As paixões • Max Lânio

Mansão do Caminho 07/11/2025 (há 5 meses) 48:39 986 visualizações

Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista recebe um convidado especial para abordar temas do cotidiano à luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se reúnem em momentos de aprendizado e reflexão sobre o Evangelho de Jesus. *Realização:* União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #Espiritismo #DoutrinaEspirita #EvangelhoDeJesus #PalestraEspirita #UEVC #VitoriaDaConquista #EstudoEspirita #LuzDoEvangelho #ReflexaoCrista #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências. Que a sua paz esteja em cada coração. Sejam bem-vindos em mais uma live aqui na Webc TV. e também conosco a TV Mação do Caminho. Sempre uma grata satisfação saber que estamos na companhia de tantas almas queridas para mais um instante de reflexão em torno da mensagem do mestre à luz da doutrina espírita para assim comungarmos junto do conhecimento que liberta-nos da ignorância de nós mesmos. Então, nesse momento, que possamos elevar os nossos pensamentos uma prece. Divino amigo, te agradecemos, Senhor, a companhia bendita dos amigos nos dois planos da vida. Te agradecemos a oportunidade bendita de estarmos nesta terra, nesse tempo, trabalhando as nossas consciências, a fim de despertarmos para as leis da fita que nos rege e nos governa. que sejamos, Senhor, compartícipes contigo no intuito de renovação da nossa mente, a fim de trabalharmos juntos para assim instituir o teu reino dentro de nós, a fim de que um dia ele possa se espalhar sobre toda a terra, sob o teu amparo e a tua proteção. Senhor, te rogamos a tua assistência nesse instante para todos aqueles que estão nesse instante sintonizados com o teu amor. E assim, amigo, te convidamos que permaneça conosco. Hoje nós temos a alegria de receber mais uma vez em nossos canais nosso querido irmão Maxlânio Lacerta, lá da cidade de Brasília, que hoje vai abordar o tema As paixões. Max, seja bem-vindo. Sempre uma imensa alegria tê-lo em nossos canais, amigo. casa já é mais do que sua. Acho que você já é sócio da União Espírito de Vitória da Conquista. Então, com sua carteirinha na mão, pagando voto de muita paz, nós passamos a palavra para você. >> Gratidão, amiga Rosângela. Boa noite a você. Boa noite às amigas e os amigos que nos acompanham, que estão aqui no nosso serviço aqui de apoio, no que não aparecem. Ana Aira, que tá aqui nos ajudando na interpretação. E hoje nós vamos falar muito bem sobre um assunto que pouca gente que fora do âmbito do

o aqui no nosso serviço aqui de apoio, no que não aparecem. Ana Aira, que tá aqui nos ajudando na interpretação. E hoje nós vamos falar muito bem sobre um assunto que pouca gente que fora do âmbito do espiritismo tem assim uma consciência do que essa palavra significa. Nós vamos falar das paixões e Kardec eh eh reserva uma parte do livro dos espíritos para tratar desse assunto, né? Então ele apresenta uma série de questões que abordam essa questão, mas ao longo da obra O livro dos Espíritos, você vê várias vezes a palavra paixão ou paixões aparecendo e Kardec apontando muito claramente. Eu confesso a vocês que quando eu cheguei no espiritismo, eu só tinha noção de paixão. Fala: "Ah, tô apaixonado por uma pessoa". Esse era o sentido de paixão que eu tinha, né? Que era alguém que gostava de outra, assim, gostava muito, né? E não tava totalmente errado não, porque tem aí um processo que vai ter uma fundamentação nisso, mas o termo vai muito mais além do que isso. Então assim, pra gente entender claramente como isso acontece, Kardec foi quem nos trouxe luz. E ele apresenta na questão 907, que tá lá no último capítulo da terceira parte do livro dos espíritos, uma pergunta aos espíritos que para mim foi a pergunta que mudou completamente o modo como eu enxergava essa palavra. Ele falou: "Será substancialmente mau o princípio originário das paixões? Embora esse princípio esteja na natureza. Ou seja, o fato de você ter paixão por alguma coisa é mal? A origem disso é mal? Será? Será mau isso? Então assim, eu tenho paixão por futebol, eu tenho paixão por dinheiro, eu tenho paixão por minha esposa, eu tenho paixão. A gente usa muito esse termo, né? Quando a gente usa esse termo, a gente tá indicando que tem uma uma força muito grande nos ligando àquilo que a gente tá referenciando. Então eles vão responder: "Não, não, não, Alan Carqu não a paixão, na verdade está no excesso de que se acresceu à vontade." Então, que que nós estamos falando aqui? Nós estamos falando numa vontade. A vontade que é o que faz você,

não, não, Alan Carqu não a paixão, na verdade está no excesso de que se acresceu à vontade." Então, que que nós estamos falando aqui? Nós estamos falando numa vontade. A vontade que é o que faz você, como diz um ditado popular, crescer os olhos, né? a gente fica com a vontade terrível e aí começa a ter um desejo que é além da necessidade. Então, deixa de ser natural para ser algo além do natural. Então, a palavra excesso é que conta aqui tudo. Eu eu vou utilizar muito dessa força porque paixão é uma força. Nós vamos ver isso ao longo da da compreensão no estudo espírita. é uma força. Se eu utilizar essa força de maneira excebada, seja num campo ou no outro, aquilo que pode ser bom pode se tornar ruim. Por exemplo, eu vou dar um exemplo aqui para servir de paralelo. Imaginemos alguém tomando água. A recomendação tome muita água porque é bom pro corpo, mas se você tomar água além do que o seu corpo precisa, você vai ter problemas. Então a água que é um bem, ela vai te causar mal se você fizer excesso dela, assim como se você fizer o não uso dela. Então não é a água o problema, o problema é o quzo utilização da água. Não é a paixão. O problema a força da paixão é importantíssimo. É o abuso que a gente faz dela é que causa o mal. Então esse é o ponto fundamental. A gente vai fazer o uso que está em nossas mãos. Então assim, quando eu vi isso, eu falei: "Poxa, então a paixão é uma coisa boa, não é uma coisa ruim. O que eu faço dela que decide se vai ficar ruim ou vai ficar bom". Então aí a gente começou a entender um pouco melhor e eu me atirei, tô aqui compartilhando com vocês a um estudo desse assunto e fui ver como é que as paixões nascem, como é que elas evoluem, se se tá na natureza, como Kardec constatou na pergunta que nos referimos agora aí, como é que essa paixão realmente apareceu? como é que isso funciona. E aí a gente vai buscar uma outra obra que é o Evangelho Segundo o Espiritismo, no seu capítulo 11, onde nós vamos encontrar um artigo, uma produção literária maravilhosa de um

mo é que isso funciona. E aí a gente vai buscar uma outra obra que é o Evangelho Segundo o Espiritismo, no seu capítulo 11, onde nós vamos encontrar um artigo, uma produção literária maravilhosa de um espírito chamado Lázaro. lá no item oito, ele vai apresentar um dos mais belos poemas, se eu pudesse classificar como tal, de explicação das da nossa evolução e com a evolução o que a gente traz junto dela. E as paixões ou as sensações, elas vêm junto com a evolução. E ele chega a dizer de uma maneira muito clara que na nossa origem nós só tínhamos instintos. Então, se você olhar os homens primitivos, aqueles que iniciavam o processo de evolução, o que que prevalecia neles? Era instinto. Então eles agem, agiam naquele princípio do mundo dos primitivos. Quando a gente tava desenvolvendo as primeiras bases da inteligência, nós tínhamos sido individualizados. A força, olha a palavra que eu estou usando, gente. A força que prevalece nas tomadas de decisões que a vida nos impera era o instinto. Então, o instinto é uma herança que nós conquistamos quando estávamos evoluindo como princípio espiritual no reino animal. E o extinto é uma espécie de inteligência, como ensina a doutrina espírita, como ensinam os espíritos. O instinto é uma inteligência que não erra. A gente brinca sempre, eu procuro contar essa historinha porque ela é muito engraçada. Eu nunca vi falar que alguém foi apresentar lá no Procom reclamação contra o João de Barro, porque a casinha não ficou do jeito que tinha que ficar. Gente, tem milênios que o João de Barra faz a casa dele e ele, na verdade nunca errou. Você não vai encontrar a Joana de Barro lá no propô reclamando do João de Barro que não fez a casinha direito. Por quê? Porque ele age num processo automatizado. O extinto é uma propulsão, é uma força que vem de dentro para fora que você não cogita. Essa é a palavra importante. Você não cogita, você não pensa. Você age por um impulso que está instalado, está automatizado. Você, por exemplo, a pulsação do seu organismo, o

fora que você não cogita. Essa é a palavra importante. Você não cogita, você não pensa. Você age por um impulso que está instalado, está automatizado. Você, por exemplo, a pulsação do seu organismo, o seu batimento cardíaco, os seus movimentos peristáuticos, o seu ato de respirar, tudo isso acontece a sua revelia. Eles funcionam por um automatismo que levamos milênios e milênios e milênios nos nos reinos anteriores conquistando. E hoje esse processo automatizado, ele dá para você a liberdade de ter a consciência livre para pensar outras coisas. E assim aconteceu. No começo a gente tinha extinto, mas à medida que nós fomos evoluindo, a inteligência foi tomando forma, a inteligência foi tomando lugar e nós começamos a sair daquelas decisões puramente distintivas e começamos a agir por conta própria. Isso é o resultado do que se chama livre arbítrio, que o pai concedeu à criatura nessa fase inicial. E é claro que o livre arbítrio nessa fase inicial bem estreito, bem pequeno, mas com o tempo o livre arbítrio vai se alargando, se alargando até um dia nós dissermos, dizemos que o livre arbítrio está no máximo que a criatura pode ter, que vai ser o estágio de evolução máxima que nós vamos chegar. Ora, a gente percebe percebe isso de forma tão clara que isso é um processo que hoje você percebe claramente em algumas situações na sua vida. Por exemplo, instinto de conservação. Você ainda tem o instinto de conservação. Você não pensa: "Ah, vou me defender porque ele vai me dar um murro". Não, você simplesmente afasta o seu rosto por instinto, um impulso que você não pensa porque faz parte da conservação da sua situação como ser vivente. Então aqui você é exatamente como é um animal, porque a herança é a mesma, a força, a propulsão é a mesma, mas a inteligência já age. Assim como você pode interferir em coisas instintivas, né, que você não interferia antes porque não tinha inteligência, assim você pode interferir e mudar. Vamos chegar outro exemplo. Se você tem o seu processo respiratório, você pode

coisas instintivas, né, que você não interferia antes porque não tinha inteligência, assim você pode interferir e mudar. Vamos chegar outro exemplo. Se você tem o seu processo respiratório, você pode alterar o seu processo respiratório com a sua vontade. Se você, por exemplo, mudar o o modo como você respira, você pode controlar sua respiração diferente do que você faz hoje. Ou você pode alterar os seus batimentos cardíacos às vezes sem que você participe. Por exemplo, apareceu o amor da sua vida que você já estava esperando há tempo, o seu coração dispara. seja esse amor, um filho que você não vê há muito tempo ou um esposo e uma esposa que você sempre sonhou em ter. Então, na verdade, nós temos o processo instintivo que já pode ser alterado pelo processo da inteligência. Aqui a gente começa a perceber o aparecimento das paixões. Por quando instinto puro, nós não refletíamos, não cogitávamos. Mas com o instinto perdendo força e ganhando força à inteligência, nós podemos tomar decisões. E como a inteligência ainda está iniciando-se, nós erramos, nós tomamos decisões e ao contrário do Joãozinho de Barro, a gente erra. Por quê? Porque o processo da lei de evolução diz que você vai ter que aprender com erro e acerto. Você vai experimentar. Então você não sabe se a água é mole e a rocha é dura até tocar. Você não sabe se o vermelho é vermelho e o verde é verde até vê-los e até distinguí-los. Então você vai descobrindo isso até o dia em que você com o seu movimento de crescimento moral distingue o bem do mal. Então o processo que nós estamos atravessando no processo evolutivo é o processo em que você tem o mérito dos resultados. você chega à conclusão que você tomou a decisão e você tomou a decisão baseado nas suas próprias avaliações, nas suas próprias ponderações. Então, nesse estágio que a gente começa a ter lá no mundo bem inicial, quando esse planeta ainda era muito primitivo, nós tínhamos os nossos ancestrais, eles tinham paixões, eles nutriam paixões, já não era só extinto,

io que a gente começa a ter lá no mundo bem inicial, quando esse planeta ainda era muito primitivo, nós tínhamos os nossos ancestrais, eles tinham paixões, eles nutriam paixões, já não era só extinto, mas não era ainda tão evoluídas como a gente. Mas aí o Lázaro lá naquele livro que a gente falou, que é o Evangelho de Segundo Espiritismo, capítulo 11, o Lázaro diz assim: "No início nós só temos extinto, mas diz ele, quando mais é avançado." Ele tá falando avançado do ponto de vista da lei de progresso. Nós estamos evoluindo. E aí ele usa um termo que na primeira vez que eu lembro chamou atenção, avançado e corrompido. Só tem sensações. São as palavras de Lázaro, sensações que são aqueles movimentos que você quer satisfazer em você. Por exemplo, sensação de comer, sensação de bem-estar material, sensação de possuir, sensação de vencer, sensação de ganhar, sensação de perder, sensação de uma série de coisas. Mas as sensações elas são causadas pelas nossas buscas e as nossas buscas são causadas pelas nossas paixões. Então nós vamos tentar satisfazer com as nossas paixões o que nós julgamos nessa fase como sendo melhor para nós do ponto de vista sensorial. Então, preste atenção que aqui está o problema. Se nós tivermos aquele conhecimento das leis que nos regem a vida, aqui nessa fase, nós não nos corromperíamos. Mas como o conhecimento dessa lei ainda não é assimilável completamente por nós, nós nos corrompemos. Como se corrompe, Marx? Ora, eu acabo tomando uma decisão que não está em harmonia com a lei cósmica, com a lei divina. E o que que acontece? Toda vez que eu tomo uma decisão que não está em harmonia com a lei cósmica, com a lei divina, eu entro em dissonância com ela. Isso quer dizer que eu vou ter que me reajustar à lei. E isso se chama e devolver o que eu tirei dela. É como se você tivesse uma contabilidade, você tirou indebitamente e tem que acreditar. Isso chama lei de causa e efeito. E é aqui que é o problema. a gente começa a errar, mas se a gente tiver a voz da

como se você tivesse uma contabilidade, você tirou indebitamente e tem que acreditar. Isso chama lei de causa e efeito. E é aqui que é o problema. a gente começa a errar, mas se a gente tiver a voz da consciência, que apesar de a gente não ter o domínio das leis todas, mas em qualquer fase desse processo evolutivo que eu estou me referindo, você tem uma voz da consciência que te alerta sempre na fase mais primitiva de que aquilo não te convém fazer. Se a voz da consciência te alertou e você fez, é porque você nutriu paixões no sentido mal do uso delas. Ou seja, abuso. Você quer mais do que você precisa. Isso é o que corrompe o espírito. Isso é o que corrompe a criatura e a evolução. E é por isso que nesse momento a gente contrai o débito para com a consciência cósmica. A gente terá que quitar. E aí você explica porque que há dores, porque há esses problemas de correção, esses mecanismos de correção que o pai criou para nos acordar, para nos alertar: "Meu filho, você está errado". Porque a dor é uma mestra, mas você não pode lutar contra o mestre porque você perde a chance do aprendizado. Todo aquele que luta contra o mestre, ele não aprende o que o mestre tá querendo ensinar. Então, a dor, por exemplo, imagina você ter uma pessoa que tá andando descalço e ela não tem sensibilidade nos pés. Vamos imaginar essa situação aqui pra gente entender essa tal de dor. Aí essa pessoa tem um tropeção em uma rocha e machuca o dedão, mas como ela não viu, não sentiu que o dedão foi machucado, ela não para para verificar o que aconteceu, porque não teve nenhuma sensibilidade, continua andando. Se mais na frente ela tropeça em outra situação, quando ela parar, não mais não porque não ouve dor, mas porque cansou, por exemplo, e ela olhar, talvez já não tem nem mais o dedão lá. Por quê? Porque ele foi destruído pelo ato de não observar o que você deveria ter observado no primeiro momento que você tropeçou. Então o que que a dor faz? Faz você parar para você analisar o que você tá fazendo e verificar o que precisa ser

de não observar o que você deveria ter observado no primeiro momento que você tropeçou. Então o que que a dor faz? Faz você parar para você analisar o que você tá fazendo e verificar o que precisa ser corrigido. É isso que se chama lei de causa efeito. Você resposta em você mesmo para que você aprenda com aquela experiência. Se nós formos, se nós formos sinceros para conosco mesmo, para com a nossa consciência, nós não vamos lutar contra a mestra. Nós vamos aprender. F. Puxa vida, obrigada, dor, porque você me ensinou que eu tenho que parar, eu tenho que calçar um sapato, eu tenho que tomar alguma providência para proteger a integridade do meu corpo. Analisando esse exemplo, então aí você age aproveitando aquilo que o mestre te ensinou, chamada dor. Então, a dor não tem nenhum problema, nenhum problema, desde que você saiba ouvi-la, desde que você saiba aceitá-la como educadora do espírito. Se você aceitá-la e fizer depois de da forma como deveria ter feito desde o início, ela foi para você a corretora do seu rumo evolutivo. Você não terá que sofrer novamente essa mesma experiência porque você aprendeu com a experiência anterior. e um pouco mais conceituado nas leis de Deus, mais atencioso com os aspectos da consciência, você incidirá menos em erros novos e não terá que ser advertido pela grande mestre para que seja corrigido. Então veja que está em nossas mãos o nosso destino, está em nossas mãos a nossa condição de ser feliz sem sofrimento ou ser feliz chorando, como a gente vê muita gente buscando a felicidade por esse caminho. Então a gente percebe que a paixão é realmente um mecanismo de teste. Ela coloca você em teste. É gostoso comer, mas comer demais dá problema. Então o que que acontece? a gente tem que impor limites. E aí tem uma pergunta interessantíssima que Kardec faz no livro dos espíritos, que é a questão 908. Ele fala assim: "Mas, mas como é que a gente pode determinar o limite em que as paixões deixam de ser boas para que elas se tornem más?" Então, aquele limite que

ro dos espíritos, que é a questão 908. Ele fala assim: "Mas, mas como é que a gente pode determinar o limite em que as paixões deixam de ser boas para que elas se tornem más?" Então, aquele limite que começa ou ter de mais ou ser de menos, como é que eu faço para determinar isso? Porque esse é o segredo da coisa. Se eu conseguir captar o momento exato do limite, eu não vou nem além e nem a quem. Eu fico no que a paixão me fornece de melhor. E aí ele responde de uma maneira interessantíssima. Ele disse assim, o espírito que respondeu essa pergunta: "As paixões, meu filho, são como um corcel, um cavalo selvagem que só tem utilidade, só serve quando você governa. Quando você governa. Mas se você não governa, torna-se perigoso e esse cavalo, esses cavalos selvagem passa a tear e você pode ter aquilo que se chama tombo, que pode ser inclusive a sua própria morte, falando do ponto de vista humano. Então, obviamente é um processo em que você tem que ter aquilo que se chama domínio. Por isso que vontade entrou aqui na palavra, naquela primeira questão que a gente buscou como apoio. A vontade de parar você tem que ter mais forte do que vontade de comer. Então vamos pegar uma coisa gostosa. Imagine chocolate. Acho que chocolate é uma coisa mais ou menos quase todo mundo gosta. Tem alguém, algumas pessoas que não, mas vamos imaginar. É bom. Você sabe que é gostoso comer chocolate. O que é pior? A gente começa a comer um, dá vontade de comer muitos. Mas o que que a tua experiência anterior já te disse, meu filho, vai te fazer mal, vai te dar efeitos colaterais, vai ter problema. Por que que você insiste em comer? Ah, porque é bom, é gostoso demais. Aí é a tal da força de vontade. Preste atenção nessa palavra, porque muitos de nós pouparíamos sofrimentos se tivéssemos a força de vontade em primeiro fronte lá na frente, e não a vontade de comer o que em excesso me fará mal. Então, não é a questão de novo de você ter a paixão, é de você governá. A paixão é um estímulo, mas o excesso te

em primeiro fronte lá na frente, e não a vontade de comer o que em excesso me fará mal. Então, não é a questão de novo de você ter a paixão, é de você governá. A paixão é um estímulo, mas o excesso te faz mal. E aí Allan Kardec vai dizer muito claro que com isso o mérito evolutivo, a questão meritocrática está no governo da vontade. Então vocêirá resultados de paz, de tranquilidade íntima se você controlar a vontade. E por isso que a gente ouve Jesus dizendo: "Vigiai e orai para que não entreis em tentação. Seja a tentação para comer esse chocolate. Seja a tentação para ter mais dinheiro do que precisa. Seja a tentação para ter mais conforto do que precisa. Seja a tentação para ter mais do tudo que é bom do que você precisa. Tudo isso você terá que aprender por você mesmo. Cada um de nós terá que controlar essa vontade, terá que ter império sobre a vontade. Esta é a palavra império. Enquanto você não tiver vontade firme de saber dizer sim, sim, não, não. Tudo o que vier fora disso procede do mal, disse Jesus. E nós estamos aqui exatamente fazendo isso. E aí a gente vai ouvir nessa mesma questão que a gente se referiu agora, uma paixão se torna perigosa a partir do momento que a gente deixa de governar. E aí dá como resultado prejuízo para qualquer pessoa ou para nós mesmos. Então veja, lembra? Amar ao próximo como a si mesmo. Esse é o segundo mandamento semelhante ao primeiro, que é amar a Deus sobre todas as coisas. Ora, se a gente causa um perigo para nós mesmos, por exemplo, o alimento, ele vai causar o excesso que vai ser ruim para mim, mas um excesso de paixão por dinheiro, em que eu deixe de observar que tem outros que não têm condição de ter esse mesmo dinheiro que eu tenho e eu não penso no outro como se o outro fosse eu mesmo. Nesse momento eu tô casando mal ao outro, porque o excesso que eu tenho é responsabilidade da carência do que o outro deixou de ter. Por isso, quem tem muito tem a responsabilidade de compartilhar com quem tem menos em todos os aspectos.

tro, porque o excesso que eu tenho é responsabilidade da carência do que o outro deixou de ter. Por isso, quem tem muito tem a responsabilidade de compartilhar com quem tem menos em todos os aspectos. Falei do dinheiro, mas se você tem muito conhecimento, se você tem tempo disponível, tudo isso é da lei que você precisa compartilhar, da lei divina. Então a gente sabe que o controle desse domínio de si mesmo está em nossas mãos. E aí Allan Kardec fez uma pergunta em outro momento no livro dos espíritos que ele fala assim: "Por que que Deus pôs atrativos no gozo dos bens materiais? Por que que ele fez o chocolate gostoso?" Por exemplo, brincando aqui, por que que é bom ter conforto? Por que que é bom dormir bem? Por que que é por que que tudo isso existe? A gente não podia, por exemplo, ter uma comida sonça que você não tem interesse nenhum em comer de novo, porque facilitaria a vida, né? você não teria o impulso ter a tentação de comer de novo. E Kardec perguntou: "Então, por que que não podia ser assim? Por que que tem que ter esses processos que coloca a gente em prova?" E eles responderam: "Meu filho, exatamente para isso, para instigar você ao cumprimento da sua missão e para experimentar você por meio da tentação." Questão 712 do livro dos espíritos. As paixões têm uma função na vida de cada um de nós, estímulo e tentação. Para quê? para o domínio da vontade. Se você conseguir passar na prova, você conseguirá angarear a paz que todos nós sonhamos. E Kardec diz assim num outro momento em que ele analisa ensaio teórico do do ensaio teórico do da sensação dos espíritos, ele falando, fazendo uma avaliação, uma pessoa que desencarna, depois que ela desencarna, se ela nutriu paixões aqui, mesmo não tendo o corpo físico, essas paixões continuam com ela do lado de lá. E ele diz assim: "Quantos males, quantas enfermidades não deve o homem aos seus excessos, a sua ambição?" E ele resume em uma palavra, as suas paixões. Então, gente, aqui com esse estudo que o Espiritismo nos oferece, a gente percebe

quantas enfermidades não deve o homem aos seus excessos, a sua ambição?" E ele resume em uma palavra, as suas paixões. Então, gente, aqui com esse estudo que o Espiritismo nos oferece, a gente percebe claramente a responsabilidade do que nós estamos passando. Não é de Deus, não é do outro. A responsabilidade é exclusivamente nossa individualmente. A tomada de decisão foi minha: "Ah, Marcos, mas onde eu tava tudo me conspirava para eu fazer aquilo." Sim, mas independente de tudo conspirar, ninguém é colocado num lugar que não possa conseguir vencer as tentações daquele lugar. Ninguém recebe fardo mais pesado do que pode carregar. Então, nós temos que entender que tem o objetivo essa tentação. Essa tentação, como disseram os espíritos na questão 712A, é, ela tem a função de desenvolver em nós a razão, a razão que deve nos preservar dos excessos. Gente, o que que é razão? Se você observar a palavra razão, é aquela mesma inteligência que a gente viu lá na fase inicial da evolução humana, que passa pela inteligência, ainda é irresponsável, ainda não pondera, ainda não considera as coisas, que é tudo do jeito que satisfaz o ego. Quando chega um período que você já viveu várias experiências, já passou por várias vezes que você teve que passar pela lei de causa e efeito, resgatando e devolvendo a consciência cósmica que você tirou dela, você adquire um estágio novo na sua vida. Esse estágio chama razão. Razão nada mais é do que inteligência com responsabilidade. Eu sei que o chocolate é gostoso, mas eu sei que chocolate demais faz mal. Olha, eu sei, eu não falei, eu acho. Por quê? Porque as experiências anteriores, elas literalmente ficaram assimiladas em mim. Não é que eu li que o chocolate demais faz mal, não. Porque quando você lê e não experimenta, você nunca vai falar que sabe daquele assunto. Você sabe ler, mas você ainda não sabe viver a experiência. E aqui nós estamos falando exatamente disso. Você já tem as experiências anteriores que te ensinaram e você passa a ter controle da razão, da

ocê sabe ler, mas você ainda não sabe viver a experiência. E aqui nós estamos falando exatamente disso. Você já tem as experiências anteriores que te ensinaram e você passa a ter controle da razão, da vontade, aliás, utilizando a razão, porque a razão é produto do processo que você experimentou várias vezes em várias encarnações. Logo, a gente pode usar uma uma sinonime aqui, você está vacinado, você já tem forças para resistir a tentação de exaccer determinada paixão, porque você sabe que aquilo te fará trazer consequências desagradáveis, minimamente falando, desagradáveis. Nisso, para todas as coisas da vida, você aplicará esse mesmo método de raciocínio que você terá que utilizar. Usar inteligência com responsabilidade vai fazer você dominar a tentação de fazer os excessos. E aí então você terá saltado de um level, de um nível espiritual. você não tá mais nenhum instinto, não tá mais naquela inteligência primitiva, você está agora na razão. E quando você chega nesse estágio, a melhor pessoa que seignificou para mim esse estágio é Paulo, o apóstolo, que tem uma frase dele assim, exemplar. Ele diz assim: "Tudo posso, mas nem tudo me convém". O que significa isso? Eu tenho livre arbítrio. Foi um bem que me foi concedido, que vai dilatando à medida que eu vou evoluindo. Mas esse livre arbítrio que me dá poderes é amparado ou ele é par eh caminha paralelo com outro poder que se chama lei de causa e efeito. Então se eu excesso, acontece. A lei de causa e feito funciona como uma baliza. Vai me empurrando, ó, meu filho, cuidado, não vai muito para cá, não. Aí você começa a controlar usando a inteligência com responsabilidade. E aí então você fica pronto para dar um salto evolutivo. Quando eu falo salto é figurado, porque o processo é todo encadeado. Ninguém dá saltos no sentido da literal da palavra, mas você passa de um outro estágio que é o estágio da razão para um outro estágio que é o do sentimento. Sabe o que significa isso, gente? Isso é muito importante. É quando você não dá mais

a palavra, mas você passa de um outro estágio que é o estágio da razão para um outro estágio que é o do sentimento. Sabe o que significa isso, gente? Isso é muito importante. É quando você não dá mais valor as coisas sensoriais como se dava antes. Você sente muito mais feliz. Você se sente muito mais feliz em ajudar alguém, em ver alguém feliz, porque você participou um pouquinho da felicidade dele do que ter comido um chocolate gostoso. As as coisas que te interessam, elas mudam porque você já não tem mais aquela mesma atração que você tinha por certas coisas que lá atrás eram importantes para você. Nesse estágio evolutivo, onde que o sentimento fala mais alto do que a razão e mais alto ainda do que a inteligência inicial, você domina não só a vontade, você tem novos propósitos que você vai buscar, você vai encontrar novos rumos paraa sua vida e então o seu ponto de suporte na vida não é mais satisfazer o sensorial, o fisiológico, a sensação do bem-estar material, não. O mais importante para você nesse momento é você ter o bem-estar íntimo, o bem-estar moral, é você sentir que você está em paz consigo mesmo e com o grupo, com o universo, com o Pai Celestial. Esse é o estágio em que a criatura começa a ter o mérito evolutivo. Quando essa criatura repete esse estágio, muitas e muitas vezes ela começa a fazer o bem já por impulso. Ela começa a fazer o bem não porque ela pensou: "Ai, meu Deus, ele tá passando fome, eu vou ajudar". Não, ela sente a fome do outro como se fosse a ver ele próprio. E nesse sentir a fome do outro como se fosse a a própria fome, ele se lança em auxiliar o outro como se o outro fosse ele. Esse é o estágio em que o amor a si mesmo está atingido. Ele já não mais vive só para si. Ele vive para si, mas também para os outros que caminham com ele na movimentação da vida atual. Esse é o momento em que ele tá instruído, como disse Lázaro, e depurado. Esse é o momento que ele tem sentimentos. Atingiu esse estágio, nada mais o atrai com relação à sensação. Ele não sente

atual. Esse é o momento em que ele tá instruído, como disse Lázaro, e depurado. Esse é o momento que ele tem sentimentos. Atingiu esse estágio, nada mais o atrai com relação à sensação. Ele não sente tentação, não sente tentação por ter poder. Por quê? Porque ele já superou esses estágios. Ele já passou na Escola da Vida por esse estágio e venceu. E agora ele está num estágio em que isso já foi conquistado. Ele agora quer novas conquistas, que é a paz do espírito. Por isso que os sentimentos, vai dizer Lázaro logo lá na frente, quando atingindo esse estágio, que o hábito de fazer o bem passa a ser a regra de viver, ele diz que esses são os instintos. Sabe aquele instinto que do João de Barro que nunca é exatamente o que Lá tá falando? são os instintos elevados à altura do progresso que ele já fez. Ou seja, que que é instinto? É algo que funciona por impulso automático. Você não tem que fazer absolutamente nada. Ele vai acontecer. Só que aqui, diferente do instinto, que é um processo que foi instalado ao longo da evolução sem que o indivíduo tivesse consciência, porque ele não tinha ainda consciência de si mesmo, aqui não. que esse instinto moral, como nós vamos chamá-lo aqui, ele foi adquirido a custa de esforço, a custa de autodomínio, domínio da vontade, domínio com a razão, enfim, ele passou pelas experiências. O mérito da conquista agora dele já não é mais dado, provido pela evolução. É um processo em que ele evoluiu e utilizou os recursos da evolução para ter domínio sobre si mesmo, império sobre si mesmo, fazer com que a vontade dele cada vez mais se aproxime com a vontade do Pai, amar ao próximo como a si mesmo, fazer ao outro o que eu gostaria que o outro fizesse comigo. Aí está o estágio em que nós estamos caminhando, saindo dessa fase de sensações e muito prevalente ainda nesse mundo, entrando pra fase da razão, mas não percebendo, deixando de perceber que já tem alguns de nós aqui neste planeta que já está na fase do sentimento em que os interesses da vida são outros, muito

mundo, entrando pra fase da razão, mas não percebendo, deixando de perceber que já tem alguns de nós aqui neste planeta que já está na fase do sentimento em que os interesses da vida são outros, muito diferentes dos das paixões do mundo. Então, a gente sabe claramente que esse é o processo que todos nós estamos eh envolvidos e todos nós, não tenhamos dúvida, temos que chegar a esse estágio. Mas aí você me perguntará: "Tá bom, Max, que bacana, né? Muito bonito esse processo evolutivo, feliz de quem já tá nos sentimentos, né? Mas e eu que tô aqui na luta, na briga com as minhas paixões íntimas, que que eu faço? Você não me ajuda não, por favor?" E nós vamos buscar com a doutora doutrina espírita. Como que a gente vê essas paixões? E os benfeitores também nos ajudam nisso. Allan Kardec na questão 90 do livro dos espíritos fala assim, pergunta assim aos espíritos: "Poderia sempre o homem, poderia sempre o homem, pelos seus esforços, olha a palavra, pelos seus esforços, vencer as suas más inclinações, leia-se suas más paixões." E a resposta é uma das respostas mais sensatas que eu já vi nesse livro. Sim, meu filho. Sim. e frequentemente fazendo esforços muito insignificantes. Fazendo esforços muito insignificantes. O que lhe falta é a vontade. O que lhe falta, complementamos nós, é a força de vontade. Ah, dirão eles, ah, quão pouco dentre vós fazem esforços. Sabe por, gente, que eles responderam assim? Porque a tendência nesses momentos em que a atração, a tentação é quase que irresistível para usar uma linguagem figurada, a pessoa não quer, na verdade, fazer mudança. Ela quer, ainda que ela anestesia, consciência naquele momento para fazer de conta que não vai ter consequência, mas ela já sabe que tem consequência, ela faz aquilo que se chama cede a tentação, atende ao desejo carnal e esquece. o desejo do espírito que é progredir sempre. Então esse é o problema da esmagadora maioria das pessoas que ainda estão em lutas ferrenhas com os seus movimentos de paixões. Paixão pelo vício, paixão pelas

sejo do espírito que é progredir sempre. Então esse é o problema da esmagadora maioria das pessoas que ainda estão em lutas ferrenhas com os seus movimentos de paixões. Paixão pelo vício, paixão pelas coisas que não são bem boas, paixão, enfim, por aquilo que não faz você crescer como criatura de Deus. Então, a gente tem que lembrar que aparece essa palavra vontade o tempo todo. Quando a gente examina o tema a vontade, é esse e vamos dizer assim, esse imperador que vai te dar condição de você tratar o assunto. E aí a gente vai perguntar: "O que que é vontade?" Então, Max, eu quero agora saber o que que é vontade. E nós vamos pedir ajuda a um espírito que se chama Emanuel, como todos aqui nós que somos espíritas conhecemos. E, Emano, eu tenho um livro, gente, é um livro fininho assim que parece brincadeira que se chama Pensamento e Vida, mas é um livro fininho que tem uma imensidão de espessura de concimento, de conhecimento. Gente, quando você lê aquele livro, com todo respeito, com olhos focados de interesse de aprender, gente, aqui você aprende muito. Extraí um pedacinho dele aqui, trouxe aqui, copiei para que eu não pudesse errar. Ele diz assim: "A vontade é a gerência esclarecida e vigilante". Olha só o que ele diz. A vontade é a gerência. Ele tá fazendo comparação. Seu corpo é como se fosse uma indústria, como se fosse uma companhia, como se fosse uma empresa que você tem que gerenciar. Ele diz que a vontade é a gerência esclarecida. Ela sabe tudo que acontece nesse corpo. Ela sabe o que é bom para ele, o que não é bom para ele. E ele diz assim: "Vigilante". Lembra? Vigiai e orai para que não entreis em tentação. Então, a vontade é essa gerência vigilante que governa todos os setores da ação mental. São palavras do seu Emanuel, que governa todos os setores da ação mental. Tudo que se passa na sua mente vai ter como condutor, como governante principal, a vontade. A vontade, por isso de ele, é o leme, usando a expressão de um barco, é o leme de todos os tipos de forças.

Tudo que se passa na sua mente vai ter como condutor, como governante principal, a vontade. A vontade, por isso de ele, é o leme, usando a expressão de um barco, é o leme de todos os tipos de forças. Gente, presta atenção nisso. A vontade é o leme de todos os tipos de forças. Nós estamos falando de todos. forças incorporadas ao nosso conhecimento. Então, se você tem vontade de aprender coisa boa, você aprende coisa boa. Se tem vontade de aprender coisa ruim, você aprende coisa ruim. A vontade é o leme que te manda o que seguir o caminho A, o caminho B. Se você mexe o leme para cá, você anda para lá. Se você mexe o que para cá, você anda paraado. Ou seja, é você que determina o rumo da sua vida. É você que escolhe se quer feliz ou quer ser infeliz. Porque na verdade a vontade nela, nós temos o controle que dirige a energia mental. E não tenhamos dúvida quando ele usa essa expressão energia mental é um dínamo. André Luiz usa essa expressão no livro Evolução em dois mundos e no livro Mecanismo da Mediunidade Dinamo que gera essa propulção, que é essa energia que vai que ser dirigida para cal da paixão que nós estamos estudando. Então ele tá dizendo que na vontade temos o controle que dirige a energia mental nesse ou naquele rumo, estabelecendo causas que comandam os problemas do destino. Gente, é muito, eu acho muito espetacular isso que a gente tá estudando. Problemas do destino. Que problema do destino você tá falando, seu irmano? Ô, meu filho, você não tá sofrendo dores terríveis? Que que são problemas do destino? exatamente o leme que você lá atrás acionou no caminho equivocado. O que que vai acontecer? É previsível o seu destino. Assim como é previsível onde você vai chegar com esse barco. Se você tá seguindo aquele rumo, você claramente saberáonde você vai chegar. Da mesma forma, se eu tiver usando, por exemplo, drogas com esse com consciência disso, eu sei onde eu vou chegar. Se eu não parar, se eu não mudar o rumo, se eu não fizer nada para alterar isso, é isso que

ma forma, se eu tiver usando, por exemplo, drogas com esse com consciência disso, eu sei onde eu vou chegar. Se eu não parar, se eu não mudar o rumo, se eu não fizer nada para alterar isso, é isso que nós estamos falando que é vontade. E só a vontade de ser humano é suficientemente forte, é suficientemente forte para sustentar a harmonia do espírito, que é o sonho de todos nós, a harmonia íntima, a paz íntima, a paz de coração. Então, a gente percebe que a vontade consegue impor julgo da disciplina sobre os elementos que administra. Então, saber dizer sim, sim, não, não procede desse comandante superior, governador da vida, que se chama vontade. E de modo que nós vamos mantê-los na corrente do bem, na direção do bem, coesos com o bem, aí então nós vamos chegar à nossa realidade de espíritos que estamos aprendendo, porque a vontade, disse Leonir no livro, Problema da Dor, do ser, do destino e da dor. A vontade é a maior de todas as potências, reforçando, Emmanuel, é em sua ação comparável ao imí que atrai tudo ou repele segundo seu direcionamento. Então o que a gente tem que aprender é que a gente tá se evoluindo e a gente já tem consciência, mas por mais que a gente tenha consciência, nem sempre nós temos as forças. E aí a pergunta é quando parece que eu não vou dar conta, como é que eu faço? Max, eu entendi tudo que você tá falando, mas ficou no campo do conhecimento. Na hora de fazer mesmo, eu não dou conta. Como é que faz, Max? Aí, minha amiga e meu amigo, volta a Jesus, orai. Sabe por quê? Porque você não tem noção que quando você ora com o coração, aliás, as brincadeiras você fala que você não tem noção. A gente não tem noção, né? tá usando uma palavra simbólica, que quando a gente faz uma oração que nasce com sinceridade do coração, a gente atinge páros celestiais que vão muito além da nossa compreensão e lá encontramos ressonância nos corações que velam pelo nosso. Sabe o que que essas pessoas, esses benfeitores, esses irmãos caridosos fazem? Eles vêm até você e suprem,

ito além da nossa compreensão e lá encontramos ressonância nos corações que velam pelo nosso. Sabe o que que essas pessoas, esses benfeitores, esses irmãos caridosos fazem? Eles vêm até você e suprem, suprem, te dão aquilo que você não tem de energia para vencer aquela tentação. E quando você faz essa prece, você arregimenta forças que não são sua. Por isso que o fardo parece mais leve com Jesus, porque todos esses mensageiros vem de Jesus em nome dele para te ajudar. Então, todas as vezes que parece irresistível à vontade, pensa no que você pode fazer por você mesmo, buscando ajuda, pegando o telefone virtual e ligando o SOS, meus amigos, não tô dando conta, socorra-me. E pode ter certeza que eles nunca negam o seu chamado quando ele é sincero. Kardec faz uma pergunta, nós vamos terminar aqui nessa direção. Não haverá, ô querido amigo espírito, paixões tão vivas, irresistíveis, que a vontade seja impotente para dominá-las? Essa é a pergunta importante, porque as pessoas que estão sentindo impotentes para vencer t exatamente essa sensação. Então, não há paixões tão vivas e irresistíveis que a vontade até mesmo, como a gente falou aqui, seja impotente para dominá-las. A resposta deles é pra gente refletir muito seriamente se a gente cai nessa pergunta. Eles dizem assim: "Há muitas pessoas, há muitas pessoas que dizem: "Quero". Mas a vontade só lhe está nos lábios. Querem, porém, muito satisfeitas ficam que não seja como querem. Aí eu quero parar de fumar, mas na primeira vontade de fumar, eu falo assim: "Ah, tomara que eu não queira, porque eu quero fumar". Vocês estão entendendo a luta íntima? A pessoa, na verdade, ela ainda não quer parar de fumar, porque se ela quisesse, ela iria resistir aquela tentação. Porque quando o homem crê que não pode vencer as suas paixões, é que seu espírito se compraz nessas paixões. Ele gosta, como diz aquele outro, né? Ele sente que que é aquilo, eu quero, porque eu quero, porque não importa consequência, eu quero, eu gosto. E em consequência da sua inferioridade moral,

paixões. Ele gosta, como diz aquele outro, né? Ele sente que que é aquilo, eu quero, porque eu quero, porque não importa consequência, eu quero, eu gosto. E em consequência da sua inferioridade moral, ou seja, ainda não chegou o próximo do sentimento quando ele precisa sim de controle sobre isso de forma espontânea. Então é muito importante que a gente tem que saber que a gente quando compreende a natureza espiritual, a gente sabe que a gente procura reprimir essas paixões. E vencer quando a gente consegue é para nós uma vitória do espírito sobre a matéria. Vencer quando a gente consegue é uma vitória do espírito sobre a matéria. Por isso queremos encerrar com essa frase de Allan Kardec que diz assim: "Tá lá na no ensaio teórico da sensação dos espíritos, que é a questão 257 de Ol dos Espíritos, palavras deles." Aliás, pessoal, se for importante para você, vá lá e busque esse trecho que nós extraímos aqui, porque ele é muito rico para nossas análises. Olha o que Kardec diz de forma imperativa. Come suas paixões animais. Não alimente ódio, nem inveja, nem ciúme, nem orgulho. Não se deixe dominar pelo egoísmo. Purifique-se nutrindo bons sentimentos. Purifique-se nutrindo bons sentimentos. Veja o que você tá comendo na sua vida de espírito. Veja que alimento você tá buscando e vá buscar bons sentimentos. Pratique o bem. Pratique o bem. Não ligue às coisas deste mundo, importância que não merecem e então já estará depurado. Então veja que a recomendação é muito clara. Se você conseguir purificar-se buscando o bem, praticando o bem, fazendo os bons sentimentos serem predominantes em você, não dando importância maior do que as coisas deste mundo realmente t, você já está se depurando para chegar a sua paz íntima, a paz do seu eh consciente, da sua consciência tranquila. Por isso, minha amigo e meu amigo, é isso que a gente tem que aprender, porque Jesus veio nos ensinar que a porta estreita não é para qualquer um, porque a porta estreita exige a força da vontade, exige

r isso, minha amigo e meu amigo, é isso que a gente tem que aprender, porque Jesus veio nos ensinar que a porta estreita não é para qualquer um, porque a porta estreita exige a força da vontade, exige essa luta íntima que você trava com você mesmo, com o apoio do mais alto. Todo aquele que se entrega pra porta larga, espaçosa, em que esse caminho leva, acaba se perdendo nas vidas tortuosas, sofredoras, porque não entrou pela porta estreita. E a porta estreita, gente, é uma só. É o jugo que Jesus ofereceu. O julgo dele é suave. O fardo que ele te pede para carregar é leve. Você nem sente. Porque tem? Porque tem e não seguir o caminho, a verdade e a vida. Refletemos sobre isso, minha amiga e meu amigo, porque isso fará a diferença nos problemas do nosso destino. Muita paz a todas. Muita paz a todos e muito obrigado por sua atenção. >> Nós que te agradecemos, Max, pela alegria mais uma vez de compartilhar conosco seus conhecimentos, seus estudos e quear que saibamos ter ouvidos para ouvir, desta vez seguir vencendo as nossas paixões. Que o Senhor da vida te abençoe e te inspire sempre, meu amigo. >> Gratidão. A nossa gratidão também a tantos amigos aqui conosco hoje, compartilhando deste momento, bem como aquelos que nos acompanharão no futuro assistindo esta live. Sejam sempre muito bem-vindos. Lembrando que todas as manhãs nós estamos aqui às 7 horas com o nosso momento de reflexão para começarmos o dia na luz da oração e todas as quartas-feiras às 21 horas com o nosso programa Somos Todos Imortais. sempre contando com a presença de todos. No mais, nós agradecemos mais uma vez e que o Senhor da vida possa nos acompanhar em todos os momentos em nossa consciência e nossa caminhada. A todos os amigos aqui presentes nos dois planos da vida. Paz e luz.

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