SACURDIR O PÓ - Juliana Ferreira [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]

Comunhão Espírita de Brasília 06/09/2025 (há 7 meses) 31:30 288 visualizações

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Transcrição

Amigos queridos, sejam todos bem-vindos ao nosso encontro diário de harmonização. este momento em que comungando com o mais alto podemos acalmar o nosso coração, a nossa mente e refletir sobre passagens do evangelho de Jesus que nos conforta tanto. Nós gostaríamos de pedir desculpas pelo atraso, mas é porque estamos tendo uma amra de arte espírita, arte e cultura espírita na comunhão. E tá tudo muito sobrecarregado, mas entramos, é o que importa. A nossa passagem de hoje, a nossa reflexão passa por uma, pelo evangelho de Mateus, no capítulo 6, versículo 11, quando ele diz assim: "Olha, quando alguém não quiser vos receber, nem escutar vossas palavras, sacudi em saindo dessa casa ou dessa cidade o pó de vossos pés". Então, nós vamos entender um pouco o que é sacudir o o pó dos pés. Jesus pede a seus discípulos eh que viajem em dupla e que saiam a curar todos os enfermos. E há esta recomendação de que aqueles lugares onde eles não fossem bem recebidos ou por aquelas pessoas que não os recebessem bem, que eles sacudissem o pó dos pés e continuassem a jornada. A partir desta passagem do Evangelho e segundo a orientação do Hamed, que é um espírito que responsável pelo livro Renovando Atitudes, é que nós vamos fazer a nossa reflexão. Então, o Ramed coloca, começa desse jeito. Olha, não devemos impor aos outros a forma como movemos as leis divinas, como se essa fosse a melhor interpretação delas. Meu Deus, como isso é difícil no nosso exercício religioso, quando abraçamos uma religião, especialmente aquelas que não são voltadas para as revelações que a doutrina espírita nos trouxe, o que nos move é esse desejo de tornar a nossa interpretação das leis de Deus verdades absolutas e de tal forma que aqueles que não estão estão inseridos nela, que não as abraçarem, estarão excluídos desta, deste intercâmbio com Jesus e do que eles chamam de salvação. Por mais que nós estudemos, por mais que nós nos formemos como teólogos, nós vamos sempre ter um viés pessoal daquela percepção, daquilo que nós lemos. Não

com Jesus e do que eles chamam de salvação. Por mais que nós estudemos, por mais que nós nos formemos como teólogos, nós vamos sempre ter um viés pessoal daquela percepção, daquilo que nós lemos. Não tem como. Basta nós observar, observarmos que as outras religiões não admitem a reencarnação nem a vida depois da morte e sustentam a sua defesa com base em passagens do evangelho. E nós já vemos completamente diferente. Então, o que é importante? O importante é que eu leve a palavra do mestre, mas sem querer converter aquele que me ouve e sem querer tornar a minha fala uma verdade absoluta, movido acima de tudo, que nós estejamos sempre movidos pelo desejo de acolher, de consolar, de levar esperança para todos aqueles que nos ouvem. Ramde continua dizendo assim: "Olha, não somos donos da verdade, a verdade de Deus, né? Portanto, não detemos a posse ex exclusiva desse patrimônio. Olha que lindo. Se nós sentirmos Jesus, né, profundamente com o nosso coração, nós não vamos nos impor, acreditarmos que detemos esta revelação, porque não detemos. Construímos este entendimento de uma maneira conjunta, somando entendimentos, somando vivências que as diversas experiências na carne nos trazem. E, acima de tudo, dividindo este pão que Jesus nos ofertou, não é? que é o pão do espírito, sem nenhuma preocupação de catequisar, de tornar o outro seguidor da minha fé. Não. O que nós, como cristãos, queremos é que o outro possa viver a alegria que eu vivo na presença de Jesus. Depois, Ramed continua dizendo o seguinte, que quando nós levarmos o nosso verbo de consolo, levando o evangelho de Jesus, que nós não transformemos esta orientação, este esclarecimento em desrespeito e agressão. Nós vemos uma um movimento muito sólido, infelizmente, de primazia ou da crença da primazia sobre o evangelho de Jesus. E muitas vezes o exercício dessa primazia faz com que aqueles que não abraçam esta percepção sejam agredidos, sejam desrespeitados, sejam excluídos, sendo que Jesus acolheu especialmente aqueles que sofriam,

s vezes o exercício dessa primazia faz com que aqueles que não abraçam esta percepção sejam agredidos, sejam desrespeitados, sejam excluídos, sendo que Jesus acolheu especialmente aqueles que sofriam, aqueles que eram transgressores das leis de Deus, aqueles que estavam temporariamente adoentados da alma. Ele não esteve junto ao aos rabinos, não. Ele foi levar a sua palavra de uma maneira muito simples aqueles que ouviam com o coração e não com o intelecto. O mais importante é que a a nossa conduta seja o espelho do evangelho de Jesus. Então o meu verbo ele tem que ser para consolar, sem dúvida nenhuma. Ramed continua nos dizendo assim, olha que nós sentimos necessidade. E aí eu vou, eu copiei exatamente como está no livro, eh, renovando atitudes. Sentimos necessidade de corrigir e aí ele vai colocando todos os verbos, entre aspas, para não só chamar atenção sobre o seu sentido, mas também para nos alertar sobre o que nós fazemos. do evangelho de Jesus. Então, corrigir opiniões, indicar caminhos, induzir experiências, negando ao outro a oportunidade de construir seus próprios caminhos com acertos e erros necessários a seu aprimoramento. Confessemos aqui uns aos outros, quem de nós tem condições morais de corrigir, indicar e induzir qualquer coisa. Quem? Jesus quando aqui esteve encarnado entre nós, ele semeou apenas amor. Ele indicou o caminho, mas ele sabia que cada um transitava num momento diferente da sua jornada, portanto, com um amadurecimento espiritual único. Alguns em condições de já abrigar em seu coração as palavras do mestre, outros com uma condição apenas de ficar em dúvida sobre aquilo de que ele falava. outros negando veementemente a possibilidade de de que aquele homem tão simples, com roupas tão singelas, tão eh comuns, pudesse trazer qualquer coisa que fosse relevante ou que causasse mudanças, pudessem causar mudanças significativas na vida daquelas pessoas que ouviam. Então, tomemos para nós as nossas dificuldades, trabalhando para vencê-las, sem me

osse relevante ou que causasse mudanças, pudessem causar mudanças significativas na vida daquelas pessoas que ouviam. Então, tomemos para nós as nossas dificuldades, trabalhando para vencê-las, sem me preocupar se o outro está neste patamar ou não. Se eu me coloco como trabalhadora Ana Ceara de Jesus, o que eu tenho que fazer é levar a palavra dele como instrumento de consolo, de esclarecimento sim, mas de consolo, mostrando que o que me move é o desejo de me aproximar cada vez mais de Jesus, de ampliar a minha compreensão sobre o seu evangelho e de me tornar uma pessoa melhor. Jamais me colocando numa posição de arrogância e como detentora da do entendimento, interpretação das palavras do mestre. Ele não propôs isso, ele não fez isso. Nem seus discípulos, que depois se tornaram apóstolos, faziam isso. Eram eh eh severos quando tinham que ser, mas sempre com amorosidade e respeitando a vontade individual de todos aqueles que os ouviam. Ramed continua: "Não tenhamos a pretensão de sermos os únicos possuidores da revelação divina, como se, sem nosso auxílio, as pessoas não alcançassem o conhecimento divino. Os únicos possuidores da revelação divina não somos. Por mais que esta revelação tenha encontrado em nosso coração pouso, tenha nos trazido uma alegria profunda por ter encontrado no evangelho de Jesus o nosso norte, o nosso roteiro de conduta, não é? A nossa bússola. Por mais que nós nos sintamos muito felizes por ter encontrado o evangelho, não nos cabe acreditar em nenhum momento que sem o nosso trabalho de conversão ou de imposição da nossa fé ou da nossa interpretação, aqueles que não a querem, que não quer tudo isso, não conseguirão alcançar Deus. Não, não há essa possibilidade, porque todos caminhamos inevitavelmente para o progresso, para a ascensão espiritual, mas cada um tem seu tempo e tem a sua vontade, assim como o espiritismo, a doutrina espírita me toma por completo. Em 1987, quando eu abraço definitivamente a doutrina espírita, outros a abraçaram antes, ou o evangelho

u tempo e tem a sua vontade, assim como o espiritismo, a doutrina espírita me toma por completo. Em 1987, quando eu abraço definitivamente a doutrina espírita, outros a abraçaram antes, ou o evangelho de Jesus, vamos falar do evangelho de Jesus, e outros o abraçaram depois. Isso não muda absolutamente nada na dinâmica da construção individual do meu acervo moral. Porque todos caminhamos na direção do Pai e para a presença de Jesus. Ahamed nos sugere que nós semeemos o evangelho de Jesus, mas sem esperar reconhecimento e sem esperar também que essa semente dê frutos, porque no planeta que nós habitamos, os frutos relativos à vivência espiritual são demorados. A colheita é demorada. Então, não tenhamos urgência. Façamos o nosso trabalho de dividir com outro a nossa alegria diante do evangelho de Jesus, mas sempre nos tornando, na medida das nossas possibilidades morais, o exemplo vivo do evangelho de Jesus. E acima de tudo, não esperemos nenhum tipo de reconhecimento em relação à nossa fala, ao nosso convite. Toda essa mensagem, não é? Sacudir o pó de Ramed nos remete a passagem do Evangelho que diz que há muitos falsos profetas. E aí, então não nos arvoremos em ser profetas, porque não temos condições ainda. E fica muito mais sério se eu querendo levar o evangelho de Jesus ao outro, eu me equivoco e transformo, o que seria um contentamento numa numa palavra sem força moral, sem força espiritual, não é? E Jesus também nos lembrou que muitos falariam em seu nome, mas na maioria daqueles casos ele lá não estava, porque era algo que não nascia do coração e, portanto, da prática diária do evangelho dele. Amed continua dizendo assim: "Olha, se nós não formos bem acolhidos nas tarefas que abraçamos na seara de Jesus, silenciemos e aguardemos as providências das mãos divinas. Silenciemos e aguardemos." Eu não sei se vocês já viveram alguma experiência de alguém chegar para vocês dando eh um um pequeno papel que tem uma passagem do Evangelho e colocar ali e exigir de você que você leia, que você

os." Eu não sei se vocês já viveram alguma experiência de alguém chegar para vocês dando eh um um pequeno papel que tem uma passagem do Evangelho e colocar ali e exigir de você que você leia, que você eh eh renda graças a Jesus naquele instante que você se converta. Então não enveredemos por esse caminho, não é? que nós silenciemos quando as nossas palavras, que devem ser o espelho do evangelho de Jesus, não alcançarem aquele coração. Silenciemos e aguardemos, porque tudo está nas mãos de Deus e ele no tempo certo tocará o coração daquele nosso irmão que ainda não encontrou no evangelho de de Jesus o seu refúgio. E finalmente Ramed encerra a sua mensagem, né, de sacudir o pó, dizendo: "Prosigamos convictos de nosso ideal de amor, palumilhando o nosso próprio caminho, cujo mapa está impresso em nosso coração. Como nós podemos transmitir aquilo que nós não temos, não é? Se o mapa do meu coração não me leva na direção do evangelho de Jesus, eu não vou conseguir sustentar este exercício por muito tempo. Não vou. Serei pego inúmeras vezes em contradições que farão com que a minha proposta não edifique, não seja edificada. Muitos de vocês podem estar se perguntando, mas por que que eu preciso levar o evangelho de Jesus? Na verdade, eu não preciso, não é? Basta eu me transformar e viver segundo os preceitos de Jesus. Mas quando nós encontramos o repouso para nossas para as nossas almas, como o evangelho nos faz, nos fala, o que que nós queremos fazer? Nós queremos dividir com o outro, não é? Então, falar da boa nova de Jesus, falar do evangelho dele, falar dele é extremamente gratificante, mas não num tomátra, né, daquele que sabe tudo, daquele que eh vai poder salvar quem ainda não aceitou o o evangelho de Jesus, a verdade de Jesus, não como um simples multiplicador dessa bênção maior que é o evangelho dele habitar o nosso coração. Então, este mapa a que Ramed faz referência deve ser desenhado, traçado a partir da minha vivência deste evangelho, a partir da minha mudança de conduta

que é o evangelho dele habitar o nosso coração. Então, este mapa a que Ramed faz referência deve ser desenhado, traçado a partir da minha vivência deste evangelho, a partir da minha mudança de conduta na experiência da carne, a partir de uma nova visão do meu irmão que não trilha o mesmo caminho que eu a partir de um acolhimento sem nenhum tipo de exigência, simplesmente tornar o nosso verbo uma brisa que alcança o ouvido de todos aqueles que sofrem, que traz bem-estar, que permanece com aquele irmão, Mas eu passo, eu não fico, né? Quando Paulo, e eu sempre repito aqui porque eu acho a coisa mais linda do mundo, quando Paulo diz, já não sou eu que vivo, é o Cristo que vive em mim. Ele nos dá dimensão, ou a gente pensa que entende essa dimensão desta alegria de servir na seara de Jesus. Paulo quando leva a boa nova de Jesus, ele leva como vivência, não era como pregação. Ele falava sim, ele mostrava o que Jesus tinha deixado para nós, mas ele vivia a experiência com o divino encarnado. Então, o nosso convite de hoje é: sacudamos o pó dos nossos pés, por onde passarmos, que a nossa palavra de esperança não for acolhida. que o nosso desejo de partilhar a presença do Cristo não for abraçado. Que a nossa alegria de caminhar com Jesus não tocar o coração do outro. Então, possamos sacudir o pó dos nossos pés, prosseguir, porque há muitos que aguardam sedentos pela palavra de Jesus, pelo seu consolo, pelo seu amparo, pela sua misericórdia. E que acima de tudo, meus irmãos, o nosso verbo seja sempre de construção, de otimismo, de luz. Não permitamos fazer do nosso verbo nada que possa parecer dissensão, desunião, preconceito, exclusão. que sejamos a amorosidade personificada a partir da imagem que nós temos de Jesus, que sejamos um espelho do seu evangelho e que cada vez mais ele seja o nosso suporte. Este evangelho seja o nosso suporte. Porque quando traçamos como roteiro de vida o evangelho de Jesus, sacudimos o pó das intempérias e prosseguimos, entendendo que há pequenas pedras que

sso suporte. Este evangelho seja o nosso suporte. Porque quando traçamos como roteiro de vida o evangelho de Jesus, sacudimos o pó das intempérias e prosseguimos, entendendo que há pequenas pedras que tentarão nos demover do nosso desejo de levar a palavra do mestre como vivência, mas que essas pedras fazem com que os nossos pés se fortaleçam para uma caminhada que não tem fim, que é a caminhada do reencontro com Jesus e do da comunhão plena com Deus. Que Jesus em sua infinita misericórdia possa nos aceitar a seu lado, apesar das nossas íntimas possibilidades, que ele nos inspire sempre para que o nosso verbo seja o seu verbo, para que o seu evangelho possa chegar como bálsamo para todos aqueles corações que estão trêmulos diante das adversidades da vida encarnada. Fiquemos agora com o passe virtual. Fiquem com Deus. Glória a Deus nas alturas. Paz na terra a toda a humanidade. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons

essa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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