O AGUILHÃO E A TRAVE NO OLHO - Vânia Ramos [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 23/05/2025 (há 10 meses) 41:29 204 visualizações

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Transcrição

É muito bom nos encontrarmos aqui, né, sempre com o objetivo de aprender um pouquinho mais do evangelho de Jesus. Todos nós aqui somos aprendizes, né? E tenhamos a certeza que a equipe espiritual responsável por este horário já se encontrava aqui quando nós aqui adentramos nos acolhendo com muito carinho e que a paz do mestre Jesus nos envolva pacificando as nossas mentes e os nossos corações. E com certeza essa mesma paz chega até os nossos irmãos e irmãs que nos assistem através dos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. E como sempre fazemos uma leitura inicial bem curta para já ir nos auxiliando a nos tornarmos mais receptivos à reflexão de hoje. E nós vamos ler uma mensagem é bem curtinha deste livro Conselhos úteis, que é ditado pelo espírito Hilda Pereira Magalhães e a nossa irmã que psicografou, dona Hilda Luns. E o conselho de hoje é: temos defeitos. Não deixes que teu coração e tua mente se perturbem com ocorrências desagradáveis. Deves te prevenir para eventuais ocorrências, admitindo que as imperfeições humanas são normais no teu ambiente e que não podes esperar comportamento exemplar de todos que te cercam. Também tu muitas vezes cometes erros e ages de forma inconveniente com relação a alguns companheiros. Leva isso em conta e aceita defeitos e imperfeições de irmãos de caminhada. Admite que o Cristo não te designou para exerceres o julgamento dos teus semelhantes, mas para ajudá-los e a eles servir indiscriminadamente, sem te escandalizares ou te ferires com as surpresas do caminho. E assim, irmãos e irmãs, vamos elevar o nosso pensamento, trazendo a nossa tela mental, a doce e meia figura de Jesus, com seu olhar carinhoso, nos envolvendo na energia do amor que emana do seu coração. E assim, na certeza do amparo de Jesus e de toda a equipe espiritual que aqui se encontra, os nossos mentores, todos nos assistindo, nos fortalecendo, nos preparando para mais um uma noite, uma semana que vem, enfim, para que nós absorvamos os ensinamentos

e espiritual que aqui se encontra, os nossos mentores, todos nos assistindo, nos fortalecendo, nos preparando para mais um uma noite, uma semana que vem, enfim, para que nós absorvamos os ensinamentos que Jesus nos oferece para que nós nos transformemos, busquemos a nossa renovação, a nossa mudança de atitude. Mestre Jesus, nos ampare e nos fortaleça. Se conosco hoje e sempre. Que assim seja. Meus irmãos e minhas irmãs, a mensagem que eu li tem já tudo a ver com a reflexão de hoje. E a mensagem de hoje está no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 10. Bem-aventurados os misericordiosos. E o tema é o argueiro e a trave no olho. Muitos de nós, com certeza, já lemos a respeito, já ouvimos, né? essa questão que nós muitas vezes ficamos olhando o defeito dos outros e esquecemos de olhar para nós mesmos. E quando Jesus usou esse sentido metafórico, né, sentido figurado de argueiro e trave, porque o argueiro, se vocês forem lá olhar no dicionário, é um cisco, é uma coisa minúscula e a trave já é um tronco, uma madeira grande. já mostrando isso, que nós nos muitas vezes por proteção, por falta de conhecimento de nós mesmo, nós colocamos uma trava enorme e que nos impede de ver os nossos próprios defeitos e ficamos apontando o defeito do outro quando é muitas vezes mínimo em relação aos nossos erros. E aí Jesus, então eu vou ler o trecho que está no Evangelho de Mateus, capítulo 7, versículo 3 a 5. Como é que vedes uma argueira no olho de vosso irmão quando não vedes uma trave no vosso olho? Ou como é que dizeis ao vosso irmão: "Deixa-me tirar um argueiro do teu olho, vós que tendes no vosso uma trave. Hipócritas, tirai primeiro a trave do vosso olho e depois então vede como podereis tirar o argueiro do olho do vosso irmão. E esse texto de Mateus, Kardec vem fazer um comentário a respeito que é muito interessante e tem três aspectos muito importantes para nós eh inserirmos isso em nossas vidas, no nosso dia a dia. São três ensinamentos básicos. Um, ele vem falar sobre o

ário a respeito que é muito interessante e tem três aspectos muito importantes para nós eh inserirmos isso em nossas vidas, no nosso dia a dia. São três ensinamentos básicos. Um, ele vem falar sobre o autoconhecimento, a importância que nós temos que buscar de nos conhecer. Segundo é sobre a humildade, que como sabemos é oposto ao orgulho que tanto nos impede de olhar para nós mesmos e percebermos as nossas falhas. E outra questão da caridade, a caridade verdadeira, aquela que é simples, que é indulgente, que não julga e que nós precisamos exercitá-la nas nossas convivências. Nós muitas vezes somos muito rígidos com os outros e conosco mesmo, não. Então, é o que Jesus nos convida nesse trecho que tá em Mateus. E e Karde então vem nos falar que uma das maiores insensatez humanidade é exatamente em vermos o mal de outro e não vermos o mal que há em nós. E aí ele diz o seguinte: "Para julgar-se a si mesmo, fora preciso que o homem pudesse ver o seu interior no espelho, pudesse de certo modo transportar-se para fora de si próprio, considerar-se como outra pessoa e perguntar: "Que pensaria eu se visse alguém fazer o que eu faço?" Olha que interessante. Então ele usa também o Kardec uma forma, né? metafórica de nós termos um espelho à nossa frente, mas não para nos olhar se o cabelo tá arrumado, a maquiagem ou o homem tá, se tá com a barba bem feita, se o o bigode foi aparado e outras situações do nosso corpo físico, o que ele tá mostrando o espelho. Se nós tivéssemos esse espelho para olhar o nosso interior e nos examinarmos, onde eu estou errando? o que eu estou fazendo meu dia a dia, nas minhas relações com minha família, no ambiente de trabalho, em todas as circunstâncias. E aí é exatamente o que Kardec quer nos mostrar, a questão do autoconhecimento. Eu só vou me melhorar na hora que eu venha buscar esse autoconhecimento. E é interessante sobre essa questão de de se olhar, nós temos lá no livro dos espíritos, no na questão 919, que é muito conhecida, né, que se pergunta, né, Kardec perguntou a

ar esse autoconhecimento. E é interessante sobre essa questão de de se olhar, nós temos lá no livro dos espíritos, no na questão 919, que é muito conhecida, né, que se pergunta, né, Kardec perguntou a espiritualidade maior, como, de que forma ele poderia ter esse autoconhecimento, porque nós temos essa dúvida, né? Então eu vou ler até para vocês aqui. Ele faz exatamente essa pergunta. Qual o meio prático mais eficaz que tem o homem de se melhorar nesta vida e de resistir ao arrastamento do mal? Um sábio da antiguidade vos disse: "Conhece-te a ti mesmo". E aí vem a questão 919. Santo Agostinho. E Santo Agostinho, muitos devem ter conhecimento da história de vida dele. Ele era um homem mundano, não tinha religião. Mas a mãe dele, a Santa Mônica, ela já tinha falecido e orava muito por ele para que ele se transformasse e se renovasse. E ele com as orações da mãe e um sermão que ele assistiu na catedral de Milão que o tocou e aí ele começou a perceber que ele precisava mudar de vida. Então ele tem toda a bagagem para nos ensinar essa transformação, esse autoconhecimento, porque para ele se transformar, e nós sabemos que hoje ele é um espírito de luz, inclusive ele tem mensagens tanto no livro dos espíritos como no Evangelho segundo o Espiritismo, mensagens edificantes, maravilhosas. E ele então vem nos dizer que que ele começou a fazer todos os dias à noite, ao deitar num momento de oração, ele fazia esse essa reflexão de olhar para dentro de si mesmo. E aí que vem a questão da humildade que é necessária para que nós possamos olhar para nós mesmos e reconhecer os nossas imperfeições. E ele então se perguntava: "O meu dia de hoje, o que eu fiz de bem? O que que eu fiz de mal? Aquilo que eu falei com aquela determinada pessoa, eu gostaria de ouvir a pessoa falar para mim essa uma forma agressiva ou uma crítica? Porque nós criticamos o outro, mas nós normalmente, aí vem a questão do orgulho, nós normalmente não aceitamos quando o outro vem nos criticar, nos mostrar as nossas imperfeições. E muitas

ma crítica? Porque nós criticamos o outro, mas nós normalmente, aí vem a questão do orgulho, nós normalmente não aceitamos quando o outro vem nos criticar, nos mostrar as nossas imperfeições. E muitas vezes pessoa vem com a o objetivo de nos ajudar. E aí a questão da caridade, como eu falei aqui, que que Kardec nesse texto são três situações muito importante, autoconhecimento, né, a caridade e a indulgência, porque eu tenho que ser indulgente com o erro do outro, não para concordar, para ser conivente. Inclusive no próprio capítulo 10 do deste do Bem-aventurados que são misericordiosos, no final do capítulo tem três perguntas que Kardec faz e quem responde é São Luís. E ele fala que o mal a gente não pode querer tapar tapar o sol com a peneira que não exista o mal. existe, mas nós precisamos ter autoridade moral para corrigir o outro, porque nós muitas vezes nos colocamos numa condição de que somos melhores do que os outros. Num ambiente familiar, quem não tem problemas com família, né, aquele mais difícil, aquele que tá sempre buscando o caminho do mal. E você muitas vezes vai com aquela força, com aquela agressão, com palavras que só coloca a pessoa mais para baixo. E não é assim. A gente tem que ter esse cuidado e essa questão da maledicência, porque nós ouvimos e não procuramos refletir. E aí lembrando o filósofo Sócrates, ele estava andando lá em Atenas e veio um conhecido e falou: "Ah, você sabia sobre fulano, um seu aluno?" E Sócrates, muito sábio, vira para ele e falou assim: "Um momento". Você já passou pelos três filtros ou pelas três peneiras, o que você vai me falar? E aí a pessoa ficou: "Não, que crivos são esses? Que que filtros são esses?" Ele falou: "Primeiro, é verdade". Aí a pessoa titubeou: "É, não sei, me falaram". Ele falou: "Olha, você já não passou no primeiro filtro." Segundo, esse isso que você ia me falar vai ser bom para alguém? A pessoa também ficou em dúvida dis: "Olha que muitas vezes a gente fala coisas que não é positiva, não vai edificar, só vai destruir o outro." E a

e isso que você ia me falar vai ser bom para alguém? A pessoa também ficou em dúvida dis: "Olha que muitas vezes a gente fala coisas que não é positiva, não vai edificar, só vai destruir o outro." E a gente vê isso muito hoje nas redes sociais, que um coloca uma em verdade, o outro sai divulgando e vai espalhando e aí vira aquela coisa terrível. E a pessoa muitas vezes não tem condições de se defender porque já se espalhou tanto. E aí Sócrates te pergunta: "É verdadeiro? vai ser bom e é útil, que muitas vezes tem coisas que não tem utilidade nenhuma e eu saio falando, divulgando e nós temos essa tendência. O mal a gente exalta, a gente fala, a gente comenta e muitas vezes as boas atitudes nós raramente estamos comentando. E é isso que Kardec, que Jesus vem nos convidar quando fala sobre essa questão do argueiro no nosso no olho do irmão e a trave. E essa trave é exatamente o orgulho que nós nos bloqueamos. Colocamos uma venda enorme para não olhar os nossos defeitos, as nossas imperfeições, porque é mais fácil ver dos outros. E olha só o que nosso irmão Santo Agostinho nos fala. Aquele pois que tem o sério desejo de melhorar-se, perscrute a sua consciência, a fim de extirpar de si as más tendências. Como arranca as ervas daninhas do seu jardim. Faça o balanço da sua jornada moral, avaliando todo as suas atitudes. Olha só essa questão da nossa moral. Somos imperfeitos. Somos, como eu falei no início, todos nós aqui somos aprendizes, mas nós não podemos mais querer enganar a nossa própria consciência de que nós não sabemos o que é certo e o que é errado. É uma fraqueza nossa, né, de criticar, de falar mal do outro. Mas vamos trabalhar isso em nós para nos tornarmos melhores e fazer esse exercício que o Santo Agostinho nos recomenda e que ele fazia e que ele conseguiu se superar, vencer, ter se esforço. O próprio evangelho nos fala que o verdadeiro espírita, o verdadeiro cristão é aquele que se esforça diariamente para se transformar moralmente. Dizer o esforço. Nenhum de

rar, vencer, ter se esforço. O próprio evangelho nos fala que o verdadeiro espírita, o verdadeiro cristão é aquele que se esforça diariamente para se transformar moralmente. Dizer o esforço. Nenhum de nós aqui somos perfeitos, que se fôssemos não estaríamos aqui. Agora cabe a cada um de nós abraçar a nossa causa para até que nós possamos sermos instrumento do amor de Jesus auxiliando o outro. Porque eu só posso auxiliar outro em determinadas circunstâncias se eu já adquirir naquele sentido a perfeição daquele erro, não cometo mais. Porque é muito fácil apontar. E a gente esquece que quando a gente faz assim, esse dedo tá nos indicando para nós que nós também temos defeitos. E Kardec faz um comentário nessa final dessa questão. Ele diz assim: "Muitas faltas que cometemos nos passam despercebidas. Se de fato, seguindo o conselho de Santo Agostinho interrogássemos com mais frequência a nossa consciência, veríamos quantas vezes falimos sem o suspeitarmos simplesmente por não examinarmos quanta a com atenção a natureza e o móvel dos nossos atos. E essa questão de quando a gente começa a falar, né, e sai espalhando e como se propaga. Eu falo para um, aquele um fala para dois, o dois fala para quatro. E como isso se propaga? Olha aí a responsabilidade. E tem um uma historinha neste livro, gente. É e para o resto da vida. é um livro, são mensagem curtas histórias e que são praticamente destinada para os pais ou aqueles que cuidam de crianças, tipo orientações, como orientar, conduzir o diálogo com certas crianças, que muitas vezes a gente quer castigar, quer brigar e muitas vezes é com uma forma, um exemplo, uma palavra. E olha só, sobre essa questão de nós espalharmos. O título da historinha é as penas. Eu vou fazer um resumo. Tinham duas irmãs, elas adolescentes e elas tinham um mau hábito. Elas na escola espalhava, falava mal de uma colega para outra e aquilo ia se espalhando e tal. E chegou ao conhecimento de sua mãe, da mãe das duas, né, sobre esse comportamento errado, que elas nem faziam muito por

espalhava, falava mal de uma colega para outra e aquilo ia se espalhando e tal. E chegou ao conhecimento de sua mãe, da mãe das duas, né, sobre esse comportamento errado, que elas nem faziam muito por maldade, elas achavam aquilo engraçado. E aí a mãe, olha só a sabedoria dessa mãe, chamou as duas no quintal, diz que esse dia tava ventando muito e deu a elas almofada cheia de penas e cortou. e falou: "Olha, agora vocês vão sacudir essa almofada e te jogar todas as penas fora no vento". E que que aconteceu? Pena é leve, né? Veio o vento, fez um redemoinho, subiu pena pro alto, foi pro lado, foi pro terreno baldio do outro lado da casa, caiu num laguinho onde tinha e se espalhou. E elas acharam o máximo, né? Ó, mamãe, em vez de nos castigar, ainda nos deu uma brincadeira interessante. Aí elas terminaram a mãe: "E aí agora que você que Ah, foi ótimo. Ah, foi pena para tudo quanto é lava." A mãe aí voltou e falou o seguinte: "Agora tá vendo esta almofada aqui vazia? Agora vocês vão recolher todas as penas que se encontravam nessa outra almofada". Aí elas falaram: "Mas é impossível". Elas se espalharam para tudo quanto é lado, não tem como. E olha só o que a mãezinha delas falou para ela após elas perceberem que não tinha como recolher as penas. Essas penas parecem os boatos que certas pessoas propagam. Uma vez espalhados, não há meios de fazê-los voltar ao ponto de partida. Olha só, e é isso que acontece. A gente sai espalhando e não tem mais como recolher toda aquela maledicência, toda aquela intriga, todo aquele comentário que muitas vezes até aconteceu, mas a gente vai denegrer a imagem do outro. E é aquilo que o Sócrates te perguntou. É útil. Porque quando há determinadas situações que o próprio São Luís diz lá no Evangelho, que há situações que a gente tem que ter o discernimento, muitas vezes determinadas situações, é melhor que a comunidade tenha conhecimento, porque um determin determinado ato de uma pessoa vai prejudicar a muitos. Aí é necessário sim nós darmos conhecimento,

uitas vezes determinadas situações, é melhor que a comunidade tenha conhecimento, porque um determin determinado ato de uma pessoa vai prejudicar a muitos. Aí é necessário sim nós darmos conhecimento, mas não para agir com o intuito de prejudicar a pessoa, é para poupar aquele número de pessoas que podem ser afetados. Aí é uma questão de responsabilidade. É, aí a mãe das meninas diz o seguinte: "Eh, não, aí a filha diz assim: "Eu, pessoalmente, quando me sinto inclinada a repetir comentários e rumores ouvidos, lembro-me sempre daquelas penas soltas no vento e que de nenhuma forma poderíamos tornar a recolher para uma nova almofada. Olha só, né? E um exemplo pequeno que é para as crianças e para nós também. Vamos ter cuidado com o que falamos. Não saiamos denegrindo a imagem do outro. E a gente vê numa na rede social coisas graves, vamos primeiro apurar. E é como fala, vai ser útil, mesmo que seja verdade, nós sairmos divulgando. Vamos refletir sobre isso. E essa questão do exemplo do pai com a criança, no final tem uma mensagem do Emanuel que eu achei muito linda. Não esqueces, não esqueças que a primeira escola da criança brilha no lar. Olha o exemplo dos pais de ter atitudes, comportamentos corretos, porque a criança aprende muito com exemplo. Você pode até falar, como tem aquela historinha até engraçada, né, que a mãe sempre falando para filho, ó, não fale palavrão, é feio falar palavrão. Aí no trânsito, a criancinha na cadeirinha de trás, alguém deu uma fechada nela e ela soltou tudo que veio à mente e desejou mal aquele pessoa e tal. Aí a filha muito calmamente, ah, mamãe, no trânsito pode falar palavrão, né? Então, olha só o exemplo. Não basta falar, é preciso, como Jesus nos nos ensinou, ele não só falava, ele exemplificava. é o que ele conta conosco, esse exemplo que a gente tem que dar no nosso lar e em todos os ambientes onde convivemos. E com relação à mensagem, Kardec diz o seguinte: incontestavelmente é o orgulho que induz o homem a dissimular para si

plo que a gente tem que dar no nosso lar e em todos os ambientes onde convivemos. E com relação à mensagem, Kardec diz o seguinte: incontestavelmente é o orgulho que induz o homem a dissimular para si mesmo seus defeitos, tanto morais quanto físicos. Semelhante sensateza, é essencialmente contrária à caridade, porquanto a verdadeira caridade é modesta, simples indulgente, que eu falei sobre a questão da indulgência que nós devemos ter para com o outro. Com efeito, como poderá um homem, quer dizer, ele vem mostrar isso, a pessoa orgulhosa, ele quer ressaltar o que nele, o que é melhor nele, ele põe aquela trave, né, que ele não se enxerga, não olha os seus defeitos, porque é mais fácil criticar o outro. Então ele diz, eh, um homem bastante presunçoso para acreditar na importância de sua personalidade, na supremacia de suas qualidades. É aquele que se acha o máximo dos máximos, não tem humildade. Então, ele não consegue ressaltar no outro bem, as boas ações, porque aquilo ele se sentiria menor. Quantas vezes a gente vê as pessoas denegrir o outro para ele se colocar numa posição superior? é um irmão digno de oração, de caridade. Não devemos também massacrá-lo, porque nós todos cometemos erros, mas vamos procurar diminuir. E aqui Kardec fala: "Por isso mesmo, porque o orgulho é o pai de muitos vícios e a negação de muitas virtudes, ele se encontra na base como móvel de quase todas as ações humanas. Nós deixamos muito prevalecer nas nossas ações o orgulho e por isso que erramos tanto. Na hora que nós desenvolvermos uma das virtudes mais básicas, que é a humildade, eu vou até aprender a vencer a mim mesmo para ajudar o outro, a colher o outro, auxiliar o outro que está ainda no erro, mas não para colocá-lo numa condição inferior e nos colocarmos como somos superiores a eles, que é a questão do orgulho. é para tratá-lo como irmão e estender a mão. Porque nós sabemos que tem pessoas em condições que estão em situações mais difíceis que a nossa, errando mais, mas não para nós condenarmos, mas para

lho. é para tratá-lo como irmão e estender a mão. Porque nós sabemos que tem pessoas em condições que estão em situações mais difíceis que a nossa, errando mais, mas não para nós condenarmos, mas para ajudarmos. E Kardec diz: "Então essa a razão porque Jesus se empenhou tanto em combater o orgulho como principal obstáculo do progresso." E tem uma mensagem do Emanuel que ele fala sobre o egoísmo no Evangelho. Ele fala exatamente isso, que o orgulho é o a doença, o câncer da da das nossas vidas. Porque a gente, o orgulho e o egoísmo, né? Ele ainda fala que o egoísmo é filho do orgulho. E olha só, porque nós pensamos muito em nós e esquecemos do outro. E assim, meus irmãos, para encerrar, eh, vamos lembrar sobre a questão do autoconhecimento. E olha só, quem carrega em si trevas não pode distribuir luz. Como é que eu quero levar a energia de paz, de luz, se eu ainda tenho tantas sombras em mim mesmo? Para eu ter condição moral de ajudar o outro, eu tenho que eliminar a sombra que há em mim, dos defeitos que há em mim. Quem está fragilizado não tem condições de amparar. Se eu estou fragilizada por uma série de situações da minha vida, como é que eu vou ter condições de auxiliar o outro? Como é que eu vou levar para ele uma palavra de consolo, de ânimo, de esperança? Se eu estou numa situação altamente frágil em função dos meus problemas, depressivo, eu tenho primeiro cuidar de mim. Ou amar a si, como Jesus falou, amar ao próximo como a si mesmo. Amar a si mesmo não é ser egoísta, não é ser orgulhoso, é cuidar de você para que você tenha condições de ajudar o outro. Quem vive no erro não tem condições morais de dar bom exemplo. Eu estou sempre errando. Como é que eu vou ter condições de dar bom exemplo? Como eu falei, o caso da relação dos pais com o filho, né? Quantas vezes o filho ouve fala assim, fala que eu não estou. A criança ouve, né? É um exemplo, correto? Não. Então, coisas pequenas. E não estamos aqui para criticar, julgar, é pra gente estar atento. É aquele

zes o filho ouve fala assim, fala que eu não estou. A criança ouve, né? É um exemplo, correto? Não. Então, coisas pequenas. E não estamos aqui para criticar, julgar, é pra gente estar atento. É aquele autoconhecimento que Kardec nos convida e Santo Agostinho também para examinarmos o nosso dia a dia. Que que eu fiz hoje? Aquilo que eu falei, eu deveria ter falado. Eu gostaria de ouvir aquilo que eu disse pro outro. Quem tem uma trave nos olhos não pode servir de guia. Se eu coloco na minha frente um tronco de todo tamanho, impedindo de de observar o que é bom e o que é errado comigo mesmo, como é que eu vou querer ser guia de alguém, aconselhar a alguém se essa pessoa tá me observando e vendo que eu cometo uma série de erros? Então aqui é o que a gente tem que ter esse cuidado. E por falar quando Jesus diz para encerrar sobre hipócritas, essa palavra eu sempre tive uma dificuldade. Aí eu fui verificar a etimologia da palavra origem é grega. E olha só, lá havia o teatro e muitas vezes um ator ele fazia vários personagens, então ele usava máscaras para fazer vários personagens. Então ele fingia ser aquilo que ele não era. E se a gente vê a hipocris a pessoa quer passar a aparência de uma coisa que ela não é, quer corrigir o outro como se ele fosse uma um uma pessoa altamente de uma condição moral elevada e quando não é. Então, quando Jesus falou, muitas vezes as pessoas fala: "Poxa, Jesus foi forte, foi agressivo, não foi para nos sacudir até que ponto eu tô sendo verdadeira comigo mesmo e com os outros?" Vamos refletir isso. E é essa a mensagem que queríamos trazer sobre o argueiro e a trave no olho. Vamos tirar a trave que há em nós para que nós possamos auxiliar aquele que tem só um pequeno cisco no olho. Lembrando do que Jesus nos disse. Tenhamos olhos de ver, que apuremos o nosso olhar, olhando para o outro como irmão, como pessoas também com dificuldades como nós. E ol o olhar de amor, de fraternidade, acolhendo e não criticando e não julgando. E assim, meus irmãos, só tem agradecer que Jesus nos

outro como irmão, como pessoas também com dificuldades como nós. E ol o olhar de amor, de fraternidade, acolhendo e não criticando e não julgando. E assim, meus irmãos, só tem agradecer que Jesus nos envolva na sua paz, na sua luz. E assim, Mestre Jesus, nos encontramos aqui buscando, Senhor, colocar em nossas vidas os teus ensinamentos. e vençamos a nós mesmos as nossas imperfeições, as nossas dificuldades, para que um dia, Senhor, cheguemos à situação do apóstolo Paulo, que disse: "Não sou eu mais que vive em mim, mas o Cristo e assim peço por todos que aqui se encontram, encarnados, desencarnados, e o Senhor os fortaleça para que eles nunca percam a esperança em dias melhores. E que essa luz de amor que nos envolve seja direcionada também a toda a humanidade, encarnados e desencarnados. Dê conosco, Senhor, hoje e sempre. Que assim seja. Meus queridos, antes do passo, eu tenho três avisos. Uma, nós já falamos a semana passada, está havendo a campanha do agasalho que todo ano a comunhão faz. aqueles que puderem doar eh cobertor ou agasalho, meia, mesmo que seja um par de meia, né? Nem todos tem condição. A campanha Alta de Souza fica aqui ao lado, está recebendo e tem dois avisos aqui. Na no dia 24, no sábado, vai ter, talvez alguém já viu até lá fora, um tema muito interessante, maternidade, um clamor pela vida. É a Dra. Márcia Leon que vai fazer essa palestra. E isso vai ser às 17 horas no sábado e às 19 horas sobre esse mesmo tema vai ter um um bate-papo entre ela e o Saulo César, não sei se muitos conhecem, ele é da era daqui da FEB, né, Federação Espírita Brasileira e foi trabalhar em São Paulo e ele vai ser um debate, então todos estão convidados no sábado, é um tema muito importante, o clamor pela vida, muitos precisando voltar pro nosso planeta para ter oportunidade de renovação, de aprendizado. Fiquem com Deus, fiquem em paz. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e

ão, de aprendizado. Fiquem com Deus, fiquem em paz. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a

tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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