"O nosso dever na encarnação", com Milena Cossio e apresentação de Adriano Máscimo
Live de estudos espíritas com o tema "O nosso dever na encarnação", com Milena Cossio e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não perca!!!
เ Pai Deus protetor, aqui me ponho aos seus pés para lhe falar, pai. Pequeno eu sou, mas seu amor me deu a chance de poder recomeçar. Por isso peço em oração que ilumine meu caminho de cristão. Que eu jamais esqueço o que eu tenho nas mãos. A doutrina da consolação. Pai meu criador, bênção maior, tesouro igual, neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão, levarei com toda a minha Minha devoção, a doutrina do meu coração. Pai meu criador, bção. maior tesouro igual neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão. Levarei com toda a minha devoção, a doutrina do meu coração. Olá, sejam todos muito bem-vindos a mais uma live do Igés, Instituto Goiano de Estudos Espíritas. E é com muito prazer que nós estamos recebendo todos vocês neste dia 7 de abril de 2025, hoje com mais uma convidada especialíssima. Deixa eu já trazê-lo aqui pro trazê-la pro nosso palco. Milena Cócio, seja muito bem-vinda, Milena. Tudo bem? Olá, Adriano. Gratidão pelo convite. Gratidão ao Jesmos que nos acompanham nesse momento. Ó, que bom ter você aqui com a gente, estreiando hoje no IGS falando espiritismo, né? Eh, um prazer assim muito grande. A a Milena eu conheci pessoalmente no Congresso Espírita de Goiás do ano passado, não foi, Milena? Acho que foi retrasado. Ano retrasado. Retrasado, né? do ano retrasado, estivemos lá dividindo uma sala, enfim, foi muito bacana, uma pessoa maravilhosa, vocês vão perceber isso aí ao longo da da live de hoje. Então, assim, eh, você nos nos deixa muito muito muito alegres por estar aqui conosco. Valeu demais. Eh, só para quem não te conhece, eu gostaria que você se apresentasse aí de onde você está falando, a que você representa, enfim, fala um pouquinho da Milena aí para todo mundo que está nos acompanhando. Sim. Então, eu sou aqui da cidade do Rio de Janeiro e sou do GECEB, por isso a
ocê está falando, a que você representa, enfim, fala um pouquinho da Milena aí para todo mundo que está nos acompanhando. Sim. Então, eu sou aqui da cidade do Rio de Janeiro e sou do GECEB, por isso a sigla, né, que aparece aí ao lado do meu nome é o grupo espírita Esperança e Caridade Eurípeds Barçanovo. E também auxilio nas atividades do CERGE, na parte de comunicação do núcleo da região da nossa casa espírita, que é o 17º Céu aqui ligado ao Serge. Então, estamos aí na Seara Espírita. É isso aí. Bacana demais, ó. Deixa eu mandar um grande abraço à equipe da TV SECAL, que deixou uma mensagem aqui de boa noite, né? sejamos envolvidos em energias de paz e serenidade. Eh, eles que falam diretamente de Florianópolis, Santa Catarina, muito obrigado. Aliás, já mandar um grande abraço aí às equipes da TV Secal, eh, TV Goiás Espírita, Web Rádio Fraternidade, Rede Amigo Espírita e Grupo Espírita Fonte Viva, que são os canais que retransmitem o nosso conteúdo. Então, muitíssimo obrigado aí a estes parceiros e mandar um grande abraço aqui paraa Suzi Prudente, que deixou aqui também a sua mensagem de boa noite. Valeu demais, SUS. SUS eu encontrei com ela agora no congresso espírita, né, do estáado de Goiás, 41º Congresso Espírita do Estado de Goiás. Encontrei com ela lá, se não me engano, no sábado pela manhã, né, nós conversamos bastante lá. Eh, ela que é uma pessoa muito querida por todos nós. Ela representa o Lar de Jesus, que é uma casa aqui de de Goiânia, uma casa importante aqui de Goiânia. Súzi, valeu demais. Obrigado, obrigado pela parceria, obrigado por estar sempre nos acompanhando. Você também me deixa assim muito feliz, tá? Eh, eh, com a sua presença aqui no chat, enfim, valeu demais. Ah, e eu gostaria de já pedir que todos que estão nos acompanhando que vocês possam se inscrever no canal de Jes, né? Se inscrevam, ativem as notificações, curtam e compartilhem os nossos vídeos, inclusive este que você está assistindo. Isso é muito importante para que o nosso conteúdo tenha maior
o canal de Jes, né? Se inscrevam, ativem as notificações, curtam e compartilhem os nossos vídeos, inclusive este que você está assistindo. Isso é muito importante para que o nosso conteúdo tenha maior repercussão aí junto à plataforma e possa ser indicado a mais pessoas e consequentemente chegar a mais lares, tá bom? Nos procurem também nas redes sociais, Instagram, Facebook, por meio dos nossos perfis você vai ficar por dentro da nossa programação. Já vou deixar aqui um convite. Amanhã estarei na apresentação da série de estudos de Moisés a Kardec, eh, juntamente com Álvaro Morderai, Jorge Elarai e professor Severino Celestino. Aliás, o Álvaro eu não consegui encontrar com ele aqui no no congresso, ele esteve aqui, infelizmente nos desencontramos. Não consegui dar um abraço no Álvaro, mas consegui dar um abraço no professor Severino Celestino. Quando ele terminou a palestra dele, eu consegui pegar ele ali rapidinho e dei um abraço nele. Foi bom demais. E amanhã nós estaremos juntos, então, na série de estudos de Moisés, a Kardec, tá? aqui no canal do Iges, você vai poder acompanhar, pessoal. Vou fazer a nossa prece de abertura. Então, vou pedir que todos fechemos os nossos olhos. Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, pedir que o divino amigo esteja conosco neste momento, nos amparando e nos intuindo. Nós te pedimos, mestre querido, o tratamento espiritual que todos necessitamos. Que o Senhor permita que uma cachoeira de águas cristalinas possa cair sobre nós neste momento, tirando de todos suas energias pesadas e deletéis que porventura estejam nos envolvendo. Tudo aquilo que nos traz sensação de cansaço, de tristeza, de amargura, que tudo isso possa ser dissipado por tua bondade. realizada essa limpeza, nós te pedimos, Senhor, energias que nos trazem sensações de tranquilidade, de paz, de harmonia e, ao mesmo tempo, de ânimo, de coragem, de vigor para o enfrentamento das dificuldades da vida terrena, né, do nosso dia a dia. e te pedimos que todos esses benefícios sejam
dade, de paz, de harmonia e, ao mesmo tempo, de ânimo, de coragem, de vigor para o enfrentamento das dificuldades da vida terrena, né, do nosso dia a dia. e te pedimos que todos esses benefícios sejam estendidos, aqueles que são caros aos nossos corações, aqueles que convivem conosco no nosso ambiente doméstico, os nossos parentes, amigos, vizinhos, companheiros de estudo e de trabalho, companheiros de casa espírita, de movimento espírita e principalmente, Senhor, que você o Senhor possa ser o lenitivo a todos aqueles que neste momento passam por todo tipo de provação, provações, seja no campo espiritual, emocional, seja no campo físico, físico. Muito obrigado por tudo. Graças te damos. Que assim seja. Graças a Deus. Milena, então quando eu te perguntei o tema da noite, você me passou o nosso dever na encarnação. Olha, vamos ver, né, quais são aí os nossos deveres da encarnação. E já te passo a palavra, então, para você desenvolver pra gente o tema da noite. E mais uma vez te agradeço aí a parceria, né, você estar aqui conosco aqui no Jes. Muito, muito, muito bacana ter você com a gente aqui. Obrigado. Eu que agradeço, Adriano. E queria fazer uma meia culpa aqui também. O Adriano, ele sempre faz contato e foi um pouquinho difícil por minha causa, né, Adriano? Então eu queria, né, vamos dizer assim, me desculpar ao longo desse período, porque para chegarmos aqui tema, tem um tem um um tem um apresentador de programa de rádio aqui de Goiás que eh ele tem uma vinhetinha que fala assim eh da esposa dele, fala assim: "Mas ela nunca atende o celular". Aena nunca respondia minhas mensagens de WhatsApp, mas deu certo. Agora você tá aqui, tá tudo certo. Mandar aqui um grande abraço pra Patrícia Bonfim, que está nos acompanhando também. Ah, amiga querida, ela é daqui do Geb, uma irmã, uma irmã mesmo que bacana demais, Patrícia. Obrigada por estar nos acompanhando. Valeu demais. Aí, então vamos. o nosso dever na encarnação. Então, quando do convite, o Adriano deixou livre para que nós pudéssemos fazer a
cana demais, Patrícia. Obrigada por estar nos acompanhando. Valeu demais. Aí, então vamos. o nosso dever na encarnação. Então, quando do convite, o Adriano deixou livre para que nós pudéssemos fazer a escolha do tema. E não tem como a gente não escolher um tema eh dentro do qual a gente não esteja eh focado e mentalizando muito. Então eu compartilho com os irmãos que ultimamente, ultimamente mesmo, e eu vou explicar porê, eh eu tenho focado muito e tenho pensado muito na questão como aproveitar da melhor forma esse presente valioso que Deus nos concedeu, que é a nossa encarnação. E aí vocês vocês podem dizer assim: "Ah, Milena, mas isso não deveria ser uma obrigação de todos nós? Por que que você diz que agora você está focado? É porque muitas vezes nós olhamos o nosso processo reencarnatório de uma forma que não é a forma correta. Nós olhamos pro nosso processo reencarnatório com um certo pesar e até mesmo justificado, claro, pelas atribulações da vida, pelas dores que batem à nossa porta, por momentos que parecem sim muito difíceis de serem superados. E nós aprisionamos a nossa visão nessa forma de pensar. Então, é como se nós restringíssemos o nosso pensamento e perdêssemos a valiosa oportunidade de aprender no processo reencarnatório. Então, eu gostaria de começar na noite de hoje eh trazendo uma história que eu ouvi agora h pouco. Então, nós estávamos no estudo do Evangelho. Eu até nem pedi permissão para o irmão, mas como vocês não conhecem o irmão, agora se ele aparecer aqui, ele vai ouvir a história quietinho e não vai se identificar. Mas eu achei muito interessante a história porque ela se encaixa direitinho nessa visão mais limitada que nós temos de encarnação e a visão ampla da encarnação, a visão ampla dos porquês da nossa vida. Então, o irmão ele me contava que num atendimento fraterno, num auxílio que ele fez, e aí até um auxílio a um familiar, conversando com esse irmão eh familiar, ele surgiu para ele a inspiração de entregar de presente para esse irmão o
num atendimento fraterno, num auxílio que ele fez, e aí até um auxílio a um familiar, conversando com esse irmão eh familiar, ele surgiu para ele a inspiração de entregar de presente para esse irmão o seu evangelho que ele utiliza no evangelho no lar, nos estudos em casa e que é um livro que ele gosta bastante pelo formato das letras. E sabe aquele livro que não é só mais uma edição do Evangelho Segundo o Espiritismo, mas é aquela edição que muitas vezes tem uma história com a gente. É, é interessante. Os livros eles se tornam integrantes da nossa família no sentido de que eles nos acompanharam ou nos acompanham nos momentos mais importantes de aprendizado e até mesmo nos momentos de dor. foi aquele livro que nós abrimos naquela oportunidade e aí estávamos sofridos e saiu a mensagem que era importante para nós. Então, quantos de nós já não fizemos assim? Compramos até uma edição nova do Evangelho do Livro dos Espíritos, mas aquela edição antiga nós mantivemos conosco pelo histórico, né? Nos recebe, poucos sabem, mas nós temos ali uma obra que é o Pentateuco. São as cinco obras. Então, vamos ter o livro dos espíritos, eh, o Evangelho, céu e inferno, a Gênese. Todos eles, o livro dos médiuns, todos eles reunidos em um único livro que vem até com as bordas das páginas em dourado. É, é uma edição bem bonita que tem mais ou menos uns, deixa eu ver, uns 20 anos ou mais conosco em família. E aí quando nós fundamos o GEB, a primeira inspiração que nós tivemos foi de levar aquela obra, colocá-la, né, num local à vista, enfim, para que fosse o nosso endereço vibratório, não é pra gente cultuar como se fosse um objeto ou um livro sagrado pela sua materialidade, não pelo seu conteúdo. Os cinco livros que compõem as obras básicas da doutrina espírita são sagrados para todos nós, mas não no aspecto material, mas no aspecto do conteúdo e tudo que representa em termos de transformação na nossa vida. E aí nós levamos pro GECEB, ele tá lá arrumadinho. Aí de vez em quando nós vamos lá e abrimos a lacaso, aquela
as no aspecto do conteúdo e tudo que representa em termos de transformação na nossa vida. E aí nós levamos pro GECEB, ele tá lá arrumadinho. Aí de vez em quando nós vamos lá e abrimos a lacaso, aquela página vai mudando. Então a gente sempre para ali para ler a mensagem que está marcada. Só que talvez poucos saibam, até vou compartilhar aqui. A Patrícia tá aqui conosco, que é integrante, trabalhadora do GEB. Aquela obra, ela não está ali somente porque é um livro bonito, uma edição bonita, que eu acho que hoje em dia nem é mais editada dessa forma pela FEB, ao menos não não me recordo, não sei, mas ela tem um valor sentimental. Aquela obra certa vez, embora nós eh meu pai tenha feito o movimento de aquisição, mas ela foi oferecida para a aquisição para o meu pai por uma irmã trabalhadora da seara espírita, muito amiga da família e que foi através dela que eu recebi a primeira obra espírita que eu ganhei, né, tirando claro as obras que nós tínhamos em casa. Mas sabe quando alguém olha para você? Eu tinha na época 13 anos de idade. Ela olhou para mim e disse assim: "Milena, eu queria te dar uma obra espírita para você fazer a leitura". E aí ela me ofereceu, a primeira obra que ela me ofereceu foi do espírito Luiz Sérgio, que tem uma linguagem muito mais simples e voltada pro jovem, né? Não só pro jovem. As obras dele não são para os jovens propriamente, mas é muito voltada também, né? Se você oferecer a obra do Luiz Sérgio para um jovem, ele tem facilidade de leitura e até porque tem uma dinâmica também, né, da experiência dele como jovem desencarnado. E aí ela me deu a primeira obra e eu recebi dela, dessa irmã, a primeira gramática de Esperanto e o primeiro volume para estudo do Esperanto. E aquilo, aquilo até hoje eu tenho essas obras, né, com a a ela deixou uma dedicatória em todas as obras ela deixou uma dedicatória. E esses livros eles têm um valor pelo conteúdo e tem o valor emocional e sentimental. Esse é aquele livro que você não doa, não divide, você até empresta, mas você não doa dentro do
u uma dedicatória. E esses livros eles têm um valor pelo conteúdo e tem o valor emocional e sentimental. Esse é aquele livro que você não doa, não divide, você até empresta, mas você não doa dentro do nosso egoísmo que a gente ainda tem, mas porque tem um valor emocional. E essa obra foi colocada lá no GEB, porque essa irmã hoje ela já é desencarnada há muitos anos. E ela foi uma irmã que facilitou e abriu todos os caminhos para o estudo da doutrina espírita, tanto junto dos meus pais, para os meus pais, quando nós chegamos enquanto família e para mim. Então, eu tinha 13 anos e demonstrei a a necessidade e e a vontade de trabalhar na mediunidade com a autorização dos meus pais e ela abrindo caminhos, eu consegui. E isso fez todo o diferencial na minha vida. Então, a obra ela está lá tanto por um por um aspecto estético que é bonito, por uma questão mais importante, que é o endereço vibratório para que nós possamos nos conectar com a espiritualidade e saber que a obra básica é a base de tudo, mas também por um valor sentimental e emocional. E aí vocês vão dizer assim: "Milena, tá, mas por que tudo isso? E por que que você compartilha, tá, está compartilhando tudo isso? Porque a história do amigo que vai servir de exemplo para nossa abertura, ela tem muito essa ligação. Então ele tinha o evangelho dele, que era um evangelho certamente sentimental para ele, porque acompanhou ele, vem acompanhando ele na seara de estudos e dos momentos difíceis. Mas ele num atendimento fraterno, ele me contando, ele não sabe nem explicar como, de repente veio aquela vontade dele oferecer o seu evangelho para que aquele irmão pudesse encontrar o auxílio que ele encontrou quando ele precisou. E aí ele ofereceu o evangelho. Depois que ele ofereceu o evangelho, que era o evangelho cativo dele, e o irmão foi embora, ele pensou assim: "Gente, eu dei o meu evangelho e agora? Eu não acredito que eu fiz isso?" E aí ele ficou se remoendo com aquela questão assim, eu poderia ter comprado um, ter dado outro e eu dei exatamente
sou assim: "Gente, eu dei o meu evangelho e agora? Eu não acredito que eu fiz isso?" E aí ele ficou se remoendo com aquela questão assim, eu poderia ter comprado um, ter dado outro e eu dei exatamente aquele evangelho. Ele deu, na verdade, vamos lembrar a parábola do óbulo da viúva. Ele deu daquilo que fazia falta. A gente acha que o óbvulo da viúva ele tá relacionado a uma condição monetária, financeira. Paraa a viúva, aquelas moedas eram dadas de coração, porque de fato para ela ela elas tinham uma relativa importância. Dentro da sua escassez, qualquer moeda era muito. Para esse amigo, dentro da sua necessidade afetiva com aquela obra, entregar aquela obra era dar daquilo que lhe faria falta. Mas ele não pensou nem duas vezes, nem três vezes. E ele estendeu a obra que certamente salvará a vida desse irmão em conflito. Aí ele disse que naquele dia ele saiu para passear e ele chegou num local aonde tinha uma espécie de cebo. Era como se fosse uma feira, né? E dentre as barracas dessa feira tinha um cebo. E ele chegou assim no cantinho da barraca de cebo, ele ficou olhando ali os livros. De repente, ele viu uma um como se fosse um caixotezinho cheio de obras espíritas. E aí todas as obras ali eram usadas, mas bem novas, bem conservadas, tudo a R$ 5. Obras que a gente sabe que às vezes aqui fora vão estar no valor bem mais alto, claro, por edição nova. E aí ele me mostrava, ele disse assim: "Milan, eu comprei esse". Aí ele ele mostrava o Consolador, estudando o Evangelho do Martin Esperalva, me mostrou do André Luiz. Eu sei que foram umas cinco obras. Quando ele fez o pagamento dessas cinco obras, ele ficou super feliz. Primeiro pelo valor e a quantidade de obras. Quando ele tá saindo, ele ouviu bem fortemente na sua mente. É ouvir na mente mesmo, não são os ouvidos físicos, é aqui dentro. E aí é aqui, ó. É sentindo aqui. Ele ouviu assim. E aí você vai continuar reclamando do evangelho que você cedeu a um irmão que necessitava? É como se dissesse assim: "Olha só, você entregou um uma edição do
aqui, ó. É sentindo aqui. Ele ouviu assim. E aí você vai continuar reclamando do evangelho que você cedeu a um irmão que necessitava? É como se dissesse assim: "Olha só, você entregou um uma edição do evangelho e quantas edições você ganhou agora?" Se nós fizermos uma comparação moral, você entregou do que te fazia falta. E quanto de acréscimo na sua vida você recebeu nesse momento? Aí mais uma vez vocês vão perguntar: "Milena, o que que isso tem a ver com o dever da encarnação? é que quando nós enxergamos a encarnação como algo penoso ou como um efeito de uma lei de causa e efeito punitiva, nós ficamos restritos a uma edição e ficamos presos a uma edição como se ela fosse apenas um livro com algumas folhas, esquecendo o seu conteúdo moral. dentro do nosso do nosso quadro de comparação. Quando eu olho paraa encarnação como uma um campo de possibilidades de expansão da minha consciência e da vivência espiritual, eu ganho um mundo de obras elucidativas. Eu saio de uma edição, é óbvio que é o Evangelho Segundo Espiritismo, mas a partir desse evangelho que eu dou uma gotinha daquilo que eu consigo e sou capaz de doar, um oceano de dádivas divinas chegam às nossas vidas. Se nós formos observar o livro dos espíritos, e é por ele que nós começamos na pergunta 132, que nós tanto falamos dela, qual o objetivo da encarnação dos espíritos? E a resposta é bem clara. Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns é expiação, para outros missão. E aqui a gente pode observar, vamos observar só essa parte da resposta antes da gente avançar. Por que que para uns é expiação e para outros é missão? Se nós fizermos aquela interpretação muito ao pé da letra, nós vamos encontrar a seguinte resposta. Porque alguns espíritos estão em estado de ignorância tão profunda que eles apenas espiam erros do passado. Para outros que já possuem a sua consciência ampliada e, portanto, já não cometem mais tantos erros, estes espíritos reencarnam em benefício não só de si
funda que eles apenas espiam erros do passado. Para outros que já possuem a sua consciência ampliada e, portanto, já não cometem mais tantos erros, estes espíritos reencarnam em benefício não só de si mesmos, mas principalmente da coletividade. Tá errado? Não está errado. Só que hoje eu gostaria que a gente se colocasse no centro da observação de todo o texto, que nós não observássemos outros irmãos sob enquadrarmos irmãos dentro do processo expiatório de maneira equivocada e enquadrarmos também de maneira equivocada outros irmãos dentro do quadro missionário. Então, como a gente não tem condição de aferir o estado de evolução do próximo, nós temos como auxiliar, mas avaliar nós não temos. Então, nós vamos nos colocar no centro de observação e de avaliação para uns. Então, olha só, Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns é expiação, para outros é missão. E aí a pergunta que a gente faz para nós, qual é a visão que nós temos da nossa reencarnação? Ela é uma reencarnação expiatória ou ela é uma reencarnação missionária? E aí eu vou corrigir antes que a gente visualize qualquer sentimento, vivência de vaidade. Então, a gente vai eh sair do lado, como é que eu posso dizer? Nós vamos parar de romantizar duas palavras, expiação e missão. Uma, a gente tem um processo de romantização muito dramático, muito ruim. e do outro é como se fosse romantização romântica mesmo. Então a gente meio que endeusa a condição missionária. E aí a gente precisa entender com responsabilidade essas duas palavras. Quanto menor for o meu grau de expansão da consciência, maior será a minha sensação de aprisionamento na matéria. Portanto, eu viverei uma encarnação com todos os traços de expiação. O que que eu quero dizer com isso? Eu não vou procurar compreender os processos que acontecem na minha vida. Eu vou sentir revolta pelas coisas que acontecem, inconformismo, tristeza, decepção, falta de esperança. Um dos processos coletivos obsessivos mais sérios na atualidade é a
ue acontecem na minha vida. Eu vou sentir revolta pelas coisas que acontecem, inconformismo, tristeza, decepção, falta de esperança. Um dos processos coletivos obsessivos mais sérios na atualidade é a falta de esperança. Eu fujo de alguns algumas frases do tipo: "Ah, o mundo tá todo perdido". Ah, por para onde caminha essa humanidade? Se Jesus pensasse dessa forma, ele não teria vindo há 2000 anos fisicamente estar no nosso meio. E a nossa condição em termos de sociedade da Terra era bem inferior à nossa condição atual, embora pareça que não. É que hoje nós temos uma quantidade maior de habitantes na Terra e nós temos uma dinâmica de informação muito grande, mas nós já evoluímos bastante. Mas não significa que não tenhamos mais ainda a evoluir. Então, se a minha consciência ela é uma consciência mais limitada, eu visualizo a encarnação como é expiatória. Então, tudo é penoso. O problema de saúde é penoso, os conflitos familiares são penosos e aí eu entro num processo de vitimização. Ó vida, ó céus, pai, por que isso comigo? E aí, não nos esqueçamos, eu sempre me recordo da passagem do nosso amado irmão Chico Xavier, que é um exemplo imenso para todos nós. Acho que é o maior exemplo contemporâneo que nós temos quando num determinado momento ele faz esse tipo de lamentação diante de uma dor profunda que ele vivia. E o Emanuel diz assim: "Chico, ele dizia: "Por que comigo? Por que essa situação? E o Emânuel dizia: "Chico, por que não com você?" E aí era uma situação que envolvia o hospital. Enfim, eu não vou entrar em detalhes por causa do nosso tempo, mas o Chico, o Emmanuel dizia para o Chico: "Você entrou naquele hospital, chorou pelo seu familiar em conflito, mas você observou quantos outros irmãos viviam as suas dores dentro daquele hospital? Por que não com você?" É óbvio que o Chico não se enquadra na visão expiatória. Eu estou trazendo o exemplo de uma pergunta que nós devemos fazer para nós. Por que não comigo? Ao invés da pergunta por que comigo? Então, enquanto estivermos sem a
o se enquadra na visão expiatória. Eu estou trazendo o exemplo de uma pergunta que nós devemos fazer para nós. Por que não comigo? Ao invés da pergunta por que comigo? Então, enquanto estivermos sem a busca da verdade, da nossa existência, por estamos aqui? Qual a finalidade da nossa encarnação e para onde iremos? A chance de estarmos vivendo e fazendo da nossa encarnação um processo de expiação é muito elevado. Mas se nós olhamos paraa nossa encarnação com responsabilidade e maturidade, procurando ampliar a nossa consciência e dentro da humildade que nós precisamos desenvolver, procurar entender aquilo que nós ainda não somos capazes de entender, então a pergunta é assim: Pai, diante disso, o que está acontecendo? O que o Senhor quer me falar? O que eu preciso ouvir? Qual a lição a ser aprendida? Nesse caso, o olhar paraa nossa encarnação deixa de ser um olhar expiatório e passa a ser um olhar missionário. Como assim? Você assume a missão da sua transformação para melhor. Esse é o primeiro passo. Ninguém conseguirá assumir uma missão em prol da humanidade, de um grupo social, de uma comunidade, se primeiro não assumiu a missão da sua própria evolução. A visão de missão, ela é diferente, ela não envolve revolta. Ela envolve compreensão, embora ainda não compreendida. É assim, pai, eu ainda não entendi o que tá acontecendo, mas eu sei que tem um propósito e eu procurarei entender. Olha só, antes da revolta, a busca da compreensão. Eu sei que eu não entendo, mas eu procurarei entender. Dentro desse processo, nós saímos então da situação de vítimas de nós mesmos. característica do processo expiatório e entramos num processo de eu até não entendo, pai, mas o senhor me ajuda. Porque pedir ajuda uma situação, se vitimizar e lamentar é outra. Isso se traduz até na nossa na qualidade da nossa prece. Qual é a qualidade da nossa prece? E aí assim, quando eu vou conversar com Deus, eu fico o tempo inteiro lamentando ou eu converso com Deus no sentido de procurar falar menos e ouvir
e da nossa prece. Qual é a qualidade da nossa prece? E aí assim, quando eu vou conversar com Deus, eu fico o tempo inteiro lamentando ou eu converso com Deus no sentido de procurar falar menos e ouvir mais, de procurar acessar o que a lei divina está mostrando para mim diante das situações que acontecem na minha vida. Isso é libertador, isso é transformador em termos de jornada do espírito imortal que somos. Aí a pergunta, a resposta continua: Mas para alcançarem essa perfeição, os espíritos têm que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal. Aqui eu já começo a achar o remédio que está escrito na receita que nós recebemos quando reencarnamos. É como se fosse assim: Não esquece de diariamente lembrar gota a gota que a encarnação tem por finalidade fazer com que você sofra todas as vicissitudes da existência corporal. Esse sofrer não é no sentido do sofrimento, mas no sentido de passar, passar por todas as vicissitudes da existência corporal. Tudo que o mundo das formas e a vivência reencarnatória tem a nos oferecer em termos de aprendizado, aí é o caminho. É para isso que nós estamos aqui. E a resposta segue: "Visa ainda outro fim à encarnação, o de pôr o espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da criação. Aí assim, se você conseguir ser fiel à lei divina no seu processo, no nosso processo reencarnatório e evolutivo, nós vamos ganhando então credencial. Credencial de que forma? credencial a nível de consciência, capacidade de auxiliar os irmãos que estão conosco na jornada, fazendo ao próximo aquilo que gostaríamos que nos fosse feito. O interessante é que a pergunta 166 de O livro dos Espíritos também, mas aí mais à frente, no capítulo 4ro da pluralidade das existências, diz assim: "Como pode a alma que não alcançou a perfeição durante a vida corpórea, acabar de depurar-se?" Vocês estão vendo que aqui em nenhum momento a gente tá falando de lei de causa e efeito punitiva, porque a lei de causa e efeito ela tem um entendimento que é muito contrário daquele que a
purar-se?" Vocês estão vendo que aqui em nenhum momento a gente tá falando de lei de causa e efeito punitiva, porque a lei de causa e efeito ela tem um entendimento que é muito contrário daquele que a gente se acostumou a entender e propagar. A lei de causa e efeito é assim: pensa na causa e pensa num efeito. A causa na vida anterior eu não aprendi sobre humildade, resignação, tolerância. E é óbvio que a gente não aprende sobre tudo numa única encarnação. Então, ah, eu vou aprender no na totalidade sobre paciência em uma única encarnação. Não, são várias encarnações aprendendo. Várias quantas depende do caminho que nós escolhermos percorrer e da velocidade evolutiva que nós impulsionarmos na nossa jornada. Ou seja, depende de nós, única e exclusivamente de nós. Então, pense, pensemos na causa. Causa. Não aprendi determinado esclarecimento, a a ensinamento na vida anterior. O efeito, nova oportunidade para esse aprendizado. É isso. Porque a gente se apegou ao seguinte conceito: eu matei na vida passada, logo deverei ser assassinado nessa vida. com essa palavra forte mesmo. E aí é interessante que a gente tem sempre uma receita de porquê da desencarnação de determinada pessoa ou determinado grupo. Olha, porque no passado aconteceu tal e tal coisa sem nenhuma base concreta de informação, mas apenas no eu acho que pode ter sido isso. E na verdade, olhem só o que diz a pergunta 166. Como pode a alma que não alcançou a perfeição durante a vida corpórea acabar de depurar-se? E aí os espíritos respondem: sofrendo a prova de uma nova existência. Percebam que não se está falando nem em expiação, sofrendo a prova de uma nova existência. Na verdade, tudo que nós vivemos é um processo de prova, de teste. A visão que nós temos em relação a essa prova é que vai dizer se é uma visão ainda expiatória, portanto, eu não vivo aquele teste no clima de quem está sendo testado. Eu vivo aquele teste no clima expiatório de quem está sofrendo uma pena. Por quê? por causa da minha visão. E isso de maneira inconsciente
eu não vivo aquele teste no clima de quem está sendo testado. Eu vivo aquele teste no clima expiatório de quem está sofrendo uma pena. Por quê? por causa da minha visão. E isso de maneira inconsciente muitos irmãos vivem porque não conseguem acessar ainda nem o significado de processo evolutivo, nem a condição de existência em si mesmos ou até mesmo de forma consciente. Quer ver? A gente sabe, a gente é espírita, nós somos espíritas, nós estamos estudando o evangelho, nós sabemos por estamos aqui e porque em determinados momentos nos deixamos acometer pelo espírito de vitimização. E tudo bem, a gente sabe que existem provas que são extremamente árduas e difíceis e que por alguns segundos nós somos acometidos por uma falta de desânimo, pois que ainda estamos na busca da perfeição. Somos espíritos ainda na fase ominal, mas não podemos nos aprisionar a isso. Esse é o senso de responsabilidade, de dever que nós devemos buscar. Qual é o nosso dever? Nosso dever é o que compete a cada um de nós em termos de própria evolução e de auxílio na evolução no meio aonde nós estamos. Essa é a pergunta que nós devemos fazer. E se nós estivermos com dificuldade de encontrar a resposta, que nós busquemos a ajuda necessária. A ajuda principal no esclarecimento, no estudo, mas não apenas no estudo intelectual. Não importa quantas obras cada um, obras espíritas cada um já foi capaz de fazer a leitura, quantas palestras nós ouvimos. Importa o quanto disso nós sensibilizamos e ficamos refletindo. Essa é essa é a vivência que a gente precisa ter. Ah, Milena, eu não consegui ler a obra toda do André Luiz, mas eu li nosso lar, assisti o filme. E o que que disso nós sensibilizamos e refletimos? Isso é que importa, porque a gente pode ler as mais de 400 obras do Chico, mas não pararmos para sensibilizar, ser apenas uma obra contabilizada no nosso acervo de leitura. E essa não foi a finalidade de uma vida inteira de trabalho do nosso amado irmão em missão Chico Xavier, que aniversariou na semana
lizar, ser apenas uma obra contabilizada no nosso acervo de leitura. E essa não foi a finalidade de uma vida inteira de trabalho do nosso amado irmão em missão Chico Xavier, que aniversariou na semana passada. Essas essas são as perguntas que nós devemos fazer em termos de responsabilidade na condição de espíritos em evolução que somos. E vou dizer, isso é libertador e foi o maior presente, mais valioso presente que nós recebemos na vida quando conhecemos a doutrina espírita. sabermos que somos os verdadeiros gestores da nossa caminhada, que nós temos Jesus que acredita em nós, temos Deus, nosso pai, mas se nós não fizermos a nossa parte, eles não poderão fazer por nós. O Pai nos dará quantas oportunidades reencarnatórias forem necessárias, mas o aproveitamento da encarnação, esse vai depender de cada um de nós. E aí eu fui me socorrer para que nós possamos caminhar pro encerramento de um estudo que nós fizemos aqui no GEB sobre a obra Jesus e a atualidade da Veneranda Joana de Angeles, que são obras incríveis. A série psicológica da Veneranda é incrível, é transformadora. E não pensemos que quando a gente fala série psicológica, só os psicólogos estão habilitados a entender. A Joana fala da parapsicologia do espírito. Então todos nós, seja sendo psicólogos ou não, se quisermos acessar a obra da Veneranda, teremos a capacidade de acesso. Ela diz assim: "Há no homem latente um forte mecanismo que o leva a fugir da responsabilidade, transferindo o seu insucesso para outrem na condição de indivíduo social ou para os fatores circunstanciais da sorte, do nascimento e até de Deus." E aí ela prossegue. Quando tal não se dá na área das suas projeções comportamentais, apega-se ao complexo de culpa, mergulhando nas depressões em que oculta a infantilidade, pouco importando a idade orgânica em que transita. A responsabilidade resulta da consciência que discerne e compreende a razão da existência. humana, suas metas, sua finalidade, suas metas, trabalhando por assumir o papel que lhe
nica em que transita. A responsabilidade resulta da consciência que discerne e compreende a razão da existência. humana, suas metas, sua finalidade, suas metas, trabalhando por assumir o papel que lhe está destinado pela vida. E aí nós utilizamos, quando fizemos esse estudo uma figura que, infelizmente, eu acabei não separando para compartilhar com os irmãos, mas exatamente quando ela diz assim: "A responsabilidade resulta da consciência que discerne e compreende a razão da existência humana". sua finalidade, suas metas, trabalhando por assumir o papel que lhe está destinado pela vida, aonde nós temos a parte nossa consciente e a parte inconsciente. A pergunta que nós devemos fazer o tempo inteiro é a seguinte: nós temos a nossa consciência. Estamos aqui no processo reencarnatório, passando pelas vicissitudes da vida humana para alcançarmos a perfeição. A perfeição, não a perfeição no sentido de Deus, que é a perfeição absoluta, mas de entrarmos num processo verdadeiro e amplo de comunhão com Deus, a pureza em espírito. Estamos aqui para isso. minha consciência, o que disso que eu acabei de falar e que os espíritos nos informam, de fato, já se encontra de forma consciente. O que que eu já acesso dessa informação? Que nós possamos potencializar cada vez mais essa informação. Agora, o que que eu ainda não acesso? que eu consiga fazer uma busca incessante para transformar aquilo que hoje na minha mente em espírito ainda é inconsciente na parte consciente do ser imortal que nós somos. Então é assim, o perdão é lindo, mas eu ainda tenho dificuldade de perdoar. Talvez essa seja a frase que eu mais escuto, que nós vivenciamos, todos nós. Por que que ainda é difícil perdoar? Porque dentro da virtude perdão há pouco de consciência em relação a essa virtude e muito de inconsciência. Como é que eu desperto? Como é que eu ligo a luz dessa sala que está apagadinha? Mas todos os objetos dessa sala estão ali. Eu só não vejo porque a luz está apagada. Como é que eu acendo essa luz
cia. Como é que eu desperto? Como é que eu ligo a luz dessa sala que está apagadinha? Mas todos os objetos dessa sala estão ali. Eu só não vejo porque a luz está apagada. Como é que eu acendo essa luz no processo reencarnatório? Vivendo as vicissitudes da vida humana. Porque são nas vicissitudes da vida humana que nós seremos ou somos experimentados no despertar das virtudes que Deus possui em absoluto. Quanto mais eu for testado no processo do perdão, adivinha o que vai acontecer? Mais consciente e experiente sobre a virtude do perdão, nós ficaremos. Tem outro caminho que não o de viver? Não tem. Só tem esse caminho, vivendo as vicissitudes da vida humana. Esse é o dever de todo o espírito que compreende a sua imortalidade, que compreende o DNA que corre não sangue humano, mas no sangue espiritual, o DNA divino. E dentro desse DNA identifica os irmãos em humanidade universal, irmãos mais experientes que dedicam a sua vida. a despertar a consciência daqueles que a possuem em grande parte inconsciente, que somos nós. Quem são os irmãos que despertam a nossa consciência? Qual é o maior irmão que desperta a nossa consciência todos os dias? Jesus, nosso mestre amado. Dentro do exemplo que eu utilizei, quando Jesus é perguntado por Pedro, quantas vezes deverei perdoar o meu irmão? O Pedro faz a seguinte pergunta: "Mestre, quantas vezes o meu irmão pecará contra mim e eu terei que perdoá-lo?" Jesus então responde: "Não te digo que 70 vezes s, não te digo apenas que sete vezes, mas 70 vezes sete vezes." Esse cantado de Jesus, essa fala é como se fosse assim: 70 vezes, sete vezes e aí vai nas ondas do infinito. Porque a virtude do perdão é uma virtude imperecível e eterna, de todo sempre para todo sempre. E num determinado momento nós fomos criados e mergulhamos nessa onda dessa virtude que está em nós e passando por nós, mas que nem sempre estamos conscientes dessa virtude em estado latente na nossa consciência. Qual o dever do espírito? imortal, filho de Deus, carregador do
virtude que está em nós e passando por nós, mas que nem sempre estamos conscientes dessa virtude em estado latente na nossa consciência. Qual o dever do espírito? imortal, filho de Deus, carregador do DNA divino em si, irmão de Jesus, o Cristo planetário. Buscar a evolução de forma madura, consciente, ampliando a visão de existência, a condição real de existência em espírito. Graças a Deus, né, meus irmãos? Que bom a gente começar a segunda-feira fazendo essas reflexões, enchendo o nosso coração de esperança, de bom ânimo para as vicissitudes da vida humana. É isso aí. Excelentes reflexões. Eu tenho certeza que todo mundo que esteve acompanhando aqui, eh, vai sair melhor dessa live do que entrou, viu, Milena? Eh, Marcos de Carvalho está aqui conosco, deixou mensagem. Rio de Janeiro peso aqui na live de hoje. Por que será? Ó, os irmãos é um amigo muito querido e amado, a Patrícia, a Ângela que tá aqui também comigo. Olha, a Patrícia, o Marcos, a Ângela são irmãos, irmãos mesmo, que Jesus colocou na vida. E eu agradeço todos os dias, todos os dias mesmo. A Ângela também é da casa de vocês, Gebi Geb. Bacana. Valeu demais, Ângela. Obrigado por estar nos prestigiando aqui. Muito bom. Ah, Iracema Nunes deixou aqui também mensagem. Bacana demais. Valeu, Iracema, muito obrigado. O Marcos de Carvalho, estarei entrando em contato com ele para também, o Marcos já esteve aqui. Marcos já tem a carteirinha assinada com o Igzi, né? É, é, é trabalhador do Igészi. O Marcos vou marcar com ele aqui também uma uma segunda-feira, viu, Marcos? Vou entrar em contato contigo e mandar um grande abraço pro Marco Palmeiras. eh, deixou aqui a mensagem de boa noite, né? Boa noite a todos. Que o Senhor Jesus abençoe a cada um de nós. Ele que chegou do serviço agora e começou a acompanhar já mais tarde a Suzi Prudente do Lar de Jesus aqui de Goiânia está convidando aí a moçada do Rio de Janeiro para vir paraa Goiânia. É isso eu falar para você, Adriano, que eu tava vendo as fotos e os vídeos do congresso e esse ano não deu
e Jesus aqui de Goiânia está convidando aí a moçada do Rio de Janeiro para vir paraa Goiânia. É isso eu falar para você, Adriano, que eu tava vendo as fotos e os vídeos do congresso e esse ano não deu pra gente ir, né? Eu fiquei, fizeram-me, eu senti sentimentos inferiores, vou dizer quais foram. A inveja bateu, amigo. Eu falei assim: "Ai, eu queria estar lá, mas não deu. Esse ano não foi possível, mas se Deus quiser, no próximo ano estaremos aí". Eu sou apaixonada pelo Congresso de Goiás e já que eu tô aqui no Iges, eu vou falar: "Para mim é o melhor congresso do Brasil". Bom demais. Bom demais. Mas e vocês são todos muito bem-vindos, né? Até porque eh eu não sei quais os rumos, né, em termos de direção que o Congresso vai tomar. Até agora foi a Ivana, né? E a Ivana eh adora todos vocês e recebe muito bem. Enfim, então eu eu sou suspeito para falar também porque eu acho que o Congresso de Goiás é uma referência eh é muito bacana. É um trabalho muito bacana, feito com muito amor, né? Então não não tem erro. e com convidado vocês. Posso? Ah, eu não posso nem falar da Ivana porque também é minha irmã que eu amo demais. Então, um beijo grande para ela também. E é isso. É isso aí, pessoal. Então, reta final da live de hoje. Agradecer novamente a todos vocês que estão nos acompanhando até agora. Muito, muito, muito obrigado. Mais uma vez abraço aí às equipes do Grupo Espírita Fonte Viva, eh, TV Goiás Espírita, TV SE, Web Rádio Fraternidade, Rede Amigo Espírita, né? Muito obrigado essas equipes aí pela parceria, valeu demais. Eh, o Marco, o Marco Palmeiras, que é aqui da do grupo Espírita, faz parte da Ozic, né, que é onde é realizado o trabalho Grupo Espírita Fonte Viva. Valeu demais, Marco, muito obrigado. Diná Aparecida está conosco também. Eh, deixou aqui a a mensagem ouvir a a Milena. Que doçura. Valeu demais, Diná. Obrigado. E o José da Costa. José da Costa de Goianese, aqui no do interior do estado de Goiás. Nós nos conhecemos. pessoalmente na no sábado pela manhã,
ir a a Milena. Que doçura. Valeu demais, Diná. Obrigado. E o José da Costa. José da Costa de Goianese, aqui no do interior do estado de Goiás. Nós nos conhecemos. pessoalmente na no sábado pela manhã, sábado pela manhã, sábado pela manhã. Foi um grande prazer eh conheccê-lo, viu, José José da Costa de Goianésia. Falei para ele, ó, vou falar de você na live da segunda-feira, então, registro feito. Eh, ele que é super agradável, foi super atencioso. Nós ficamos conversando lá durante muito tempo. Que bacana ter você aqui. Eh, você é um presente que o Igand espiritismo ganhou, viu, José da Costa? e faça sempre assim, esteja conosco aqui, que a sua presença é e é e é é muito querida por todos nós também. Valeu demais. Muito obrigado, Milena. Então, partindo pro encerramento, eu vou te pedir, né, e já te agradecendo mais uma vez, não vou me cansar de de agradecê-la, mandar um grande abraço aqui pro Tiãozinho, Sebastião Alves, Tiãozinho do Obreiros do Evangelho, que é uma casa também muito importante aqui de Goiânia. Valeu demais. Olha que eu vou te falar as presenças ilustres aqui no chat, viu? Valeu demais, Chãozinho. Obrigado, viu? Obrigado pela parceria. Eh, eu te agradeço mais uma vez. Devolvo a palavra paraas suas considerações finais e vou te pedir a nossa prece de encerramento. Pode ser? Eu que agradeço, Adriano, e esse trabalho que já vem já de anos aqui no Igzi e divulgando a doutrina e trazendo sempre temas importantes. Eh, gratidão a você e a toda a equipe do Jés e a todos os irmãos que estiveram conosco. Então, vamos à nossa prece. Só mandar um abraço aqui pra Osmarilda. Osmarilda dona que também querém. Valeu demais. Então, agradecer a toda a espiritualidade que esteve conosco, a espiritualidade que ampara os trabalhos do GES na divulgação da doutrina espírita e do evangelho de Jesus, que une corações, amigos de todo o Brasil, possibilitando esse momento de fraternidade, aonde sentimos a presença mais forte de Jesus, nosso mestre. Onde dois ou mais estivessem
do evangelho de Jesus, que une corações, amigos de todo o Brasil, possibilitando esse momento de fraternidade, aonde sentimos a presença mais forte de Jesus, nosso mestre. Onde dois ou mais estivessem reunidos, em nome do mestre, ele ali estaria. E nós sentimos a presença do mestre através do amor que chega a cada um de nós irradiado a partir de Jesus. A nossa gratidão, mestre, por essa noite, pelos ensinos, pelo teu exemplo que norteia o nosso caminho de reencontro com Deus, nosso Pai. Gratidão, Pai, a tua misericórdia que nos dá a sustentação necessária na jornada e o teu amor que nos acolhe, protege e nos estimula ao crescimento. Que sigamos unidos hoje e sempre nesse amor, nessa fraternidade, com Jesus, nosso mestre, a nos orientar os passos para ti, Pai. Humildemente nesse momento, então, te pedimos licença para encerrarmos o encontro de hoje. Graças a Deus. Graças a Deus. Graças a Deus. Que assim seja, pessoal. Então é isso. Vamos ficando por aqui. Lembrando que todo esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês. Eh, amanhã estarei na apresentação então do de Moisés a Kardec, quinta temporada. Man estarei com Álvaro Morenai, Jorge Ela, professor Severino Celestino, a partir das 21:30 aqui no canal do G. Tá bom? Beijos nos corações, fiquem todos com Deus e até lá. Ciao. Ciao.
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