Movimento Você e a Paz 2021 - Edição São Paulo (SP)
Movimento Você e a Paz 2021 - Edição São Paulo (SP)
Não podemos mais seguir esses caminhos [música] que só trazem sofrimento [música] e aflição. Já é hora de buscarmos novas trilhas. Uma estrada que nos leve ao coração. Cada um tem [música] que fazer a sua parte. O segredo [música] está em dar-nos nossas mãos. E se a ver que a [música] paz é sempre uma arte que [música] precisa sentimento em ação, vem [música] pazar. A paz é ação. Vem [música] p, cuida da dor do teu irmão. Vem pazar. Me dá tua mão. Vem [música] passear com muito amor no coração. Todos querem [música] encontrar felicidade e também o melhor mundo para viver. Começar exigeir fé. [música] muita vontade e coragem [música] para mudar o nosso ser. Se sozinhos nós podemos muito pouco nos unirmos vai de [música] mim no irador nesse mundo que precisa de um rumo novo. O segredo está na paz [música] e no amor. Vem pazar. A paz é ação. [música] Vem passear, cuidar da dor do teu irmão. Vem pazar me da tua mão. [música] Vem passear com muito amor no coração. Vem pazar. [música] A paz é ação. Vem pidar [música] da dor do teu irmão. Vem passeiar. Me dá tua mão. Vem passear com muito amor no coração. Nosso especial boa noite a todos que nos acompanham pela TV Mansão do Caminho em nossas redes sociais. Sejam muito bem-vindos nesta noite em que temos o grande prazer de apresentar e dar as boas-vindas ao movimento Você e a Paz da cidade de São Paulo, que pela sétima vez consecutiva realiza este importante trabalho, acolhendo a mensagem irrecusável da paz. Agradecemos a Associação de Desenvolvimento Espiritual Reencontro, através de seu presidente, Senr. Jonas Pinheiro Leitão e demais diretores e colaboradores, confrades queridos, amigos que se unem nesta ação parceira pela paz na realização desta noite. Estimular pensamentos e condutas pacíficas que nos estimulem ações pacificadoras é nossa responsabilidade pessoal com agentes modificadores da ordem social que somos quando nos encontramos envolvidos pela ação autotransformadora e efetiva que advém da consciência desperta que vibra, reflete e busca a
dade pessoal com agentes modificadores da ordem social que somos quando nos encontramos envolvidos pela ação autotransformadora e efetiva que advém da consciência desperta que vibra, reflete e busca a sua plenitude. Este é o sétimo e penúltimo evento do movimento Você e a Paz 2021, ainda realizado de modo virtual devido à pandemia e as medidas restritivas. Programamos sete encontros no período de agosto a dezembro, já tendo realizado cinco deles na cidade de Amparo, São Paulo, em 28 de agosto, Brasília, Distrito Federal, em 25 de setembro, Concórdia, Santa Catarina 30 de outubro, Uruguai, 13 de novembro, São Luís, Maranhão, 27 de novembro e hoje Hoje em São Paulo, encerraremos os nossos eventos do movimento Você e a Paz 2021 no dia 19 de dezembro em Salvador, Bahia, onde tudo começou há 23 anos. Nasceu de um sonho de Divaldo Franco, seu idealizador, iniciando as suas atividades em dezembro de 1998 aqui na cidade do Salvador, quando ele levou pela primeira vez à praça pública a mensagem da paz, mantendo até hoje esta admirável e persistente caminhada de 23 anos, conduzindo a paz e a esperança aos nossos corações. e contribuindo para uma sociedade mais justa, mais solidária e mais fraterna. É, portanto, com grande satisfação que a Mansão do Caminho saúda aos queridos companheiros de São Paulo, cidade anfitriando, o evento de hoje. Assistiremos agora a um vídeo de apresentação do evento preparado com muito carinho pela equipe realizadora e a seguir passaremos a condução dos trabalhos para Jonas Leitão, prosseguindo com a programação da noite e desejando a todos um feliz evento. Paz. Esse sentimento de união, empatia e colaboração é a grande tônica do movimento Você e a Paz. Seja bem-vindo à sétima edição do Nosso Movimento em São Paulo. Criado idealizado pelo médium e orador espírita Eddo Franco, a iniciativa existe desde 1998 e é uma atividade sem conotação religiosa ou política que tem como propósito desenvolver a cultura da paz. O objetivo é mobilizar as pessoas no
dor espírita Eddo Franco, a iniciativa existe desde 1998 e é uma atividade sem conotação religiosa ou política que tem como propósito desenvolver a cultura da paz. O objetivo é mobilizar as pessoas no sentido de transformá-las em agentes multiplicadores da paz. Desenvolvido inicialmente em Salvador há mais de 20 anos sobão do caminho. A iniciativa ganhou força, como o passar dos anos, e se expandiu para outras cidades do Brasil e do exterior, onde reuniu milhares de pessoas. Por duas vezes, foi realizado na sede da ONU em Nova York. O Você e a Paz consiste em palestras públicas proferidas por Divaldo Franco e convidados, levando os indivíduos a uma reflexão profunda quanto à necessidade de renovação dos sentimentos e mudança de comportamento, de modo a superar a atual conjuntura de violência e agressividade em que a sociedade se encontra. O evento também premia pessoas, instituições e empresas. que se doam em prol da paz. Aqui em São Paulo, a primeira edição do evento foi realizada em 2015 sob coordenação da Associação de Desenvolvimento Espiritual Reencontro. O evento aconteceu no Parque Sabespa, com a presença de representantes de religiões, filosofias e sociedade civil, como o padre Cônigo José Bison do catolicismo, Sheik Gerhad Hassan Hamadé do islamismo, jornalista Heródoto Barbeiro do budismo e Alexandre Caldini do Espiritismo. O encontro contou também com a participação da ex-primeira dama do estado de São Paulo, dona Lu Alkim. No ano seguinte, o evento passou a ser realizado no auditório Birapuera, no Parque do Birapuera, com as participações de Dom Júlio Andy Acamini, Sheik Jihad Hassan Ramadé, Monja Reichingandra, Rabino Michel Schlesinger, José Carlos Deluca e Osimar Camerlengo, além de apresentações musicais. 2017 marcou a terceira edição do evento com maciça participação do público e representantes da sociedade civil também no auditório Ibi Birapuera. O evento foi marcado por uma apresentação inédita de João Carlos Martins e Roberto Minzu representantes das religiões também
lico e representantes da sociedade civil também no auditório Ibi Birapuera. O evento foi marcado por uma apresentação inédita de João Carlos Martins e Roberto Minzu representantes das religiões também falaram sobre seus olhares sobre a cultura da paz. A quarta edição do movimento em São Paulo foi marcada mais uma vez pela participação de membros do catolicismo, espiritismo, judaísmo, Umbanda, falando sobre suas visões da importância da paz. Em 2019, o movimento Você e a Paz ganhou um novo cenário, o auditório Simon Bolívar, no Memorial da América Latina. O encontro foi aberto com apresentações musicais da banda interreligiosa Sou da Paz. Assim como nas edições anteriores, o evento contou com a participação de membros de religiões e filosofias, falando sobre a cultura da paz. No ano passado, o movimento Você e a Paz em São Paulo foi realizado de maneira online, com transmissão ao vivo pela TV Mansão do Caminho e contou com mensagens do rabino Michel Slesinger e de Dom Edgar Madi. Nosso espírito, esforço e intenção continuam os mesmos, seguindo o nosso propósito de desenvolver uma cultura de paz. por meio do amor, tolerância, empatia e respeito múos. Embuídos nesse sentimento de amor e paz, propomos uma reflexão sobre nosso olhar, postura e atitudes diante da vida. Uma sociedade mais justa, fraterna e com valores mais humanitários passa por desenvolvermos esse espírito. Desejamos a todos um ótimo evento e que as mensagens transmitidas aqui nos inspirem a um mundo melhor. Afinal, a paz do mundo [música] começa em mim. Bem-vindos à sétima edição do movimento Você e a Paz. [música] Boa noite, Telma. Boa noite, Divaldo. Agradeço pela honra e a oportunidade de vocês nos convidarem para participar e colaborar com esse movimento que já consideramos nosso também. Em nome de São Paulo e da nossa casa Reencontro, a Associação Desenvolvimento Espiritual, dou boas-vindas a todos que estão participando conosco nesse movimento Gia Paz com Divaldo Franco. Para iniciarmos nossas reflexões a
da nossa casa Reencontro, a Associação Desenvolvimento Espiritual, dou boas-vindas a todos que estão participando conosco nesse movimento Gia Paz com Divaldo Franco. Para iniciarmos nossas reflexões a respeito do tema, convido o nosso querido amigo Irineu Gaspareto. Ele é psicólogo, médium, escritor, palestrante, músico, administrador de empresas e fundador do Instituto Presença. Seja bem-vindo, Irineu. Olá, meus amigos, minhas amigas. Boa noite. Boa noite, meu amigo Divaldo, meu amigo Jonas. Meu nome é Irineu Gaspareto. Eu sou psicólogo, metafísico, estudioso dos assuntos do comportamento. Trabalho também com a mediunidade e estamos aprendendo a vida. E eu quero agradecer, primeiramente a oportunidade de estar aqui falando um pouquinho a respeito da paz, né? essa coisa que a gente procura tanto alcançar, procura tanto conseguir. A paz, né, parece ser a primeira ordem que o próprio Jesus, né, quando quando volta para a ajudar os apóstolos, ficar com eles, é a primeira ordem que ele dá, né, a paz esteja convosco. O estado de paz parece ser aquele estado em que há um encaixe, a uma sensação de libertação, de verdade, de coisa boa, não é? E o contrário da paz, todo mundo já sabe, é a guerra, né? é a aflição, são as ansiedades, todas as coisas que mexem muito conosco. Talvez a dificuldade maior em relação à paz seja exatamente essa estrutura psicológica que nós chamamos de ego, não é? O ego traz essa visão distorcida da realidade, né? uma uma visão estranha em que ou a gente se sente superior ou a gente se sente inferior na autodisvalia, na culpa. O ego sempre tira a gente da nossa verdade pessoal, né? Tira a gente da nossa realidade. E para encontrar esse sentido de paz é só vivendo mesmo, né? Vivendo e prestando muita atenção, né? Hoje fala-se muito em mindfulness, fala-se muito em atenção plena, que é exatamente o fato da gente eh prestar atenção o que que nós estamos fazendo com os nossos pensamentos, que tipo de informação nós estamos nutrindo. Nós estamos sendo bombardeados
atenção plena, que é exatamente o fato da gente eh prestar atenção o que que nós estamos fazendo com os nossos pensamentos, que tipo de informação nós estamos nutrindo. Nós estamos sendo bombardeados por um número imenso de informações e nem sempre a gente consegue eh canalizar tudo isso, né, absorver e realmente entender tudo isso. Mas é um trabalho, né? A paz é um trabalho, é um processo de autodespertar, né, de autoconsciência. A consciência vai acontecendo da gente à medida em que nós vamos vivenciando, à medida em que nós vamos prosseguindo na nossa jornada. Mas o pior mesmo, né, é a guerra, né? A guerra que a nossa mente traz, a ansiedade, eh, a ganância, né? Essa, essa competição que se tornou a vida moderna e nenhum de nós está livre, né, dessa experiência. O importante mesmo é nós nos ligarmos à força de Deus, que a força de Deus é a força eterna e principalmente o entendimento de que o processo da vida se faz no agora, né? Quando nós ficamos presos no passado, ah, das coisas que já aconteceram, sempre há aquele aquele tentáculo de prisão. E quando nós vamos pro futuro, existe toda uma sorte de preocupações e apreensões, como se a gente pudesse controlar. Nós temos muita ilusão do controle, né? Aliás, nós temos várias ilusões e as ilusões impedem que a gente perceba que o poder mesmo, o poder incrível está na paz, né? O poder incrível está na calma, na verdade das coisas, naquilo que a gente pode gradualmente ir escolhendo com a nossa percepção, com o nosso jeito de ser, com o nosso jeito de pensar. Eu espero que você realmente compreenda a grandiosidade do teu espírito e compreenda que tudo aqui passa, tudo aqui é muito fugaz, nada aqui na terra é permanente. O que fica mesmo são as coisas que você consegue conquistar através da calma, da serenidade, da positividade. Eu espero em Deus que você prossiga na sua vida com muita alegria, com muita confiança e com muita verdade no seu coração. Fica com Deus, fique na paz, fique na luz. Agradeço a participação do nosso amigo
spero em Deus que você prossiga na sua vida com muita alegria, com muita confiança e com muita verdade no seu coração. Fica com Deus, fique na paz, fique na luz. Agradeço a participação do nosso amigo Irineu Gaspareto. Para darmos continuidade, apresentamos agora Divaldo Franco. Divaldo Pereira Franco, que é professor, espírita, médium, escritor, orador, filantropo e fundador do Centro Espírita Caminho da Redenção, onde ele já escreveu mais 250 obras publicadas e da mansão do Caminho, onde atende diariamente mais de 5.000 pessoas. Entre muitos títulos recebidos, é embaixador da Paz do Mundo, título recebido em Genebra, na Suíça. Eu gostaria ainda de dar um spoiler que informando a todos que 2022 será um ano muito especial. Teremos muito motivos para comemorar. Se dá o ano de 95 anos de Edivaldo, 75 anos de oratória, 75 anos do Centro Espírita Caminho da Redenção e 70 anos da mansão do caminho. E agora com vocês, Divaldo Franco. Senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas, caras amigas, caros amigos que nos acompanham através da web TV Mansão do Caminho e por outros órgãos das comunicações sociais, meus ardentes votos de paz. Há poucos anos foi publicado nos Estados Unidos e posteriormente traduzido ao português um livro muito interessante. O seu nome é Perdão Radical e o seu autor é um jovem polonês residente nos Estados Unidos com uma ascendência religiosa a uma das muitas correntes do evangelismo na América. O genitor desse indivíduo era pastor. E ele, o jovem, seguindo a linha tradicional da igreja que o pai fundara, começou a dedicar-se com um devotamento muito grande à palavra de Jesus Cristo. O Dr. Sant escreveu este livro porque ele percebeu que o dos grandes males que aflige a humanidade é exatamente a falta de perdão. O perdão está sob v condicionamentos e é apresentado de formas muito complexas, desde o simples ato de perdoar, de esquecer, de não valorizar a ofensa, até situações mais graves e dolorosas que terminam o não perdão e esse
ndicionamentos e é apresentado de formas muito complexas, desde o simples ato de perdoar, de esquecer, de não valorizar a ofensa, até situações mais graves e dolorosas que terminam o não perdão e esse comportamento, levando à vida interior e à vida social do indivíduo, a tragédia do desencanto, da largura ou da violência como da depressão. O seu livro é baseado no velho como no Novo Testamento. E ele procura demonstrar que o perdão é uma atitude saudável e aquele que perdoa adquire com muito mais facilidade a saúde integral. Mas o perdão para ser verdadeiro, ele deve ser radical. O que implica a palavra radical? eh anular exatamente todas as consequências negativas do perdão que ainda não foi oferecido. Questões negativas da mágua, do ressentimento, do ódio, do desejo de vingança, para que sem esses toques secosmentais, a criatura possa desfrutar de equilíbrio emocional. E nesse livro, entre os muitos casos de perdão, o prefácio é escrito por um personagem que se tornou célebre no século passado. Este homem escreveria na história de Israel uma página que comooveria o mundo. Ele teria a oportunidade de padecer os horrores da guerra. Porque vivendo na Europa, quando Hitler deu início à caça aos judeus e arrebatou-o também mandando para um campo de concentração. Ele foi levado para o campo de concentração na Áustria, Tausai. Depois da Segunda Guerra Mundial, visitando a Áustria para divulgar o Espiritismo, eu tive ocasião de visitar também alguns campos de concentração da Europa e da Áustria principalmente, e em particular Maltausen. foi considerado um dos campos mais horrorosos, porque o homem, a criatura feminina, o idoso, a criança, o indivíduo que caía nas amarras de Maltausen ia morrer. Era campo de extermínio também, em realidade estava disfaçado como campo de trabalhos forçados. Mas a subida da montanha, por exemplo, era uma escadaria de pedras irregulares até um relevo bem expressivo. Alguns dos degraus tinham 20 cm, 15. Era um inclinado para cima, outro inclinado
forçados. Mas a subida da montanha, por exemplo, era uma escadaria de pedras irregulares até um relevo bem expressivo. Alguns dos degraus tinham 20 cm, 15. Era um inclinado para cima, outro inclinado para baixo. Irregulares. O judeus eram obrigados a carregar pedras sobre as costas em média de 15 kg. Levavam-nas de baixo até em cima, naquela fila interminável. E os algozes diante daqueles corpos sem alimento, sem vida, sem vigor, quando caíam, quando tropeçavam e era normal pela irregularidade dos degraus, se bateavam, atiravam pedras, o que tivessem à mão, e muitas vezes matavam. E normalmente alguém caía, fazia o efeito dominó. Um ia caindo para trás sobre o outro e ficavam esmagados pelas pedas. Outras vezes eles faziam experiências para ver quanto o coração aguenta numa altura e uma queda violenta. Do alto desse mesmo monte, os judeus deviam atirar-se espontaneamente e caía a arrebentar-se. E eles iam anotando as gargalhadas. Tive ocasião de visitar algumas das furnas onde eram colocados menos que animais irracionais. Nessa época, por volta de 1980, ainda havia o horror psíquico. A psicosfera deprimente ali estava reservado como triunfo do bem. para que as novas gerações pudessem ver o de que é capaz a criatura humana quando dominada pelos seus instintos grosseiros e especialmente o instinto de destruição da guerra. Desse modo, esse personagem a que me referimos foi naturalmente levado para o campo de Maltausen. E ele visental experimentou os mais tormentosos sacrifícios e se havia prometido viver para poder narrar ao mundo o que era inacreditável em qualquer época da história. Vizental. Quando terminou a guerra, impôs-se uma tarefa, punir aqueles algozes que cometeram tantas arbitariedades. E com o serviço secreto de Israel, ele desempenhou uma das faças históricas mais impressionantes. Inclusive ele fez parte da elite que conseguiu transferir da Argentina para Telviv. Asma, o ministro dos transportes da Alemanha. Era ele quem providenciava os trens, os veículos para levar os
nantes. Inclusive ele fez parte da elite que conseguiu transferir da Argentina para Telviv. Asma, o ministro dos transportes da Alemanha. Era ele quem providenciava os trens, os veículos para levar os milhões de judeus para o destino fatal da morte cruel a longo prazo pela fome, pelos trabalhos forçados, pelas doenças, pelo abandono da humanidade. Estava ele certo dia conta no livro perdão radical fazendo seu trabalho entre os outros. Quando uma enfermeira aproximou-se do grupo que ele estava e chamou elegendo para que viesse com ela, ele naturalmente abandonou tudo e começou a acompanhar aquela terrível mulher do nazismo, que eram chamadas as mistas violentas, mais perversas do que muitos homens. E entende foi vendo que o campo também estava em destroços das bombas inglesas e americanas. Em determinado lugar, ele passou pelo cemitério que enterrava os nazistas. E então ele teve uma emoção. Havia uns graçóis sobre algumas sepulturas e ele reflexionou: "Para os miseráveis, flores para nós o desprezo e o esquecimento." Ele estava caminhando para o outro lado, onde se encontravam aqueles que iam morrer de qualquer forma. E ele estava sendo chamado para poder ouvir um jovem de 21 anos, judeu da floresta negra. O rapaz fora vítima do explodir de uma bomba que praticamente lhe despedaçou parte da face. estava semimorto, mas ele havia pedido que queria falar com o judeu, um judeu nascido em Israel, que fosse realmente judeu. E foi providenciado levarem Simon vizental. Simon chegou, aquela ala destroçada, os leitos dos que estavam morrendo, as lamentações, os gritos, a medicação a que eram submetidos era a mínima. Ele próprio estava lhe esperando só para morrer. Já não havia morfina para diminuir tantas dores. Então, a enfermeira disse: "Ouça-o e atenda-o". e saiu. Ele puxou uma banqueta ao lado. O rosto do rapaz estava todo com ataduras, mas se podiam ver dois olhos azuis transparentes e belos. Ele estava com ataduras em várias partes do corpo, também no braço, e tinha odor
banqueta ao lado. O rosto do rapaz estava todo com ataduras, mas se podiam ver dois olhos azuis transparentes e belos. Ele estava com ataduras em várias partes do corpo, também no braço, e tinha odor de carne apodrecida. O rapaz perguntou: "Meu nome é Cardo, tenho 21 anos. Eu nasci numa cidade linda da Alemanha. Neste período as flores estão abundantes no jardim da minha casa." "Você é judeu?" Ele perguntou. E Simon respondeu: "Sim, eu sou judeu, o de que me orgulho". Bem, eu entendo. É que eu pensava que já não existem judeus. Sim, existem e jamais deixarão de existir. Como Abraão ficou sabendo que a sua descendência seria igual aos grãos de areia das praias do mundo. Não, não. Eu só queria saber se você é judeu, porque eu nasci no lar cristão. Meus pais eram católicos e eu até os 14, 15 anos eu era católico também e acreditava do judeu que foi crucificado. Portanto, eu não tinha nada contra os judeus naquela época, nem minha família. E quando Hitler assumiu o poder, minha mãe disse: "Ele é um louco. Esse homem é um endemoniado, vai destruir o mundo e me proibiu de qualquer contacto com nazistas. Era um partido de horror. Mas quando eu completei 15 anos, Hitler foi pronunciar o discurso em Nurberg para a juventude ritarista, a juventude alemã e eu fui, éramos 50.000 jovens e quando ele apareceu, parece que a sua estranha figura a todos nos hipnotizou. Ele disse no discurso: "Nós os nazistas não queremos amor compaixão de ninguém. Queremos o ódio. Desejamos ser odiados. Onde passarmos, deixaremos as provas, as marcas da nossa crueldade. Eu não desejo que vocês sejam assustados, que temam, mas que impõe o temor e a loucura tomou conta do campo de futebol, a alvação, a gritaria. E quando saímos dali, eu me registrei como membro da juventude ritarista. Para minha mãe, foi um golpe terrível. Ela disse que o demônio me havia arrebatado e eu tive que sair para treinamento. Viajei e odiei os judeus. Depois da noite dos cristais e da queima dos livros de autores judeus, o meu rancor, o meu ódio aos
sse que o demônio me havia arrebatado e eu tive que sair para treinamento. Viajei e odiei os judeus. Depois da noite dos cristais e da queima dos livros de autores judeus, o meu rancor, o meu ódio aos judeus foi terrível. Fez uma pausa. Você é judeu? Sim, eu já disse que sou judeu. Eu entendo. E eu comecei a caçar judeus. Mateios foi nomeado para um posto de alta significação aos 19 anos. Perseguíamos judeus em toda parte, mas houve algo na minha vida que mudou completamente a estrutura. Estávamos na Polônia e descobrimos na floresta uma comunidade judia. Então, com a grande tropa, o nosso chefe levou-nos a cercar a aldeia, as muralhas, as portas e mandou que tanques e nós outros entrássemos e acordássemos todas as pessoas. Era perto do Natal e acordamos. Toda a aldeia era madrugada. Fizemos descer em trajes de dormir até a praça que congelava. E quando todos estavam na praça, o chefe escolheu uma casa de madeira de três pisos e mandou que eles entrassem. E eles foram entrando e foram lotando a casa e subindo. Então trancaram-se portas e janelas do terre. Fizemos um grupo de elite de atiradores e tocamos fogo na casa com todos eles vivos. Então começamos a ouvir a loucura, a guitaria e darmos gargalhadas. Porque judeu não é nada menos do que um porco. Mas de repente vimos que todos eles iam subindo para se livrarem dasaras que cresciam vermente. A casa era toda de madeira até que começaram os lances piores. Aqueles que chegaram ao terceiro andar, visitados pelas chamas que avançavam, atiravam-se de lá e nós acertávamos com fuzil. Foi então que eu vi um homem correr de um lado para o outro, segurando uma mulher. Deveria ser um casal e uma criança de uns 8 anos atrás. Então os dois se jogaram e nós os matamos. Daí a pouco o rapazito foi de grande janela, os seus olhos olhavam para baixo e eu fixei-os. Os olhos falavam, pediam misericórdia. Sem dizer uma palavra, o rapazinho foi chegando à borda e jogou-se. Eu então com revólver, acertei-o e ele caiu nos meus pés com os olhos abertos,
e eu fixei-os. Os olhos falavam, pediam misericórdia. Sem dizer uma palavra, o rapazinho foi chegando à borda e jogou-se. Eu então com revólver, acertei-o e ele caiu nos meus pés com os olhos abertos, olhando para mim. Eu olhei e naquele momento, como numa tela cinematográfica, a minha vida passou com celeridade e eu me dei conta dos crimes que havia praticado. Eram criaturas humanas. Lembrei-me de quando eu tinha 8 anos, 10, na floresta negra brincando. Lembrei-me do crucificado. Lembrei-me de minha mãe. Eu estou morrendo e os olhos dele estão me fitando. Eu quero lhe pedir o favor. Tenho sede. Peguei um copo sujo com a água dele. Era nauseante, mas ele bebeu. As moscas voejavam e pousavam nele. Eu as afastei com ódio, com náusea. Era aquele covarde ali chorando, o nosso algó, a raça perfeita, o assassino de vidas. E com maior desprezo olhei para ele. Ele então disse: "Eu tenho pedido a fazer. Você vai viver. E se você viver, a guerra está acabando. Eu queria lhe pedir uma coisa. Vá à minha cidade. Minha mãe deve estar viva. Meu pai deve ter ido para a guerra. Minha mãe é cristã. Ela é cristã. Diga para ela que eu mandei dizer que eu me voltei para Jesus, que eu não era mal. As mães tm a ideia que os filhos sabem como são as mães. E eu não gostaria que ela soubesse que eu fui tão cruel, tão perverso, que ela morresse de desgosto face ao comportamento do filho a quem ela educou para o bem até a hora que a guerra nos veio destruir. Você promete? Ele tirou então a medalha que tinha seu número e era identidade. Olhou para Visal, botou na mão, segurou. Vizental quis tirar a mão, ele disse: "Não, eu vou pedir para que a minha bção seja para você, leve para minha mãe. Isto vai me aliviar tanto." E diga, e diga que eu morri. Eu morri de uma forma cristã. E agora você é mesmo judeu? Ao invés de ter compaixão daquele homem, um jovem, o rancor tomava conta de mim, o desejo de estrangulá-lo. E ele dizia: "Você é judeu?" Sim. Ah, eu quero lhe pedir que me perdoe. Você me perdoa? Olhei
o invés de ter compaixão daquele homem, um jovem, o rancor tomava conta de mim, o desejo de estrangulá-lo. E ele dizia: "Você é judeu?" Sim. Ah, eu quero lhe pedir que me perdoe. Você me perdoa? Olhei para ele, não disse uma palavra. Levantei-me, fiquei com o medalhão dele e saí daquele ambiente infecto, quase sem poder respirar. Vizental sobreviveu à guerra. Não perdoou ao rapaz, não perdoou as tropas de elite, começou a perseguir os germanos covardes que fugiram da justiça, que vieram para o Brasil, Bolívia, Argentina e também para os países do leste europeu com novas identidades. veio também para o sequestro desse homem terrível, Ashma, que foi levado para Telaviv, ali foi julgado e enforcado. Mas o que me interessa é fazer uma pergunta a aqueles que me acompanham. Você perdoaria? Ele não perdoou. E no perfácio da obra que me referi, ele interroga: "Você perdoaria?" Façamos agora um salto quântico antes da Segunda Guerra Mundial. Entre os anos de 1915 e 1917, a Turquia desencadeou uma campanha contra um povo que até hoje reside no enclavo das suas terras. O Papa Francisco há dois ou três anos declarou os atos dos turcos contra este povo como sendo genocidil. Porque de 1915 a 1917, numa população de 3 milhões de pessoas, os turcos mataram 1.500.000, metade. A luta ainda continua. Mas quero me referir a uma cena. Quando o pequeno batalhão ou pelotão numa cidadezinha do interior se adentra por uma casa, arruma a porta, sobe os degraus ao primeiro andar e uma família está fazendo a refeição. Então, o homem que vem à frente baixo de testa larga, o que cobrindo parte da cabeça, saca do revólver sem dizer uma palavra, mata o cavalheiro que está na cabeceira da cama e mata a senhora que está do outro lado. Duas meninas, uma de um lado e a outra no outro lado da mesa, entram em um estado de choque. E ele pega mais jovem de 12 anos e atira para os soldados. A semelhança de chacais. Os soldados estrangulam nave, violentam nave. E a outra está horrorizada, tem 15 anos. Ele pega, arrasta
de choque. E ele pega mais jovem de 12 anos e atira para os soldados. A semelhança de chacais. Os soldados estrangulam nave, violentam nave. E a outra está horrorizada, tem 15 anos. Ele pega, arrasta e leva para a sua residência. nos arredores era um bordeu. Ali estavam as moças daquele povo, daquela raça. Muito bem. E a moça se torna serva dos instintos grosseiros desse tipo. Depois de um ano de escravidão magra, ela consegue fugir e vai para a capital. Ali na capital ela se recupera. estuda e por volta de 1926 27 ela se torna enfermeira. Estava numa clínica especializada em pessoas portadoras de dermatoses, de doenças da pele deformadas, pessoas próximas da morte. Quando chegou uma ambulância trazendo um homem que era uma chaga, o chefe da clínica examinou, leu o prontuário e percebeu que o homem já estava morrendo. A clínica era muito grande. Ele mandou escolher um dos quartos mais distantes por causa do odor do homem apodrecido e mandou colocar lá. médicos, paramédicos, recusaram se tratar dele, não aguentava o seu odor. E então o diretor olhou assim para os enfermeiros que estavam ao alcance da sua vista e percebeu aquela jovem enfermeira que era o exemplo de devotamento. Chamou-a e disse-lhe: "Eu tenho um paciente morrendo. Talvez ele não chegue amanhã. Eu desejava que a senhorita tomasse conta dele. O estado é lamentável. Eu não tenho como deixar o sócio para morrer. A senhorita se encarregaria dele? Como não? Eu fiz enfermagem porque desejo salvar as vidas. E foi encaminhada. E o homem não morreu. Ela cuidou um mês, três meses depois, ele teve alta. Era um auto militar das tropas turcas. Quando ele saiu e estava ali na tesouraria com o diretor da clínica acertando, apresentou a sua gratidão. Disse: "O senhor, salvou a minha vida. Ele disse: "Não, não, não fui eu, foi aquela enfermeira, aquela moça". Eu disse: "Ah, sim, aquela que não falava nada. Ela só falava monocílabo. Sim, não, mas eu nunca vi ninguém tão fiel, tão capaz." O diretor disse: "Então, agradeça."
i aquela enfermeira, aquela moça". Eu disse: "Ah, sim, aquela que não falava nada. Ela só falava monocílabo. Sim, não, mas eu nunca vi ninguém tão fiel, tão capaz." O diretor disse: "Então, agradeça." Ele foi e chamou. Ela virou-se, ele tirou o que da cabeça e disse: "Senhorita, eu quero agradecer" e disse palavras encumiásticas à moça, palavras de muita ternura, de muita gratidão. E ela, com toda a gentileza atendeu, ouviu e disse alguma coisa: "Sou eu quem agradece a Deus". Ele disse: "Ah, a senhorita não é turca, o seu assento é estrangeiro." Ela disse: "Sim, senhor. Meu assento é estrangeiro porque eu sou a Armena. A senhora é armena? Esse povo inimigo nosso, pois eu estive no seu país. Ele disse: "Eu sei em 1916 eu estive na Armênia como militar." Ela disse: "Eu sei, mas como sabe? Eu morava na aldeia em que o senhor também morou. E então eu era um homem justo, não voltar o seu povo. Quero saudá-la, porque falaram muito bem o turco apesar do assenta. Ela disse: "É, eu me lembro do senhor daquele dia que o senhor roubou a porta da minha casa, subiu a escada e matou meu pai e minha mãe que estavam no delejum, pegou a minha irmãzinha e levou para seu ela foi estraçalhada, viva pelos monstros turcos e me levou a mim e fez fez de mim um trapo até quando eu pude fugir. Ele olhou e disse: "Lembro-me de você? Você me reconheceu?" Ela disse: "Como não? A vítima nunca esquece do algós. Mas o algós é tão insensível que nunca se lembra das vítimas. E ela, excelência. Essa lembrança é que eu cultivei desde aquele dia o desejo de matá-lo. Eu vim para Turquia para um dia encontrá-lo e matá-lo com toda a crueldade pelas vidas da minha família, dos outros. Nem tanto meus pais, minha irmã, minha vida, que o Senhor destruiu, mas você me encontrou. Eu estava indefeso. Por que você não me matou? Ela disse: "Eu me perguntei muitas vezes depois que eu vim para a Turquia, eu deixei de ser muçulmana e me tornei cristã. Eu acertei a frase daquele que disse: "Perdoai e amai aqueles que vos faça mal.
la disse: "Eu me perguntei muitas vezes depois que eu vim para a Turquia, eu deixei de ser muçulmana e me tornei cristã. Eu acertei a frase daquele que disse: "Perdoai e amai aqueles que vos faça mal. Amai aos vossos inimigos e o meu inimigo excelência". Era Senhor. Eu então perdoei-o do âmago do meu coração. Eu perdoei. Estendeu a mão ele trêmulo, páido, covarde, cruel e disse: "Então você não me matou?" Por causa de Jesus que nos ensinou perdão. E desde aquele dia que eu resolvi salvar a sua vida, eu também me perdoei. O ódio que me consumiu há mais de 10 anos. O ódio que me vence, que me queima, que arde, porque eu perdoei. Então agora eu considero sua excelência o meu irmão. Perdão radical. Você seria capaz de perdoar como a jovem perdoou. Eis aí a solução para o drama da humanidade. Um não perdoou, foi fazer justiça com as mãos. O outro perdoou e Deus fará justiça com seu amor. É diferente. É por essa razão que nós lançamos o movimento você e a paz. A paz do mundo depende de mim, depende de você. Enquanto tivermos paz e perdão dentro de nós, o mundo marchará. A minha existência tem sido muito longa e eu tenho tido oportunidade de meditar como aquele que fez justiça com as mãos. E a jovem que perdoou com coração. Se neste momento a existência romper os zelos da carne, viajarei sem ser inimigo de ninguém, nem de ontem, nem de hoje. Não consigo ser inimigo de ninguém, mas tê-los sim, eu tenho muitos. Deus o tem. É ridículo. Jesus também. Todos nós, sem exceção, temos inimigos. Aqueles que nos invejam, que são piores do que outros. Nós que não correspondemos à expectativa, que geramos situações embaraçosas, mas não se torne inimigo, não seja inimigo de ninguém, seja da paz. A UNESCO quando fez o memorando do ano 2000, com todos os prêmios Nobel da paz em Paris, estabeleceu seis critérios. Para que haja paz? Primeiro, preserve a paz. Aonde você estiver, mantenha a paz. Mesmo que o maior conflito esteja em volta, tente envolver você, recue. Não se deixe invadir pela violência dos
térios. Para que haja paz? Primeiro, preserve a paz. Aonde você estiver, mantenha a paz. Mesmo que o maior conflito esteja em volta, tente envolver você, recue. Não se deixe invadir pela violência dos outros. Conserve a paz. Preserve a paz. é a proposta da UNESCO. Segundo, abandone a violência. Terceiro, seja tolerante. Só se pode ter paz quando é tolerante. Eu não posso pôr o mundo do meu jeito, mas eu posso mudar para me adaptar ao mundo. E então o mundo mudará quando eu mude. É necessário amar a natureza, amar a natureza, a ecologia, diminuir essas ameaças que podem destruir a terra de um momento para outro, inclusive a guerra, os males pandêmicos, os conflitos deste pós pandemia que ainda não acabou na nossa fuga com medo da morte, marchando para a morte. Quinto, ouça para entender. Ouça. Não corte a palavra do outro e conclua erradamente. Por fim, redescobrir a solidariedade, né? que já vê que algum dia nós fomos solidários, mas que hoje nós fomos solitários. Redescobrir a solidariedade. Então, são esses os postulados básicos para a paz. Seja pacífico com a ciência da paz. A ciência da paz é a paciência. Essa paciência que está tão bem configurada no Evangelho Segundo o Espiritismo e que o Espírito Joana de Angeles descreve como sendo a ciência da paz. Toda pessoa paciente é pacífica, não tem violência, ela aprende a sofrer, mas a sofrer com um toque quase neurótico de alegria, porque ela sabe que está resgatando males que praticou. Não está pagando porque Deus não é cobrador de impostos. não está sendo castigada porque ele é o amor. Ele está dando chance da pessoa repetir a experiência e reabilitar-se. Então, a paz e você que hoje apresentamos mais uma vez em nosso movimento na grande cidade de São Paulo, a cidade de Anchieta e de Nóbrega. a maior URB da América Latina nessa querida São Paulo que baixa à frente do Progresso, mas que está necessitando de paz. Porque todos nós, paulistas, paulitanos, brasileiros, criaturas, necessitamos de colocar nas paisagens do coração
a querida São Paulo que baixa à frente do Progresso, mas que está necessitando de paz. Porque todos nós, paulistas, paulitanos, brasileiros, criaturas, necessitamos de colocar nas paisagens do coração o suave perfume da paz. Ser incompreendido, porém compreender. Desejar ser bem tratado, porém tratar muito bem. Que os outros os façam conforme nós lhes fazemos. Mas se isso não for possível compreender que eles têm o direito de ser mais atrasados do que nós? A culpa é do seu processo de evolução, está na infância da espiritualidade. É por isso que o espiritismo, esta ciência do pensamento divino, vem estabelecer a caridade como a porta de entrada do reino dos céus. vem nos dizer que o amor foi santificado no Calvário quando Jesus perdoou aos seus algozes. Então, seja você o emissário da paz, onde estiver, com quem se encontrar ou sem ninguém, esteja em paz. Enfloreça-se, fruteça de sombra, agasalhe, abra os braços e receba. O mundo está cansado de vigias fiscais, punidores, austeros cruéis, mas tá sedento de ternura, de um sorriso, de um aperto de mão, de umculo, de palavras gentis. Quem se não comoove com o gesto de grandeza do outro? Então, movimento você e a paz pretende que esta mensagem chegue profundamente ao seu coração e você possa dizer muito obrigado, porque também aprendi a perdoar e agora tenho paz. Muito obrigado. Agradeço ao nosso querido Divaldo pelas reflexões e esclarecimentos. E agora temos algumas perguntas de nossos colaboradores para suas reflexões e comentários. Querido Divaldo, saudade enorme de você. Por favor, conta pra gente como não perder a paz nos momentos de atribulações, nos momentos de provações, nos momentos de maiores desafios da vida terrena. Gratidão. Confiando em Deus. Quando nós confiamos em Deus, podemos ficar chocados com a presença da violência, com a ocorrência inesperada de qualquer ação desagradável. Mas de imediato, na hora em que sejamos agredidos, em que um fato nos prejudicial, em que as circunstâncias à nossa volta piorem, no íntimo diremos: "Isto passa e
perada de qualquer ação desagradável. Mas de imediato, na hora em que sejamos agredidos, em que um fato nos prejudicial, em que as circunstâncias à nossa volta piorem, no íntimo diremos: "Isto passa e Deus vigia. Ele é meu pai, como é pai das criaturas que aqui estão. Terei paciência porque amanhã é o novo dia. Se nós confiarmos em Deus a ponto de acreditar que ele cuidará do nosso destino, nada nos retira a paz. pode nos dar preocupação, pode nos dar ansiedade e pode nos dar sofrimento, mas a paz é o estado de harmonia entre mim e a divindade. E eu espalho isso com os demais irmãos. Perseverar, portanto, na confiança em Deus. Divaldo querido, no meio de tantas adversidades, as orações é que vão nos acalentar e nos trazer a paz de espírito. Sem dúvida, a oração é a ponte que liga a criatura ao criador. Através da oração, a alma se acalma porque se nebria da misericórdia de Deus. Quando nós abrimos a alma para orar, já produzimos uma vinculação profunda com as fontes generosas da vida. A oração remove montanha, as montanhas da dificuldade, dos problemas, dos sofrimentos, das balbúrdias, da violência, porque nos acalma. É um elixir que nos acalma interiormente, dando-nos forças para prosseguir. Orar e orar sempre, diz o Evangelho. Oi, Divaldo querido, quero te perguntar sobre paz. A nossa paz de espírito pode ajudar a paz mundial, a paz na Terra, a paz no planeta? Este é o elemento primordial para que o mundo seja melhor. Na hora em que eu consigo a minha paz com a minha consciência, eu me torno verdadeiramente um ser integral, um ser cósmico, a ponto de me irmanar à natureza, de considerar o vegetal como meu irmão em fase inicial. os animais como meus irmãos e fase intermediária, os seres atrasados da escala ominal, como aqueles que estão marchando em direção do homem integral perante a consciência divina. Então, somente através da nossa paz pessoal, porque não adianta o mundo nos dar tudo e nós estarmos fora da paz, porque nós desagregaremos o nosso conjunto e virá uma inharmonia,
a consciência divina. Então, somente através da nossa paz pessoal, porque não adianta o mundo nos dar tudo e nós estarmos fora da paz, porque nós desagregaremos o nosso conjunto e virá uma inharmonia, como numa orquestra sinfônica. Se um instrumento apenas um, o mais delicado está fora do compasso. Assim a nossa paz é fundamental para a felicidade geral da humanidade. Meu querido amigo Divaldo Franco, a construção da paz, de um mundo de paz, é um trabalho de todos. Mas qual você acha que é o papel dos espíritas, particularmente nesta construção? Além das nossas vibrações, além das nossas orações, além das nossas preces, das nossas palavras e atitudes? O que nós podemos fazer pela paz é viver e demonstrar a excelência da paz. Um dia eu vi Chico Xavier atendendo a uma pessoa que ele fazia um pedido estranho. Era um pedido estranho e absurdo. Ele não perdeu o fair play de maneira nenhuma e disse numa resposta. Você apresenta isto, meu irmão, como um grande problema. e na rol um drama que ele estava vivendo 10, 20, 30 vezes maior do que aquela questão a que o amigo valorizava e, no entanto, não se queixava. Estava ali demonstrando a excelência da fé, que é geradora da paz. Pela fé em Deus, eu acredito na paz universal, porque o universo, o cosmo, é o resultado inevitável da lei de harmonia que vige em toda parte. E quando por acaso, nós percebemos aquilo que chamamos caos, é a nossa forma de ver algo que tem a sua própria estrutura e não é caótica. Ela é desagradável para mim, mas é benéfica para a sua finalidade que Deus colocou no mundo. Então, o que nós podemos fazer é viver em paz. Agradeço novamente a todos pela participação e pela oportunidade de podermos colaborar e participar nesse importante oportuno movimento. Você a paz. Obrigado, Divalda, Telma. E até a próxima, se Deus permitir. Muito obrigado. A paz do mundo começa [música] em mim. Se eu tenho amor, [música] com certeza sou feliz. Se eu faço bem ao meu [música] irmão, tenho a grandeza dentro [música] do meu
se Deus permitir. Muito obrigado. A paz do mundo começa [música] em mim. Se eu tenho amor, [música] com certeza sou feliz. Se eu faço bem ao meu [música] irmão, tenho a grandeza dentro [música] do meu coração. Chegou a [música] hora da gente construir a paz. Ninguém [música] suporta mais o desamor. Paz pela [música] paz pelas crianças. Paz pela paz pela floresta. Paz pela paz pela [música] coragem de mudar. Paz pela paz. Pela justiça. Paz [música] pela paz. A liberdade, paz pela paz, pela beleza de [música] te amar. A paz do mundo começa em mim. Se eu tenho amor, [música] com certeza sou feliz. Sou feliz. Se eu faço bem, se eu faço bem ao meu [música] irmão, ao meu irmão, tenho a grandeza dentro do meu coração. Chegou a hora da gente [música] construir a paz. Ninguém suporta mais. O desamor faz pela paz, pelas [música] faz pela paz pela floresta. Paz pela paz pela coragem de mudar. Paz pela paz, pela justiça. Paz pela paz. A liberdade. Paz pela paz. pela beleza de [música] te amar. Paz pela paz pro mundo novo. Paz pela paz a esperança. Paz pela paz pela [música] coragem de mudar. Paz pela paz. Pela [música] justiça. Paz pela paz. Liberdade. Paz pela paz. pela [música] beleza de te amar. Faz pela paz pelas crianças. Faz pela paz pela floresta. Faz pela paz pela coragem de muita paz. Muita paz muita paz. Muita paz pela justiça. Paz pela paz liberdade pela paz.
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