MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO - Ricardo Rosa [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 08/07/2025 (há 9 meses) 45:56 304 visualizações

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Transcrição

Toda beleza. Boa tarde. Boa tarde, queridos irmãos, queridas irmãs. Que a paz do meigo Rabira da Galileia, o amorável Jesus seja sempre em nossos corações. aqueles que nos vem e nos ouvem, bem, os que estão aqui, sejam todos bem-vindos e que nós possamos ter uma tarde agradável, como teremos. Nós temos hoje a felicidade, o carinho de recepcionar a o nosso irmão Ricardo Rosa. Ele é trabalhador do Cícero Pereira, amigo já de grande de grande tempo, que vai falar sobre um tema interessante. Meu reino não é deste mundo, não é isso? Perfeito. Então, nós vamos preparar com a uma lição do livro Conselhos úteis pelo espírito Dilda Pereira Magalhães. O treinamento do cotidiano. Repara que quantidade de bênçãos recebe todos os dias. Deus te concede saúde, paz de espírito, meio de subsistência, o conhecimento da doutrina do Cristo, um lar, uma família, enfim, tudo que precisas para realizar com grandes facilidades o teu trabalho de aprimoramento do espírito. É natural que algumas vezes surjam pequenos incidentes, algumas decepções, certos empecílios que são apenas os auxiliares do teu progresso. É porque precisas cultivar algumas virtudes que ainda não dominas. Necess, ter mais equilíbrio emocional. Algumas ocorrências imprevistas ou desagradáveis podem facilitar-se o treinamento. Passa por esses aparentes obstáculos sem te deter muito. Pelo contrário, bendize-os, porque te serão muito úteis. São eles que irão facilitar o teu aprendizado. Aproveita as lições da vida que se apresente todos os dias. e leve-as sempre à conta de oportunidades divinas de crescimento para teu espírito. Deus te abençoe e faça compreender os seus desígnios sempre sábios e oportunos. Bom, nós vamos agora elevar os nossos pensamentos até o mestre Jesus, trazê-lo junto ao nosso coração, lembrar do dia de hoje, abençoá-los e abençoá-lo com tudo que recebemos. E não pouco e não foram poucos as bênçãos que recebemos, muitas delas sem que soubéssemos a direção da onde vieram, mas por misericórdia do Pai atingiram a todos nós. Portanto,

com tudo que recebemos. E não pouco e não foram poucos as bênçãos que recebemos, muitas delas sem que soubéssemos a direção da onde vieram, mas por misericórdia do Pai atingiram a todos nós. Portanto, abençoado seja o nosso dia de estarmos aqui aprendendo um pouco mais sobre o evangelho de Jesus. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso santo nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no espaço infinito. Pão nosso de cada dia, dai-nos hoje, Senhor. Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores. Não nos deixeis cair em tentação. Livra-nos de todo mal, de todos os males, porque seu é o reino, a glória para todo sempre. Que assim seja. E agora passamos a palavra para o nosso querido irmão Ricardo Rosa, que que vai nos oferecer alguns esclarecimentos a respeito do Evangelho de Jesus. Que assim seja. Boa tarde a todos. Desculpem aí a garganta, mas acontece. Eh, eu queria agradecer pela oportunidade que a casa me dá e segundo foi dito, eh, quando Jesus fala que meu reino não é deste mundo, nós temos a certeza disso, né? Mas existe nesse capítulo dois do Evangelho Segundo o Espiritismo, é ali Kardec faz o comentário mais curto de todo o livro sobre a realeza de Jesus. E eu peço aqui a espiritualidade da casa que me ajude para que eu possa observar aquilo que Paulo disse a Tito na sua carta. Tu porém fala o que convém a sã doutrina que eu vou tentar aqui e não pisar. Então, quando Kardec abre esse texto, fazendo o comentário, ele faz logo uma questão. O reino de Jesus não é deste mundo, é o que todos entendem, mas na terra não terá Jesus uma realeza. E aí nós ficamos aqui pensando, realeza. Será que alguém aqui tem uma dúvida sobre essa realeza de Jesus? Nós podemos ter essa dúvida quanto a que a que não é aquela realeza de eh poderes políticos, títulos, eh família real e coisa que o valha. Porque Jesus colocou para nós uma realeza moral. Isso ele demonstrou. Porque se nós temos aí, tivemos lá no

não é aquela realeza de eh poderes políticos, títulos, eh família real e coisa que o valha. Porque Jesus colocou para nós uma realeza moral. Isso ele demonstrou. Porque se nós temos aí, tivemos lá no no decálogo, vieram mais regras ali, né? 10 mandamentos. Nesses 10, a palavra não aparece oito vezes, inclusive no primeiro que não aparece logo, né? Eu sou o Senhor, teu Deus, e não terás outros deuses. E daí paraa frente vem um monte de não. E o que nós temos aí nos textos evangélicos todos que a gente verifica, não é? é que o que que a gente pode pensar aí a respeito dessa realeza do meu reino não é deste mundo, é algo desse tipo? Aí nós vamos pegar e pensar, nós lemos o texto, mas aí vamos pensar naquilo que Paulo também disse aos Coríntios, né? A letra mata, mas só o espírito vivifica. E vamos saber que não é essa realeza não é nada de imaginário, né? Não se ela se apoia em relatos e provas da da existência e do trabalho daquilo que Jesus veio nos explicar. Aquilo que era um monte de não. Ele disse: "Tá bom, pera aí, deixa o não para lá, vamos ver como fazer". E foi o que ele veio fazer, explicar. E a gente quando fala no no reino de Jesus, a gente lembra sempre daquela passagem dele com Pilatos, né? Pilatos pergunta a ele, "Eh, tu és o rei dos judeus? Tu és rei?" Aí ele diz: "Tu é que dizes meu reino não é deste mundo." Ou seja, não é uma coisa eh de poder, de demonstrações de poder de pessoa para pessoa, mas sim naquilo que ele traz para explicar aquilo que era mostrado a todos naquela época. Eh, quando nós vemos aquele livro A caminho da Luz, Emanuel fala em duas reuniões, a vidas entre espíritos da mais alta luminosidade, da mais alta luz. Então, na primeira reunião, quando a Terra estava se eh aquele se despregando do sol para se formar, ele já tinha a visão do que ia ser formado e começaram, se reuniram ali para verificar o que, o que é que eles tinham que fazer e foram Não vendo nessa nessa sequência que aquela terra se formou, que já começou a ser habitada por

a ser formado e começaram, se reuniram ali para verificar o que, o que é que eles tinham que fazer e foram Não vendo nessa nessa sequência que aquela terra se formou, que já começou a ser habitada por físicos, né? E a gente tem aí quando olha de pré-história disso, daquilo, né? A gente vê aquilo tudo. E o que que a gente verifica ali? que que a espiritualidade naquela época viu. De acordo com o que relata Emanuel, ela foi vendo que aqueles que estavam ali ocupando a terra precisavam de um deles ali, um deles para ser um governador daquele pessoal, um orientador. E ali ficaram olhando aqui, ali como é que vão fazer, como não vão. E resolveram ali que aquele espírito que depois recebeu o nome de Jesus seria esse governador. nessa primeira reunião e até que eh foi se passando isso e Jesus já como o governador e orientador que deveria ser, ele já tinha aqueles espíritos ali, já tinha alguns que não necessariamente por ele mas já estavam ali como Moisés, aquela espiritualidade antiga e mais aqueles que Jesus foi acolhendo de outros mundos que não tinham tido a condição de pegar e seguir com eles e que precisavam de orientação também. E aí nós temos aquele livro Exilados de Capela, da Capela, do Edgar Armon, fala que Jesus acolheu aqueles espíritos que eram não podiam seguir com o mundo deles e precisavam de orientação. E ele trouxe aqueles espíritos e também colocou ali uma série de antecessores ali que fossem explicando alguma coisa sobre o bom entendimento. Aí nós tivemos aqueles clássicos orientais que a gente conhece, eh, Lauts Buda, Confúcio, assim como Sócrates lá na Grécia, e foram arrumando. Aí também iam decidindo que olha, tá na hora de você ir lá porque ainda não está, não tô entendendo a coisa ainda tá complicada. Isso se passaram aí 4 bilhões 500 milhões de anos, desde a formação daquela primeira reunião até esse momento em que eles decidem em que Jesus deveria vir. E ele não viria assim como um governador, alguém de mão dura, que era o que estava acontecendo naquela época.

ão daquela primeira reunião até esse momento em que eles decidem em que Jesus deveria vir. E ele não viria assim como um governador, alguém de mão dura, que era o que estava acontecendo naquela época. Ninguém tinha entendido nada, entenderam tudo pelo não. E ele não deveria ser como um como um governador, mas sim como um organizador e um orientador para orientar aquelas pessoas, orientá-los para que eles caminhassem direito, não é? E já tinha ali aquela lei maior, que era a lei de Deus do decálogo, que eu já referi, mas não entenderam. Aí vamos imaginar aqui que Deus tivesse chamado Jesus lá em cima e tentar dito a ele: "Olha, parece que o pessoal aí não entendeu nada daquilo que já foi mandado a eles. E acho que a melhor solução que nós teríamos aqui é que você pegasse fosse lá, viver lá junto a eles e explicar como se fosse um chamamento, um alerta assim para eles progredirem, porque moralmente eles não sairão do lugar. Eh, isso aí não vai, não vão compreender logo. Quando você chegar, você vai ter seus problemas, você vai ter sacrifícios, mas vai ser difícil, mas não vai ser impossível. você vai com a minha bênção e tudo sempre que precisar recorra a mim que eu estarei ouvindo. Isso é uma imaginação do que pode ter acontecido, né? Aí vamos voltar naquela reunião lá de Emanuel, porque aí nós temos uma série de coisas, né? Porque o que ele teria que mostrar ali era aquela superioridade moral e não a superioridade da força, ter exércitos e isso e aquilo que como ele respondeu a a Pilatos, ele disse o seguinte: "Se eu fosse rei aqui, os meus servos já teriam vindo aqui para me defender, mas no entanto não foi isso que aconteceu. Então nós temos aí uma série de coisas também a considerar. Ele viria com aquela pousa de rico ou qualquer coisa de realeza. poxa, nasceu com uma dificuldade daquela, teve perseguições, teve isso, teve aquilo, uma pobreza tremenda. E vamos pensar aqui numa sequência aqui. Quanto a sua vinda, né? Nós temos ali que João refere lá no Evangelho:

ma dificuldade daquela, teve perseguições, teve isso, teve aquilo, uma pobreza tremenda. E vamos pensar aqui numa sequência aqui. Quanto a sua vinda, né? Nós temos ali que João refere lá no Evangelho: "E o verbo se fez carne, habitou entre nós e vimos a sua glória com a glória no unigênito do Pai, cheio de graça e verdade." Já pensaram nos num enfrentamento que deve ter tido um espírito daquela luz, daquela leveza para ver habitar um corpo pesado e duro que nesse nosso quanto mais há 2000 anos atrás era muito mais coisa. Isso já foi uma luta. E naquela reunião, né, lá de Emanuel, que Emanuel referiu, também foram expulidos espíritos elevados que viriam na companhia dele. Primeiro precisava um casal aí para ele vir, né? Então, dois espíritos que ocuparam o corpo de José e o corpo de Maria. Eh, também tem aí uma coisa, eles para que tivessem uma criança, era necessário que eles tivessem uma relação, mas ele já era um senhor viúvo, cheio de filho e pobre. encontra uma moça de cerca dos 15, 16 anos, tá? E bom, aí, bom, resolveram casar, mas não tiveram relação nenhuma e ele fica sabendo que ela tá grávida. Como é que ele podia aguentar isso aí? Eles estavam encarnados como nós. Nós podemos ser espírito da mais alta elevação, mas estamos encarnados sujeito a tudo e eles também estavam. Mas José foi alertado durante um sonho por um anjo. Maria também antes foi avisada. E por frente. Mesmo assim, José tinha lá os receios dele. Mas já pensaram se ele na época ele diz assim: "Não, pera aí, isso aí não é meu não. Esse não é meu filho não, nem minha filha, nem nada. Essa gravidez não tem nada a ver com ela. O que que aconteceria, Maria? Como todas aquelas que traíam seus companheiros, ela seria apedrejada. Com certeza. Aí ia precisar de um plano B, né? Mas não foi necessário porque José se equilibrou, entendeu o que a ele tinha sido explicado e foram em frente. Eh, tem mais que é mais complicação. Ela engravidou. Aí o Império Romano resolve que eles precisavam fazer um recenciamento, né?

quilibrou, entendeu o que a ele tinha sido explicado e foram em frente. Eh, tem mais que é mais complicação. Ela engravidou. Aí o Império Romano resolve que eles precisavam fazer um recenciamento, né? Tinham que ir lá na cidade onde tinham a origem e lá fazer um cadastro, né? Hoje seria cadastro, mas e lá foram eles para Belém. Ela confortavelmente sentada no lombo de um jumento com a barriga grande e foram lá. Levaram três dias nesse nesse jeito, passando pelo deserto com aquela aquele clima maravilhoso do deserto e foram. Quando chegaram em Belém, bom, chegamos aí, não tinha onde ficar, conseguiram lugar lá numa estrebaria e ali ela deu a luz. E passado isso aí, ela passou uma semana, aí precisou ir levar ao templo para que o menino fosse recebido. Isso aí já vai mais tempo. Nessa brincadeira aí eles voltaram a Galileia, mais necessariamente em Nazaré. E ali, eh, três homens que nós conhecemos com o rei mago foram procurar Herodes para dizer que tinham recebido a notícia de que o rei de Judá tinha nascido. O que que aconteceu? O Herodes determinou que todas as crianças com menos de 2 anos deveriam ser ceifada. Muito bem. Aí lá fugiram eles pro Egito. Ficaram lá o tempo demais até que Herodes se foi. E nós só vimos dureza até aqui, né? Mas será que não tem um pontinho aí de ali de lado? Bom, não? Veja só o que diz Mateus. E eis que a estrela que tinham visto no oriente os foi precedendo até chegar sobre um lugar onde estava o menino e ali parou. A aparição daquela estrela os encheu de profunda alegria. Também em Lucas vem um relato: "Não temais. Eis que vos anuncio uma boa nova que será alegria para todo o povo. Hoje nasceu na cidade de Davi um salvador que é o Cristo Senhor. Nos dois textos tem uma palavrinha aí, né, que muda tudo. Será que alguém notou? Nos dois textos tem a palavra alegria. Esse espírito pudesse estar nos trazendo a possibilidade de mudança para melhor, será que nós não podemos pensar nisso? que ele não fosse um rei, mas sim um portador de boas novas, de boas

ra alegria. Esse espírito pudesse estar nos trazendo a possibilidade de mudança para melhor, será que nós não podemos pensar nisso? que ele não fosse um rei, mas sim um portador de boas novas, de boas orientações. E ele foi crescendo. Crescendo, nós só temos a notícia dele com 12 anos, quando foi na Páscoa e estavam lá eles no meio de todo mundo e Maria e José foram saindo. E cadê o menino? Aí voltaram a voltaram lá e procura daqui, procura de lá, levaram três dias para encontrar. E quando encontraram, encontraram no templo, no meio dos sacerdotes lá. E ele tava ali, segundo tem nos textos aí do evangelho, todos os que ouviam estavam maravilhados da sabedoria de suas respostas. E quando encontraram cheio de aflição, Maria pergunta: "Meu filho, que nos fizeste?" E o filho respondeu: "Por que me procuraves? Não sabias que devo ocupar-me das coisas do meu pai?" Por certo, Maria e José tinham um coração muito elevado. Já pensou se fosse hoje um pai e uma mãe correndo atrás do menino encontram lá três dias depois, no mínimo uma palmada e um puxão de orelha e acontecer, mas não foi isso que aconteceu. E nós vamos aí também verificar que dos 12 até os 30 anos nós não encontramos nenhuma referência no evangelho. Tem aí no livro Arpas Eternas, que é fala que Jesus seria de uma família e que viveu entre eles e tal e tem uma série de outras descrições lá, mas a gente não tem nos relatos evangélicos que a gente tem dos quatro, Mateus, Marcos, Lucas e João, a gente não tem nada a respeito. E aí lá pelos 30 é que ele venha nos ensinar. E desculpe, e ele começa a convocar aqueles que iam acompanhá-lo no seu trabalho, nessa explicação, nessa orientação que ele estava, era o o trabalho dele nos explicar isso. E diz aqui em Mateus também que Jesus percorria toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, curando doenças e enfermidades entre o povo e sua fama se espalhava por toda a Síria. Muito bem. E nós temos aí em Mateus, nos capítulos 5, 6 e 7, ele fala sobre o sermão da montanha. Eu

as sinagogas, curando doenças e enfermidades entre o povo e sua fama se espalhava por toda a Síria. Muito bem. E nós temos aí em Mateus, nos capítulos 5, 6 e 7, ele fala sobre o sermão da montanha. Eu acho que tá tudo que Jesus teria que nos ensinar está ali. Inclusive o Marat Magand ele diz que se tudo que se falou sobre o comportamento humano se perdesse e sobrasse o sermão da montanha, não tinha perdido nada. Tá tudo ali. E Jesus também diz ali no durante esse sermão, eu não vim destruir a lei, mas vim dar conformidade. Não é isso? Não é isso que ele nos diz? Então aquela montanha de não que tinha no decálogo, ele veio para dizer: "Olha como se pai dizendo paraa filha, olha meu filho, não faça isso." Mas em seguida vai e explica se não faz isso, mas faz desse jeito. Faça desse jeito. Então essas explicações foram passando. Por quê? Porque naquela época o entendimento também não era muito ligado, não. O analfabetismo era geral, só que uns ou outros é que tinham a condição de escrever e ler o que tava escrito. O resto era só no ouvido. Então falava e ouvia. E Jesus colocou para nós, no resumo de tudo aquilo que ensinou, amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. divertindo que ali estava a lei e os profetas e que tivéssemos muito cuidado com as nossas obras para evitar de fazermos que nem aquele homem que construiu a sua casa sobre a areia e o outro que era mais eh ativo, mais pensativo, construiu sobre a sobre a rocha. Quando veio a chuva, o que estava sob a rocha não teve problema, mas aquele que tava na areia foi tudo. Eh, e também ensinava, dizia: "Orai, vigiai para não cairdes em tentação". E os discípulos dizeram: "Então, nos ensine a orar". E ele ensinou o Pai Nosso. Isso provou também. Ele falava por parábolas para contar a história. Aí eu volto à história de criança. Quando se quer contar uma história para alguém, para pegar e ensinar um determinado comportamento a uma criança, e aqui eu tô vendo alguma, a gente vai lá, né, e conta uma

volto à história de criança. Quando se quer contar uma história para alguém, para pegar e ensinar um determinado comportamento a uma criança, e aqui eu tô vendo alguma, a gente vai lá, né, e conta uma historinha. E tem aí a da do lobo mal, tem aquela série de historinhas que ali a gente sempre tira o quê? No fundo uma moral da história, né? E era o que Jesus fazia. Aí os discípulos perguntaram: "Por que fala por parábola?" E ele diz que eh no livro aqui de eh do Humberto Roden, chama Sabedoria das Palavras, diz que há no Evangelho algumas dezenas de parábolas que visam esse reino dos céus que o homem deve despertar, desenvolver dentro de si e pôr a serviço da vida própria e alheia. Não é aquilo? Ama a Deus sobre todas as coisas. é o próximo como a ti mesmo. Então aquilo que você sabe de bom, passa pro outro também. E o Cremer no livro Jesus de Nazaré, eh, Frederico Kremer, ele fala que por parábolos para Jesus, o reino de Deus é uma condição interior, ou melhor, um estado vibracional. E perguntamos como falar de uma condição interior e vibracional se não fosse por parábola. Como é que a gente vai falar de dentro de nós? Se não for por algum exemplo ou algo assim, a gente não sabe às vezes como explicar determinada coisa, a gente usa um exemplo. Era o que Jesus usava, era as parábolas. E também aí nós temos a ideia do que essa participação de reino interior, nós temos aí a figura do livre arbítrio, né? Nós colocamos, nós estamos livres para fazer o que bem desejamos. E mas também Deus colocou junto a nós ali uma fiscal, né? Chamou na consciência. E vem aí sempre a parábola do filho pródigo. Ele saiu, botou o livre arbítrio à vontade, exerceu, fez o que quis. Aí chegou uma hora que a dona consciência chamou a ele e ele resolveu voltar paraa casa do pai dele. E quando ele volta, tem uma festa e tudo e o outro irmão que tava lá, né? Ô, aí desperta no que no outro. ciúme. Aí vem aquelas histórias de egoísmo, ciúme, isso e aquilo. E ficam dessa forma o que o mestre recomendava sempre,

a festa e tudo e o outro irmão que tava lá, né? Ô, aí desperta no que no outro. ciúme. Aí vem aquelas histórias de egoísmo, ciúme, isso e aquilo. E ficam dessa forma o que o mestre recomendava sempre, que o pai nos ama a todos de forma igual. O filho, o pai lá do filho pródigo não diz ao outro: "Poxa, não reclama não. Tudo que eu tenho é teu também". Então, de forma igual, não tem eh preferências eh nós ajustarmos os nossos procedimentos com vigiar e orar para que a nossa casa não caia, né? Como se tivéssemos construído sobre a areia. deixar de lado o orgulho, egoísmo no trato com o nosso próximo e lembrar sempre daquela resposta que tem a uma pergunta no livro dos espíritos. Qual é o verdadeiro sentido da palavra caridade? O amor como Jesus exercia, entendia. Aí nós temos ali benevolência para com todos, indulgência com as imperfeições dos outros, perdão das ofensas. Isso aí, né? Se a gente for considerar essas três palavras, nós temos um bip, benevolência, indulgência e perdão. Esse bip sempre que a gente faz alguma coisa meio difícil de diferente, ele toca. E isso aí chama a gente para quê? Para uma coisa mais difícil que tem. Chama-se auto perdão. É difícil a gente se perdoar, não é? Perdoar o outro é fácil. E o outro possivelmente vai se mudar de país, de de vai morar longe e a gente nunca mais vê. Mas a nós todo dia tem um espelho na frente. A gente vai fazer a barba ou vai ajustar o cabelo logo que vocêja. Não fala em cabelo não, porque mas a gente vai todo dia tem um espelho e aquele espelho parece que tá de braço cruzado dizendo: "E aí você de novo aqui? E a gente tem que se perdoar. E a gente tem que pensar também que naquela segunda reunião que teve Jesus com os com todos, né, que ele chamou ali escolheu 12, né, e disse: "Olha, vai ter um momento aí que a coisa vai ficar difícil, vai ficar dura e eu vou precisar de dois de vocês aí para me ajudarem, porque eu não vou aguentar sozinho. Eu não posso assumir todos os papéis. Aí foi um olho daqui, um olha pro lado e

ficar difícil, vai ficar dura e eu vou precisar de dois de vocês aí para me ajudarem, porque eu não vou aguentar sozinho. Eu não posso assumir todos os papéis. Aí foi um olho daqui, um olha pro lado e só dois deles aceitaram. Simão Pedro e Judas, aqueles que foram posteriormente, Simão Pedro e Judas Iscariotes, os outros saíram fora, depois vieram se arrumar, né? Se não houvesse, se os dois também não aceitasse, também teria um plano B aí que arrumava, tá? E por fim, se alguma dúvida ainda há sobre a realeza de Jesus, eh eu vou recorrer a uma questão também do livro dos espíritos, 625. Qual é o tipo mais perfeito que Deus ofereceu ao homem para lhe servir de guia e modelo? E teve a resposta mais curta de todo o livro, Jesus. Se a espiritualidade se deu a ao luxo de responder, se deu ao trabalho de responder com uma única só palavra, será que ainda resta alguma dúvida para nós sobre essa realeza de Jesus? Eu recomendaria, se alguém puder ver depois, é um é um texto que tem no livro de Frederico Kremer, eu já me referi aqui. Deixa eu ver se eu tô aqui com ele na mão. Bem, não tô encontrando aqui. A luz já tá vermelha lá. E ele fala sobre um rei diferente. E ele encerra uma um conjunto aqui. Jesus foi um rei diferente. Ao invés de um palácio, a estrebaria. Ao invés de um berço de ouro, uma manjedoura. Ao invés de uma coroa de ouro, uma de espinhos. Ao invés de um trono, uma cruz. Essa foi a diferença grande e eu agradeço a paciência de todos, aos ouvidos por terem tido a paciência de me ouvir. Obrigado. Que a paz esteja com todos. Nós agradecemos ao nosso irmão Ricardo Rosa pela explanação, tudo que nos trouxe de esclarecimento. Bom, a partir de agora nós vamos para a segunda fase que a de passe nosso irmão Itít está lá no fundo nos aguardando para a aplicação do passe. Então todos permaneçam nos seus lugares e sigam em paz. Que essa paz cubra a todos e os seus familiares e esperamos revê-los novamente na segunda-feira para nossa imensa alegria. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe

ugares e sigam em paz. Que essa paz cubra a todos e os seus familiares e esperamos revê-los novamente na segunda-feira para nossa imensa alegria. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para

corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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