Momentos Evangélicos com Lusiane Bahia • Embora Imperfeito
Neste sábado, no Momentos Evangélicos, refletimos sobre o tema Embora Imperfeito, inspirado no livro do mês, Messe de Amor. A palestrante Lusiane Bahia convida à compreensão das próprias limitações como parte do processo de crescimento espiritual, recordando que a evolução se constrói com esforço contínuo, humildade e perseverança. Uma noite de estudo e fortalecimento da fé. 🎙 Expositora: Lusiane Bahia 📅 Data: 07/03 📍 Mansão do Caminho – Salvador/BA 📺 Transmissão pela TV Mansão do Caminho #MomentosEvangélicos #TVMansãodoCaminho #DivaldoFranco #MansãodoCaminho #Espiritismo #DoutrinaEspírita #MesseDeAmor *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Queridas irmãs, queridos irmãos, a paz do Mestre Jesus nos nossos corações. Cumprimentamos a todos que estão aqui presencialmente, todos aqueles que nos acompanham virtualmente. Cumprimentamos também a equipe da TV Mansão do Caminho, a equipe da recepção e os nossos queridos irmãos Tânia, Mário, Sérgio, para que juntos, corações unidos, possamos sentir as vibrações dos bons espíritos que sempre nos recepcionam nessa casa. Nós gostaríamos de começar fazendo uma homenagem por causa do dia de amanhã. Amanhã é o dia da mulher e nós gostaríamos de trazer um texto do espírito Maria Dolores para trazer um significado a esse momento. O título do texto é Louvor à Mulher. E a benfeitora diz assim: "A propósito da presente semana consagrada à mulher, lembremos o encontro das mulheres com o Senhor, no intuito de reconfortá-lo sobre a cruz. Dele ouviram as palavras inesquecíveis. Filhas de Jerusalém, não choreis por mim, mas sim chorai por vós mesmas e por vossos filhos, porque tempo virá de grandes dores. As mulheres, porém, não esperaram esses tempos e sim lançaram mãos à obra. E choraram e sofreram nestes 2000 anos, embora atados sempre a duros preconceitos. Atiraram-se ao trabalho de renovação e de progresso e venceram dificuldades de todos os feitios. Romperam-se com os grilhões que as aprisionaram e avançaram no tempo, emparelhando-se com os homens nos mais elevados postos. suportam calamidades e provações innumeráveis em guerras e discensões que poderiam induzi-las ao desespero. Longe disso, construíram a civilização e preservaram a família, levantando poderes de benemerência e de cultura, que são hoje troféus de progresso e bênção. Toleraram os sacrifícios maiores, estranhos nas invasões e no mal entendidos dos homens. aguentaram agressões incontáveis e ergueram fortalezas de cultura e beneficência. fundaram escolas e organizações que engrandeceram e no curso destes 20 séculos, com quanto suportando surpresas dolorosas, chegam hoje à cuminância sempre movimentadas por obrigações.
e beneficência. fundaram escolas e organizações que engrandeceram e no curso destes 20 séculos, com quanto suportando surpresas dolorosas, chegam hoje à cuminância sempre movimentadas por obrigações. São agora professoras, advogadas, médicas, jornalistas, juízas, escritoras, ao lado dos serviços eminentes que prestam a todas as criaturas, da subjulação que sofreram através das eras. Basta lembrar que até agora em nenhuma nação a mãe tem férias. É nosso dever, portanto, reverenciar-lhes a presença, conferindo-lhes o nosso amor, respeito e carinho, amparo em sua ascendência crescente junto dos homens que elas enaltecem com a sua cooperação e privilegiado entendimento. Enfim, honrimos a mulher, nossa mentora e irmã, recordando sempre quanto devemos à nossa mãe, cuja memória nos conduz para engrandecimento à cristandade, agindo Jesus e por Jesus. É um texto da benfeitora Maria Dolores que nós estendemos o médium Francisco Cândido Xavier, uma mensagem de 1999 que nós estendemos a todas as mulheres nesse dia de amanhã, trazendo essa homenagem nossa para esses corações femininos, maternais. Quando nós observamos os livros que vêm da mediunidade do nosso Divaldo, eles têm especificidades muito particulares. É encantador perceber o leque, o passeio da mediunidade do nosso Divaldo em obras científicas, filosóficas, religiosas, dando vazão a diversos espíritos que se expressam em cada uma destas habilidades. E a gente trouxe uma para recordar a história que é esse livro infantil, A lenda dos milagres do amor, a psicografia do nosso tio Divaldo, o espírito Selma Legerlef, que é uma um espírito de uma sueca, a sueca escritora do século XIX, o finalzinho do século XIX, início do século XX, que impactou com seus escritos e que nos trouxe através da mediunidade de Judivaldo essa obra muito interessante. Só fazendo um parêntese, já que é a obra infantil, as nossas atividades da evangelização, elas estão acontecendo com regularidade e nós gostaríamos de convidar os pais, as crianças, os jovens para estarem aqui
o um parêntese, já que é a obra infantil, as nossas atividades da evangelização, elas estão acontecendo com regularidade e nós gostaríamos de convidar os pais, as crianças, os jovens para estarem aqui com a gente. É sempre aos domingos, é uma manhã diferenciada, porque a evangelização movimenta aqui a casa, trazendo o brilho da infância, da juventude, dos pais, da família. É muito especial chegarmos aqui domingo de manhã de coração aberto para convivermos a magia da evangelização. Então nós gostaríamos de convidar a todos sempre domingo às 9 horas a gente se encontra nesse salão aí à frente no primeiro andar do Lijabanhos para vivenciarmos o encantamento da evangelização e assim termos atividades para todos nós de todas as idades. Nessa obra, a escritora sueca nos traz uma história muito interessante, onde um casal estava morando numa floresta juntamente com seu filho de 8 anos. para o casal que estava contemplando a natureza no meio da floresta, a choupana, as flores, eles estavam embecidos com todo aquele cenário, porque eles estavam recém-chegados ali no ambiente. Mas a criança, ela ficou um pouco entediada porque ela queria fazer alguma coisa, queria amizade, criança gosta de criança, criança gosta de brincar, mas estava ali entre os adultos, em si mesesmada, quando de repente sai da floresta um troll. E a descrição do troll, a descrição da Selma, é que ele tinha um rabo pontudo, as mãos muito compridas, os braços compridos, um jeitão meio estranho, meio diferente. Os adultos de logo viram para aquele, viram para o troll e dizem: "Olha, ninguém quer você aqui, não. Pode ir embora, pode voltar pro meio da floresta". E vão enchotando aquele troll. Acontece que o troll, antes de ir embora, olha pra criança, fita o olho, dá um sorriso, a criança sorri também. E o que é que acontece? Empatia. Eles começam a querer brincar, a se divertir. Os pais repreendem a criança, acham que aquilo não deveria acontecer, não é uma postura que deveria estar acontecendo, fica tentando enxotar o troll, mas o
les começam a querer brincar, a se divertir. Os pais repreendem a criança, acham que aquilo não deveria acontecer, não é uma postura que deveria estar acontecendo, fica tentando enxotar o troll, mas o troll está se divertindo com o novo amigo. E assim acontece na sucessividade dos dias. Por mais que o casal não quisesse, o troll vai arrancando o sorriso da criança, vai envolvendo-a, vai retirando-a da solidão. Solidão que lhe trazia uma tristeza, solidão que lhe trazia uma apatia e que fazia com que ele quisesse ficar isolado. Acontece que o tempo vai passando, o tempo vai passando e uma magia vai acontecendo. A criança vai se tornando cada vez mais feliz, cada vez mais alegre, recebendo todo aquele amor. Porque o que o Troll disse foi: "Eu sei distribuir amor, mas as pessoas não querem o amor que eu distribuo". E à medida que ele distribuía esse amor, a criança foi ficando alegre e o troll foi encurtando o rabo, diminuindo as feições de troll, de doende, e ali surge um lindo jovem que a família adota e seguem felizes por terem aceitado a visita do amor. Essa história é muito linda e ela tem diversas interpretações que a gente pode trazer. A gente pode observar sobre diversos prismas aquilo que queira tocar o nosso coração. Mas o que nos chamou atenção foi a convivência dessa diferença, o permitir-se, o ir ao mundo do outro, o encontrar o outro no seu ambiente fechado e aos poucos, com a impregnação da presença do amor, dissolver a distância, aproximar-se, diluir o mal-estar, diluir as diferenças. E a única linguagem ser a do amor. E como o amor transforma e ele não é de uma mão única, os dois são contagiados por esta magia, por este encantamento deste sentimento que foi a motivação para que Jesus viesse ao nosso encontro e nos trouxesse a mensagem deste sentimento por excelência, deste ponto de contato entre todos nós, que é capaz de nos aproximar por completo. Essa história nos remontou essa questão de aproximar-se, de buscar o diferente, de entender aquele que está um pouco
deste ponto de contato entre todos nós, que é capaz de nos aproximar por completo. Essa história nos remontou essa questão de aproximar-se, de buscar o diferente, de entender aquele que está um pouco distante. Lembrou-nos um trechinho de Jesus, das palavras de Jesus, do evangelho de Jesus, quando ele nos diz que deve ser para nós um grande exercício amarmos os nossos inimigos. Jesus diz: "Amai os vossos inimigos, fazei o bem àquele que vos odeiam, orai por aqueles que te perseguem, te caluniam. Porque se só fizerdes o bem àqueles que fazem, que diferença haverá?" Os publicanos não fazem também, diz Jesus: "Sede perfeitos como vosso Pai celestial é perfeito." E aí ele nos conclama uma perfeição, mas ele parte das diferenças, ele parte das separatividades, ele parte das distâncias, daquilo que nos incomoda, daquilo que nos coloca em posições estanques. E às vezes permanecemos confortáveis nesses contextos estanques para não enfrentarmos a magia do amor. Porque um diálogo, um abraço, um olhar, um sorriso desarma qualquer estrutura enrijecida em posturas onde o orgulho e o egoísmo vissejam como características primaciais. E aí Jesus nos conclamar a sede perfeitos, a gente tem que ir pro evangelho, porque a gente pensa assim: "Como assim ser perfeito? Mas perfeito no só é o pai. Sede perfeitos como vosso Pai celestial é perfeito. Essa perfeição, a gente entende que não é a perfeição absoluta, porque perfeito absolutamente somente Deus, que é a inteligência supra causa primária de todas as coisas, que é pai, que abarca toda a humanidade, é o senhor de tudo, é o criador. Perfeição absoluta é somente ele, sem dúvida alguma. Mas Jesus está nos provocando para uma perfeição relativa, ou seja, para nos aperfeiçoarmos a ponto de alcançarmos o melhor de nós mesmos. E para tanto, há uma trajetória quando encontramos no capítulo 17 do Evangelho Segundo o Espiritismo. E por que evocarmos o Evangelho? Olha ele aqui. Por que evocarmos o evangelho? Esse livro, minhas irmãs, meus irmãos,
a trajetória quando encontramos no capítulo 17 do Evangelho Segundo o Espiritismo. E por que evocarmos o Evangelho? Olha ele aqui. Por que evocarmos o evangelho? Esse livro, minhas irmãs, meus irmãos, tem de ser livro do nosso coração. Sabe aquele amigo inseparável? É esse aqui. Aqui a gente abre na alegria e abre na tristeza. A gente abre no êxito e abre no sufoco e ele vai nos atender sempre de uma forma ímpar e singular, dialogando com a nossa solidão, dialogando com a nossa dor, dialogando com os nossos desafios. Aqui no capítulo 17, a gente encontra Kardec elencando sede perfeitos e ele nos traz diversos pontos. Lá está o bom espírita. o homem de bem, apresentando os caracteres do homem de bem. E quando a gente lê aquela enumeração que chega até no final do elenco e Kardec diz que ali não se exaure tudo o que são as características do homem de bem, imaginemos quanto temos a vivenciar, mas ali é um grande modelo a ser observado de estímulo para nos desafiarmos a entendermos que o nosso comportamento tem de ser de justiça, tem de ser de amor, tem de ser de caridade. identificarmos o que o homem de bem faria em determinadas circunstâncias, situações, como resolver nós que estão embrincados nas relações. E aí vai Kardec trazendo esses caracteres do homens de bem, os bons espíritas, mas traz também traz também as instruções dos espíritos, mostrando-nos o dever, a virtude, mostra-nos a importância de cuidarmos do corpo e do espírito para sermos perfeitos. e vai nos trazendo essas nuances reflexivas e vamos entendendo. Então, quando Jesus pede para que a gente seja perfeito, ele está nos provocando para que em cada situação nós façamos o melhor de nós. Porque amar os inimigos não é fácil. Ele pediu para que a gente amasse. Amar uns aos outros, amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a si mesmo. Ele pediu isso, mas daí a pouco ele dificulta um pouquinho mais. É amar os inimigos, é fazer o bem a quem nos odeia. É orar por quem nos persegue e nos calunia. Jesus tá pedindo um pouco mais, provocando a
ediu isso, mas daí a pouco ele dificulta um pouquinho mais. É amar os inimigos, é fazer o bem a quem nos odeia. É orar por quem nos persegue e nos calunia. Jesus tá pedindo um pouco mais, provocando a nossa acomodação para que a gente consiga avançar sobre nós mesmos e nos aperfeiçoarmos, ficarmos constantemente inquietados para que através desse grande estímulo do Salvador nós consigamos encontrar esse caminho, essa perfeição. Então, a perfeição que Jesus pede e que a gente vai vendo no Evangelho sob a luz da doutrina dos espíritos e Kardec comentando, os espíritos comentando, vai nos conduzindo a uma disciplina, a uma coragem, a prestarmos a atenção naquilo que nós temos de fazer, a não temermos, a investirmo-nos desse processo de autoconhecimento, de autopercepção, para que diante dos embates estejamos apostos de pé para enfrentarmos as vicissitudes sem esmorecimentos. E onde é que a gente tira a prova disso? A gente tira a prova no livro Luz. Ó, o livro Luz, o livro dos espíritos. A gente conhece o livro dos espíritos. Juntamente com o evangelho, tem que est pertinho do coração. Por quê? Porque aqui tem perguntas que a gente nunca imaginou em fazer. Tem perguntas que a gente nem pensava, tem outras que a gente pensava, mas a gente nunca formularia como está ali. Tem respostas que quando a gente percebe, meu Deus, eu não sabia que era por este caminho. Eu não tinha visto sobre este ponto, sobre este prisma. Ora, o livro da sabedoria que tio Divaldo precisou ler, ler de novo, reler, estudar e até o fim, dois dias enquanto encarnado esteve, buscando o livro dos espíritos. Por isso que ele chegava aqui com tanta facilidade e passeava nos conteúdos, porque estavam impregnados, mas não somente no saber, no intelecto, estavam impregnados nas entranhas vivenciais. Esse livro magistral, como a gente sabe, tá dividido em quatro partes. Na terceira parte, a gente encontra as leis morais. Kardec vai abrir com lei divina natural e vai passear pelas leis, a lei de adoração, a lei do trabalho, a lei de
sabe, tá dividido em quatro partes. Na terceira parte, a gente encontra as leis morais. Kardec vai abrir com lei divina natural e vai passear pelas leis, a lei de adoração, a lei do trabalho, a lei de reprodução, a lei de conservação, destruição, a lei de sociedade, a lei de igualdade, a lei de liberdade, a lei de justiça, amor e caridade. Aí a gente diz: "Ah, e acabou a terceira parte". Não vem um capítulo muito especial, capítulo 12, intitulado como da perfeição moral. Olha que interessante. Nesse capítulo que abre com a questão 893, vai Kardec nos conduzir na reflexão do que que nós precisamos fazer para sermos perfeitos. A primeira pergunta, a 893, Kardec pergunta aos benfeitores espirituais: "Qual a mais meritória das virtudes?" Os espíritos respondem que toda virtude que representa um esforço de superação sobre nós mesmos tem a sua especialidade. Ora, tem a sua qualidade, tem a sua positividade, mas é a mais desinteressada caridade que se apresenta como a virtude por excelência. Porque a desinteressada caridade vai nos fazer romper com a principal chaga ou o principal incentivo das chagas que Kardec vai voltar a refletir lá na questão 895. Qual o nosso maior impeço? Respondem os espíritos: "O interesse pessoal. Ah, para rebater o interesse pessoal, a caridade desinteressada. Por que será que Kardec começa com a caridade? vai nos conduzindo entre os vícios, virtudes, paixões. A gente vai caminhando o capítulo nas questões. Sabe onde que desemboca? A última questão da terceira parte de livro dos espíritos é aquela célebre que a gente conhece demais, questão 919, onde Kardec pergunta o meio prático eficaz de nós vencermos as nossas imperfeições? E os espíritos respondem: "Um sábio da antiguidade volo dizia: "Conhece-te a ti mesmo". Aí Kardec abre 919, letra A. Mas nós já conhecemos este conceito, este conselho, mas como fazer isto? Como vivenciar isto? E a resposta magistral de Santo Agostinho vai nos ensinar nos conhecermos. Quais são os métodos? Quais são os mecanismos que podemos adotar
to, este conselho, mas como fazer isto? Como vivenciar isto? E a resposta magistral de Santo Agostinho vai nos ensinar nos conhecermos. Quais são os métodos? Quais são os mecanismos que podemos adotar para fazermos esse movimento de estarmos face a face conosco, sem estarmos prestando atenção no que o outro está fazendo? Mas o que que nós estamos fazendo? Quais são as nossas intenções? Quais são os nossos objetivos? Onde eu quero chegar? O que eu quero alcançar? O que eu quero em termos de aperfeiçoamento? Olha que interessante. A primeira questão da perfeição moral fala de caridade, passeia pelas nossas imperfeições e a última questão é sobre autoconhecimento. Para percebermos essa esse assunto de perfeição, a gente vai precisar ter um instrumento da caridade, mas vai precisar mergulhar no mundo íntimo e entender o que é que nós estamos sentindo, o que é que nós estamos pensando, o que é que nós estamos querendo. E esse feixe de perfeição nos conduz a alguns cuidados, algumas vigilâncias, algumas necessidades perceptivas que precisamos ter e adotar para que consigamos coadunar esse propósito com a nossa ação, para que possamos ter coerência entre essas falas todas que estão nesses livros, mas em tantos outros. da codificação e das obras complementares, que são verdadeiros estímulos para que façamos essa saga. Que saga é essa? Saindo da simplicidade, ignorância para angelitude, a gente já sabe que em uma existência só a gente não consegue. E a gente precisa da multiplicidade das existências para que a cada mergulho na carne seja um ponto fulcral nosso, a importância da existência na qual nós estamos mergulhados, porque ela tem esse sentido de ser uma contribuição ativa, verdadeira, eficaz para o alcance da nossa felicidade. Só que aí quando a gente olha esse painel todo e também visita o livro dos espíritos, quando fala lá da escala dos espíritos, lembra disso? Quando a gente vê lá espíritos de terceira ordem, espírito de segunda ordem, espírito de primeira ordem. Quando a gente não sabe
ro dos espíritos, quando fala lá da escala dos espíritos, lembra disso? Quando a gente vê lá espíritos de terceira ordem, espírito de segunda ordem, espírito de primeira ordem. Quando a gente não sabe muito quais são as ordens, que a gente vê só a terceira, a gente pensa assim: "Não, não é possível que eu esteja na terceira ordem. Espíritos imperfeitos, não é possível que eu faça parte dessa terceira ordem". Mas quando a gente vai ver a descrição da terceira ordem, da impregnação do mal, da vontade egóica, da questão do orgulho, da vaidade, a gente diz, é, até que parece um pouco, mas aí a gente vai pra segunda ordem, diz: "Não, deixa eu tirar a dúvida". Aí quando a gente vai pra segunda ordem, tá lá a os espíritos que realizam o bem, a presença do bem, a atitude do bem. do bom, do belo, a gente dizer: "Eh, não tô aqui mesmo, não. Deixa eu voltar. Eu tô na terceira ordem. Deixa eu descobrir em que classe eu estou da terceira ordem. Imperfeitos, bons, puros. Os puros. Ah, os espíritos benfeitores da humanidade. Jesus com tanta amorosidade que estende todo o seu magnetismo a um planeta. E ele não é só governador deste planeta, mas só olhando aqui pro planeta Terra, imagina o magnetismo que ele estende para todos nós. Nós aqui neste ambiente pensarmos Jesus, isso é forte e ele se conecta conosco. Por mais que seja simples, ah, é tão simples. Oi, Jesus. E ele se conecta desde que seja sincero, verdadeiro, sentido, buscado. Então a gente começa a perceber, ora, Jesus fala dessa perfeição toda, que a gente tem que ser perfeito como o Pai Celestial é perfeito, mas a gente bem sabe da nossa imperfeição. Já temos consciência da terceira ordem que lá estamos, é o que nos pertence. E agora? Fazer o quê com tanta imperfeição? Porque quando a gente constata a imperfeição, a gente pode se desanimar. A gente pensava que era de uma forma e quando a gente vai ver, não era nada aquilo que a gente estava pensando. A gente se sentia de uma maneira superior e depois não era assim. Lembra lá do
esanimar. A gente pensava que era de uma forma e quando a gente vai ver, não era nada aquilo que a gente estava pensando. A gente se sentia de uma maneira superior e depois não era assim. Lembra lá do livro Voltei do irmão Jacó, Frederico Figner, que tem uma lamentável constatação no plano espiritual. Por quê? chega imaginando que a sua luz é um brilho imenso. Quando ele chega no mundo espiritual que vai olhar a opacidade, a questão fosca, ele pensa: "Ora, isso aqui sou eu?" Às vezes a gente só constata lá, mas é tão bom que a gente constate aqui pra gente não ter essa decepção e ter a verdade, nem mais nem menos. Sou quem sou. Atravessando a experiência da reencarnação e buscando o aprimoramento. Esse encontro com a verdade que é a proposta da doutrina dos espíritos, reforçada pela nossa benfeitora Joana de Angeles em busca da verdade, é para que a gente não passe por esses processos de lamentações e de sofrimentos no plano espiritual. e que a gente constate aqui e que a gente perceba aqui. Então, identificar esta imperfeição não deve nos paralisar. Identificar estas estes senões não deve nos desestimular. Então, deve fazer o quê? Que que a gente deve fazer com essa imperfeição? Como é que a gente encara a imperfeição? como é que a gente lida com ela. Esse mês de março em nossa casa tem um livro que está sendo todos os meses a gente tem um livro que toma por base para conduzir as nossas conversas aqui, as nossas reuniões doutrinárias. O livro desse mês é uma preciosidade para mim é o melhor e maior livro da benfeitora. Todos os livros da benfeitora são perfeitos, mas este toca o meu coração de maneira especial. O livro desse mês chama-se Mess de Amor. Olha ele aqui. Olha aqui. Mess de amor. Um livro lançado. Essa capa aqui é da edição comemorativa de 2024, quando completou 60 anos. foi publicado no dia 5 de maio de 1964. É o primeiro livro publicado da psicografia do nosso tio Divaldo, porque ele havia psicografado páginas anteriores, inclusive o Além da Morte da
pletou 60 anos. foi publicado no dia 5 de maio de 1964. É o primeiro livro publicado da psicografia do nosso tio Divaldo, porque ele havia psicografado páginas anteriores, inclusive o Além da Morte da dona Otília Gonçalves, que foi publicado, que foi psicografado em 1958. Mas este é o primeiro livro publicado, Mess de Amor, da benfeitora Joana de Angeles. São 60 mensagens, minhas irmãs, meus irmãos. E parece que a benfeitora tá conversando com os nossos dramas, com as nossas dores desde lá, desde o pontapé inicial de toda a trajetória desses inúmeros livros que vieram da lavra da mediunidade do nosso tio Divaldo e vieram da assinatura da benfeitora. É um livro que tem muito cuidado, muito respeito com as nossas dores. São mensagens que não são longas. Dá para escolhermos se vamos lê-las em dois meses, ou seja, cada dia a gente lê uma mensagem. ou se a gente vai ler uma mensagem de manhã e uma mensagem à noite, então dá pra gente ler em um mês, mas não só ler, meditar, sentir, permitir que os aconselhamentos deste espírito amadurecido das experiências da vida possam nos tocar, porque são palavras que não são recheios para robustecer um livro, mas são palavras para tocar o coração. Abrir este livro é voltar no tempo também, porque os livros advindos da mediunidade do nosso tio Divaldo, isso se estende às outras mediunidades, mas falando dele em particular, tem muito dele também no sentido de parceria com a história vivenciada pelo médium. É um livro que vem após um grande sofrimento do tio Divaldo, um capítulo da história de muita dor. E vem coroar nessas mensagens e que quando lemos e pensamos assim, ele ela tá falando pra gente ou ela tá falando para ele? Nós identificamos muito essa presença de aconselhamento maternal para ele nesta obra e que também se estende para todos nós. Essa edição especial, ela é verdinha como a primeira, o primeiro exemplar lá de 1964, tem capa dura e apresenta aqui um texto diferente do texto que tá lá, não os 60 textos, eles são iguais, mas a benfeitora abre o
pecial, ela é verdinha como a primeira, o primeiro exemplar lá de 1964, tem capa dura e apresenta aqui um texto diferente do texto que tá lá, não os 60 textos, eles são iguais, mas a benfeitora abre o livro falando das bênçãos do tempo e ela vem refletir sobre várias coisas que a humanidade vivenciou ao longo desses 60 anos. E ela diz que continua propondo essas mensagens paraa atualidade, para que a gente encontre, de alguma maneira o nosso coração seja tocado por elas. Mas tem também aqui uma nota dos editores trazendo um momento muito especial desse livro, que é o momento do lançamento, que é o momento em que ele foi lançado e uma simbologia que tem a ver com a capa desse livro, com uma flor que está aqui. Vamos ver o que que isso significa. Vamos assistir. Já fizeste a tua parte. Não te preocupes mais e siga amando, que ao final dessa jornada, ao olhares para trás, perceberás que as pessoas, os problemas e mesmo esse mundo nunca existiram como tu os via. Eles só foram colocados em torno de ti para te dar oportunidade de evoluir enquanto espírito. Se viveres assim na consciência da imortalidade da tua essência divina, quando chegar o último dia desse corpo aqui na Terra, verás que a luta nunca foi contra o outro. O tempo inteiro foi entre você e você mesmo. O maior desafio da criatura humana é a própria criatura humana. Agora, prepare-se. Vamos começar a escrever o teu primeiro livro. Estás orgulhoso do nosso trabalho? >> Sim, minha irmã. >> Olhe para a Rosa em cima do livro. Tens aí o símbolo do teu futuro psicográfico. Não esperes receber flores, mas sim a crítica mais mordaz e sarcástica. Prepare-se para ter alma ferida com os espinhos da perversidade alheia e ver as nossas mensagens serem levadas ao ridículo. Por mais que o seu coração sangre, aceites isso sem procurar te defender ou defender a nós os espíritos. Demê em troca o teu silêncio. O médium que muito se explica é aquele que não confia em Deus. >> Eu estou preparado, minha irmã. Vamos seguir. >> Prestaram atenção?
nder ou defender a nós os espíritos. Demê em troca o teu silêncio. O médium que muito se explica é aquele que não confia em Deus. >> Eu estou preparado, minha irmã. Vamos seguir. >> Prestaram atenção? Ela não está propondo rosas. Ela não está propondo júbilos, ela está propondo desafios. E o que ele diz? Vamos lá. Ele aceita e investe a sua existência em vencer-se, porque sempre o embate foi entre ele e ele mesmo. Porque o embate sempre é entre nós e nós mesmos. A benfeitora, nesse livro que estamos estudando neste mês, tem um conselho paraas nossas imperfeições. É o capítulo 5to intitulado imperfeito. E a benfeitora começa a reflexão dizendo que há muitos que sobre o pretexto da imperfeição silenciam o verbo. Esse primeiro ponto é interessante. Por conta de imperfeições, silenciar o verbo. Então, se eu tenho defecções, se eu tenho imperfeições, eu não posso falar, instruir, consolar. Seria o primeiro pensamento. Porque se eu tenho defecções, eu não posso conduzir a quem quer que seja em aconselhamentos daquilo que eu não tenho como conquistas interiores. Ela continua. Há quem sobre o pretexto desta imperfeição, paralise os braços, imaginando que nada pode fazer, já que é imperfeito, nada pode ser feito, não. Nada pode ser feito em prol de alguém. Porque se eu carrego tantas máculas, tantas mazelas, eu não posso ir ao encontro de quem quer que seja para fazer o que quer que seja, porque eu estou sobre a marca, a chancela. da minha imperfeição, diz a benfeitora. Há aqueles que, sobre o pretexto da imperfeição, alavancam a preguiça e mobilizam as ações. E aqueles que consideram que nenhuma ação pode adivir palavra, bons gestos, por conta das imperfeições. E aí ela dá aquela pausa que ela coloca o asterisco, ela dá essa pausa pra gente refletir e se questionar diante destas imperfeições que eu as tenho, quais são as imperfeições dos espíritos da terceira ordem? Os espíritos da terceira ordem fazem e se no vigiarem destrói com a outra mão o que fizeram. que a vossa mão esquerda não saiba o que
tenho, quais são as imperfeições dos espíritos da terceira ordem? Os espíritos da terceira ordem fazem e se no vigiarem destrói com a outra mão o que fizeram. que a vossa mão esquerda não saiba o que dá a vossa mão direita. Porque às vezes fazemos com uma e desfazemos com a outra. Se não vigiarmos, se não estivermos atentos, se não nos conhecermos, porque estamos fazendo bem, mas estamos sendo maledicentes, estamos auxiliando, mas estamos invejando. Ao invés de coordenarmos as ações para cuidarmos destas imperfeições, lidar com estas características dos espíritos que nós somos não é simples, mas é o que nos pertence neste momento, mas onde não queremos permanecer para todo sempre. E cada esforço que fazemos é para galgarmos um degrau diferente, indo para os desafios que vão sendo nos colocado como provas ou expiações para rompermos estas algimas que nos escravizam nas nossas imperfeições. Sabe qual é a primeira frase do outro parágrafo após o asterístico? Ung-te, portanto, de amor. Levanta-te da tua iniquidade e vai auxiliar outros iníquos. Olha que convite. Ung-te, veste-se, envolve-se no amor para levantar da iniquidade das nossas imperfeições, dos das nossas maldades, para irmos ao encontro de outros que necessitam do nosso auxílio. Joana não está dizendo que perfeitos ajudam imperfeitos. Isso nós já sabemos. Ela está convidando imperfeitos a auxiliarem imperfeitos. Ela está encorajando nós diante das nossas mazelas, a que não olhemos para essas mazelas como aprisionamentos. E quando ela diz: "Ung-te de amor", amemos as nossas imperfeições. Amá-las não significa incentivá-las, não significa fazer com que elas permaneçam, não significa insistir nestas características, mas significa olhar com amorosidade, para identificar com a amorosidade o que é que podemos fazer para sair desse contexto. E se ungir de amor para levantar também não é simples. E aí ela fala: "Só vai ser possível trazer verdade na fala aquele que experimentou a dor. Olha que interessante. Não há como falar daquilo que não se
ungir de amor para levantar também não é simples. E aí ela fala: "Só vai ser possível trazer verdade na fala aquele que experimentou a dor. Olha que interessante. Não há como falar daquilo que não se sabe, daquilo que não se vive, daquilo que não se experimenta. Ela não está falando de perfeição, ela está falando de esforço. Só quem é imperfeito, que se ergue com muitos esforços para fazer qualquer tipo de tarefa que seja em auxílio às demais pessoas, é que experimenta o que é desafiar-se e dizer mentalmente para si mesmo: "Você pode fazer, você pode colaborar, porque exigência não é o selo da perfeição, o pedido é o esforço. Então, o esforçar-se é que a marca, que é a insígnia, que é o significado e não a totalidade. E ela diverte. Enquanto outros aguardam sublimação, ajuda tu. Ou seja, muitos estamos pensando o quê? Só vou fazer quando eu for perfeito. Como é que a gente vai ser perfeito se a gente não faz? Então, enquanto aguarda, enquanto alguns aguardam sublimação, auxilia tu, ou seja, recolhendo, cuidando, juntando aquilo que representam as nossas dificuldades e façamos. E aí a gente pensa, é, mas como é que a gente vai fazer isso? Como é que a gente vai levar algo para alguém se a gente sente vontade de ter aquele algo que a gente gostaria de compartilhar? E ela diz, muitos momentos vai levar resignação com o coração lacerado pela dor. Em muitos instantes vai querer o entendimento, sendo aquele que é julgado e incompreendido. Em muitas instâncias, vai pensar bálsamo nas feridas alheias, desejando bálsamo em si mesmo. Ela diz, "Todas as vezes em que buscamos a paz e lutamos contra as nossas próprias tentações, somos laureados pelas bênçãos do esforço e sentimo-nos motivados para continuarmos, para permanecermos, para construirmos, para fazermos. E ela nos mostra que somente assim estamos sendo verdadeiros. Não somos verdadeiros quando escamoteamos quem nós somos. Não somos verdadeiros quando apresentamos uma aparência de perfeição, sabendo que perfeitos nós não somos
nte assim estamos sendo verdadeiros. Não somos verdadeiros quando escamoteamos quem nós somos. Não somos verdadeiros quando apresentamos uma aparência de perfeição, sabendo que perfeitos nós não somos e que não lutamos para vencermos estas mais inclinações, que é a grande motivação para o verdadeiro espírita. E ela nos convida, minhas irmãs, meus irmãos, a nos enxergarmos com essa amorosidade. Irmos ao encontro das dores não é fácil, porque as nossas dores também gritam e querem cuidado. Mas ela nos indica que irmos ao encontro da dor é também cuidado para com a nossa própria dor. E a forma como ela enfecha o capítulo é de muita sabedoria. Joana em todos os seus textos, ela sempre encerra com Jesus. Às vezes o texto da benfeitura tem quatro parágrafos bem pequenininhos. O último é Jesus, porque ele é o modelo e guia da humanidade. Porque ele é o pastor que conduz as ovelhas. Porque ele é o pão que alimenta o nosso mundo íntimo. Porque ele é o caminho que nos conduz à verdade e à vida. Então, sempre ele. E nesse capítulo não é diferente. E aí a gente pensa, mas que imperfeição ela poderia trazer de Jesus? Claro que não. Ela traz a proposta e ela diz que Jesus na cruz falou para toda a humanidade, olhando para o alto, referindo-se e conclamando Deus, perdoa-os. Eles não sabem o que fazem. E ela diz: "Perdoa tu também e segue amando." Por que será que ela termina uma mensagem em que fala de imperfeição sobre perdão? Porque imperfeição, convivendo com imperfeição machuca. Porque na convivência entre imperfeitos vão existir os estilhaços. as dificuldades vão existir, as incompreensões vão existir as mágoas porque são imperfeitos e imperfeitos. Então ela deixa a mensagem do cuidado para com a nossa e a imperfeição do outro. Perdoa. E quando é que a gente deve começar a perdoar? Quando o outro vem nos pedir perdão, alguém me fez algo. Eu vou esperar. Eu vou perdoar quando essa outra pessoa viedão. Paraa pessoa pedir perdão, ela precisa reconhecer a falta, admitir que ela cometeu essa falta, ter
nos pedir perdão, alguém me fez algo. Eu vou esperar. Eu vou perdoar quando essa outra pessoa viedão. Paraa pessoa pedir perdão, ela precisa reconhecer a falta, admitir que ela cometeu essa falta, ter a coragem de ir ao outro e pedir perdão. Enquanto isso, eu tô guardando dentro de mim a mágoa em relação à aquela pessoa. Quando é que eu devo começar a perdoar? Quando o outro me ofendeu? Porque se eu sou cristão, espírita e sei que o movimento natural nosso é nesse caminho, por que que eu vou adiar? O outro me ofendeu e a partir daquele momento tá doendo, tá chato, tá difícil, mas é naquele momento que eu preciso equalizar as ideias, assentar os pensamentos, organizar as emoções e começar o processo de compreensão. Como é o processo de compreensão? envolver o outro no nosso pensamento. Aquela pessoa me teve aquela atitude infeliz. Será que ela tá passando por alguma dificuldade? Será que tem algo que está sendo difícil para ela? Será que eu posso ajudar de alguma forma? Será que existe alguma maneira? Ou seja, observarmos as tentativas, os exercícios de compreensão desde quando somos feridos. Ah, mas isso é bem difícil, porque existem dores e dores. Existem mágoas muito profundas e outras que não são tantas, que não são tão profundas. Mágoa é mágoa, dor é dor. Não há qualificações, não há escalonamentos, simplesmente é dor. E o desafio que é para mim é para o outro, é para todos nós. Porque quando somos feridos, nos mexe naquelas imperfeições, no orgulho, no egoísmo, na vaidade. Ah, fez isso comigo, para mim, e eu mereço nada. E entramos nestas alavancas que vão nos conduzindo a distanciamentos, a isolacionismos. E é por isso que nós nos lembramos da história da Selma Legerlef, da lenda dos milagres do amor. Todas as vezes que as relações se apresentam e elas se apresentam como a proposta paraa nossa edificação, nós só conseguimos evoluir de forma gregária, convivendo. Quando encontramos esses desafios, não nos isolemos e não isolemos também quem quer que seja. Façamos o movimento de irmos ao
ossa edificação, nós só conseguimos evoluir de forma gregária, convivendo. Quando encontramos esses desafios, não nos isolemos e não isolemos também quem quer que seja. Façamos o movimento de irmos ao encontro. Às vezes o mundo íntimo é igual uma floresta onde as pessoas estão vivendo ali da sua forma, do seu jeito, mas chega alguém que é diferente, que só quer trazer amor. E nessa doação de amor, ir ao encontro deste lugar que precisa ser desbravado é empenhar-se, é dedicar-se. Foi Jesus que pediu isso pra gente. Porque ao desbravar a floresta e o mundo alheio, é no nosso mundo íntimo que também estamos promovendo esses estímulos de engrandecimento e de superação. E nos lembra já nesses minutos finais de uma lição que o nosso Jivaldo nos trouxe. Era o mês de janeiro de 2025. foi a penúltima palestra do nosso tio Divaldo. Depois desse momento de janeiro de 2025, ele teve uma palestra eh em fevereiro e depois ele teve um conversando sobre o espiritismo. Nessa palestra de janeiro que ele veio aqui, que ele brincou dizendo que agora ele sabia o que é que os amigos de Lázaro tinham sentido quando tinham visto Lázaro Rede Vivo, ele fez essa brincadeira. Nessa palestra ele fala da cura do câncer, fala das preces que recebeu, fala de todo o apoio e ele faz e apresenta muita gratidão às pessoas. Nessa palestra ele falou algo muito delicado, que ele disse que já estava nesse processo de recuperação. Ele tinha identificado, vocês vão se recordar, ele disse que tinha identificado uma luz verde no quarto dele e que a benfeitura tinha explicado que ali eram todas as orações, todas as preces, todas as pessoas querendo o bem para ele. Só que num dado momento ela diz assim: "Agora vai lá. Vai lá, meus irmãos. Era para vir para cá. Agora vai lá e vai buscar o restinho dessa energia com eles. Significa que, embora imperfeitos como nós somos, nós também podemos colaborar. E colaboramos nesse processo dele, porque ela disse: "O restinho dessas energias vai buscar lá". Como ele chegou
m eles. Significa que, embora imperfeitos como nós somos, nós também podemos colaborar. E colaboramos nesse processo dele, porque ela disse: "O restinho dessas energias vai buscar lá". Como ele chegou aqui falando, compartilhando, convivendo, abraçando, sorrindo, aconselhando? Aí está o ponto do cuidado para com as nossas imperfeições. Todos nós temos a oportunidade de doarmos algo para alguém, para alguma situação, para o desfecho feliz de alguma história. Basta que queiramos, como disse a benfeitora Joana de Angeles, vamos, vamos ao encontro uns dos outros, porque o restinho da cura a gente busca na convivência. Que Jesus nos abençoe a todos. Agradecemos aí a Luziane pela palestra da noite, que nos fez muito recordar do Divaldo, da benfeitora, e do livro Mestre de Amor. Vamos agora então nos preparar para o encerramento da reunião e eu convido os médiuns passcistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passos coletivos. Senhor e Mestre Jesus, amado amigo, reunidos somos muitos, como bem disse a nossa irmã e a benfeitora Joana de Angeles, muitos somos nós, imperfeitos. Mas a soma da imperfeição pode nos conduzir a uma determinada força especial, que reunidos com propósitos nobres, podemos fazer movimentações espetaculares. Esta movimentação proposta é utilizarmos as nossas energias pessoais imperfeitas, sabemos, mas energias, energias ricas da nossa energia ainda muito animal, mas que serve, que produz junto com o mundo espiritual nesse labor. laboratório especial, a riqueza da transmissão da energia, a energia imperfeita com a energia perfeita do mundo espiritual. Isso transmuta algo que pode ser levado pelos nossos irmãos, que é o fluido e transmissão para a captação daqueles que se propõem a ouvir o mundo espiritual, recebendo então esse beneplác que a generosidade divina nos propõe. Abençoa-nos, pois, Senhor, neste momento. Abençoa a água na entrada desse cenáculo, os nomes dos encarnados, dos desencarnados, estendendo a vossa misericórdia a todos
generosidade divina nos propõe. Abençoa-nos, pois, Senhor, neste momento. Abençoa a água na entrada desse cenáculo, os nomes dos encarnados, dos desencarnados, estendendo a vossa misericórdia a todos eles. Quando retornarmos ao lar enriquecidos desse ambiente que por algum tempo convivemos, que essa energia se levada àqueles que lá nos esperam, nossos amigos, companheiros, familiares, enfim, o nosso lar. Abençoa nosso lar, abençoa aqueles que nos esperam, abençoa a nossa família, a família estendida, aos trabalhadores desta casa, seus voluntários, doadores, assistidos, assistentes. Por eles rogamos, Senhor, a vossa misericórdia. abençoa-nos, ser conosco hoje, por todo sempre e que assim seja. Muito obrigado a todos. Está encerrada a nossa reunião. Sigamos em paz.
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