O 8º MANDAMENTO - NÃO LEVANTARÁS FALSOS TESTEMUNHOS - Jefferson Bellomo [ESPIRITISMO EM DIÁLOGO]

Comunhão Espírita de Brasília 14/06/2025 (há 9 meses) 1:04:50 346 visualizações

Descubra como suas escolhas definem seu destino nesta palestra da Comunhão Espírita de Brasília. Wagner Alberto explora a importância da encarnação presente, do autoconhecimento e da paz interior. Aprofunde-se nos ensinamentos de Jesus e da Doutrina Espírita para sua evolução espiritual. Uma reflexão essencial sobre transformação pessoal e o poder do amor. 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 #Espiritismo, #DoutrinaEspirita, #EscolhasEDestino, #Autoconhecimento, #EvolucaoEspiritual, #PazInterior, #JesusCristo, #ComunhaoEspiritaDeBrasilia, #VidaConsciente, #Mediunidade ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a obrigado a comunhão espírita de Brasília. Sim. Boa noite, sejam todos muito bem-vindos aqui à comunhão espírita. Sempre uma alegria estarmos aqui para termos esse momento de diálogo sobre o evangelho de Jesus. Nas segundas, sextas-feiras do mês, nós temos aqui o projeto Espiritismo em Diálogo, que sempre são temas do Espiritismo relacionados ao nosso dia a dia. E nesses últimos meses, o Jeferson, que é o responsável por esse por esses por esse diálogo da segunda sexta-feira, vem fazendo uma série de palestras sobre o oit os mandamentos da lei de Deus e hoje vai falar sobre o oitavo mandamento. Jesus diante de Pilatos, isso está no Evangelho de João, capítulo 18, disse, né, para isso eu nasci, para isso eu vim ao mundo, para dar testemunho da verdade. Ele também em outros momentos falou: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida". Falou também: "Conhecereis a verdade e a verdade nos vos libertará". Então, hoje o dia é de falar sobre a verdade, sobre o testemunho da verdade, falar do oitavo mandamento, não levantaráis falso testemunho. É sobre isso que a gente vai conversar hoje. E para conversar, para começar, convido vocês a fazer uma prece, elevar o nosso pensamento a Deus, nosso Pai, agradecendo pelo dia de hoje, por tudo de bom que nos aconteceu, por tudo o que esse dia nos trouxe. agradecer pelo fato de estarmos encarnados e termos mais uma vez essa oportunidade de refazer os nossos caminhos, de melhorar, cultivar os nossos talentos, de refazer aquilo que precisa ser refeito, mudar o que precisa ser mudado, transformar a nossa vida, refazer os laços, desfazer os nós e seguir o nosso caminho que nos levará à perfeição. e a felicidade e sobretudo a união com Deus, a nossa vida em comunhão com a lei divina. Agradecemos aos mentores aqui da nossa casa, a Bezerra de Menezes, que é o

o caminho que nos levará à perfeição. e a felicidade e sobretudo a união com Deus, a nossa vida em comunhão com a lei divina. Agradecemos aos mentores aqui da nossa casa, a Bezerra de Menezes, que é o nosso médico, que cuida dos nossos corpos, das nossas almas, dos nossos espíritos, das nossas emoções, que nos traz os remédios que precisamos para tratar os males que nos assolam, os unguentos que aliviam nossas dores e as vitaminas que nos dão força e coragem diante dos desafios da vida. Que Jesus esteja conosco hoje e sempre e que nós possamos dar testemunho dele com as nossas vidas sobre tudo. Que assim seja. Sem mais delongas, passo a palavra ao Jeferson, que vai nos falar sobre o oitavo mandamento. Não levantarás falso testemunho. Boa noite. O propósito desses nossos encontros das segundas, sextas-feiras é trazer assuntos eh sobre uma assuntos do cotidiano sobre uma ótica espírita. E eu tenho procurado pensar em assuntos que eles são comuns para nós, né, que estamos em Brasília no século XX, mas ele também são comuns aos franceses, aos esquimós, aos australianos, aos árabes. São comuns as pessoas do século XX ao século XX, ao século XV, ao século ao sexto século antes de Jesus. Porque são dilemas, são problemas universais, fazem parte da natureza humana. E uma das belezas quando a gente avalia a questão do chamado decálogo, os 10 mandamentos, é porque os 10 mandamentos eles são mandamentos, então são ordens que eles conversam com a natureza humana dizendo: "Olha, não faz isso porque é da nossa tendência tentar transgredir." Existe uma máxima utilizada aqui no Brasil, mas que vale para todas as épocas e todas as latitudes, que é farinha pouca, meu pirão primeiro. Então, me agradando, satisfazendo os meus desejos, atendendo as minhas necessidades, depois a gente resolve, depois a gente vê como é que fica. Então, eh, aquilo que Jung falaria dos arquétipos, essas realidades, né, que transcendem uma pessoa, mas que fazem parte da própria natureza humana. E por isso que

, depois a gente vê como é que fica. Então, eh, aquilo que Jung falaria dos arquétipos, essas realidades, né, que transcendem uma pessoa, mas que fazem parte da própria natureza humana. E por isso que nós optamos por fazer essa série de palestras sobre os 10 mandamentos. Não é só uma visão assim, ah, religiosa, litúrgica, dogmática, igrejeira, vai muito, muito, muito além disso, porque tem a ver exatamente com a nossa condição humana. Como diria o filósofo Terêncio, eh, o filósofo latino da antiguidade, ele falava assim: "Nada do que do que é humano me estranho." Exatamente porque somos humanos. E o ser humano, aquilo que ele faz, aquilo que ele pensa, aquilo que ele imagina, não pode ser estranho para nós, porque se saiu da cabeça de um ser humano, a cabeça de outro ser humano é capaz de interpretar. E dentro dessas realidades, né, vendo eh esses mandamentos, interessante que dos 10 mandamentos, quatro são dedicados à relação das pessoas com Deus. Mas seis mandamentos são dedicados da relação das pessoas com outras pessoas. O que a gente pode imaginar que o relacionamento humano dentro dessa hierarquia de normas, ele é tão importante quanto o relacionamento com Deus. Então, quatro falam da relação com Deus, seis falam da relação humana e os 10 mandamentos são tidos como ordens divinas. Por isso que quando Jesus disse: "Amarás a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo, nisso está a Torá e os profetas". Ele tá dizendo exatamente: "A relação com Deus. Amará, amarás a Deus sobre todas as coisas." e a relação com as pessoas e amarás ao próximo como a ti mesmo. Então, eh essa essas relações no decálogo, elas são ordenadas. O decálogo, ele aparece no livro do Êxodo e aparece no livro do Deuteronômio. Esses dois livros, eles fazem parte daquilo que se que se chama de Pentateuco ou Torá, que são cinco livros que a tradição atribuiu a Moisés. E ali nós temos Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio. Essa é a Torá. Todo o resto dos escritos que constam na

a de Pentateuco ou Torá, que são cinco livros que a tradição atribuiu a Moisés. E ali nós temos Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio. Essa é a Torá. Todo o resto dos escritos que constam na Bíblia são eh os escritos ou os profetas. Então, quando Jesus fala, né, toda a lei Torá e os profetas, ou seja, todos os outros escritos tidos como sagrados pela comunidade hebraica, né, ou a comunidade judaica, eles fazem, estão contidos nesses dois mandamentos. E aí, a depender da ordem que se lê a Bíblia, a gente vai dividir, né, esse oitavo mandamento, que é não prestarás falso testemunho como oitavo mandamento ou como nono mandamento, a depender de quem faz a divisão, de quem faz a análise. Aqui nós seguimos esses 10 mandamentos da forma que eles se encontram expostos ou dispostos no Evangelho Segundo o Espiritismo, que Allan Kardec, o codificador do Espiritismo, ele utiliza uma Bíblia de um francês, porque ele era francês, então ele utiliza a Bíblia de um tradutor chamado Sassi. E nessa Bíblia, o não prestarás falso testemunho é o oitavo mandamento. E aí a gente tem que entender que a palavra testemunho em hebraico, e a Bíblia, pelo menos a Bíblia hebraica, ela é escrita primeiramente em hebraico, porque depois vai ter uma versão grega para os judeus que viviam fora, né, de Israel. E essa eh versão grega, ela vai ser traduzida lá no Egito chamada Septoaginta. E posteriormente a gente vai ter a tradução para o latim, que vai ser São Jerônimo, que vai fazer a tradução. E aí vai ser a chamada Vulgata, porque ele usa o latim popular, o latim do vulgo, por isso que o nome é Vulgata. Aí Lutero vai traduzir para o alemão e depois de Lutero, cada país vai, cada idioma vai ter a sua tradução da Bíblia. E no hebraico, a palavra testemunho também pode ser interpretada como relato. Então, quando você dá um relato, quando você conta uma história, quando você conta o fato, o termo é o mesmo quando você testemunha num tribunal. Então, não prestarás falso testemunho, não é só uma visão jurídica.

você dá um relato, quando você conta uma história, quando você conta o fato, o termo é o mesmo quando você testemunha num tribunal. Então, não prestarás falso testemunho, não é só uma visão jurídica. Oba, tô de boa. Eu não fui convocado como testemunha para nenhum tribunal, nunca fui testemunha de nada, nunca estive numa audiência diante de um juiz. Então eu não tenho como prestar falso testemunho. Essa é a lógica simplista da questão. Mas quando nós aumentamos para toda a acepção bíblica, não é só não prestarás falso testemunho num sistema jurídico, numa audiência, é não prestarás falso relato. E aí nós podemos traduzir da seguinte forma: Não é para mentir. Você não pode mentir e prejudicar as outras pessoas. O que é a calúnia? O que é a difamação, o que é a injúria? Senão formas de relato que causam alguma agressão, causam algum transtorno ao meu semelhante. Então são relatos que cometem agressões, né? E aí se for no Código Penal, tiver um tipo penal, serão crimes. Mas se for simplesmente uma questão de colocar o nome de alguém manchado, nós temos aí transgressões que geram dores nos nossos semelhantes. Então, não prestarás falso relato. E nós podemos dizer: "Cuida tua boca". a uma epístola que é muito pouco falada, as pessoas conhecem, falam muito das epístolas de Paulo, mas uma que é muito pouco falada é a epístola de Thago. E a epístola de Thiago, ela diz que a língua é igual ao leme de um navio. Pensem num petroleiro, que é uma coisa enorme, num porta-aviões, que é maior ainda. Essas esses monstros flutuantes, eles são guiados por um leme que em comparação ao tamanho daquele navio, o leme é uma coisa minúscula, mas ele comanda todas aquelas toneladas de ferro e aço no oceano. O leme do ser humano é a língua. Olha como a língua é pequena em relação ao antebraço, em relação à perna, em relação ao tronco, em relação à cabeça. Mas olha como o estrago que ela pode fazer, olha como ela pode trazer bênção e como ela pode trazer desgraça na vida da pessoa e na vida das outras pessoas. Por

relação ao tronco, em relação à cabeça. Mas olha como o estrago que ela pode fazer, olha como ela pode trazer bênção e como ela pode trazer desgraça na vida da pessoa e na vida das outras pessoas. Por isso que os antigos diziam que a palavra ela não é só uma forma de comunicar-se. A palavra não é só o meio de comunicação. A palavra é o meio de poder. É um poder. Porque na visão bíblica daqueles povos lá, né, do crescente fértil, eles olhavam para a palavra como algo que só o ser humano tem, porque o ser humano é imagem e semelhança de Deus. Ah, um papagaio fala, um papagaio fala repetindo, mas o o o papagaio é incapaz de fazer uma narrativa, de contar uma história, de magoar e ferir intencionalmente usando a palavra. Porque a palavra, e os antigos perceberam isso, a palavra é fonte criadora. Por isso que a primeira tarefa que Deus dá para Adão lá no livro do Gênesis é Adão olhar para a criação de Deus e nomear cada elemento da criação. Isso é um coqueiro, isso é uma samambaia, aquilo lá é uma baleia, aquele outro negócio ali é uma girafa, aqui nós temos um cachorro, lá nós temos um gato. Isso é o poder de você dar o nome. E na visão bíblica, quem detém o nome detém o poder sobre aquela coisa. Por isso que em vários relatos bíblicos eh tem determinadas situações, por exemplo, a briga de Jacó com o anjo, que Jacó ele vai dormir e aparece um uma pessoa estranha e ele percebe que aquela pessoa não é um ser humano, mas ele tem medo. E aí ele vai pro embate e ele vê que é um anjo e ele briga a madrugada inteira com o anjo e nenhum dos dois vence. E ele pergunta para um anjo: "Qual é o teu nome?" Ele não tava curioso para trocar o WhatsApp com o anjo. É porque quando ele soubesse o nome do anjo, ele teria poder sobre o anjo. Por isso que no relato, por exemplo, bíblico, né, de Jesus, com aqueles porcos que estavam, aliás, com aqueles demônios, né, que aparecem como legião naquela região chamada Gadara, ele fala: "Qual é o teu nome? Porque na crença antiga e quem escreve o

e Jesus, com aqueles porcos que estavam, aliás, com aqueles demônios, né, que aparecem como legião naquela região chamada Gadara, ele fala: "Qual é o teu nome? Porque na crença antiga e quem escreve o evangelho está traduzindo essa crença. Você determinar o nome, você tem o poder. Então o exorcista tem o poder sobre os demônios a partir do momento que ele sabe o nome dos demônios. Qual é o teu nome? E aí a resposta legião. Porque somos muitos. Ou seja, aquele homem tava completamente possuído por uma eh um conjunto de seres diabólicos. Tudo isso que eu tô falando, né, não é numa visão espírita, mas numa literatura bíblica, utilizando todas as metáforas que a Bíblia eh nos coloca. Então, para o antigo da eh seja da região de Israel, a toda a região do Oriente Médio, você ter a palavra é você ter o poder. Você domina a natureza porque você tem a palavra. Fazer um relato que machuque as pessoas, fazer um relato que incrimine as pessoas, é usar um atributo que Deus deu para fazer uma transgressão, para cometer um crime. É pegar a ordem da criação e corromper a ordem da criação. Mais uma vez, na visão bíblica, por que que o ser humano fala? Por que que os outros não falam? Porque Deus criou todos os seres, mas quando criou o ser humano, metáfora bíblica, né, mitologia bíblica, quando ele cria o ser humano do barro, ele sopra naquele barro o seu hálito, o seu ar e a partir dali aquele ser de barro, ele é ensuflado pela mesma substância que tá no pulmão de Deus. Então, o ser humano ele divide com Deus a mesma substância. Então, é por isso que o ser humano é imagem e semelhança de Deus, porque ele tem em si algo que nenhum outro tem, que é o espírito divino. Eh, também é interessante a palavra rua, que é a palavra em hebraico para espírito, é a mesma palavra para sopro, para vento. Então, quando Deus sopra, ele coloca também o espírito. Por isso que quando nós usamos a palavra, a palavra é um atributo, biblicamente falando, que só nós, seres humanos, temos, dominamos. Nós somos

Então, quando Deus sopra, ele coloca também o espírito. Por isso que quando nós usamos a palavra, a palavra é um atributo, biblicamente falando, que só nós, seres humanos, temos, dominamos. Nós somos capazes de erguer e de destruir, porque é um poder divino dado para cada um de nós. Por isso que é tão grave usar a palavra para trazer qualquer tipo de transtorno. Porque quem traz a palavra para transtornar o seu semelhante, usa de um poder divino para corromper a ordem da criação. E aí vejamos, né, que tem na Bíblia, eh, a Bíblia é fantástica, porque ela tem exemplos que são exemplos muito gritantes de dessa psicologia que permeia toda a humanidade. muito antes de rede social, muito antes de se discutir marcos civil da internet, a Bíblia já entendia o poder que tem a comunicação e o estrago que a comunicação pode fazer. Então, por exemplo, nos chamados livros do Antigo Testamento, existe um livro que leva o nome de um profeta, o profeta Daniel. E aí tem uma discussão, né, do ponto de vista histórico, se Daniel é uma figura eh literária, um personagem para se contar uma história ou se Daniel realmente existiu. Mas independente disso, vamos nos ater à mensagem que contém no livro de Daniel. É uma mensagem muito bonita, porque se passa no exílio. Para quem não está habituado, né, com a história bíblica, um determinado momento, mais ou menos seis, se séculos antes do nascimento de Jesus, Babilônia, que era reinada por Nabuconossor II, por um problema com o rei de Israel, que era um rei cliente, ou seja, era um rei fantoche do reino da Babilônia, ele cria uma confusão com a Babilônia. A Babilônia invade Israel e destrói completamente Israel. Ela pega todas as pessoas da corte do rei de Israel e leva como escravas para a Babilônia. E ali eles ficaram mais ou menos 60 anos como escravos na corte do rei da Babilônia. Só foram depois, né, libertos quando a Pérsia dominou e invadiu a Babilônia. E aí o rei Ciro I da Pérsia, ele pegou e libertou os judeus que lá estavam para que voltassem para sua

do rei da Babilônia. Só foram depois, né, libertos quando a Pérsia dominou e invadiu a Babilônia. E aí o rei Ciro I da Pérsia, ele pegou e libertou os judeus que lá estavam para que voltassem para sua terra. Quem é que foi exilado para a Babilônia? A elite do povo judaico. Ah, e o pessoal da raia miúda ficou em Israel. Mas ficou numa terra completamente arrasada. Ficaram passando fome e o resto escravo na corte de Nabuco Donossor. Entre esses escravos tem o rapaz chamado Daniel, que era um rapaz considerado servo fervoroso, fiel do do de Deus, né? O Deus do Antigo Testamento se chama Javé, Yahé, Jeová. Mas eu gosto muito da palavra da Bíblia de Jerusalém, Yahé. Ele era servo fiel do deus Yahé. Certa vez, entre esses exilados da lá de Israel, na Babilônia, muita gente prosperou, muita gente conseguiu ficar rica lá. E entre os ricos tinha um sujeito chamado Joaquim. E ele tinha uma mulher lindíssima, uma uma flor de Israel nos jardins da Babilônia chamada Susana. E essa Susana era um encanto. Todos que haviam ficavam admirados com a beleza dela. Parecia um anjo caído do céu em forma feminina. E isso acabou despertando o apetite, né? a sensualidade de dois senhores que eram juízes de Israel na Babilônia. Normalmente, quem são os juízes de um povo naquela época? Os caras não faziam concurso para magistratura. Eram os anciãos, os mais velhos, aqueles que dominavam as escrituras e tinham muita experiência. Dois anciãos se encantam com a beleza de Susana, se apaixonam por ela. Mas Susana era uma mulher fiel a Deus, uma mulher extremamente ética, uma pessoa que era cumpridora dos seus deveres, principalmente como esposa. Certa, e eles frequentavam a casa de Joaquim só para ficar de olho na Susana. Certa vez, como eu disse, né, o marido dela foi um homem bem-sucedido lá na corte de Nabuco Donossor. Ele, ela tava andando nos jardins e não percebeu que esses dois velhos, esses dois anciãos, se esconderam nos jardins da casa. Eles aproveitaram que foram fazer uma visita e se esconderam

co Donossor. Ele, ela tava andando nos jardins e não percebeu que esses dois velhos, esses dois anciãos, se esconderam nos jardins da casa. Eles aproveitaram que foram fazer uma visita e se esconderam no jardim da casa. E eles ouviram a Susana falar para suas servas: "Olha, vão para casa e preparem o meu banho. E quando o meu banho estiver pronto, vocês me chamem, porque não tinha água encarnada, não tinha água com aquecimento, caixa d'água. As pessoas tinham que encher uma banheira, aquecer a água da banheira para depois a pessoa ir lá e tomar o seu banho. Quando ela está sozinha, que as servas voltaram paraa casa, ela tá passeando pelos jardins, os dois homens saem do esconderijo e dizem assim: "Dorme conosco, porque se você não dormir conosco, nós vamos falar para toda a comunidade que você estava com jovem traindo teu marido e serão a eh será a nossa palavra contra a tua". Para contextualizar na justiça do Antigo Testamento, você adultério é punido com apedrejamento até a morte. E como é que você comprova o adultério? com duas testemunhas. Eram dois caras que eram juízes daquela comunidade, pegando e fazendo, chantageando ela. Pensa dois caras que eles eram a voz da lei na comunidade. dorme conosco, deita conosco, porque se você deitar conosco, tudo bem, mas se você não deitar, a gente vai dizer que você estava traindo o teu marido. Susana era uma mulher, como eu falei, extremamente justa, extremamente crítica. Ela falou: "Bom, eu prefiro desagradar a vocês dois e seja lá qual for a punição, eu aguento, do que desagradar a Deus. Porque desagradar a Deus, eu não tenho como me entender com ele, porque eu vou estar errada, eu vou estar em pecado, pecado do adultério. Então, eu prefiro desagradar vocês. Eles saíram, no outro dia, eles convocaram a comunidade e falaram assim: "Olha só, sabe a Susana?" Pois é, a Susana nós flagramos ela com relacionamento amoroso com o rapaz. nos jardins enquanto seu marido estava ausente. E nós vimos ela cometendo adultério. Aconteceu o que acontece na época da

a?" Pois é, a Susana nós flagramos ela com relacionamento amoroso com o rapaz. nos jardins enquanto seu marido estava ausente. E nós vimos ela cometendo adultério. Aconteceu o que acontece na época da Suzana, seis séculos antes de Jesus, como acontece hoje na internet. Ninguém vai na fonte, ninguém vê se a história é verdadeira ou falsa, simplesmente passa a coisa paraa frente. Só que ali a coisa paraa frente terminava em apedrejamento até a morte. Imagina o marido dela que tinha ela como uma verdadeira joia, tanto de beleza quanto de moralidade. Olha a dor desse homem. e decidiram duas testemunhas, ainda são eh testemunha tem que ser masculina, né, ou preferencialmente masculina, duas testemunhas, adultério, apedreja. E nisso, o jovem Daniel, que é considerado um profeta de Deus, e aí cabe também uma explicação, o que é um profeta de Deus? Alguém pelo qual não é o desencarnado, ele não é médium. Na Bíblia a visão não é de médium, não é assim. Aspas, um morto fecha aspas, fala por um vivo, médium. Na Bíblia não tem isso. Na Bíblia tem um profeta que é um homem escolhido por Deus, separado por Deus para servir de voz para Deus. Deus pega Daniel no meio daquele público que tá no julgamento da Susana. Daniel se levanta e diz assim: "Eu não levarei o sangue dessa mulher nas minhas mãos". Aí todo mundo e ele era garoto, era um menino. Os dois anciãos eram juízes, expertos na Torá, experte na interpretação da lei. Aquele menino se levanta e fala: "Eu sou inocente do sangue dessa mulher". E aí, tensão ali na corte. Aí o pessoal, por quê? Porque ela não teve um julgamento justo, ela é inocente. Por que que você tá falando que ela é inocente se nós temos duas testemunhas? Então deixa eu interrogar as testemunhas, tá bom? Deixa um aqui e o outro sai da sala. Aí separaram os dois anciãos. Me conta uma coisa, onde é que você viu a Susana cometendo adultério? Ah, debaixo uma árvore. Qual era a árvore? Ah, uma tabareira. Tá bom. Sai. Você chama o outro. Onde é que você viu Susana comentando

conta uma coisa, onde é que você viu a Susana cometendo adultério? Ah, debaixo uma árvore. Qual era a árvore? Ah, uma tabareira. Tá bom. Sai. Você chama o outro. Onde é que você viu Susana comentando adultério? Hum. Numa árvore. Qual árvore? Numa figueira. Gente, eu posso confundir Tamareira com figueira. Eu sou capaz de confundir samambaia com coqueiro, mas o pessoal da antiguidade não fazia essa confusão. É a mesma coisa que você falar para uma pessoa assim, onde é que tava a Susana? Onde é que ela tava dando um rolê com o jovem? Aí a um cara fala assim: "Ah, ela tava no fuscão preto". Aí o outro fala: "Ela tava numa moto". Não é a mesma coisa. É a tamareira e a figueira. Não é a mesma coisa. E com isso ele descredibilizou os dois. E tem para vocês terem uma ideia, como testemunho na antiguidade, ele tem um valor, porque lembre-se, não cometerás falso testemunho é um mandamento divino. Então, o testemunho é uma relação também com Deus. Quando a pessoa falseia o relato dela, ela não está só cometendo um perjúrio diante de um tribunal. Ela está ofendendo a relação com Deus. Então, a coisa é muito mais séria do que a gente pensa. E como é sério, qual é a pena para o falso testemunho na Bíblia? A mesma pena que era no código de Amurábia, lei de italião. Você recebe a pena que você gostaria que fosse aplicada para quem você mentiu. Então, qual era a pena que seria da Suzana? Apedrejamento. Então, os dois velhos foram apedrejados até a morte. é um relato, provavelmente não é histórico, mas ele tá dando um recado. O leitor ou o ouvinte dessa história, porque a maioria das pessoas na antiguidade não lia, era a maioria, a grande maioria era analfabeta. Quando a pessoa ouvia essa história, aquilo lá era para entender. Não comete falso testemunho. Porque Deus, ele tá testemunhando. Deus é a suprema testemunha do que acontece aqui na terra. Não tem um ato que não passe pela visão e análise divina. Não existe uma injustiça que Deus não tome conhecimento. Então, cuidado, porque você nunca sabe quando

stemunha do que acontece aqui na terra. Não tem um ato que não passe pela visão e análise divina. Não existe uma injustiça que Deus não tome conhecimento. Então, cuidado, porque você nunca sabe quando você tem um relato e esse relato ofende alguém, esse relato agride alguém, em que momento Deus vai despertar um Daniel que vai mostrar a tua mentira? Essa é a beleza do relato. E aí tem outros, né? Tem também eh a vinha de Ah, meu Deus, agora me fugiu o nome do rapaz, mas é a história de um sujeito, pô, faltou mesmo o nome do cara, é a história do sujeito que tem uma vinha, gente. É ter uma vinha na antiguidade é que nem ter uma franquia do McDonald's, né? Que nem ter uma franquia eh, sei lá, da Ferrari. É, você tá bem de vida, você tem uma vinha. A gente olha assim: "Ah, o que que o cara tem?" Uma vinha. Ah, tá. Uma plantação de uva, né? Não, o cara tem uma coisa de muito valor, muito dinheiro. E a vinha do sujeito era do ladinho do palácio real, do rei Acabe. E o rei Acabe ele queria aumentar a horta dele. Ele olhou pra vinha do sujeito, falou assim: "Tá, vou lá, vou negociar e compro a vinha e aumenta a minha horta". Ele vai lá e chega por cabôlo e fala assim: "Ó, eu tô aqui, eu sou o rei de boa, mas eu tô aqui querendo negociar contigo. Quanto é que você quer pela tua vinha? Porque eu posso pagar em prata. Não tinha, né? É Pix. O cara pagava em prata, eu posso pagar em prata ou eu posso pegar e te dar um outro terreno tão bom quanto. Mas tem um detalhezinho sobre terra naquela época. A terra era uma concessão divina. A terra é minha, diz o Senhor, e vós na minha terra são como estrangeiros. Então, quando você tem uma terra, é porque Deus deu essa bênção para você. E essa bênção, ela é mantida na família porque se presume que as pessoas têm essa bênção porque são pessoas honradas. Então, quando fala isso pro cara, que eu esqueci o nome, eles é um nome assim, tipo na na bab, pô, não vem aí. Oi. Não, eh, com N. Aí o cara chega e fala assim: "Não posso, Deus me livre. Eu estou

as. Então, quando fala isso pro cara, que eu esqueci o nome, eles é um nome assim, tipo na na bab, pô, não vem aí. Oi. Não, eh, com N. Aí o cara chega e fala assim: "Não posso, Deus me livre. Eu estou abrindo mão da tradição da minha família abençoada por Deus, porque Deus deu esse terreno. Não posso fazer isso." E aí o rei vai frustrado para casa. Ele tem uma esposa estrangeira que não era israelita. Você já deve ter ouvido o nome dela, porque sempre o nome dela é associado com coisa ruim, Jezabel. E aí a Jezabel fala: "Que que foi?" Ele: "Não falo, diz para mim: "Não quero, que que tá acontecendo? Tô, tô embirrada. fala: "Ah, eu queria uma vinha aqui do fulaninho aqui do lado e ele não quer vender." Ela deu um sorriso e falou: "Mas tu é rei de Israel, larga de ser frouxo. Isso aí a gente resolve agora". pegou uma um papel que tinha o selo dele, o selo real, escreveu para dois caras que ela conhecia, deu uma grana para esses caras e eles foram acusar o dono da vinha de blasfêmia contra Deus e contra o rei. Qual é a pena da blasfêmia? Apedrejamento até a morte. O sujeito com duas testemunhas, homens, não tinha o que fazer, foi apedrejado até a morte, mesmo jurando inocência. E aí, olha que interessante, também lá tinha um profeta que vocês já devem ter ouvido falar, Elias. Deus tira Elias do deserto, leva ao palácio do rei Acabe e fala Elias para o rei Acabe, inspirado por Deus, ou seja, tomado pelo espírito divino. Você matou um homem inocente. Você tirou a terra que era sagrada dele. Por isso, eu também vou tirar a coroa. Tu não vai ser mais rei, nem tu, nem os teus filhos. E quando a pessoa ela entra em luto ou em profundo arrependimento, ela rasga a roupa. Então ele rasga a túnica real, põe cinza na cabeça, que é sinal de luto, arrependimento. E aí Deus fala para Elias, diz para ele que a minha sentença é imutável, mas porque ele demonstrou arrependimento, eu vou adiar a minha sentença até o momento oportuno. Os anos se passam e os anos se passando, ele vai para uma

diz para ele que a minha sentença é imutável, mas porque ele demonstrou arrependimento, eu vou adiar a minha sentença até o momento oportuno. Os anos se passam e os anos se passando, ele vai para uma guerra, o rei. Na guerra ele é ferido por uma flecha. A flecha entra bem o espaço de duas placas da armadura dele. Ele sangra até a morte e o carro dele, uma biga, saind desabalada caveira e carreira com os cavalos puxando. Ele ferido, ele desmaia e vem a morrer num campo. Adivinha qual campo que ele morreu? O da vinha. exatamente no local que o dono Davi tinha sido apedrejado e que Elias havia falado. Eh, Elias não rogou praga. Elias só falou o que Deus tinha dito para ele, que o sangue dele correria no mesmo local que correu o sangue do dono da vinha. E os cães lamberiam o sangue. E mais tarde a esposa dele, a Jezabel, ela eh com um sujeito que é um general feito rei chamado Gu. Ela é jogada de uma janela, se espedaça no chão e tá eh na profecia também dizia que não acharia o corpo dela porque os cães levariam. jogam ela à noite, no outro dia quando vão pegar o corpo, só encontram partes porque os cães sumiram com cadáver. Eh, hoje a gente acha, né, cachorro uma coisa bonitinha. Na antiguidade cão era animal de carniça, ele pegava tudo quanto tinha de sobra no lixo. Não tinha essa coisa de dormir na caminha, de levar pro pet, né, de tirar foto, fazer página. Cão era animal de car, via de regra, era animal de carniça. E quem tinha cachorro era para caçar ou para guarda. Então, eh, os cães eram extremamente agressivos. A mesma coisa. Essa história real não é o objetivo. O objetivo é dizer para quem está lendo ou para quem está ouvindo. Se você cometer um falso testemunho, se você acusar, e aí não é só testemunhar, é acusar falsamente alguém, porque eu posso acusar falsamente alguém e pegar a Carla Daniela para testemunhar a meu favor. Aí a gente pensa, não, falso testemunho, quem cometeu foi a Carla, não fui eu. Porque eu cometi falsa acusação. Na Bíblia é tudo a mesma

te alguém e pegar a Carla Daniela para testemunhar a meu favor. Aí a gente pensa, não, falso testemunho, quem cometeu foi a Carla, não fui eu. Porque eu cometi falsa acusação. Na Bíblia é tudo a mesma coisa. Você acusar alguém falsamente ou testemunhar alguém falsamente, testemunhar contra alguém falsamente é falso relato, falso testemunho. Então, qual é a história que vem aí? A história que tá por trás. A história é a seguinte: se você pegar e prejudicar uma pessoa, as pessoas podem não tá vendo, as pessoas podem não entender, mas Deus está vendo e Deus pode tardar na sua sentença, mas a sua sentença é irrevogável e quando ela vem, ela é dura. É assim que se disciplinava, né, a mentalidade popular naquela época. Porque para nós, século XX, Ocidente, é algo que tá perdendo muito do seu valor, mas na antiguidade era muito sério. Era um sistema chamado honra e vergonha. Pensa, as pessoas elas faziam negócios, as pessoas elas casavam, as pessoas iam para tribunais, elas não tinham advogados para ir para tribunais. O juiz não era como os nossos magistrados, era o cara que tinha mais experiência. Às vezes era o único cara que sabia ler, escrever naquela comunidade. As pessoas elas mantinham relações na base da confiança. Então era muito importante em, principalmente em pequenas comunidades, você ser uma pessoa que os outros confiassem, você ser uma pessoa honrada. Porque a pessoa honrada eu faço negócio com ela. A pessoa honrada eu dou a minha filha em casamento. A pessoa honrada eu sei que ela pode ir para uma batalha junto comigo. A pessoa honrada eu posso confiar no que ela tá me falando, porque ela é confiável. Ela preza por honra. E o que é a vergonha? E vergonha não se confunde com culpa. Culpa é algo íntimo. Vergonha é uma avaliação pública. Tem um caso assim muito pitoresco que aconteceu eh em meados da década de 90, que descobriu-se numa cidade do interior do Brasil, não era uma cidade pequena, uma cidade grande do interior de São Paulo, eh casais jovens que faziam troca

ue aconteceu eh em meados da década de 90, que descobriu-se numa cidade do interior do Brasil, não era uma cidade pequena, uma cidade grande do interior de São Paulo, eh casais jovens que faziam troca de casais. Como é que se descobriu? Porque o notebook de um dessas o notebook, né, de uma dessas pessoas foi paraa assistência técnica. E na assistência técnica, o sujeito usou um programa e puxou tudo que tava deletado. E aí tinha os vídeos, as fotos daqueles casais fazendo a festinha entre eles. O famoso ninguém é de ninguém. Essas pessoas sentiram vergonha porque elas foram descobertas e para uma moral social elas agiram errado. Mas se elas não tivessem sido descobertas, elas não sentiriam culpa, porque para elas estava tudo bem. Todo mundo é adulto, todo mundo faz aquilo que quer, né? Todo mundo ali deu permissão, então culpa elas não estavam sentindo. Mas uma vez que isso passa para a avaliação, o escrutínio da sociedade, aí essas pessoas sentem vergonha. Isso hoje, século XX. E convenhamos, o nosso padrão moral é tá meio capenga. Imagine isso em na Israel da antiguidade. Então, honra e vergonha fazia parte em quem que você confia, em quem que você não confia, em com quem você casa, com quem que você deixa solteiro, com quem você faz negócio e com quem você não faz negócio, quem é querido e prestigiado e quem tá no ostracismo. Por isso que a palavra de alguém, palavra dada, compromisso assumido, naquela época era muito mais importante do que é importante hoje. Não que hoje não seja importante, nós não vamos confiar numa pessoa que mente. Nós não vamos confiar numa pessoa que distorce a realidade. Eh, um, por exemplo, um meio televisivo, jornalístico, que distorce a verdade. Por que que eu vou confiar? Afinal de contas, o meio jornalístico, ele vive o quê? De fatos. Se ele distorce os fatos, por que que me interessa comprar o jornal, aquele jornal? Não me interessa. Por que que me interessa aquela análise? Não vai me interessar. Por que que me interessa fazer negócio com alguém que

fatos, por que que me interessa comprar o jornal, aquele jornal? Não me interessa. Por que que me interessa aquela análise? Não vai me interessar. Por que que me interessa fazer negócio com alguém que fralda, por exemplo, a contabilidade da sua empresa? Eu vou comprar ações desse pessoal? Não vou. Vou receber em casa alguém que vai sair falando mal da minha casa, da minha comida, da minha família. Não vou. Então, o sistema de honra e vergonha, mas isso na antiguidade era tão sério que eles colocaram nos 10 mandamentos. E agora vamos trazer para o nosso quintal. Somos espíritas ou pelo menos simpatizantes do espiritismo. Como isso funciona para nós espíritas? Bom, vamos lá. Deus é um Deus de verdade ou é um Deus de mentira? Deus prestigia a verdade ou Deus prestigia a mentira? Ou Deus é indiferente. Você pode mentir, você pode falar a verdade. Deus não tá nem aí. Ele tem um universo para tomar conta. Vai se preocupar com o que você tá falando. Isso é fundamental pra gente entender, porque Deus é todo poderoso. Então Deus ele dá as regras. Deus é amor. Então as regras dele tem que ser justas, né? Porque onde tem amor tem que ter justiça. Vocês conseguem imaginar o cara ser amoroso e tudo que ele faz é injusto? Não tem. Então, Deus é amoroso porque é justo. Ele é justo porque é amoroso. E Deus tem poder. Deus sabe tudo. Onisciente. Deus ele tá em todos os lugares. Não tem um único lugarzinho que Deus e não tava vendo. Não sei o que aconteceu. Porque Deus é onipresente, onipotente, onisciente, onipresente. Tudo, tudo na mão de Deus. Deus prestigia a verdade ou Deus prestigia a mentira? Porque ele é que determina as leis. Então nós sabemos, Deus prestigia a verdade. Porque que comunidade, que organização sobrevive com as pessoas prestigiando a mentira? Se nós, seres humanos, vivemos numa relação de confiança, porque senão a gente não vive em comunidade, nós somos a geração atual de milhares de gerações que nos antecederam aiadas na confiança. O ser humano só tomou o planeta porque ele é capaz de

confiança, porque senão a gente não vive em comunidade, nós somos a geração atual de milhares de gerações que nos antecederam aiadas na confiança. O ser humano só tomou o planeta porque ele é capaz de confiar em outro ser humano a ponto de confiar em grupos de milhares ou milhões de pessoas. Os outros animais não. Eles crescem até um número, depois aquele grupo se divide ou briga entre si. Eles se autorregulam. O ser humano, ele é capaz de fazer grupos cada vez maiores, milhões. Hoje nós somos 8 bilhões de pessoas no planeta, dominamos o planeta. Por que que isso acontece? Porque tem que ter uma relação de confiança. Essa relação de confiança, ela é calcada numa lei divina. Essa lei divina é a verdade. Agir contra a verdade é agir contra uma lei de Deus. A Carla lembrou aqui muito bem Evangelho de João. Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim. Porque se Jesus veio dar testemunho da verdade, e vejam como também, né, o evangelho de João é interessante. João diz no seu evangelho com todas as letras, porque o pai da mentira é o diabo. Diabo a palavra em aramaico para inimigo. O pai da mentira é o inimigo. Então, mentira não é de Deus. Mentira é aquilo que causa inimizade. E aí percebam, nós como espíritas, o espírita, ele quer ser uma pessoa melhor a cada dia porque ele quer progredir. Porque ele sabe que progredindo ele se aproxima cada vez mais das regiões onde não tem sofrimento. Nas regiões onde as pessoas que ali estão são pessoas cada vez melhores, pessoas boas. Então, por que que a gente quer evoluir? Porque a gente quer o melhor. Ninguém quer para uma região de sofrimento. Porque região de sofrimento? Sofrimento eu já tô até aqui, né? Tô encarnado. A gente quer ir para regiões melhores. Então, para ir para regiões melhores, eu tenho que seguir as leis de Deus. Uma das leis de Deus é a verdade. Se eu falseio a verdade, eu estou com inimigo, eu estou com adversário, porque a verdade é de Deus. Jesus. Qual é a beleza de Jesus? Eh, tem um autor que escreve sobre

ma das leis de Deus é a verdade. Se eu falseio a verdade, eu estou com inimigo, eu estou com adversário, porque a verdade é de Deus. Jesus. Qual é a beleza de Jesus? Eh, tem um autor que escreve sobre Jesus, que é um padre Juan Pagola. Ele escreve e sobre Jesus e tem uma expressão que é lindíssima na biografia que ele fez sobre Jesus. Ele diz assim: "Jesus falava como aquele que tem, né, a convivência com Deus. Todo mundo fala de Deus como imagina, como pensa, como acha, como sente. Jesus falava como quem testemunhava convívio com Deus. Por isso que no Evangelho de João faz todo sentido. Eu sou caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. Eu dou testemunho da verdade e todo aquele que é da verdade acredita nas minhas palavras. Para mim, enquanto espírito imortal, enquanto espírita querendo progredir para sair da zona de sofrimento, eu tenho que fazer uma escolha. Eu estou com tudo aquilo que pode, o poder que vem da palavra, ofender, magoar, provocar, trazer distúrbios, guerras. Olha o que a palavra faz. Pensem, Hitler, ele começa a sua carreira pública numa cervejaria de Munique. Sabe quantas pessoas tinham no primeiro discurso dele nessa cervejaria, quando ele fala do nacionalismo alemão, 12 pessoas. Jesus, qual era o grupo de Jesus quando fala na sua vida pública e separa os mais próximos dele? 12. Então, vejam que hoje um adolescente tem mais seguidores no Instagram, no TikTok, do que Jesus ou Hitler tinham quando começaram a sua carreira pública. Hitler e Jesus não tinham uma arma, eles não tinham uma faca, um revólver, nada. Mas esses homens mudaram a humanidade, um para o bem, o outro para o extremo do mal. E qual foi? a arma que eles utilizaram, a palavra, o verbo, o poder da palavra, o poder da fala. E aí, né, que Jesus diz assim, a palavra fala do que está, a boca fala do que está cheio o coração. E aí em outra parte do evangelho, seja o vosso dizer sim, sim, não, não, porque o que passa disso é pecado. Ou seja, o que passa disso, a gente mete

que está, a boca fala do que está cheio o coração. E aí em outra parte do evangelho, seja o vosso dizer sim, sim, não, não, porque o que passa disso é pecado. Ou seja, o que passa disso, a gente mete o pé pelas mãos, os pés pelas mãos. Seja o vosso dizer sim, sim, não, não. Por quê? Porque a boca fala o que tá cheio o coração. Enquanto eu não resolver o que tá no meu coração, é bom que eu fale pouco, porque se eu falar muito, eu vou deixar extravazar todo o desequilíbrio que eu tenho na minha alma. E como eu disse, né, Deus é amor, mas também Deus é justiça. O que é justiça do ponto de vista espírita? Tudo que eu planto, eu colho. Aquilo que eu semeio, é aquilo que eu vou colher. Isso é justiça. Eu não vou colher o que o outro planta. Eu vou colher o que eu planto, porque só assim eu valorizo o meu trabalho e retifico os meus passos. Senão tá fácil, né? O outro planta morango, eu vou comer morango do outro. Não. E eu, enquanto isso eu plantei espinho. Não. Planta espinho, colhe espinho, porque aí você aprende a nunca mais plantar espinho. Vai aprender a plantar morango. Dá menos problema, dá menos dor. Testemunho não é algo só do decálogo. Testemunho é o que nós fazemos no WhatsApp. É o que nós fazemos numa conversa na Copa tomando cafezinho com os amigos do trabalho. Testemunho é aquilo que a gente faz em família no carro. Testemunho é aquilo que nós fazemos no WhatsApp, no Instagram, no TikTok, nas nossas redes sociais. Muito cuidado para que os nossos relatos não sejam relatos que alimentem o inimigo que nós temos em cada um de nós. E aí daqui a um mês falamos falaremos do nono mandamento. Uma ótima noite a todos. Bom final de semana. Fiquem com Deus. Muito obrigada, Jeferson, por essa aula de hoje, por essas reflexões tão importantes para nossa vida, que nós possamos falar do bem e manifestar e testemunhar esse Deus dentro de nós e a mensagem do Cristo. Então, pedimos que mais uma vez elevemos o nosso coração até o nosso mestre Jesus, até Deus nosso Pai. Agradecemos pela

o bem e manifestar e testemunhar esse Deus dentro de nós e a mensagem do Cristo. Então, pedimos que mais uma vez elevemos o nosso coração até o nosso mestre Jesus, até Deus nosso Pai. Agradecemos pela oportunidade de estarmos aqui, de aprendermos um pouco mais e que possamos levar paraa nossa vida, que possamos refletir sobre aquilo que temos dentro de nós e a forma como levamos isso para o mundo, que possamos purificar o que há por dentro para que o que saia de nós seja melhor e que possamos dar verdadeiro testemunho do bem. da nossa boa vontade e da presença do Cristo nas nossas vidas, que se necessário, utilizemos palavras, mas sobretudo utilizemos a nossa vida como testemunho. Que Jesus esteja conosco hoje e sempre e sobretudo que nós estejamos com ele. Que assim seja. Eu quero aproveitar para convidá-los. Amanhã às 19 horas haverá o canto coral teatralizado, Holofores, um convite à vida, eh, uma apresentação do coral Elos de Luz aqui da comunhão. Este, estejam todos convidados. Garanto que vai valer a pena. e também que vocês sentiram o frio se aproximar com mais força. Estamos aqui na comunhão com a nossa campanha do agasalho para dar o o agasalhar a vida das nossas famílias. Atendemos a 200 famílias e mais 40 pessoas em situação de rua toda semana. Então, por favor, aguardamos os donativos de vocês e agora deixamos vocês com o passe. Sejam bem-vindos. A nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de

. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal.

s hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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