O DESPERTAR DENTRO DE MIM - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]
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Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja todos com nós, com todos nós aqui do salão, daquele aqueles que estão também nos assistindo através do do TV Comunhão também sejam bem-vindos. Vamos começar fazendo nossa prece. É um momento que a gente faz silêncio dentro de nós mesmos para a gente poder levar os nossos pensamentos no cora o nosso coração a Jesus. Em agradecimento, Jesus amado, mestre querido, mais uma vez nós nos encontramos aqui em seu nome para reflexão do tema da tarde de hoje. Gostaríamos que o Senhor pudesse nos intuir, que o Senhor pudesse nos estar conosco nesse momento. Às vezes nós nos despertamos muito facilmente, mas sabendo que essa proteção, esse amparo espiritual que aqui está nesse salão, nesse momento, faz com que a gente sinta aliviado, aliviados, sintamos silenciosos conosco mesmo para ser um momento de reflexão, um momento onde nós tiramos para estar aqui. aqui por 30 minutos só conosco. Só conosco. Então esse momento é um momento de tratamento. É um momento onde a espiritualidade reconhece todas as nossas fragilidades, todas as nossas mazelas, todas as nossas doenças e trata de nós. Mas precisamos de fazer esse silêncio interior para receber toda a ajuda necessária. Pedimos também que o Senhor nos ampare e nos oriente nesse momento para que saímos daqui bem melhor do que aqui chegamos. Que assim seja e graças a Deus. Bom, amigos, hoje nós temos um tema os o despertar do outro em mim. Eu mudei o tema porque era não sejamos morno, segundo a a lição. Eu falei: "Gente, mas que morno, né?" Mas é porque tem um morno aqui que a gente vai falar dele. Quando é que nós nos ficamos mornos, né? Morno. Quando é que eu morno? E tem o quente, tem o frio, o morno, né? Às vezes o morno não nos agrada. Nós queremos quente ou frio, né? O morno é aquele que fica bem em cima do muro, vamos dizer. Aí nós colocamos um tema mais bonito, o despertar do outro em mim. Quantas vezes nós somos despertados por causa de outra pessoa, né? Às vezes ele faz alguma coisa e que me toca e eu
uro, vamos dizer. Aí nós colocamos um tema mais bonito, o despertar do outro em mim. Quantas vezes nós somos despertados por causa de outra pessoa, né? Às vezes ele faz alguma coisa e que me toca e eu desperto. Eu falo: "Nossa, mas eu fazia sempre desse jeito. Por que que agora por que que eu não posso mudar? Isso não é inveja, não. Isso é sabedoria. Quando a gente reconhece o que como o outro está agindo e eu copio. Podemos copiar e colar assim, não é? Igual a gente faz no computador, mas a gente serve de lição pra gente, né? Então a gente traz aquele outro como assim um presente de Deus para nós. Eu vejo quantas vezes eu vejo alguém tendo umas atitudes que eu não tenho ainda. Eu não falo assim: "Ah, eu queria tanto ser igual a ele". Não, eu não quero ser igual a ele, mas eu quero ter a atitude que ele tem. E sabe que a pessoa fica assim gravada no assim na minha mente por muito tempo. Então todas as vezes que eu vou fazer aquilo, aquela tomar aquela atitude que me lembra a pessoa, eu faço corretamente. Então é o despertar do outro em mim. O outro não me conhece, o outro não sabe quem onde eu moro, não sabe nada, mas ele tá aqui dentro com as atitudes dele, entendeu? Então é esse que isso que nós vamos falar desse despertar. E tem lá no capítulo lá em no Jesus disse lá, o João disse que Jesus disse, né? É uma confusão desse pessoal. Lá no capítulo 5 versículo 6 e 7 ele fala assim: "É Senhor", respondeu ele, "Não tenho ninguém para me pôr no tanque quando a água fica agitada. Cada vez que quero entrar, outro doente entra antes de mim. Ele, eu não trouxe essa parábola porque ela é comprida e a gente não é o assunto que a gente vai falar. O por que que ele, o que que ele reclamou para Jesus? É um paralítico. Ele foi lá, falou assim, ele era uma hora que todos eles entravam na água quando ela agitava, porque eles achavam que aquela água era curadora, entendeu? Então ele foi, mas o que acontece? Ele ficava lá sentado esperando o quê? Esperando. Quando a água se movimentava, quando a água fica
itava, porque eles achavam que aquela água era curadora, entendeu? Então ele foi, mas o que acontece? Ele ficava lá sentado esperando o quê? Esperando. Quando a água se movimentava, quando a água fica agitada, como ele disse, todo mundo corria para dentro da água para poder curar. E ele nunca conseguia entrar, porque sempre entrava outro doente antes de mim. Quer dizer, quantas vezes nós queremos alguma coisa? fala: "Ah, mas eu quero, mas olha, a oportunidade não chega. Olha, mas olha, eu queria fazer desse jeito, mas alguém foi e fez. Eu não quero fazer igual. A gente não é um bem um paralítico desse aqui. Sempre a gente quer fazer alguma coisa e arrumamos uma desculpa quando nós não faz fazemos sempre. E aí o a gente vai discorrer sobre esse esse esse esse pedacinho do da da parábola, né, desse desse paralítico. Esse e aí o autor vem falando que esse diálogo foi estabelecido entre Jesus e o homem que sofria paralisia há 38 anos. Ele era paralítico, gente. 38 anos. sabia que tinha aquela água que agitava e que curava. Será que ele foi? Foi a primeira vez que ele foi? Será como ele, se ela nunca foi antes, nunca curou? Com certeza. Quantas pessoas curaram antes dele? Aliás, antes dele não, ele porque teve Jesus ali. Quer dizer, então, quantos anos às vezes nós pass ficamos a mercer de um problema sem correr atrás da solução do problema? E nós queixamos, né? Ele tá queixando para Jesus. Ele não foi como fazer ter uma conversa boa com Jesus, não. Ele foi fazer uma queixa que que com certeza ele queria assim que alguém fal assim: "Não, você pode ir na minha frente, eu vou depois." Não, todo mundo quer ser curado, todo mundo entra. Lembra do da vacina do Covid? As filas, todo mundo saía quantas horas antes? Porque queria vacinar? Tinha vacina para todo mundo? Não sei, de vez em quando não tinha, né? tinha que esperar, mas todos nós fizemos um empenho muito grande para receber a vacina. Por quê? Porque nós não queríamos ter a doença. Então, teve algumas pessoas que não vacinou, aí
o não tinha, né? tinha que esperar, mas todos nós fizemos um empenho muito grande para receber a vacina. Por quê? Porque nós não queríamos ter a doença. Então, teve algumas pessoas que não vacinou, aí começou a ter problemas, né, porque não tinha vacinado. Então, esse e foi um um diálogo estabelecido entre os dois. A conversa começa com uma pergunta, né? Você quer ficar curado? Que Jesus perguntou para ele uma pergunta, mas aí se você eh se eu perguntar, gente, vocês querem ouvir o que eu tenho para falar aqui? É uma é uma pergunta despropositada, né? Porque quem veio aqui vai ter que me ouvir. A não ser que bote um fone de ouvido também não tem problema nenhum. vai ouvir uma música, vai ouvir qualquer coisa. Mas Jesus perguntar para ele se ele foi lá para ser curado, não tinha propósito, né? Era de presumir que o paralítico quisesse se curar. Então essa é a primeira, é a primeira coisa que nós vamos refletir. Ele foi lá, mas falou que todo mundo tava entrando na frente dele. Jesus perguntou se ele queria ser curado, né? Ele não, até agora ele não respondeu, mas ele vai responder. Entendeu? Jesus fez uma pergunta assim, aparentemente sem propósito, né? Despropositada, como diz o autor, né? Era de pressumir que ele queria. Então, até agora nós entendemos, né? Até agora talvez a gente tenha colocado um pouquinho no lugar desse paralítico, que a gente sempre vai achar alguma coisinha nossa que parece com alguma coisa que o palestrante tá falando, a lição do que o palestrante trouxe, né? Mas essa indagação de Jesus, se ele queria ser curado, tem um um significado muito grande, sabendo Jesus que ele era paralítico e todo paralítico quer ser curado. Mas o que que aconteceu? Jesus ele ele sempre penetra fundo fundo nos no nosso íntimo. Não adianta querer tapear Jesus, né? Às vezes a gente fala: "Não, Jesus, eu falo: "Deleta, deleta". Não tem deletar com Jesus, não tem. Até no computador eles ensina pra gente buscar aquilo que a gente deletou, mas Jesus ele ele entra profundamente
gente fala: "Não, Jesus, eu falo: "Deleta, deleta". Não tem deletar com Jesus, não tem. Até no computador eles ensina pra gente buscar aquilo que a gente deletou, mas Jesus ele ele entra profundamente e ele naqueles aquele paralítico, ele identificou alguns obstáculos da cura. Algum obstáculo à cura. cura craseado. Ele deve ter pensado. Aí eu fico interpretando Jesus, viu? Como fala assim, será que esse aí quer ser curado mesmo? Será que ele fez esforço? Será que ele veio com a vontade ou ficou aqui reclamando todas as vezes? Será porque ele não ficou mais próximo da água? A gente pensaria isso, não pensaríamos, né? Observa a resposta do paralítico. A gente ol começa a entender, entender o motivo da pergunta de Jesus, que Jesus não precisava. A mulher era adúltera, ele não falou: "Olha, vem cá, sai daí, esse povo vai te matar de pedrada". Não, ele primeiro falou pra plateia, depois perguntou ela se eles se eh quem condenou ela, se ela se condenava. Quer dizer, ele fez todo um amparado para depois falar para ela: "Vai e não peca mais, vai, não faz outra vez". Aí com com cego não, com o paralítico, ele foi mais cauteloso. Ele com certeza falou assim: "Eu quero, eu quero ver até onde vai a vontade dele". Aí a gente arremete a nossa situação. Quantas vezes nós pedimos as coisas a Jesus? Eu vou usar só Jesus hoje, né? Quantas vezes nós pedimos as coisas a Jesus e na realidade nós nem sabemos nós queremos aquilo direito ou nós nem sabemos e nem percebemos o esforço que eu estou fazendo para que aquilo dê certo. Eu não percebo a se eu tô tendo fé suficiente para que aquele milagre aconteça. Porque eu preciso de acreditar. Não adianta Jesus insistir comigo se eu fico morno. Aí a gente começa a falar do morno, né? Que a gente vai falar só lá no final na Apocalipse o que que o que como que foi esse que esse morno apareceu na nossa história, entendeu? Então nós temos que observar isto. Jesus vai observar em nós às vezes fala: "Ah, alguém esses dias falou assim: "Ah, ninguém gosta de mim, nem Deus gosta de
morno apareceu na nossa história, entendeu? Então nós temos que observar isto. Jesus vai observar em nós às vezes fala: "Ah, alguém esses dias falou assim: "Ah, ninguém gosta de mim, nem Deus gosta de mim". falou lá no nosso grupo de autoajuda. E aquilo ali ficou foi o despertar do outro em mim. Eu falei, gente, quando eu sinto que alguém não gosta de mim, por que que não gosta de mim? Porque sempre a gente tem alguém que olha pra gente meio atravessado ou não olha, né? ou faz de conta que não viu ou não dá atenção. Como, qual é a minha atitude diante dessas pessoas e da e da minha situação quando eu percebo que tem uma indiferença do outro, uma antipatia, não tem uma empatia, né? Quando entendeu? Então Jesus ficou ali observando ele. E segundo esse Osmar Ludovico, esse não é pejorativo não, porque ele é um pastor, viu? Ele é um pastor e ele é um espiritualista. Ele tem muitas palestras, muitas debates muito interessante. Eu fui ver quem era ele nessa história. Nossa, eu fiquei encantado, sabe, com o trabalho que ele faz no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Curitiba, sempre trazendo um movimento de pessoas, esclarecendo, falando da espiritualidade, da religião. Então, eu acho que ele é meio meio meio quente e meio frio, já que nós estamos falando de quente e frio, né? Osmar Ludovic, ele diz que há pessoas que desenvolve mecanismo de autodestruição. Aí a gente pode começar a pensar, o paralítico queria ser curado, mas o que que ele tava fazendo para ser curado? Talvez faltasse muito esforço, talvez faltasse muita fé ou tava ali naquela queixa que a queixa é uma autodestruição. Autodestruição. Nós queremos as coisas, mas começamos a colocar impecílio para fazer as coisas. Até doença. Ah, eu tô muito ruim, minha garganta tá doendo, meu não sei o quê. E tã, você tá tomando melhor? Ah, não, não tô tomando. E nem explica, nem justifica. Ai, minha perna dói, meu meu cotovelo dói, não sei o que que você tá fazendo? Nada. Foi ao Não, não, não gosto de médico, isso não é para mim. Quer dizer, e aí a gente gosta
em explica, nem justifica. Ai, minha perna dói, meu meu cotovelo dói, não sei o que que você tá fazendo? Nada. Foi ao Não, não, não gosto de médico, isso não é para mim. Quer dizer, e aí a gente gosta de queixar e as coisas vão acontecendo porque nós não tomamos atitude, né? Esse c esse paralítico, ele não tomou atitude. Então a gente começa a ser o pobrezinho, coitadinho, porque nós mesmos usamos esse mecanismo para nos autodestruir. Na psicologia tem uma série de motivos por causa por isto, mas não é o caso nosso aqui, né? Então, e esse quando termina uma autodestruição por esse motivo, ele tem que achar outro. Se se foi resolvido, ele vai achar outro para ele se autodestruir. Autodestruir, gente, não é acabar, não é destruir, é começar seu pó coitado. Assim, falando simples, o próprio coitado, aquele que nada dá certo para ele, que Deus não olha por ele. A as a pessoa falou: "Deus não me ama, a minha família não me ama, ninguém me ama". Pensei: "Nossa, coitado, ninguém ama, né?" e não teve jeito. Por mais que o grupo todo falasse positivamente a respeito deles, ela continuou confirmando que ela era uma pessoa infeliz porque ninguém amava, né? Eh, às vezes nós nos vitimizamos, né? É aquele pobre coitado, tudo, tudo nós somos a vítima. Nunca somos aquele que vence, aquele que faz certo. Mas se nós pararmos e fizer uma listinha do que nós não damos conta, do que nós já damos conta, do que nós ainda temos, eh, preconceito, do que nós não temos mais, a gente vai ver com muito esforço que a lista do do positivo ela é muito maior, mas o primeiro momento nós crescemos do negativo. Mas é bom que faça aí depois fa. Gente, mas eu sou assim, eu tenho raiva faço? Não, eu não tenho raiva faço. Então apago. Aí a gente vai ver por quê? Porque nós somos centelha divina. E como centelha divina a gente não se desvaloriza. Porque quando nós falamos que nós somos alguma coisa que não é bom, na mesma hora parece que bate assim alguma coisa mais forte que você pensa: "Não, mas eu não, eu sou alguém sim. A gente até tema
a. Porque quando nós falamos que nós somos alguma coisa que não é bom, na mesma hora parece que bate assim alguma coisa mais forte que você pensa: "Não, mas eu não, eu sou alguém sim. A gente até tema com a gente mesmo, né? Principalmente quando alguém fala para nós, né? Então a gente vítima vítima vitizam, né? Todos nós e acomodamos na dor, no sofrimento, no descaso, na autoestima baixa, em toda em todas as situações que não é favorável pra nossa saúde emocional. Culpamos os outros. Por quê? Porque é sempre o outro que é culpado, né? O outro que é culpado. E o que que Mas o que que acontece? Já que todo mundo acha que eu sou isso, também eu não vou nem melhorar. Olha aí, né? Abandonamos o desejo de fazer mudanças positivas. Eu sou assim mesmo. Se quiser me aceita desse jeito. Isso é um abandono, né? Porque nós temos também, amigos, condições de nos autoavaliar. Então, não vamos engolir o que falam de nós. Vamos ver se aquilo é verdadeiro, né? É o despertar do outro em mim. Se for verdadeiro, ótimo. Ele, graças a Deus, apareceu alguém que falou. Se não é, não importa, não tô nem aí. O problema é do outro. Segundo o psiquiatra Dr. Wesley lá de Goiânia, ele disse que muitas, a maior parte das vezes, as pessoas falam alguma coisa pra gente do que elas são. Eu achei isso interessantíssimo. Se outro tivesse me falado, eu ia ficar meio duvidando. Mas como eu gosto de assistir as aulas dele toda segunda-feira, o dia que ele falou isso, eu falei: "Gente, todo mundo fala que eu sou sistemática". Sistemática na psicologia é doido mesmo, né? Entendeu? Mas eu se eu entendo como uma pessoa organizada, uma pessoa positiva, uma pessoa cumpridora e que não, se eu vou cumprir aquela, se eu tenho uma atividade, eu cumpro ela independente do que for. Se eu tiver uma palestra aqui ou um atendimento fraterno, um grupo de autoajuda, pode a minha família toda fazer aniversário, filho, neto, que eu falo: "Não, primeiro eu vou lá, depois eu vou no aniversário, na comemoração ou muitas outras coisas que eu faço". Aí
upo de autoajuda, pode a minha família toda fazer aniversário, filho, neto, que eu falo: "Não, primeiro eu vou lá, depois eu vou no aniversário, na comemoração ou muitas outras coisas que eu faço". Aí para aquele que não é cumpridor, que que ele fala? Ah, você é muito radical, você é isso, você é aquilo. Agora eu descobri, então é muito difícil eu tomar, vestir a camisa daquilo que as pessoas falam de mim, mas de vez em quando fala e eu acho, você não deixa a gente fazer nada por você. Eu falo: "Não, pode deixar que eu dou conta". Então agora eu tô deixando, gente, é tão bom, mas tão bom, tô tão feliz fal assim: "Não, pode fazer, pode fazer e ficar quietinha, quietinha, sabe? e vendo o outro, dando oportunidade pro outro fazer alguma coisa para mim. Mas isso é criação, então fica mais difícil. Mas eu tô melhorando, viu? Tô melhorando. Então ele fala que eh esse a gente perde a oportunidade desse desejo de mudar e de buscar a felicidade que nós viemos para sermos felizes. E a gente acaba não sendo feliz. Por quê? Porque a gente fica no pop coitado. Sempre no pobre coitado. Sempre não dou conta. sempre é isso, sempre é aquilo, né? Então, com certeza, Jesus percebeu que o paralítico, né, apesar de sofrimento, ele estava mergulhado nesse sentimento de ser vítima e de autodestruição. Então, aí eu comecei a pensar, antes de querer alguma coisa, pedir Jesus alguma coisa, eu tenho que fazer uma avaliação minha. Eu tô sendo a pobre coitada. Sou tô mais sofrida do que todo mundo. Esses dias eu estava mais sofrida. Aí recebi uma mensagenzinha de uma freira, uma um um espírito, né? E falando que eu estava chorando por decisões. Gente, falou chorando, claro, chorando. Eu tava reclamando porque eu não tava conseguindo resolver aquilo, entendeu? Eu falei: "Gente do céu, mas precisou de um espírito. Vim falar isso para mim, porque sabe o que que eu fiz? Botei lá na geladeira, na lateral, porque todas as vezes que eu entro na cozinha, eu dou de cara com a mensagem. Hoje eu já li ela três vezes, porque talvez eu tivesse
m, porque sabe o que que eu fiz? Botei lá na geladeira, na lateral, porque todas as vezes que eu entro na cozinha, eu dou de cara com a mensagem. Hoje eu já li ela três vezes, porque talvez eu tivesse sendo vítima daquela situação, que é uma situação que eu não tenho poder de resolver, mas eu quero resolver, mas não é para eu resolver. Então aí eu desse dia eu comecei a trabalhar. Isso não é para eu resolver, mas o que eu posso fazer? orar por aqueles que têm que resolver a situação. Mas eu tava sendo a pobre coitada. Aí como não teve amigos que falasse que conhece, o espírito veio e falou para mim. Tá vendo? Então a gente primeiro tem que antes de pedir, aí eu comecei a pedir diferente, né? Depois dessa situação, antes de pedir Jesus, vê se eu dou conta, vê se aquilo ali eu sou capaz, porque ele me deu tudo que eu posso ter para enfrentar a situação. Ele me deu tudo. É Deus que deu, né? Mas Jesus veio e confirmou, né? Ensinou. Deus nos Deus nos nutriu de capacidade. Jesus vem, ensinou a gente usar a capacidade nossa, né, para o bem nosso, né? E o bem meu automaticamente reflete no outro esse bem. Então vamos primeiro ver isto, né? Então ele era mais fácil culpar os outros. Ele culpou, né? O doente entra antes de mim. Culpou o outro. Mais fácil culpar os outros do que como ele fez, do que mobilizar ou ou querer fazer a cura, receber a cura. Quer dizer, eu não sou curada porque o outro tá indo na minha frente. Eu não sou feliz porque o outro separou de mim, eu não sou feliz, eu não não dou certo, não passo num concurso porque eh deve ter alguma coisa ali que algum alguma manobra que o outro passa. Nunca pensei porque eu tô estudando menos do que o outro. E assim eu deixo para cada um pensar no que na sua situação, né? Então a gente cita só algumas coisinhas para poder verificar, né? Eh, então ele tinha que mudar de vida. Para ele mudar de vida, ele tinha que tomar atitude. Tomar atitude é deixar de ser o coitado, ser a vítima para ser aquele que quer chegar primeiro do que todo
? Eh, então ele tinha que mudar de vida. Para ele mudar de vida, ele tinha que tomar atitude. Tomar atitude é deixar de ser o coitado, ser a vítima para ser aquele que quer chegar primeiro do que todo mundo. Ele não ia tomar o espaço do outro, mas ele ia querer fazer por ele, né? E ele tava Jesus aqui, o autor diz, ele estava morrendo e precisava de renascer. Quantas vezes nós morremos nas nossas atitudes, nas nossos pensamentos e a gente precisa de Não é morrer. Agora nós viemos para, não foi para morrer, nós viemos para progredir, nós viemos para crescer, nós viemos para aprender e a gente tá sentado definhando. Às vezes a gente tá sentado numa situação só. Às vezes a gente dá conta de fazer muitas outras. Tá aí um exemplo, a gente faz para todo mundo, não faz pra gente. Todo mundo elogia. Ah, fulano, você fez isso. Nossa, que beleza. Raciocina. E o que que você tá fazendo para você? Nada. Mas você encoraja o outro com uma capacidade absurda, porque se não te encoraja, né? acontece muito isto. Às vezes fala que nós não damos conta, mas nós damos conta de de ajudar o outro a resolver. Então, nós precisamos disso. Por isso, Jesus lhe transmitiu uma palavra de ordem. Eu acho que uma palavra de ordem, nesse caso, coube bem, né? Levanta-te, pegue a sua cama e ante. O paralítico, ele ficava na cama. Tem uma outra, essa parábola tem ele na cama, em outras situações, né? E diz que nas escrituras diz que o homem pegou a cama dele e andou e andou. Então ele diz que tudo indica que em algum trecho do caminho, diante dos desafios que surgem na nossa jornada, quantas coisas surgem no nossa jornada aqui, hein? Quantas? Cada um tem uma história com uma dificuldade, com uma facilidade, com uma capacidade, com uma incapacidade, né? E nós às vezes não conseguimos ser tão fortes como é preciso. Quantas vezes? Mas quantas vezes também nós somos fortes? Mas às vezes a situação é tão dolorida que fica difícil ser forte, né? Fica tão difícil que você fica sentado na beira do caminho reclamando que não,
vezes? Mas quantas vezes também nós somos fortes? Mas às vezes a situação é tão dolorida que fica difícil ser forte, né? Fica tão difícil que você fica sentado na beira do caminho reclamando que não, que você não tá conseguindo ir. E às vezes nós des amolecemos, né? Amolecemos nas nossas atitudes. Eh, e quantas vezes nós adotamos uma postura, uma postura até infantil, porque sempre quando nós fragilizamos diante de situações, nós estamos igual a criança. A criança quando não dá conta o que que ela faz, ah, não quero não, minha perna tá doendo, né? Ah, não quero não, porque eu tô cansada. Ah, não, porque nisso. Ela sempre tem uma uma desculpa, né? E nós também diante dos obstáculos a gente também tem. Mas a vida nos chama a crescimento. A criança quando ela ela fala que ela não que ela não quer andar, que ela principalmente quando anda né, ela anda assim 200 m, a perna tá doendo, não é? Me carrega, não vou mais não, eu tô cansada. É possível nós também tenhamos entrado num processo de paralisia diante das dos desafios que a vida nos traz. Com certeza entramos muitas vezes, né? E mas o que que acontece? Com medo, sim, falta de confiança em nós, sim, até uma certa comodidade, né? acomodação, desculpa, até uma certa acomodação que nos paralisa e que nós não vamos paraa frente. O isso acontece a todo instante, não é? Eh, não faz parte do nosso do nosso progresso, faz parte do nosso da nossa eh situação de provas e expiações que viemos com uma tarefa a ser cumprida. Chegamos aqui, nós não lembramos, mas a gente vivencia a situação que nos remete aquilo que foi passado, porque vai aparecer para nós a lição que não foi cumprida e eu já não cumpri lá e quando chega aqui, aí eu vou desmurecer, vou falar que eu tô cansada igual a criança, a perna tá doendo, eu não quero, eu rejeito. E tem muitos que saem dessa vida porque não dá conta de conviver com aquele com aquele fardo que ela trouxe, né, que não é pesado, é o fardo que eu tenho que carregar, né? Então, preferimos nos
jeito. E tem muitos que saem dessa vida porque não dá conta de conviver com aquele com aquele fardo que ela trouxe, né, que não é pesado, é o fardo que eu tenho que carregar, né? Então, preferimos nos largar em desculpas, como diz ele, né? A enfrentar certas dificuldades. Aí nós usamos a palavra, ah, deixa isso para lá. Ah, outro ti eu faço. Ah, isso também nem me interessa. Não tô com mais vontade, né? E são obrigações que eu deveria ter cumprido, obrigações minhas, não é eu perante as não é obrigação minha que eu tenho para comigo mesmo, né? Entendeu? E nos acomodamos e nos tornamos colecionadores de quase. Eu não sei se vocês é colecionadores de quase. Quase fui feliz. Agora tem uma coisa, quase ganhei na loteria. Eu lembrei que eu vejo muito meu cunhado falar isto quase porque três números ficaram ao lado do número que deu. Não foi quase, não foi o número. Poderia ser. E ele fala, né? Quase, quase amei, né? Mas aí me decepcionei. Quer dizer, podia, ah, a pessoa era isso, aquilo, mas eu até tava gostando. Mas aí depois eu falei: "Não, aí o é o quase, né? Quase me formei, mas aí veio um trabalho, eu tive dificuldade, eu não fui pra frente, quase me formei, né? Quase esforcei, né? É, faltou um pouquinho de mais força. Ai, quase. Mas aí na hora eu decidi, resolvi e falei: "Não, não quero isso mais". Então, nós somos colecionadores de quase, né? E fala que a vida não quer pessoas pela metade. Eu achei isso tão lindo, né? Querem uma pessoa com tudo, com tudo. A vida não quer pessoas mornas. Aí a gente, por isso que era o primeiro assunto, mas vocês não iam nem ficar aqui se fosse esse tema, né, de morna. Aí ele fala que lá no Apocalipse, no capítulo 3, versículo 15 e 16, é uma palavra dura, mas o que que ele faz? Olha, eu acho Apocalipse muito difícil, sabe? Aí eu fui lá olhar, falei: "Ah, vou levar só esse pedacinho paraa turma de lá de quarta-feira". No Apocalipse 3: 15 e 16 fala assim: "Sei que não são nem frios nem quentes, como gostaria que fossem uma coisa ou
lá olhar, falei: "Ah, vou levar só esse pedacinho paraa turma de lá de quarta-feira". No Apocalipse 3: 15 e 16 fala assim: "Sei que não são nem frios nem quentes, como gostaria que fossem uma coisa ou outra, mas porque não são mornos nem frios, nem quente, não são não são mas porque são apenas mornos, nem frios, nem quente, logo vou vomitá-los". Quer dizer, por isso que eu nem trouxe para vocês, mas eu tinha que ler, né? Porque depois vocês vão pesquisar nesse livro e vai ter. Na realidade é isso. Ou eu faço ou eu sou capaz, me sinto capaz e vou realizar ou eu não dou conta. Me ajuda, por favor, né? Ou agora eu ficar assim, não, acho que eu dou conta, não sei se eu dou conta. Ah, eu tô cansado, minha perna dói. Ah, eu quase que eu dei conta. Mas daí eu desisti. Quer dizer, esse é o morno, né? Mas não precisava falar que ia vomitar, né, gente? Não precisava. Mas e somos nós. Nós não estamos nem aqui, nem ali. Em cima, eu falo que em cima do muro. Nós temos que tomar atitudes na nossa vida. Foi isso que a pessoa um dia me falou. Rute, você não permite que a gente possa fazer alguma coisa para você? Sabe o que que era? Pagar um suco de laranja. Não esqueci isso. Eu tava na faculdade, acho que lá pro terceiro ano, eu fiquei tão envergonhada, mas tão envergonhada, agora eles falam assim: "Pode deixar que eu pago, fico quietinha. Claro que não vou explorar, né, gente? Não vou, não é isto, mas olha, deixa que eu carrego para você" também. Já falaram isso. Eu com aquele monte de sacola. Falei: "Não pode deixar que eu dou conta". Quer dizer, não dava conta, tava pesado, né? Por que que eu não permito? Entendeu? É por isso que Jesus chamou o paralítico para que ele deixasse de ser morno. Levanta-te, segue e toma a sua cama e ande. Ele não queria que o paralite ficasse morno lá na beira da da deve ser um um um um lago, né? Sei lá, tinha onda, a a água agitava, lago não agita, né? Mas não interessa também. Não queria que ele ficasse lá a reclamar que o outro foi na frente dele, que ele não consegue, que
m um um lago, né? Sei lá, tinha onda, a a água agitava, lago não agita, né? Mas não interessa também. Não queria que ele ficasse lá a reclamar que o outro foi na frente dele, que ele não consegue, que ele não sei o quê. Deve ter desenvolvido uma queixa do tamanho do mundo, como a gente faz, né? Queria que ele fosse. Então, toda cura envolve uma autocura. Toda cura eu peço a Deus para curar, ele pode falar assim: "Rute, pensa, eu vou curar a Rute, mas vamos esperar se ela quer ser curada". É o que Jesus duvidou daquele paralítico. Então, por isso que nós quando pedirmos alguma coisa, nós temos que fazer um movimento para fazer aquer fazer aquilo, superar os obstáculos, não julgar, não culpar o outro, fazer um esforço, vir paraa comunhão, assistir palestra, tomar passe, fazer tratamento, ou vou pra igreja, entro no movimento que a igreja tem ou no em qualquer lugar, mostro para Jesus que eu quero sim ser curada. Mas nós queremos ser curados, sentado no sofá, né? Assistindo um seriado, alguma coisa e queixando. Todo mundo que entra eu queixo. Todo mundo que entra é o queixo. Se alguém liga, é o queixo. Então vamos ser, não vamos ser morno, né? O céu coopera, não há dúvida. Quer dizer, a espiritualidade coopera, não aduba, mas nós precisamos de ter um céu dentro de nós. Nós precisamos de ter dentro de nós a centelha divina que nós podemos fazer. Jesus não disse que nós podemos fazer milagres, podemos fazer tudo que a gente quiser, mas dese que a gente acredite, né? Então, eh, ele termina, vamos fazer a nossa parte, vamos levantar, resgatar nossos desejos. A gente tem desejo, mas sempre fica de olho no naquilo que o outro já conseguiu, né? E vontade, assumir a responsabilidade da nossa vida, não deixar nossa vida entregue a outro. O que o outro quer fazer dela, ele faz. Não. Nós temos vida própria. Nós somos dono da nossa vida. Nós podemos viver a eh com a outra pessoa, porque a outra pessoa tá nos ajudando a mantermos nessa vida, mas só a vida é nossa, ninguém tem direito, né? Então vamos deixar nossas
s dono da nossa vida. Nós podemos viver a eh com a outra pessoa, porque a outra pessoa tá nos ajudando a mantermos nessa vida, mas só a vida é nossa, ninguém tem direito, né? Então vamos deixar nossas paralisias de lado, né? Vamos depois fazer uma reflexão a hora que sentar lá pro passo, se der tempo, quantas paralisias eu tenho, eu estou tendo nesse momento, né? Vamos deixar de ser morno, pois Jesus está nos perguntando, você quer ficar curado? Vai com essa resposta para casa, né? Vai ficar depois dessa desses espaço aí que a a aquela entidade mandou para mim, falei: "Quero ser curada sim e tô tô fazendo, tá difícil, sabe? Porque chega, tô com dor de cabeça, né? Porque é é uma é um movimento emocional muito grande para fazer diferente, para não ser morno. É, essa é a nossa vida. Então vamos fazer nossa oração finalizando que nossos amigos já estão aqui para chamar. O tempo também já deu uma estendidazinha, né? Como diz a Salete, nossa amiga, que já partiu pro mundo espiritual. Rute, o relógio da comunhão não para. Ela era uma graça, né? Quem conheceu era uma pessoa maravilhosa. Então vamos nesse momento que a gente lembrou da Salete, onde ela esteja, que ela com certeza tá encontrando a paz, que era uma pessoa de paz, a gente sempre lembra dela, eu sempre lembro dela, mas vamos lembrar de todos aqueles nossos entes queridos que já partiram e ter um pensamento amoroso para todos eles, onde eles se encontrarem, que eles recebam a luz divina e que essa luz também divina que vá iluminar Todos eles ilumina as nossas famílias, aqueles que têm mais dificuldade, que seja carregado, que seja intuído, que seja iluminado pela proteção divina e que nós possamos não sermos mornos mais diante das nossas situações. Tomemos a rédia das nossas dores, mas também a rédia das nossas dificuldades. toda rédeia da nossa vida que seja por nós enfrentada. Mas com a proteção de Jesus, com a proteção de Deus Pai, do nosso anjo da guarda, nosso guia protetor, nós temos a certeza que estaremos bem. E que
da rédeia da nossa vida que seja por nós enfrentada. Mas com a proteção de Jesus, com a proteção de Deus Pai, do nosso anjo da guarda, nosso guia protetor, nós temos a certeza que estaremos bem. E que a doce paz de Jesus esteja com todos nós. E agora nós vamos passar para o passe individual de harmonização. Agradecido a todos vocês. Agradecido vocês que nos assistem pela TV Comunhão. Que a do Paz de Jesus permaneça nos nossos corações. Uma boa tarde. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a
s se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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