O ENSINO DA LUZ - Vânia Ramos [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 19/06/2025 (há 9 meses) 40:10 564 visualizações

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Transcrição

Bom dia a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa casa, a comunhão espírita de Brasília, no feriado, no frio. Parabéns para nós e também para quem nos assiste pelos meios de comunicação. Então, para iniciarmos esse momento, eu separei um pequeno trecho do Evangelho Segundo o Espiritismo. do Evangelho, não, desculpa, desse livro Agenda Cristã, que é do André Luiz pela psicografia do nosso querido Chico. Semeadura, sua generosidade chamará a bondade aleheia em seu socorro. Sua simplicidade solucionará problemas para muita gente. Sua complexidade provocará muita dissimulação no próximo. Sua indiferença fará manifesta frieza nos outros. Seu desejo sincero de paz garantirá tranquilidade no caminho. Seu propósito de guerrear dará frutos de inquietação. Sua franqueza contundente receberá frases rudes. Sua distinção edificará maneiras corretas naqueles que o seguem. Sua espiritualidade superior incentivará sublimes construções espirituais. Diariamente semeamos e colhemos. A vida é também um solo que recebe e produz eternamente. Já sentindo esse essa amorosidade dos amigos queridos que aqui se encontram. Vou sugerir que fechemos os olhos. Vamos sentir a presença daquele que é nosso irmão, nosso mestre, nosso amigo de cada um dos minutos de todas as horas. Jesus, agradecer por estar ao nosso lado, nos amparando, nos fortalecendo e não desistindo de nós que tantas vezes dobramos os joelhos pedindo auxílio. Vamos agradecer a Bezer de Menezes, mentor da nossa casa, a comunhão espírita de Brasília. agradecer por ser médico de nós todos, por não ter ido além para não deixarnos para trás. Vamos agradecer a dona Ivone, a dona Ivone do Amaral Pereira, que neste momento dirige os trabalhos aqui neste salão e que também nos abraça, nos acalma e nos lembra que é sempre possível refazer os próprios passos. Agradecidos a esses luminares, nós vamos pedir por cada um daqueles que sofrem mais do que nós próprios. E vamos dizer obrigado, Senhor, pela oportunidade que nos dá de estarmos aqui presentes.

assos. Agradecidos a esses luminares, nós vamos pedir por cada um daqueles que sofrem mais do que nós próprios. E vamos dizer obrigado, Senhor, pela oportunidade que nos dá de estarmos aqui presentes. Assim pedimos licença para iniciarmos o nosso momento, dando graças a Deus. E graças a Jesus. E hoje eu estou com uma querida amiga, a Vaninha. E a Vânia é um doce de criatura. Ainda bem, né? Alguém tem que ser. Então, e ela vai conversar conosco sobre o ensino da luz. Olha que coisa gostosa. Então, com a palavra, Van. Bom dia. Que Jesus nos acolha em seus braços amorosos, nos auxiliando na conquista da luz interior que todos nós estamos buscando, né? Como nossa irmã disse, o tema o ensino da luz. E é uma mensagem, um diálogo de Jesus com o Tadeu neste livro A vida escreve, que é ditado pelo espírito Hilário e psicografia do Chico Xavier e Valdo Vieira. E essa mensagem é psicografada pelo Chico. É a o último capítulo deste livro, O ensino da Luz. Jesus reunido com seus discípulos. E após um dia, um trabalho estapante, né, Jesus acolhendo, atendendo a tantos necessitados com seus discípulos, o Tadeu fez uma pergunta a Jesus: "Qual é o nosso dever maior na execução do evangelho para a redenção das criaturas? O nosso dever maior?" E olha só, Jesus, o pedagogo que era e é, né, com suas histórias, com as suas seus as parábolas e ele sempre contando uma situação de fácil entendimento. Então, ele olhou para o céu, refletiu e falou em seguida para o Tadeu. meio a uma grande tempestade, inúmeros viajantes se encontravam andando pela floresta, perdidos, cada um sem ter um norte. E essa tempestade veio violentíssima. E quando eles perceberam uma casa abandonada, uma casa enorme, com vários quartos, e todos ali acorreram e foram para essa casa. Cada um foi para um quarto, aqueles mais medrosos, para os quartos mais no fundo da casa. E assim todos ali se protegeram e ficaram naquela casa. Veio a noite, a escuridão. E aí quando eles perceberam na situação que eles se encontravam,

ais medrosos, para os quartos mais no fundo da casa. E assim todos ali se protegeram e ficaram naquela casa. Veio a noite, a escuridão. E aí quando eles perceberam na situação que eles se encontravam, todos ficaram mais com medo e começaram tentar a sair, não encontrava a saída e começaram as imprecações, palavrões, agressões, até assassinato. Então foi aquela violência, aquela agressão. Ia passando um irmão próximo à casa, percebeu o tumulto e acendeu a sua candeia e entrou pela casa silenciosamente. Não disse uma palavra. E à medida que ele entrando e todos aqueles irmãos que se encontravam em perturbação, em desequilíbrio, a medida que foram percebendo a luz, descobriram por si só a saída da porta e todos ali saíram daquela casa. E Jesus continua contando pro Tadeu. Bastou a luz dele para que todos percebessem os disparates que vinham fazendo, ao mesmo tempo que encontravam por si mesmo a porta libertadora. O mestre fez um intervalo e se nós observarmos em todos os livros que relata diálogo de Jesus com os seus discípulos ou com qualquer outra pessoa, como tem um diálogo dele com Maria de Magdala, como Zaqueu, ele falava, passava o ensinamento, dava um tempinho para quê? para refletir. Isso é um ensinamento para nós também. como nós devemos conduzir quando nós estamos dialogando ou auxiliando um irmão, a gente tem que dar um tempo para ele refletir tudo aquilo que foi passado para ele, para que ele tenha percepção, entendimento. Então Jesus deu uma pausa e disse: "Se a luz do bom exemplo estiver em nós, os outros perceberão com facilidade o caminho. Se a luz estiver, a luz do bom exemplo estiver em nós. E aí, Tadeu ainda pergunta a Jesus: "E que fazer, Senhor, para a semelhante conquista?" Jesus então responde: "Procuremos o reino de Deus e sua justiça, isso é, vivamos no amor puro e na consciência tranquila e tudo mais ser nos há acrescentado." E olha só, nós e Jesus quando fala a porta libertadora, nós podemos nos eh no recordar da porta estreita que tem, né, o ensinamento de

e na consciência tranquila e tudo mais ser nos há acrescentado." E olha só, nós e Jesus quando fala a porta libertadora, nós podemos nos eh no recordar da porta estreita que tem, né, o ensinamento de Jesus, que nós muitas vezes optamos pela porta larga das ilusões, dos prazeres, das facilidades. E essa situação desses irmãos aqui, muitos ainda se encontram assim, né? optam pela vida face. Era o caso daqueles que se encontravam eh Jesus usou de uma forma figurada na floresta, em estrada, sem saber para onde estavam indo. E muitos se encontram assim. E aí no momento que vem através do bom exemplo, muitos se dão conta e buscam a porta estreita. Por que a porta estreita? Porque nós temos que aprender a trabalhar no bem, mas tendo renúncias, que ainda é mais difícil, usando da paciência, da tolerância que nós muitas vezes não temos para com os nossos irmãos. E essa questão de acender a candeia que a pessoa que ia passando e acendeu a candeia, ou seja, ele deixou que a sua luz se manifestasse. Quer dizer, ainda aquela pessoa que tem humildade, que não sai alardeando, que tem luz no momento certo, pelo seu amor, pela sua dedicação, ele manifestou a sua luz através dos seus ensinamentos e aqueles irmãos o seguiram. E essa questão da candeia, né? Nós temos lá a passagem que Jesus fala que nós devemos manter a candeia num local onde todos vêm. Quer dizer, exatamente isso, a nossa luz para como exemplo e essa questão do ir do das pessoas que estavam, né, indo, vindo com dificuldade. Tem uma passagem de Emanuel no livro Fonte Viva que é muito interessante, tem tudo a ver com essa história que Jesus comentou com seu com o Tadeu. tá no capítulo 147 de Fonte Viva e faz uma citação do Evangelho de Marcos, capítulo 6, versículo 31, que diz: "Havia muitos que iam e vinham e não tinham tempo para comer. O que será esse comer que Jesus quis nos dizer? É o alimento espiritual que nós precisamos buscar. é a nossa reforma íntima e que nós muitas vezes criamos obstáculo. Eu vou ler só um trecho sobre essa essa

será esse comer que Jesus quis nos dizer? É o alimento espiritual que nós precisamos buscar. é a nossa reforma íntima e que nós muitas vezes criamos obstáculo. Eu vou ler só um trecho sobre essa essa mensagem que é muito interessante, tem tudo a ver com essa história que Jesus contou para Tadeu. Todas as estradas terrestres estão cheias dos que vão e vêm. Olha só, aqueles que estavam perdidam e vinha e não sabia para onde deveria ir. Se o norte, tem o conhecimento do ensinamento de Jesus que nos convida a seguir o caminho, a desenvolver a luz interior. Porque muitos eh trabalham em várias áreas do bem, mas ele ainda não percebeu que ele tem uma transformação interior, não é a parte só externa, como Jesus mesmo criticava os fariseus que eles falavam, mas as ações deles eram contrárias aos ensinamentos que eles pregavam. Então, cuidado que a gente tem que ter. E a gente sempre fala, quem fala, no meu caso, tem dois ouvidos aqui. Quer dizer, eu falo primeiro para mim. A transformação tem que começar de mim e através dos exemplos. Não basta só falar: "Ide, pregai, mas exemplificai". O exemplo, como Jesus falou aqui, quando o exemplo do bem, a luz do exemplo do bem vai auxiliar a muitos que estão à nossa volta, porque eles percebem que nós mudamos, que nós já estamos mais caridosos, mais fraternos, mais solidários. Então diz aqui: "Todas estradas terrestres estão cheias dos que vão e vêm, atormentados pelos interesses imediatistas, sem encontrarem tempo para a recepção do alimento espiritual. Inumas, inúmeras pessoas atravessam a senda, famintas de ouro e voltam carregadas de desilusão. Outras, muito muitas, correm às aventuras sedentas de novidade emocional e regressam com o tédio destruidor. Esse esse regresso que fala aqui, né, e voltam que que eman cita é exatamente o desencarne. a pessoa passa a aquela reencarnação que Deus oferece tantas oportunidades, mas a pessoa tá voltada ainda para as conquistas materiais, só preocupa com o ter e esquece do ser. Então, é esses

sencarne. a pessoa passa a aquela reencarnação que Deus oferece tantas oportunidades, mas a pessoa tá voltada ainda para as conquistas materiais, só preocupa com o ter e esquece do ser. Então, é esses irmãos que estão indo e vindo nessa situação. E é o que Jesus mostrou, aqueles que estavam perdidos, mas no momento que a luz se manifestou para eles, do bom exemplo, eles perceberam e aceitaram o convite e passar pela porta estreita. E muitas vezes nós vemos como acontecia, né, na época de Jesus, que Jesus esteve aqui na terra com o seu apostolado. Ele naquela época, com todas as pregações, todos os exemplos que Jesus deu, muitos ainda não aceitaram, não, não tinha maturidade para essa transformação. Nós hoje temos o conhecimento, mas o conhecimento nos dá o discernimento para que nós nos melhoremos. Porque se nós temos o conhecimento e não buscamos a nossa renovação, a nossa transformação moral, nós a nossa responsabilidade é muito maior. Porque aqui é como Emanuel fala, né? Vai, volta e continua cometendo as os mesmos erros. A maioria dos homens permanece no vai e vem dos caminhos entre a procura desorientada e o achado falso, entre a mocidade leviana e a velice desiludida, entre a saúde menosprezada e a moléstia sem proveito, entre a reencarnação perdida e a desencarnação em desespero. Olha só, porque muitos e quando fala, a gente tá falando para nós, porque nós temos que ser elemento de somas, temos que ser pontes e não muros. Nós, a partir do momento que nós abraçamos a doutrina espírita, independente de ser espírita, mas sermos cristãos, nós temos um compromisso de sermos instrumentos de amor, de acolhimento, de transformação para auxiliar o outro. E Em Emanuel ainda fala nessa mensagem: "Refugia-te no templo a parte dentro de tua alma, porque somente aí encontrarás as verdadeiras noções da paz e da justiça, do amor e da felicidade reais a que o Senhor te destinou." O templo à parte, o nosso templo íntimo, o nosso coração. O que que nós estamos cuidando desse templo? Quais são os

ções da paz e da justiça, do amor e da felicidade reais a que o Senhor te destinou." O templo à parte, o nosso templo íntimo, o nosso coração. O que que nós estamos cuidando desse templo? Quais são os sentimentos? Olha o alimento que ali emânio fala, né, que Jesus nessa passagem de Marcos que vai e vem, mas não busca, não tinham tempo para comer, não tinham tempo para buscar o alimento espiritual e que nós muitas vezes não temos tempo, nós estamos sempre correndo, sempre na conquista das coisas materiais. É preciso dar um tempo para a busca do alimento espiritual. E é isso que essa mensagem de Jesus vem nos dizer. E nós temos um alerta para todos nós, um livro espírita, talvez alguns já tenham lido: "Voltei." Este livro é um depoimento lindo para todos nós. Eh, o irmão Jacó, ele que ditou para o Chico Xavier. E esse é um pseudônimo, o nome dele é Frederico Figner, que ele era foi membro da Federação Espírita Brasileira, foi diretor financeiro, eh, e ele editou vários livros, ele montou uma editora para publicar os livros, né? Então, ele fazia um trabalho impressionante. Mas olha só, ele preocupou muito com essa parte externa. ajudou sim, trabalhou sim, mas esqueceu daquele trabalho que ele fazia, o trabalho que renova, que transforma. E é um depoimento, é como fala o o título do livro Voltei já é muito significativo, ou seja, ele voltou para nos alertar, para nós percebermos como devemos agir no trabalho do bem. que muitas vezes a pessoa, ah, eu faço tal, tal, tal atividade, não sei quantas, né? Mas a transformação interna, o templo que Emânio nos fala, no templo à parte dentro da tua alma, porque só aí encontrarás as verdadeiras noções da paz e da justiça, esse trabalho que nós temos que fazer, que é o autoconhecimento, né? vencendo as nossas imperfeições e conquistando virtudes. E aí o Frederico Figner, né, ele então diz, ele teve dificuldade, olha só, espírita de muitos anos, mas ele teve dificuldade até no desencarno. Precisou que a filha dele já desencarnada, que estava numa condição

erico Figner, né, ele então diz, ele teve dificuldade, olha só, espírita de muitos anos, mas ele teve dificuldade até no desencarno. Precisou que a filha dele já desencarnada, que estava numa condição mais elevada, vi auxiliá-lo. Quer dizer, ele já teve ali uma dificuldade. E ao desencarnar ele teve dificuldade também. de ser recolhida e quem o auxiliou. Esse livro, eu vou até mostrar a capa e é um livro não muito é fino até, tá gente? Vale a pena ler. E aí ele foi auxiliado por quem? o Bezerra de Menezes. Ele tinha méritos, tinha, mas só que ele preocupou muito mais com a parte exterior. E aí ele foi auxiliado, foi levado para uma colônia porque ele não tinha luz suficiente para ele se mover no mundo espiritual. E lá no local para onde ele foi levado tinha toda uma assistência. E aí ele percebeu que ele no tratamento com as pessoas, ele muitas vezes era muito ríspido, muito severo, né? E olha só a necessidade que a gente tem que ter do acolhimento, do carinho para com aquele subordinado ou aquele que tenha mais dificuldade, porque não basta, como eu falei, o o ter o conhecimento. E ele é linda, porque é um depoimento dele, quer dizer, é um ato de humildade também e de nos trazer essa mensagem. E aí ele lá acaba, começou a fazer trabalhos e tal e ele saiu para atender um uma situação de um obsessor, de um irmão que tava levando o outro, já era alcólatra e ele levando o outro a beber mais. E ele foi conversar com esse obsessor. E olha só o que esse irmão espírito falou para ele quando ele foi falar em luz, em conquista da luz. Aí ele fal, o espírito falou para ele, olha só um minutinho. Ele diz o seguinte: "Meu irmão", disse-lhe emocionado, "Não se resolve a liberar nosso amigo doente, já de si mesmo, tão miserável, ou seja, aquele a quem ele tava obsidiando." E você? Aí o o obsessor falou: "E você nem depois de morto desiste de me perturbar?" respondeu raivoso. Sim, não desisto, porque quero ser seu amigo e desejo lhe trazer para a luz. Olha só que o irmão falou para ele. Mas não lhe vejo nenhuma

m depois de morto desiste de me perturbar?" respondeu raivoso. Sim, não desisto, porque quero ser seu amigo e desejo lhe trazer para a luz. Olha só que o irmão falou para ele. Mas não lhe vejo nenhuma luz. Como você quer dar o que não tem? Olha só. E nós muitas vezes não basta a palavra, é preciso que haja o sentimento para que o outro acolha e aceite. Então ele tá dando esse exemplo porque ele foi conversar com o irmão em desequilíbrio e o outro simplesmente foi irônico, né? E falou outras coisas, eh, o agredindo, mas ele admitiu da condição dele, da humildade e procurou, foi estudar. E mais tarde, passou um tempo, ele voltando de um trabalho na espiritualidade aparecem 16 falam cléricos, né, padres, todos o agredindo, dizendo palavras, né, o depreciando. E ele ali naquele momento, aí olha só a transformação, ele parou mentalmente, pediu a Jesus por aqueles irmãos que ele estava, ele mesmo já tinha sido quando encarnado, criticado muito a aos padres, né? A Igreja Católica, ele tinha um preconceito. Olha o problema do preconceito que nós muitas vezes deixamos, né, prevalecer ou por questão de religião, de política, de futebol, de de várias situações, o cuidado. E ali ele tava sendo a a eh acoçado, criticado por aqueles padres que também, coitados, desencarnaram e não tinham uma condição evolutiva. Nesse momento ele parou, refletiu, fechou os olhos e fez uma prece linda pedindo a Jesus por aqueles irmãos que eles e aí foi feito com o sentimento, o coração. Aí ele teve nesse momento, aí ele notou que houve um silêncio e quando ele percebeu, todos os pais estavam ali, não mais o agrediram, ficaram receosos. E quando ele olhou em volta dele, tava começando se manifestar uma luz arrocheada. E ele ficou olhando pro lado, que luz é essa? a luz do amor que naquele momento ele foi sincero, ele fez consentimento, com a vontade de ajudar aqueles irmãos. Então nós temos desenvolver esse sentimento, como emano fala, o nosso templo interior. Vamos cultivar todo a indulgência, a benevolência,

ele fez consentimento, com a vontade de ajudar aqueles irmãos. Então nós temos desenvolver esse sentimento, como emano fala, o nosso templo interior. Vamos cultivar todo a indulgência, a benevolência, o perdão, todas essas virtudes que nos faz com que nós, porque essa luz beneficia a nós próprios e a aqueles que estão à nossa volta. Você já devem ter percebido que tem pessoa que tem um um uma empatia que ela chega, você sente bem, aproxima dela. Então é aquela pessoa que, embora ainda tenha imperfeições, mas ela quer ajudar, ela tá ali para amparar, acolher e não para criticar e nem julgar. Então, meus irmãos, esse exemplo do irmão Jacobe, que é o Frederico Figne, vem nos trazer esse ensinamento que depende de nós e o que nós estamos fazendo aqui em nossas vidas, né? O que nós estamos aproveitando realmente, conquistando esse essa luz que a todos nós é a nossa trajetória. Mais cedo ou mais tarde vamos sim sermos luz. Tanto que Jesus nos disse, né? Vós sois luzes, mas luzes ainda, infelizmente, nós temos da luz muito pequena e só depende de nós ampliar essa luz para que cada vez mais possamos abraçar, acolher a tantos necessitados. Há muita dor, muito sofrimento, muito desespero, muito desequilíbrio em nosso planeta. E nós, em qualquer circunstância, em qualquer lugar, nós podemos sim sermos instrumento do amor de Jesus. Depende da nossa vontade, da nossa coragem. A vontade é a alavanca que nos leva a ao trabalho do bem. Porque não basta ter o conhecimento. Eu sempre tô falando em conhecimento porque muitos de nós temos, mas a gente esquece de aplicar esse conhecimento nas nossas relações com a família, num ambiente de trabalho, em todas as circunstâncias. Então, o convite que fica aqui, que Jesus nos faz é exatamente aqui quando ele diz no final, né, da mensagem, como eu disse a vocês, ele diz exatamente: "Procuremos o reino de Deus e a sua justiça, isso é, vivamos no amor puro e na consciência tranquila e tudo mais ser nos acrescentado a consciência tranquila que fizemos todo o bem que pudemos, que

e: "Procuremos o reino de Deus e a sua justiça, isso é, vivamos no amor puro e na consciência tranquila e tudo mais ser nos acrescentado a consciência tranquila que fizemos todo o bem que pudemos, que aproveitamos todas as oportunidades que nos foram oferecidas. E assim, meus irmãos, eu só tenho agradecer a atenção de vocês e que sigamos buscando essa luz. Sejamos instrumentos do amor de Jesus, onde estivermos e com quem estivermos. Que Jesus nos ilumine hoje e sempre. Que assim seja. Obrigada, Vânia. Quanta paz nesses ensinamentos, quanto carinho. Pelo menos me senti bem agasalhada. Agora eu vou sugerir que fechemos os nossos olhos. Vamos sentir esse amor, esse abraço, esse sorriso dos amigos queridos que não desistem de nós. Vamos agradecer pelas oportunidades que temos tido, mesmo que às vezes tropecemos e caímos, porque nós temos esses mesmos amigos que nos estendem as mãos e nos abraçam, nos envolvem. Vamos pedir por aqueles que estão doentes, que precisam de auxílio, que se sentem sozinhos, que estão machucados nos hospitais, nas ruas, em casa. E pedindo por cada um deles, nós vamos dizer: "Senhor, abrace-os com seu amor, envolva com esse carinho imenso que provém de vós e nós seremos sempre aqueles eternos devedores que precisamos aprender a nos amar para transmitir esse amor àeles que de nós se aproximarem. Obrigada pela oportunidade que temos tido. E assim pedimos licença para encerrarmos este primeiro momento dando graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, eu vou pedir a gentileza de vocês aguardarem um pouquinho por causa dos recados. Primeiro, vocês já sabem, né, que na quarta-feira tem passe também na hora do almoço, né, às 3:30, mas hoje tem. Tem o passe virtual e tem o passe presencial aqui neste momento também no salão. Além disso, eu venho pedido, pedindo sistematicamente agasalhos, cobertas, porque tá frio e nós temos irmãos que nada tem. Esses irmãos que às vezes estão nas ruas ou mesmo nas casas e que não possuem nada. E a comunhão espírita atende a mais de

icamente agasalhos, cobertas, porque tá frio e nós temos irmãos que nada tem. Esses irmãos que às vezes estão nas ruas ou mesmo nas casas e que não possuem nada. E a comunhão espírita atende a mais de 300 famílias. Além dessas 300 famílias, ela tem 40 moradores que, infelizmente, neste primeiro momento estão ainda na rua, que ela atende aqui nas sextas-feiras e ainda distribui pros outros centros espíritas que necessitam aquilo que porventura eh não for destinado a essas 300 famílias, a esses moradores, ela compartilha o que é doado. Então peço cobertores, agasalhos, aqueles que vocês deixarem bolorando no armário, aqui ao lado a comunhão recebe sempre. Então nós precisamos também, gente, de calçados e meias porque o pé gelado não aquece nada. Então, se porventura tiverem, não hesitem em trazer. Há uma xarifada que ao lado recebe, mas quando é feriado ou domingo é recebido até mesmo na guarita ou então é deixado aqui do lado mesmo na monxerifada, do lado de fora e o pessoal depois chega e recolhe tudo e faz a distribuição. Então, agradeço muito por tudo que vocês puderem fazer. Além disso, agora é uma boa notícia, uma ótima notícia. Agora, sábado, dia 21, às 19 horas, nós vamos ter uma peça. A mocidade, gente, a mocidade é coisa mais linda. Você ver jovens trabalhando em prol de Jesus e deles mesmos. Então, ela vai apresentar o mundo que eu encontrei, que é baseado naquela obra do Luiz Sérgio. Luiz Sérgio já foi, a mãe dele frequentou essa casa por anos a fio, anos a fio. E às vezes eu a abraçava e chorávamos juntas, porque ela também tinha muita saudade daquele filho querido que retornou à pato espiritual muito cedo. às 19 horas, mas podem assistir pelo YouTube, tá? Então, porventura, não podendo vir, não tem problema. O YouTube tá aí para isso e a comunhão transmite tudo. Então, agora muito obrigada. Vou deixar a palavra e o caminho com a nossa querida irmã que tá ali, a Marisa. Ela vai levá-los para o passe e aqueles que nos assistem, fiquem para tomar o passe

e tudo. Então, agora muito obrigada. Vou deixar a palavra e o caminho com a nossa querida irmã que tá ali, a Marisa. Ela vai levá-los para o passe e aqueles que nos assistem, fiquem para tomar o passe virtual. Muito bem-vindos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a

da um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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