FÉ, ESPERANÇA, CARIDADE E RAZÃO - Ricardo Rosa [PALESTRA ESPÍRITA]
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de atingir a perfeição. que eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa tarde, queridos irmãos, queridas irmãs presentes, bem como aqueles que nos vem, nos ouvem através da rádio e TV Comão Espírita de Brasília. Sejam todos bem-vindos ao nosso templo. Que a paz do meio Jesus se estenda sobre todos e que possamos caminhar sob a égede do amor sempre preconizado pelo Mestre Jesus. Para iniciarmos a nossa reunião da tarde de hoje, iniciaremos com a leitura do livro Calma, esse livro pequenininho aqui, mas com mensagens muito lindas. na psicografia do nosso querido falecido Franciscano Xavier pelo espírito Emmanuel. Nós escolhemos ah um tema para explanar aqui nas crises. Nós estamos nas crises, né? Portanto, nada mais eh importante do que essa leitura. Estarás talvez diante de algum problema que te parece positivamente insolúvel. Não acredita, auxiliar. Pensa nas reservas de força que jazem dentro de ti e aceita as dificuldades como se apresentem. Não abandones a tua possibilidade de trabalhar e continua fiel aos próprios deveres. Assuma as responsabilidades que te dizem respeito. Evita comentar os aspectos negativos da aprovação que atravesses. Mas ora com sinceridade, pedindo a proteção de Deus em favor de todas as pessoas envolvidas no assunto que te preocupa, sejam elas quem sejam. Se existe ofensores no campo das inquietações em que porventura te vejas, perdoa e esquece qualquer tipo de agressão de que haja sido objeto. Esforça-te por estabelecer a tranquilidade em tuas áreas de ação, sem considerar sacrifícios pessoais, que serão sempre pequenos, por maiores te pareçam, na hipótese de serem realmente o preço da paz de que necessitais. Se nenhuma iniciativa de tua parte é capaz de resolver o problema em foco, nunca recorras à violência. Mãe, sim, continua trabalhando e entrega-te a Deus. Bem, esta é a lição que penetra fortemente em nossos corações. É
va de tua parte é capaz de resolver o problema em foco, nunca recorras à violência. Mãe, sim, continua trabalhando e entrega-te a Deus. Bem, esta é a lição que penetra fortemente em nossos corações. É um aviso extraordinário a enfrentarmos as crises do caminho. Vamos agora orar, pedir ao Pai que traga a tranquilidade ao nosso campo emotivo, emocional, sentimental. e espiritual. Que ele fortaleça a nossa jornada terrena, que nada é impossível para alcançarmos se estamos todos embuídos de fé, fé profunda, aquela fé que remove as montanhas das nossas limitações morais. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso santo e divino nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no espaço infinito. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoai as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores. Não nos deixeis cair em tentação. Livra-nos de todo mal e de todos os males. Porque seu é o reino e a glória para todo sempre. Ah, o tema da tarde de hoje é fé, esperança, caridade e razão. Quem vai proferir a nossa palestra é o nosso querido irmão Ricardo Rosas, que aceitou o nosso convite. Portanto, vamos ouvi-lo com atenção. Palavra está com o nosso irmão Ricardo. Boa tarde a todos. Que a paz do Mestre Jesus esteja com todos nós. Eh, antes de iniciar qualquer coisa, eu sempre lembro, né, que o primeiro a ouvir sou eu e que aquela carta de Paulo a Tito, ele diz no texto: "Tu, porém, fala o que convém a sã doutrina". E é isso que eu vou tentar fazer. Eh, nós temos aqui eh fé, esperança e caridade. Então, no capítulo 19 do Evangelho Segundo o Espiritismo, eh, o Espírito de nome José nos diz: "Essas três virtudes formam uma trindade inseparável. E ainda que inseparáveis, aí nós temos lá Paulo falando na carta aos Coríntios, ele prefere a caridade ou o amor. Pedro na sua carta também, na primeira, ele enfatiza a esperança. E esse mesmo José a quem eu me referi, ele encerra dizendo que a esperança e a caridade são resultantes da fé,
e a caridade ou o amor. Pedro na sua carta também, na primeira, ele enfatiza a esperança. E esse mesmo José a quem eu me referi, ele encerra dizendo que a esperança e a caridade são resultantes da fé, apontando a fé como base das outras. Então, eh, será que uma delas é mais importante do que a outra ou a gente elege aqui alguma coisa? Ah, não, eu sou por aqui, esqueço as outras. ou trazemos sempre essas três juntas. Eh, nós estamos numa doutrina em que nada nos é imposto, tudo nos leva a usar o nosso raciocínio. A razão, eh, segundo São dicionário, tá lá que a razão é a capacidade exclusiva da mente humana que permite a chegar a conclusões. Ou seja, o gênero humano é o único que possui a capacidade do raciocínio. Nos demais, os animais, eles têm instinto, não raciocínio. Eles têm o instinto de sobrevivência, etc. Mas raciocínio em si, não. Só nós, os humanos. E assim a razão vai mostrar como sempre usar, como melhor usar a fé, a esperança e a caridade e nos faz descobrir em nós que nós também temos o livre arbítrio de escolher qual delas que nós queremos. Eh, quando nós vemos lá nos Atos dos Apóstolos, em que Lucas descreve que Saulo de Taro estava há três dias numa hospedaria de Damasco, cego e jejuando, e nesse período, Ananias teve uma visão em que o mestre Jesus lhe dizia para ir lá procurar Paulo e curá brilhante Saulo era Saulo. E Ananias começou a pensar, mas aquele homem persegue a todos os cristãos. Como é que eu vou lá fazer isso? Mas aí a razão se fez presente e ele pegou e pera aí, se o mestre está querendo que eu faça esta caridade, alguma razão tem aí. Vamos buscar isso e ver o que que é. E lá foi ele. E durante três dias ficou lá também com Saulo, né? explicando, mostrando a ele aquilo que Jesus fazia, o que não fez isso e aquilo, uma coisa ou outra. E foram tão claras essas explicações que Saulo pediu a ele que o batizasse. E foi daí paraa frente que ele utilizou o nome de Paulo e virou o apóstolo do gentil. Quer dizer, não exatamente aí ele levou
foram tão claras essas explicações que Saulo pediu a ele que o batizasse. E foi daí paraa frente que ele utilizou o nome de Paulo e virou o apóstolo do gentil. Quer dizer, não exatamente aí ele levou 3 anos no deserto com as com tudo aquilo que Ananias tinha descrito, isso e aquilo. Passou 3 anos no deserto lendo, examinando e refletindo sobre aquilo, pondo a razão sobre aquilo. E isso aí fez com que ele se tornasse o apóstolo do gentis, né? Ou seja, eh, ele ficou 3 anos no deserto, né? Aí eu pergunto, alguém aqui já fez o estudo sistematizado da doutrina espírita? Pois é, esse estudo sistematizado que nos traz a base da doutrina, aquilo que a gente pode entender ou isso ou aquilo, leva exatamente 3 anos também, não é? Que dali a gente vai se transformar num Paulo, virão, mas já nos dá uma possibilidade de raciocínio muito melhor em condições aquilo que a gente já tinha, né? E o que que acontece aí? Também a gente pode pensar que Ananias, será que ele foi o precursor daquele atendimento fraterno que tem nas casas espíritas? Que os irmãos chegam ali necessitados que querem falar com alguém e tal e tem ali o atendimento. Isso é uma simples suposição, né? Mas ali no atendimento fraterno, né? estão ali. E eu tenho amigos que não t religião nenhuma. No entanto, eles tão ali em grupos que vão visitar presídios, locais onde estão drogados e coisas que vha e vão ouvir. E eles não têm religião nenhuma. Se você chega aí, ele pergunta, mas poxa, como é que você vai fazer uma coisa dessa se não tem religião nenhuma? Ele diz assim: "Isso é dever de todo mundo". Ou seja, isso nós trazemos em nós, nós já trazemos inscritos em nós. E ali, eh, muitas vezes eles sem religião nenhuma, qualquer coisa, ouvem, fazem aquele aluguel de ouvido, ouvem n reclamações, pedidos, desespero, etc, etc. Vem os outros chorando e choram juntos e são capazes até de quando saírem dali dizer: "Pô, Deus tem a piedade desse irmão, ainda que não tenha religião nenhuma. Isso é exercício de caridade, não é?
c. Vem os outros chorando e choram juntos e são capazes até de quando saírem dali dizer: "Pô, Deus tem a piedade desse irmão, ainda que não tenha religião nenhuma. Isso é exercício de caridade, não é? Mas também a gente tem aí eh a necessidade desse uso de da razão, porque muitas situações a gente vê que pessoas fazem o uso daquela ah, eu tenho uma fé que não se mede e fica e haja pedido, né? pede, pede, pede, pede. Onde é que tá o uso da razão aí? Porque ele pede por interesse próprio. Muitas vezes o interesse aí é aquela hipoteca que tá vencendo, é o cartão de crédito que tá lá em cima, é uma série de coisas. e eh chegam aí com essa fé interesseira, entregam tudo nas mãos de Deus. Deus resolve aí para mim. Será que é assim? Eh, será que é a coisa mais rápida, uma solução que a gente quer de imediato? algo que a gente precisa. A gente entende que temos necessidade, todos temos necessidades, senão não estaríamos aqui encarnados. Temos as nossas necessidades e coisas a resolver. E aí temos que ter uma uma fé raciocinada, que nada nos tenha sido imposto. É assim. Porque é assim, é porque o a razão nos leva a ter a ideia de que pera aí, se eu tô aqui, alguma coisa eu tenho que fazer, alguma coisa eu tenho que tenho que cumprir, tenho que cumprir algo que está escrito ali no livro e eu tenho que fazer. Cada um tem seu livro. A cada dia você escreve uma página, são sempre páginas em branco pra gente escrever e vamos ali, não é? Eh, Deus é aquele educador que a gente sempre tem. Ele é perfeito. Sempre ele coloca uma solução ao nosso dispor. Precisamos estar com a razão funcionando. Eu lembrei já faz algum tempo que eu ouvi uma historinha. Eu não sei se alguém aqui já conhece, mas se conhece tem a paciência de ouvir. Eh, um homem morava num vale e ali havia uma e nesse vale ele tava abaixo de uma represa e começou uma uma época de chuva forte. O rio começou a subir, um rio que alimentava aquela represa. E ele estava lá muito bem dentro de casa. E passou um grupo de pessoas dizendo:
aixo de uma represa e começou uma uma época de chuva forte. O rio começou a subir, um rio que alimentava aquela represa. E ele estava lá muito bem dentro de casa. E passou um grupo de pessoas dizendo: "Olha, o rio tá tá subindo, daqui a pouco a represa não vai aguentar e vai ter problema. Vem conosco. Ele disse: "Não, eu não vou não. Eu estou orando, apoiado na fé em que Deus não vai me abandonar". É bom. As pessoas foram embora. Algum tempo depois, o rio subiu, a represa começou a transbordar e a água ficou à volta da casa dele. E passou um grupo num barquinho daquele de socorro, convidando a ele, vem conosco, a represa não vai aguentar. Ele disse: "Não, eu estou orando, estou com fé em Deus e ele não vai me abandonar. Aí o barquinho foi embora. Passou algum tempo mais e a represa não estava aguentando. Veio um helicóptero, ele todo cercado no telhado, tava no telhado da casa e o helicóptero passou ali, parou em cima, disse: "Vem conosco que a represa está arrebentando, tá rachando". Eu disse: "Não, eu tenho fé, Deus não vai me abandonar". Aí acontece que a represa não aguentou, veio, levou tudo, ele a casa levou tudo. Quando ele chegou no plano espiritual, estava lá uma entidade para recebê-lo e ele já veio cobrando. Eu passei o tempo inteiro orando a Deus com toda a fé e Deus não me salvou. Aí o a entidade disse assim: "Pera aí, vai com calma, Deus não abandona ninguém. Deus sempre acompanha, tem sempre alguma passagem". Eu disse: "Mas eu estava lá e veio aquela água, levou a minha casa, tudo e eu tô aqui. Como é que Deus me abandonou?" Aí ele disse: Deus não te abandonou em momento nenhum. E três vezes ele te mandou o chamado e você não quis. Sempre acontece alguma coisa. Deus coloca para nós algo que a gente num momento imediato pode não ligar. Ele pode não ter ligado na primeira chamada que passaram pessoas a pé, mas na segunda com a com a casa já envolvida na água, passa um barco. Ele não também não deu espaço. A gente tem essa persistência de Deus para conosco.
na primeira chamada que passaram pessoas a pé, mas na segunda com a com a casa já envolvida na água, passa um barco. Ele não também não deu espaço. A gente tem essa persistência de Deus para conosco. A gente pode achar que não, mas ele tá ali. Que fé? Que tipo de fé tinha esse homem? Que nem uma fé cega? Eh, a gente tem também eh a caridade como a proposta da doutrina espírita. Ela é um dever moral de todos, uns para com os outros. Não é que tem que ser assim, não. A gente sente que a caridade se faz necessária. É, pode haver sempre você vai prestar um auxílio e tal e alguém que não recebe ali muito bem você querendo ajudar e a pessoa ou por orgulho ou por alguma outra razão, não quer. E isso também me leva a uma segunda história. Tinha um menininho, um rapazinho escoteiro, tinha sido sempre criado naquele negócio, sempre alerta, ajude os outros. Se ele vinha, parou no numa faixa daquela de trânsito, tinha um velhinho lá muito arriado e tal, mas olhando pro poste assim, ele entendeu que o velhinho tinha ia atravessar a rua, pegou pelo braço e foi. E o velho esperneava. Aí quando chegou do outro lado, o velho quase desmaiando, veio um policial disse: "Que que tá acontecendo aqui?" Aí o o garoto lá sempre alerta, sabe? Eu fui ajudar ele a atravessar a rua. Aí o velhinho conseguiu falar: "Eu não queria atravessar rua nenhuma. Eu só tava olhando o cartaz que tava escrito no poste. Quando Jesus chegava em algum lugar e via alguém com problema, o que que ele fazia? Sempre ele perguntava: "Queres ser curado?" Talvez o menino devesse ter perguntado antes, quer atravessar a rua? Aí o velhinho ia dizer que não, mas né, eu tenho que fazer. Então não é tipo obrigação, é a razão que nos faz ser caridos também. Então, a fé e a razão, a fé e a caridade tem a parte na razão. Eh, quando a gente vê aqui também eh que Chico, ele costumava dizer que precisava do raciocínio aí que ele, se Kardec tivesse dito que fora da caridade não há salvação e tivesse dito fora do espiritismo não há salvação, ele
qui também eh que Chico, ele costumava dizer que precisava do raciocínio aí que ele, se Kardec tivesse dito que fora da caridade não há salvação e tivesse dito fora do espiritismo não há salvação, ele teria procurado outro outro caminho. São palavras do Chico Xavier, tá? Quando a gente lembra também daquela parábola do bom samaritano, o indivíduo passou ali, foi atender aquele coitado que tinha sido assaltado e não conversou, foi lá atender e levou aqui, levou ali, botou lá na hospedaria e disse: "Olha, quando eu voltar você me cobra o que tiver ainda." Ou seja, nós temos também nas casas espíritas os em outras casas religiosas também tem, não só aqui. Eh, aqui eu conheço mais como a campanha da Alta de Souza que recolhe bens aí vai bater na porta de casa de um, de outro, de um, de outro recolhe para distribuir entre necessitados. Aqui acho que aqui é o lado, né? tá aqui do lado direito ali, tem um grupo que tá sempre aí recebendo e tal, entrega e eh é difícil. Eu tinha lá no centro que eu tenho a ligação maior, que é o CO Pereira, uns companheiros que eles saíam no domingo pela manhã cedo, iam batendo em casa lá no Lago Norte, mas de vez em quando escutava um negócio, se é hora de bater na porta de alguém, onde eu conversando com ele, gente, vamos passar um pouco mais tarde, em vez das 7:30 da manhã, vamos ver se a gente passa às 10 horas. Hora aí o pessoal já tá acordado. É difícil. Eh, essa a ideia de fazer a caridade, ela sempre tá lá. É, a gente ainda não tem um nível de Joana de Cusa, Francisco de Assis, de Maria de Magdala, né, irmã Dúcia ou qualquer coisa, qualquer outro a gente não tem. Mas um mínimo você passa pela rua, vê um indivíduo caído dos com aquele cobertor em cima dele, dormindo ali embaixo. Não sei em que condições que ele tá, mas você passa assim, não tem o que fazer. Disse: "Pô, meu Deus, tem piedade dele. É um mínimo que se pode fazer, algo que se peça em benefício do outro. Mas não é assim, ó: "Meu Deus, resolve esse problema aí que é teu".
não tem o que fazer. Disse: "Pô, meu Deus, tem piedade dele. É um mínimo que se pode fazer, algo que se peça em benefício do outro. Mas não é assim, ó: "Meu Deus, resolve esse problema aí que é teu". Se ele tivesse acordado algo assim e tal, pedindo algo para comer e você passa ali, pera aí que eu vou ali na padaria ou não tenho agora não tenho. Mas é importante o pensamento que se tenha no momento que se faz alguma coisa. Se a a ideia daquilo tem aquela que eh Paulo coloca sempre, né? Amor envolvendo a tudo, eu não posso resolver o problema dele. Mas o que que eu posso fazer agora? Agora nada. Mas eu vou ver se eu aí tiro um trocado de dentro do bolso, dou para ele. Não vai resolver nem nada. Não sei em que que ele vai usar, mas a gente também não pode fazer o julgamento aí. Ah, ele vai botar esse dinheiro no bolso e vai passar no botiquinho e tomar mais um. Não é isso? a gente fazer esse juízo, esse julgamento também não cabe. E tem uma uma terceira componente aí nessa no entendimento da caridade, né? Quando eh Kardec pergunta no livro dos espíritos qual o verdadeiro da sentido da palavra caridade, como entendia Jesus? É a resposta. Todo mundo deve conhecer o bip, né? É o bip. Benevolência para com todos, indulgência para com os com os as imperfeições dos outros e perdão das ofensas. O perdão também é uma caridade dificíima. É difícil. É aquela história do perdoo, mas não esqueço. Não, eu perdoo, mas não esqueço. E fica esperando uma oportunidade para pegar e julgar um um vinagre em cima do outro, como se fosse cobrança. É importante aí eh quando se perdoa alguém humilhando o indivíduo, olha, e falando alto para que outros ouçam o que ele fez ou lá o que seja, em vez de ter um pensamento de perdão, né? Tem uma passagem, uma outra forma também que a gente tem de exercício da fé, da esperança e da caridade. É a prece. O que que Jesus dizia quando alguém ia fazer uma prece? Entre no vosso quarto. O entre quarto não precisa ser o quarto do de casa, é o quarto do coração, da mente. É isso. É
e da caridade. É a prece. O que que Jesus dizia quando alguém ia fazer uma prece? Entre no vosso quarto. O entre quarto não precisa ser o quarto do de casa, é o quarto do coração, da mente. É isso. É nesse que a gente tem que entrar, fazer uma prece por alguém necessitado, por alguém em condições, que até nós mesmo. Eu não sei como posso ajudar nisso aí. O senhor me dá alguma ajudinha? pode deixar que alguma coisa vai acontecer, mas que a gente esteja ligado com a razão ali. Muitas vezes a gente tá dormindo, tá lá tem uns sonhos, opa, tem alguma coisa parecida com isso aqui. E vamos atrás. Eh, supondo aí que eh aqui Jonas de Ângeles ou o Chico se materializasse aqui e falasse alguma coisa sobre aquelas duas historinhas que eu contei aqui. Aí dissesse aqui, fizesse uma pergunta, viesse aqui, fizesse uma pergunta. Será que quando ouviram essas duas historinhas, eh, tiveram algum tipo de julgamento quanto aqueles dois que estavam lá? O menino ou o outro? Aquele senhor da represa, quantos dogmas e não pode e não pode fazer isso, não pode fazer aquilo. Ele ouviu para que tivesse aquele tipo de fé que ele dizia que tinha. Muitas vezes ele escutou o é assim porque é assim, sem nenhuma explicação. Nós temos a obrigação, estando nessa doutrina, de pensar e raciocinar sobre aquilo que nós fazemos. É uma coisa que não é porque eu disse alguma coisa aqui ou alguém disse que isso vai virar uma obrigatoriedade. Não é assim. Não é assim. Eh, essa fé cega pode levar alguma forma aí de igual aquela que nós passamos na época de inquisição, de fogueira, de coisas desse tipo. E se ainda que a gente sinta longe do alcance, vamos botar a nossa fé para funcionar, mas a fé com o raciocínio. A gente lê o evangelho não é decorar, é ler e tentar entender o que tá ali. Muitas coisas estão ali difíceis, incompreensíveis, mas a gente com o tempo vai entendendo. Eh, irmão X no livro reportagem de Alé Túmulo, ele diz o seguinte: Jesus indicou a estrada e seguiu, pregou a fé e viveu, induziu discípulos e companheiros à
s, mas a gente com o tempo vai entendendo. Eh, irmão X no livro reportagem de Alé Túmulo, ele diz o seguinte: Jesus indicou a estrada e seguiu, pregou a fé e viveu, induziu discípulos e companheiros à coragem e demonstrou em si mesmo. Difundiu a lição do amor, entregando-se amorosamente a cada um. expôs a necessidade do sacrifício pessoal e sacrificou-se. Exaltou a beleza do verbo dar e deu sem recompensa. Engrandeceu a obra do pai e foi fiel até o fim. Isso era o que eu tinha aqui para finalizar e agradeço a paciência que tiveram por me ouvir e que Deus nos abençoe a todos nós. Nós agradecemos ao nosso querido irmão Ricardo Rosa por vir aqui nos trazer reflexões profundas através desse mecanismo, né, da vida, do Evangelho de Jesus. Esperamos vê-lo numa nova oportunidade e agradecer a sua boa vontade de estarmos de estar aqui junto a todos nós. Bom, nós estamos chegando ao final da nossa tarde e nosso irmão Ítalo está nos aguardando para a aplicação do passe, né? Então todos podem ficar tranquilo que todos vão receber a medicação que vieram buscar. Muito obrigado pela presença de todos no nosso tempo. Esperamos revê-los na próxima terça-feira. Enfim, sigamos com Jesus. Ide em paz cada um de dos nossos irmãos aqui presentes. Que o mestre cubra a cada um de nós com as suas energias mais puras, com seu amor incondicional a todas as criaturas. Muito obrigado. Que assim seja. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um
ções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação,
sso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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