NOS CAMINHOS DA FÉ - Régia Costa [PALESTRA ESPÍRITA]
👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Uma boa e alegre tarde a todos os aqui presentes, encarnados e desencarnados e também aqueles que nos acompanham e nos assistem pela internet. Sintamos-nos todos acolhidos, abraçados pela espiritualidade amiga, por Deus, nosso pai, por Jesus, nosso mestre. E como diz um trechinho de uma música muito bela de Elizabeth Lacerda, que a voz do mestre falha aos nossos corações e que os nossos amigos de luz nos deem inspiração. E nós vamos iniciar com a nossa leitura de harmonização que se encontra neste livro Receitas para a alma do espírito irmãs do Fô pela mediunidade de Vanderlei Oliveira. A nossa mensagem é fé e oração. E o espírito irmã do Fô nos diz: "Fé substância nutritiva dos sentimentos elevados". Ela, a fé, desperta e fortalece todos os reflexos da vida emotiva nobre. Com ela, a tristeza se dissipa, os o desânimo se transforma em optimismo operante. A fé é a luz que acende, que se acende no reino do coração, permitindo enxergar a vida com clareza e eliminando os inesperados atos de derrotismo. A fé é a força inata da criatura. Na criatura, quando aprende a manejá-la, o homem avança a passos firmes e jamais se sente fraco diante das lutas e dos testemunhos. Sem dúvida, a fé é o combustível de todas as vitórias da alma. Contudo, como você ainda não a consolidou com impulso divino na esfera dos hábitos, torna-se indispensável utilizar constantemente da oração como um dinamo ativador de sua ação a cada dia de sua vida. E como aqui falou que nós devemos nos utilizar da oração para termos fé, vamos agora orar ao nosso Pai, fechando os nossos olhos, nos acalmando. E Senhor Pai amado, Jesus, nosso irmão, espíritos amigos e protetores, nós agradecemos por mais um dia de existência. Nós agradecemos pela
a orar ao nosso Pai, fechando os nossos olhos, nos acalmando. E Senhor Pai amado, Jesus, nosso irmão, espíritos amigos e protetores, nós agradecemos por mais um dia de existência. Nós agradecemos pela oportunidade de aqui estarmos para sermos medicados, amparados, fortalecidos e especialmente no dia de hoje pela nossa fé. Pedimos pela nossa fé, Senhor, que a desenvolvamos para continuarmos firmes, confiantes, Senhor, nas tuas promessas, confiantes nas tuas leis e, Senhor, praticando o máximo possível o bem e a caridade. Que assim seja. O tema da nossa palestra é nos caminhos da fé. A base dessa palestra é especialmente o Evangelho Segundo o Espiritismo e também um livro psicografado por Francisco Cândido Xavier e intitulado Comentários ao Evangelho segundo Mateus. Quando falamos em caminho, nós devemos nos aperceber de que estamos em movimento, de que a vida não é uma constante, a vida é uma travessia de altos e baixos. E até rememorando aqui um uma poesia de Guimarães Rosa que diz: "A vida estica, aperta, aquece, esfria e a nossa vida é isso mesmo, movimento. Estamos em paz, ora estamos inquietos, ora estamos fazendo vários planos por para o futuro e de repente tudo pode mudar e tudo muda. E então nós estamos assim caminhando com incertezas, esperanças, recomeços. E é nesse contexto que surge a fé, porque é ela que nos ajudará a fazer as escolhas, a tomar as atitudes e as disposições mais acertadas para com os ensinamentos pontuados por Jesus, para com as leis divinas. É comum que muitos de nós façamos um checkup da nossa saúde. Ou seja, nós vamos ao médico, nós fazemos vários exames, com qual objetivo? com o objetivo de avaliarmos se a nossa saúde orgânica está OK, com o objetivo de verificarmos, prevenirmos alguma doença, algum mal-estar. E aí, se descobrirmos algo, já trataremos. E se estivermos bem, vamos manter o nosso estilo de vida. E esse checkup, ele também precisa ser feito em relação à nossa fé. Nós precisamos examinar a nossa fé. Por quê? Porque, como a nossa leitura de
se estivermos bem, vamos manter o nosso estilo de vida. E esse checkup, ele também precisa ser feito em relação à nossa fé. Nós precisamos examinar a nossa fé. Por quê? Porque, como a nossa leitura de harmonização disse, a fé é a luz que se acende, permitindo que enxerguemos a vida com clareza. Porque a fé é a substância nutritiva dos nossos sentimentos nobres. E porque também, como disse, irmã se for, mas já em uma outra mensagem, a fé é a energia da alma que constrói pontes. Pontes servem de ligação. E a irmã Zufô diz: "Constrói pontes de criatividade entre os nossos problemas e as respectivas soluções. Ou seja, a fé nos dá uma saída." e no Evangelho segundo o Espiritismo e um importante capítulo que é o capítulo 19 que trata especificamente sobre a fé. No item, aliás, no tópico poder da fé, lá nos é dito que a fé robusta dá a perseverança, a energia, os recursos para que vençamos os obstáculos, quer nas pequenas situações, quer nas grandes situações. Nós percebamos que a fé, ela só vai ser essa substância nutritiva, só vai ser robusta, só vai ser essa luz que nos direciona se ela estiver saudável, se nós estivermos cuidando dela. Então, eis aí a razão de examinarmos a nossa fé. E no Evangelho Segundo o Espiritismo, no item sete desse capítulo que eu citei, que é o capítulo 19, ali nos é dito que a fé não não pode ser ordenada, não pode ser imposta. Eu não posso dizer Antônia tenha fé, Carlos tenha fé, Sueli, tenha mais fé, não posso. Mas a fé pode ser desenvolvida, construída, e não há ninguém que não possa possuí-la. O que significa que todos nós, todo ser humano pode cultivar a fé, desenvolvê-la e especialmente praticá-la. Mas o que é a fé? Nós vamos buscar a resposta a essa pergunta sem nenhuma pretensão de esgotá-la no Evangelho Segundo Espiritismo, neste capítulo que eu vou citar por diversas vezes aqui na palestra, que é o capítulo 19. E é bom porque nós vamos fixar então e vamos ler em casa. Eh, Allan Kardec nos trabalha três sentidos da fé. O primeiro sentido
e eu vou citar por diversas vezes aqui na palestra, que é o capítulo 19. E é bom porque nós vamos fixar então e vamos ler em casa. Eh, Allan Kardec nos trabalha três sentidos da fé. O primeiro sentido é o sentido da fé religiosa, que sob a perspectiva espírita consiste na compreensão do mundo espiritual, que vai envolver então a própria existência de Deus, a comunicabilidade com os espíritos, a pluralidade de das de vida, a imortalidade da alma, a lei de causa e efeito, ação, reação, E essa compreensão no mundo espiritual, ela não ocorre porque ouvimos dizer. Ela decorre antes de uma compreensão que se baseia no estudo, na observação e na vivência. Afinal, nós nos comunicamos com os espíritos e até de um modo muito constante, por meio da mediunidade, temos as reuniões mediúnicas, temos as obras psicografadas e temos muitos relatos do mundo espiritual. Assim, essa compreensão vai se constituir na fé religiosa, que é a fé raciocinada. Por quê? Porque, repetindo, está baseada no estudo, na observação e na lógica. E como anda essa nossa fé religiosa? Na obra O céu e Inferno, na sua segunda parte, Allan Kardec colecionou ali várias comunicações de espíritos que desencarnaram. Há comunicações de espíritos felizes, espíritos suicidas, espíritos endurecidos, enfim, vários tipos. E eu vou destacar aqui uma dessas comunicações que é muito importante para nossa reflexão nessa tarde. Trata-se da comunicação que foi feita com um espírito chamado Sixeni e que que ele estava está classificado lá na classe dos espíritos felizes e que quando em vida ele também foi qualificado como um homem de bem. Ele morreu num acidente e na comunicação mediúnica foi perguntado esse espírito o seguinte: "A vossa posição foi feliz desde a vossa reentrada no mundo dos espíritos? Qual será que foi a resposta dele? Ele tá classificado como espírito feliz, mas ouçamos a resposta dada por ele. Não. Ou seja, assim que ele adentrou no mundo espiritual, coisa não foi muito boa, não. tive que pagar a dívida, meu coração me fizera pressentir
o espírito feliz, mas ouçamos a resposta dada por ele. Não. Ou seja, assim que ele adentrou no mundo espiritual, coisa não foi muito boa, não. tive que pagar a dívida, meu coração me fizera pressentir o futuro do espírito, mas eu não tinha fé. tive que espiar a minha indiferença para com o criador. Essa comunicação, esse trechinho, ele é muito valioso paraa nossa reflexão, para que nós então questionemos como está a nossa fé religiosa, ou seja, a nossa compreensão acerca das questões espirituais. Temos mesmo fé na imortalidade da alma ou apenas cremos nisso? Observem, o espírito sixer tinha apenas crença, porque ele relatou que o seu coração o fizera pressentir o futuro do espírito. Mas aí ele arremata: "Porém eu não tinha fé". Então, existe uma diferença entre crença e fé. Embora muitas vezes ao olharmos o significado dessas suas palavras, nos depararemos com sinônimo. Acreditar. Fé acreditar. Ter uma crença também é acreditar. Mas existe aí uma diferença e é o próprio Kardec que também vai nos explicar essa diferença. A crença fica apenas no acreditar. Eu acredito, ponto e não faço mais nada. E não tem nada de errado com isso, em apenas ter uma crença, em apenas acreditar. Inclusive Kardec fala isso em relação a uma comunicação de um espírito classificado nessa segunda parte da obra S inferno, um espírito de nome Schumen. E aí Kardec fala que a crença é o primeiro passo, mas ela não é suficiente. É preciso algo mais. E aí vem a fé, porque a fé ela é seguida de uma transformação marcada pela prática e pela vivência. E aí nós podemos pensar assim, mas como que eu verifico se eu estou praticando essa fé religiosa? Vamos ilustrar que eu fiz ainda h pouco uma pergunta. Cremos ou temos fé na imortalidade da alma? Se temos fé na imortalidade da alma, nós vamos exercitá-la. Por exemplo, quando alguém muito amado, uma pessoa muito querida nossa, falece, morre. A fé na imortalidade, ela não vai tirar a nossa dor. Ela não vai impedir que nós choremos. Ela não vai tirar de nós o
exemplo, quando alguém muito amado, uma pessoa muito querida nossa, falece, morre. A fé na imortalidade, ela não vai tirar a nossa dor. Ela não vai impedir que nós choremos. Ela não vai tirar de nós o luto. Ainda sentiremos o luto, ainda sentiremos a saudade. Contudo, essa fé na imortalidade nos levará a evitar a entrega ao desespero, ao inconformismo, porque nós sabemos que a vida continua e que o reencontro é possível. E o segundo sentido de fé usado por Kardec, trabalhado por Kardec, é a pé enquanto confiança. É a confiança que se tem na realização de algo, na certeza de que se atingirá o pretendido. Faz aqui uma ressalva, é o que nós objetivamos no bem, porque às vezes nós cremos, temos certeza de que algo vai acontecer, mas é algo ruim. A nossa perspectiva aqui é a perspectiva das leis divinas. Então, essa fé confiança vai nos permitir que nós vejamos em pensamento a meta que queremos alcançar. E não só a meta, mas nos permitirá visualizar até mesmo os meios, os instrumentos para atingirmos o nosso objetivo. De sorte que lá no Evangelho Segundo Espiritismo tá dito que essa fé, confiança, ela pode realizar grandes coisas e quem a tem caminha com absoluta segurança. Essa fé confiança foi explicada por Kardec, como dito há pouco, mas nós já a encontramos exemplificada em episódios da vida de Jesus quando esteve aqui na Terra. E aí, eh, o primeiro episódio está registrado, está registrado no livro de Mateus, no capítulo 17, versículos 14 a 20. Um pai joga-se ajoelhado aos pés de Jesus e diz: "Senhor, tem piedade de meu filho que está lunático, sofre muito, porque ora se joga na água, ora se joga no fogo." E aí uma um trecho importante para nós. Eu o apresentei, apresentei meu filho aos teus discípulos, mas eles não puderam curá-lo. E Jesus atende ao pedido desse pai, resolve a situação desse filho e aí depois ele é questionado pelos discípulos. Os discípulos chegam a ele e falam: "Jesus, por que não podemos nós outros fazer o que tu fizestes? E aí vem a resposta de
esolve a situação desse filho e aí depois ele é questionado pelos discípulos. Os discípulos chegam a ele e falam: "Jesus, por que não podemos nós outros fazer o que tu fizestes? E aí vem a resposta de Jesus. É por causa da vossa incredulidade, porque eu vlo digo em verdade, se tivésses fé como um grão de mostarda, diriais a essa montanha: "Montanha, transporta-te daqui para lá". E ela se trans se transportaria. Então Jesus está aqui trabalhando a questão da confiança. O que que aconteceu com os discípulos? Eles não tinham confiança de que eles eram capazes de resolver aquela situação. Agora nós vamos por um para um segundo episódio que demonstra o contrário, que realmente demonstra essa fé confiança, que é o da mulher que padecia há 12 anos de hemorragia. Quando ela ouviu falar de Jesus, despontou nela a fé confiança. Ela foi ao foi ao encontro de Jesus. Ele estava no meio da multidão e ela nem quis falar com ele, chegar até ele. Ela disse a si mesma: "Se eu só tocar a sua veste, ficarei curada". Ela tinha confiança, ela visualizou a cura dela. E é exatamente isso que o evangelista Marcos nos diz que aconteceu. Ela tocou no manto e foi curada. E Jesus disse para ela depois no no final dessa história, tua fé, filha, tua fé te salvou. E como está então essa nossa fé confiança? Por exemplo, quando nós estamos com um problema e pedimos a Deus em oração, a Jesus, ao nosso mentor, que nos auxilie, que nos mostre um um caminho, uma solução para esse problema, será que nós realmente confiamos que essa solução virá? Essa é uma pergunta reflexiva porque eh ela deve nos concitar a nos avaliarmos e a fazermos os devidos ajustes, caso percebamos que em muitas ocasiões nós ficamos vacilantes, que nós ficamos inseguros quanto aos nossos pedidos de auxílio, porque nós até podemos estar incertos Se o auxílio virá rápido ou devagar, se o auxílio será apresentado, será se nós mesmos veremos a solução ou se alguém nos apontará a saída. Porém, nós não podemos ter dúvidas de que seremos
r incertos Se o auxílio virá rápido ou devagar, se o auxílio será apresentado, será se nós mesmos veremos a solução ou se alguém nos apontará a saída. Porém, nós não podemos ter dúvidas de que seremos amparados, ainda que não exatamente como pedimos ou como esperamos. E o terceiro e último sentido da fé é a fé como determinação, a fé como força interior, como coragem. E quem nos dá um bom detalhe dessa fé coragem é um espírito denominado espírito protetor. É a parte final desse capítulo 19. E ele vai dizer no item a fé divina e a fé humana. que a fé, enquanto coragem, enquanto determinação, é a vontade de querer a certeza de que obteremos aquilo que pretendemos, desde que tenhamos vontade. O segundo, o conceito anterior de fé, o sentido era de fé confiança. que é de fé, coragem, eles se aproximam. Mas nessa fé, nessa fé coragem, nós temos o item a mais, que é o da vontade comumente, eh, e essa fé, coragem, ela está relacionada com as nossas potencialidades, com as nossas faculdades, que, segundo esse espírito protetor, nesse item, fé humana e fé divina, está dentro de nós em estado ainda latente, ou seja, oculto, mas que pode despertar, crescer, surgir desde que tenhamos vontade. É muito comumente nós nos centralizamos dos nossos defeitos, nas nossas sombras, mas até esses defeitos, sombras, vícios, eles podem ser vencidos com o exercício da fé. Porque esse mesmo espírito protetor diz que com a fé não existem más tendências que não possam ser vencidas. Então, a fé enquanto coragem, enquanto determinação, deve nos conduzir a acreditarmos em nossas capacidades para realizarmos a nossa reforma íntima, para sermos mais solidários, mais fraternos, para sermos mais caridosos, praticarmos o bem, para deixarmos a nossa luz brilhar como preconizado por Jesus. E aí, e vamos ilustrar isso. Acaso você deseje fazer um trabalho voluntário fora da casa espírita ou numa casa espírita como um passista, no atendimento fraterno, enfim, caso você se predisponha a fazer o bem, afaste os aqueles pensamentos que
eje fazer um trabalho voluntário fora da casa espírita ou numa casa espírita como um passista, no atendimento fraterno, enfim, caso você se predisponha a fazer o bem, afaste os aqueles pensamentos que dizem: "Ah, eu não posso. Eu tenho tanto defeito, eu tenho, eu tenho tanta imperfeição, como que eu vou ajudar o outro? Como que eu vou fazer esse trabalho? Eu eu não tenho tempo, eu tenho tantas responsabilidades, como é que eu vou conciliar? Antes, exerça a coragem. Acredite que você é capaz, porque, como falamos há pouco, nós temos inúmeros potenciais. E de mais a mais, a fé não exige perfeição, ela exige construção. Esses três sentidos da fé, a fé religiosa, a fé confiança e a fé coragem se complementam para formar uma fé ativa que nos coloca em movimento, que nos transforma. e que vai aliar o conhecimento com a vivência íntima e com a prática. Agora é examinarmos como está a nossa fé, se estamos buscando desenvolvê-la, fortalecê-la, se estamos possibilitando que ela cresça, se estamos permitindo que ela se manifeste, ou será que a nossa fé ainda anda meio acanhada? tímida, pequeninha e, portanto, precisando de mais atenção, de mais cuidado para que ela possa se desabrochar, se tornar robusta e nos fornecer então energia e esperança. E aí tem mais um pequeno detalhe. A fé, ela nós não vamos exercitá-la em momentos específicos, não. Nós a exercitamos a todo momento. A fé é a mãe de todas as virtudes. Tá lá no Evangelho Segundo Espiritismo. E aí o espírito Emanuel diz o seguinte: "Olha, nós nós exercitamos a fé quando demonstr, tolerância, compreensão, paciência diante das ocorrências desagradáveis do cotidiano." ocorrências como um julgamento, um olhar de desconfiança, uma desatenção e um desrespeito, um prejuízo inesperado, um desafio de discórdia, um pedido justo recusado, críticas. Exercemos a fé diante de todos esses quadros e encerramos. para realçarmos aqui, destacarmos a importância da fé com um poema muito belo que está no livro Parnaso de Além Túmulo, psicografia do nosso saudoso
os a fé diante de todos esses quadros e encerramos. para realçarmos aqui, destacarmos a importância da fé com um poema muito belo que está no livro Parnaso de Além Túmulo, psicografia do nosso saudoso Francisco Câjido Xavier. Esse poema é do espírito Sinira, cujo título é O viajor e a fé. De onde vens, viajor triste e cansado? Venho da terra estéril da ilusão que trazes a miséria do pecado. De alma ferida e morto o coração. Ah, quem me dera a bênção da esperança, quem me dera o consolo à desventura. Mas a fé generosa, humilde e mansa, deu-lhe o braço e falou-lhe com doçura. Venha ao mestre que ampara os pobrezinhos, que esclarece e conforta os sofredores. Pois com o mundo uma flor tem mil espinhos, mas com Jesus um espinho tem mil flores. Essa é a nossa reflexão. Vamos fazer a leitura do capítulo 19. A fé transporta montanhas. E finalizaremos agora com a nossa prece, agradecendo aos mentores, ao mentor dessa casa, aos espíritos que estão aqui nos auxiliando, aos encarnados voluntários, que mesmo diante das suas dificuldades, que mesmo com seus questionamentos, vem para cá, Senhor, propiciar que sejamos socorridos, que sejamos alimentados espiritualmente. Abençoa, Senhor, os passistas dessa casa. Abençoa, Senhor, o presidente, a diretoria. Abençoa os trabalhadores mais humildes dessa casa, Senhor. Aqueles que permitem que ela esteja limpa para nós. Aqueles que estão trabalhando lá na lanchonete, Senhor, para nos servir da melhor forma possível. cada um daqueles que aqui estão, trabalhadores e frequentadores, Senhor, derrama as tuas bênçãos e a tua misericórdia sobre ele. E faz, Senhor, com que avaliemos a nossa fé para que ela possa crescer, se agigantar e nos permitir, Senhor, continuarmos caminhando rumo a ti, Senhor. Graças a Deus. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos.
nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a
m de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
Vídeos relacionados
NOVOS HÁBITOS, NOVA VIDA - Régia Costa [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Régia Costa
BEM-AVENTURADOS OS PACÍFICOS - Régia Costa [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Régia Costa
AUXÍLIOS DO INVISÍVEL: A PORTA QUE SE ABRE,E O CAMINHO QUE É NOSSO - Régia Costa [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Régia Costa
COMO PARAR DE CRIAR NOSSOS PRÓPRIOS INIMIGOS - Régia Costa [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Régia Costa
NÃO BASTA EXISTIR - Régia Costa [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Régia Costa
TOLERÂNCIA NO MUNDO AFETIVO - Régia Costa [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Régia Costa
ONDE ESTOU, QUEM SOU, PARA ONDE VOU? - Régia Costa [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Régia Costa
EM TEMPOS DE CRISE: O OLHAR QUE ADOECE E O OLHAR QUE CURA - Régia Costa [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Régia Costa