O EGOÍSMO • Max Lânio Lacerda

Mansão do Caminho 20/03/2026 (há 1 semana) 45:09 970 visualizações 170 curtidas

Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista recebe um convidado especial para abordar temas do cotidiano à luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se reúnem em momentos de aprendizado e reflexão sobre o Evangelho de Jesus. *Realização:* União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #LeideDestruição #PatrickPires #Espiritismo #DoutrinaEspirita #EvangelhoDeJesus #PalestraEspirita #UEVC #VitoriaDaConquista #EstudoEspirita #LuzDoEvangelho #ReflexaoCrista #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, boa noite a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa casa virtual. É um prazer nos encontrarmos novamente. Que a paz do Cristo Jesus esteja sempre em nosso coração. Saudamos aí estes nossos amigos internautas que estão conectados conosco toda sexta-feira. É um prazer renovado encontrá-los. Vamos serenar a nossa mente para fazermos a nossa prece. Divino amigo Jesus, aqui estamos reunidos mais uma vez em teu nome, rogando sempre a vossa proteção, Senhor. Pedimos pelo nosso país, pedimos pelo universo, que haja paz nos países que vivem guerras. E rogamos a vós, Senhor Jesus, pelos nossos familiares onde quer que se encontrem neste momento. Que os benfeitores amigos possam envolver o nosso querido amigo Maxlâio em suas reflexões nesta noite. Se conosco, Divino Amigo Jesus, hoje e por todo sempre. Viva Jesus. Então, hoje nós temos a palestra com o nosso querido amigo Max Lano, que é de do Distrito Federal, né? Max é mestre e doutor em geociências, coordenador de grupos de estudos na Federação Espírita Brasileira, diretor do Centro Espírita Caminho da Luz no Distrito Federal. Então, com votos de muita paz, nós o convidamos para adentrar a nossa sala. >> Muito obrigado, Maria Adélia. Muito bom estar aqui com vocês. Muito bom estar com todos. É um prazer sempre poder voltar aqui a este canal. E hoje para falar de um tema extremamente importante, porque os espíritos disseram que egoísmo e orgulho são como se fossem dois cânceres na sociedade. Eles têm a sua razão de existir, mas estão vinculados a um passado remoto da evolução da espécie humana, quando tínhamos que realmente agir como, entre aspas, egoístas para a questão do instinto da sobrevivência. Mas nos tempos presentes não se faz mais sentido que as pessoas ajam com este mesmo processo do passado, mas agora no presente. Então, Allan Kardec tratou de estudar isso com muito cuidado e ele começa fazendo uma pergunta que tá lá no livro dos espíritos, que é a questão 913, quando ele faz uma pergunta direta dentre os vícios, porque egoísmo é um

atou de estudar isso com muito cuidado e ele começa fazendo uma pergunta que tá lá no livro dos espíritos, que é a questão 913, quando ele faz uma pergunta direta dentre os vícios, porque egoísmo é um vício, qual o que se pode considerar radical, ou seja, a raiz de tudo, onde inicia tudo? E eles foram diretos e ainda foram enfáticos o egoísmo, porque eles inclusive já tinham dito isso antes. Eles reforçam isso para Kardec atenção dele. Temos dito muitas vezes o egoísmo. E aí a gente percebe que não é uma resposta que se prolonga. A resposta é a palavra o egoísmo. Então, se você prestar atenção para eles dizerem de forma tão pereptória, tão direta, significa que nós temos aqui um grande problema que hoje está permanecendo na sociedade, né? Mas aí eles complementam para que a gente possa entender esse termo o egoísmo, eles disseram assim: "Daí, porque se é a raiz, daí deriva todo o mal". Ai, que engraçado, deriva todo o mal. Então, tudo que existe de mal, eles estão dizendo aqui de forma clara, nasce no egoísmo. Dá para entender como isso é sério, gente? Você tem os problemas que você tem na sociedade do mal derivam do egoísmo. E vamos lembrar que o mal é a ausência do bem, né? E o o indivíduo ele comete o mal quando ele se afasta de Deus, né? E ele comete o bem quando ele se aproxima de Deus. Então, afastar-se de Deus é exercer o mal. Aproximar-se de Deus é exercer o bem. E aí que entra o ponto fundamental para essa pergunta que Allan Kardec fez. Eles disseram de forma clara que Sudemos, se nós estudarmos todos os vícios, se nós fizermos um estudo cuidadoso, nós veremos que no fundo de todos há egoísmo. Então eles não deixaram margem para dúvida. É uma questão fundamental estudar o egoísmo, porque se você eliminasse, por assim dizer, essa essa característica ruim que ainda está entre nós, se eliminássemos isso definitivamente, não teríamos mais o mal na sociedade e, portanto, não teríamos mais problemas, porque todos os problemas que existem na sociedade derivam do mal. O mal leva-nos a fazer a

ássemos isso definitivamente, não teríamos mais o mal na sociedade e, portanto, não teríamos mais problemas, porque todos os problemas que existem na sociedade derivam do mal. O mal leva-nos a fazer a o exercício da lei de causa e efeito. Ou seja, quando fazemos o mal, precisamos corrigir fazendo o bem. e entra em ação essa lei chamada lei de causa e efeito. Ora, se assim é, estudando esses vícios todos, nós vamos perceber que vale a pena nós prestarmos muita atenção e entrarmos um pouquinho no estudo desse egoísmo. E o que nós estamos propondo hoje aqui não é uma palestra, uma conversa em que nós façamos uma análise. É claro que nós não vamos esgotar o assunto, mas os elementos que serão trazidos aqui serão suficientes para nós refletirmos. E refletindo, a gente tem elementos para meditar com essa meditação que a reflexão proporciona e aí sim mudar o estado íntimo que porventura esteja prevalecendo em nosso íntimo. E se fizermos uma olhada para dentro de nós, como os espíritos nos convidaram, conheça a ti mesmo, ou seja, olhe para dentro de si e veja o quanto você carrega de egoísmo, o quanto você carrega de mal. Se fizermos isso, nós vamos conseguir, mapeando isso, agir sobre a causa dos males. Então, quem fez um estudo que eu achei assim fantástico e a gente vai trazer um pedacinho aqui, foi no livro consolador. lá no livro conselador, eh, ele fala na questão 135 dessa questão do mal, porque a gente vai ver que quando a gente tá com o egoísmo, a gente tá egocentrado. Quando a gente tá com Deus, a gente tá deocentrado ou teocentrado. Ou seja, Deus no centro faz com que tudo funcione certo, tudo funcione para o bem, tudo funcione para a paz. O homem no centro funciona o oposto. Ele caprichosamente terá a vontade de atender as suas necessidades pessoais, independentemente se as vontades pessoais dos outros estão também sendo atendidas. Ao contrário, quando ele está com Deus, ele faz tanto as suas vontades quanto as vontades dos seus irmãos de caminhada. Então, Emanu

te se as vontades pessoais dos outros estão também sendo atendidas. Ao contrário, quando ele está com Deus, ele faz tanto as suas vontades quanto as vontades dos seus irmãos de caminhada. Então, Emanu análise que ele trata desse tema: confiando em si mesmo mais do que em Deus, o homem transforma a sua fragilidade em foco de ações contrárias à lei de amor, efetuando, desse modo, uma intervenção idébita na harmonia divina. E ele afirma: "Eis o mal". Vamos examinar o que ele tá dizendo. Quando você confia mais em você, olha como isso é sério. Quando você confia mais em você do que em Deus, você transforma a sua fragilidade, porque nós somos frágeis. Se você for observar, nós hoje aqui estamos perfeitos, com saúde. Estamos, entre aspas, vivos, encarnados. Mas no próximo minuto, na próxima hora, no próximo dia, poderemos estar sabendo-nos de uma doença que será avaçaladora, terminal em nossas vidas. Saberemos de uma coisa que vai causar um mal tremendo dentro de nós, que nós vamos ter muita dificuldade de de lidar com isso. Enfim, quando nós nos dermos conta da nossa fragilidade, nós vamos perceber que nós não temos ação sobre tudo que vige sobre a nossa vida. É isso que ele chama de fragilidade. Quando você pega uma pessoa, por exemplo, vamos pegar um caso de uma pessoa que se diz ateia, que se diz como se fosse aquela negação completa de Deus. Eu não acredito em Deus, para mim Deus não existe. A pessoa diz dessa forma. Aí vamos dizer que ela, no momento expressivo da vida dela, ela é acometida por uma doença e ela não tem valores morais firmes para enfrentar aquela doença com a galhadia moral que se precisa, com a serenidade, com a mansuetude, sabendo que aquilo é uma prova, que é uma prova necessária para aquele espírito. Como ele não tem essas bases de virtudes, não estão ainda introjetadas dentro do ser, ele não tem elementos para contrapor. E ele começa a sentir que aquele ser forte que ele dizia ser que não precisava de Deus, porque Deus não existe, ele começa a

tão ainda introjetadas dentro do ser, ele não tem elementos para contrapor. E ele começa a sentir que aquele ser forte que ele dizia ser que não precisava de Deus, porque Deus não existe, ele começa a perceber que esse ser é incapaz, esta é a palavra, incapaz de mudar aquele estado de coisas no qual ele está envolvido. Nesse momento da vida dele, ele percebe que isso é uma clara denotação de que ele não está no poder da própria vida. Da própria vida. não é da vida dentro dos outros, é da própria vida que naquele momento a vida dele pode ser tirada por uma doença da qual ele não tem acesso, não tem como estirar, não tem como retirar de si. Então, nesse momento, é um momento em que ele se torna frágil, percebe que é frágil, que sem uma força superior, que é a superior à dele, ele não poderá sair daquele estado de coisa na qual ele está envolvido. E é isso que Emanu chamou. de confiar mais em você do que em Deus. No momento das provações, dos grandes testemunhos, das aferições de valores, como todos nós passamos, essa fragilidade fica evidente. E aí que entra o que ele chama de foco de ações contrárias à lei de amor. Porque nessa hora nós percebemos que nós, ao invés de fazermos a vontade de Deus, nós vimos fazendo a nossa vontade, que geralmente é caprichosa, egoísta. Então, nessa hora ele diz que nós fazemos uma intervenção, olha a palavra que ele usa, uma intervenção na consciência cósmica, na harmonia divina, na paz sublime da vida. Isso ele chama de mal. Então, toda vez que você debita daquela harmonia, a sua desarmonia, você está causando o mal. Em outras palavras mais simples, toda vez que você faz a sua vontade e essa vontade não está em acordo com a vontade harmoniosa de Deus, eis o mal. Espero que vocês estejam entendendo, Emanuel, como nós estamos tentando explicar aqui. É verdadeiramente uma lição muito importante que a gente percebe, que a gente faz sem se dar conta. A gente percebe que a gente cuida da nossa vida como se souéssemos tudo que vai acontecer. temos tivéssemos o

iramente uma lição muito importante que a gente percebe, que a gente faz sem se dar conta. A gente percebe que a gente cuida da nossa vida como se souéssemos tudo que vai acontecer. temos tivéssemos o poder sobretudo e agir agimos de forma incauta, sabendo que no momento qualquer agora nessa análise que nós poderemos expor esta fragilidade. Mas aí você pergunta e nós perguntamos para Emanuel, como é que a gente resolve isso? Como é que a gente volta a ter essa paz que a gente perdeu quando a gente fez essa intervenção idébita na harmonia cósmica, quando a gente fez a nossa vontade caprichosa, egoística e não a vontade de Deus harmoniosa, sublime? Como é que a gente faz isso? E Em Emanuel diz assim: "Urge". Ou seja, é urgente recompô. Recompor, porque você descompôs, você tava com uma composição harmônica e você fez uma decomposição. Você decompôs e você precisa recompor. Ou seja, você saiu do que era certo, você precisa voltar pro que é certo. Você tem que reconstituir as suas ações de modo que elas façam essa recomposição. E ele chama a recomposição dos elos sagrados dessa harmonia sublime. E ele diz: "Eis o resgate." Então, vejamos. Fazer o mal é da natureza humana ainda, porque ainda que egoístas que somos, como regra geral, nós fazemos o mal por causa daquela intervenção indébita na harmonia divina, quando fazemos a nossa vontade e não a vontade do Pai. Para voltar isso ao que deveria ser sempre, nós precisamos recompor, voltar lá atrás e corrigir. Voltar lá atrás e corrigir. Veja só, tem uma passagem no evangelho que Jesus diz assim: "Se você vai levar uma oferenda ao altar e quando você está levando a oferenda, você lembra que você tem algum problema com alguém numa coisa que você não resolveu. Se você tem isso, ele tá dizendo para você assim: "Deixa a oferenda de fora, volta, reconcilia-te com o teu adversário e depois então volta e faz a oferenda". É mais ou menos isso aqui. Você precisa voltar lá onde você e você fez a intervenção em déébita. Então, quando você criou o problema de

-te com o teu adversário e depois então volta e faz a oferenda". É mais ou menos isso aqui. Você precisa voltar lá onde você e você fez a intervenção em déébita. Então, quando você criou o problema de inamizade com alguém, isso é uma intervenção indébita e você precisa voltar lá atrás. Recompor isso. Como é que você recompõe? O perdão, a conversa, a clareza de assumir a humildade de dizer: "Eu errei eu peço a você que me perdoe. Se você puder me perdoar, isso será um grande valor para mim." Meu filho, tem que ter uma grandiosidade de alma que nem todas as pessoas têm a coragem moral de fazê-lo, mas a maneira de resolver o problema é essa, não há outra. Você precisará fazer isso de forma espontânea, como disse Jesus, volta e recomponha. Volta e reconcilia. Ou você terá que fazer isso de forma constrangida. Como assim, Max? De forma constrangida. Se você não recompor os elos sagrados dessa harmonia sublime que Deus criou no universo e todas as suas criaturas estão imersas nessa harmonia, se você não fizer isso, a lei obrigará, constrangirá você a fazer. E essa lei chama lei de causa e efeito. Então, suponhamos que essa pessoa com a qual você não conseguiu reconciliar, que uma pessoa não conseguiu reconciliar com outra, passa dessa encarnação para outra. Mas como essa desarmonia não pode perdurar, porque a harmonia divina é prevalente, é superior, é detentora dos poderes, essa criatura terá que ser constrangida a fazer isso, como acontece muitas vezes os nossos lares, as nossas famílias. recebem espíritos, muitas vezes filhos, filhas, muitas vezes cônjuges, que têm agora novos corpos, mas que são os mesmos espíritos que estavam em decomposição dessa harmonia, ou seja, estava em rivalidade, em animosidade, em campo do mal. E quando essas criaturas começam a conviver nesse novo lar, imagina uma mãe que receberá um filho e esse filho é um algóz dela de uma encarnação passada. Todas as vezes que essa mãe der um beijo, um abraço, um afago nessa criaccia que é para ela o tesouro da vida dela, toda vez que ela

rá um filho e esse filho é um algóz dela de uma encarnação passada. Todas as vezes que essa mãe der um beijo, um abraço, um afago nessa criaccia que é para ela o tesouro da vida dela, toda vez que ela faz isso, sutilmente, ela tá juntando os elos sagrados pouco a pouco dessa realidade que não deveria ter sido desajustada. Nesses movimentos diários, contínuos, ao longo de dias, meses, anos, às vezes uma encarnação inteira, esses elos vão se recompondo sem que a criatura se dê conta de que ela tá fazendo isso porque tá sendo constrangida. Ela não conseguiu fazer isso quando conhecia a pessoa frente à frente. Ela vai conseguir fazer isso pela condição nova que ela tá exposta, que é fazer o contato direto com aquele espírito que agora frágil em suas mãos de criança, consegue então sair de dentro dela, o amor espontâneo por aquela criatura. Ao término desta encarnação ou até antes disso, essas almas já estão recompostas, elas já não são mais se respeitam. Elas se amam. Esse filho admira essa mãe. Essa mãe tem um profundo amor por esse filho. Para pegar um exemplo. Então essa recomposição é o resgate. É o resgate que todos nós vamos fazer. Se nós vamos fazer a loucura de efetuar essa intervenção idébonia divina, como temos feito ao longo de reincedidas reencarnações, nós precisamos fazer agora isso constrangidamente. Agora, quando você sabe disso, quando eu sei disso, quando eu sei que querendo ou não querendo, a harmonia divina prevalece, não a os meus caprichos humanos. É como se fosse assim, você tem o Sol e tem os planetas que giram em torno do Sol. Só para nós termos uma ideia, o Sol é 99,99% da massa de todo o sistema solar. Os planetas, então, são minúsculas partículas que estão atraídas pela gravidade do Sol e pelo seu magnetismo. Ora, é como se você quisesse que o Sol girasse em torno do planeta Terra e não o planeta Terra em torno do Sol. Quando nós fazemos essa intervenção indébita na harmonia divina, é isso que nós estamos querendo, que o mundo gire em torno dos

girasse em torno do planeta Terra e não o planeta Terra em torno do Sol. Quando nós fazemos essa intervenção indébita na harmonia divina, é isso que nós estamos querendo, que o mundo gire em torno dos nossos interesses egóicos, dos nossos caprichos pessoais, quando é o contrário que nós temos que fazer. Nós temos que gerar no interesse da harmonia sublime que vive no universo. Então, se nós já sabemos disso, por que esperar a imposição de uma encarnação paraa gente se reaproximar daqueles problemas que nós mesmos criamos? Sejam eles de desafetos, sejam eles de que natureza for. Se fizermos isso, nós teremos construído o que se chama recompor, resgatar. Eis o resgate. Então, quando a gente faz isso, a gente entende que o mal essencialmente, como quando a gente considera o mal essencialmente, ele não vem de Deus, porque Deus não criou o mal. Não pode existir o mal para Deus, porque ele representa um desvio do homem. Quando a gente fala um desvio do homem, é uma palavra que já vem na nossa linguagem religiosa há muitos anos, há séculos. a milênios, que se chama pecado, que na língua original significa ratai, ou seja, ratai ou ratai, dependendo da pronúncia, é o desvio ao alvo. Quando nós não estamos acertando o alvo, nós estamos em pecado. É a mesma coisa de dizer que estamos fazendo a intervenção idébita. Ou seja, quando nós não fazemos a vontade do pai, que determina, não repete, presta atenção nisso, que determina que nos amemos uns aos outros. Quando não fazemos isso, nós estamos fazendo um desvio. Perceba como nós estamos em desvio há tanto tempo na história da humanidade. E hoje, com essa doutrina dos espíritos de forma tão lúcida, a gente consegue captar isso de maneira clara. O grande problema agora, sabendo disso, é ter coragem. Gente, essa palavra é muito importante e a gente acrescenta a palavra coragem moral para fazer esse trabalho de recomposição ou de reconciliação, ou seja, de volta à harmonia sublime que vige na composição divina. Gente, esse é o ponto aqui. É que nós

rescenta a palavra coragem moral para fazer esse trabalho de recomposição ou de reconciliação, ou seja, de volta à harmonia sublime que vige na composição divina. Gente, esse é o ponto aqui. É que nós separamos, usando uma expressão popular, os homens dos meninos, quem realmente dá contar dá conta de fazer isso para o mundo externo pode parecer um fraco. Você já perceberam isso? Nossa, ele é covarde. Foi lá pedir desculpa. Que coisa mais boba. Da onde o cara que agrediu ele foi lá pedir desculpa? As pessoas olham dessa forma. Por quê? Porque elas não conseguiram perceber ainda essas pessoas que fazem esses comentários que houve uma intervenção indéponia divina e não importa quem a fez, a intervenção foi feita, houve desarmonia, eis o mal e dali vai ter repercussão. Essas pessoas não conseguiram entender isso. Daí por quando se conhece a verdade, a verdade é liberta. É claro que nós não estamos falando da verdade absoluta que ainda não está em condições de ser compreendida por uma humanidade em mundo de expiações e provas. Não estamos falando dessa. Nós estamos falando da verdade possível que é revelada nesse mundo atual. Imagina véus. A verdade é sempre a mesma, mas você vai tirando esses lenços, esses velos aí de cima, o que parecia obscuro começa a ficar claro e você vai conseguindo enxergar o que antes você não enxergava, porque o véu estava literalmente obstruindo. Mas quando você vai estudando, quando você vai compreendendo, quando você vai tendo a fé raciocinada, aquela verdade torna-se nítida, clara, e você não tem mais como discutir. Não há mais como falar assim: "Ah, eu acho que é, eu acho que não, você sabe." E quando você sabe, tem uma coisa chama convicção. Nada te abala, nada te detona, nada te derruba, nada te coloca em fragilidade da fé. Por quê? Porque você sabe que aquilo é a verdade. E a verdade é inabalável. Então, quando nós fazemos isso, nós percebemos que nós crescemos em termos de maturidade espiritual, porque nós estamos ao contrário do que aqueles que

ue aquilo é a verdade. E a verdade é inabalável. Então, quando nós fazemos isso, nós percebemos que nós crescemos em termos de maturidade espiritual, porque nós estamos ao contrário do que aqueles que ainda não sabem o que falam, lembrando Jesus perdoa os fazem e o que falam. Ao contrário deles que ainda não se dão conta disso, ainda não caíram, acordar a consciência, é natural que seja assim. Nós já fomos daquela mesma forma no passado, ao contrário deles, nós sabemos. Então nós já não podemos mais fazer de conta que não houve nada, não. Isso é uma hipocrisia para conosco mesmo e para com Deus. Por quê? Porque nós sabemos. E lembra Jesus de novo, a quem muito é dado, muito será pedido. Se você tem condições de ir lá perdid de perdão aquele irmão, mesmo que você acha que foi ele que te ofendeu, mas se você tem a coragem moral de fazer isso, colocando-se humildemente e não aquela humildade fingida, mas a humildade sincera do seu coração, porque você quer paz tanto para ele quanto para você, você mostrou elevação espiritual. Isso, gente, é o que nos torna espiritualizados. Espiritualizar-se é fazer isso, é pensar do jeito do espírito e não do jeito do homem. É pensar como o espírito e não como o homem. Porque o homem é meio, o espírito é fim. Como assim, Marx? Olha, esse corpo que eu estou usando, que você está usando, ele tem data de validade. Se você cuidar bem direitinho dele, ele vai levar um pouco mais de tempo. Se você não cuidar direitinho, pode ser que ele vá antes. Se você maltratou um corpo anterior lá atrás ou houve esse processo de maldade lá atrás, você vai ter afetado esse corpo e na hora certa vai acontecer o que se chama afloramento dos dramas construídos em encarnação passada. E você vai ter o que se chama doença, que às vezes é a vacaladora, que faz com que esse corpo fica inservível. Ora, esse corpo, sendo ele, são até o final dos dias ou será objeto de um processo de recomposição também, que é o processo chamado lei de causa efeito, que uma doença depuradora está limpando

rvível. Ora, esse corpo, sendo ele, são até o final dos dias ou será objeto de um processo de recomposição também, que é o processo chamado lei de causa efeito, que uma doença depuradora está limpando aquele mal, eis o mal, como disse emo nós estamos fazendo deste corpo meio. O que ficará como definitivo é o que o espírito que tá vestindo-se desse corpo está experimentando. Porque quem passa por situações de de sofrimento, de doenças, sabe o quanto isso é dolorido. Sabe o quanto isso muda os seus padrões de vida, muda o seu jeito de ver a vida, muda como você dava valor para as coisas que hoje você nessa situação você fala: "Meu Deus, para que que eu gastei tanto tempo com aquilo que não me serve para nada quando me serve para levar pro lado de lá, eu não tenho construído em mim ainda". Ou seja, a criatura não estava se espiritualizando e começa a se espiritualizar quando está avaçalada, submetida a um tormento tão dolorido que o mundo de fora às vezes não consegue entender, mas que o mundo de dentro consegue entender. Por isso, refletemos nisso. Por que esperar esses momentos chegarem para que nós possamos fazer a recomposição? Como disse Emmanuel, nós precisamos lembrar que essa recomposição é uma recomposição que depende da vontade. Uma vez que você sabe, você tem condição de fazer a vontade. Só para lembrar, trazendo Jesus de novo, porque Jesus é o nosso roteiro para todas essas movimentações. Ele conta aquela parábola que a gente não vai contar aqui toda, mas vamos lembrar uns trechinhos dela. Aquela parábola daquele filho pródico. Você se lembra? Aquela que o filho pede a herança pro pai e sai gastando todo o dinheiro, toda os recursos que o pai forneceu a ele até chegar no fundo do poço, né? Nem a comida que os porcos tinham para comer, ele tinha direito. Naquele momento em que o espírito está sob um drama difícil e insuportável, ele tá sentindo a fragilidade humana. Naquela história fica muito claro isso. A fragilidade humana fica evidente quando ele está impotente para conseguir

rito está sob um drama difícil e insuportável, ele tá sentindo a fragilidade humana. Naquela história fica muito claro isso. A fragilidade humana fica evidente quando ele está impotente para conseguir até o que comer. E nem mesmo que os porcos comiam. Ele tinha direito. Não é a imagem que Jesus criou para mostrar o fundo do poço mesmo. E que que acontece nessa hora com ele? E que acontece com a maioria de nós quando somos lúcidos? Acontece o que se chama despertar. acontece aquilo que a gente fala, como ele diz: "Pai, pequei contra o céu e diante de ti já não sou mais digno de ser chamado teu filho. Aceita-me como um dos teus empregados". Ou seja, ele reconhece a menor valia que ele tem em diante do Senhor da vida. Ele percebe que sem o Senhor da vida ele não vale nada, nada. Porque o pai deu a herança, mas uma vez que ele não mais estava ligado ao pai, ou seja, ele rompeu a harmonia sublime, ele deixou de se beneficiar do alimento espiritual que se chama lei de amor. O fluxo que vem da da imensidão desse universo como se fosse o sopro divino de que todos nós nos nutrimos. Ele deixa de se nutrir, nessa hora ele cai. Que que é que faz depois? Ele não fica só nesse penitenciar. Ai meu Deus, por que que eu fui fazer isso? Ai pai, me perdoa. Não, ele não faz isso apenas. Esse é o primeiro ponto. Ele faz um outro movimento que é muito importante. Ele diz que iria se levantar e iria ter com o pai dele e iria dizer pro pai dele que tinha feito isso, que tinha pecado e que ele aceitasse e fez. levantou-se e foi para o seu pai. Olha que bacana. E quando ele levantou-se, foi para o seu pai, na no ensino que nos trouxe agora, ele fez o resgate, porque naquele momento ele recompôs começou a recompor o elo sagrado que tinha deixado lá atrás com o pai quando ele pediu herança. É o que nós fazemos em todos os movimentos quando nós não fazemos a vontade do pai. De novo, a vontade do Pai é uma só. É uma só que nos amemos uns aos outros. Não precisa de mais nada. Se fizermos isso, por

nós fazemos em todos os movimentos quando nós não fazemos a vontade do pai. De novo, a vontade do Pai é uma só. É uma só que nos amemos uns aos outros. Não precisa de mais nada. Se fizermos isso, por consequência, nós estamos amando a Deus com todas as coisas. Por consequência, nós estamos amando a nós mesmos e, por consequência, estamos amando o outro. Se nós fizermos isso, que é a lei máxima de um universo inteiro, que amar ao próximo como a si mesmo, você fará a recomposição e aí você fará o resgate. O resgate então se fará quando o pai vendo aquele filho chegar, vai correr na direção dele, porque é uma alegria para o pai perceber que a lição que o filho teve que passar foi apreendida, a lição foi assimilada. O filho teve coragem de voltar e dizer pro pai que estava errado. Pai, perdoa. Perdoa, pai. E o pai não precisa falar, perdoa, porque na linguagem dos judeus ele dá um beijo, como disse Jesus aqui na testa, que simboliza que para todo mundo que tá vendo aquela situação, que o pai perdoa aquele filho, que era um filho que não teria perdão na sociedade judia daquela época e talvez até de hoje. Então, nesse momento, o pai enche-se de compaixão, como disse Jesus. Que que é compaixão? É você se vê no lugar do outro. Oh, esse meu filho passou por tanta dificuldade, agora ele voltou. Que alegria, Senhor. Que alegria. Então, é esse o ponto. E aí vocês lembram da história que a gente não vai aqui nos atermos a ela. Faz uma festa, né? E tem o anel que simboliza esse elo sagrado que Emmanuel coloca. Traga o anel para simbolizar que ele é meu filho, não é empregado coisa nenhuma. Então, nós vamos ouvir nessa passagem de Jesus dizendo que este meu filho, o pai dizendo, estava morto e reviveu. Este meu filho estava perdido e foi achado. Ou seja, toda vez que nós fazemos a nossa vontade caprichosa, egoísta, egocentrada, estamos perdidos. Toda vez que fazemos a nossa vontade egoísta, caprichosa, egocentrada, nós estamos mortos em espírito. Não estamos nos espiritualizando. Percebem isso,

richosa, egoísta, egocentrada, estamos perdidos. Toda vez que fazemos a nossa vontade egoísta, caprichosa, egocentrada, nós estamos mortos em espírito. Não estamos nos espiritualizando. Percebem isso, pessoal? Todo isso que se afasta de Deus, você deixa de se espiritualizar, porque você deixa de se nutrir daquilo que te sustenta na ordem sublime da harmonia cósmica. Gente, é tão simples falando assim, né? Quando a gente vai estudando, a gente vai, a simplicidade das leis divinas são esmagadoramente claras. O problema é que a gente complica com os nossos entraves internos, as nossas amarras, os nossos desejos íntimos. Esse é o problema. Portanto, gente, nós precisamos lembrar que é da nossa alçada, da nossa alçada individual tomar a decisão de voltar pro pai de onde nos afastamos. tenha sido o desvio que for que tenhamos cometido. Lembremos para a nossa paz íntima, aquela paz que Jesus diz que o mundo ainda não pode dar, que ele nos legou, para que nós tenhamos essa paz íntima, é necessário que nós voltemos para o Pai de onde nos afastamos por característica de egoísmo. E a melhor maneira de fazer isso, a melhor maneira para você combater esse egoísmo que todos nós temos é quando a gente olha o oposto de egoísmo. O oposto de egoísmo todo mundo aqui sabe, eu não preciso dizer, mas os espíritos disseram bem claro, aliás, foram os comentários de Allan Kardec tratando essa questão, quando ele diz assim: "O egoísmo é a fonte de todos os vícios, como a caridade é a fonte de todas as virtudes." Aí você consegue entender que para para algumas pessoas parece uma coisa assim meio padal. A a frase de Kardec fora da caridade não é salvação. Aqui você entende o que que é salvação? Salvação você voltar pro pai de onde você se afastou. É só isso. Não é se salvar de um perigo. Tu pode olhar por esse lado também. Mas a salvação no sentido essencial da palavra aqui que foi trazida pro Kardec é de você voltar ao pai de onde você se afastou por alguma razão. Aquele menino filho pródigo, quando ele voltou pro pai, ele

a salvação no sentido essencial da palavra aqui que foi trazida pro Kardec é de você voltar ao pai de onde você se afastou por alguma razão. Aquele menino filho pródigo, quando ele voltou pro pai, ele se salvou porque ele voltou a estar no colo maternal, paternal, no colo que lhe dá o sustento, que lhe dá as condições para que ele se espiritualize na direção da perfeição. Então, por isso, se você quer combater o egoísmo, se eu quero, se nós queramos, lembre-se, faça a caridade, faça o bem no limite das suas forças, sem se preocupar com o que os outros vão dizer. Preocupe-se com o que seu íntimo vai dizer. Preocupe-se com seu bem-estar íntimo e saber que você fez algo que marcou de alguma forma a vida de outro. que a sua ação, seja ela de que natureza for, pode ser uma ação simples, pode ser uma ação complexa, mas ela fez uma profunda contribuição na vida do outro. Em outras palavras, você deixou marcas, presta atenção nessa palavra, você deixou marcas que são indeléveis naquela alma que você com ela agiu em favor dela, pelos seus esforços. Pelos seus esforços. que não são esforços, vamos dizer, premeditados, são esforços espontâneos de fazer o bem pelo bem. Toda vez que você faz isso, você tem a construção natural e gradual do bem mais valoroso que alguém pode querer. Chama-se amigos. Cada vez que você faz o bem pelos outros, especialmente quando os outros não estão esperando que você faça esse bem, você tá fazendo uma rede de amigos. que vão te custar muitos benefícios. Te custar não, vão te gerar muitos benefícios que você nem se dá conta. Tem uma frase que diz assim: "O universo conspira a favor dos que agem no bem". Essa frase é verdadeira. Só que no Espiritismo a gente diz: "Esse conspira são as pessoas com as quais você conviveu fazendo o bem, agindo para você em seu favor, silenciosa anonimamente, sem que você se dê conta. Pode ser uma prece. pensou em você e se lembrou de você com alegria, lembrou-se de você com sentimento de gratidão. Gente, isso tem um valor que você não tem noção nos

mente, sem que você se dê conta. Pode ser uma prece. pensou em você e se lembrou de você com alegria, lembrou-se de você com sentimento de gratidão. Gente, isso tem um valor que você não tem noção nos impactos magnéticos da sua vida. as coisas começam a dar certo, você não consegue entender por que elas estão dando certo. É porque tem uma conspiração magnética em seu favor, gerada de forma consciente ou inconsciente por todos aqueles que você agiu em favor deles. Emanu diz que tem um um momento da vida da gente quando isso acontece, todos aqueles que você fez o bem, eles agem como seus advogados, sem que você se dê conta disso. Quando você é submetido a uma prova ou uma situação difícil. Então, com todo respeito, não fazer o bem depois de saber tudo isso, desculpa, gente, não é inteligente para dizer um mim, não é inteligente para usar só o raciocínio, mas não fazer o bem é mais do que isso. É não se sentir bem por dentro, porque o primeiro a fazer o bem é quem vai sentir o bem que fez. Porque é como passe. Quem dá aplica passe, o primeiro a receber do mundo espiritual as energias benfeitoras é quem tá dando passe. Então, quem dá é o primeiro a receber. Por isso que é dando que se recebe. É tão lógico, tão simples que parece banal, mas não é, gente. A gente tem que aprender que isso é a realidade da vida. Se fizermos isso de maneira natural, chegaremos ao nosso destino, que é sermos felizes. Plenitude, reino de Deus, seja o termo que quisermos aqui colocar. Por isso que a gente precisa lembrar muito claramente que o amor ao próximo, como disse Kardec, o amor ao próximo como a si mesmo, que aquela expressão que tá no resumo de toda a lei divina, é a expressão mais profunda da caridade. Por quê? disse Kardec, porque resume, meu filho, todos os seus deveres para com o seu próximo? É dever, porque eu devo pro outro, assim como o outro deve para mim, num processo que a lei impõe, ela nos coloca ligados uns nos outros para que um, dependendo do outro, possa auxiliar o outro. E quem tem mais

orque eu devo pro outro, assim como o outro deve para mim, num processo que a lei impõe, ela nos coloca ligados uns nos outros para que um, dependendo do outro, possa auxiliar o outro. E quem tem mais deve dar para quem tem menos. E você tem sempre um pouco mais do que o que tá abaixo de você. E alguém em cima de você tem sempre um pouco mais acima de você do que você mesmo detém. E eu não tô falando de coisas que é mais fácil de fazer, não. Tô falando, por exemplo, do tempo, da atenção, do sorriso, do abraço, do carinho, do pensar com o coração na direção daquele irmão que conosco caminha. Então, amor ao próximo, gente, nada mais é do que a caridade, na mais completa expressão dela, é você fazer tudo que você gostaria que fizesse a você na essência, em benefício dos outros que convivem com você. Quando você age nesse campo, não tenha dúvida. Você cumpriu a lei divina, você cumpriu a lei de amor no limite das suas forças. Cada um de nós, cada um de nós tem um limite de dar conta de fazer. Mas esse limite, só nós intimamente podemos fazer o julgamento. Será que eu fui no meu limite? Normalmente chega a conclusão, não, eu poderia ter feito um pouco mais. Se você chega a essa conclusão, a cada vez que você fizer, vai um pouco mais no seu limite, porque o dia que você fizer isso no seu limite máximo, você fará o que se chama instinto moral. Você fará o amor por impulso, o amor por hábito, o amor pelo amor, sem cogitar, sem pensar. Aí então a caridade estará literalmente implantada nessa criatura. Por isso, minhas amigas e meus amigos, para encerrarmos, vamos lembrar que o princípio da caridade é o princípio de salvação de todos nós. Não é uma palavra vã, como muitas pessoas conseguem encarar. é uma palavra que tem profunda acepção da lei de amor em movimento, da lei de amor em ação. Não fazer isso é fugir da sua própria salvação. O problema, pra gente encerrar, eu vou lembrar Emânuel quando ele diz assim: "O problema é que nós sabemos de tudo isso agora explicado aqui fica nítido na nossa mente. Mas a

da sua própria salvação. O problema, pra gente encerrar, eu vou lembrar Emânuel quando ele diz assim: "O problema é que nós sabemos de tudo isso agora explicado aqui fica nítido na nossa mente. Mas a gente já sabia disso. Marcos, você tá falando coisa que eu já sei, mas acende, né? Torna a aparecer de novo. Poxa, eu sei, mas tava esquecendo aí. aquilo volta, né? Mas isso quando a gente sair dessa palestra aqui, a gente vai voltar à vida do cotidiano e às vezes o cotidiano nos engole e a gente começa a egocentrar-se de novo. E esquece que ao nosso lado pode estar gemendo e chorando criaturas que estão ao nosso alcance para socorrermos. E o chor, o chorar e o gemer não é só camada social que as pessoas realmente pensam numa camada social inferior. Pode ser um irmão nosso, camada social superior, que tá com dramas íntimos profundos, que não consegue sair daquele emaranhado em que ele mesmo se se envolveu. E você às vezes emprestando o seu ouvido, fazendo uma companhia, indo lá visitar, você às vezes cria as condições que por ele mesmo sozinho não consegue criar de fazer o que se chama catar-se de colocar para fora aquilo e depois de colocado para fora aquilo falar assim: "Nossa, eu estou me sentindo tão bem." Por quê? Porque você fez um alívio. O que que você fez? você gastou um tempo seu para ele. É isso. É isso. Por isso, Emano diz, o Cristo não estabelece linhas divisórias entre o templo e a oficina, ou seja, entre o nosso aprendizado aqui desse momento e o mundo lá fora. Porque ele diz que toda a terra é o seu altar de oração e o seu campo de trabalho ao mesmo tempo. Ou seja, eu não posso ser um aqui e outro lá fora. Eu tenho que colocar tudo isso em prática lá fora. E ele adverte que por louvar Jesus nas igrejas, nos centros espíritas, seja onde for, e menos cabalos da rua, quando a gente tá diante da situação e não faz o que a gente aprendeu a fazer, é que temos navargado 1 vezes, palavras dele, 1000 vezes por nossa própria culpa. eh a intervenção indépo, porque nós sabíamos o que tinha que

nte da situação e não faz o que a gente aprendeu a fazer, é que temos navargado 1 vezes, palavras dele, 1000 vezes por nossa própria culpa. eh a intervenção indépo, porque nós sabíamos o que tinha que fazer e não fizemos por escolha própria. Por isso, vamos lembrar Jesus muito claramente para encerrarmos. Ele disse: "Um último mandamento eu vos deixo, que vos ameis uns aos outros como eu vos amei." Gente, isso é poderoso demais. Sabe por que que isso é poderoso demais? Porque ser ele é o guia e o modelo de todos nós. Você entende que amar o próximo a si mesmo é impessoal, é mais difícil de você assimilar e pôr em prática. Mas quando você tem uma referência que teve aqui na terra e mostrou para você como é que se faz, como eu vos amei, você tem todas as condições de tentar fazer a mesma coisa que ele te ensinou fazer. Vamos dar conta da primeira vez? Claro que não. Não somos Jesus. Ainda somos seres em processo de perfeição, mas se não dermos os primeiros passos um atrás do outro, sequenciado e persistentemente, não chegaremos no destino que nós estamos preparados para chegar. Por isso, quem chega mais cedo é quem faz a vontade do Pai. E a vontade do Pai é que nos amemos uns aos outros, como o filho maior que ele nos mandou, nos amou. Então, gente, muita paz a todas, muita paz a todos e muito obrigado por nos compartilhar aqui esse momento de estudo conosco. Muita paz. Obrigada, Max, por tão belas reflexões nesta noite. Que Jesus te abençoe e te ilumine sempre, meu irmão. Agradecemos a presença amorosa dos nossos amigos internautas que sempre estão conectados conosco. Que o divino amigo Jesus esteja sempre em nossos lares, nos iluminando, nos intuindo, nos dando a paz para a nossa jornada aqui neste plano. Um bom fim de semana a todos, uma boa noite e que a paz de Cristo esteja em nossos lares.

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