Momentos Evangélicos com Tânia Menezes • Afinidades

Mansão do Caminho 15/03/2026 (há 1 semana) 58:18 6,241 visualizações 1,150 curtidas

Nos Momentos Evangélicos deste sábado, o tema Afinidades, do livro do mês Messe de Amor, propõe reflexão sobre os vínculos que construímos e as conexões espirituais que nos aproximam. A expositora Tânia Menezes aborda a importância das escolhas conscientes, da sintonia moral e da responsabilidade nas relações. Um convite à vigilância interior e à harmonização dos sentimentos. 🎙 Expositora: Tânia Menezes 📅 Data: 14/03 📍 Mansão do Caminho – Salvador/BA 📺 Transmissão pela TV Mansão do Caminho #MomentosEvangélicos #TVMansãodoCaminho #DivaldoFranco #MansãodoCaminho #Espiritismo #DoutrinaEspírita #MesseDeAmor *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

E agora a gente vai passar a palavra paraa Tânia, lembrando que a gente tá estudando esse livro, é o livro do mês, Messe de Amor, o primeiro livro psicografado, publicado pelo nosso tio Divaldo, da lavra da benfeitora Joana deângeles. Essa foi uma edição comemorativa de 2024, quando esse livro completou 60 anos. Ele é datado de 5 de maio de 1964, contém 60 mensagens e quando adentramos essas mensagens percebemos o quanto elas são atuais. A querida Tânia, trabalhadora, colaboradora de nossa casa, vai trazer um tema muito especial, significativo, extremamente atual para as nossas reflexões. Contigo a palavra, querida. Boa palestra. Nossos cumprimentos aos irmãos e irmãs que estão nesse espaço, mas também aqueles que nos acompanham através da web TV Mansão do Caminho, nossos votos de muita paz. Eu queria antes falar um pouco eh sobre quando este livro ele foi lançado, relançado da capa dura. Olhando eh a primeira mensagem, a mensagem que é uma mensagem nova em relação a edição anterior, eu queria pedir a tio Divaldo que autografasse o livro e fiquei aguardando um momento oportuno para que fosse feito o autógrafo, porque na verdade ele poderia estar recebendo por pessoas bem próximas colocar o nome, mas eu queria eu própria chegar e entregar para ele fazer o autógrafo. Infelizmente isso não aconteceu e toda vez que olhava o livro lá na estante, não, hoje eu vou pegar e vou levar para tio Divaldo autografar. E eu fiquei neste livro sem o autógrafo de tio Divaldo, mas toda vez que eu pego, eu trago esta lembrança, tanto quanto quanto ela perguntou. Eh, eu trouxe um livro para poder eh fazer a propaganda. Não, esse livro aqui é o meu. E assim eh nós diríamos que as mensagens deste livro são mensagens tão atuais que na medida que você vai lendo, você se encontra. É como se a benfeitora Joana de Ângeles, ela estivesse naquele momento conversando conosco, compreendendo aquilo que nós estamos viver, a viver. E o tema de hoje é afinidades, uma mensagem curta, mais profunda. E eu queria iniciar

e Ângeles, ela estivesse naquele momento conversando conosco, compreendendo aquilo que nós estamos viver, a viver. E o tema de hoje é afinidades, uma mensagem curta, mais profunda. E eu queria iniciar trazendo algo que ela apresenta no terceiro parágrafo deste livro, que é justamente quando, antes de reencarnar nós recebemos a dádiva do corpo físico, porque ela está tratando de um tema que diz respeito à nossa ligação com o mundo espiritual, à afinidade, para que nós possamos estar recebendo desses benfeitor es espirituais, as instruções, orientações. Às vezes nós estamos vivendo momentos tão desafiadores que a nossa mente ela fica um turbilhão e nós temos dificuldades em estar tomando decisões, eh fazendo escolhas de caminhos que podem talvez ser comprometedor para a nossa existência. se a nossa escolha ela for equivocada. Então ela vai falar neste terceiro parágrafo, se nós desejamos assimilar e refletir a vida espiritual, o que é a assimilação e o reflexo? É a nossa primeira chamada de atenção na mensagem. O que é que nós estamos vivendo no nosso dia a dia, no nosso cotidiano? É a vida espiritual ou é a vida material? Porque estamos mergulhados no corpo físico. Todos nós sabemos disso. E essas impressões da matéria nos impulsionam muitas vezes para podermos estar vivendo a matéria e não a nossa realidade espiritual. Então, quando a benfeitora fala a respeito desta assimilação e reflexo da vida espiritual, é para que introjetando na experiência que temos no nosso dia a dia esta vida do espírito, possamos fazer as melhores escolhas, tomar decisões que sejam decisões coerentes. com os propósitos que nós firmamos e afirmamos, reafirmamos antes de reencarnar. Então, ela vai dizer para nós que é necessário receber com pureza exatamente esta dádiva que recebemos dos benfeitores espirituais antes de estarmos aqui. A pureza deste corpo. O que é este corpo? físico. O corpo é um instrumento que nos foi concedido para podermos avançar em nossa marcha evolutiva. Então tem no mundo

espirituais antes de estarmos aqui. A pureza deste corpo. O que é este corpo? físico. O corpo é um instrumento que nos foi concedido para podermos avançar em nossa marcha evolutiva. Então tem no mundo espiritual, André Luiz vai mostrar isso para nós na central de planejamento para o nosso retorno. uma organização para que esses benfeitores reunidos possam pensar sobre as nossas necessidades. Qual é a necessidade para a próxima existência que tenho eu, que tem eh o meu pai e a minha mãe, porque eu vou estar inserida em um contexto da família. E um dos aspectos que será pensado é o corpo físico. Então, às vezes a gente olha assim, tio Divaldo falava muito a respeito do corpo dele envelhecido. Às vezes a gente olha, ai mas eu queria ser alta. Ah, mas eu sou alta, eu queria ser baixa. Ah, eu sou magra, eu queria ser gorda. Ah, eu sou muito gorda, eu queria ser magra. Então, nós estabelecemos um parâmetro para o nosso corpo físico, que é um parâmetro que está vinculado às nossas impressões da matéria, mas quais são as necessidades para o espírito que recebeu aquele corpo? Então, quando vamos chegar à etapa do processamento para o retorno à nova experiência, nós vamos ter a modelagem do nosso corpo físico, o corpo que vai estar atendendo as nossas necessidades evolutivas. Então, estamos cursando muito bem a nossa existência. 20, 30, 40 anos. Daqui a pouco o nosso corpo ele começa a dar um sinalzinho de um processo de adoecimento. Às vezes é uma doença que é transitória, é uma doença aguda. Daqui a pouco é uma doença autoimune, é uma doença crônica. E aí vai o nosso modo de olhar frente àele processo que chega até nós. E é nesse modo de olhar que ela vai falar aqui que nós precisamos ouvidar as queixas e a tristeza. Quantas vezes diante de situações desafiadoras, situações adversas que chegam e que não estavam sendo esperadas por nós. E aí vem a queixa, a lamentação, a revolta. E quem é o primeiro a ser atingido pela nossa queixa? O nosso pai, aquele que nos outorgou a vida. que nos deu a

e que não estavam sendo esperadas por nós. E aí vem a queixa, a lamentação, a revolta. E quem é o primeiro a ser atingido pela nossa queixa? O nosso pai, aquele que nos outorgou a vida. que nos deu a possibilidade de estarmos aqui em uma nova experiência para poder galgarmos um patamar mais à frente e libertar-nos das nossas amarras, daquilo que ainda nos mantém presos ao nosso primitivismo. E aí vamos fazer uma reflexão íntima para poder respondermos a nós mesmos. Eu sou uma pessoa que costumo me queixar. Ah, não, eu me queixo eventualmente. E aí nós lembramos que já fizeram muitos estudos para poder fazer uma análise das pessoas que são queixosas. estudos no exterior, poucos estudos no Brasil, mas há um padrão de comportamento que se apresenta nas pessoas que são queixosas. E esse padrão é observado a nível do cérebro. Então, o nosso cérebro ele é preparado para nós atendermos as demandas que nos chegam. digamos, se eu estou em uma situação de perigo, eu vou ter no cérebro respostas que vão estar ativando em meu corpo algo para responder àele perigo e eu não deixar que eu fique me permitir ficar paralisado diante de uma situação de medo. o cérebro das pessoas queixosas, eles foram analisados e nessa análise se percebeu que as pessoas que se queixam muito são pessoas ansiosas e que tem uma tendência à depressão. Ah, Tânia, mas eu tenho depressão, mas eu não sou uma pessoa queixosa. Não é A + B = A. O comportamento ele se diferencia. Mas é importante que nós pensemos o quanto nas diferentes situações e ocorrências do nosso dia a dia, eu estou me permitindo a queixa, a revolta, a lamentação. Por quê? Quando eu expresso uma queixa, eu estou movimentando o meu psiquismo e esse psiquismo ele vai absorver um pessimismo. Este pessimismo, ele vai estar liberando miasmas que vão permitir a atração e vem a afinidade que ela está tratando aqui. que para o lado daqueles espíritos que não estão interessados no nosso avanço, no nosso progresso. que não surgiu um pensamento pessimista, olhe, ao nosso

e vem a afinidade que ela está tratando aqui. que para o lado daqueles espíritos que não estão interessados no nosso avanço, no nosso progresso. que não surgiu um pensamento pessimista, olhe, ao nosso redor vão ter pessoas que de fato pensarão: "Ai, mas ela está sendo muito pessimista, eu quero ficar distante dela, porque o pessimismo ele também pode me prejudicar". E aí nos estudos que são feitos em relação a essas pessoas que são muito queixosas, está lá posto que muitas vezes a queixa ela chega no sentido de se sentir aceita em um grupo, de estar buscando apoio. Então é também um mecanismo de defesa. Estou passando por uma situação difícil, então quando eu me queixo, talvez eu vai encontrar pessoas que vão ser solidárias. Ô, coitada, Tânia tá passando por isso, vamos fazer um movimento. E aí fica eu me sentindo acolhida. Talvez as pessoas não percebam as dificuldades que eu estou atravessando. E aí, como elas não percebem, quando eu falo, elas vão estar mais próximas a mim, o que é que vai acontecer? Então eu vou me queixar para que as pessoas se sintam mais próximas, se eu me sinta acolhida e aí eu vou criando para o meu cérebro imagens que vão ser perniciosas no futuro. E aí nós lemos uma página que está no livro Contos e Apólogos, escrito através da psicografia de Chico Xavier pelo irmão X. A mensagem é intitulada remédio objetivo. Então fala de um indivíduo que ele era trabalhador em uma casa espírita, que nem nós aqui nessa plateia está repleta de trabalhadores. E este indivíduo, ele estava sempre a se queixar. Mas não é a nossa realidade aqui, né, Lu? Nós não nos queixamos de nada. Tá tudo maravilhoso. Nós concordamos com tudo, não é isso, gente? É ou não é? Então, Isidoro Viana, ele tinha a oportunidade de conversar com o benfeitor espiritual daquela casa, como a gente tinha oportunidade de conversar com o nosso tio Dias queixas. E muitas vezes o o tio Di para a gente assim: "Minha filha, pior seria se ele ou ela não estivesse aqui". E aí a gente baixava a cabeça, né? entendia

unidade de conversar com o nosso tio Dias queixas. E muitas vezes o o tio Di para a gente assim: "Minha filha, pior seria se ele ou ela não estivesse aqui". E aí a gente baixava a cabeça, né? entendia qual era a mensagem que ele estava trazendo, mas Isidoro, na oportunidade da reunião mediúnica, expressava para Policarpo, são nomes fictícios que Humberto de Campos utiliza exatamente para que não haja identificação. Eu acredito que não foi na mansão do caminho, né? E aí um dia na reunião ele disse: "Meu irmão, eu estou exausto. Tudo que eu faço tem sempre alguém para estar criticando. Se porventura eu tomo a iniciativa de fazer os trabalhos, vão dizer que eu sou afoito. Mas se eu levo algum tempo sem estar dando conta do trabalho, me chamam de preguiçoso. Se eu vou e tomo a frente, aí dizem que eu quero aparecer. Então, em cada posicionamento que eu tenho, as pessoas têm sempre uma crítica para fazer de mim. E aí, Policarpo, assim como esses benfeitores espirituais que nos conhecem a fundo, virou para o Isidor e disse: "Ó meu irmão, realmente as pessoas são assim, mas vejam, no planeta Terra há sempre muitos contrastes, porque a sombra ela é vislumbrada, mas quando chega luz, a sombra desaparece. O mal, ele é combatido pelo bem, mas se não tiver pessoas bondosas para combater, o mal vai lá estar. Então, em todo o trabalho que nós tivermos à disposição para desenvolver, é necessário que tenhamos calma, o que às vezes nos falta. E aí passou a semana, Isidoro, com as suas inquietações, eis que chega uma nova reunião. E aí vem Isidoro a falar sobre as suas inquietações e o comportamento das pessoas. E aí ele disse assim: "Se eu procuro ser gentil com as pessoas na casa espírita, aí vão logo dizer: Isidoro só quer aparecer, mas se eu me afasto, eu fico mais na solidão, eu fico mais restrito fazendo as minhas atividades, aí eles vão dizer: "Tá vendo como é orgulhoso? quer fazer tudo sozinho. Mais uma vez, Policarpo, ouvindo ali as queixas, as lamentações, virou para ele e disse: "Olha só,

fazendo as minhas atividades, aí eles vão dizer: "Tá vendo como é orgulhoso? quer fazer tudo sozinho. Mais uma vez, Policarpo, ouvindo ali as queixas, as lamentações, virou para ele e disse: "Olha só, Isidoro, que bom que você já conheceu a Jesus e nós precisamos ter compaixão por aqueles que ainda não conheceram a Jesus. É preciso paciência e perdão. E aí a gente lembra daquela mensagem do Espírito Amigo lá no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 9, item 7. A paciência. Eu sei que Lu adora essa mensagem, que lê muito esta mensagem. Então vai dizer lá um espírito amigo, a benfeitora Joana de Ângeles, que a paciência é também uma caridade. Vejam, quando nós estamos numa seara de trabalho, nós vamos estar convivendo com diversas pessoas que são pessoas diferentes de nós. Estas pessoas foram criadas em um contexto, elas eh cresceram com uma forma, com uma maneira de educação e de convivência. E nós criamos sempre muitas expectativas em relação ao comportamento do outro, que nem sempre atende as nossas expectativas. Então, um espírito amigo, a benfeitora Joana de Angeles lá no Evangelho quando diz que a paciência é uma caridade, mas não a caridade de dar esmolas, que essa é mais fácil, mas a que vai perdoar. Então, vejam, se alguém chega e diz: "Ah, mas ela é orgulhosa, quer fazer tudo sozinha, do outro lado, eu estou sendo gentil e também vão falar." Então, há uma insatisfação geral. Se eu sou gentil, vai falar. Se eu sou, se eu me isolo, vai falar. Então, nunca há um contentamento. Isso é fato. É da natureza humana. Agora, o que é que nós precisamos fazer? Primeiro, não está criando expectativas em relação às pessoas e nós sermos aquilo que nós somos. pessoas que estamos vivendo agora uma experiência que é desafiadora. Todas, todos nós enfrentamos muitos desafios na nossa jornada evolutiva, mas que também encontramos almas afins que vão nos dar as mãos, que apesar de eu chegar e dizer: "Ô, tieira, falaram tanto de mim hoje", ela vai chegar e vai dizer: "Ô, minha filha, não ligue para isso não.

e também encontramos almas afins que vão nos dar as mãos, que apesar de eu chegar e dizer: "Ô, tieira, falaram tanto de mim hoje", ela vai chegar e vai dizer: "Ô, minha filha, não ligue para isso não. Você é isso?" Porque essa é uma pergunta que nós precisamos fazer para nós mesmos. aquilo que estão falando. Eu reconheço que sou, porque às vezes nós também nos situamos em uma posição que não reconhecemos as nossas fragilidades. E aí quando seguiu, né, nesta nesta experiência de Isidoro e de Policarpo, ele continuando a expressar as suas queixas, chegou a um ponto que ele não aguentava mais e virou para o benfeitor e disse: "O que eu posso fazer?" E é claro que os benfeitores espirituais, eles conhecem todas as nossas limitações. E aí disse para ele: "Já sei, Isidoro, você quer um remédio objetivo?" "Sim, eu quero objetividade porque tudo que você está trazendo para mim não está funcionando." E aí, o que foi que o benfeitor disse a ele? Disse a ele: "Vamos então anular a sua consciência. Tome todos os dias um remédio aí, dá lá a dosagem da medicação para você apagar. Não conviva com as pessoas, porque aí com o passar do tempo as críticas vão desaparecer. E é verdade, na convivência teremos sempre aqueles que vão nos dar as mãos e trabalhar junto conosco. E teremos aqueles que vão tentar nos demover dos nossos propósitos. E onde é que nós vamos nos situar? na posição do orgulho, na posição da presunção, na posição da vaidade ou na posição da humildade. Então, vejam que neste capítulo a benfeitora Joana de Angeles, ela manda nós esquecermos a queixa e a tristeza, porque estão andando de mãos dadas. Quando alguém fala de nós ou quando a gente se queixa de algo, aquela queixa ela é revertida de uma vibração que depois a própria vibração daquilo que nós emitimos vai estar retornando para nós. E quando vem as críticas, aí surge a tristeza. Pai, mas eu estou assim tão motivada naquele trabalho novo e aí chega alguém e diz algo que talvez seja por querer estar no nosso lugar ou por não ser como

quando vem as críticas, aí surge a tristeza. Pai, mas eu estou assim tão motivada naquele trabalho novo e aí chega alguém e diz algo que talvez seja por querer estar no nosso lugar ou por não ser como nós somos. E nós aceitamos e acolhemos como se fosse uma verdade. Então daí nós precisamos nos conhecer melhor. Quem sou eu? O que eu estou fazendo aqui? Quais são os propósitos que foram estabelecidos para minha existência? Porque vejam, os benfeitores estão a todo instante cuidando de nós. Eles não cuidaram somente quando elaboraram o planejamento para o nosso retorno. Eles elaboraram. Nós temos o anjo da guarda, mas temos uma equipe que está trabalhando para que aquele projeto estabelecido para nós, ele seja um projeto que vai ser efetivado, porque o interesse é na ascensão de todos nós. Então nós precisamos, ao invés de nos afastarmos, porque quando nós estamos muito queixosos, aí na área da saúde a gente fala polixoso e vai dizer que a pessoa idosa é muito polqueixosa. Por quê? Ela apresenta muitas queixas que são decorrentes do próprio processo de envelhecimento. Imaginemos, gente, que o nosso corpo é uma máquina, uma máquina que recebeu uma cota de fluido vital para viver um determinado tempo que nós não sabemos qual foi esse tempo. No inconsciente tem lá o registro, mas na medida que vamos envelhecendo, essa máquina vai dando sinal de desgastes. E aí vem, ai porque hoje eu tô com isso, amanhã eu tô com aquilo. Quando tem as queixas que dizem respeito aos relacionamentos. Eu não sei se vocês convivem com pessoas que se queixam muito. E isso não é salutar. Não é salutar para a vida física, para a vida psíquica, para a vida emocional, porque todo polqueixoso, ele vai estar trazendo prejuízos para essas esferas do ser integral que nós somos. E por que não dizer para o ser espiritual? Porque tudo quanto está refletindo no nosso corpo físico vai reverberar. no nosso ser espiritual e aquilo que ficar de marca impressa, essa marca que terá o registro no perespírito, eu vou precisar apagar

ue tudo quanto está refletindo no nosso corpo físico vai reverberar. no nosso ser espiritual e aquilo que ficar de marca impressa, essa marca que terá o registro no perespírito, eu vou precisar apagar esta marca e muitas vezes eu venho em uma nova experiência e aquela marca para ser apagada, ela necessita de um processo de adoecimento. Não necessariamente funciona assim. Pode ser por outros mecanismos, inclusive a ação no bem que a benfeitora vai estar trazendo também nesta mensagem afinidades. Ela vai estar sendo geradora da atração destes espíritos que estão trabalhando em nosso favor. E daí pensemos no quanto nós somos estas pessoas que na convivência com o outro podemos estar favorecendo as afinidades. Porque se alguém chega e fala para nós de algo que não é uma coisa boa, a pessoa é pessimista, a pessoa tá revoltada, qual é o nosso papel? entrar naquela energia da revolta do pessimismo. E às vezes, é como a gente diz no popular, vou jogar mais lenha na fogueira para poder pegar fogo. Não é esse o nosso papel. Nós temos que fazer uma mudança naquela vibração, naquele pensamento, porque nós estamos naquele momento sendo os instrumentos que a divindade está se utilizando para poder favorecer uma mudança naquele psiquismo. Depende de quê? da nossa vontade de ouvir. É claro que a nossa escuta será uma escuta acolhedora, porque quando a pessoa chega e fica naquele movimento do falatório que está falando demais, está inquieta demais, ela necessita de um acolhimento, mas de um acolhimento que não será de repressão. É acolher e tentar ver que maneira nós podemos auxiliá-la. a sair daquela condição e nós já recebemos muito. O que que nós estamos fazendo aqui? O que é que a doutrina espírita está oferecendo para nós e e de estarmos justamente com a recepção destas informações, buscando ser como o Policarpo junto ao Isidoro. Então, vai dando as instruções e nós temos sempre ao redor de nós pessoas que nos auxiliam, que nos auxiliam a sair desta energia ou que vai nos colocar

buscando ser como o Policarpo junto ao Isidoro. Então, vai dando as instruções e nós temos sempre ao redor de nós pessoas que nos auxiliam, que nos auxiliam a sair desta energia ou que vai nos colocar para aumentar a nossa revolta. Vemos tantas situações na atualidade da violência, daquilo que as pessoas estão a sofrer. A violência não é somente de ordem física. Então é alguém que falou algo e que é uma fala que se traduz como violência. Então, se chega alguém para poder ouvir de nós algo que vai favorecer sair daquele lugar, por que que nós seremos aqueles que vão Não, realmente essa pessoa fez isso. E aí, e aí nós às vezes tomamos o lugar da dor daquela pessoa, mas ao invés de atendê-la, nós estamos e sendo instrumentos da divindade e fazendo com que aquela pessoa seguir, nós também responderemos pelo que ela venha a que foi fruto da orientação que recebeu. de nós. E vamos pensar nos diferentes cenários que nós transitamos no nosso dia a dia, que é a família, que é o grupo social, que é o grupo de trabalho, que é a casa espírita, nós que transitamos na casa espírita, como estou trabalhando para ser uma pessoa mais otimista? ser uma pessoa mais de bem com a vida, ser uma pessoa que acolhe e menos crítica, porque todos nós recebemos crític na posição que nós nos encontramos. O primeiro laboratório é a família. Então, na família nós vamos estar junto a pessoas que são os nossos afetos, nós sabemos disso, mas também nos deparamos com os desafetos. E esses desafetos vão aguardar a oportunidade para a crítica, para poder olí, tá vendo? está lá tantos anos, deveria agir melhor, mas não. E aí quando nós ouvimos, lembramos muito do nosso tio Di, do nosso tio Nilson, o quanto receberam críticas e ficaram no silêncio. E aí a gente lembra de Jesus. É claro, todas as nossas considerações, elas precisam chegar a um ponto final que é Jesus. Jesus quando ele foi pego no no orto que estava no monte das oliveiras e saiu junto com os soldados, Jesus se queixou. momento nenhum. Se lamentou, não. Aí foi

sam chegar a um ponto final que é Jesus. Jesus quando ele foi pego no no orto que estava no monte das oliveiras e saiu junto com os soldados, Jesus se queixou. momento nenhum. Se lamentou, não. Aí foi preso. Na prisão, açoitaram. Em algum momento Jesus falou algo para se defender? Olha a diferença de nós. Porque quando falam algo que não é verdade ao nosso respeito, o nosso primeiro impulso é de se defender, é de trazer aquilo que eu sou. Mas a quem interessa mostrar quem eu sou? A nós mesmos. Então, reflitamos no nosso posicionamento de queixa, de revolta, de lamentação, porque os espíritos benfeitores, eles estão ao nosso redor aguardando que os nossos pensamentos sintonizem com ele e que com eles e que através desta sintonia nós possamos fazer a melhor travessia diante das tempestades existenciais que estejamos a atravessar. E aí pensemos em diferentes momentos que já vivemos ao longo da nossa existência. como eu me comporto, como eu tenho me comportado, quais têm sido as minhas ações quando eu ouço algo, quando eu sei de algo e que eu preciso me posicionar diante da verdade e eu silencio e eu não tomo partido, ou eu vou e fico. E aquilo vai aumentando. Porque quando alguém chega e fala algo e que eu vou para uma terceira e a terceira vai pra quarta e a quarta vai pra 10ª e a décima vai pro mundo, a onda já reverberou. Então esta afinidade ela precisa ser trabalhada para que a queixa, a benfeitora Joana adiante, eles leiam neste livro a mensagem de número oito, ela intitula queixas e ela vai falar que a queixa é um ácido. É um ácido que corroi. Nós não temos a dimensão do prejuízo que isso traz para a nossa vida física e espiritual. Porque se os benfeitores espirituais eles aguardam a sintonia, os nossos pensamentos positivos e nós não estamos conseguindo emitir esses pensamentos, eles não vão atuar. E quem perde? Nós atrasamos a nossa marcha. Na hora das decisões, que são decisões importantes, eu não consigo captar as orientações desses benfeitores e vou como se fosse um barco a deriva, sem

tuar. E quem perde? Nós atrasamos a nossa marcha. Na hora das decisões, que são decisões importantes, eu não consigo captar as orientações desses benfeitores e vou como se fosse um barco a deriva, sem roteiro, sem rumo, mas nós não estamos perdidos. Se porventura nós nos perdemos em algum momento, vamos retomar, porque nós somos os condutores do nosso destino. Temos o porto seguro, que é a plenitude, onde todos nós em algum momento atingiremos esse porto. Mas qual é o tempo para chegar até o destino final? depende de cada um de nós e depende desta movimentação para o bem. E aí vamos trazer um questionamento que cada um também vai estar respondendo para si em termos de atividades para o bem, porque é muito importante estarmos aqui ouvindo reflexões. Depois vamos à livraria, compramos um livro, aprofundamos o nosso conhecimento, mas eu preciso ir para a prática. Conhecimento sem ação, ele fica defasado. E essa prática, a nossa casa, como outras casas, oferecem muitas oportunidades. E aí, como é que estão as nossas mãos? estão mãos ativas ou mãos enferrujadas? Porque eu recebo, eu recebo, eu recebo e eu continuo recebendo, mas eu preciso também doar. Qual tem sido o meu tempo de doação para essas tarefas? Quanto mais ação no bem, mais eu estarei atraindo a presença dos benfeitores espirituais que vão nos orientar. E vejam quando estamos atravessando momentos difíceis em que nós não abandonamos as tarefas, os trabalhos no bem, o quanto isso nos ajuda a fazer a nossa travessia. Se ainda não experimentamos, vamos trabalhar. A casa oferece oportunidades de trabalho. Falava com um amigo ali, você está com a cara de cansado. Realmente às vezes se começa desde cedo um trabalho que não é um trabalho que você está num ambiente refrigerado, que você chega e você pode estar bebendo a sua água. Você vai para um lugar que é quente, que é difícil, com pessoas difíceis, mas o quanto nós ganhamos para a vida espiritual estando numa tarefa dessa, os primeiros beneficiados somos nós mesmos, mas nós

ocê vai para um lugar que é quente, que é difícil, com pessoas difíceis, mas o quanto nós ganhamos para a vida espiritual estando numa tarefa dessa, os primeiros beneficiados somos nós mesmos, mas nós nos esquecemos disso. Nós queremos de imediato que os benfeitores nos respondam às nossas inquietações. E o que estamos fazendo nosso dia a dia para que estes benfeitores eles nos auxiliem? Sabemos que eles não nos abandonam, eles nos acompanham, eles estão ali junto a nós. Agora, a capacidade de perceber as suas orientações depende de tudo quanto estamos vibrando em nosso mundo íntimo. O que eu estou vibrando agora? Eu estou preocupada com o resultado de um jogo que está acontecendo ou que amanhã vai acontecer isso ou que essa semana ou é a conta que eu vou ter que pagar. Porque vejam aí, voltando a questão da queixa, nós falamos de corpo, mas a gente se queixa do clima, a gente se queixa do trabalho, a gente se queixa da comida que está à mesa, a gente se queixa das pessoas. Então, nós temos tantas situações que são motivos de queixa, mas como nós estamos lidando hoje, por exemplo, um dia muito quente. Claro que nós sentimos o calor de um dia ou quando o dia tá muito frio ou se eu não tinha uma comida que eu gostaria de ter à mesa ou sim, mas que isso não se estenda para o nosso dia a dia tá com pouca comida. Agradeçamos a Deus porque aquela é a oportunidade da nossa libertação que nós não sabemos fazer. E aí vem a resignação, o quanto nós sabemos acolher estas experiências para que tenhamos a presença desses benfeitores espirituais ao nosso lado, como Jesus. diante de todos aqueles que iam apresentar ou as suas ansiedades, as suas dores ou as suas queixas. Os discípulos, quantas vezes eles traziam as suas inquietações, as suas queixas, ah, porque Jesus gosta mais de João, ah, porque isso? Porque aquilo. Somos seres humanos. Isso é natural. A questão é o quanto nós permitimos que isso seja a mola propulsora dos nossos dias, nos afastando daquele tempo precioso que

João, ah, porque isso? Porque aquilo. Somos seres humanos. Isso é natural. A questão é o quanto nós permitimos que isso seja a mola propulsora dos nossos dias, nos afastando daquele tempo precioso que é o tempo da jornada de crescimento e que está à disposição de todos nós e que precisamos abraçar às vezes de um empurrão. empurrão. Quando de fato nós estamos mais ansiosos, quando estamos mais tristes frente a uma ocorrência que chegou à nossa existência, que chega na vida de cada um de nós, mas que isso não seja o motivo para que o desânimo ele se apodere de nós e que nada mais ao nosso redor seja capaz de nos trazer alegria. É como o tio Divaldo já disse inúmeras vezes, nós estamos com 99 janelas ou portas abertas ao nosso redor, mas a gente só consegue fixar o olhar naquela porta janela que tá fechada. Por que que a nossa visão ela não se amplia? O que é que acontece com nós que permitimos que esse pessimismo nos domine, que o desânimo nos domine? Porque nós já conhecemos a Jesus. Quantas vezes já ouvimos falar de Jesus? O que falta a mensagem de Jesus penetrar em nós? Porque diante das dores, diante das dificuldades, hoje eu lembrei aos assistidos da nossa caravana Alta de Souza aqui de manhã e agora me veio a lembrança do nosso querido tio Nilson, quando ele estava já na sua fase final, internado com as suas dores por uma metástase óssea. Algumas vezes eu ouvi mais de uma vez tio Nilson dizer: "O que Deus quer de um burro velho como eu que aprenda ainda com essa experiência?" 89 anos. Na fala de tio Nilson não tinha uma queixa, uma lamentação, mas procurando extrair de uma experiência, vejamos alguém que viveu dedicado ao próximo, que passou por aqui 685 crianças que foram adotados como filhos da alma, não vieram através do corpo. Mas eles amaram tio Nilson, tio Divaldo, as tias que acolheram essas crianças. E certamente diante de dores atrozes, porque usava a morfina, depois a morfina passava efeito e ainda não tava no tempo de tomar. E ele vinha com esta fala

valdo, as tias que acolheram essas crianças. E certamente diante de dores atrozes, porque usava a morfina, depois a morfina passava efeito e ainda não tava no tempo de tomar. E ele vinha com esta fala naquela tranquilidade, naquele jeito que só ele que era tão peculiar de tio Nilson. O que Deus quer que um burro velho como eu aprenda com esta experiência? Então isso é para que nós também possamos pensar que diante dessas experiências adversas e desafiadoras que estamos a viver, o que é que Deus quer de nós? O que é que ele aguarda de cada um de nós? para extrairmos as melhores lições. E aí a gente volta a Jesus caminhando para o Golgota, caindo sob o peso de uma cruz. Imaginamos o corpo ferido dos açoites, a coroa de espinhos. E ele sabendo que ele aguardava, porque foi preparado, já veio com a missão, sem uma queixa, mesmo dizendo a Pedro que ele haveria de negar por três vezes aquele que ia trair. Então, ele sabia de tudo, mas estava em permanente conexão com o Pai. Então, o fato de Jesus silenciar, especialmente neste momento de caminhada, era exatamente para não se deixar perturbar pelas questões de ordem material, que é justamente aquilo que nos avaçala, que nos invade, que é maior do que o ser espiritual que nós somos. Então, temos as diferenças, as divergências, os conflitos, as inimizades. Porque se Jesus não agradou a todos, como é que nós agradaremos a todas as pessoas? Tio Divaldo não agradou, tio Nilson não agradou, que são grandes exemplos para nós. Agora, mesmo assim, nós temos que fazer a nossa parte. O que é que nos cumpre fazer na presente existência? É buscar como Jesus silenciar mais, ouvir mais. e demonstrar através do exemplo. O exemplo é o que vai nos diferenciar e atrair estes benfeitores que estão ali lutando pelo nosso avanço. Fico imaginando quando nós nos equivocamos, como eles devem ficar tristes, tanto investimento. Fizemos tanto por você e você não conseguiu atender. Mas aí vem este pai magnânimo que diz assim: "Volte, minha filha, você vai ter uma nova chance". E

mo eles devem ficar tristes, tanto investimento. Fizemos tanto por você e você não conseguiu atender. Mas aí vem este pai magnânimo que diz assim: "Volte, minha filha, você vai ter uma nova chance". E aí abraçamos, e aí acordamos, e aí vai ser tudo ótimo, maravilhoso. Mas o mergulho no corpo nos afasta temporariamente destes ideais, destes propósitos. Mas se pensarmos com determinação, com vontade em Jesus todos os dias, tenhamos a certeza de que este apoio não faltará a nós em momento nenhum. que semelhante a ti Nilson, nós também diremos o que Deus quer de nós, quer de mim com esta experiência. Então, sejamos mais fraternos, sejamos mais próximos uns dos outros. Se temos diferenças e isso de fato nós vamos ter com pessoas da nossa convivência, comecemos em nossa mente, porque o primeiro passo é o pensamento que vai dar. Trabalhemos em nossa mente diminuir essa distância que foi criada por alguma circunstância. Às vezes não é nem dessa existência, são de existências pregressas, mas nós estamos aqui com propósitos, com propósitos edificantes. Então, abracemos estes propósitos e sigamos os passos de Jesus, que é o é o roteiro seguro para que estas afinidades elas estejam a todo instante nos convidando para o bem, para o amor. que ainda não estamos servindo. Jesus faz o convite neste momento para que possamos servir. E se também ainda não estamos amando, o convite chega, o convite soa. Pensemos nesses dois jovens que criaram este trabalho, que criaram a mansão do caminho, o centro espírita caminho da Redenção. Quantas dificuldades nas suas caminhadas, quantas críticas, quantas calúnias, mas também quantos afetos, quantos amigos deram-lhes as mãos para que eles não esmorecessem? para que talvez um desânimo logo passasse. Então, sejamos estas pessoas a levantar o caído na estrada, a amar mais e mais. Sejamos como Jesus foi o exemplo do amor e assim teremos sempre a proximidade dessa esfera superior que aguarda pacientemente por cada um de nós. Gratidão a todos vocês que saíram de suas casas para

. Sejamos como Jesus foi o exemplo do amor e assim teremos sempre a proximidade dessa esfera superior que aguarda pacientemente por cada um de nós. Gratidão a todos vocês que saíram de suas casas para estar aqui e aos que nos assistem pelas redes, por também dedicarem o seu tempo para uma reflexão que certamente deste tempo que estivemos juntos tiraremos algo para levarmos à nossa existência. Paz e bem. Que Jesus nos abençoe. A nossa gratidão a querida Tânia pelas belas reflexões e que foi nos trazendo também a lembrança dos nossos tios queridos, para quem emanamos nesse momento a nossa gratidão profunda por tudo e por tanto que eles fizeram e fazem por cada um de nós. Nós convidamos os companheiros responsáveis pela aplicação do passe em nossa casa para que possam se distribuir no salão doutrinário a fim de que a gente siga para a última etapa da nossa reunião. Mestre, amigo, querido irmão, a nossa gratidão profunda a ti e aos benfeitores espirituais. Neste momento de profundas reflexões, nós te rogamos os bálsamos de saúde e de paz, que sejam derramados do alto em favor de cada um dos que aqui se encontram através desse mecanismo de doação. que é de caridade, mas que é de fraternidade, para que sejamos envolvidos neste amor que vem de ti e da pleia de espíritos que nos atendem misericordiosos, trazendo-nos amparo. e proteção. Querido mestre, as reflexões em torno da tua mensagem nos motivam a realizarmos nos nossos pensamentos, palavras e atos os passos corretos, adequados. vibrantes em torno da tua lição. Mas ainda temos, mestre, as nossas vacilações e dúvidas, os nossos receios, os nossos medos. E por isso sempre voltamos o nosso pensamento para buscar de ti a conexão segura e profunda, a fim de nos estreitarmos ainda mais, buscando o cumprimento das leis divinas que nos envolvem. Tende misericórdia, mestre, de cada um de nós, concedendo-nos as reiteradas oportunidades do trabalho e da realização do bem, para que assim, esforçando-nos na busca da superação das nossas imperfeições,

de misericórdia, mestre, de cada um de nós, concedendo-nos as reiteradas oportunidades do trabalho e da realização do bem, para que assim, esforçando-nos na busca da superação das nossas imperfeições, possamos estabelecer as afinidades, as conexões verdadeiras contigo, com o alto, que vão nos promover atuações como instrumentos verdadeiros do teu querer. Abençoa-nos a todos que estamos aqui, a todos que nos acompanham, a todos que estão vinculados a este momento de oração, aos nossos familiares, amigos, mas também aqueles que não gostam de nós, que nos perseguem, que nos caluniam. Abençoa aqueles que colocamos os nomes na porta, na entrada deste salão, mas também no chat, envolvendo a todos nas tuas bênçãos de amor, que são bênçãos de renovação, que são bênçãos de paz. Permanece conosco, Senhor, nas lidas da vida, estimulando-nos o recomeço, estimulando-nos a persistência, o trabalho do bem, para que corajosos, seguros, afinizados contigo, possamos trilhar passos decisivos e impactantes positivamente para nossa e para existências daqueles que estão no nosso entorno. Permanece conosco sempre. Gratidão por tudo, Senhor. Assim seja. Encerrada está a nossa reunião da noite de hoje. Sigamos em paz. Gratidão a todos.

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