Vânia Ramos | MUITOS OS CHAMADOS, POUCOS OS ESCOLHIDOS (PALESTRA ESPÍRITA)
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para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor. Sintam-se muito bem-vindos à nossa casa, a comunhão espírita de Brasília, que nos acalma, nos agasalha, nos pede para não desistirmos de nós próprios, que às vezes é difícil, às vezes dá vontade de deixar tudo, inclusive a nossa, mas Não façamos isso, não desistamos. Para iniciarmos este momento, eu vou ler um pequeno trecho do Evangelho Segundo Espiritismo, do capítulo 13. Não saiba a vossa mão esquerda o que dá a vossa mão direita. Um trecho bem pequeno e muito lindo. A caridade é em todos os mundos a eterna âncora de salvação. É a mais pura emanação do próprio criador. É a sua própria virtude dada por ele à criatura. Como desprezar essa bondade suprema? Qual o coração dissociente bastante perverso para recalcar em si e expulsar esse sentimento todo divino? Qual filho bastante mal para se rebelar contra essa doce carice? a caridade. Eu vou sugerir agora que fechemos os nossos olhos. Vamos sentir esse amor profundo que provém desses amigos tão queridos que nos cercam. de Deus, nosso Pai amoroso, Jesus, nosso irmão, amigo de todas as horas, que não desiste de nós, que ilumina o nosso caminho com seu amor, seu amor tão profundo. Mezer de Menezes, mentor desta casa, que nos olha e nos pede para que também nos olhemos com esse carinho imenso. e do Nivone, Dornivone do Amarel Pereira, que neste momento dirige os nossos trabalhos
Mezer de Menezes, mentor desta casa, que nos olha e nos pede para que também nos olhemos com esse carinho imenso. e do Nivone, Dornivone do Amarel Pereira, que neste momento dirige os nossos trabalhos aqui neste salão e que também em vários momentos sentiu o seu joelho se dobrar, mas que se reergueu e que nos mostrou que é possível resistir. a si própria, que é possível amar, que é possível aprender, começando a amar a si e expandir esse amor a todos aqueles que nos cercam, inclusive aqueles que neste momento nós não reconheçamos. agradecer a cada um que nos cerca, a cada um que nos coloca à prova, a cada um que nos pede para que sorvemos o fé. Vamos agradecer porque em todos os momentos temos aprendizados e esses aprendizados às vezes difíceis. nos lembra que Jesus também não desistiu e não desistiu de nós. Assim, amigos queridos, cheios de coragem e de muito carinho, nós vamos pedir licença para iniciarmos este momento dando graças a Deus e graças a nosso irmão Jesus. Hoje nós estamos presenteados. Primeiro nós temos microfone, né, que nós ficamos semana passada e sem luz com a Vânia, nossa amiga que tá aqui, que vai conversar conosco sobre há muitas moradas, há muitos chamados e poucos escolhidos. Eu acho que eu sou chamada, mas escolhida são outros 500, mas a Vânia vai nos esclarecer a esse respeito, né? Muito obrigada, Vânia. Dos atributos de Deus. Deus é soberanamente justo e bom. E Deus como soberanamente justo e bom, ele não privilegia ninguém. E é por isso que o Kardec nesse capítulo vem nos trazer exatamente a parábola do festim das bodas. E ele vem nos dizer nesta parábola que Jesus nos trouxe, que como nós sabemos, a parábola, ela tem um sentido metafórico, alegórico e que nós muitas vezes temos dificuldade do que Jesus quis nos dizer através dessa parábola. E ele diz que o reino de Deus se assemelha a a um rei que ia fazer a boda do seu filho e mandou os seus emissários convidar muitos que eram aqueles que estavam em condições de participar daquela festa.
ele diz que o reino de Deus se assemelha a a um rei que ia fazer a boda do seu filho e mandou os seus emissários convidar muitos que eram aqueles que estavam em condições de participar daquela festa. Infelizmente recusaram o rei, como nós sabemos, é Deus, o seu filho Jesus. E ele mandou novamente os seus emissários convidar os mesmos e os mesmos recusaram, disseram que tinham negócios a resolver, que tinham de ir paraas suas casas de campo e muitos até violentaram, mataram aqueles emissários do Senhor. E o Senhor então tomou a decisão, pediu aos seus emissários que convidasse a todos os quais eles encontrassem no caminho. E assim foi feito. E lá na festa, o rei caminhando entre os convidados, percebeu que um dos convidados não estava com a veste nupcial. E ele disse como ele tinha entrado ali e pediu aos seus emissários que o retirassem. E há uma expressão que muitas vezes também é meio forte, mas lembremos a época que Jesus disse isso, que aquele irmão fosse retirado e jogado nas trevas do exterior. Então vamos contextualizar esta parábola pro nosso dia a dia. Vamos nos inserir, porque nós muitas vezes lemos a parábola e nos reportamos a aquela época. As parábolas de Jesus é para toda a época, é para todos nós, para nós refletirmos o que ele quer dizer para nós. A partir do momento que falamos que somos cristãos, é necessário que nós entendamos a mensagem do Cristo. E aí, quantos de nós ou será que só alguns foram chamados por Deus para abraçar a causa do Cristo? Todos nós somos chamados. Aí muitos vão dizer: "Mas eu nunca recebi uma mensagem de de um mentor no centro espírita ou alguém vem me dizer que Deus tá me chamando, me convidando?" Vamos observar o nosso dia a dia nas nossas vidas. Quantas vezes Deus nos convida, nos chama para abraçar essa causa. E essa causa nós só abraçamos quando nós buscamos a nossa renovação, a nossa transformação moral. E aí essa questão dos escolhidos, quem são esses escolhidos? São aqueles que já conseguiram vencer as suas más tendências, os seus vícios, as suas
camos a nossa renovação, a nossa transformação moral. E aí essa questão dos escolhidos, quem são esses escolhidos? São aqueles que já conseguiram vencer as suas más tendências, os seus vícios, as suas paixões e assim nós nos fazemos escolhidos. Não há privilégio. E que muitas vezes a gente vamos lembrar de alguns eh irmãos que já passaram por uma fase que já se encontram na condição de escolhidos. Ó, o nosso apóstolo Paulo que ele abraçou, sofreu e quando nós optamos a abraçar a causa do Cristo, não vai ser fácil realmente, porque Kardec vem exatamente nos falar essa questão da justiça de Deus e que a justiça de Deus, para nós entendermos, para conciliar essa ideia de um Deus justo, só através da reencarnação. Porque muitos falam assim: "Como Deus é justo, se uns nascem numa condição tão sofrida, num casebre, com deficiências físicas, muitas vezes abandonado pelos próprios pais e outros nascem num ambiente familiar harmônico com condições materiais altamente favoráveis a para que ele adquira conhecimento, para que ele vença na vida extremamente inteligente e que muitas vezes usa indevidamente a inteligência, que nós muitas vezes, nossa visão material, nós categorizamos que o feliz é aquele que nasceu num lar de posses, né, que tem todo o conforto. Mas muitas vezes aquele irmão, ele ainda vai ter que passar por esse processo para que ele se renove. Da mesma forma que o irmãozinho que nasce lá naquele Casebre está numa condição evolutiva muito maior do que o outro. Então, nós não podemos eh ter essa ideia de que quem está mais é mais feliz é quem tá lá na mansão, que tem tudo. Então, nós precisamos ter essa visão. E é como nós sabemos, a cada reencarnação nós vamos adquirindo mais experiência e nós vamos nos tornando mais capazes de sermos convidados e escolhidos por Deus. E essa questão do convite, né? Nós muitas vezes nos colocamos numa condição de de vítimas, reclamamos e quando as oportunidades estão sendo oferecid a nós, exatamente para nós chegarmos a essa condição de escolhidos.
o convite, né? Nós muitas vezes nos colocamos numa condição de de vítimas, reclamamos e quando as oportunidades estão sendo oferecid a nós, exatamente para nós chegarmos a essa condição de escolhidos. Muitas vezes a dor, não só a nossa, como do nosso irmão, nos convida exatamente para nós atuarmos auxiliando ou nós também buscarmos a solução da dor e se não conseguirmos usarmos da resignação que nós muitas vezes revoltamos e falamos: "Mas Deus, por que eu? Por que com meu filho? E somos nós que temos passar por essa experiência. E muitas vezes nós também somos convidados através da calúnia da maledicência que somos vítimas. É a hora de nós agirmos com o perdão, com a tolerância de olhar por irmão, que ele é um doente e precisa de uma oração. E esse também nós estamos sendo convidados através do exercício do perdão. E nós muitas vezes também somos convidados, olha só, através das sombras, das sombras das nossos pensamentos, das dos envolvimentos. E que que nós temos que fazer? buscar a luz do amor. E se nós formos a um ambiente e nos depararmos com pessoas que estão ainda voltadas para a sombra, não vamos julgá-los, condená-los, vamos fazer luz com exemplos. Não basta falar, que falar é mais fácil. Jesus quando nos deu os seus ensinamentos, não é só para nós termos o conhecimento, é para que nós coloquemos em prática no nosso dia a dia, nas nossas convivências. E nós muitas vezes nos esquecemos disso. Então lá a parábola que Deus convida e aqueles que não aceitam, nós também fazemos muito isso. Não, eu não tenho tempo agora. Eu tenho que resolver meu minha vida, meus negócios. Eu foco só em ter, ter, esqueço do ser. Ou então aquele aqueles que optaram ir paraas suas casas de campo. Quanto de nós não, eu não posso. Eu tenho uma festa que eu não posso faltar, o filme que eu quero assistir, a novela porque tá terminando e várias situações. E eu estou sendo convidada, chamada para ir ali auxiliar, auxiliar alguém, ouvir alguém, porque muitas vezes basta que nós ouçamos o outro que
sistir, a novela porque tá terminando e várias situações. E eu estou sendo convidada, chamada para ir ali auxiliar, auxiliar alguém, ouvir alguém, porque muitas vezes basta que nós ouçamos o outro que está precisando. O convite é feito diariamente. É necessário que nós cuidemos da nossa percepção, ampliemos a nossa percepção para percebermos o que que está à nossa volta, quais são os convites que Deus está fazendo a nós para que nós um dia cheguemos a participar do festim da festa das bodas juntamente com Jesus. E essa questão lá que fala da veste nupcial. Todos nós estamos, somos tecelões. Todos nós estamos tecendo a nossa própria túnica nupicial. Como eu não sei fazer tricô, não sei fazer crochê, não sei nessa área, não sei nada. Não é isso? Se quem, se bem que quem sabe fazer um tricô, um crochê, né, Valéria, tem toda a habilidade de fazer artes, coisas maravilhosas. E é assim que a gente tem que fazer. Não é o nosso corpo físico, é o nosso espírito, espírito imortal que somos. Nós vamos tecendo a nossa túnica nupicial com o amor, com a caridade, como a nossa irmã leu ali sobre a caridade, com a benevolência, com a indulgência, com a abnegação, com a resignação e nós vamos ter sendo a nossa veste nupcial. Muitas vezes vamos errar um ponto, vamos ter voltar, repetir, que nós ainda somos espíritos imperfeitos, estamos aprendendo, mas cabe a cada um de nós fazermos a nossa veste nupcial para para um dia nós estarmos com essa veste que há um brilho intenso do amor que nós desenvolvemos e que dedicamos aos outros, não é? Aquele amor que prende o amor cobrança, o amor exigência, o amor que exige reconhecimento, não. É o amor que liberta. É o amor que faz com que nós não cobremos nada de ninguém, que devemos fazer tudo sem exigir nada em troca, nem reconhecimento, porque o reconhecimento vem de cima. Deus, Jesus sabe de nossas ações, dos nossos pensamentos, de tudo que nós queremos e podemos transformar. Então, cabe a cada um de nós tecer essa veste nupcial para que um dia sejamos
nto vem de cima. Deus, Jesus sabe de nossas ações, dos nossos pensamentos, de tudo que nós queremos e podemos transformar. Então, cabe a cada um de nós tecer essa veste nupcial para que um dia sejamos aceito verdadeiramente no reino dos céus. E essa questão da que o rei pediu, né, para que o os emissários retirassem aquele irmão que ainda não estava com a veste nupcial. Aí o Kardec vem nos reforçar a questão da reencarnação. Esses que ainda não estão em condições de participar da festa das bodas, somos ainda nós que ainda não alcançamos esse nível de pureza. E falando em pureza, lembremos da bem-aventurança. Bem-aventurado os puros de coração, porque estes um dia estarão com Deus. Olha só a pureza de coração. Quando nós não tivermos mais nenhum ressentimento, mas nenhuma mágoa, nenhum desejo de prejudicar o outro ou inveja ou ciúme, todas as emoções negativas, sentimentos que só destróem. Quando nós eliminarmos, seremos aqueles bem-aventurados, os puros de coração. E então a essa questão do que foi expulso, somos nós que ainda não conquistamos esta pureza, mas Deus, vamos voltar lá, Deus é soberanamente justo e bom. Deus ama a todos os seus filhos, independentemente da sua condição, mas é necessário o nosso esforço, o nossa coragem de enfrentar situações. Então, quando esses irmãos que não puderam participar, de que forma que Deus permite que ele um dia chegue a essa condição? Não é com punição, não é com castigo, é a oportunidade da reencarnação que vai ser no esse iri e vi que nós vamos aprendendo, vamos nos tornando mais despreendidos das coisas materiais e dos sentimentos negativos. Então, esses que saíram não são rejeitados. Por isso que a gente tem que ter esse cuidado, muitos os chamados e poucos os escolhidos, porque nós nos acomodamos muitas vezes vamos adiando, estamos sendo chamados e não queremos abraçar o trabalho do bem que exige renúncia e que nós não queremos, existe esforço. Não, não vou hoje à comunhão, não. aquele trabalho, eu me inscrevi, um trabalho voluntário, mas hoje eu tô
queremos abraçar o trabalho do bem que exige renúncia e que nós não queremos, existe esforço. Não, não vou hoje à comunhão, não. aquele trabalho, eu me inscrevi, um trabalho voluntário, mas hoje eu tô cansada. Aí sempre arrumando desculpas, adiando, adiando. E também no ambiente familiar, que o ambiente familiar, a nossa família, tem lá no livro Jesus no lar de Neio Lúcio, que psicografia do Chico, que fala eh sobre o lar, que é uma escola. E é no lá que nós aprendemos realmente que sempre vem aquele irmão, um esposo ou um tio, em várias situações que vai nos testar. E aquela também é uma oportunidade que Deus tá nos convidando também para que nós saibamos conviver com esse irmão, abraçá-lo no sentido de amá-lo ainda com as suas deficiências. e buscar ajudá-lo, não criticá-lo, não condená-lo, não isolá-lo. Muitas vezes situações que nós não podemos conviver com a mesma pessoa no mesmo lar, mas nem por isso nós vamos odiar essa pessoa, desejar o mal a ela. Nós temos de abraçar verdadeiramente o ensinamento do Cristo e estejamos atenta a todos os convites que ele nos faz diariamente, a todos os momentos. é no trânsito, é num supermercado, é numa agência bancária, em todas as situações e principalmente quando encontramos uma pessoa que seja extremamente grosseira conosco, que faz, que tem comportamentos, atitudes que realmente são depreciáveis, não vamos julgá-lo nem condenado. É um convite que Deus nos faz também através desse irmão, que mentalmente oremos por ele, envolvamos num sentimento de paz, de amor. Deus toma conta desse irmão. ele deve estar passando ou dessa irmã por uma situação que nós não sabemos, mas não vamos julgá-lo e nem vamos permitir que ele nos afete para que nós nos desequilibremos. Lembremos do que Jesus sempre nos recomendou. Vigiai e orai. Então, nós temos que estar atento a isso. E vejamos no livro Espírito da Verdade, são espíritos diversos que tem as psicografia e a a psicografia de Chico Xavier e Valdo Vieira. E tem uma mensagem do Emmanuel neste do benfeito Emanuel e
isso. E vejamos no livro Espírito da Verdade, são espíritos diversos que tem as psicografia e a a psicografia de Chico Xavier e Valdo Vieira. E tem uma mensagem do Emmanuel neste do benfeito Emanuel e que o título é: Sem chamada não há escolha. Aí você fala assim, mas como é exatamente a parábola. Se nós não formos chamado, não seremos escolhidos. Porque no chamamento, no convite que Deus nos faz, é que nós vamos fazer com que sejamos escolhidos. E Emânuel fala o seguinte: "Sem chamada não há escolha. E se estamos claramente informados de que a chamada vem de Deus, atingindo todas as criaturas na hora justa da evolução. Olha só, convite de Deus vai atingir todos nós, mas na hora justa da evolução vai ser de acordo com a nossa capacidade. Olha lá, parábolas do talento. cada um de acordo com a sua capacidade. A uns foram dados cinco talentos, a outros dois, a outros um. E o um enterrou em vez de aproveitar aquele talento e produzir. E é o que nós fazemos. Muitas vezes Deus nos convida, nos oferece talentos e nós os enterramos porque ainda não queremos trabalhar, não queremos cultivar, não queremos semear o bem para acolher o bem. Optamos por semear o mal para acolher o mal. A responsabilidade é de cada um de nós. E aí, Eman só a escolha que depende do nosso exemplo. Olha só, a escolha Deus vai fazer de acordo com as nossas atitudes, como estamos conduzindo, pautando as nossas vidas. nos confere caminho para a vida maior. Então, depende de cada um de nós. Nós seremos escolhido pelo que somos, pelo que fazemos. Então, se queremos participar do da festa das bodas com Jesus, que essa festa é com Jesus, é a alegria de servir Jesus, é alegria de estar sempre com Jesus. independentemente do momento de dor, de alegria, em qualquer circunstância. E os nossos sentimentos mais íntimos, olha só, o nosso sentimento. E nós muitas vezes externamos uma coisa, mas o que está em nosso coração? Lembra que Jesus falou? O vosso tesouro estará onde estiver o vosso coração. Qual o sentimento que eu estou
nosso sentimento. E nós muitas vezes externamos uma coisa, mas o que está em nosso coração? Lembra que Jesus falou? O vosso tesouro estará onde estiver o vosso coração. Qual o sentimento que eu estou cultivando meu coração? E Emanu ainda nos diz: "Os nossos sentimentos mais íntimos são ímãs vigorosos que aproximam das nossas vidas as forças que nós mesmos escolhemos buscar, cultivar em nosso coração. Então, o que nós conquistamos em termos de sentimento que nós temos, nós atraímos o bem ou mal. Então, tudo depende de nós mesmos. Não vamos esperar que o outro resolva os nossos problemas, que o outro faça por nós, a cada um, segundo as suas obras. Então, cabe a cada um de nós fazer que sejamos escolhidos, porque chamados somos todos, como a parábola nos diz, todos são chamados. E assim, meu irmão, meus irmãos, eu vou ler um último trecho que tá no Evangelho de Lucas, que para encerrar, o homem bom do bom tesouro do seu coração tira o bem, o bom, e o homem mal do mau tesouro do seu coração tira o mal. Vamos ser o homem bom. Lembremos lá no capítulo 17, sede perfeito, o homem de bem. E o homem de bem é aquele que pratica a justiça, o amor e a caridade, segundo a lei divina. Que Jesus nos abençoe, nos proteja e obrigada pela atenção. Muita paz. Muito obrigada, Vânia, pelo carinho da sua mensagem, do aprendizado que ofereceu a nós todos. Vou sugerir novamente que fechemos os nossos olhos, continuando com essa com esse coração tranquilo, com a nossa mente mergulhada nos ensinamentos de Jesus. agradecer pela oportunidade que todos tivemos e temos de estarmos aqui aprendendo, aprendendo a sermos melhores, aprendendo a conquistar em nós próprios o amor, aprendendo a trilhar o caminho. que o nosso mestre querido iluminou. agradecer a Bezerra de Menezes, que também colocou tantas flores neste caminho, que não desistiu de nós, que persige estar ao nosso lado. E dona Ivone, dona Ivone do Amaral Pereira, que neste momento dirige os nossos trabalhos, que tropeçou, caiu, mas todas
flores neste caminho, que não desistiu de nós, que persige estar ao nosso lado. E dona Ivone, dona Ivone do Amaral Pereira, que neste momento dirige os nossos trabalhos, que tropeçou, caiu, mas todas as vezes se levantou e que mostra que é possível se levantar sempre, que basta termos coragem, vontade, porque mãos amigas se estend para nós. Assim, cercados desses luminares, além dos nossos anjos guardiões e nossos amigos tão queridos, nós vamos pedir licença para encerrarmos este momento dando graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, novamente eu vou pedir a gentileza a vocês. Primeiro, quem nos assiste aqui pelos meios de comunicação, que eu fico com eles abertos, né, para esperarem, tomarem o passe virtual e aqueles que aqui se encontram, ter a gentileza de seguir o nosso querido amigo que tá ali em pé delicadamente para chamar vocês, para convidá-los para irem tomar o passe. O passe que é uma energia de amor, uma transfusão de energia. E sempre pensando naqueles que tm que voltar correndo. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos
misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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