírita, TV SEAL, TV Goiás Espírita, Web Rádio Fraternidade, canais parceiros que estão nos retransmitindo. Eh, beijo para todas as equipes e nós pedimos aqui aquela força para vocês. Quem ainda não é inscrito no canal aqui do Ig aqui no YouTube, Jéssica Instituto Goiano de Estudos Espíritas, se inscreva, por favor, no nosso canal. Isso é muito importante, né, para que o nosso conteúdo tenha maior relevância aí na plataforma e possa ser indicado a mais pessoas e consequentemente chegar a mais lares. O nosso intuito aqui é divulgar o espiritismo, tá? Então se inscrevam, ative as notificações, curtam e compartilhe os nossos vídeos, inclusive este que você está assistindo. Eh, e acompanha as nossas redes sociais, Instagram, Facebook, né, por meio dos nossos perfis você vai acompanhar a nossa programação, tá bom? reta final, reta final da nossa live de hoje. Então, agradecer demais a Milena pela disponibilidade. Muito, muito, muito, muito obrigado. Ela que tem um encontro com a gente. Você tem outro encontro marcado com a gente? Não tem? Ah, dia 3 de novembro. 3 de novembro. É isso aí. Vai estar conosco novamente em novembro. Obrigado, obrigado por mais uma vez estar conosco aqui no Igor de Espiritismo. Eu a palavra para você, para suas considerações finais e vou te pedir a nossa prece de encerramento. OK, amigo, nas minhas considerações finais vou aproveitar e fazer o merchã também, pedir para que os amigos curtam, compartilhem também, se inscrevam lá no canal do GEB também aqui pelo YouTube.

ento. OK, amigo, nas minhas considerações finais vou aproveitar e fazer o merchã também, pedir para que os amigos curtam, compartilhem também, se inscrevam lá no canal do GEB também aqui pelo YouTube. exatamente por isso que você falou, não é audiência quantidade propriamente, mas é a possibilidade da plataforma entender a relevância e divulgar mais os vídeos, né, da doutrina para que chegue aos irmãos que com certeza estão precisando, assim como nós. Então, faço esse convite aos irmãos e queria também nesse finalzinho mandar um beijo especial também para minha irmã Alba Valéria, que trabalha conosco na evangelização, ela é a coordenadora da evangelização aqui e também paraa minha amiga Ana Cintra lá de Mogi das Cruzes que também esteve aqui nos acompanhando. Gratidão, amigo. E e a nossa gratidão por esse trabalho grandioso do Iges, sempre com muitas lives, desde aquele período mais difícil onde a gente só podia se encontrar no online e isso perdurou, se consolidou. Muitos corações amigos, nós tivemos a chance de conhecer graças a esse fórum. Então, que Jesus continue iluminando e amparando esse trabalho cada vez mais. Então, vamos lá. a nossa prece. Então, a nossa gratidão, primeiramente, a Deus, nosso Pai, por estarmos aqui nessa noite, pela nossa existência, Pai, pela nossa encarnação, pela oportunidade de nessa encarnação termos a o benefício, o presente valioso de podermos estudar a nossa amada doutrina espírita e Jesus, nosso mestre, através do seu evangelho. Jesus, que é o mestre, guia, a estrela, o sol da nossa vida, a nos impulsionar no caminho da verdade, que é a tua lei, pai. Gratidão a todos os benfeitores, trabalhadores espirituais do Igzi, que nos acolheram nessa noite e nos permitiram esse momento de reflexão e de paz nos nossos corações. Que possamos permanecer nessa vibração hoje e sempre, Pai. Imensamente felizes e agradecidos humildemente então pedimos licença para encerrarmos o encontro de hoje, dando juntos graças a Deus. É isso aí. Eu tô olhando aqui, ó. Eh,

vibração hoje e sempre, Pai. Imensamente felizes e agradecidos humildemente então pedimos licença para encerrarmos o encontro de hoje, dando juntos graças a Deus. É isso aí. Eu tô olhando aqui, ó. Eh, trabalho ainda está caminhando, né, pequenininho, mas como diz o ditar devagar e sempre, estamos aí com mais de 6600 inscritos aqui no canal do YouTube, mais de 2.800 vídeos postados, então a gente e mais de 311.000 1000 visualizações. A gente fica muito feliz, não pelo número em si, mas eh por tudo que ele representa, né, tudo que ele possibilita. Eh, a gente a gente tem certeza que eh eh se tocar umas de todas essas visualizações, se uma pessoa for tocada, né, pra gente já valeu a pena tudo que a gente tem feito. Deixa eu mandar abraço aqui então pra Sueli Teixeira e pra Dayane Pinheiro. A Dayane que é lá da região do Jardim do Serrado também, né? eh tá lá com a gente no trabalho lá do grupo Espírito da Fonte Viva lá da Ozic. Então, grande abraço para Dayane, valeu demais. Faça sempre assim, Dayane, esteja sempre conosco aqui acompanhando e GES falando de espiritismo toda segunda-feira às 19 horas. Tá bom, pessoal? Então é isso, vamos encerrando a live de hoje. Nós que dizemos sempre para vocês que todo esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês. Beijo nos corações e até a próxima segunda-feira, se Deus quiser. Ciao. Ciao.

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