NÃO SE DEIXE ABATER - Leandro Irigonhê [MOMENTOS DE REFLEXÃO]
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A paz [música] dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão [música] longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi [música] qual o valor. dessa missão. [música] Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. >> Obrigado, comunhão espírita de Brasília. >> Muito boa tarde, minhas queridas e meus queridos. Sejam todos muito bem-vindos ao auditório da comunhão espírita de Brasília. Também deixo aqui os meus agradecimentos à aqueles que nos assistem de uma maneira geral pela internet, né, hoje ao vivo ou no futuro. Estão todos convidados ao nosso estudo de hoje em momentos de reflexão. Hoje episódio 21 com o tema não se deixe abater. Começo de reflexão. 21. Não se deixa bater. Mas como sempre durante o nosso estudo, a gente faz uma prece antes ou a gente lê um também, né, lê um texto introdutório, já nos prepare para o que vamos estudar. E eu achei um texto aqui, me parece muito interessante para o que vamos falar depois. Então vamos ler. É do livro Vigiai e Orai, uma parceria do do Carlos Bachelli lá de Uberaba com o espírito irmão José. Então, vigiai e orai. Mensagem intitulada Mobiliza o teu potencial. Mobiliza o teu potencial. Não te anules voluntariamente. Herdeiros de Deus, podemos em ponto menor o que ele pode infinitamente. Faz um trabalho contigo mesmo de restauração da personalidade. Recomeça a subida da escada. Não te distancies do contato com aqueles que te estendem as mãos. Na caridade, aprendemos a nos valorizar. Quem levanta o caído levanta-se com ele. Ora, pedindo forças e coragem. Mas não esperes que as bênçãos divinas venham ao teu encontro sem que as procures. Coloca-te, pois, a caminho para encontrá-las. Movimenta-te em teus recursos, não permitindo que o manancial da fé se te transforme em água estagnada. Muito, muito interessante essa mensagem. mobiliza o teu potencial
, a caminho para encontrá-las. Movimenta-te em teus recursos, não permitindo que o manancial da fé se te transforme em água estagnada. Muito, muito interessante essa mensagem. mobiliza o teu potencial nos lembrando da capacidade inerente a por ser humano, falando-nos que todos, particularmente, né, partícula, possuímos as qualidades divinas, é claro que numa escala infinitamente menor, já que Deus pode infinitamente mais. Mas podemos sim, então, agir em direção ao bem. Podemos crescer, podemos nos levantar, acompanhar os outros, podemos seguir. Então, essa mensagem ela vem bem ao encontro do tema de hoje. Não se deixa bater. Muito interessante. Então, vamos elevar nossos pensamentos nesse momento. Agradecer ao mestre Jesus. por esse encontro de estudos, por esse amparo espiritual que nos inspira, que nos intui e pedir a ele que ao longo desse estudo, desses momentos de estudo, todos possamos ser atendidos em nossas necessidades espirituais. Que assim seja, pessoal. O o tema não se deixa bater. Ele ele ele vem do Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 5, bem-aventurados os aflitos, item 25, intitulado A melancolia. É uma mensagem de um espírito chamado François Genev, que havia sido um padre em França. Bom, de uma maneira ou de outra, ele ele fala pra gente, ele chama atenção daqueles momentos, né, às vezes não são tão momentâneos assim, aqueles momentos que perduram às vezes por dias, semanas, meses e até anos de desânimo, de descr de abatimento, aquela melancolia, aquela aquela tristeza indefinida, aquela sensação de a vida não tem muito sentido, eu não sei muito bem o que eu tô fazendo por aqui, aliás, não sei muito bem o que estamos todos fazendo por aqui. Parece que tudo tá assim meio embaçado, meio sem graça. A história nos mostra as pessoas nascendo, vivendo, morrendo e um pouco de bem aqui, um pouco de mal ali, tecnologia avançando. Às vezes as alegrias, a as alegrias são passageiras, o mal parece que é mais intenso. E ai meu Deus, dá um, dá um cansaço levantar, um cansaço seguir em frente.
pouco de mal ali, tecnologia avançando. Às vezes as alegrias, a as alegrias são passageiras, o mal parece que é mais intenso. E ai meu Deus, dá um, dá um cansaço levantar, um cansaço seguir em frente. É, é, é como se a cada manhã nos desse um cansaço de voltar à vida. Ah, puxa vida, de novo. Amanheceu novamente. Lá tô eu nessa vida. levantar, comer alguma coisa ou não, ir ao trabalho. É sempre essa mesmice. Tô cansado de tudo isso. A vida tá muito sem graça. Mas esses momentos, graças a Deus, não perduram a vida inteira. Porque quando eles avançam muito nesse sentido e eles vão se aprofundando, eles vão persistindo, nós vamos caminhando para que os médicos chamam de depressão. E aí às vezes é necessário uma intervenção da medicina, da psicologia, para que nós nos recuperemos. Mas lá no século XIX, no item 25 do capítulo 5 do Evangelho Segundo Espiritismo, com o tema A melancolia, Franç Genev nos diz o seguinte: sabem por a gente sente isso? Porque de vez em quando vem esse sentimento é estranho, meio esquisito, de que parece que não há alegria em nada nessa vida. Ele coloca que é a nossa alma, o nosso espírito, nós mesmos, querendo sair desta vida encarnada. É mais ou menos como quando você tá fazendo um curso e você não tá gostando, não tá tendo o retorno que você esperava ou a sua vida não tá exatamente como você gostaria, como você imaginou, ou ela piorou porque ela estava muito boa. Então a gente vai levando a vida, como se diz, mas lá no nosso íntimo, no nosso interior, a gente pensa assim: "Puxa vida, se isso aqui tá tão chato, eu quero ir embora daqui, eu não quero mais ficar aqui." Então não é muitas vezes um pensamento consciente. A gente não tá com nenhuma intenção de sair da vida de maneira forçada, não é isso. A gente gostaria de não estar mais. É um anseio, uma vontade. Ai, que bom se eu pudesse logo irme embora. Ai, que bom se eu estivesse lá e não aqui. Então, a nossa alma, e podemos até brincar um pouquinho assim, que todo dia passa pelo processo da
, uma vontade. Ai, que bom se eu pudesse logo irme embora. Ai, que bom se eu estivesse lá e não aqui. Então, a nossa alma, e podemos até brincar um pouquinho assim, que todo dia passa pelo processo da morte, porque todo dia a gente dorme e o espírito se desliga do corpo e liga-se novamente quando acordamos. Isso acontece de maneira geral, né? É, é como se a gente treinasse para morrer todos os dias, nos desligando do corpo durante o sono e retornando durante a vigília. E aí a gente, segundo ele, a gente tem esse anseio, essa vontade inconsciente de querer sair dessa vidinha. E aí é que tá o assim a questão, né? Não vou dizer o problema, mas a questão. Se nós cultivarmos esta ideia de desistência, nós não estamos desistindo da vida, não estamos nos retirando a força da vida, né? Ninguém tá se matando, não é isso? Mas estamos desistindo da nossa vida, desistindo do que podemos fazer, desistindo de nossas capacidades de adquirirmos habilidades que vão melhorar. É parecido com a volta à academia depois das férias. Você começa a fazer ginástica de novo, os músculos começam a doer, o cansaço bate, você diz: "Ah, meu Deus, eu não sei se vou voltar essa semana, eu fui um dia, ficou tudo dolorido, vou deixar para semana que vem e tal e qual você vai desistindo e acaba não voltando pra academia". Mas se você insiste, nos primeiros dias, a coisa é mais difícil, mas logo você pega ritmo, o organismo sente-se bem com a atividade física, você se sente melhor do que no início. Muitas vezes se sente melhor até do cansaço que você adquiriu nas férias. Você dizer: "Minha vida tá boa agora, voltei ao ritmo, tá tudo tranquilo". Mas do ponto de vista espiritual, muitas vezes a gente não quer retomar a nossa atividade. Não queremos enfrentar o que costumamos chamar de dificuldades. Ou às vezes nem são tantas dificuldades, é só uma sensação de ah, tá tudo sem graça. Não vejo muita cor em nada. A vida tá ele mais ou menos, mais para menos. Que é isso? Ele fala na caridade, no texto e e nessa
nem são tantas dificuldades, é só uma sensação de ah, tá tudo sem graça. Não vejo muita cor em nada. A vida tá ele mais ou menos, mais para menos. Que é isso? Ele fala na caridade, no texto e e nessa mensagem também nos mostrando que quando nós estamos partindo para atividade de convivência, porque a caridade nada mais é do que ação com os outros, é a convivência. Não caridade vem nos falar da boa convivência. daqueles momentos em que nós atuamos junto aos outros com o objetivo simples de fazê-los felizes, de aliviar uma dor, uma pressão, um infortúnio, uma dificuldade, prazer de ajudar por ajudar, de ver o alívio na vida alheia, de ver o sorriso, o olho brilhar. dar e receber um abraço, um aperto de mão. Às vezes não há nada para você, mas você enxerga no outro que ele tá desanoviado, ele tá mais tranquilo, isso enche o nosso coração, isso alegra a nossa vida e ela começa a ficar colorida de novo. Porque se nós repararmos, quando nós nos desamparamos, largamos de nós mesmos, nos deixamos abater, se a gente parar para pensar, outros em volta estão rindo, estão alegres. É, minha vida não é igual a deles. Aliás, eu nem sei porque que eles estão alegres, porque não tem nada de bom nessa vida. Interessante, né? é o ponto de vista meu. Mas se os outros estão com pontos de vista diferente, será que eu tô totalmente certo? Probabilidade é bem pequena, né? Talvez eu devesse estudar o comportamento alheio, as práticas de vida dos outros, começar a copiá-las. Então, não nos deixemos abater, né? Não se deixe abater. Esse estado não constrói nada de bom pra gente. Vamos reagir? Não, a vida pode não estar muito boa. Eu posso não ter o que eu estou querendo ou eu posso estar tendo muita dificuldade para obter aquilo que eu tô buscando. Ou, infelizmente a vida não me trouxe ou não me deixou ficar com aquilo que eu queria. Mas aí é que entra a sabedoria de viver. Chama-se Deus. A gente não vai, não precisa se desesperar, não precisa ficar agoniado, entristecido ao extremo. É claro que a
u ficar com aquilo que eu queria. Mas aí é que entra a sabedoria de viver. Chama-se Deus. A gente não vai, não precisa se desesperar, não precisa ficar agoniado, entristecido ao extremo. É claro que a gente fica um pouco chateado porque no nosso nível evolutivo ainda não compreendemos que as mudanças que nos chegam, que aquilo que parece um pouco difícil às vezes, que aquelas relações mal resolvidas, aqueles anseios mal atendidos, aquelas esperanças que nunca se concretizaram, todas elas trazem Todas essas situações trazem intrinsecamente dentro delas, junto com elas, um aprendizado. Já sabemos que somos imortais, já sabemos que temos várias existências na terra, como se cada vida aqui fosse um dia na escola. Sabemos que a gente vai escola e volta todo dia, né? Isso dura muito tempo. Aqui não é diferente. E nem todo dia na escola é igual ao outro. Nem todo dia é tão fácil, nem todo dia tão alegre. E muito do que nos acontece no dia seguinte é fruto do que realizamos no dia anterior ou nos dias anteriores. na escola, por exemplo, ao final do ano, se somos obrigados a fazer uma prova final com conteúdo inteiro do ano, é porque não passamos direto, não conseguimos, digamos assim, cumprir as avaliações paulatinamente, aos poucos, as avaliações bimestrais, mensais, bimestrais, não, não atingimos aquela média para não precisar ao final do ano ter que provar que minimamente compreendemos o conteúdo do ano todo. Muitas das vezes foi por nossa incúria, nosso descuido. A gente não foi precavido ou a gente não se interessou ou largamos de mão mesmo. Preferimos outras atividades e ao final do ano nos vemos numa situação muito complicada. E ainda assim há a possibilidade de recuperação. Hum. Ou nos dias de hoje, não sei se ainda tá valendo, mas você ainda poderia levar a dependência. seria do ano, passava para o ano seguinte, devendo uma disciplina do ano anterior. A vida não é diferente. Ah, eu não consigo, por mais que eu lute, eu não consigo isto na minha vida. Vamos parar de sofrer.
do ano, passava para o ano seguinte, devendo uma disciplina do ano anterior. A vida não é diferente. Ah, eu não consigo, por mais que eu lute, eu não consigo isto na minha vida. Vamos parar de sofrer. Não vamos nos deixar abater. Se não tá chegando, você já fez a sua parte, aquilo que dependia de você. se colocou à disposição, deixa para lá, deixa quieto, porque a nossa vontade não está acima da vontade de Deus. Se precisamos passar por uma situação, nós chamamos de prova ou de expiação quando ela é imposta para o necessário aprendizado. Se precisamos passar por uma situação dessa que nos incomoda e não estamos conseguindo mudá-la, gente, alguma coisa tem de errado em relação ao nosso ponto de vista. Estamos tentando mudar, tentando mudar, tentando mudar e a coisa não melhora nunca. Supondo que não dependa só de mim, né? Dependa de outras pessoas. a gente entrega na mão de Deus e fica tranquilo, porque talvez seja esse o nosso aprendizado. Mas isso não pode ser ou não deveria ser motivo pra gente se abater. Não pode ser o fim do mundo. O que não conseguimos, o que perdemos faz parte do aprendizado. Quando a gente olha sobre essa ótica, quando a gente compreende que nada é ao acaso, nada tá solto na vida, tudo que nos acontece tem uma razão e quem provoca essa razão sou eu. ou provoquei lá atrás, né, a história da do plantil e da colheita. E agora eu tô experimentando, vivenciando o experimento que eu programei, que eu montei, a experiência que eu quis realizar. Ah, mas eu não quis não. Ah, aqui sim. >> Quando você tomou aquelas atitudes lá, você tava buscando. E olhe que a coisa não é olho por olho, dente por dente. Deus não nos coloca nunca para passar por tudo que fizemos, um por um daqueles que prejudicamos. Não é isso? Nós somos colocados em situações próximas, parecidas, numa dimensão muito menor, para que despertemos e compreendamos que aquela postura, aquela atitude boa nem para você e nem para os outros. Quando nós compreendemos isso, mas compreendemos de verdade, quando
imensão muito menor, para que despertemos e compreendamos que aquela postura, aquela atitude boa nem para você e nem para os outros. Quando nós compreendemos isso, mas compreendemos de verdade, quando entendemos e adquirimos uma outra postura em relação à vida, some a prova, porque a gente entendeu, mas a gente, né, muitas vezes se deixa bater, fica naquela posição de, ah, que droga, que vida, porcaria. E aí vem uma outra mania nossa também, né? A mania de sentir a dor além do que ela dói, ficar mais tempo naquela situação do que precisaríamos, como se cultivássemos aquela situação. É uma espécie de vamos me colocar na posição do coitadinho. Por que na posição do coitadinho? Eu talvez inspire. os cuidados de alguém e quem sabe alguém não pode resolver o meu problema, não vim a resolvê-lo. Mas se aquilo é um aprendizado meu, ninguém vai resolver. Então, façamos o seguinte. Fiz a minha parte, fiz, fiz o que eu podia, fiz, depende de mim, não. Então, bola pra frente, tô com Deus e não abro. Ele sabe o melhor para mim. Eu não vou ficar costumeiramente me deixando abater. E mais que isso, eu vou lutar contra esse comportamento, contra esse, posso até chamar de hábito, me chatear quando as coisas não estão indo como eu gostaria. Óbvio, não estou dizendo para ninguém morrer de felicidade. Ah, minha vida tá uma porcaria, tô morrendo de rir. Não é isso. É não dar mais valor ao que deveríamos dar desnecessariamente. Doeu, doeu, tá doendo, tá doendo. OK. Então, tem uma razão de ser, tem um aprendizado. O que eu quero dizer é que nós temos que nos preocupar mais em descobrir o aprendizado que tá por trás daquela situação para que logo possamos entendê-lo e nos livrarmos, né, da situação difícil, porque entendemos o que precisávamos passar e continuar a vida. em vez de ficar parado, não querendo ir paraa frente, se colocando na posição de vou desabar moralmente. Isso produz, como não tá no no início do texto, uma vontade da alma, uma vontade inconsciente de querer ir embora, de querer ir para o plano espiritual.
colocando na posição de vou desabar moralmente. Isso produz, como não tá no no início do texto, uma vontade da alma, uma vontade inconsciente de querer ir embora, de querer ir para o plano espiritual. Nós não não não nos lembramos muitas vezes, na maioria das vezes, né, ainda nesse padrão nosso de evolução, que quando foi pra gente vir pra terra, voltar pra terra, encarnar aqui, eh, normalmente, né, via de regra, a gente não quer, a gente não quer voltar pra terra encarnado, não. Aqui na colônia eu tô muito bem, aqui tá tudo muito tranquilo, eu fico por aqui, aprendo, estudo, não precisa voltar. Ah, precisamos. Então a gente, eu até brinco, né? A gente chega a fazer terapia do lado de lá para poder aceitar, reencarnar e volta. Quando chega aqui, a gente fica reclamando. Não, mas aí quer ir embora da vida. Não, a vida é ótima. Ah, mas você não tava entristecido, abatido, chateado? Não, eu tô, eu tô porque minha vida não tá muito boa. Eu tô até meio deprimido, tô tô me tratando. Mas por quê? Se você aceitou ouvir, se você veio, veio para realizar uma tarefa. Então não vamos ficar triste. Não fiquemos tristes. Atrasa, atrapalha o nosso caminhar. Não nos deixar abater é uma providência importantíssima, muito salutar, nos ajuda a recuperar mais rapidamente o nosso ânimo, a nossa vontade de seguir. Não devemos atrelar nossa felicidade, nossa alegria às coisas que nos acontecem. Quero dizer que a felicidade, que a alegria não procede, não vem do que nos chega na vida ou pela vida. Ela vem da forma como nós nos colocamos na vida. É de dentro para fora. É a maneira como eu enxergo a existência, a minha prova, a minha tarefa, a minha encarnação, a minha vida, é que vai me trazer alegria ou não. Então, não se deixe abater equivale a coloque-se na posição de filho de Deus. Detentor das suas potencialidades, das suas capacidades, com as suas habilidades, saia pra vida de cabeça erguida, apoiando-se em Deus na certeza de que você vive o melhor momento da sua vida. Aprendamos, lutemos, conquistemos,
idades, das suas capacidades, com as suas habilidades, saia pra vida de cabeça erguida, apoiando-se em Deus na certeza de que você vive o melhor momento da sua vida. Aprendamos, lutemos, conquistemos, avancemos. Amanhã, se não amanhã, sexta-feira, dia 26, mês que vem, ano que vem, década que vem, século que vem, encarnação que venha, não tem problema, será melhor. Então, minhas queridas e meus queridos, desejo a todos nós que essa vontade sempre de sorrir, de manter a alegria interna, de colocar isso para fora, seja sempre superior aos desânimos, aos sentimentos de abatimento que possam nascer e com fé em Deus vamos superar a todos eles. Que assim seja. Bom, elevemos então o pensamento todos juntos a esse Deus maravilhoso, a esse pai de amor, de bondade, de perdão, de misericórdia. E digamos: "Muito obrigado, meu Deus, minha vida, por todo o amparo que nos destes e pela oportunidade assistida de estarmos na terra mais uma vez em aprendizado. Que assim seja. Graças a Deus. Muito obrigado, pessoal. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos
presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos [música] se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre
mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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