NATAL - Ricardo Rosa [PALESTRA ESPÍRITA]
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coração. A paz dentro de [música] mim que encontrei na comunhão. >> Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo [música] tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor. dessa missão. Foi nessa [música] casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. >> Obrigado a comunhão [música] espírita de Brasília. >> Hoje nós estamos tendo alegria de receber o nosso irmão Ricardo Rosa lá do Cícero Pereira. E o Ricardo é uma amizade que nós estamos cultivando há algum tempo e ele veio hoje nos falar um pouquinho sobre um tema que se aproxima, né, que é o Natal. O tema é justamente o Natal que ele vai falar eh para todos nós. Mas antes disso, vamos preparar o nosso ambiente e buscamos um tema no livro Calma do Emmanuel na psicografia do nosso querido e falecido Chico. Passando pela terra, sempre útil não te esqueceres de que te encontras em estágio educativo na Terra, jornadeando nas trilhas da evolução. Não é o tempo que passa por ti, mas inversamente és a criatura que passa pelo tempo. Conserva esperança em teus apetrechos de viagem. Caminha trabalhando e fazendo o bem que puderes. Aceita os companheiros do caminho, qual se mostram, sem exigir-lhes a perfeição, da qual todos nos vemos ainda muito distantes. suporta as falhas do próximo com paciência, reconhecendo que nós, os espíritos ainda vinculados à terra, não nos achamos isento de imperfeições. Levanta os caídos e ampara os que tropecem. Não te lamentes. Habitua-te facear dificuldades e problemas de ânimo firme, assimilando-lhes o ensino de que se façam portadores. Não te detenhas no passado, embora o passado deva ser uma lição inesquecível no arquivo da experiência. Desculpa, sem condições quaisquer ofensas, sejam quais sejam, para que consigas avançar a estrada fora, livre do mal. Auxilia os outros quando estiver ao teu alcance e repete semelhante benefício
cia. Desculpa, sem condições quaisquer ofensas, sejam quais sejam, para que consigas avançar a estrada fora, livre do mal. Auxilia os outros quando estiver ao teu alcance e repete semelhante benefício tantas vezes quanto isso te for solicitado. Não te sirvam de estorvo ao trabalho evolutivo, as calamidades e provas em que te vejas, já que te reconheces passando pela terra a caminho da vida maior. Louva, agradece, abençoe e serve sempre. E não nos esqueçamos de que as nossas realizações constituem a nossa própria bagagem onde estivermos. E nem ouvidemos que das parcelas de tudo aquilo que doamos ou fazemos na terra, teremos a justa equação na vida espiritual. Linda mensagem. Então, vamos fechar os nossos olhos, cerrar os nossos as nossas inquietudes. Olhando para dentro, afirmemos a nossa fé, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso santo nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no espaço infinito. O pão nosso de cada dia. Dai-nos hoje, Senhor. Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores. Não nos deixeis cair em tentação. Livra-nos de todo o mal e de todos os males. Porque seu é o reino e a glória para todo sempre. Que assim seja. E assim passamos a palavra para nosso querido irmão Ricardo. >> Boa tarde a todos. Que a paz do Mestre Jesus esteja conosco. Eh, primeiro agradeço pelo convite e lembrando sempre que eu sou o primeiro a ouvir aquilo que eu falo. E quando eu lembro disso, eu lembro também do que Paulo dizia a Tito. Tu porém fala o que convém a sã doutrina. E eu proponho então pra gente refletir sobre o Natal, a vinda de um espírito de luz que serviu de nosso, que serve de nosso modelo e guia, Jesus. E quando a gente pensa nisso, na vinda desse Messias, desse Cristo, que nome queirão dar? Eh, vem sempre algumas questões que ficam e que normalmente a gente faz e fica um perguntando pro outro por e para que ele veio, como ele veio, quando ele veio e como é que nós o recebemos.
eirão dar? Eh, vem sempre algumas questões que ficam e que normalmente a gente faz e fica um perguntando pro outro por e para que ele veio, como ele veio, quando ele veio e como é que nós o recebemos. Então, tratando da primeira delas, por e para que ele veio, eu lembro do livro A caminho da Luz de Emanuel, em que ele fala de que os espíritos elevados, espírito de luz, fizeram, se reuniram duas vezes. A primeira delas, quando o que seria a Terra estava se desprendendo do Sol e ali já faziam os planos e resolveram quem seria o governador desse novo planeta. E na segunda delas, depois de examinar que estava havendo problemas e discussões aqui, ali já na terra, eh resolveram que ele deveria vir aqui para nos ajudar. Entre essas duas reuniões passaram cerca de 4 bilhões de anos e ali foram ocupando já aqueles depois que a terra tava formada e vieram foram ocupando espíritos encarnados e as discussões eram enormes, né? Um Deus só, muitos deuses. Como é que seria isso? Aquela luta entre hebreus e filisteus que perdura até hoje, como hebreus e como judeus e palestinos. E quanto a isso também vieram aqueles que foram precursores. Quando a gente verifica no Evangelho, a gente só vê a citação a João Batista, o precursor de Jesus. Mas quando a gente volta aquele livro do Emanuel A Caminho da Luz, ele cita uma série de outros que vieram como precursores. E aí tão Cristna, Abraão, eh Moisés, Sócrates e por aí vai. uma série deles que vieram para preparar o caminho. E imaginemos aí que nessa segunda reunião o diretor maior, o pai chamou aquele que seria o governador e disse a ele: "Vai lá, filho, explica, mostra. Eu quero misericórdia, não sacrifício. Até você chegar lá ainda vai ter muita confusão aí. Mas que eles entendam o que eu pretendo. Vai lá, explica. Vai ser difícil, mas não vai ser impossível. E pensemos aí, e depois daquelas instruções do pai, tenha ficado claro que caberia a ele mostrar que o pai pretendia que o respeitássemos não por medo, nem por temor, mas que o amássemos
r impossível. E pensemos aí, e depois daquelas instruções do pai, tenha ficado claro que caberia a ele mostrar que o pai pretendia que o respeitássemos não por medo, nem por temor, mas que o amássemos por sua misericórdia. Era o que se pretendia aí, porque até ali era aquele Deus de cobrança, porque se não fizer vai pro inferno. E isso e aquilo. E Jesus veio para nos mostrar o como nós devíamos nos comportar. E veio uma série de coisas que ele dizia: "Eu não vim para mudar a lei e sim para dar cumprimento. Eh, o que quereis que vos façam, fazei vós ao outro, não fazei ao outro que não quer que te façam." Enfim, colocando o amor à frente de tudo e dizendo: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém chegará ao Pai senão por mim". Foi o que ele tentou e tenta até hoje nos mostrar. Agora, como é que ele veio. Nós podemos imaginar qual foi o sacrifício de um espírito cheio de luz como Jesus para vir ocupar um corpo físico como o nosso? Isso bota 2000 anos atrás. preocuparam o corpo físico que nem o nosso, eh, nas complicações que tivesse, que ele nasceu, ocupar esse corpo físico, eh, a situação de pobreza em que veio, tudo isso. E deixando de lado essas discussões sobre alguns que dizem que Jesus teve um corpo físico, outros dizem que teve um corpo fluídico. Vamos deixar isso de lado, atendendo aquilo que Kardec nos colocou, né? Que o sábio estuda as leis da matéria e o homem de bem estuda as da alma e as pratica. Então, eu prefiro essa segunda ideia, prefiro essa segunda. E para isso Jesus ter que vir, habitar entre nós, ele é precisar de um pai e de uma mãe. Ora, como é que poderia ser isso? Aí vamos imaginar aqui que naquela região lá, Nazaré, que não era coisa maior do que um uma cidadezinha aí do um um agrupamento aí no interiorzão, onde se tivesse ali eh uma praça, uma rua ou outra, duas, uma capela, um poço, animais soltos, esse tipo de coisa. Vamos imaginar que ele tenha vindo a isso. E ali escolheram nesta segunda reunião já foi determinado quem deveria ocupar esse
a ou outra, duas, uma capela, um poço, animais soltos, esse tipo de coisa. Vamos imaginar que ele tenha vindo a isso. E ali escolheram nesta segunda reunião já foi determinado quem deveria ocupar esse essa parte de pai e de mãe. E ali eles já tinham escolhido aquele espírito que relevaria o nome de José. E daquela moça, ele era um na quando encarnado era um carpinteiro pobre, viúvo, cheio de filho e que veio a se casar com uma moça, não é? Eh, ainda a virgem mal saída da puberdade era Maria. E segundo a gente lê em Mateus, está lá, aconteceu que ela conseguiu, concebeu por virtude do Espírito Santo, antes de haverem coabitado. Ainda bem que José, né, era um espírito de elevado e entendeu, segundo também Mateus, mesmo sem antes terem cohabitado e sendo justo e não querendo infamar, resolveu deixá-la secretamente. Mas acontece que ele voltou para casa, deixou ela na casa da mãe, voltou para casa e teve um sonho. Ali um anjo chega a ele e diz a ele: "José, filho de Davi, não temas receber Maria por esposa, pois o que nela foi concebido vem do Espírito Santo." E então ele ouvindo, dando atenção a esse sonho que teve, resolveu trazê-la de volta para viver ao seu lado como esposa de fato. Eh, será que, como eu já disse aqui, José não teria sido escolhido naquela segunda reunião de que trata Emanuel, quando resolveram que Jesus deveria vir e souberam escolher a quem? Aí a gente tem que render uma homenagem a José, né? Seria muito difícil a gente achar uma nobreza de fé assim apenas a partir de palavras que ele ouviu durante um sonho, não é? É meio difícil isso. Eh, se ele dissesse naquela época em Nazaré que ele não tinha nada a ver com aquela gravidez, o que teria acontecido a Maria? Aí no mínimo, ela ia ser apedrejada, porque era o que dizia a lei daquela época contra as aquelas que fossem adúlteras, mas ele ouviu e trouxe. E essa mesma, esse mesmo tratamento a gente verifica muito tempo depois, quando Jesus foi a Nazaré e ele estava falando e alguém comentou lá, não, mas esse não é o filho do
as, mas ele ouviu e trouxe. E essa mesma, esse mesmo tratamento a gente verifica muito tempo depois, quando Jesus foi a Nazaré e ele estava falando e alguém comentou lá, não, mas esse não é o filho do carpinteiro, não é o filho da Maria. E de onde vem isso tudo que ele tá dizendo? Como é que ele ele não sabia o que que ia dizer dele? E mais tarde ainda o o discípulo dele, Felipe, ainda não era discípulo, mas falou ao irmão dele, Natanael, que tinha ouvido Jesus de Nazaré falando e eram coisas tão boas, tão boas, que ele resolvia seguir Jesus. E Natanael pergunta para ele: "Poxa, porventura pode sair coisa boa de Nazaré?" Era assim que Jesus era tratado. Mas será que alguma coisa nós mudamos em relação a esse nascimento? Mudamos alguma coisa? Vamos fazer um testezinho. Quando sair aqui, alguém tiver numa roda, numa conversa, chega e conta que leu num jornal ou recebeu um zap falando aí de uma mocinha que tinha engravidado e não tinha tido relações com o marido nem coisa alguma. Que tipo de resposta que a gente poderia receber? Alguns iam matar isso logo de tacado, ainda mais pela época que a gente está. Mas outros teriam uma série de outras considerações, né? Inclusive alguém perguntando, pô, como é que uma mocinha jovem eh vai se meter com um velho endividado aí, cheio de filho, viúvo, pobre. Como é que seria isso? Isso a gente pode ouvir. Tentem isso. Contem numa roda sem dizer nome, sem dizer nada, nem tratar de Natal, nem coisa alguma. Quanto que leram no jornal receberam um zap falando isso. E seria fácil hoje encontrar um outro José? Vem uma outra questão aí. E quando é que ele veio? Eh, nessa época que Jesus nasceu, não havia cartório, né, essas coisas todas que os arqueólogos ou qualquer coisa pudessem buscar para encontrar esses registros. Não havia. E a referência que se tinha naquela época era o quê? Eh, fulano filho de não sei quem, como eh João era filho de Zebedeu, Simão era filho de Jonas, ou então o lugar onde tinha nascido. Tanto é que Judas era Judas de Kot,
e tinha naquela época era o quê? Eh, fulano filho de não sei quem, como eh João era filho de Zebedeu, Simão era filho de Jonas, ou então o lugar onde tinha nascido. Tanto é que Judas era Judas de Kot, Judas Iscariote ou Kot, não é? Não eram assim. Eh, Jesus era conhecido como o filho de José. Ou então Jesus de Nazaré, era Jesus bem e Yesua bem e Josep era esse como ele era conhecido. E qual é a data? Se eu perguntar aqui, todo mundo vai me dizer qual é a data. 25 de dezembro, não é isso? Pois é, mas aí tem um monte de gente ainda discutindo se é 25 de dezembro ou não. Porque se a gente vai pegar e abrir o evangelho, Lucas, ele diz que havia nos arredores uns pastores que vigiavam e guardavam seu rebanho nos campos durante as vigílias da noite. Aí, baseado nesse versículo, eles afirmaram que Jesus teria nascido na primavera, naquela parte da terra, né, na primavera, ou seja, entre abril e maio. Abril ou maio, porque se fosse dezembro, seria o quê? o inverno lá lá nessa parte do da terra é inverno. E nessa época os pastores guardavam os animais dentro dos estábulos dos ali que eles guardavam os animais, não saíam durante a noite com os animais. Aí por que que se comemora nesse dia? Bem, a história diz que nessa época de 25 de dezembro por aí, havia duas festas que eram tidas, né, como liberou geral. Uma era o solstiço de inverno, onde o sol aparecia com mais claridade. Ou então as saturnalhas eram tudo. Quando você estava no solstício havia troca de presentes. Quando você estava na Saturnalha, já adivinhou o que é que sejam, né? Então, por volta do ano 350 depois de Cristo, teve o Papa Júlio ele resolveu que aquela data deveria ser utilizada como uma forma do pessoal melhorar o seu próprio comportamento. E ele ali resolveu que ela deveria ser aproveitada com os fins religiosos. que os cristãos deixassem de lado as tentações e se fixassem num em Jesus. E por isso ele instituiu essa data como sendo a data do nascimento de Jesus. Ou seja, eh atendendo aquilo que Kardec falou,
. que os cristãos deixassem de lado as tentações e se fixassem num em Jesus. E por isso ele instituiu essa data como sendo a data do nascimento de Jesus. Ou seja, eh atendendo aquilo que Kardec falou, né? O homem de bem se fica nas boas intenções, é melhor a gente pegar e deixar de lado a pergunta e vamos atrás das intenções que moveram o Papa a instituir essa data. Aí vem outra questão. E como é que nós recebemos eh o que que quais são os nossos sentimentos em relação ao Natal? Desde mês passado, anterior, já tem campanhas aí de loja já fazendo promoção de tudo, né? Eh, e o que que vem logo a nossa memória? o nascimento de Jesus ou aquela enorme lista de presentes que a gente tem para pegar e exceto nas casas religiosas, templos e igrejas, enfim, a coisa muda de figura. Mas se a gente fosse andar eh em outro lugar, em quem que a gente esbarraria? numa pessoa elevada ou seria o Papai Noel? É evidente que aí muito se dá preferência a mamã, não é? E se deixa de lado Deus voltar ao tempo da Saturnalha, tempo desse tipo, ou pensar que esse espírito estava vindo a habitar entre nós. É uma data comemorativa para isso. E mas de onde é que surge essa figura de Papai Noel? Porque quem eh aparecia eh nessa época era São Nicolau de Tamaturgo, era bispo de Mira na Turquia. O que que ele fazia nessa época? Ele ia levando uns saquinhos com as moedas e colocava nas charminéis das casas de pobres, como uma doação que ele fizesse. E ele fazia isso caladinho, silencioso, sem nenhum problema, sem nenhum barulho. Fazia isso escondidinho. E a outra coisa, eh, ele andava montado num burro e quando a gente vê o Papai Noel é naquela, naquela, naquele tranor com aquelas renas de cinema, né? maravilhosa. E esse essa ideia de São Nicolau ficou, ela surgiu mais ou menos no século depois de Cristo, um pouco depois dessa decisão do Papa e foi na Alemanha e correu o mundo. Mas quando a gente vê aí ele fazer isso anonimamente, a gente tem, ele se vestia de verde e preto, já casaco preto. Aí com o passar do tempo, uma fábrica de
do Papa e foi na Alemanha e correu o mundo. Mas quando a gente vê aí ele fazer isso anonimamente, a gente tem, ele se vestia de verde e preto, já casaco preto. Aí com o passar do tempo, uma fábrica de refrigerante pegou, resolveu mudar essa roupa e mudar a figura. em vez daquele magrela, botar um gordinho com as roupas vermelhas, um cinto preto, né? E passou a chamar de Papai Noel. Não, eu só sei que Noel em francês quer dizer Natal. Agora o papai, eu não sei qual é a razão de terem colocado. Eh, e tem uma música que era do, deixa eu ver aqui o nome dele, se eu me lembrar, Valente. Ele cantava isso é quem é um pouco mais idoso aqui deve lembrar. Era anoiteceu, sino gemeu e a gente ficou feliz a rezar. Mas será que a gente fica a rezar? O que que nós vemos pela televisão? Vemos aquele pessoal, seja no Saara, lá no Rio, na 25 de março, lá em São Paulo, ou aqui na feira dos importados, pessoal se espremendo aqui ali atrás de coisas para colocar e se cotuvelando, reclamando do calor. Não tenho mais onde encostar, porque todo lugar que eu boto meu carro tem que pagar, essas coisas todas. N a gente fica nisso. E as tralhas que se compra, a maioria vai pro fundo do armário, não tem nem condição para e que eu comprei isso aí, mas já comprei. Aí vai lá para fundo do armário. Acho que isso não implica aí em censura, eh, que as pessoas deixem de comemorar, de se juntar, de se unir, presenciar, reunir em família, com amigo, etc. Nada disso. Essas emoções, elas estão aí muito de acordo com o que a gente verifica no livro dos espíritos. tem lá sobre a lei da sociedade, que é justamente esse convívio entre as pessoas, mas a gente sempre fica com a ideia do excesso. E a gente sabe que a diferença entre o remédio e o veneno é a dosagem. Quando você tá na dosagem certa, o remédio vai e cura. Quando você usa demais, aquilo vira veneno, dependendo do remédio também, né? E a gente tem aí, eu sei que é um sonho, mas a gente vê aí guerras, eh, discussões, invasões, uma série de outras coisas. Eh,
ndo você usa demais, aquilo vira veneno, dependendo do remédio também, né? E a gente tem aí, eu sei que é um sonho, mas a gente vê aí guerras, eh, discussões, invasões, uma série de outras coisas. Eh, virar mexe tem gás de pimenta, isso, aquilo, tiroteio, explosões aí em cidades, esse tipo de coisa. A gente quando vê isso aí tem aquele choque, mas de alguma forma essa época que a gente vive próxima do Natal sempre traz uma eh assim, deixa eu dizer, acho que não há um desejo de acerto ou a gente quando vê alguma coisa desse tipo, a gente pensa: "Poxa, por que que isso lá não para? Meu Deus, dê uma ajuda nisso. Aconselhe aqueles que lá estão. É um sonho, mas essas boas energias, espero que os gênesos humanos se acalmem. Talvez também seja sonhado demais que se torne hábito o exercício da fraternidade. O que que a gente pode pensar? Porque não é por causa de religião, não. Que era Chico mesmo que dizia: "Eh, não acredito que a religião A seja melhor do que a religião B. Nas origens de tudo está a religião cristã. De toda a religião está o pensamento de Jesus. Se Alanta Kardec tivesse dito: "Fora do espiritismo numa salvação, eu teria procurado outro rumo." Ainda bem que ele disse: "Fora caridade não há salvação. Fora do amor não há salvação, que é a mesma coisa". Então a gente vê eh não é só espinha, tem flores também. A gente vê aí campanhas na própria televisão aí, né? Natal sem fome, né? E se Jesus, se nós pudéssemos ouvir, era de janeiro a dezembro sem fome, ouvir mais, falar menos, o ano todo sem olhar o cisco no olho dos outros, o inverno sem frio. E Jesus quando governando a terra recebeu espíritos vindo de capela, que era um um outro eh que estava seguindo adiante e tinha lá aqueles que não tinham condições de seguir à frente. Aqueles espíritos ali não tinham condições. Então ele ele nos conta que Jesus recebeu essa espiritualidade, esses espíritos todos. Bom, principalmente a gente pensando aqui que a gente possa receber um Papai Noel aí como Francisco de Assis,
es. Então ele ele nos conta que Jesus recebeu essa espiritualidade, esses espíritos todos. Bom, principalmente a gente pensando aqui que a gente possa receber um Papai Noel aí como Francisco de Assis, Barçan Bezerra de Menezes, uma mamãe Noel, tipo irmã Clara, irmã Dulce, dentro daquilo que o o livro dos espíritos nos diz, qual é o verdadeiro sentido da palavra caridade. Aí como entendia Jesus, né? Aí nós temos a resposta: benevolência para com todos, indulgência com as imperfeições do outro e perdão das ofensas. E tenho, para finalizar, eu tenho aqui uma citação de um livro de Pedro Camargo, que ele se utiliza o pseudônimo de Vinícius em torno do mestre. Ele diz aqui num trecho, agora pensemos um pouquinho e para nós quando Jesus nasceu, pensemos mais um pouquinho. E se descobrirmos que ele não nasceu, então procuremos urgentemente fazer com que ele nasça um dia desse, porque quando isso acontecer, teremos finalmente entendido o Natal e verdadeiramente encontrado a luz. É bem na direção de uma frase que Emanuel cita no livro eh Fonte de Paz, no texto Natal do Cristo. Se Jesus não nascer e crescer na banjedura da nossa alma, em vão os anos novos se abrirão iluminados para nós. Muito obrigado pela paciência. Que a paz esteja com todos. Nós agradecemos ao nosso querido irmão Ricardo pela boa vontade de vir aqui nos transmitir uma mensagem eh que nos faz refletir a respeito desse avatar, desse espírito superior que mexe a Jesus. Bom, vamos elevar os nossos pensamentos e vibrar para aqueles que estão à nossa retaguarda, nossos parentes, nossos amigos, aqueles que se encontram em alguma dificuldade, que nas nossas preces silenciosas alcancem o objetivo maior de envolvê-los nessa paz. nessa tranquilidade que estamos sentindo nesse instante, tudo isso seja transmitido e que esses entes queridos, esses irmãos que transitam conosco nessa jornada terrena são sejam altamente beneficiados com a nossa presença. Nós queremos agradecer, já que estamos chegando ao final do ano, a presença de todos vocês que nos
os que transitam conosco nessa jornada terrena são sejam altamente beneficiados com a nossa presença. Nós queremos agradecer, já que estamos chegando ao final do ano, a presença de todos vocês que nos incentivaram a seguir, a buscar trazer os melhores temas para o nosso aprendizado. Portanto, que esse ano que se encerre, está se encerrando, seja coroado mais uma vez das nossas conquistas morais e que o ano que se aproxima, que se está chegando, seja momentos gloriosos em que nós vamos concretizar tudo aquilo que imaginamos de melhor e que, porventura não conseguimos atingir aqueles objetivos colimados. Não importa. O que importa é que nós estamos imbuídos desse sentimento maior. Então, muito obrigado pela presença desse ano que decorreu, em que vocês nos prestigiaram aqui na nossa casa, Comunão Espírita de Brasília, que nós nos encontremos cada vez mais fortalecendo a nossa ideia espírita e assim nos libertarmos das mazelas naturais de um mundo físico de provas expiações. Muito obrigado. Sigam em paz. Esperamos revê-los novamente na próxima segunda-feira. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado.
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