AUXÍLIOS DO INVISÍVEL: A PORTA QUE SE ABRE,E O CAMINHO QUE É NOSSO - Régia Costa [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 18/03/2026 (há 2 semanas) 41:15 615 visualizações

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Transcrição

Aqui eu entendi qual o valor [música] dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver [música] doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Ah. >> Senhor, [música] estou aqui para agradecer Ser de coração [música] a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu [música] entendi qual o valor dessa [música] missão. Uma feliz tarde de terça-feira a todos os que estão aqui presentes, encarnados e desencarnados, e também aqueles que nos assistem e nos acompanham pelas redes sociais. Sintamos neste momento o carinho de Jesus, da espiritualidade amiga. Sintamos a presença de Deus, pois ele está aqui conosco. A sua presença é real. Entreguemos a Deus neste instante as nossas dores, as nossas aflições, a nossa vida. Vamos à nossa leitura de harmonização que se encontra neste livreto episódios diário, psicografia de Divaldo Franco, espírito de Joana de Ângeles. E a mensagem escolhida é a de número 33, cujo título é em ti. E Joana nos diz: "Por que te acontecem coisas desagradáveis e nem tudo ocorre conforme gostarias que sucedesse? Não te crees fora do auxílio de Deus. Ninguém segue ao desamparo divino. O que ocorre de prejudicial neste momento, bem dirás depois. O insucesso de agora se transformará em bênçãos mais tarde, se souberes esperar superando esse momento. Deus está em toda parte e obviamente em ti e contigo também. procura encontrá-lo não somente nas ocorrências de tosas, senão em todos os fatos e em todos os lugares. O desafio da evolução é proposta de vida a ser conquistada por cada um em particular e por todos em geral. E agora faremos a nossa prece. Vamos fechar os olhos. Se assim nos sentirmos à vontade, cubra-nos, Senhor, com o teu manto de amor. Pai, derrama tua misericórdia e proteção sobre toda a humanidade.

l. E agora faremos a nossa prece. Vamos fechar os olhos. Se assim nos sentirmos à vontade, cubra-nos, Senhor, com o teu manto de amor. Pai, derrama tua misericórdia e proteção sobre toda a humanidade. Em especial neste momento, pedimos não só por nós, mas pedimos por todo o ser vivo. E pedimos especialmente, Senhor, pelos nossos semelhantes que estão sofrendo os efeitos da guerra. que estão sofrendo os efeitos do desespero, que estão clamando por ti. Fortaleça-nos, Senhor, na fé. Dai-nos ânimo de viver, Senhor. Ser conosco hoje, amanhã e sempre. Que assim seja. Conforme a nossa leitura de harmonização, Deus está conosco em cada um de vocês, em todos os lugares. E exatamente por isso, nós estamos a todo tempo recebendo auxílio espiritual, mas nem por isso nós podemos deixar de fazer a nossa parte. E é nesse contexto que surge o tema da nossa palestra de hoje. Auxílios do invisível, a porta que se abre e o caminho que é nosso. Eh, essa temática tem por fonte o livro Caminho, Verdade e Vida, Psicografia de Francisco Cândido Xavier, a autoria do espírito emano. É a mensagem de número 100. Nessa mensagem, Emanuel afirma que os homens estão sempre ansiosamente esperando pelo auxílio do plano espiritual. Pedidos do auxílio divino são constantes na história da humanidade. Muitas vezes esses pedidos surgem nos momentos de guerra, nos momentos de dores, de doenças, de crises pessoais. Nós temos alguns exemplos, nós buscamos alguns exemplos de destaque de pessoas que pediram auxílio divino. Uma delas foi o rei Davi, que ao elaborar especificamente o salmo de número 25 e o 70, estava clamando a Deus urgentemente por uma ajuda, porque ele estava se sentindo sitiado, sem alternativas. Especificamente no salmo de número 70, Davi suplicou: "Apressa-te, ó Deus, em livrar-me, Senhor. Ajuda-me depressa." E temos o exemplo do próprio Jesus que no jardim de de J Getsemane antes do martírio orou fervorosamente ao Pai. Conforme os evangelistas Marcos, Lucas e Mateus. Em sua angústia, Jesus suplicou:

ssa." E temos o exemplo do próprio Jesus que no jardim de de J Getsemane antes do martírio orou fervorosamente ao Pai. Conforme os evangelistas Marcos, Lucas e Mateus. Em sua angústia, Jesus suplicou: "Pai, passa de mim este cálice, todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres". E no século X, a rainha Isabel de Portugal fez uma promessa que ela estabeleceria a festa do divino Espírito Santo, uma festa que é popular em Portugal e que também é conhecida de nós brasileiros. E a rainha Isabel prometeu estabelecer essa festa acaso houvesse uma intercessão divina que viesse aplacar a fome e a miséria que estava assolando os portugueses na época. E com certeza muitos de nós que estamos aqui hoje e que estão nos assistindo, nós já fizemos o nosso pedido. Pedimos por nós mesmos, pedimos pelos nossos filhos, pedimos pelo fim de uma doença, pedimos pelo fim de uma dor. E Emanuel vai dizer que não importa o nome que esse auxílio espiritual tenha. Alguns vão chamar de manifestação do Espírito Santo, outros vão falar que é o anjo da guarda, outros vão falar que são os benfeitores espirituais, que são os guias espirituais. Mas Emanuel diz que essas denominações são de só menos importância. O que é essencial mesmo é considerarmos que nós temos essa colaboração vinda do alto, que essa colaboração se constitui um elemento vital para aquele que sinceramente acredita. E por que essa colaboração do alto é um elemento vital para todo crente, ou seja, para todo aquele que exerce a sua fé, a sua crença? Porque o progresso da humanidade é resultado dessa desse intercâmbio entre o mundo visível e o mundo invisível. Essa interação não é apenas um fenômeno místico, mas uma lei natural de cooperação, visando uma evolução mútua. E na introdução ao livro dos espíritos, Allan Kardec nos esclarece que os espíritos exercem sobre o mundo moral e também sobre o mundo físico uma ação constante. Os espíritos agem sobre a matéria e sobre o pensamento e constituem uma das potências da natureza.

larece que os espíritos exercem sobre o mundo moral e também sobre o mundo físico uma ação constante. Os espíritos agem sobre a matéria e sobre o pensamento e constituem uma das potências da natureza. As relações entre os espíritos e os homens acontecem a todo momento, são uma constante e os espíritos bons nos estimulam as boas ações e nos auxiliam nas expiações e provas desta vida. nos ajudam a suportá-las com coragem e resignação. E nós vamos examinar agora um exemplo prático, real, dado pelo próprio Emanuel, que vai nos permitir visualizar esse auxílio do invisível, esse auxílio que ocorre com a permissão de Deus e de Jesus. E qual deve ser a nossa postura diante da ajuda que nós recebemos? Este exemplo envolve o apóstolo Pedro, que por volta do ano 44 depois de Cristo, fora preso a mando do rei Agripa primeiro. O rei Agripa estava querendo se tornar popular entre os judeus e então começou uma perseguição intensa em desfavor dos primeiros cristãos. E Pedro foi preso. E a comunidade cristã então estava ali solicitando a Deus, pedindo uma intercessão em favor do apóstolo. E aí, na véspera do julgamento de Pedro, ele é solto por um anjo, ou seja, por um espírito protetor. Mas Pedro, eh, para que nós tenhamos uma noção da situação de Pedro, ele estava acorrentado entre dois soldados e mais 16 soldados o guardavam. Tava bem encarcerado Pedro. Mas um anjo apareceu na cela, fazendo com que as correntes caíssem dos pulsos de Pedro. E esse mesmo anjo começou a guiar Pedro pelos sentinelas, fazendo com que ele chegasse até um portão de ferro que se abriu sozinho. Inicialmente Pedro não estava compreendendo bem a situação, achou que estava tendo uma visão e ele só percebeu a realidade da libertação quando ele se viu sozinho na rua. Sobre a perspectiva espírita, essa libertação do apóstolo Pedro não foi um milagre. Nós observamos claramente fenômenos mediúnicos nessa libertação. Podemos dizer que podemos não afirmamos que a abertura da porta é um efeito físico. Que o anjo que que o anjo que apareceu é

m milagre. Nós observamos claramente fenômenos mediúnicos nessa libertação. Podemos dizer que podemos não afirmamos que a abertura da porta é um efeito físico. Que o anjo que que o anjo que apareceu é uma anjo falando é uma voz direta. Então, fenômenos mediúnicos ali em socorro do apóstolo Pedro. E o que nós podemos aprender desse episódio? Nós tiraremos desse episódio três lições. A primeira delas é justamente essa, que nós sempre temos auxílio espiritual a todo instante, ainda que sequer percebamos. Pedro foi liberto de uma prisão física, literal. Mas tomemos essa prisão como uma simbologia. E hoje muitos de nós podemos estar encarcerados, presos no ódio, no rancor, no desespero, no consumismo exacerbado, num desânimo, numa revolta, em um desespero, em uma inércia improdutiva. Podemos estar presos nos diversos vícios existentes e nós precisamos ser libertos. E para essa libertação, tenhamos a certeza de que contamos com os amigos espirituais. Nós temos os nossos protetores a nos auxiliarem. E de que maneira esse auxílio é prestado? A partir da nossa comunhão com Deus. com Jesus e com os benfeitores. Os espíritos nos favorecem, nos auxiliam a partir de uma inspiração. A partir da inspiração. De repente nós temos um pensamento que muda tudo. De repente nós somos intuídos a abrir o livro X, a assistir uma palestra Y. a procurar o conselho específico de alguém, a ir a tal lugar, em tal horário. De repente, nós vamos dormir, sonhamos e acordamos com uma ideia nova, com a solução de um problema. Então, para que sejamos auxiliados pelo invisível, não é necessário uma mediunidade ostensiva. Não é preciso que um espírito se materialize para nos prestar socorro. Somos, como dito, inspirados a todo tempo a enxergarmos como resolvermos as nossas aflições. Mas para isso, nós precisamos fazer a nossa parte antes do auxílio que pedimos e depois do auxílio recebido. E é aqui que entra a segunda lição do episódio envolvendo o apóstolo Pedro. Relembremos, Pedro estava preso e o que a comunidade

nossa parte antes do auxílio que pedimos e depois do auxílio recebido. E é aqui que entra a segunda lição do episódio envolvendo o apóstolo Pedro. Relembremos, Pedro estava preso e o que a comunidade cristã estava fazendo? O que Pedro estava fazendo? Eles estavam orando. A comunidade cristã se reunia na casa de Maria, mãe de João. Sabem quem é João? João é Marcos, o evangelista que escreveu o evangelho de Marcos. E lá eles oravam para que Pedro, para que acontecesse algo em relação a Pedro. Prestemos atenção, então, que suplicar o auxílio divino não é apenas formular um pedido. É preciso que nós venhamos a estar em sintonia no campo espiritual. O pedido verdadeiro envolve uma sintonia interior. E aí vai entrar a oração, o estudo, a meditação e a confiança. A oração abre o caminho para o alto. Aquele que ora tem as suas ideias, os seus pensamentos modificados. Ele se torna mais receptivo para as intuições dos benfeitores e estudar ilumina a nossa inteligência. Muitas vezes o auxílio espiritual vem e virá a partir de uma compreensão nova, de um discernimento outro, que é o estudo que vai nos permitir perceber. E a meditação, a reflexão onde entra nisso? A meditação aquiieta a nossa mente, silencia o nosso interior. E o nosso maior exemplo é Jesus, que sempre depois da do auxílio a todos, buscava se retirar e meditar. É quando nós aquiietamos, silenciamos a nossa mente, o nosso interior, que nós abrimos espaços para as intuições, para enxergarmos com os olhos espirituais. E a confiança sustenta a nossa perseverança. A confiança impede que nós desistamos antes mesmo de notarmos que a ajuda já chegou ou está a caminho. Se nós apenas pedimos, se nós apenas lançamos uma súplica ao alto, mas não nos colocamos nesse estado de sintonia e receptividade, nós ficamos igual ao homem religioso de uma parábola que se vocês não conhecem já ouviram, porque é bem comentada. É aquele homem religioso que passa por uma inundação, morre, chega no céu e ele questiona, mas eu morri, eu pedi tanto ajuda, como

arábola que se vocês não conhecem já ouviram, porque é bem comentada. É aquele homem religioso que passa por uma inundação, morre, chega no céu e ele questiona, mas eu morri, eu pedi tanto ajuda, como como que eu estou aqui? E aí ele é dit, mas nós mandamos um barco, mandamos o helicóptero, mandamos, tem um terceiro item aqui, o helicóptero, o barco e a canoa. E ele não aceitou nenhuma dessas ajudas. Por quê? Porque ele não conseguia perceber que esses instrumentos eram a ajuda divina que ele estava tanto a pedir. Como nos explica Kardec no capítulo 27, item 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo, Deus assiste os que ajudam a si mesmo, seguindo aquela máxima. Ajuda-te, que o céu te ajudará. Mas não é assistido aquele que espera um socorro estranho sem fazer uso das faculdades que possui. Assim nós podemos e devemos pedir auxílio, pedir socorro, mas sempre nos colocando receptivos para essa ajuda. E depois que o auxílio ocorre, depois que a nossa aflição cessa, o que é que nós devemos fazer? É aí que surge a terceira lição do episódio envolvendo o apóstolo Pedro. Vamos mais uma vez recapitular o que aconteceu com o apóstolo lá em Atos, no livro de Atos, no capítulo 12, versículo 10, nos é relatado: "E depois de passarem a primeira e a segunda guarda, Pedro e o anjo chegaram à porta de ferro que dá para a cidade, a qual se abriu por si mesma, E tendo saído, Pedro e o anjo percorreram uma rua e logo o anjo se apartou de Pedro. Auxílios do invisível, a porta que se abre e o caminho que é nosso. Pedro fora auxiliado pelo anjo, saíra da prisão. A porta se abrira. E ele na rua se encontra só. Ir para a direita, ir para a esquerda, ficar ali, fazer o quê? A partir da libertação, surgiu para Pedro a responsabilidade de tomar as suas próprias decisões. A lição que nós extraímos desse episódio é que recebido o auxílio espiritual, o caminho é nosso. Não é adequado que fiquemos esperando e consultando os espíritos superiores para tudo. Tomo ou não tomo remédio, faço a consulta médica ou não faço a consulta

o auxílio espiritual, o caminho é nosso. Não é adequado que fiquemos esperando e consultando os espíritos superiores para tudo. Tomo ou não tomo remédio, faço a consulta médica ou não faço a consulta médica? Caso com essa pessoa ou com aquela outra? Não é adequado esperarmos que os espíritos caminhem por nós, que façam aquilo que nos compete, especialmente no campo da evolução moral da reforma íntima. Emânuel nos afirma nessa mensagem base dessa nossa conversa, que os auxílios do invisível são incontestáveis e jamais falham nas suas variadas formas e sempre ocorrem no momento oportuno. Mas é imprescindível que nós que acreditamos não nos viciemos. com a cooperação dos espíritos. Por quê? Porque temos que aprender a caminhar sozinhos, usando a independência e a vontade no que é justo e útil, convicto de que estamos neste mundo para aprendermos. Examinemos uma situação prática. Estamos passando pelas nossas dores, com os nossos medos, com as nossas ansiedades. Procuramos uma casa espírita, somos socorridos pelo atendimento fraterno e aí recebemos a indicação de tomarmos alguns alguns passos, o que pode demorar semanas, meses e durante o tratamento espiritual e ao final estamos bem, melhoramos. E aí, o que nós vamos fazer agora? Que caminho vamos trilhar? Vamos fazer o evangelho no lar? Vamos realizar a reforma íntima? Vamos ocupar a nossa mente com uma leitura edificante? Vamos trabalhar no bem e praticar a caridade? Nós mesmos é que somos os responsáveis por essas decisões. Do contrário, onde fica o nosso mérito? Onde fica a nossa preparação e o nosso esforço? Recordemos aqui uma lição constante no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 25. Buscai e achareis. No item quatro nos é dito o seguinte: "Os espíritos não vêm isentar o homem da lei do trabalho, mas mostrar-lhe o fim que deve atingir e o caminho que a ele conduz. Caminha e chegarás. Encontrarás pedra sobre os teus pés. Olha, tirás tu mesmo. Nós te ofereceremos a força necessária, se a quiseres empregar.

-lhe o fim que deve atingir e o caminho que a ele conduz. Caminha e chegarás. Encontrarás pedra sobre os teus pés. Olha, tirás tu mesmo. Nós te ofereceremos a força necessária, se a quiseres empregar. E relembremos aqui o convite consolador de Jesus. Vinde a mim todos que estais cansados e eu vos aliviarei. Mas para que recebamos esse alívio de Jesus, não podemos ficar parados. Temos que nos pôr a caminhar. Então, o auxílio divino, ele não anula o nosso livre arbítrio. A nossa liberdade é respeitada. O auxílio abre portas, mas o caminho precisa ser percorrido por cada criatura. O auxílio espiritual inspira ideias, nos fortalece emocionalmente, cria oportunidade, nos ampara nos momentos mais críticos, mas a execução da mudança pertence a cada um de nós. Façamos a nossa parte, que o auxílio sempre virá e ele vem. Tenho certeza de que se vocês fizerem um exame vão lembrar de algum momento da vida em que Deus os carregou no colo. E para alicarmos a nossa fé e confiança nessa certeza de que estamos sempre sendo amparados, eu vou finalizar com as palavras de São Luís e Santo Agostinho em uma resposta dada à questão de número 495 do livro dos espíritos. É uma resposta bem grande, mas eu selecionei alguns trechos que são os mais apropriados e são muito belos e consoladores. E Santo Agostinho e São Luís nos dizem isso. Se há uma doutrina que pelo seu encanto e doçura deveria converter os mais incrédulos, é a dos anjos da guarda. pensar que tende sempre ao vosso lado seres que são superiores e que estão sempre a vos aconselhar e a amparar e a vos ajudar a escalar a montanha áspera do bem e que são os amigos mais firmes e mais devotados do que as mais íntimas ligações que possais constituir na terra. Esses seres estão sempre ao vosso lado por ordem de Deus. Foi ele quem os colocou perto de vós. Estão aí por amor e estão desempenhando uma bela missão. Sim, onde quer que estejais, vosso anjo da guarda estará convosco. Hospitais, cadeias, lugares de devastidão, solidão. Nada vos separa

de vós. Estão aí por amor e estão desempenhando uma bela missão. Sim, onde quer que estejais, vosso anjo da guarda estará convosco. Hospitais, cadeias, lugares de devastidão, solidão. Nada vos separa desse amigo a quem não podeis ver, mas da qual a vossa alma sente suaves impulsos e ouve os mais sábios consílios. Vamos, homens, coragem. Lançai para longe os preconceitos e os pensamentos ocultos e entrai no novo caminho que se abre diante de vós. Caminhai, caminhai, tendes guias, segui-os. A meta não vos pode faltar, pois essa meta é o próprio Deus. Finalizamos então a nossa reflexão e para terminar faremos a nossa prece final. Fechemos mais uma vez os nossos olhos, se assim nos sentirmos à vontade. E Senhor, que aprendamos a te escutar, que exerçamos a fé de que tu estás conosco, que a espiritualidade amiga também o está e que Jesus é o nosso maior guia, que temos ao nosso dispor toda a ajuda necessária, que ainda que a escuridão avance sobre o nosso caminho, Senhor, haverá luz ailar. socorre toda a humanidade. Mais uma vez te suplicamos, Senhor, pelos nossos irmãos mais necessitados, aqueles que estão em um desespero total. Pedimos também, Senhor, por aqueles que partiram para a pátria espiritual. Pedimos por cada ser vivo. Abençoe esta casa como todas as casas de oração. Pedimos, Senhor, a ti que abençoe as demais atividades que sucederão. Abençoe o passe, os passistas, todos os trabalhadores. Abençoe as demais palestras que ocorrerão e toda a nossa semana. Que assim seja. Uma boa tarde. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser

e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do Paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os [música] nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do [música] Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome,

estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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