FELICIDADE SE CONQUISTA - Juliana Ferreira [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]

Comunhão Espírita de Brasília 20/12/2025 (há 3 meses) 36:55 176 visualizações

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Transcrição

Amigos, rendamos graças a Jesus pela alegria de nos encontrarmos mais uma vez para falarmos do seu evangelho, para refletirmos acerca da nossa vida imortal e da nossa experiência na carne, sempre pautados pelas palavras que Jesus nos trouxe que é um refúgio paraa nossa alma. Mais uma vez a nossa reflexão parte lá do Evangelho de Mateus no capítulo 7 versículo 5, quando Jesus diz assim: "Olha, hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e então verás bem para tirar o argueiro que está no olho do teu irmão." Nós vamos comentar sobre essa passagem a partir da perspectiva de Hamed no livro A Busca do melhor pela mediunidade do Francisco do Espírito Santo Neto. E o título que Ramed nos propõe é: felicidade se conquista. Não há o que contestar que ninguém me traz a felicidade. Ela é um processo de construção interior, né? E é um um processo de muito trabalhoso, é um processo trabalhoso de dessa construção. Mas vamos primeiro entender por que Jesus fala de uma maneira tão firme nesta passagem e com um exagero tão grande, né? Porque ele diz assim: "Olha, tira primeiro a trave, a trave do teu olho para depois tirar ou observar o argueiro do olho do teu irmão. A trave é uma uma madeira grande, um tronco, um uma viga grande de madeira, é muito usada na construção. E o argueiro é uma farpa, uma pequena é um pequeno pedacinho de madeira. Então Jesus diz assim: "Você não observa o tamanho da viga que tá no seu olho, mas você observa uma ferpinha, uma farpinha que está na no olho do do seu irmão." Então é uma imagem exagerada porque era muito usada pelo judaísmo, que era para chamar atenção e também para que fosse de fácil compreensão. E aí Jesus nos convida a repensar a maneira como nós observamos a vida. Muitas vezes não conseguimos construir a felicidade porque trilhamos um caminho eh de escolhas equivocadas, pensando que somos norteados por esse por esses desejos, né, por essas aspirações. E essas aspirações estão equivocadas do ponto de vista da minha construção interior. Então, vamos

colhas equivocadas, pensando que somos norteados por esse por esses desejos, né, por essas aspirações. E essas aspirações estão equivocadas do ponto de vista da minha construção interior. Então, vamos começar. Primeira coisa que eh Ramed nos propõe para que pensemos é: não podemos crer que já sabemos tudo e se eu não sei tudo, como é que eu posso lançar o meu olhar para o outro de julgamento ou de questionamento acerca da vida que o outro leva ou da felicidade que eu penso que o outro tem? Não é? Porque tudo, todo julgamento que eu trago dentro de mim e que eu lanço pro outro é segundo a perspectiva dos valores que eu tenho, do dos arquivos que eu trago como espírito imortal. Então, sempre estará equivocado. Mas Ram não está falando aqui do julgamento necessário do ponto de vista da lei. Ele está falando des deste nosso olhar de censura para aquele que é diferente conosco, eh, de nós. Então, é uma um detalhe muito importante que nós devemos ter em mente sempre. Depois ele diz assim: "Olha, se não estivermos abertos a novas ideias, deixaremos passar lições que nos ajudariam a encontrar a paz interior." Ramed fala que quando eu olho pro outro e alguma coisa nele me incomoda, aquilo que me incomoda é algo que eu não consegui resolver dentro de mim. É como se eu projetasse no outro as minhas próprias sombras, as minhas próprias dificuldades. E quando eu lanço este olhar de censura, eu abro mão de observar a situação num prisma mais ampliado, que vai me proporcionar esta aprendizagem que a convivência com o outro me traz. Porque conviver é um processo ininterrupto de aprendizagem, não é? Geralmente nós transitamos das nossas relações por um número maior de diferenças do que de semelhanças. Mas nós só vamos crescer nessas diferenças. Nós não vamos crescer na igualdade. Se eu for validado por em tudo o que eu sou, onde é que eu vou crescer? A não ser que eu seja um espírito perfeito do ponto de vista da nossa possibilidade, considerando considerando que não somos Deus, né? Mas

validado por em tudo o que eu sou, onde é que eu vou crescer? A não ser que eu seja um espírito perfeito do ponto de vista da nossa possibilidade, considerando considerando que não somos Deus, né? Mas se eu não tenho esta perfeição ainda, minha perfeição é incipiente, tá ali, né, começando a ser construída. Eu preciso ter esse olhar pro outro como uma escola. Tudo aquilo que ele me apresenta é uma possibilidade rica de aprendizagem. E aí eu preciso me despir do julgamento. Eu ouço o que o outro fala. Eu vejo o que o outro traz, a vida que ele leva e trago para mim como possibilidade de lição. E aí sim eu começo a construir a minha felicidade, não é? Eu começo a conquistar a minha felicidade. Sabe aquele ditado muito comum que as pessoas usam? Ah, a gente sempre acha que a grama do vizinho é mais eh verde. Por quê? Porque eu projeto no outro um desejo que eu trago, mas que para ser realizado vai demandar esforço. Então, para eu ter a grama tão verde, tão bonita quanto quanto a do vizinho, eu preciso trabalhar a minha grama. E olha que dá trabalho. Dá trabalho porque eu já morei em casa e mexer com jardim é um tão difícil, mas vale a pena quando você vê aquele aquele gramado verdinho, as plantas agradecendo, ainda mais neste período de chuva que tudo fica parece que feliz, nãoé? eh eh transpirando vida, mas o meu gramado sou eu que planto, que cuido, que tiro as ervas da mininhas, que rego, e que vou dar o espelho daquilo que tá me movendo interiormente como beleza, como desejo. Ramé continua dizendo que para que nós encontremos a felicidade é fundamental que gostemos de nós mesmos. Olha o grande desafio. E Ramed ainda completa. Ele diz: "Não é egoísmo. Egoísmo é você gostar mais dos outros do que de você mesmo. É imprescindível eu gostar de mim, porque como é que eu posso? mudar se eu sequer me conheço, porque para eu não gostar de mim, eu não posso me conhecer. É uma questão lógica. Se eu sou criatura divina, não é, e trago dentro de mim esta possibilidade de perfeição, de

r se eu sequer me conheço, porque para eu não gostar de mim, eu não posso me conhecer. É uma questão lógica. Se eu sou criatura divina, não é, e trago dentro de mim esta possibilidade de perfeição, de construção e, portanto, de felicidade, eu não posso ser uma coisa ruim. Então eu preciso reconhecer aquilo que eu sou, olhar para as minhas conquistas como espírito imortal, olhar também para as minhas dificuldades, para as minhas sombras e trabalhar na iluminação dessas sombras. Então é, eu sou criatura divina e, portanto, eu tenho o meu valor exatamente na medida de qualquer outro ser criado. Mas eu preciso construir a minha casa interior, onde residirão todos os valores morais que Deus nos apresentou e nos convida a construir e a edificar. Então, o primeiro passo, gostar de mim mesma, não ter um olhar para o outro que seja um olhar seletivo, eh, julgador, acreditando que aquilo que não segue um checklist que eu faço não é bom. A pessoa não é digna de confiança, não é? Por isso que a gente chama de préonceito, é eu estabelecer um julgamento daquela pessoa sem sequer conhecê-la. Então, eu gosto de mim, eu aprendo a gostar de mim, eu passo a me observar para que eu possa me conhecer. E aí o meu olhar para o meu irmão é um olhar livre de impedimentos, um olhar aberto para conhecer e abraçar aquilo que ele pode me ofertar como processo de crescimento espiritual. Depois Ramed nos diz que nós devemos nos aceitar e aprimorar os tributos que já conquistamos. Sem aquela nós temos uma tendência que é ainda muito característica da nossa infância espiritual, que é de nos julgarmos indignos de qualidades, não é? E aí eu não posso mesmo gostar de mim, porque se eu não vejo as minhas qualidades, como é que eu vou gostar de mim? E aí eu fico, não, eu não mereço isso. Eu não mereço porque eu não sou uma pessoa boa. Não. Eh, eu não tenho condições de caminhar com a luz porque eu ainda sou um ser muito inferior. Não, isso aí, olha, quando nós nos colocamos numa posição de vitimismo,

rque eu não sou uma pessoa boa. Não. Eh, eu não tenho condições de caminhar com a luz porque eu ainda sou um ser muito inferior. Não, isso aí, olha, quando nós nos colocamos numa posição de vitimismo, é uma posição de infantilidade. Tenho as minhas coisas boas, eu tenho as minhas conquistas espirituais, as minhas conquistas morais e aquelas que eu ainda não conquistei, estou a caminho de conquistar. Então, reconhecemos o nosso lado luminoso, reconheçamos o nosso lado luminoso. Ó, eu já vou vamos parar e refletir. Nossa, eu já percebi que eu consigo mais controlar o que eu falo. Olha que espetáculo. Ah, não, mas ainda assim eu falo o que eu não devia. Claro que nós vamos falar. Tô dando um exemplo, mas se eu já consigo perceber que eu falo demais, concordam comigo que é um avanço? Então, vejamos, reconheçamos as nossas qualidades, aquilo que nós já conquistamos, porque conquistamos com esforço, não é? A felicidade se conquista, ela não vai nos chegar como um presente. Deus vai chegar e fala: "Toma, Juliana, eu tô te dando a felicidade presente ou meu mentor espiritual, toma Juliana, tá aqui a sua felicidade." Não, isso não vai ser feito, porque eu preciso construir. E por que eu preciso construir? Porque só eu sei aquilo de que eu preciso, aquilo que para mim é felicidade. Nem tudo que para mim é felicidade pro outro é. Estamos em dinâmicas de vida diferentes. Então, para mim, felicidade é poder estar numa fila de mercado e ter a paciência de ouvir uma pessoa que tá falando, falando e e precisa falar. Pro outro isso não é felicidade, pode não ser, mas pro outro sair à noite levando o alimento, não só material, mas espiritual, para aqueles que se encontram em situação de rua, é uma enorme felicidade. que para mim não é felicidade no sentido de estar servindo a Deus, a serviço de Jesus. Porque é óbvio que ver um irmão em situação de rua não nos trará a felicidade, pelo contrário, né? Mas se eu saio do meu conforto, do meu lar, daquilo que eu tenho naquele momento e vou levar para o outro que está numa

ver um irmão em situação de rua não nos trará a felicidade, pelo contrário, né? Mas se eu saio do meu conforto, do meu lar, daquilo que eu tenho naquele momento e vou levar para o outro que está numa situação mais difícil, é um avanço. Concordam comigo que é um avanço? Então, reconheçamos as nossas conquistas, não sejamos infantis. Olha, eu já tenho isso como característica. Eu já percebo que eu construí isso e o que eu não construí cabe a mim construir também. Eu não preciso ficar dizendo pro outro: "Não, eu ainda não, OK, você não construiu, então construa no silêncio do seu interior. Tenha sempre esse olhar muito eh delicado paraas coisas que o envolvem. Depois ele nos diz assim, olha que a infelicidade, a tristeza, o sofrimento, pode muitas vezes ser um alerta paraa maneira como temos direcionado a nossa vida. Como é que a gente pode perceber isso? Muitas vezes nós temos a clareza de que determinados caminhos que estamos trilhando não estão de acordo com aquilo que nos move como cristãos, não é? como desejosos de caminhar com Jesus e de trilhar o seu caminho. E a espiritualidade de Jesus Deus, de uma maneira muito misericordiosa, começa a trazer para nós sinais por meio destas dificuldades, nos mostrando que o caminho que nós escolhemos está em desacordo, em desencontro. com as minhas motivações interiores. Vou dar um exemplo bem bobo. Eh, eu sempre quis, né, vamos imaginar, eu sempre quis ser professora de matemática, mas a minha família sabedora de todo o meu potencial e e da minha aplicação nos estudos, diz, fica dizendo para mim, não, mas olha, não, não, não faça isso, não, não vai ser professora, não, porque olha, você, você vai ter uma vida muito difícil, você você vai ter muito trabalho, você vai lidar com pessoas difíceis, eh, porque o processo de relação com o aluno é difícil, as pessoas vão enumerando, ainda que nunca tenham passado por isso. Tem esse detalhe também. É, é o negócio, né? Muitas vezes eu listo dificuldades que eu não vivi, portanto eu não sei. Ah, mas eu já ouvi

essoas vão enumerando, ainda que nunca tenham passado por isso. Tem esse detalhe também. É, é o negócio, né? Muitas vezes eu listo dificuldades que eu não vivi, portanto eu não sei. Ah, mas eu já ouvi falar, mas não são as minhas dificuldades, são daquela pessoa que que falou. E aí a espiritualidade vai te mostrando, olha, o seu compromisso é com a o magistério, é você lidar com essas pessoas, é você facilitar o processo de aprendizagem, né? Porque a gente não constrói, a gente é só facilitador e você precisa caminhar por aí. Aí você fala: "Não, não, não, não vou fazer isso. Não quero decepcionar meu pai, não quero decepcionar minha mãe, vou fazer medicina. OK, então vamos lá, vamos fazer medicina. Aí você vai, você faz o vestibular, você passa no vestibular paraa medicina e você pensa que você está construindo a sua felicidade, não é? A felicidade se conquista, como nos diz Ramed. E aí você percebe depois que você começa a trabalhar, você se formou, fez residência, fez tudo que tinha ter feito, que esta não é a sua praia. E você vai insistindo, insistindo. E aí você vai, você pode, não quer dizer que vá, você pode se tornar um profissional triste, insatisfeito, onde o dinheiro que você recebe pela sua função, pelas suas atividades, não vai te trazer nenhum tipo de bem-estar interior, não é? E aí você vai e esse sofrimento vai te dizendo: "Olha, você está indo de encontro com o que você escolheu no seu planejamento reencarnatório. E aí chega um momento que você começa a ver que não dá mais para continuar. Eu estou usando uma figura de exagero, como é a nossa passagem aqui lá em Mateus, né? Porque sair para uma sociedade tão eh rigidamente estabelecida como a nossa, você abrir mão de um curso de medicina choca as pessoas. E aí chega o momento que você fala assim: "Não quero mais, chega. Não quero, não vou encontrar a felicidade, não vou conquistar a minha felicidade nesta profissão." E aí você decide fazer o caminho de volta, fazer o seu curso de matemática e ser professor de matemática, como você

vou encontrar a felicidade, não vou conquistar a minha felicidade nesta profissão." E aí você decide fazer o caminho de volta, fazer o seu curso de matemática e ser professor de matemática, como você sempre desejou. A espiritualidade, ela tem 1000 maneiras e 1000 mecanismos para fazer com que nós voltemos para aquilo que era necessário na nossa encarnação. Mil maneiras. Este foi só um exemplo prático. Nós estamos isso aí no dia a dia, não é? Então, o fundamental é eu ter noção do que eu sou, gostar de mim, me conhecer e ter acesso àquilo que me move no processo de evolução. O que que eu quero fazer desta minha vida? Lembrando, e Ramed é muito enfático nisso, que nós não podemos viver a vida do outro, não podemos, não tem como. Então, por mais que eu almeje a vida do outro, se eu tiver tudo, absolutamente tudo que o outro tem, porque eu tenho um olhar para ele de que ele é feliz, não quer dizer, aliás, só quer dizer que eu vou ter que viver segundo o meu entendimento, segundo a minha perspectiva. Eu posso ter tudo exatamente igual ao outro e posso não ter felicidade. Então, eu não vivo a vida do próximo. E por não viver tanto nas suas conquistas quanto nas suas mazelas, eu não posso julgá-lo e não posso condicionar a minha felicidade, a minha, as minhas conquistas a vida do outro. Muitas vezes perdemos mais tempo observando o que nós queríamos da vida do outro do que construindo, conquistando a nossa felicidade. As pessoas dizem assim: "A vida é, não é uma felicidade, né? A vida não é feliz. Nós temos pequenos momentos de felicidade. Eu penso diferente. Eu acho que a vida é uma felicidade, sim, um convite à felicidade com momentos de tristeza para que nós possamos fazer o contraponto. E não é uma visão ingênua para mim, né? É uma visão da onipotência do Pai que nos oferta tudo que está à nossa volta. Tá? Sem que tenhamos feito a água que sacia a nossa sede, o alimento que mata a nossa fome, há os materiais que possibilitam eu erguer uma casa para morar. A ciência que vai nos trazendo qualidade

ta. Tá? Sem que tenhamos feito a água que sacia a nossa sede, o alimento que mata a nossa fome, há os materiais que possibilitam eu erguer uma casa para morar. A ciência que vai nos trazendo qualidade de vida, que vai nos revelando aquilo que é bom para nós e aquilo que não é bom para nós, que vai melhorando a nossa saúde, que vai melhorando o trânsito, que vai melhorando eh as comunicações. Então, como é que nós podemos dizer que vivemos a infelicidade permeada por momentos felizes? Não é o contrário. Temos um campo imenso de dádivas à nossa disposição. Mas para isso eu tenho que ter este olhar de luz. Irmão José espírito lhe diz assim: "Se o teu olhar for bom, todo o teu corpo será luz". É isso. Qual é o meu olhar para a vida? Como é que eu me posiciono quando eu vejo, quando eu ouço as pessoas só lamureando, reclamando, querendo desistir. Como é que eu me posiciono? Eu entro nesta vibe ou eu estabeleço a comunhão com as esferas superiores e digo: "Tô aqui, faça de mim um instrumento para que a esperança, o consolo, a o acolhimento, a compaixão chegue até esta pessoa para que ela possa ver com os olhos do espírito. e não com os olhos da carne. Depois também, já finalizando, Ramed nos diz que, eu vou ler porque é literal, enquanto não formos em busca daquilo que queremos, jamais estaremos bem e corremos o risco de ficar lamentando, achando que somente os outros têm a chance de ser feliz. É isso, meus amigos, minhas amigas. Não desejemos a felicidade fora de nós, porque ela é uma conquista individual intransferível. E quando a tivermos verdadeiramente, que sejamos generosos em dividi-la com todos os outros que ainda não alcançaram. Que levemos sempre a nossa palavra de esperança, de alegria, de otimismo, de confiança em Deus, em Jesus. Não nos permitamos ser instrumentos da maledicência, do desânimo, do pessimismo, da desolação, mas também não fiquemos presos apenas ao discurso, que vivamos na prática o evangelho de Jesus. que esta trave que está no meu olho possa ser retirada,

ência, do desânimo, do pessimismo, da desolação, mas também não fiquemos presos apenas ao discurso, que vivamos na prática o evangelho de Jesus. que esta trave que está no meu olho possa ser retirada, não para que eu veja com mais clareza o argueiro, a farpa do olho do irmão, não. para que eu veja que Deus está em tudo e em todos. E por ele ser onisciente, onipresente, onipotente, não há nada que possa nos derrotar, a não ser a nossa falta de vontade de mudar e a nossa infantilidade em querer permanecer. Do mesmo jeito em que estamos. Eu peço a Jesus nesses dias que antecedem simbolicamente a comemoração da sua vinda a nós, entre nós, a terra, que esteja com vocês na passagem de 24 para 25, que ele seja a pessoa mais importante desta data, que ele esteja em nosso coração junto com aqueles que amamos. E que não deixemos de fazer a nossa oração na passagem do Natal, pedindo a Jesus que vá ao encontro de todos aqueles que não podem estar com uma família porque talvez não a tenham, que não podem estar numa ceia porque talvez não a tenham, mas que receba de nós as nossas melhores vibrações, as nossas melhores ener energias e o nosso desejo de que o mestre esteja verdadeiramente junto à aqueles esquecidos pela sociedade. Não nos esqueçamos jamais que Jesus nasceu numa manjedoura, que seus pais fugiam das autoridades romanas e que mesmo assim, quando ele surge entre nós num corpo de carne, ele ilumina o planeta e nos convida a ser homens de boa vontade. Que Jesus esteja conosco, que a sua paz nos alcance e permaneça conosco sempre. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus e passemos agora ao passe virtual. Sejam bem-vindos. a nossa [música] sala de passe virtual e espiritual, substituindo os fluidos deletérios [música] por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções,

sse, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, [música] fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá [música] se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou.

amos. a coragem e a fé para [música] continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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