Mediunidade no cotidiano (Palestra 2) - Dia 1 | 3º Encontro Nacional da Área da Mediunidade

FEBtv Brasil 30/10/2025 (há 5 meses) 58:00 823 visualizações

3º Encontro Nacional da Área da Mediunidade — “A mediunidade além do fenômeno” Local: Recanto Lins de Vasconcellos (Campo Largo/PR) Data: 12 a 14 de setembro 🎤 Palestra Título: Mediunidade no cotidiano (Palestra 2 - Sexta-feira) Palestrante: Marta Antunes Este vídeo faz parte do 3º Encontro Nacional da Área da Mediunidade, que reuniu lideranças espíritas de todo o Brasil para integração, reflexão e convivência fraterna. A programação contou com palestras, rodas de conversa e oficinas, abord...

Transcrição

Olá, minhas amigas, meus amigos estão participando aqui do terceiro encontro nacional da área da mediunidade. É com imensa satisfação que nós recebemos para estar conosco participar Marta Antunes Moura, que foi coordenadora nacional da área da mediunidade e vice-presidente de unificação da Federação Espírita Brasileira. Marta é uma pessoa muito querida. sobre sua gestão, foram organizados documentos muito importantes para a área da mediunidade que estão utilizados por nós todos, o Programa de Estudos Mediunidade, estudo e prática e o livro Orientador da área da mediunidade, orientação para a prática mediúnica no centro espírita. E dentre as obras publicadas pela nossa querida irmã, eu destacaria o atendimento espiritual pelo passe e a obra eh em torno da dos estudos de Manuel Filomeno de Miranda, a prática mediúnica no centro espírita. Querida Marta, seja muito bem-vinda. >> Obrigado, querida amiga Jacobson, Cristina e Tânia e todos vocês que neste momento nos vê, nos ouvem. É uma grande alegria estar com você. Eh, recebo o meu abraço muito fratério, muito caloroso, amoroso mesmo. E acreditamos que esse encontro da mediidade será um sucesso. Terão muitas coisas para discutir, muitas coisas para analisar, mas permanece o nosso eh a nossa união em torno da área da área nacional. Muito obrigado pela oportunidade. >> E para conversarmos com a Marta sobre a mediunidade no cotidiano, estou aqui com a nossa querida amiga Cristina Pires. Cristina Pires é vice-presidente da Federação Espírita Pernambucana e secretária da região Nordeste do da Comissão Regional Nordeste do Conselho Federativo Nacional. Seja bem-vinda, Cristina. >> Obrigada, amigo Jacobson. É uma alegria estar aqui com vocês, Marta querida, Tânia. Que bom rever vocês, mesmo que seja na telinha. Saudade dos abraços fraternos, das conversas amigas e desses longos anos, né? Já são muitos anos na área da mediunidade. Com certeza nosso encontro será muito proveitoso, tanto quanto foram os outros, o primeiro e o segundo, que no

das conversas amigas e desses longos anos, né? Já são muitos anos na área da mediunidade. Com certeza nosso encontro será muito proveitoso, tanto quanto foram os outros, o primeiro e o segundo, que no até hoje na a gente tem na memória, assim, na memória afetiva, um grande carinho. Obrigada pela participação, obrigada pelo pela oportunidade do trabalho. Que bom estar com vocês. Estamos também aqui com a nossa querida amiga Tânia Gabi. Tânia Gabi é coordenadora regional da área coordenadora eh regional da área da mediunidade da região sul, eh coordenadora estadual da área da mediunidade no Rio Grande do Sul e assessora nacional também aqui conosco da área da mediunidade. Seja muito bem-vinda, Tânia. >> Obrigada, Jacobson. igualmente uma alegria imensa. Já estamos, na verdade, vivenciando o ENã desde 2024, quando nos envolvemos com a construção e agora chegamos a este momento lindo de podermos estar todas as federativas representadas conversando sobre a mediunidade e hoje de forma muito especial com a Marta, que é uma participante muito aguardada, um carinho imenso de todas as nossas federativas. Muito obrigada por estarmos juntos aqui. Bom, e para começarmos a nossa conversa, eu vou passar então a palavra paraa Cristina para suas sua pergunta, suas considerações para comar. >> Marta, minha querida, a medilidade nos dias de hoje enfrenta sim de alguma forma alguns desafios. Eu pergunto para você, como é que a gente pode formar um grupo mediúnico hoje? Se eu Vamos imaginar que eu esteja começando numa casa espírita pequenininha ainda, formando, como é que eu, qual é o tempo certo de iniciar um grupo mediúnico? O que é que eu preciso antes? Eu só posso começar a casa com um grupo mediúnico? Eu posso começar sem esse grupo? O que é que você nos orienta a esse respeito? Olha, Cris, Cristina, né? de crise, mas é realmente sempre foi um desafio. Atualmente, no pós-pandemia, sobretudo, eh nós nos encontramos na na casa espírita, pessoas que vão à casa espírita, uma diversidade muito

ristina, né? de crise, mas é realmente sempre foi um desafio. Atualmente, no pós-pandemia, sobretudo, eh nós nos encontramos na na casa espírita, pessoas que vão à casa espírita, uma diversidade muito grande. Parece que h uns 30 anos, 40 anos atrás havia uma maior homogeneidade. Hoje nós temos participantes mais diferentes, assim com diferentes experiências inclusive que não tem, estão começando no espiritismo. Então esse ponto é fundamental. Se a pessoa está iniciando no espiritismo, é básico que ele tenha uma noção do que é o espiritismo. Para isso, hoje nós temos o Égio, o estudo sistematizado da doutrina espírita, continua sendo um apoio muito grande. pessoa tem que ter uma noção geral, ele tem que ter um básico, pelo menos aquele que está no programa do ES, que tem uma visão panorâmica da doutrina espírita, porque o ES, na verdade é o estudo, é um desenvolvimento do estudo do é o livro dos espíritos. Então, a pessoa que faz o, ela tem uma noção geral, básica, bem orientada do que é o do da doutrina espírita. Agora depois no primeiro ano de completou o primeiro ano, completou o primeiro, a primeira fase no ES, primeira apostila, o primeiro livro, ela pode concomitantemente, já que ela já tem essa noção básica dos princípios básicos da doutrina espírita que Kardec enumera com muita propriedade na introdução do livro livro do do livro dos espíritos no item seis, com essa base, ela pode concomitantemente continuar no e pode eh matricularse, inscrever-se no estudo da mediunidade do do sea quer se a finalidade dela, da pessoa, seja ele diretor de uma casa espírita, seja um prefador, é um grupo mediúnico, esse grupo med tem que ter um certo estruturação doutrinário. Então é importante ter essa noção básica e já o estudo e prática da mediunidade que nós chamamos de EPM, o livro um ele dá essa visão panorâmica da mediunidade, assim como o livro um do dá uma visão panorâmica da da doutrina espírita. Isso é uma questão de como iniciar. Dá para abrir uma casa, uma sala mediúnica,

m ele dá essa visão panorâmica da mediunidade, assim como o livro um do dá uma visão panorâmica da da doutrina espírita. Isso é uma questão de como iniciar. Dá para abrir uma casa, uma sala mediúnica, um grupo mediúnico, as pessoas não tenha menor conhecimento. Esse conhecimento seria essa é uma situação, vamos dizer assim, porriqueira, usual. Porém, nós temos na casa espírita pessoas que já chegam com uma mediunidade perdida. A mediunidade surge já se manifestando. Às vezes aí que muita propriedade é o Manuel Filamento de Miranda fala e também André Luiz é preciso avaliar a situação. Se a pessoa está com uma mediunidade ou se ela está sobre um processo de influência espiritual. Se est apenas eclusão da mediunidade de evidência, de psicofonia, de psicografia, sei lá qual for, ela pode chegar aquele roteiro, nós acabamos de falar anteriormente e concomitantemente pode começar uma prática numa reunião, numa reunião mediúnica sobre supervisão, é uma iniciante que tá estudando em dias diferente, mas tá ao mesmo tempo educ cada sua uma manifestação, faculdade, agora se for uma pessoa que está sobre um processo de influência espiritual, isso precisa ser bem avaliado, não é etiquetado, é algo que precisa ser avaliado com a equipe, com atendimento espiritual e junto com a mediunidade. Aí se ela tiver sobre a influência, é preciso cuidar dessa influência, é preciso primeiro assisti-la, ampará-la, fortificá-la para tratar aquele o médium que está sob uma influência espiritual e cuidar também dos espíritos que estão provocando aquela situação. linhas gerais se na no livro orientação centro espírita, a gente fala tanto da estudo da mediunidade como da prática mediúnica. Tem essas ideias que eu resumidamente que acabei de falar. Obrigada, Marta. Tânia, sua participação. >> Aproveitando então a fala da Marta, eh, envolvendo o nosso programa um, Marta, nós encontramos com muita alegria na apresentação a possibilidade também do nosso jovem estar fazendo parte deste estudo básico

itando então a fala da Marta, eh, envolvendo o nosso programa um, Marta, nós encontramos com muita alegria na apresentação a possibilidade também do nosso jovem estar fazendo parte deste estudo básico da mediunidade. E esta é uma pergunta recorrente deles nos encontros, nos eventos, né, quando e da mesma forma eh junto aos trabalhadores eh da própria área, né? Eh, até que ponto, em que momento, como que vamos inserir os jovens? Então, gostaria que tu pudesse discorrer um pouquinho a respeito, amiga. >> Sim, aliás, é um assunto que nós ter um telefone tocando aqui por perto. é um assunto que nós precisamos analisar com, vamos dizer assim, certa cautela, porque a gente, se a gente for, se nós formos reportar a época de Kardec, os médos tinha médico, a irmã depois nós temos Vitor Hugo quando ele foi exelado na ilha lá que trabalhava com médic muito jovem, nós tivemos médicos, excelentes, então nós precisamos avaliar isso, mas eram espíritos, aqueles eram espíritos que reencarnaram para essa função, que eles já estavam aprendendo naquela encarnação, já traziam essa bagagem de conhecimento. Nós tô falando nós todos, eu, você, todos nós, Jacob, Saquesttinho, todos os que estamos aqui de uma certa idade como a nossa que já saímos dos 50, 60 anos. Então, o que que acontece? Nós passamos por um processo educacional pedagógico no mundo, no eh fora da casa espírita da instrução. O que é importante era ter instrução. Então nós como educados nas nossas escolas no segundo, no primeiro grau, segundo grau na universidade por meio da instrução. Então esse processo de instrução, instrução, você precisa saber para poder trabalhar, para ter uma profissão. Isso foi transportado para a casa espírita, era o modelo que conhecia. Eu não sei se vocês lembram, teve uma época que os os estudos, o estudo é, o estudo mesmo das obras básicas, era em cima de muitas técnicas, muitas dinâmicas, cada um, algumas mais complexas, outras menos complexas, porque pisava mais a instrução, foco da instrução.

studo é, o estudo mesmo das obras básicas, era em cima de muitas técnicas, muitas dinâmicas, cada um, algumas mais complexas, outras menos complexas, porque pisava mais a instrução, foco da instrução. Infelizmente novo milênio, novo século, no as final do século passado, as coisas foram mudando, que não é só a exção, nós somos animais emocionais. Então, através da nossa emoção, através do nosso sentimento, que nós vamos utilizar aquele conhecimento para transformar. Então, o que que aconteceu naquele momento em que a instrução invadiu, estava presente em todos os estudos da casa espírita, inclusive nas palestras públicas, não era não era permitido, por exemplo, que a pessoa que estivesse falando publicamente que fosse interrompida por alguma pessoa se quisesse quando terminar essa palestra em particular. Isso eh permitiu um afastamento do jovem. Então, teve uma época que os jovens só poderiam, não é, nem ir paraa única ainda, nem chegamos lá, os jovens só poderiam estudar o, por exemplo, tematizado ou uma obra básica depois que completasse o ciclo de juventude com mais de 23 anos, já não era mais jovem, já era considerado adulto, já podia ter até ter concluído faculdade. esse processo todo que foi evoluindo e, infelizmente hoje o jovem ele pode ficar na juventude, ele pode matricular outro estudo, se inscrever. Ele tem mediunidade, sim. Por que não praticar mediunidade? Eh, conheço pessoas que t mediidade desde a infância, eu mesmo fui, mas é de família foi a coisa foi bem administrada. Então não podia um jovem de 18 anos, de 20 anos, de 20 e poucos anos, chamada maioridade antes era 23. Então não podia ir pro grupo mediúnico, não podia de jeito nenhum. Kardec, o bom senso encarnado, ele fala de crianças no grupo mediúnico, mas não de jovens. Então hoje, infelizmente, com essa mudança estrutural, e eu peço desculpa para porque muitas pessoas hoje não conhece como é que foi a evolução das coisas, mas hoje essa mudança, o jovem pode estar nas juventudes, ele pode fazer uma

sa mudança estrutural, e eu peço desculpa para porque muitas pessoas hoje não conhece como é que foi a evolução das coisas, mas hoje essa mudança, o jovem pode estar nas juventudes, ele pode fazer uma opção de ir para um outro estudo, ele tem medade pode ir e não só pode como deve ir para o grupo mediúnico. Tem uns que começa com 14 anos super maduros, outros já com 18, 19, com 60, com 70, com 90, ainda não tem uma certa maturidade. Então isso precisa ser avaliado, né? Porque nós temos hoje uma nova geração que tá chegando, espírito que realmente tem uma percepção maior, às vezes até com aquele orientador de juventude, com aquele facilitador dos estudos na casa estuda. Então o jovem não só pode como deve ir para reuniões mediúnicas. Não existe nada contrário, graças a Deus. >> Obrigada. >> Examente. Muito bom. Muito bom, Cristina, com você, >> Marta, eh, dando continuidade essa sua linha de pensamento do jovem, daquele que chega a casa espírita, então a gente se depara aqui com algumas questões, como acolher, como orientar, mas também aquele cuidado que a gente precisa ter com a influência moral do médium. aquele capítulo lá, o 20 do livro dos médiuns, né, que Kardec nos chama tanta atenção para a influência moral que o médium precisa prestar atenção quando se propõe a prática mediúnica, a vivência dos postulados mediúnicos. Que como é que você nos orientaria nas nossas casas espíritas? a gente ligar com esse com esse jovem, mas também pode ser esse adulto que tá chegando a casa espírita, não é, e que não tem esse embasamento doutrinário, como a gente pode avaliar e orientar essa esse nosso irmão, esse essa nossa irmã? Olha, o acolhimento na casa do espírito é uma é um acolhimento amoroso em que dá não é só de dar as boasvindas que você tá chegando, mas de eu acho qualquer pessoa que chega a uma instituição espírita deve ser esclarecida. O que que se faz ali é o mínimo, né? sobretudo hoje que a gente vê pelo menos nas lives, pessoas que t uma formação na área eh católica, outros na área

a uma instituição espírita deve ser esclarecida. O que que se faz ali é o mínimo, né? sobretudo hoje que a gente vê pelo menos nas lives, pessoas que t uma formação na área eh católica, outros na área evangélica, outros que a família nunca, a pessoa nunca eh pede uma um trabalho religioso. Nós vemos agora inclusive no o atores que estão desenvolvendo o nosso lar três, ele falou que ele tá lendo, que ele conheceu o espiritismo com esses com esses filmes, porque antes ele não teve uma formação religiosa, ele não era materialista, mas também não teve nenhum, nunca foi numa igreja, nunca foi nada. Então é muito heterogêneo hoje as pessoas que chegam a então precisa ter um uma recepção calorosa, afetiva, mas alguém que é que está ali na porta da entrada, digamos assim, que forneçam a ele, a essa pessoa, a ele ou ela, um segura do que que vai fazer ali, o que que tem ali. Isso de uma maneira geral. Pessoa tem que ter noção que é aqui e agora. Às vezes tem casos espíritas que consegue até imprimir um folheto explicando que é o espírita que o material que pode se resumir tirado da orientação do centro espírita, tá lá o que que é eh orientação ao centro espírita, tem logo no início o que é a casa espírit. Agora, se a pessoa chega, mas já portando problema, uma alguma coisa relacionada à meditade, problemática ou não, desafiante ou não, o esclarecimento é outro livro, na outra etapa. Às vezes as pessoas que nos gustam na casa espírita, que supostamente está sobre uma influência espiritual, às vezes a pessoa sofre bullying, a pessoa usa drogas, psicoativas, então todas essas coisas com muita cautela, com precisa ser avaliado para se ajudar. Agora, a numa casa espírita, o trabalho da parte moral, a parte moral é que faz diferencial em tudo. Nós podemos evoluir imensamente a adquirir muito conhecimento, mas usar esse conhecimento para a prática do mal. Só que nós estamos vendo essas guerras que estão acontecendo e morrendo pessoas assim a a mancher, destruindo tudo que a pessoa construiu,

nhecimento, mas usar esse conhecimento para a prática do mal. Só que nós estamos vendo essas guerras que estão acontecendo e morrendo pessoas assim a a mancher, destruindo tudo que a pessoa construiu, prédio, casa, moradia, tudo são é o desenvolvimento tecnológico fenomenal de da é um desenvolvimento da inteligência, mas a moral tá desejada. moral ainda é sobretudo quando a gente vê infelizmente que isso é é essa essa guerra, essas guerras são chamadas em nome de Deus. A gente não consegue nem entender como é que Deus, amou, misericórdia, piedade pode eh justificar uma matância tão grande, um sofrimento tão grande as pessoas que aqui ficam. Então a questão moral é que faz a diferença. Isso. Cad analisou isso no livro do Média, colocou um capítulo inteiro. Porque veja bem, quando nós falamos anteriormente, o médium, a pessoa que vai para uma reunião mediúnica ou não, às vezes a pessoa não precisa ir pra reunião mediúnica, isso não impede que ela tenha uma medidade de intuição, que ela receba influença ou influencia espírito. Ela tem o conhecimento básico, agora tem que saber usar aquele conhecimento para a prática do bem. Muitas vezes numa reunião mediúna durante a manifestação de espíritos muito necessitados de auxílio, a gente vê que chega alguns espíritos rebeldes, outros que querem criar desordem, outros que a se o médium não que não tem muito controle da amor, que falam palavrões. Não, isso aí é do médium. O médium ele tem o conhecimento, mas ele é expressivo pelo controle moral. É o que Kardec fala a valer. Em tudo que nós realizarmos na vida, em tudo, até no pensamento, nós temos que medir as consequências morais. Não, o mé na hora que tá transmitindo a mensagem, seja de um perseguidor espiritual, seja de um espírito realmente que quer prejudicar, um espírito sofredor com muitas necessidades, na hora da transmissão da mensagem, por isso que é mental, ela precisa não só transmitir numa forma correta dentro do conhecimento espírita, mas sobretudo do valor morais.

dor com muitas necessidades, na hora da transmissão da mensagem, por isso que é mental, ela precisa não só transmitir numa forma correta dentro do conhecimento espírita, mas sobretudo do valor morais. E para digamos fechar essa parte é que a gente isso, o me lembro me fez me lembrar agora o querido e muito saudoso Chico Xavier, ele tá lá, ele repetia quantas vezes a gente quisesse ouvir que a prática do bem, a assistência, naquela época dele havia mais assistência, eh, vamos divid da assistência e promoção social, que era a retaguarda dele. Quando ele saía para contava aquelas pessoas muito pobres, que muitas vezes não tinham o que comer, não tinha um lugar para viver e vivia nas ruas da cidade, ele falava que aquele mínimo tira um pão, uma palavra de de carinho, um abraço, era representava todo o apoio que quea às vezes a pessoa preferia passar fome, mas se emocionava diante de um abraço. de um carinho. Então, a casa espírita tem não só o dever, mas a obrigação de transmitir essa parte moral, sabe, CR? Tem que transmitir essa parte moral e não só nos estudos, mas em todas as áreas, em todas as áreas. Lembrar que nós somos cartas vivas do evangelho, como diz Bezerra de Miní. Obrigado, Marta. Tânia, >> Marta. Então, diante do nosso cotidiano que tanto temos eh ouvido ao longo desde a pandemia, né, que somos médiuns, 24 horas, trabalhando mesmo o nosso entendimento de que não estamos eh restritos apenas a reunião mediúnica, trazemos então a seguinte pergunta para ti: Como utilizar a sensibilidade decorrente da mediunidade para melhor interagir no meio no qual vivemos, entendendo que constantemente sofremos a influência tanto dos seres imateriais quanto das tentações do plano material. >> Muito bem. A uma certa ocasião, se me permite cantar aí, já estava na Califórnia, nos Estados Unidos e um dos amigos nosso, espírito, bateu um movimento espírito bom. Ele falou para mim, é conversando com ele na hora do almoço, a gente tava almoçando de tudo e ah, que que você faz que que você formou, qual é a sua

s nosso, espírito, bateu um movimento espírito bom. Ele falou para mim, é conversando com ele na hora do almoço, a gente tava almoçando de tudo e ah, que que você faz que que você formou, qual é a sua profissão, essas coisas, uma coisa bem formal. Então dele falou assim que ele trabalhava na a lei no em São Francisco, na área numa que é onde que tem a Google, que tem a Apple, que todo aquele aquela parte ali e que ele trabalhava na na parte de tecnologia. Aí nós começamos conversar sobre isso e ele foi falando que hoje naquela época primeiro começou na IBM na Suíça, mas lá nos Estados Unidos num lugar Califórnia chamado Vale do Silício. Vale do Silício. É todas essas empresas de tecnologia e estão lá. E ele me levou para visitar. Quando a gente chegou numa delas, eu fiquei surpresa. Isso deve ter o quê? Uns, foi no início do meio uns 10, uns 10 anos, no máximo 15 anos. Não, est tudo não, um pouco mais de 10 anos. E eu fiquei surpresa porque a forma como as pessoas trabalhavam era completamente diferente do modelo que eu até então conhecia. Então você via pessoa deitada no chão e sacos de dormir na frente, tá, computador, todo aqueles negócios de tecnologia. Outros eh comida, com lanche, com sanduíche, com batata frita, outro isolado, sentado no chão com um notebook, uma coisa. Eu achei assim, uma coisa informal, informal demais. que me chamou atenção. Então o esse amigo espírita companheiro amigo falou: "Olha, eles estão vendo pessoas, não interessa se como que a pessoa vai trabalhar, eles têm um contrato de trabalho, tem que cumprir. Agora vocês querem cumprir de noite, de madrugada, durante o dia, você quer dormir aqui?" que outro estavam em cima da mesa deitado, não interessa, sempre algum plano. E eram pessoas todas eles que a primeira vista a gente estranha com roupas extravagantes, com muit com tatuagem, com tudo aquilo, eram pessoas que tinham uma percepção excepcional. Sorte lá que eles não classificavam de percepção mediúnica, deição. Eram pessoas que a frase que me

vagantes, com muit com tatuagem, com tudo aquilo, eram pessoas que tinham uma percepção excepcional. Sorte lá que eles não classificavam de percepção mediúnica, deição. Eram pessoas que a frase que me foi dita lá, eles pegam a coisa no ar. Claro que era voltado para o comércio, para ganhar dinheiro, para tecnologia. Mas aqui eu não esqueço jamais aquela experiência que eu passei. Então a gente reportando para nós, nós somos médio 24 horas, porque nós Sim, nós somos médio 24 horas, eh, não significa que a gente vai ficar 24 horas pela psicofonia, pela psicografia, transmitindo mensagens de espírito. Alguns falam até que não são espíritos, que são seres extraterrestres. até uma é engraçado, mas nós vamos média 24 horas porque a nossa mente ela não para o tempo todo. Nós estamos fazendo conexões neurológicofísicas e também conexões mentais com os espíritos comunicantes, que pode ser espíritos encarnados igual a nós. entramos naquela faixa de ondas, né, de rai de de manifestação mental, ou pode ser desencarnado. Ou pode ser desencarnado. O certo é que nós estamos captando influência e estamos também transmitindo influência 24 horas. Nós podemos dormir, o corpo descansa, mas o espírito continua em atividade. E nessas atividades encarnadas ou desencarnado ou antes, né, que às vezes um momento a gente tá encarnado ou desencarnado. Então uma das faculdades que mais se manifesta, como eu vi lá no Vale dos filistas chamado intuição. Lá dá outro nome. É intuição que pega as coisas no ar. Olha, veja bem, Dan. Uma coisa bem simples, nós estamos andando numa rua. Ah, eu vou ali, eu tenho, vou andar a pé, de repente bem na sua cabeça, não vire a esquina. Ou vem uma ideia de você voltar, recuar. Então é uma intuição, é um espírito, amigo, benfeitor que tá dizendo uma coisa pra gente, a gente deve voltar ou recuar ou não virar a esquina, porque pode ser que ele tenha um adultante, pode ser que ele tem um malfeitor, pode ser que tem alguma coisa que poderá nos causar mal. Isso é o dia todo. Até a gente vai fazer

ou não virar a esquina, porque pode ser que ele tenha um adultante, pode ser que ele tem um malfeitor, pode ser que tem alguma coisa que poderá nos causar mal. Isso é o dia todo. Até a gente vai fazer uma tarefa doméstica, sempre tem alguém com a gente. Nós nunca estamos a só. É claro que nós não estamos, na nossa privacidade é preservada pelos limites mentais que nós expom. Isso é uma coisa, viu Jacobson e Cristina também, Tânia, que valeria a pena seminário, não um seminário sobre essa conexão mental, como é que ela se processa, como é que ela se mantém e como que os resultados, isso nós estamos falando em termos de normalidade, que não há nenhum prejuízo, porque quando há um processo de influenciação, processo obsessivo, aí é invasão, o espírito tá impondo. Então é 24 horas nós estamos recebendo influencia e estamos semifinciados. Isso sim ser estudo e merece a gente exercitar dia a dia. Por isso que no livro da mediunidade, a gente no programa da mediunidade, no MEP, a gente propõe aqueles exercícios da prece, da irradiação mental, para que a pessoa comece a desenvolver essa capacidade das idelastias, da meditação, que, aliás, o Filomeno e o Divaldo sempre batia nessa terra da importância, não da e da meditação, que na meditação a gente começa a desenvolver ideastia. Um exemplo para fechar essa questão no livro do de André Luiz, eh, obreiros da vida eterna, se não me engano, tenho certeza, tenho que conferir no capítulo três, número três, eu acho que é no capítulo três, André Luiz, que já estava no Bolsonar, já tinha feito alguma outra missão. tava bem, tava numa boa já lá lá em nosso lar, ele vem numa missão junto com aquela enfermeira Luciana, com o padre Hipó, eu não sei se você lembra, eu lembro dessas coisas. E o Jerônimo que era assistente. Eles vêm na casa transitora de Fabiano. Mas antes, lá no nosso lar, no tempo da bênção, André Luiz, Luciano, o padre, todo mundo é chamado para montar, fazer um exercício de ideastia, um exercício mental. Só que o exercício mental era

iano. Mas antes, lá no nosso lar, no tempo da bênção, André Luiz, Luciano, o padre, todo mundo é chamado para montar, fazer um exercício de ideastia, um exercício mental. Só que o exercício mental era para, por exemplo, como André Luiz, a os companheiros mais próximos era um lado que havia um lago, eles tinham uma árvore. Então eles tinham de colocar folhas nas árvores, colocar galhos nas árvores, folhas nas árvores, raízes e botar o chão, a tapetar o chão com o jeito que eles quisessem, com grama, com flores. né Luiz? A turma teve que fazer duas vezes. Isso era só mental. Então, para nós termos a ideia de como a idoplastia se constrói, veja lá em obreiros da vida eterna, capítulo três, como mentalizar, aprender a mentalizar, que o Divaldo falava muito em meditação, né? É a criação dessa bioplastia que a gente vai aprendendo a desenvolver essa capacidade de receber e também transmitir informação. >> Marta, você tocou num ponto muito importante. penso que o movimento espírita, os estudantes espíritas, os trabalhadores da área da mediunidade, é o nosso nosso, né, tema específico, eh, ainda precisam se despertar para essa temática que você acabou de colocar, ligar pensamento com mediunidade, porque normalmente as pessoas separam isso. A mediunidade é da reunião mediúnica, o pensamento é do dia a dia e não tem nada a ver uma coisa com a outra. Quando o André Luiz disse que mediunidade é pensamento, então você abordou muito bem, eu acho que é um tema de estudo que nós precisamos desdobrar isso e levar para os médiuns de todo o Brasil através daí das coordenadorias da área da mediunidade. É esse estudo que é que é o estudo do momento. Nós estamos numa fase muito delicada e da grande sensibilidade humana e a gente precisa se despertar, como você mesma bem colocou, essa questão do pensamento. >> E e aliás, não precisa nem a pessoa assim ter grandes conhecimentos quando ela começa a disciplinar o pensamento dela. E no dia a dia você vê na profissão, a própria pandemia é um

ão do pensamento. >> E e aliás, não precisa nem a pessoa assim ter grandes conhecimentos quando ela começa a disciplinar o pensamento dela. E no dia a dia você vê na profissão, a própria pandemia é um grande exemplo daqueles estudiosos de várias partes do mundo que esqueceram a divergência que havia entre eles e se uniram e foram inspirados, pegar juntos. Cada um tinha um tipo de conhecimento. Um era mais do DNA, outro era mais do RNA, do ácido nucleico, outro era mais da proteína do vírus. Cada um desenvolveu aquilo e juntos eles foram inspirar e captar e fizeram a vacina. Houve uma uma união tão grande para produzir uma vacina que menos de um ano, gente, menos de um ano. Uma vacina tava pronta. Se a gente considerar que da Barilo levou quase um milênio para ser descoberto. Então eu acho que isso sabe Jacob Cristina e e Tânia precisa ser trabalhado mais que não precisa ter espírito manifestando pela psicofonia. A pessoa vai exercitando a sua capacidade mental, mas voltada para o bem. Uma pessoa vai dar um paro, não é como dar um jorei lá na igreja messiânica com todo o amor que ele faz esse trabalho. Estendeu as mãos e avisa aquela pessoa sendo curada, aquela vibração, os espíritos envolvendo, é outra coisa, é outra o trabalho mental. >> Exato. Cristina, >> nada. Marta quando falava ali da do livro de André Luiz, da casa de Fabiano, nesse livro ele fala da mudança de local, porque ia ter uma tempestade, né, de raios. E como é que é se faz a mudança? É pelo pensamento. >> Tem uma equipe de trabalhadores que mentalmente se utilizam das forças mentais para mudar a casa de Fabiano, deslocar para ela não ser atingida por aquela tempestade. Desde a primeira vez que eu li esse livro que eu fiquei encantada >> com essa. >> Inclusive você que é engenheira. >> Você que é engenheira. Ah, eu eu me lembro que eu falei, mas como é que uma casa vai se deslocar? Bom, quando eu li esse livro tem muitos anos, agora até pela tecnologia, mas lá ele fala o um dos assistentes lá, não é

eira. Ah, eu eu me lembro que eu falei, mas como é que uma casa vai se deslocar? Bom, quando eu li esse livro tem muitos anos, agora até pela tecnologia, mas lá ele fala o um dos assistentes lá, não é nem a irmã Zenóbia que é a dirigente, >> é não. >> Ele fala que a instituição é construída de um material muito leve. Eu fiquei pensando todo tipo sa ver quem isou eu pensava. Então falta com a a mente, gente, desloca uma instituição que ele descreve não sei quantos dormitórios, não sei quantas salas de estudo, não sei. >> Imens jáou diz que não são aqueles trabalhadores, vamos dizer assim, mais especializados, são os trabalhadores >> comuns, vamos dizer assim, mas que eles conseguem educar o pensamento para fazer essa mudança. É >> isso é muito importante pra gente entender isso nos dias de hoje. Então, Marta, você, se quiser continuar nessa nessa linha da importância do pensamento no nosso dia a dia, sobretudo para o médium e a relação do médium com o dirigente, com o dialogador no grupo mediúnico, agora de uma forma mais específica, ou o facilitador do MEP, do mediunidade estudo e prática. como que o médium vai educando esse pensamento, não só para o grupo mediúnico, mas paraa vida toda, para isso, para poder transportar um uma casa de lugar. Acho que eu não conseguiria. A gente fica pensando transportar uma casa. Aí eu vejo que o quando o André Luiz e a Luciane, o padre Port nosso lá ainda antes de chegar lá na casa transitória, eles fizeram aquele teste no santuário da bênção de tentar botar, colocar as folhinha na larva, colocar uma gramazinha no chão. Aquilo ali era coisa simples, comparando transportar uma casa. Mas olha, é o exercício do bem. Nós temos que aprender a ter um pouquinho de filtro, filtrado nessa parte. Quando o pensamento chega, a gente precisa, nem que seja numa fração de segundos, aprender a refletir, porque muitas vezes uma palavra que a gente fala fere que a intenção da gente não era ofender, mas é às vezes uma palavra assim falado no calor da emoção

numa fração de segundos, aprender a refletir, porque muitas vezes uma palavra que a gente fala fere que a intenção da gente não era ofender, mas é às vezes uma palavra assim falado no calor da emoção pode ou ajudar ou atrapalhar. Então, cria-se relações, vamos dizer assim, opostas, divergente dentro, não só do grupo mediúnico, como da casa espírita. A gente fala que o grupo mediúnico deve ter um trabalhar para que haja uma harmonia, mas se a pessoa é criticada ou às vezes na hora daquela avaliação ali da reunião mediúnica, as pessoas não eu vou dizer até com um pouquinho de educação, de gentileza nas palavras. Às vezes a pessoa fica ofendida, fica magada, não fala nada. Eh, então saber falar o que que deve ser em público. Aí tudo isso noção a a prática mediúnica fala sobre isso, mas a gente precisa ver essas coisas dentro do grupo mediúnico. Às vezes uma eu me lembro que eu tenho, eu tenho uma amiga, ela não mora mais em Brasília, ela mudou para São Paulo já há muitos anos, foi pro Rio de São Paulo. E um dia dentro da nossa reunião mediúnica, ela era ela, ela morava aqui em Brasília na época, era funcionária graduada em Brasília. durante a reunião mediúnica, ela recebeu a transmissão de uma um espírito, mas ela na hora ela perdeu um pouco assim e a gente viu que o espírito quando terminou a reunião na hora da avaliação, um dos participantes sem maldade que ele não tinha, ele falou assim: "Ser que você tem controle sobre a sua faculdade e psicofonia? A pessoa, ela levou um susto da nada. Como assim? E olha que você fala coisa que a gente vê que não que não é não são não é o espírito comunicante que tá falando. Nossa senhora, a pessoa não falou agressivamente, falou qual do jeito que eu tô falando. Ela saiu do mediuno, não quis mais lá de jeito nenhum. Nós falamos, volta pro grupo mediúnico, a pessoa depois ela só voltou pro grupo mediún depois que essa pessoa falou, foi ter uma conversa com ele que aí todo mundo do grupo foi conversando porque a pessoa tinha um medo de muito boa. Mas

co, a pessoa depois ela só voltou pro grupo mediún depois que essa pessoa falou, foi ter uma conversa com ele que aí todo mundo do grupo foi conversando porque a pessoa tinha um medo de muito boa. Mas aí tivemos que explicar inclusive pro crítico que a gente fala com regionalismo da gente, com os erros gramaticais que a gente tem, com a maneira de ser da gente. Por isso que o médico inérprete, então, mas pode causar essas coisas. Então, a gente tem que aprender, saber lidar. Uma das coisas principais é o filtro. a gente pensou pouquinho de pensar antes de falar, que às vezes a gente tá com uma intenção e a coisa transborda. Às vezes até por incentivo de alguma entidade que quer provocar confusão, tudo isso. Então nós precisamos ter esses cuidados. Eu acho que a é o aprendizado é colocar um pouquinho de fro e se falou uma coisa assim, observar, olhar, olhar não com os olhos, perceber pela vibração, ir atrás, pedir desculpa, reconciliar com adversário na mesma. Desculpa, não quis dizer isso. O público, eu me lembro de uma pessoa que a pessoa, ela se sentiu ofendida, a pessoa saiu correndo, falou: "Me desculpa mesmo, você me ofendeu publicamente el falou: "Volta cá". Chamou todo mundo, falou: "Publicamente eu quero pedir desculpa." Quer dizer, porque às vezes não há intenção de ofender, mas a gente precisa tomar esse controle. Precisa ter esse controle em todos os momentos no trabalho, em todo lugar. ouvir mais. >> Muito bom. Excelente, Marta. Tânia, >> Marta e amigos, eh, diante do nosso cenário social deia e de fugas psicológicas, nós acompanhamos o momento da reunião mediúnica virtual dentro daquelas eh estranhezas, né, que nos causam muitas vezes que vamos implantando por aqui e por ali. apegados a ao fenômeno. E de outro lado, temos acompanhado agora uma outra ação, que são aqueles irmãos que buscam dialogar eh com os seus eh afetos desencarnados, utilizando a inteligência artificial. Como podemos auxiliar, amiga? O que podes nos orientar neste sentido? É, nós temos, eu tenho notícias de

e buscam dialogar eh com os seus eh afetos desencarnados, utilizando a inteligência artificial. Como podemos auxiliar, amiga? O que podes nos orientar neste sentido? É, nós temos, eu tenho notícias de reuniões mediúnicas virtuais, até uma que eu conheço, a pessoa é uma sala muito pequena, é uma pessoa que tem um controle muito grande e até o momento não teve nenhum problema, mas é um controle assim bem efetivo. Outros, eu já vi casos assim que houve problema, apresentar problema, muita dificuldade, muito até acidente médico aconteceu. Então e essas coisas acontecem, a gente tem que ponderar, tem que analisar os próos contas. Não, eu creio que a casa espírita, de uma maneira geral, não deve recomendar reuniões mediúnicas com manifestações de entidade, sobretudo entidades, eh, vamos dizer assim, mais necessitadas de auxílio, virtualmente falando, porque pode ser que o lá onde que a pessoa esteja, no escritório, eh, tem notícia de uma pessoa que trabalhava virtualmente numa reunião mediúnica no escritório de advocacia, advogado. Então, quando chegava de noite, deixava todo mundo ia trabalhar, ia embora para casa e essa pessoa ficava para a reunião mediúnica lá do hospital. e começou a acontecer uma série de problemas dentro do de um escritório de adipocracia, o escritório conhecido. Começou a parecer uma série de problema. Inclusive o último que eu aí a pessoa foi buscar um auxílio na casa espírita e falou: "Aí pessoal, é melhor você parar com entidade". Porque você veja um escritório de advocacia, a gente não sabe a natureza, mas é é uma diversidade de casos, casos complexos, não é? Então ali aquelas entidades perturbadoras que unem ainda predominam, ela encontrou um local para criar. Ela não criou perturbação aquela pessoa em si, mas desordem no tribunal. Para vocês terem uma ideia, é um escritório conhecido e a assim respeitável pela respeitabilidade do trabalho. chegou ao ponto de pessoa de haver uma invasão, falando inteligência, uma invasão e aparecia a foto de um

uma ideia, é um escritório conhecido e a assim respeitável pela respeitabilidade do trabalho. chegou ao ponto de pessoa de haver uma invasão, falando inteligência, uma invasão e aparecia a foto de um advogado conhecido aqui em Brasília como sendo a o responsável por aquele escritório, mas só que aquele advogado conhecido é de outro lugar, de outro escritório. Então aí até que a coisa fosse descoberta, os dois escritórios, olha, vocês estão divulgando meu nome aí, não, não, não. Olha aqui, eu recebi o que você, quer dizer, o outro escritório de adipocracia, o, vamos dizer assim, o dono, o principal sócio, era a imagem do homem. Então hoje a inteligência artificial faz muitas coisas, inclusive esse negócio para causar fraudes, para enganar. Isso foi um caso que ocorreu aqui, foi e eles enviava para as pessoas e falava assim, uma pessoa muito conhecida da gente achou estranho, veio aqui na nossa casa que eu tenho um neto que trabalha com tecnologia, falou assim: "Olha, isso não tá parecendo coisa do escritório de pocacia não". a pessoa falando, ó, que você tem tanta receber porque entrou no processo judicial que ela estava junto com a repartição pública dela, tem tanto para receber, nós podemos aí botou a foto do do advogado famoso, mas de outro escritório. O meu neto falou: "Olha, isso aqui não, eu acho melhor você ter um telefone do seu advogado, conversa com ele." Aí descobriram, reuniram os dois e viram que era uma fraude usando a o o a inclusive aí uma fraude para roubar o enganar o outro para tirar dinheiro e também usando a foto de outro. Agora a inteligência artificial tá virando uma doença, gente. Entro pessoas, eu tô falando pessoas espíritas que não faz mais nada na vida. Fala, Alex Pita. Somos mais diversos assuntos. Já me falaram, já me mandaram muitos assuntos, inclusive um assunto que enviou para mim. Olha aqui, eu perguntei pro Alex, tem uma Alexa e tem o Alex. Eu perguntei pro Alex: "O que que é evolução? Eh, o que que é evolução?" Aí mandou para mim um texto enorme. Eu

sunto que enviou para mim. Olha aqui, eu perguntei pro Alex, tem uma Alexa e tem o Alex. Eu perguntei pro Alex: "O que que é evolução? Eh, o que que é evolução?" Aí mandou para mim um texto enorme. Eu falei do ponto de vista biológico, tem algumas incorreções, porque então você vê que os próprios então tá bendo essas coisas, pessoas que estão conversando com a inteligência artificial e outra coisa que tá, a gente vê a heterogeneidade, a as desarmonias que estão acontecendo, eh, com relação àquela, eu não sei o nome, tem um nome, eu não tô lembrando, que usa bonecos para falar, para simular que é um bebê. Teve até uma reunião virtual de todas as mães que têm aqueles bebezinhos de comer. >> Foi embora. >> É isso. Exato. Exatamente. Então, veja bem, são tecnologias que são úteis para o bem, como o WhatsApp, como a internet que nós estamos usando por, mas tem também aquelas mentes que t conhecimento do que faz para mal. E nós temos que nos precaver, nós temos que aprender a armar nossas defesas, orientar, sobretudo jovem que adora ficar 24 horas no jovem e tudo isso. Eh, jovens e crianças hoje é adoro também. Então, o que nós temos hoje é um trabalho diferente. A tecnologia é boa, ela não é ruim, é necessária e deve vir mais coisas no futuro. Mas a gente tem que saber o uso que se aplica a Ena. E nós precisamos na casa espírita conversar com os pais, com reunião dos pais, as precauções, os cuidados e aí vai. Mas é um desafio. É. E tem muita coisa que a gente fica assim até surpresa. >> Bom, estamos chegando então ao final daqui do nosso momento de conversa, de debate. >> Eh, Marta, te agradecemos imensamente a sua colaboração. Você ainda é a nossa querida amiga, né? podemos dizer assim, inspiração na área da mediunidade, sem verem sem não é por estar na sua presença, mas realmente é uma alma muito querida por nós todos e as suas considerações, então, finais, mes considerações finais, eu já falei a de maio, eh, vai ser bem sucinta. Eu vou, eu me lembrei aqui, eu deixei até aqui

é uma alma muito querida por nós todos e as suas considerações, então, finais, mes considerações finais, eu já falei a de maio, eh, vai ser bem sucinta. Eu vou, eu me lembrei aqui, eu deixei até aqui separado que é uma é uma carta de Paulo, faz parte de uma carta de Paulo a Timóteo. É um Timóteo, é um Timóteo, capítulo 4, versículo 15, e que está inclusive, se não me engano, no livro, tá? Sim, com certeza. No livro Orientação à prática mediúnica na casa espírita, vigiai a ti mesmo e a doutrina. É o conselho que Paulo dá a Timóteo. Timóteo era como um filho para ele. Vigiai a ti mesmo e a doutrina. Persevera nessas disposições, porque assim fazendo salvará a ti mesmo e aos teus ouvintes. Essas são minhas considerações finais. >> Excelente reflexão, Tânia. Muito obrigado. >> Emocionada aqui com esse recorte inspirador que a Marta nos traz. muito agradecida por este momento e com certeza poderíamos seguir por horas conversando. Muito obrigada, >> Cristina. >> Também muito emocionada, muito feliz desse encontro, de poder participar mais uma vez desse encontro. E naquela conferência que Divaldo fez em 2011, lá na no Rio de Janeiro, ele termina dizendo assim que em nossas casas espíritas, o espírito do Cristo esteja presente para que o exercício da nossa mediunidade seja da mediunidade com Jesus. Essa frase para mim tem sido inspiradora em muitos momentos da minha vida. Então, amigos queridos, beijo no coração de vocês todos. Obrigado. Obrigado, >> muito obrigada a todas e nós ficamos então por aqui.

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