NOVOS HORIZONTES - Juliana Ferreira [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
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Amigos, rendamos graças a Jesus pela oportunidade de nos encontrarmos novamente no horário do almoço, sempre com uma reflexão acerca do evangelho de Jesus que tanto conforto traz ao nosso coração. Hoje nós vamos comentar sobre uma passagem do Evangelho de Mateus lá no capítulo 19 versículo 17. a partir de uma reflexão também do espírito Alonso, eh, perdão, pelo espírito de Anacleto, do livro Recados de Anacleto, pela psicografia da Hilda Alonso. Então, lá no capítulo 19, no versículo 17, nós temos assim: "Olha, se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos". Essa essa essa passagem está na parábola do jovem rico, que nós conhecemos muito, já comentamos várias vezes, vocês já viram várias palestras acerca dessa passagem, mas hoje nós vamos nos deter não exatamente na questão dessa dos bens materiais desse jovem, mas acima de tudo no cumprimento desses mandamentos de Deus. Para nos situarmos, o que que acontece? Jesus estava pregando e chega um jovem rico e pergunta para ele, eh, diz a ele: "Bom, mestre, o que eu devo fazer para entrar na vida eterna ou no reino dos céus?" E aí Jesus se volta para ele e diz que bom só Deus que está no céu e não Jesus. E aí ele começa, diz para para esse jovem que se ele quer, primeiro vamos situar por que Jesus usa essa expressão de que bom, essa fala de que bom só Deus, porque dado o nosso estágio evolutivo, a nossa bondade conquistada até agora é uma bondade relativa. Então Jesus queria deixar muito claro que esta bondade absoluta pertencia a Deus e, portanto, nem pertencia ao próprio Jesus a bondade absoluta, porque era do criador. E aí Jesus fala para ele que ele deve cumprir esses mandamentos. E aí ele pergunta, o jovem rico pergunta a Jesus: "Que mandamentos eram esses?" E aí Jesus fala: "Não matarás, não roubarás, honrará teu pai e tua mãe". aqueles mandamentos que nós já conhecemos. E aí o jovem muito seguro de si, porque se acreditava mesmo cumprimento, um cumpridor das leis de Deus, diz a ele, a Jesus que já cumpria todos esses
a mãe". aqueles mandamentos que nós já conhecemos. E aí o jovem muito seguro de si, porque se acreditava mesmo cumprimento, um cumpridor das leis de Deus, diz a ele, a Jesus que já cumpria todos esses mandamentos, que mais que ele teria que fazer? E aí Jesus usando muito da sua sabedoria, né, da sua perspicácia, diz a ele: "Vende tudo que tem, dá aos pobres, vem e me segue." E aí o jovem desolado porque não queria abrir mão da sua riqueza, vai embora entristecido. E que mandamentos nós queremos cumprir, não é? Conhecemos os mandamentos, conhecemos, estudamos os mandamentos até na nossa formação religiosa. Mas por que que é tão difícil para nós cumprir esses mandamentos? E que como é que nós poderíamos resumir o cumprimento desses mandamentos? Lembremo-nos de que Jesus quando aqui esteve, ele era o representante desses mandamentos. Então, cumprir os mandamentos de Deus é não transgredir as leis do Pai e nos espelhar na conduta de Jesus, porque Jesus já tinha internalizado todos esses mandamentos, porque era perfeito dentre todos os encarnados, né? todos aqueles que transitaram aqui no planeta Terra na experiência da carne. Então, passa por aí eu entender que aquele modelo, aquele guia que eu tenho, que é Jesus, ele viveu na sua plenitude os mandamentos de Deus. E aí eu tê-lo como esse modelo e guia me dá a percepção do que eu devo fazer para estar para estar cumprindo os mandamentos divinos. E aí nós vamos caminhando em relação a essa passagem e e nós pensamos o seguinte: como é que eu posso dentro das minhas parcas possibilidades ainda como espírito em evolução, porque somos muito jovens, espíritos muito jovens do ponto de vista da criação, muito infantis do ponto de vista das conquistas. como é que eu posso viver esses mandamentos, não é? Entendendo que primeiro eh Deus nos assegurou absolutamente tudo de que necessitávamos para ter uma vida plena nesta experiência carnal e na experiência da eternidade. Ele nos supre de absolutamente tudo. Basta eu ter um olhado, um olhar mais
rou absolutamente tudo de que necessitávamos para ter uma vida plena nesta experiência carnal e na experiência da eternidade. Ele nos supre de absolutamente tudo. Basta eu ter um olhado, um olhar mais apurado. E nesse nesse alimento que ele nos concede, que ele nos oferta, nós temos um dos maiores mandamentos que ele nos deixou, que é amar ao meu próximo. Primeiro amar a Deus sobre todas as coisas, nosso pai, nosso criador. Depois amar ao próximo como a si mesmo. Então, o exercício do amor se dá nesta minha caminhada com o próximo, não é? E aí, junto com este amor, eu tenho o respeito ao semelhante e a fraternidade. Então, se eu pego o amor ao próximo, o respeito a ele é a fraternidade, dentro da nossa compreensão, eu começo a exercitar esses mandamentos. Eh, Anacleto, o espírito nos lembra que estamos ainda muito presos aos rituais das dos templos que frequentamos e que precisamos com urgência nos abrir para novos horizontes, para novas vivências em relação a às leis de Deus, abrindo mão daquilo que é exterior, não né? E que Jesus tanto nos alertou sobre isso, tanto dizendo que a letra mata e o espírito vivifica. Ou seja, eu posso conhecer como um especialista as leis de Deus, mas se ficar apenas no intelecto, eu não consigo vivê-las. Porque eu preciso internalizar essas essas leis, esses mandamentos. Eles precisam passar pelo meu coração, pela minha experiência como espírito imortal. E direcionando um novo olhar para a minha existência, eu começo a vislumbrar horizontes que antes eu não tinha percepção nenhuma. E a partir deste vislumbrar de novos horizontes, eu começo a transformar a minha caminhada. Muitos irmãos questionam o seguinte: como é que eu vou cumprir as leis de Deus, os mandamentos de Deus? Como é que eu vou ser uma pessoa boa, uma pessoa correta? Quando o mundo se nos apresenta de uma forma tão violenta, tão agressiva, com tantos erros, Anacleto nos lembra nesta mensagem que não cabe a nós direcionar o nosso olhar para o que erra. O que nos cabe é a transformação do que eu sou.
uma forma tão violenta, tão agressiva, com tantos erros, Anacleto nos lembra nesta mensagem que não cabe a nós direcionar o nosso olhar para o que erra. O que nos cabe é a transformação do que eu sou. Porque a partir do momento que eu me transformo, eu estou contribuindo para a vivência dos mandamentos de Deus, não é? Então eu passo a cumprir esses mandamentos e passo também a ter um olhar mais compassivo para aqueles que eram erram, para aqueles que que transitam ainda sob o domínio dos apelos da vida material. É fácil? Não, não é. Nós temos repetido sempre que nos encontramos que esse processo de transformação, que o cumprimento da dos mandamentos de Deus, das suas leis, é uma conquista. E toda conquista demanda tempo, demanda esforço, demanda boa vontade, demanda persistência. E o mais interessante é que Anacleto também nos lembra que nós já trazemos essas leis dentro de nós. Quando fomos criados, Deus colocou, gravou em nós as suas leis. Portanto, é só dar oportunidade para que essas leis sejam o meu norte, a minha bússola. Porque se eu entendo que não existe outro caminho possível, a não ser a retidão diante da proposta da evolução, diante do Pai, não é, da divindade, eu transformo a mim. E como nós sempre dizemos, quando eu me transformo, tudo ao meu redor também se transforma. Então é do micro para o macro, não é o contrário. E se eu não perco o meu tempo preocupada com os erros do outro, eu ganho em tempo no aprimoramento pessoal, porque eu começo a perceber com uma clareza muito maior onde eu preciso me melhorar, né? Porque nós sabemos quais são as nossas dificuldades. Então, cabe a cada irmão a sua parte. A minha parte, eu tenho a a condição de resolver, de trabalhar, de melhorar, mas ao outro cabe a sua própria melhora, não é? E quando eu como começo a perceber o meu progresso, a vida toma uma nova dinâmica impressionante, porque Jesus nos lembra e os apóstolos nos sempre nos lembra no eh nos lembram no Evangelho de Jesus, que as tribulações elas nos acompanharão,
progresso, a vida toma uma nova dinâmica impressionante, porque Jesus nos lembra e os apóstolos nos sempre nos lembra no eh nos lembram no Evangelho de Jesus, que as tribulações elas nos acompanharão, elas fazem parte do nosso processo evolutivo. Portanto, a dor e o sofrimento caminharão conosco como dois bons amigos que nos alertam acerca dos nossos erros, mas que a partir do momento que eu lanço um novo olhar para a minha experiência como espírito imortal, para o cumprimento dos mandamentos de Deus, para a vivência desses mandamentos, Eu construo, eu adquiro uma felicidade que ninguém é capaz de me tirar, não é a paz do Cristo. Os apóstolos quando se encontravam, o cumprimento é era esse, né? Que a paz esteja entre nós. Não essa paz ilusória que nós acreditamos que possa existir, porque ela não pode existir, mas é a paz que Jesus nos oferta. Então eu posso viver como de fato estamos vivendo, momentos de tensão, momentos de guerra entre países e entender que o processo de melhora de cada um é que vai construir um um planeta que se sustentará pelo amor e não pelo desejo de posse, pelo orgulho, pelo poder. Eu não posso falar em paz se eu não viver a paz, porque eu não sei, não saberei do que eu estou falando, não é? E aí sim eu endereço os meus sentimentos, as minhas orações para todos aqueles que hoje sofrem com essa mazela espiritual que é a guerra, sabendo que a vida não se esgota ali, que estes espíritos que vivem esta experiência serão recebid idos na pátria espiritual, que é a nossa verdadeira vida, e se recomporão a fim de voltar com novos objetivos, com novas conquistas espirituais. Se soubermos todos viver as experiências difíceis com humildade, com paciência, com sabedoria, não é? Porque a sabedoria ela me diz que eu posso transformar a minha vida sofrendo com dignidade, com honradez. Tudo isso, tá? Porque o sofrimento só tem sentido, gente, se ele trouxer alguma aprendizagem, senão eu vou passar por ele e nada será agregado na minha caminhada. Então, Anacleto, ele diz o seguinte:
Tudo isso, tá? Porque o sofrimento só tem sentido, gente, se ele trouxer alguma aprendizagem, senão eu vou passar por ele e nada será agregado na minha caminhada. Então, Anacleto, ele diz o seguinte: "Nós precisamos começar agora, agora esta reforma, o cumprimento desses mandamentos. Nós não temos mais como esperar, porque o momento é crucial para a nossa transformação, para aquilo de que eu preciso para caminhar com Jesus, não é? Quando pensamos em Jesus, pensamos num amigo, num mestre sempre muito afetuoso, sempre muito amoroso, mas muito firme nos momentos em que a sua autoridade moral, especialmente precisava ficar muito evidenciada quando ele precisa chamar chamar a atenção daqueles que o seguem, até mesmo de seus discípulos. Ele o fazia com autoridade. Então, o momento é esse. Eu preciso ter, perdão, autoridade comigo de dizer: "O momento é agora. Eu preciso me transformar. Eu preciso abrir novos horizontes que me mostrem o quanto eu já angariei de conquistas eternas, de conquistas imortais. Porque tudo que eu tenho aqui, fama, poder, eh, conhecimento do do ponto de vista formal, tudo isso é passageiro, dinheiro, bens, família. Eu não levo absolutamente nada disso. O que eu levo comigo é aquilo que eu conquistei do ponto de vista moral, do ponto de vista da minha evolução. E levo também, porque isso é é um recurso de aprendizagem os erros que eu cometi. Mas eu não os levo, perdão, eu não os levo para me penitenciar, eu os levo como uma consciência da necessidade de fazer diferente. Então, quando todo mundo, todo o mundo, não é, me convida a reagir com violência, eu escolho reagir com amorosidade. Eu estava vendo uma pessoa que tem uma projeção eh pública, né, que é uma pessoa pública se eh fazendo referência, se referindo a um evento que aconteceu. E esta pessoa que tem um poder enorme de influenciar para o bem os outros e de fato o faz, foi muito infeliz porque deixou claro na sua publicação que o mal estava prevalecendo. E não está, meus irmãos, não está.
a que tem um poder enorme de influenciar para o bem os outros e de fato o faz, foi muito infeliz porque deixou claro na sua publicação que o mal estava prevalecendo. E não está, meus irmãos, não está. Porque se abraçamos Jesus no seu evangelho, se cremos firmemente na nossa paternidade divina, sabemos que o mal não prevalece, que o mal é transitório, é um estágio onde nos encontramos, mas o bem ele está aí. Mas nós precisamos ter olhos para ver. Precisamos ser multiplicadores desse bem e não multiplicadores do desânimo, do desalento, da desesperança. E Juliana, como é que no momento onde tantas pessoas sofrem por aqueles que detém o poder temporal passageiro, eu posso falar em bem, agindo com o bem, para o bem e pelo bem. É isso que eu preciso fazer, é me transformar a ponto de quando eu for exprimir alguma coisa, eu passar para todos aqueles que estão ao meu redor uma confiança total na transitoriedade do mal, da dor, do sofrimento, da guerra, da pobreza, não né? Porque vejam, o jovem rico, ele sofre muito mais quando ele vai pensar que ele precisa abrir mão da riqueza que ele tem. Ele sofre muito mais por isso do que por reconhecer que ainda não tem condições de viver os mandamentos que ele dizia cumprir, porque na verdade ele os cumpria externamente, não interiormente. E nós fazemos muito isso, não é? Frequentamos os nossos templos, fazemos as nossas palestras que são imprescindíveis, sim, não é? Nós temos o compromisso de levar o evangelho de Jesus porque ele nos conforta, ele nos esclarece, ele nos convida à melhoria pessoal, mas ainda estamos presos às exteriorizações. Podemos saber o evangelho de Jesus de core salteado. Todos eles podemos saber o Antigo Testamento e o Novo Testamento, citar o qual é o Evangelho, qual é o parágrafo, qual é o versículo. Podemos saber tudo isso, porque isso aí passa pelo intelecto. Qualquer um de nós pode, mas quantos de nós podem ser exemplos vivos deste evangelho, desta proposta de Jesus? Não é o que que eu estou fazendo com o que Jesus me oferta?
isso aí passa pelo intelecto. Qualquer um de nós pode, mas quantos de nós podem ser exemplos vivos deste evangelho, desta proposta de Jesus? Não é o que que eu estou fazendo com o que Jesus me oferta? O que eu faço com o convite que Jesus me fez? Mas não é para que nós nos desanimemos de jeito nenhum. É que para que nós caminhemos com segurança, com vontade de nos transformarmos. Não é deixar para depois, não. Ah, nós somos eternos. Somos. É verdade. Mas se eu posso fazer agora com os recursos que eu tenho, por que que eu vou odiar? Porque depois pode ser muito mais difícil de fazer, não é? Porque eu não sei o que me aguarda. Talvez eu tenha escolhido uma encarnação onde as provações não tenham sido tão presentes. As provações no sentido de reparações, não é? Então eu tenho que aproveitar. Se eu olho paraa minha vida e vejo o quanto a minha vida é boa, o que que eu tô fazendo disso, dessa concessão que a divindade me fez? O que que eu estou fazendo disso? Então, viver os mandamentos de Deus é ter um olhar crístico para a existência. É ter um olhar crístico para o meu próximo. É ter um olhar crístico para aquele que erra. Porque o evangelho sempre nos lembra que não são os sãos que têm necessidade de médico, são os doentes. E graças a Deus não somos nós a estar na posição daqueles que promovem a guerra, que promovem a miséria, que enganam as pessoas com falas bonitas. em qualquer aspecto. Tenhamos compaixão dessas pessoas, porque todos nós responderemos pelos nossos equívocos, porque é da lei. Aquele que erra não responderá perante mim, responderá perante a sua própria consciência. Então, deixemos que aquele que erra siga o seu caminho sustentado pelas nossas orações, pelas nossas melhores vibrações. Porque quando eu volto o meu olhar para as minhas dificuldades, eu não tenho tempo de ficar observando as dificuldades do próximo. ainda fazemos isso, fazemos sim muito, não é? Perdemos, gastamos muito mais tempo enumerando, não é, não os mandamentos de Deus, mas enumerando os defeitos do outro
ervando as dificuldades do próximo. ainda fazemos isso, fazemos sim muito, não é? Perdemos, gastamos muito mais tempo enumerando, não é, não os mandamentos de Deus, mas enumerando os defeitos do outro para que enquanto eu estou enumerando os defeitos do outro, eu não estou olhando para os meus próprios defeitos. é um um processo, mas como nos diz o irmão Anacleto, um processo que precisa ser iniciado agora, agora diante de tantas adversidades, que eu aceite o convite de Jesus, que eu seja instrumento da sua paz, que o meu verbo seja o seu verbo, que eu leve a esperança por onde quer que eu transite. Não aquela esperança romântica, ilusória, não, a esperança real, porque sabemos que o progresso é inexorável. Ninguém detém o progresso espiritual, ninguém. Também é da lei. Eu posso retardar o meu progresso, mas eu não o detenho. Então, aceitemos o convite de Jesus. Sejamos aquele que faz a diferença no bem, não o que propaga o mal. Que sejamos aquele a mostrar a presença da luz, não a presença das sombras. Sejamos aqueles que vivem o evangelho do mestre e não aqueles que o negam. Até porque, meus irmãos, eu posso negar a existência de Deus, eu posso negar a existência de Jesus, mas uma coisa eu não tenho como negar. Eu estou sob as leis, sob a ação das leis do Pai e ela é igual para todos. Ninguém foge as leis, ninguém foge aos mandamentos. Então, aceitemos novos horizontes. Quando os horizontes que se nos apresentam são de destruição, de miséria, de guerra, ofertemos horizontes de paz, de abundância, de amorosidade, porque juntos podemos fazer do planeta Terra um ambiente onde prevaleçam sempre as forças. do bem. Não esperemos a transição planetária que já se faz. Façamos agora a nossa transição. Ergamos as mangas e vamos construir um planeta melhor em todos os sentidos. Basta ver a abundância que nos circula, que nos, né, que está à nossa volta. Basta isso para nós sabermos que a única escolha possível é a escolha da luz, da verdade e do cumprimento fiel aos mandamentos de
ver a abundância que nos circula, que nos, né, que está à nossa volta. Basta isso para nós sabermos que a única escolha possível é a escolha da luz, da verdade e do cumprimento fiel aos mandamentos de Deus. Que cada um de nós possa ser um díamo de forças para aqueles que sofrem, que a nossa mente abrigue pensamentos de luz e que por onde passemos sejamos aquele fôlego novo para os nossos irmãos que estão cansados, ofegantes diante antes de tantas dificuldades. Que Jesus, em sua infinita misericórdia continue a nos aceitar em sua seara, apesar de nossas uníimas possibilidades, pois a alegria de servir na seara de Jesus é tão grande, tão grande, que nos alimenta todos os dias de esperança, de amor, de compaixão, de solidariedade. Que o mestre derrame sobre nós as suas bênçãos e que a sua paz possa nos encontrar e permanecer conosco. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus e passemos agora ao passe virtual. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é [música] o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre
sica] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos [música] amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse [música] momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos [música] que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta
calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos [música] que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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