MODIFIQUE- SE E CURA-SE - Ruth Daia [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]

Comunhão Espírita de Brasília 27/02/2026 (há 1 mês) 37:15 225 visualizações

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Transcrição

Boa tarde, amigos que está nos assistindo pelos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. Sejam todos bem-vindos a esse nosso momento de harmonização do grupo Chico Xavier. Começando esse nosso momento, a gente vai fazer a prece. Essa prece é rogando ao Pai, né, que nos ilumine, que nos proteja, que nos ampare, que abra nossas mentes para que a lição de hoje possa surtir um efeito muito positivo, possa nos ajudar a nós nos modificarmos. E quando nós modificamos, nós com certeza nos curamos, né? Que ninguém modifica nesse sentido para pior, é para sempre melhor. Então que ele nos ampare essa equipe toda de Chico Xavier eh esteja conosco. Então esse é o nosso pedido. Mas nós também temos o agradecimento, agradecer pela bondade divina de nos assistir a todos os momentos de nossa vida. tá ali vigilante nos olhando, nos protegendo, mas nós precisamos de querer isso. Nós sabemos que já foi dito, né, que a gente vai ser ajudado pelo muito que a gente tá fazendo. Então, vamos fazer o muito. nesse momento muito é a gente pegar a lição de hoje, ver o que que ela serve para nós e depois harmonizados recebermos o presente divino que é o passe. Então, começamos esse nosso momento com muita alegria, com muita satisfação, com muita esperança e que a doce paz esteja no coração de cada um que tá nos assistindo e aqueles que irão nos assistir assistir depois também. Vamos começar esse nosso momento. Nós escolhemos esse tema, modifique-se e cure-se. Eh, eu gosto muito da tudo que fala que é para modificar, para fazer, para tomar uma atitude. Gosto porque na nossa vida nós eh pegamos muitas coisas, fazemos muitas coisas, incorporamos muitas coisas no nosso comportamento e depois nós não damos conta de modificar, de sair dele, porque vira um hábito do hábito, vira um vício e aí fica muito complicado. Vício de comportamento, vício de falar que eu não dou conta, não dou conta, aí eu não dou conta mesmo, né? Enquanto eu fico nesse achando que não dou conta, achando que eu não sou

ca muito complicado. Vício de comportamento, vício de falar que eu não dou conta, não dou conta, aí eu não dou conta mesmo, né? Enquanto eu fico nesse achando que não dou conta, achando que eu não sou capaz, achando que eu sou isso, eu sou aquilo, eu não me curo. Mas a hora que eu falo: "Eu não quero isso mais, eu cansei". Aí começa a cura. Mas começamos lá com Mateus, capítulo 6, versículo 33. Ele fala assim para nós: "Mas buscai primeiro o reino de Deus". Primeira coisa, vamos buscar o reino de Deus e a sua justiça. Aquilo que é nosso vai ser nosso. Em qualquer situação vai ser nosso. E todas essas coisas vos serão acrescentadas. Então, primeiro eu tenho que buscar. Se eu não busco, como que eu consigo, né? E buscar o quê? Buscar o que é correto, o que é certo, o que é justo. E aí todas as outras coisas nos serão dadas. Eu acho isso tão lindo, tão pequenininho, parece tão grandioso, né? E aqui nós vamos falar muito da dor, do sofrimento que a gente vive nesse momento com muitos problemas de dores, muitos problemas de angústia, de sofrimento, de ansiedade, né? E vimos aí e lá ele fala que ele veio nos dizer que eles não são obrigatórios na vida humana na pesquisa que eh recaso de Anacleto, viu o livro. Então que tudo isso, dor, sofrimento, eles não são obrigatórios na nossa vida. Nós não nascemos para sofrer, para sermos eh termos dores, para sermos infelizes. Não. Isto nós vamos acrescentando à medida que nós vamos crescendo, não vamos evoluindo, vamos, o tempo vai passando, os dias vão passando, né? Não, a gente sabe que a dor é um excelente auxilio, na nossa evolução, porque a dor é uma mestra, mas desde que eu entenda ela, se tá doendo, eu vou entender porque doeu, por aconteceu, eh, o que que eu tenho que fazer. Aí ela começa a ser educadora. Mas se eu falar: "Ah, porque comigo todo mundo tá bem, só eu que tô sofrendo". Aí ela realmente ela é uma desafiadora e que me bota cada dia mais para baixo, cada dia com mais angústia, né? Mas desde que tenhamos cumprido a

orque comigo todo mundo tá bem, só eu que tô sofrendo". Aí ela realmente ela é uma desafiadora e que me bota cada dia mais para baixo, cada dia com mais angústia, né? Mas desde que tenhamos cumprido a finalidade, a dor tem uma finalidade, ela tem, ela chegou, qual a finalidade dela? Eu posso perfeitamente, sabendo disso, suprimir, né? suprimir. Eh, sei qual é a finalidade, eu sei que eu posso suprimi-la, mas eu também tenho que pensar que tudo isso acontece quando dentro de mim há uma mudança, porque senão era um castigo. Aí além da dor ser um castigo, e quem castigou? Foi Deus que me deu essa dor. Não fui eu que saí do trilho, mas eu posso começar a olhar para dentro de mim, que chamam muito de reforma íntima, né? e ver o que que eu preciso de fazer, o que que eu tenho que fazer para eu conseguir eh conseguir andar, conseguir chegar num num patamar onde ela não me perturba, ela não dói essa dor da angústia, ela tem uma dor do reconhecimento que não deu naquele momento, porque eu não fiz a lição direita e agora tem uma um uma resposta para tudo que nós fazemos tem resposta, não fica sem resposta. O o universo ele nos responde. E o que quem comanda o universo? Esse pai. E aí ele fala, continua falando, ela é ele que é o anacleto. O livro é recado de de ancleto, o espírito é anacleto. Com a nossa fé aí, olha, eu gosto porque aí ele começa já a dar um remedinho, que não é um remedinho, um remedão, né? com a nossa fé, então nós vamos poder remover as montanhas dessa dor, desse padecimento, dessa amargura, né? Eu posso sim, né? Eh, ele usa a montanha, é aquilo que tá já tá por aqui que eu não tô dando conta mais. Aí eu falo: "Meu Deus, o que que eu posso fazer? O que que o senhor pode me ajudar?", né? E aí começa a renovação, começa a modificação primeiro para fazer a renovação de novas energias, porque nós precisamos para tudo isso de energias. ter fé e ter fé, eu me energizo e aí tudo que poderia ser muito difícil não fica tão difícil, que eu acredito que tem uma força superior em

energias, porque nós precisamos para tudo isso de energias. ter fé e ter fé, eu me energizo e aí tudo que poderia ser muito difícil não fica tão difícil, que eu acredito que tem uma força superior em mim e tá por mim também me ajudando nesse processo todo. Então, confiando, quando nós estamos confiante, eh, aí o que que acontece? Quando eu confio, eu tenho quem me guarde, né? e eu tenho quem me guarde. Aí a gente passa por um outro degrauzinho dessa nossa instrução. A gente sai do recados do Anacleto e vamos para um outro outros livros que a gente viu. Aí ele começa, a gente começa falando que nós vivemos buscando, buscando ansiosamente a doutrina espírita, né? Buscando a doutrina espírita. E ela, quando a gente busca ela, ela não dá para nós as coisas de graça. Ela fala assim: "Vem cá, tô te convidando a uma pergunta muito importante para você responder, para eu poder te ajudar. Faz de conta que esta doutrina está lá sentada no banco da comunhão ou sentada aqui na cadeira ou nos olhando pelo nosso WhatsApp ou pelo nosso computador e vai falar para nós: "Olha, eu tenho uma pergunta. Eu tô te convidando porque eu tenho uma pergunta muito especial, muito essencial e quero fazer a você e quero que você preste muito atenção. E se a verdadeira cura, porque eu quero ser curada, não é? Eu quero ser curada pelos meus males, pelas minhas dores, pelo meu sofrimento, pela minha angústia, pela minha dor física, minha dor no ciático que não passa nunca, aquela dor de cabeça que é todos os dias. Cada um vai pensar na dor que está carregando nesse momento. E aí a pergunta, ele nos pergunta: "E se a verdadeira cura começar dentro de nós? Começa dentro de você ou você acha ela lá no mercado, acha ela na farmácia? Acha ela lá na roda de amigos ou onde que ela está. Você quando dói em vocês, eu já fiz essa reflexão que eu já estudei essa lição, né? Quando essa dor chega até vocês e que vocês eh busca na doutrina espírita, a gente primeiro tem que fazer pensar onde foi que essa dor

vocês, eu já fiz essa reflexão que eu já estudei essa lição, né? Quando essa dor chega até vocês e que vocês eh busca na doutrina espírita, a gente primeiro tem que fazer pensar onde foi que essa dor começou, qual é a origem dela. Ela a gente vai achar que essa origem tá dentro da gente, porque se não tivesse não doía. Ah, tá doendo, eu tô magoadíssima porque alguém fulano de tal me desafiou, falou de mim. fala, fez muita coisa comigo. Se eu estou lá do lado de fora vendo essa situação, então é difícil porque ela não tá dentro de mim. Eu só resolvo o que tá dentro de mim. O outro falou e eu chatei. Mas quando o outro fala e eu penso assim, não, mas eu não sou nada disto, eu não tenho isto, eu não sei porque que essa pessoa tá falando, essa pessoa não conhece a Rute, a essência da Rute não conhece. Então eu não tenho que me magoar, sofrer por nada. E mesmo as doenças físicas. Eu provoquei. Ninguém provoca uma doença física, a não ser que corte meu braço, mas nós estamos falando aquela dor que aparece e nós não temos eh nós não sabemos de onde que ela vem. Jesus ele ele é extraordinário, né, amigos? Se a gente seguir Jesus, olha, nós vamos entrar num patamar de de crescimento, de evolução imenso. Seguir, não, fazer o que Jesus fazia, né? Jesus nunca separou a cura de transformação, da transformação. Nunca, nunca eu melhoro quando eu transformo, entendeu? E eu e eu me me machuco, eu me adoeço quando eu não me transformo, quando eu fico aquela pessoa velha, com aquele pensamento velho. Nunca sai daquilo. Não, eu sou desse jeito mesmo, vou morrer assim. E não tem concerto. Eu acho que eu tô certa. Não é assim que acontece de vez em quando? Então ele nunca separou a cura da transformação. Sempre uma coisa tá ligada à outra, né? Ao curar, ele dizia: "Vai e não peques mais". Nós podemos fazer isto quando nós tivermos o mal e nós pedirmos muito a Jesus, pedir aos santos, pedir aos espíritos, pedir Dr. Bezerra, Euripos, Barçanu, todo mundo, eu com certeza quando nós pedirmos, eles vão nos ajudar

quando nós tivermos o mal e nós pedirmos muito a Jesus, pedir aos santos, pedir aos espíritos, pedir Dr. Bezerra, Euripos, Barçanu, todo mundo, eu com certeza quando nós pedirmos, eles vão nos ajudar se houver se houver uma uma transformação, se tiver uma mudança no comportamento. Eu não posso pedir e continuar com mesmo batidão de sempre. Eu preciso de de me de me refazer. E quando eu faço isto, as coisas começam a melhorar, as dores começa de dor moral, dor emocional, dor física, ela começa a diminuindo e eu vou começando a entrar em contato comigo e fala assim: "Gente, olha como eu estou bem melhor". Aí que Jesus fala: "Tá OK, então vai e não faça mais errado". para que não volte essa dor. A cura não era apenas física, era moral e espiritual. Então, às vezes eu acho que é só ali ter uma historinha, se der tempo, eu vou contar para vocês sobre essa sobre essa dor física, que ela é moral. Então, a gente pergunta, qual é a raiz espiritual das dores? Que raiz, onde que tá, onde que começa, como que é? E aí a gente responde que segundo a doutrina espírita somos já sabemos, né? Essa dor pode vir lá de 300 anos atrás, pode ser ou pode ser de agora, né? Trazemos tendências mesmo. Eu só faço assimos que fizemos eh totalmente contrário às leis eh divina, né? aprendizados de outras existências, fazemos um monte de coisas lá de trás e estamos com eh completando com os problemas daqui. Muitas enfermidades tenham essa ligação com o desequilíbrio moral e emocional, entendeu? Eh, só de agora não, porque nós somos o que que nós falamos que somos espíritos imortais. Então, tudo que acontece em nossa vida fica registrado e se é bom a gente consegue ir cada vez mais paraa frente. Se não é bom a gente estagna para aí como é a água podre, a água que fica parado, ela apodrece, ela começa a ter um cheiro ruim. Assim somos nós também. A dor ela não é castigo, amigos. Não é castigo. Nós já falamos lá em cima, né? Eh, ela é instrumento de crescimento, ela é educativa. Mas o que perpetua o sofrimento? Por que

. Assim somos nós também. A dor ela não é castigo, amigos. Não é castigo. Nós já falamos lá em cima, né? Eh, ela é instrumento de crescimento, ela é educativa. Mas o que perpetua o sofrimento? Por que que então esse sofrimento não para? Não para. Sabe por quê? Porque por mais que eu peça, por mais que eu suplique, por mais que eu faça um esforço, mas eu ainda tenho orgulho. De vez em quando eu mostro o orgulho aí igualzinho os gatinhos que mostra a unha. Quando a gente mexe com ele, quando a gente alguém fala alguma coisa, o orgulho aparece ali, né? a mágoa, porque alguém fez alguma coisa e quando eu ouço alguma presencie uma situação parecida, aquela mágoa volta, revolta, volta, aífervece, esquenta dentro do da gente, né? A culpa, né? O outro nem tem mais problema, mas eu ainda, de vez em quando, eu ainda sento culpa. Eu eu encontro com ele, olha eu ali sentindo a culpa. egoísmo e muitas vezes, amigo, a falta de perdão. Não perdoei você. Você fez isso e eu não te perdoo. Então isto nos eh atrapalha o nosso crescimento. A raiz de todas as dores tá nesses comportamentos, né? Enquanto não modificarmos essas disposições íntimas, a dor se repete. Pode ser que eu nem sinta mais dor, tá tudo bem, tudo tranquilo. Um dia eu encontro com alguém que me caluniou, que fez muita coisa comigo. Que que acontece com a gente? Todo mundo já passou por isso. Parece que o meu estado emocional volta para aquela época. Então eu não perdoei. Eu não me perdoei a mim de sentir aquilo, porque às vezes o outro nem lembra mais que ele fez aquilo. Olha como que é, né? Aí a gente passa por um outro tópico que vai falar o poder da reforma íntima. Amigos, quando a gente fala de reforma íntima, a gente lembra daqueles manuais que se vende por aí, né? manual que fala, mas é uma coisa tão tão superficial que não a gente não aprofunda e nem faz reforma íntima. Reforma íntima não é mudar o outro. Aí eu vou mudar o outro porque aí eu fico bem, porque o outro que me aborrece, o outro que me tira do sério, o outro que

nte não aprofunda e nem faz reforma íntima. Reforma íntima não é mudar o outro. Aí eu vou mudar o outro porque aí eu fico bem, porque o outro que me aborrece, o outro que me tira do sério, o outro que me faz fazer isso. Não é mudar a própria postura diante da vida, diante dos fatos, diante das pessoas. Mudar. Ele faz isso, o problema é dele. Modificarse, eu tenho que modificar todo tudo que tá aqui dentro, que não tá bom, eu tenho que fazer a transformação. Isso é lento. É muito lento. Não é de um dia para outro. É com muita oração, é com muita boa vontade, é com muita disposição, é com muito fechar a boca, calar, tampar os ouvidos, fechar os olhos para aquilo, até eu ter condições de ouvir tudo isso, mas isso não me atinge, né? Então, modifique, modifique-se. Modificar significa trocar a revolta pela aceitação ativa. Eu aceito independente, não tô mais revoltada, aceito isso e pronto. Olha, mas isso é do fundo do coração, lá do fundo do coração, né? trocar a queixa pela responsabilidade. Eu fico queixando, queixando, queixando. Eu paro, falei: "E esa aí, eu tô queixando demais disto, mas isso já aconteceu, mas eu continuo na queixa, então essa coisa tá dentro de mim. Então eu vou começar a verificar se eu não fui a causa daquele daquela daquela situação que me levou à queixa, não é? Trocar o ressentimento pelo perdão. Acabamos de dizer, né? Ah, ele fez aquilo, problema é dele. Eu não tô nem mais aí para isso. Já lavei, já já me saí, já modifiquei. Não quero isso mais paraa minha vida. Trocar o medo pela confiança em Deus. Tudo isso nos leva a medo e medo cristaliza. Então nós temos, quando nós oramos, pedimos, mas será que quando eu peço, eu acredito que você é ouvida? Ainda tem isso, né? Não sei, né? A cura começa quando pararmos de perguntar o que isso está me ensinando? Então, a cura só começa quando paramos de perguntar: "O que é isso? Eh, a cura começa quando pararmos e perguntarmos. Esqueci de fazer as vírgulas, né? O que isso está me ensinando? Porque quando eu me revolto

cura só começa quando paramos de perguntar: "O que é isso? Eh, a cura começa quando pararmos e perguntarmos. Esqueci de fazer as vírgulas, né? O que isso está me ensinando? Porque quando eu me revolto com isto, aí eu tô na dor, eu tô na doença. Mas quando eu começo a me perguntar o que que está me ensinando, aí eu falo assim: "Eu tenho que aprender, porque se eu não aprender, vai doer até o resto dos meus dias aqui. Aliás, pela eternidade, até que eu faço a modificação, eu me modifique, me modifico, aí eu me curo." A doença como convite de Deus. Olha a doença. Convite Deus. Deus nos convida a adoecer. Sei não. Eu acho que isso não é muito bom, não. A gente pode pensar, né? Nem toda doença é consequência direta de erro moral atual. Nem toda doença. Ah, eu errei moralmente, eu errei fisicamente, eu errei de qualquer maneira. É, então é e por isso que aconteceu. Mas toda dor é a oportunidade de ser mais humilde, ter mais paciência, desapegar das coisas, eu ter mais fé, eu resgatar aquele ser maravilhoso que eu era. Mas aí eu fui juntando tanta coisa que me adoeceu cada dia mais, não é? Então, eh, resgate e evolução. Então, eu preciso de pensar de tudo isto para eu poder crescer. O nosso corpo, ele adoece para quê? Para que a nossa alma desperte. A gente vai trazendo tudo isto e não tem noção de que tá, nós estamos cada dia nos envenen com ressentimento, com mágoa, com um monte de coisas. E uma hora isso passa pro nosso corpo físico em formas de um monte de doenças. Aí a alma desperta. É a hora que a nossa vontade, é a hora que eu falo: "Meu Deus, eu preciso fazer um tratamento no centro espírita, porque não pode, isso coisa, não é possível". Aí eu começo a modificar meu relacionamento com as pessoas e assim eu vou fazendo com cada uma. Quantas pessoas só se aproxima de Deus depois de uma crise, depois de de um problema sério? Porque antes não existia esse Deus. Eu dou conta de tudo. Eu faço de acordo com aquilo que eu tô recebendo. Recebi uma pancada, dou outra pancada. Recebi uma

uma crise, depois de de um problema sério? Porque antes não existia esse Deus. Eu dou conta de tudo. Eu faço de acordo com aquilo que eu tô recebendo. Recebi uma pancada, dou outra pancada. Recebi uma fala eh ríspera, devou fala rperra. Olha aí. Tô me igualando ao outro. Isso é sério demais, né? Aí a gente vai falar da cura espiritual. O que é a cura espiritual? A gente vai tomar passe. A gente vai tomar passe. Para quê? Pra gente tá mais saudável. A cura espiritual não significa necessariamente ficar fisicamente saudável. Às vezes eu não vou ficar saudável. Às vezes é uma uma um uma doença, um problema que eh vai perdurar, né? significa alcançar paz, aceitar o processo, confiar na providência divina, harmonizar pensamentos e sentimentos. Muitas vezes as nossas dores, né, não elas não não melhora nesse processo que nós estamos eh caminhando. Mas por isso eu não vou me lastimar. E às vezes a gente até sai dessa vida porque não aguenta, né? Então ela veio como uma prova ou uma expiação. Uma expiação porque eu nunca liguei em outros momentos de vida. Agora eu vim para passar por essa situação e entender essa situação que é o mais difícil. Então significa tudo isso, é eu ter paz. Quando nós temos todo isto, a paz, aitar o processo, confiar na providência divina, harmonizar pensamentos e sentimentos, nós podemos ter a dor, mas ela não me atinge para eu me a gente revolta contra Deus, né? Depois a revolta contra a sociedade, contra contra política, contra tudo, contra nossos pais que nos tiveram. Começar a própria cura. Como que é? Tem uns caminhos práticos. Como eu começo a própria cura? Vigiar os pensamentos. Tô pensando mal. Todas as vezes que eu começar a pensar, eu vou fazer um Pai Nosso, vou fazer uma Ave Maria. Vou ler uma passagem do Evangelho, vou assistir uma palestra, né? Vou ver alguma coisa interessante que vai me animar e me tornar eh para que eu me torne melhor. Vigilância dos pensamentos, oração sincera. Não é para nós que ó, Deus me ajuda e pronto. E corre e tá com a boca

lguma coisa interessante que vai me animar e me tornar eh para que eu me torne melhor. Vigilância dos pensamentos, oração sincera. Não é para nós que ó, Deus me ajuda e pronto. E corre e tá com a boca cheia porque tem que sair correndo. Tem o momento de você primeiro, pai nosso, nós estamos glorificando ele que ele é o nosso pai que está no céu. Nós estamos dando esse importância porque ele é o pai que está em todos os lugares. E assim nós vamos aí, nós vamos pedir aí pedimos, pedimos. Aí depois nós vamos agradecer por tudo que ele já nos deu, tudo que ele nos proporcionou. Então, oração sincera, evangelho no lar, vocês podem fazer a comunhão, tem um evangelho aí, entra, todos os dias tem evangelho de segunda a sexta, pode assistir a qualquer hora, mas que assista naquele dia, né? Perdão constante, caridade ativa, não é aquela caridade morna, não. É uma caridade que eu eu já tenho um compromisso de fazer caridade. Esse compromisso eu não abro mão. É toda semana, é todo de 15 dias, todo mês, se possível, toda semana, né? Autohecimento. Eu tenho que me conhecer para eu começar a querer me curar. Se eu não me conheço, por que que eu vou me curar? Busca de auxílio médico e espiritual. Às vezes eu preciso de auxílio médico e espiritual. Preciso mesmo, porque eu não dou conta. Já é um problema físico, né? E o problema espiritual. A gente às vezes busca só o médico e não busca espiritual. Acha que é só no espiritual e sendo que tem um médico, né? E aí a gente conclui falando assim: "Talvez estejamos esperando um milagre". Sim, um milagre, né? Talvez estejamos pedindo a Deus que mude alguém pra gente sentir melhor, não é? A gente olha e pede pro outro: "Ah, muda fulano de tal, que fulano de tal é muito difícil e se mudar a vida vai ser muito boa, né?" Ou que retire uma dor antiga, aquela dor que eu não tratei, ela ficou crônica, não é? Que é caí, machuquei o braço e aí eu não vou ao médico e o braço tá doendo. Aí eu ponho tudo quant é coisa que me ensina e vou ficando ficando. Chega um ponto que

não tratei, ela ficou crônica, não é? Que é caí, machuquei o braço e aí eu não vou ao médico e o braço tá doendo. Aí eu ponho tudo quant é coisa que me ensina e vou ficando ficando. Chega um ponto que não tem mais jeito, calcificou, né? Aí a gente fica pedindo para melhorar. É, pode ser que uma cirurgia resolva ou não, ou que cure uma enfermidade. Nós temos aquela enfermidade que já veio, aquele aquela é uma síndrome, é o algum processo crônico. E eu quero e eu peço, ao invés de usar todo aquele recurso que às vezes não tem jeito mesmo, né? ou aceitar, porque aceitando eu tenho uma evolução melhor. Num outro momento de vida eu não vou com não ven com aquilo mais. Se eu não aceito, eu volto com aquilo até eu aceitar, né? Mas hoje o Cristo sussurra ao nosso ouvido. Se vocês pararem, ele fala assim: "Filho, começa por você, não começa pelo outro, pedindo que Deus ajude o outro para te ajudar, que concerto o outro, né? que que apareça um remédio milagroso. Primeiro comece por você, modifique-se, troque pelo pelo recomeço, aliás, troque a mágoa por compreensão. Tô magoada, eu vou compreender aquele momento. Orgulho por humildade, culpa pelo recomeço. Eu errei muito, tá? Então eu vou começar de novo, né? Quando o coração muda, a energia muda. Quando a energia muda, a vida responde. Deus não desperdiça lágrimas. Não desperdiça. Cada dor tem um propósito. Cada dor, eu tenho que entender esse propósito. E toda transformação sincera, ela é um processo na direção da própria cura, porque quem se modifica por amor já começou a se curar. Então, é esse o nosso momento, né? É o nossa, é o que a gente a lição trouxe. E a historinha eu já falei ela nesse nesse processo todo. É eu me, quando eu tenho um um problema até físico, mas eu tenho uma briga com a irmã, não perdoa a irmã. Quando eu faço esse movimento do perdão, começa o físico melhorar. Porque quem adoeceu o físico foi lá o espiritual que veio, veio, ele começa lá, porque o físico é a última coisa que vai adoecer, é quando já não aguenta mais, então eu

rdão, começa o físico melhorar. Porque quem adoeceu o físico foi lá o espiritual que veio, veio, ele começa lá, porque o físico é a última coisa que vai adoecer, é quando já não aguenta mais, então eu tenho que começar de lá, aí o de cá fica melhor. Então é isso que a gente queria trazer, né? Então, que a paz do divino mestre Jesus esteja no coração de todos nós. E agora nós passamos pro passe virtual. Beijo no coração e até a próxima. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de substituindo [música] os fluidos deletéos por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a [música] alegria de viver, a

sário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a [música] alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade [música] e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, [música] venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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