Não furtar

TV Goiás Espírita 16/03/2026 (há 3 semanas) 35:53 23 visualizações

Com Juquinha

Transcrição

Irmãos queridos, uma boa noite, tarde, tarde, noite a todos. Rogamos inicialmente que Jesus, esse amigo incondicional de nossas almas, possa nesse instante iluminar-nos com sua luz, envolver os nossos corações, dar-nos segurança em nosso caminhar e também que nos envolva, nos proteja e ampare a todos. O assunto que nos foi passado para a reflexão desta tarde, noite é: "Não furtarás". Capítulo terceiro de o livro Justiça Divina. Não furtarás. Nós temos a primeira referência no decálogo de Moisés quando no seu artigo oitavo prescreve: "Não furtarás". Se nós analisarmos furtar e roubar, o nosso Código Penal estabelece condições diferentes para ambos. Furtar seria tão somente quando se faz apropriação indébita sem contato com a vítima. E o roubo, aí envolve confronto, força ou intimidação para tirar. Então, o roubo é mais grave do que o furto simplesmente. Agora, isso em se falando de coisas de bens materiais. Mas se nós analisarmos sobre o ponto de vista espiritual, também nós vamos encontrar as duas situações, porque também nós podemos furtar ou roubar os bens da alma. No livro Céu Inferno de 1865, Kardec prescreve no Código Penal da Vida Futura 33 situações, 33 pontos em que nós incorremos em crimes e roubos do bem moral, bem espiritual das pessoas. Mas nós podemos resumir esse Código Penal de O céu e o inferno em três situações. Primeiro, o sofrimento é inerente à imperfeição. Toda imperfeição, assim como toda falta dela promanada, ela traz consigo o próprio e é castigo nas consequências naturais. que são inevitáveis. Assim a moléstia pone os excessos e da ociosidade nasce o tédio, sem que haja misté uma condenação especial para cada falta ou indivíduo. E terceiro, podendo todo homem libertar-se das imperfeições por efeito da vontade, pode igualmente anular os males consecutivos e assegurar a vida futura felicidade. Partimos do princípio de que a partir do momento em que fomos, emergimos dos reinos inferiores da natureza, foi-nos dado a bênção do raciocínio lógico, que nos permite a inteligência,

tura felicidade. Partimos do princípio de que a partir do momento em que fomos, emergimos dos reinos inferiores da natureza, foi-nos dado a bênção do raciocínio lógico, que nos permite a inteligência, o conhecimento, o discernimento e de quebra nos foi dado o livre arbítrio. A partir deste momento, nós somos os construtores do nosso destino. Então, onde estão gravadas as leis de Deus? A nossa consciência fala-nos o livro dos espíritos. Então, todos nós temos esse conhecimento inato do que é certo e do que é errado. E em justiça divina, agora em 1962 foiado. Emânuel vem reforçar os paradigmas do céu e inferno, dizendo que a justiça divina é uma coisa que só Deus compreende. A nossa justiça está muito longe de abranger a complexidade da justiça divina. Por isso, só a lei de amor e justiça e caridade, só Deus em sua essência a pode realmente executar. Nós estamos a caminho de aprender segmentos, fragmentos desta lei maior. Nós geralmente não praticamos atos tipificados como crime, eh, porque então sofreremos as penas da lei. Então, por isso foi criado o direito positivo em função de excessos, de equívocos. Criou-se então uma legislação que estabelece os limites. Agora, então eu pratico esses atos, as escondidas, esses que são proibidos, para que a lei humana não me alcance. Isso nós estamos observando a todo instante no nosso dia a dia. Mas vamos chegar a um ponto de não mais descumprir a lei, jamais. para não sofrer a ação da lei, mas por uma disposição íntima, interna, de estarmos em conformidade com a lei. Quando foi Jesus interrogado pelos fariseus se deveria pagar o tributo a César? Jesus responde de forma categórica e deu uma essa moeda de quem é essa esfige? De César. Então, dê a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Então, nós temos esse já ensino extraordinário de Jesus. Mas a lei diz: "Não furtarás". Sim, não furtarás o quê? o dinheiro, a fazenda, a beste, a posse dos semelhantes. Contudo, existem outros bens, como já dissemos, que desaparecem subtraídos

io de Jesus. Mas a lei diz: "Não furtarás". Sim, não furtarás o quê? o dinheiro, a fazenda, a beste, a posse dos semelhantes. Contudo, existem outros bens, como já dissemos, que desaparecem subtraídos pelo assalto. Que fazemos a agressividade invisível que passa impone diante dos tribunais da terra, que não os cataloga. Há muitas pessoas que restituem uma simples moeda encontrada na rua, mas que não deixam de roubar a esperança, o entusiasmo dos companheiros dedicados ao bem, traçando telas de amargura e desânimo, com as quais favorecem a vitória do mal. A vida do Chico sempre foi uma exemplificação para todos nós. Aconteceu certa feita que Sidalha, sua madrasta, que tivera a grande iniciativa de recolher todos os filhos que haviam sido dispersados com a morte de Maria, mãe de Deus. E para sustento da família, elas criaram uma horta e todos trabalhavam nessa horta e também na venda do produto delas. E passaram a perceber que quando eles saíam alguém ia e furtava algumas alguns elementos dessa horta. E seia, a madrasta de Chico, diz a ele: "Chico, você conversa com sua mãe? Pergunte a ela o que que nós devemos fazer para evitar esse mal. E Chico perguntou à sua mãe e o espírito sábio de Maria junto de Deus disse: "Meu filho, quando vocês forem sair, entregue a chave da casa para essa vizinha para que ela não cometa mais esse crime." Então veja, a sabedoria, em vez de agredir, deu a oportunidade aquela senhora de se recompor moralmente. O Chico sempre foi exemplo para todos nós. Muitos respeitam as terras dos outros, entretanto, não hesitam em dilapidar-lhes o patrimônio moral, jogando contra eles a maledicência e a calúnia. No livro de ir para o resto da vida de Wallace Leal Rodrigues, que inclus inclusive nós recomendaríamos para os pais a leitura de dessas histórias que lhe são contadas para seus filhos durante o culto no lar. São histórias que mudaram a vida das pessoas. Numa dessas, uma mãe estava muito preocupada com um filho que era muito maledicente. Certa feita, ela estava no quintal.

us filhos durante o culto no lar. São histórias que mudaram a vida das pessoas. Numa dessas, uma mãe estava muito preocupada com um filho que era muito maledicente. Certa feita, ela estava no quintal. lavando uma roupa e o filho chegou e começou a falar falar mal de alguém. Ela pensou, pensou e disse ao seu filho: "Meu filho, vaiá lá no quarto, pega o seu travesseiro e traga aqui". Ele achou esquisita a proposta da mãe, mas fez. Chegando com o travesseiro, ela disse a ele: "Agora rasgue o travesseiro". Eles não entendeu, mas obedeceu a mãe, rasgou o travesseiro. Em seguida, ela disse: "Agora abane ele". Porque estava ventando. E era de puma. E a puma foi para o ar. Alguns momentos depois, ela falou assim: "Agora recolhe todas as plumas que voaram". Ele, mas não tem como. Elas já se foram no vento. Assim é maledicência, meu filho. Quando nós jogamos no ar algo negativo, não tem como retroceder. A lição foi extraordinária. Agora, eu tive uma experiência pessoal, ainda muito muito jovem. Fui por primeira vez assistir um julgamento no fórum da cidade de Goiás. Ali estava sendo julgado um réu, rapaz moreninho, magrinho, que havia furtado na padaria dois pães. Então o advogado de defesa, não vamos dizer os nomes, mas o advogado de acusação chega diante daquele réu e lhe diz com toda a volúpia: "Você é um réprobo, quisto da sociedade e ali derramou sobre aquela criatura os mais adjetivos, os adjetivos mais abjetos. O homem havia roubado dois pães e 1 litro de leite. Após a sua fala, vem o advogado de defesa. Por sinal, era espírita. Chega diante daquele moço e diz: "Meu filho, o que você roubou?" Porque meu filho estava passando fome. O que que você roubou? dois pães e 1 lro de leite. O advogado virou para o juiz e disse: "Juiz, merísimo, eu estou satisfeito. O réu foi libertado por unanimidade pelos jurados. Então, a pessoa já está numa situação indigesta, vamos assim dizer, e você vem ainda com todo o seu repertório discriminá-lo mais ainda. É um roubo a um bem moral daquela

or unanimidade pelos jurados. Então, a pessoa já está numa situação indigesta, vamos assim dizer, e você vem ainda com todo o seu repertório discriminá-lo mais ainda. É um roubo a um bem moral daquela criatura. E Em Emanuel nos recomenda que nós não devemos em momento algum estarmos passivos diante da agressividade, da violência, porque senão nós estaríamos permitindo que ela recrudecesse. Então você não vai entrar na vibração do outro, você não vai agredir também. Você não vai falar no mesmo tom quando, como se diz, a pessoa chega e diz a você, você é ladrão. Eu sei que eu não sou ladrão. Então, qual seria a minha atitude diante de uma situação como esta? Eu diria a ele, fulano, você está me chamando de ladrão. Porventura eu já lhe roubei alguma coisa? Não. Você conhece alguma pessoa? de que dela eu tenha roubado alguma coisa. Não. Então, por que você tá me chamando de ladrão? Essa pessoa, diante desta condição serena, tranquila, ela iria modificar a sua forma de ser e de agir. Ela na próxima esquina não ia chamar ninguém de ladrão, porque poderia encontrar outra pessoa calma, serena, educada que mostrasse a ela o seu equívoco. Então assim, nós podemos ir modificando as pessoas através das nossas atitudes. Nós temos criaturas que nunca arrebataram objetos devido ao conforto do próximo. Contudo, não vacilam em surropear-lhes a confiança com os antagonismos, com as contradições e até mesmo com as traições. Então, muitas vezes você diz quer irer ajudar uma pessoa e faz a ela uma crítica ácida que joga lá embaixo. Não é assim. Emanu nos ensina que nós devemos usar uma gota de verdade, numa jarra de bondade. Então, sempre há uma forma educada, cristã, de você tentar ajudar quem quer que seja. Há pessoas inúmeras que jamais invadiram a posse material de quem quer que seja. No entanto, destróem piedade a concórdia, a segurança do ambiente em que vivem, roubando o tempo e alegria dos que trabalham. Nós não podemos tiznar um ambiente em que vivemos. Nós somos os construtores do nosso

destróem piedade a concórdia, a segurança do ambiente em que vivem, roubando o tempo e alegria dos que trabalham. Nós não podemos tiznar um ambiente em que vivemos. Nós somos os construtores do nosso destino, como disse, e nós é que constituímos uma egrégora em torno de nós que vai influenciar positiva ou negativamente as pessoas com as quais convivemos. Então o mistério se faz que nós busquemos um controle mental, uma saúde mental, para que não nos deixemos envolver em vibrações eh degenerativas. Vivemos um momento muito sério em nossa humanidade, tanta violência, tantas guerras. E nós não podemos ficar pensando, vibrando neste teor que nós sejamos uma usina de vibração positiva. Não afirmou Jesus, não afirmou eh está contido, né? Em Gênese 18. que o Senhor conversava com Abraão e disse a ele que se em Sodoma e Gomorra houvesse 10 justos, aquelas cidades seriam poupadas. Que seriam esses justos? Exatamente 10 pessoas vibrando positivamente. Não havia. E no mundo atual, nós precisamos nos cuidar. para que não sejamos um dos incentivadores dessas vibrações. As coisas estão acontecendo ao nosso lado, mas sejamos como sol, que penetra o o pântano mais fétido e dele sai isento sem contaminar-se. Não furtarás. estatui o preceito divino. É preciso, porém, não furtar ou roubar nem os recursos do corpo, nem os bens da alma, pois que a consequência de todo furto ou roubo é prevista na lei. O livro Renovando Atitudes do Espírito Ramed, psicografado por pelo médio Francisco do Espírito Santo Neto. No capítulo sete tem o título contigo mesmo. O item sete. Então ele nos fala do dever. E o que vem a ser o dever? que diz ele que o dever começa precisamente no ponto em que ameaçamos a felicidade ou a tranquilidade do nosso próximo e termina no limite em que não gostaríamos de ver ultrapassado em relação a nós mesmos. Como decifrar o dever de maneira a observar o íntimo impresso na nossa consciência que é Deus em nós. Estão as leis divinas diante de tantos deveres sociais, profissionais e

o em relação a nós mesmos. Como decifrar o dever de maneira a observar o íntimo impresso na nossa consciência que é Deus em nós. Estão as leis divinas diante de tantos deveres sociais, profissionais e afetivos que muitas vezes nos impõem caminhos divergentes. Nós nascemos para ser únicos. Não há ninguém igual a nós. Então, nós não podemos querer que ninguém haja em conformidade com o que nós achamos que esteja certo querer que nos imitem, vamos assim dizer. Cada um é cada um. Está num nível evolutivo diferente, com experiências diferentes. Então, não há como nivelar as pessoas. Toda educação que se faz em nível nivelado, ela não é produtiva, porque tem que ser de acordo com a necessidade de cada um. Nosso, o primeiro compromisso maior é o contigo, é conosco mesmo. A nossa tarefa mais importante na terra, para a qual nós somos único preparado é exatamente desenvolver a nossa individualidade no transcorrer na nossa longa jornada evolutiva. Não precisamos ter pressa. A natureza não tem pressa. Tudo a seu tempo. Então nós podemos fazer uma pequena diferenciação entre obrigação e dever. A obrigação pode ser conceituada como sendo o que deveríamos fazer para agradar as pessoas ou para nos enquadrar no que elas esperam de nós. Obrigação. Agora, dever. O dever é o processo de auscultar a nós mesmos, nos auscultarmos a nós mesmos, descortinando nossa estrada interior. Logo após, materializá-la num processo lento e constante. Nós temos de fazer aquela volta para dentro de nós mesmos. Sentirmos o ser divino que somos. Termos a consciência de que trazemos em nós a centelha divina. Deus não nos fez do nada, nos fez da sua luminosa essência divina, que é amor. Então, não podemos perder nunca esse endereço de Deus. Nosso processo de evolução consiste em nós cada dia mais irmos essencializando a nossa existência, fazendo que o nosso ser se manifeste no nosso fazer. O dever é a obrigação moral diante de si mesmo primeiro e dos outros em seguida. Isso nos fala o espírito Lázaro em o Evangelho Segundo o

istência, fazendo que o nosso ser se manifeste no nosso fazer. O dever é a obrigação moral diante de si mesmo primeiro e dos outros em seguida. Isso nos fala o espírito Lázaro em o Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 17, itens 7. Agora, no livro dos Espíritos, questão 808, que trata da desigualdade das riquezas, está lá caracterizado que a importância, que a importância tem os títulos, cargos, riquezas materiais que nada valem no plano espiritual. Já nos não nos asseverava Paulo que nada trouxemos para este mundo e manifesto é que dele nada levaremos. O que levaremos conosco dessa experiência terrena, a não ser os valores morais? Valores estes que se incorporam no nosso patrimônio espiritual. Patrimônio esse que os ladrões não roubam, a traça e a ferrugem não corróem. Agora, as qualidades morais, sim, acabamos de dizer, elas são definitivas, elas se incorporam no nosso patrimônio espiritual. Bens que passam despercebido pela legislação humana, mas que não passam desapercebidos pela providência divina. Todo o nosso esforço de nos melhorarmos, de essencializar, tentar essencializar a nossa existência, está sendo observado pela lei divina de muito perto. No Código Penal Divino não há elementos mais sutis do que os do que os códigos humanos. Então, muito mais abrangente. A legislação humana atende o nosso caminhar durante a nossa existência terrestre. Mas o código divino, ele é feito para a eternidade, para qualquer dimensão da vida. E o uso da razão e do bom senso, como nos recomenda Kardec, nos faz que não nos envolvermos em sugestões negativas. Então, se passarmos tudo pelo crio do da razão e do bom senso, como disse recomenda Kardec, nós vamos evitar evitar uma série de transtornos em nossa própria vida. Quando nós furtamos, seja algo material ou moral, ou roubamos algo material ou moral, nós furtamos a nós mesmos os recursos que devemos angarear e que estão dentro de nós. Recursos esses que estão camuflados pela nossa ignorância, pela nossa insensatez. O que aconteceu com na parábola do filho

amos a nós mesmos os recursos que devemos angarear e que estão dentro de nós. Recursos esses que estão camuflados pela nossa ignorância, pela nossa insensatez. O que aconteceu com na parábola do filho pródigo em que aquele jovem que fora para uma terra distante, passando por todas as experiências, e um dia ele faz, senta numa pedra e faz uma grande reflexão e chega à seguinte conclusão: "Eu não sou pastor de porcos, eu sou filho daquele senhor." É o reconhecimento da filiação divina, é o autoconhecimento. A partir daí nós nós desenvolvemos a nossa autorrealização, mas eu tenho que ter consciência do que eu sou. O que eu sou? Então a evolução do ser espiritual começa no que tange ao material. É necessário, é o caminho, mas tem que evoluir para o ser espiritual, respeitar e não furtar e não roubar o patrimônio espiritual das pessoas. E também no Evangelho segundo Espiritismo, no capítulo 14, honrar pai e mãe, nós vemos lá no item nove que fala sobre a ingratidão dos filhos. E dali nós podemos pensar qual seria a situação de um pai que chegando no plano espiritual encontre o espírito daquele que fora a seu confiado como filho para que ele o orientasse. E ele de forma muito tranquila, não realizou a sua grande tarefa de educação daquela alma. seria um remorço. Então, nós deixamos de agir positivamente, permitindo que um ser confiado a nós se transgredisse na vida e chegasse do lado de lá, comprometido como esse filho estaria. No capítulo 17 de O Evangelho Segundo o Espiritismo, sede perfeitos como perfeito o vosso Pai Celestial. Lá nos fala que estamos atendendo a lei de amor, justiça e caridade, respeitando a propriedade, mas não respeitando as pessoas em si. Então, nós destacamos neste nessa lição de justiça divina três pontos importantes. Primeiro deles, o furto invisível. Furto não é só tirar dinheiro ou bens, mas também agir com maledicência e calúnia, dilapidando o patrimônio e a reputação alheia. Também roubo de sentimentos. Subtraímos a alegria, a confiança, a

vel. Furto não é só tirar dinheiro ou bens, mas também agir com maledicência e calúnia, dilapidando o patrimônio e a reputação alheia. Também roubo de sentimentos. Subtraímos a alegria, a confiança, a serenidade dos outros, que é uma violação grave da lei divina. Como consequências, todo furto e todo roubo, seja ele material ou moral, gera consequências espirituais previstas na lei de causa e efeito. A doutrina espírita nos coloca diante desta lei, mostrando que Deus não castiga, que Deus não é irracível, odiento vingativo, mas que ele estabeleceu leis sábias divinas e eternas que nos os destinos. E nós temos que nos conformar a essas leis. Esse capítulo apela para que se respeite a paz e o tempo do de trabalho de nossos semelhantes. E o texto também destaca o preceito divino abrange o que abrange o corpo e a alma. Então, quando diz que nós somos trabalhadores da última hora e quando o texto evangelho nos diz que muito será pedido a quem muito foi dado que nos cuidemos, porque temos todas as informações para nos conduzir de forma diferente pela razão e pelo bom senso. Repito mais uma vez, como nos recomenda Kardec. Então, nós podemos dizer que estamos ainda muito distantes da meta. É verdade. A perfeição ela é infinita e nós estamos caminhando a passos lentos nesse sentido. Então, malatemos a oportunidade santa desta encarnação para quando chegarmos do lado de lá não ver, não perceber com com a visão mais ampliada o que nós poderíamos ter feito e não fizemos e principalmente não termos furtado ou roubado, não só materialmente, mas principalmente os bens da alma de nossos semelhantes. Encerrando o nosso comentário dessa tarde e noite, nós gostaríamos de trazer uma um poema de nossa querida poetisa Cora Coralina, que com muita sabedoria estabeleceu nesse poema Saber Viver. Então nos diz a poetiza, não sei se a vida é longa ou curta demais, mas sei que nada que vivemos tem sentido se não tocarmos o coração das pessoas. Muitas vezes basta ser colo que acolhe, braços que envolvem,

s diz a poetiza, não sei se a vida é longa ou curta demais, mas sei que nada que vivemos tem sentido se não tocarmos o coração das pessoas. Muitas vezes basta ser colo que acolhe, braços que envolvem, palavras que consolam, olhar que acarecia. Alegria que contagia, silêncio que respeita, lágrima que rola, desejo que sacia, amor que promove. E tudo isso não é coisa de outro mundo. É o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem longa, nem curta demais, mas que ela seja intensa, verdadeira. pura enquanto durar. a sabedoria de nossa querida poetisa. Nós encerramos esse nosso comentário desta tarde e noite, agradecendo de coração a cada um que esteve conosco. Um beijo no coração e a nossa desejo de muita paz e muita alegria. Muito obrigado, por onde eu caminhar, contigo vou seguir. Venha comigo ver que juntos temos força para vencer. Vamos seguir na mesma direção, buscando a união. Seremos um só. Vamos buscar o amor dentro de nós. vai sempre existir a força para viver no coração, para nos iluminar dentro de nós. Vamos acreditar que em nosso olhar existe a luz. O amor vai nos guiar. >> O amor vai nos guiar. dentro de nós vai sempre existir a força para viver no coração, >> para nos iluminar. dentro de nós. Vamos acreditar que em nosso olhar existe a luz. O amor vai nos guiar, o amor vai nos guiar. >> O amor vai nos guiar. Oh. Oh.

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